Questões de Concurso Sobre português

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Q4276041 Português
Leia o texto e responda à questão.


A unanimidade possível


A reunião começou às nove em ponto, o que, na empresa Horizonte Integrado, significava nove e vinte. Na sala envidraçada, oito pessoas se acomodaram diante de uma tela que exibia o título “Novo Modelo de Colaboração”. Ninguém sabia exatamente o que seria decidido, mas todos concordavam que a decisão já estava atrasada.

Renato, diretor de Estratégia, abriu os trabalhos:

— Precisamos construir um consenso que respeite a diversidade de perspectivas.

A frase foi recebida com acenos graves. Elisa, gerente de Recursos Humanos, anotou “consenso” em seu caderno. Para ela, a palavra significava convencer os demais de que o trabalho presencial deveria aumentar. Otávio, responsável pela área financeira, entendeu o contrário: consenso seria reduzir o espaço físico e, com ele, as despesas. Lúcia, da comunicação, imaginou uma campanha interna com fotografias de pessoas sorrindo ao redor de uma mesa. Bruno, do setor jurídico, preferiu não imaginar nada antes de conhecer os riscos.

— O modelo atual precisa ser flexibilizado — continuou Renato.

— Concordo plenamente — disse Elisa.

Ela pensava em horários mais rígidos, desde que fossem chamados de “faixas de integração”.

— Concordo também — afirmou Otávio.

Ele pensava em eliminar estações de trabalho fixas.

— Faz todo sentido — acrescentou Lúcia.

Ela já escolhera o slogan: “Mais liberdade para estarmos juntos”.

Bruno ergueu a mão:

— Quando falamos em flexibilidade, estamos tratando de presença, jornada, local de trabalho ou metas?

Renato sorriu com a serenidade de quem considera a precisão um obstáculo operacional.

— Estamos tratando de uma visão mais ampla.

Bruno anotou que a visão era ampla o bastante para não caber numa definição.

A discussão prosseguiu. Elisa defendeu “o fortalecimento dos vínculos”. Otávio apoiou, entendendo que vínculos fortalecidos diminuiriam pedidos de demissão. Lúcia apoiou também, imaginando vídeos de aniversários corporativos. Bruno perguntou se os vínculos incluíam obrigações adicionais. Renato respondeu que aquele era um tema para uma etapa posterior, o que, na empresa, designava o lugar onde as perguntas difíceis eram cuidadosamente guardadas.

Perto do meio-dia, surgiu a expressão “autonomia responsável”. Todos a receberam com entusiasmo.

Para Elisa, autonomia responsável significava liberdade para organizar o próprio trabalho, desde que o empregado estivesse disponível quando a liderança julgasse necessário. Para Otávio, significava entregar mais com menos recursos. Para Lúcia, era uma combinação perfeita de palavras positivas. Para Bruno, era uma fórmula que poderia significar qualquer coisa e, por isso mesmo, exigiria quinze páginas de regulamento.

— Então estamos alinhados — concluiu Renato.

Ninguém perguntou em relação a quê.

A ata registrou que o grupo aprovara, por unanimidade, um modelo híbrido, flexível, eficiente, humano e financeiramente sustentável. O documento não indicava quantos dias seriam presenciais, quem escolheria esses dias, como seriam avaliadas as metas nem o que aconteceria quando flexibilidade e controle apontassem para direções opostas.

Na manhã seguinte, cada setor comunicou a decisão à sua maneira.

Recursos Humanos anunciou três dias obrigatórios no escritório. O Financeiro informou que as mesas seriam compartilhadas e que parte do prédio seria devolvida. A Comunicação publicou: “Agora, cada pessoa poderá escolher onde produzir melhor”. O Jurídico enviou uma nota esclarecendo que nenhuma escolha estava autorizada até a publicação das regras.

Os funcionários, surpreendentemente, também concordaram. Alguns entenderam que poderiam trabalhar de casa. Outros concluíram que precisariam voltar ao escritório. Houve quem acreditasse que nada mudaria, hipótese que a experiência tornava bastante plausível.

Renato leu as mensagens e convocou nova reunião.

No convite, escreveu:

“Precisamos alinhar o entendimento sobre o alinhamento.”

Desta vez, todos compreenderam a urgência.

Cada um, naturalmente, compreendeu uma urgência diferente.


Fonte: Banca Elaboradora
Considere os períodos: “A ata registrou que o grupo aprovara, por unanimidade, um modelo híbrido” e “O documento não indicava quantos dias seriam presenciais, quem escolheria esses dias, como seriam avaliadas as metas nem o que aconteceria quando flexibilidade e controle apontassem para direções opostas”. Assinale a alternativa correta sobre a estrutura sintática.
Alternativas
Q4276040 Português
Leia o texto e responda à questão.


A unanimidade possível


A reunião começou às nove em ponto, o que, na empresa Horizonte Integrado, significava nove e vinte. Na sala envidraçada, oito pessoas se acomodaram diante de uma tela que exibia o título “Novo Modelo de Colaboração”. Ninguém sabia exatamente o que seria decidido, mas todos concordavam que a decisão já estava atrasada.

Renato, diretor de Estratégia, abriu os trabalhos:

— Precisamos construir um consenso que respeite a diversidade de perspectivas.

A frase foi recebida com acenos graves. Elisa, gerente de Recursos Humanos, anotou “consenso” em seu caderno. Para ela, a palavra significava convencer os demais de que o trabalho presencial deveria aumentar. Otávio, responsável pela área financeira, entendeu o contrário: consenso seria reduzir o espaço físico e, com ele, as despesas. Lúcia, da comunicação, imaginou uma campanha interna com fotografias de pessoas sorrindo ao redor de uma mesa. Bruno, do setor jurídico, preferiu não imaginar nada antes de conhecer os riscos.

— O modelo atual precisa ser flexibilizado — continuou Renato.

— Concordo plenamente — disse Elisa.

Ela pensava em horários mais rígidos, desde que fossem chamados de “faixas de integração”.

— Concordo também — afirmou Otávio.

Ele pensava em eliminar estações de trabalho fixas.

— Faz todo sentido — acrescentou Lúcia.

Ela já escolhera o slogan: “Mais liberdade para estarmos juntos”.

Bruno ergueu a mão:

— Quando falamos em flexibilidade, estamos tratando de presença, jornada, local de trabalho ou metas?

Renato sorriu com a serenidade de quem considera a precisão um obstáculo operacional.

— Estamos tratando de uma visão mais ampla.

Bruno anotou que a visão era ampla o bastante para não caber numa definição.

A discussão prosseguiu. Elisa defendeu “o fortalecimento dos vínculos”. Otávio apoiou, entendendo que vínculos fortalecidos diminuiriam pedidos de demissão. Lúcia apoiou também, imaginando vídeos de aniversários corporativos. Bruno perguntou se os vínculos incluíam obrigações adicionais. Renato respondeu que aquele era um tema para uma etapa posterior, o que, na empresa, designava o lugar onde as perguntas difíceis eram cuidadosamente guardadas.

Perto do meio-dia, surgiu a expressão “autonomia responsável”. Todos a receberam com entusiasmo.

Para Elisa, autonomia responsável significava liberdade para organizar o próprio trabalho, desde que o empregado estivesse disponível quando a liderança julgasse necessário. Para Otávio, significava entregar mais com menos recursos. Para Lúcia, era uma combinação perfeita de palavras positivas. Para Bruno, era uma fórmula que poderia significar qualquer coisa e, por isso mesmo, exigiria quinze páginas de regulamento.

— Então estamos alinhados — concluiu Renato.

Ninguém perguntou em relação a quê.

A ata registrou que o grupo aprovara, por unanimidade, um modelo híbrido, flexível, eficiente, humano e financeiramente sustentável. O documento não indicava quantos dias seriam presenciais, quem escolheria esses dias, como seriam avaliadas as metas nem o que aconteceria quando flexibilidade e controle apontassem para direções opostas.

Na manhã seguinte, cada setor comunicou a decisão à sua maneira.

Recursos Humanos anunciou três dias obrigatórios no escritório. O Financeiro informou que as mesas seriam compartilhadas e que parte do prédio seria devolvida. A Comunicação publicou: “Agora, cada pessoa poderá escolher onde produzir melhor”. O Jurídico enviou uma nota esclarecendo que nenhuma escolha estava autorizada até a publicação das regras.

Os funcionários, surpreendentemente, também concordaram. Alguns entenderam que poderiam trabalhar de casa. Outros concluíram que precisariam voltar ao escritório. Houve quem acreditasse que nada mudaria, hipótese que a experiência tornava bastante plausível.

Renato leu as mensagens e convocou nova reunião.

No convite, escreveu:

“Precisamos alinhar o entendimento sobre o alinhamento.”

Desta vez, todos compreenderam a urgência.

Cada um, naturalmente, compreendeu uma urgência diferente.


Fonte: Banca Elaboradora
No trecho “Renato sorriu com a serenidade de quem considera a precisão um obstáculo operacional”, assinale a alternativa que apresenta a análise sintática correta da oração iniciada por “quem”.
Alternativas
Q4276039 Português
Leia o texto e responda à questão.


A unanimidade possível


A reunião começou às nove em ponto, o que, na empresa Horizonte Integrado, significava nove e vinte. Na sala envidraçada, oito pessoas se acomodaram diante de uma tela que exibia o título “Novo Modelo de Colaboração”. Ninguém sabia exatamente o que seria decidido, mas todos concordavam que a decisão já estava atrasada.

Renato, diretor de Estratégia, abriu os trabalhos:

— Precisamos construir um consenso que respeite a diversidade de perspectivas.

A frase foi recebida com acenos graves. Elisa, gerente de Recursos Humanos, anotou “consenso” em seu caderno. Para ela, a palavra significava convencer os demais de que o trabalho presencial deveria aumentar. Otávio, responsável pela área financeira, entendeu o contrário: consenso seria reduzir o espaço físico e, com ele, as despesas. Lúcia, da comunicação, imaginou uma campanha interna com fotografias de pessoas sorrindo ao redor de uma mesa. Bruno, do setor jurídico, preferiu não imaginar nada antes de conhecer os riscos.

— O modelo atual precisa ser flexibilizado — continuou Renato.

— Concordo plenamente — disse Elisa.

Ela pensava em horários mais rígidos, desde que fossem chamados de “faixas de integração”.

— Concordo também — afirmou Otávio.

Ele pensava em eliminar estações de trabalho fixas.

— Faz todo sentido — acrescentou Lúcia.

Ela já escolhera o slogan: “Mais liberdade para estarmos juntos”.

Bruno ergueu a mão:

— Quando falamos em flexibilidade, estamos tratando de presença, jornada, local de trabalho ou metas?

Renato sorriu com a serenidade de quem considera a precisão um obstáculo operacional.

— Estamos tratando de uma visão mais ampla.

Bruno anotou que a visão era ampla o bastante para não caber numa definição.

A discussão prosseguiu. Elisa defendeu “o fortalecimento dos vínculos”. Otávio apoiou, entendendo que vínculos fortalecidos diminuiriam pedidos de demissão. Lúcia apoiou também, imaginando vídeos de aniversários corporativos. Bruno perguntou se os vínculos incluíam obrigações adicionais. Renato respondeu que aquele era um tema para uma etapa posterior, o que, na empresa, designava o lugar onde as perguntas difíceis eram cuidadosamente guardadas.

Perto do meio-dia, surgiu a expressão “autonomia responsável”. Todos a receberam com entusiasmo.

Para Elisa, autonomia responsável significava liberdade para organizar o próprio trabalho, desde que o empregado estivesse disponível quando a liderança julgasse necessário. Para Otávio, significava entregar mais com menos recursos. Para Lúcia, era uma combinação perfeita de palavras positivas. Para Bruno, era uma fórmula que poderia significar qualquer coisa e, por isso mesmo, exigiria quinze páginas de regulamento.

— Então estamos alinhados — concluiu Renato.

Ninguém perguntou em relação a quê.

A ata registrou que o grupo aprovara, por unanimidade, um modelo híbrido, flexível, eficiente, humano e financeiramente sustentável. O documento não indicava quantos dias seriam presenciais, quem escolheria esses dias, como seriam avaliadas as metas nem o que aconteceria quando flexibilidade e controle apontassem para direções opostas.

Na manhã seguinte, cada setor comunicou a decisão à sua maneira.

Recursos Humanos anunciou três dias obrigatórios no escritório. O Financeiro informou que as mesas seriam compartilhadas e que parte do prédio seria devolvida. A Comunicação publicou: “Agora, cada pessoa poderá escolher onde produzir melhor”. O Jurídico enviou uma nota esclarecendo que nenhuma escolha estava autorizada até a publicação das regras.

Os funcionários, surpreendentemente, também concordaram. Alguns entenderam que poderiam trabalhar de casa. Outros concluíram que precisariam voltar ao escritório. Houve quem acreditasse que nada mudaria, hipótese que a experiência tornava bastante plausível.

Renato leu as mensagens e convocou nova reunião.

No convite, escreveu:

“Precisamos alinhar o entendimento sobre o alinhamento.”

Desta vez, todos compreenderam a urgência.

Cada um, naturalmente, compreendeu uma urgência diferente.


Fonte: Banca Elaboradora
No período “Houve quem acreditasse que nada mudaria, hipótese que a experiência tornava bastante plausível”, considere o primeiro “que”, em “acreditasse que”, o segundo “que”, em “hipótese que”, e a palavra “bastante”.

Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4276038 Português
Leia o texto e responda à questão.


A unanimidade possível


A reunião começou às nove em ponto, o que, na empresa Horizonte Integrado, significava nove e vinte. Na sala envidraçada, oito pessoas se acomodaram diante de uma tela que exibia o título “Novo Modelo de Colaboração”. Ninguém sabia exatamente o que seria decidido, mas todos concordavam que a decisão já estava atrasada.

Renato, diretor de Estratégia, abriu os trabalhos:

— Precisamos construir um consenso que respeite a diversidade de perspectivas.

A frase foi recebida com acenos graves. Elisa, gerente de Recursos Humanos, anotou “consenso” em seu caderno. Para ela, a palavra significava convencer os demais de que o trabalho presencial deveria aumentar. Otávio, responsável pela área financeira, entendeu o contrário: consenso seria reduzir o espaço físico e, com ele, as despesas. Lúcia, da comunicação, imaginou uma campanha interna com fotografias de pessoas sorrindo ao redor de uma mesa. Bruno, do setor jurídico, preferiu não imaginar nada antes de conhecer os riscos.

— O modelo atual precisa ser flexibilizado — continuou Renato.

— Concordo plenamente — disse Elisa.

Ela pensava em horários mais rígidos, desde que fossem chamados de “faixas de integração”.

— Concordo também — afirmou Otávio.

Ele pensava em eliminar estações de trabalho fixas.

— Faz todo sentido — acrescentou Lúcia.

Ela já escolhera o slogan: “Mais liberdade para estarmos juntos”.

Bruno ergueu a mão:

— Quando falamos em flexibilidade, estamos tratando de presença, jornada, local de trabalho ou metas?

Renato sorriu com a serenidade de quem considera a precisão um obstáculo operacional.

— Estamos tratando de uma visão mais ampla.

Bruno anotou que a visão era ampla o bastante para não caber numa definição.

A discussão prosseguiu. Elisa defendeu “o fortalecimento dos vínculos”. Otávio apoiou, entendendo que vínculos fortalecidos diminuiriam pedidos de demissão. Lúcia apoiou também, imaginando vídeos de aniversários corporativos. Bruno perguntou se os vínculos incluíam obrigações adicionais. Renato respondeu que aquele era um tema para uma etapa posterior, o que, na empresa, designava o lugar onde as perguntas difíceis eram cuidadosamente guardadas.

Perto do meio-dia, surgiu a expressão “autonomia responsável”. Todos a receberam com entusiasmo.

Para Elisa, autonomia responsável significava liberdade para organizar o próprio trabalho, desde que o empregado estivesse disponível quando a liderança julgasse necessário. Para Otávio, significava entregar mais com menos recursos. Para Lúcia, era uma combinação perfeita de palavras positivas. Para Bruno, era uma fórmula que poderia significar qualquer coisa e, por isso mesmo, exigiria quinze páginas de regulamento.

— Então estamos alinhados — concluiu Renato.

Ninguém perguntou em relação a quê.

A ata registrou que o grupo aprovara, por unanimidade, um modelo híbrido, flexível, eficiente, humano e financeiramente sustentável. O documento não indicava quantos dias seriam presenciais, quem escolheria esses dias, como seriam avaliadas as metas nem o que aconteceria quando flexibilidade e controle apontassem para direções opostas.

Na manhã seguinte, cada setor comunicou a decisão à sua maneira.

Recursos Humanos anunciou três dias obrigatórios no escritório. O Financeiro informou que as mesas seriam compartilhadas e que parte do prédio seria devolvida. A Comunicação publicou: “Agora, cada pessoa poderá escolher onde produzir melhor”. O Jurídico enviou uma nota esclarecendo que nenhuma escolha estava autorizada até a publicação das regras.

Os funcionários, surpreendentemente, também concordaram. Alguns entenderam que poderiam trabalhar de casa. Outros concluíram que precisariam voltar ao escritório. Houve quem acreditasse que nada mudaria, hipótese que a experiência tornava bastante plausível.

Renato leu as mensagens e convocou nova reunião.

No convite, escreveu:

“Precisamos alinhar o entendimento sobre o alinhamento.”

Desta vez, todos compreenderam a urgência.

Cada um, naturalmente, compreendeu uma urgência diferente.


Fonte: Banca Elaboradora
A última frase do texto — “Cada um, naturalmente, compreendeu uma urgência diferente” — retoma o funcionamento da reunião anterior. Assinale a alternativa correta sobre o efeito desse encerramento.
Alternativas
Q4276037 Português
Leia o texto e responda à questão.


A unanimidade possível


A reunião começou às nove em ponto, o que, na empresa Horizonte Integrado, significava nove e vinte. Na sala envidraçada, oito pessoas se acomodaram diante de uma tela que exibia o título “Novo Modelo de Colaboração”. Ninguém sabia exatamente o que seria decidido, mas todos concordavam que a decisão já estava atrasada.

Renato, diretor de Estratégia, abriu os trabalhos:

— Precisamos construir um consenso que respeite a diversidade de perspectivas.

A frase foi recebida com acenos graves. Elisa, gerente de Recursos Humanos, anotou “consenso” em seu caderno. Para ela, a palavra significava convencer os demais de que o trabalho presencial deveria aumentar. Otávio, responsável pela área financeira, entendeu o contrário: consenso seria reduzir o espaço físico e, com ele, as despesas. Lúcia, da comunicação, imaginou uma campanha interna com fotografias de pessoas sorrindo ao redor de uma mesa. Bruno, do setor jurídico, preferiu não imaginar nada antes de conhecer os riscos.

— O modelo atual precisa ser flexibilizado — continuou Renato.

— Concordo plenamente — disse Elisa.

Ela pensava em horários mais rígidos, desde que fossem chamados de “faixas de integração”.

— Concordo também — afirmou Otávio.

Ele pensava em eliminar estações de trabalho fixas.

— Faz todo sentido — acrescentou Lúcia.

Ela já escolhera o slogan: “Mais liberdade para estarmos juntos”.

Bruno ergueu a mão:

— Quando falamos em flexibilidade, estamos tratando de presença, jornada, local de trabalho ou metas?

Renato sorriu com a serenidade de quem considera a precisão um obstáculo operacional.

— Estamos tratando de uma visão mais ampla.

Bruno anotou que a visão era ampla o bastante para não caber numa definição.

A discussão prosseguiu. Elisa defendeu “o fortalecimento dos vínculos”. Otávio apoiou, entendendo que vínculos fortalecidos diminuiriam pedidos de demissão. Lúcia apoiou também, imaginando vídeos de aniversários corporativos. Bruno perguntou se os vínculos incluíam obrigações adicionais. Renato respondeu que aquele era um tema para uma etapa posterior, o que, na empresa, designava o lugar onde as perguntas difíceis eram cuidadosamente guardadas.

Perto do meio-dia, surgiu a expressão “autonomia responsável”. Todos a receberam com entusiasmo.

Para Elisa, autonomia responsável significava liberdade para organizar o próprio trabalho, desde que o empregado estivesse disponível quando a liderança julgasse necessário. Para Otávio, significava entregar mais com menos recursos. Para Lúcia, era uma combinação perfeita de palavras positivas. Para Bruno, era uma fórmula que poderia significar qualquer coisa e, por isso mesmo, exigiria quinze páginas de regulamento.

— Então estamos alinhados — concluiu Renato.

Ninguém perguntou em relação a quê.

A ata registrou que o grupo aprovara, por unanimidade, um modelo híbrido, flexível, eficiente, humano e financeiramente sustentável. O documento não indicava quantos dias seriam presenciais, quem escolheria esses dias, como seriam avaliadas as metas nem o que aconteceria quando flexibilidade e controle apontassem para direções opostas.

Na manhã seguinte, cada setor comunicou a decisão à sua maneira.

Recursos Humanos anunciou três dias obrigatórios no escritório. O Financeiro informou que as mesas seriam compartilhadas e que parte do prédio seria devolvida. A Comunicação publicou: “Agora, cada pessoa poderá escolher onde produzir melhor”. O Jurídico enviou uma nota esclarecendo que nenhuma escolha estava autorizada até a publicação das regras.

Os funcionários, surpreendentemente, também concordaram. Alguns entenderam que poderiam trabalhar de casa. Outros concluíram que precisariam voltar ao escritório. Houve quem acreditasse que nada mudaria, hipótese que a experiência tornava bastante plausível.

Renato leu as mensagens e convocou nova reunião.

No convite, escreveu:

“Precisamos alinhar o entendimento sobre o alinhamento.”

Desta vez, todos compreenderam a urgência.

Cada um, naturalmente, compreendeu uma urgência diferente.


Fonte: Banca Elaboradora
Ao longo da reunião, Bruno formula perguntas sobre presença, jornada, local de trabalho, metas e obrigações adicionais. Qual é a função predominante dessa personagem na construção da narrativa?
Alternativas
Q4276036 Português
Leia o texto e responda à questão.


A unanimidade possível


A reunião começou às nove em ponto, o que, na empresa Horizonte Integrado, significava nove e vinte. Na sala envidraçada, oito pessoas se acomodaram diante de uma tela que exibia o título “Novo Modelo de Colaboração”. Ninguém sabia exatamente o que seria decidido, mas todos concordavam que a decisão já estava atrasada.

Renato, diretor de Estratégia, abriu os trabalhos:

— Precisamos construir um consenso que respeite a diversidade de perspectivas.

A frase foi recebida com acenos graves. Elisa, gerente de Recursos Humanos, anotou “consenso” em seu caderno. Para ela, a palavra significava convencer os demais de que o trabalho presencial deveria aumentar. Otávio, responsável pela área financeira, entendeu o contrário: consenso seria reduzir o espaço físico e, com ele, as despesas. Lúcia, da comunicação, imaginou uma campanha interna com fotografias de pessoas sorrindo ao redor de uma mesa. Bruno, do setor jurídico, preferiu não imaginar nada antes de conhecer os riscos.

— O modelo atual precisa ser flexibilizado — continuou Renato.

— Concordo plenamente — disse Elisa.

Ela pensava em horários mais rígidos, desde que fossem chamados de “faixas de integração”.

— Concordo também — afirmou Otávio.

Ele pensava em eliminar estações de trabalho fixas.

— Faz todo sentido — acrescentou Lúcia.

Ela já escolhera o slogan: “Mais liberdade para estarmos juntos”.

Bruno ergueu a mão:

— Quando falamos em flexibilidade, estamos tratando de presença, jornada, local de trabalho ou metas?

Renato sorriu com a serenidade de quem considera a precisão um obstáculo operacional.

— Estamos tratando de uma visão mais ampla.

Bruno anotou que a visão era ampla o bastante para não caber numa definição.

A discussão prosseguiu. Elisa defendeu “o fortalecimento dos vínculos”. Otávio apoiou, entendendo que vínculos fortalecidos diminuiriam pedidos de demissão. Lúcia apoiou também, imaginando vídeos de aniversários corporativos. Bruno perguntou se os vínculos incluíam obrigações adicionais. Renato respondeu que aquele era um tema para uma etapa posterior, o que, na empresa, designava o lugar onde as perguntas difíceis eram cuidadosamente guardadas.

Perto do meio-dia, surgiu a expressão “autonomia responsável”. Todos a receberam com entusiasmo.

Para Elisa, autonomia responsável significava liberdade para organizar o próprio trabalho, desde que o empregado estivesse disponível quando a liderança julgasse necessário. Para Otávio, significava entregar mais com menos recursos. Para Lúcia, era uma combinação perfeita de palavras positivas. Para Bruno, era uma fórmula que poderia significar qualquer coisa e, por isso mesmo, exigiria quinze páginas de regulamento.

— Então estamos alinhados — concluiu Renato.

Ninguém perguntou em relação a quê.

A ata registrou que o grupo aprovara, por unanimidade, um modelo híbrido, flexível, eficiente, humano e financeiramente sustentável. O documento não indicava quantos dias seriam presenciais, quem escolheria esses dias, como seriam avaliadas as metas nem o que aconteceria quando flexibilidade e controle apontassem para direções opostas.

Na manhã seguinte, cada setor comunicou a decisão à sua maneira.

Recursos Humanos anunciou três dias obrigatórios no escritório. O Financeiro informou que as mesas seriam compartilhadas e que parte do prédio seria devolvida. A Comunicação publicou: “Agora, cada pessoa poderá escolher onde produzir melhor”. O Jurídico enviou uma nota esclarecendo que nenhuma escolha estava autorizada até a publicação das regras.

Os funcionários, surpreendentemente, também concordaram. Alguns entenderam que poderiam trabalhar de casa. Outros concluíram que precisariam voltar ao escritório. Houve quem acreditasse que nada mudaria, hipótese que a experiência tornava bastante plausível.

Renato leu as mensagens e convocou nova reunião.

No convite, escreveu:

“Precisamos alinhar o entendimento sobre o alinhamento.”

Desta vez, todos compreenderam a urgência.

Cada um, naturalmente, compreendeu uma urgência diferente.


Fonte: Banca Elaboradora
O título “A unanimidade possível” relaciona-se à contradição que organiza a narrativa. Assinale a alternativa correta sobre o núcleo crítico do texto.
Alternativas
Q4275810 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.

Q10.png (570×346)

Analise as alternativas e marque aquela que considera melhor a relação entre oralidade e escrita:
Alternativas
Q4275809 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.

Q9.png (580×382)

Na fala da personagem à direita — “Ele deve estar ligado no 'módulo adolescente" - a expressão "módulo adolescente" é usada em:
Alternativas
Q4275808 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


QUAIS SÃO OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO DIGITAL NO BRASIL?


    A revolução tecnológica trouxe um impacto significativo no setor educacional. Se, por um lado, há muitos benefícios, é preciso estar atento também aos desafios da transformação digital na educação.

     Você vai descobrir, a seguir, quais são as principais dificuldades enfrentadas durante o processo de modernização de uma escola. Vamos mostrar, ainda, como preparar professores e estudantes para a adoção das tecnologias e metodologias digitais.


Entendendo os desafios da educação digital no Brasil


    Promover a educação digital não se trata simplesmente de garantir que todos tenham acesso à internet e a recursos tecnológicos.

    Esse tipo de ensino tem como objetivo preparar os estudantes para utilizar a internet e as ferramentas tecnológicas a fim de agregar conhecimentos aos alunos e também gerar dados para que os gestores e professores atuem de forma mais estratégica.

    É este um dos principais motivos de a educação digital ainda enfrentar tantos desafios no Brasil: é necessário contar com ferramentas adequadas, desenvolver treinamentos e destacar a importância do digital para a educação. Quando esses aspectos estão em falta, acabam ocorrendo problemas de acessibilidade, engajamento e falhas no processo de ensino-aprendizagem.


Superando os desafios da educação digital

Desenvolva treinamentos


    Professores e estudantes precisam estar confortáveis com as ferramentas e plataformas que serão utilizadas. Afinal, sem a compreensão necessária sobre o funcionamento dos recursos, o engajamento e rendimento podem cair. Procure também por equipamentos e soluções de fácil manuseio e que tenham um suporte à disposição para quando surgir dúvidas.

    Além do treinamento prático, é necessário orientar o professor na mudança de mentalidade quanto à educação digital. Afinal, muitos ainda levantam barreiras quanto a esse tipo de ensino.


Engajamento dos alunos com as novas tecnologias


    A atual geração de estudantes já nasceu habituada à presença das novas tecnologias, mas isso não quer dizer que seja fácil engajar os alunos nos processos de transformação digital na educação.

     Uma grande dificuldade enfrentada pelos educadores é conseguir atrair a atenção dos estudantes. Aqui, entram em ação os professores, comunicando adequadamente os limites para o uso dos dispositivos em sala de aula.

    Cabe também ao educador a tarefa de preparar esses estudantes para lidar e interpretar criticamente as informações obtidas na internet. Nesse ponto, pode ser incluído o uso de ferramentas de letramento digital, por exemplo.

     O engajamento dos alunos depende, ainda, do uso de metodologias de ensino adequadas, que os ajudem a assumir o protagonismo no processo de ensino-aprendizagem.

    À medida que eles reconhecem esse novo papel e aprendem a desenvolver a autonomia, eles se mostram mais participativos e colaborativos com professores e colegas.


Auxilie a melhoria da acessibilidade 


    Outro desafio da educação digital no Brasil diz respeito à acessibilidade, que abrange tanto as dificuldades relacionadas ao acesso à rede e a dispositivos tecnológicos quanto aquelas enfrentadas por pessoas com deficiência.

    Para começar a enfrentar esses desafios, é necessário procurar por soluções tecnológicas adequadas e disponibilizar conteúdos em diferentes formatos.


Sala de aula como local de troca 


    Dessa forma, em estudos orientados, o aluno pode explicitar o que aprendeu com seus acessos à rede e dialogar com os colegas que também pesquisaram o assunto predeterminado. Caberá ao professor mediar essa troca de informações e promover o aprofundamento das discussões.

    Práticas como essas possibilitam a construção do pensamento crítico coletivo por meio da interação dos discursos, do diálogo que produz conhecimento.


Conhecendo os benefícios da Educação Digital

Dados para tomada de decisão mais assertiva


    Investindo em uma educação digital, com a utilização de boas ferramentas, é possível gerar dados sobre o ensino da sua instituição. Você conseguirá entender, por exemplo, como está o rendimento dos alunos, quais suas dificuldades, qual tipo de conteúdo tem tido melhor resultado.

    Essas informações são fundamentais para uma atuação mais estratégica por parte de gestores e docentes.


Inovação na educação


    O desenvolvimento da educação digital, a partir da utilização de ferramentas tecnológicas, novas metodologias, conteúdos multiformatos, dentre outros, garante que a instituição leve inovação para o processo de ensino-aprendizagem.

    Essa perspectiva é fundamental para que a IES se mantenha à frente do mercado, contando com estudantes engajados e docentes preparados e comprometidos.


Ensino personalizado 


    A personalização do ensino é uma tendência e uma grande vantagem da educação digital. O aluno se torna cada vez mais protagonista em seu processo de aprendizagem, o que impacta diretamente na experiência do estudante.

     Com o uso das tecnologias adequadas, é possível ter um olhar mais atento para a situação de cada aluno e assim formar profissionais mais preparados para o mercado de trabalho!


Disponível em: https://www.estudiosite.com.br/site/educacao-a-distancia/Quais-são-os-desafios-da-educação-digital-no-Brasil. Acesso em: 12 set. 2025. 
Analise o período: "À medida que eles reconhecem esse novo papel e aprendem a desenvolver a autonomia, eles se mostram mais participativos e colaborativos com professores e colegas."

Assinale a alternativa correta quanto à ortografia, à acentuação e à pontuação:
Alternativas
Q4275685 Português

O texto a seguir serve de base para responder à questão.




Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/chargeinclusao-digital/. Acesso em: 2 jun. 2026.

Analise as alternativas e marque aquela que considera melhor a relação entre oralidade e escrita:
Alternativas
Q4275684 Português

O texto a seguir serve de base para responder à questão.




Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/charge-avanco-da-ia/. Acesso em: 2 jun. 2026.

Na fala da personagem à direita — “Ele deve estar ligado no ‘módulo adolescente’” — a expressão “módulo adolescente” é usada em:
Alternativas
Q4275682 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


QUAIS SÃO OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO DIGITAL NO BRASIL?


    A revolução tecnológica trouxe um impacto significativo no setor educacional. Se, por um lado, há muitos benefícios, é preciso estar atento também aos desafios da transformação digital na educação.

    Você vai descobrir, a seguir, quais são as principais dificuldades enfrentadas durante o processo de modernização de uma escola. Vamos mostrar, ainda, como preparar professores e estudantes para a adoção das tecnologias e metodologias digitais.

Entendendo os desafios da educação digital no Brasil

    Promover a educação digital não se trata simplesmente de garantir que todos tenham acesso à internet e a recursos tecnológicos.

     Esse tipo de ensino tem como objetivo preparar os estudantes para utilizar a internet e as ferramentas tecnológicas a fim de agregar conhecimentos aos alunos e também gerar dados para que os gestores e professores atuem de forma mais estratégica.

    É este um dos principais motivos de a educação digital ainda enfrentar tantos desafios no Brasil: é necessário contar com ferramentas adequadas, desenvolver treinamentos e destacar a importância do digital para a educação. Quando esses aspectos estão em falta, acabam ocorrendo problemas de acessibilidade, engajamento e falhas no processo de ensino-aprendizagem.

Superando os desafios da educação digital

Desenvolva treinamentos

    Professores e estudantes precisam estar confortáveis com as ferramentas e plataformas que serão utilizadas. Afinal, sem a compreensão necessária sobre o funcionamento dos recursos, o engajamento e rendimento podem cair. Procure também por equipamentos e soluções de fácil manuseio e que tenham um suporte à disposição para quando surgir dúvidas.

    Além do treinamento prático, é necessário orientar o professor na mudança de mentalidade quanto à educação digital. Afinal, muitos ainda levantam barreiras quanto a esse tipo de ensino.

Engajamento dos alunos com as novas tecnologias

    A atual geração de estudantes já nasceu habituada à presença das novas tecnologias, mas isso não quer dizer que seja fácil engajar os alunos nos processos de transformação digital na educação.

   Uma grande dificuldade enfrentada pelos educadores é conseguir atrair a atenção dos estudantes. Aqui, entram em ação os professores, comunicando adequadamente os limites para o uso dos dispositivos em sala de aula.

   Cabe também ao educador a tarefa de preparar esses estudantes para lidar e interpretar criticamente as informações obtidas na internet. Nesse ponto, pode ser incluído o uso de ferramentas de letramento digital, por exemplo.

  O engajamento dos alunos depende, ainda, do uso de metodologias de ensino adequadas, que os ajudem a assumir o protagonismo no processo de ensino-aprendizagem. 

   À medida que eles reconhecem esse novo papel e aprendem a desenvolver a autonomia, eles se mostram mais participativos e colaborativos com professores e colegas.

Auxilie a melhoria da acessibilidade

  Outro desafio da educação digital no Brasil diz respeito à acessibilidade, que abrange tanto as dificuldades relacionadas ao acesso à rede e a dispositivos tecnológicos quanto aquelas enfrentadas por pessoas com deficiência.

    Para começar a enfrentar esses desafios, é necessário procurar por soluções tecnológicas adequadas e disponibilizar conteúdos em diferentes formatos.

Sala de aula como local de troca

    Dessa forma, em estudos orientados, o aluno pode explicitar o que aprendeu com seus acessos à rede e dialogar com os colegas que também pesquisaram o assunto predeterminado. Caberá ao professor mediar essa troca de informações e promover o aprofundamento das discussões.

   Práticas como essas possibilitam a construção do pensamento crítico coletivo por meio da interação dos discursos, do diálogo que produz conhecimento.

Conhecendo os benefícios da Educação Digital

Dados para tomada de decisão mais assertiva

   Investindo em uma educação digital, com a utilização de boas ferramentas, é possível gerar dados sobre o ensino da sua instituição. Você conseguirá entender, por exemplo, como está o rendimento dos alunos, quais suas dificuldades, qual tipo de conteúdo tem tido melhor resultado.

   Essas informações são fundamentais para uma atuação mais estratégica por parte de gestores e docentes.

Inovação na educação

   O desenvolvimento da educação digital, a partir da utilização de ferramentas tecnológicas, novas metodologias, conteúdos multiformatos, dentre outros, garante que a instituição leve inovação para o processo de ensino-aprendizagem.

   Essa perspectiva é fundamental para que a IES se mantenha à frente do mercado, contando com estudantes engajados e docentes preparados e comprometidos.

Ensino personalizado

    A personalização do ensino é uma tendência e uma grande vantagem da educação digital. O aluno se torna cada vez mais protagonista em seu processo de aprendizagem, o que impacta diretamente na experiência do estudante.

    Com o uso das tecnologias adequadas, é possível ter um olhar mais atento para a situação de cada aluno e assim formar profissionais mais preparados para o mercado de trabalho!


Disponível em: https://www.estudiosite.com.br/site/educacao-a-distancia/Quais-são-os-desafios-da-educação-digital-no-Brasil. Acesso em: 12 set. 2025.
Assinale a alternativa que melhor expressa o mecanismo de coesão textual empregado no fragmento: “Além do treinamento prático, é necessário orientar o professor na mudança de mentalidade quanto à educação digital. Afinal, muitos ainda levantam barreiras quanto a esse tipo de ensino.” 
Alternativas
Q4275681 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


QUAIS SÃO OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO DIGITAL NO BRASIL?


    A revolução tecnológica trouxe um impacto significativo no setor educacional. Se, por um lado, há muitos benefícios, é preciso estar atento também aos desafios da transformação digital na educação.

    Você vai descobrir, a seguir, quais são as principais dificuldades enfrentadas durante o processo de modernização de uma escola. Vamos mostrar, ainda, como preparar professores e estudantes para a adoção das tecnologias e metodologias digitais.

Entendendo os desafios da educação digital no Brasil

    Promover a educação digital não se trata simplesmente de garantir que todos tenham acesso à internet e a recursos tecnológicos.

     Esse tipo de ensino tem como objetivo preparar os estudantes para utilizar a internet e as ferramentas tecnológicas a fim de agregar conhecimentos aos alunos e também gerar dados para que os gestores e professores atuem de forma mais estratégica.

    É este um dos principais motivos de a educação digital ainda enfrentar tantos desafios no Brasil: é necessário contar com ferramentas adequadas, desenvolver treinamentos e destacar a importância do digital para a educação. Quando esses aspectos estão em falta, acabam ocorrendo problemas de acessibilidade, engajamento e falhas no processo de ensino-aprendizagem.

Superando os desafios da educação digital

Desenvolva treinamentos

    Professores e estudantes precisam estar confortáveis com as ferramentas e plataformas que serão utilizadas. Afinal, sem a compreensão necessária sobre o funcionamento dos recursos, o engajamento e rendimento podem cair. Procure também por equipamentos e soluções de fácil manuseio e que tenham um suporte à disposição para quando surgir dúvidas.

    Além do treinamento prático, é necessário orientar o professor na mudança de mentalidade quanto à educação digital. Afinal, muitos ainda levantam barreiras quanto a esse tipo de ensino.

Engajamento dos alunos com as novas tecnologias

    A atual geração de estudantes já nasceu habituada à presença das novas tecnologias, mas isso não quer dizer que seja fácil engajar os alunos nos processos de transformação digital na educação.

   Uma grande dificuldade enfrentada pelos educadores é conseguir atrair a atenção dos estudantes. Aqui, entram em ação os professores, comunicando adequadamente os limites para o uso dos dispositivos em sala de aula.

   Cabe também ao educador a tarefa de preparar esses estudantes para lidar e interpretar criticamente as informações obtidas na internet. Nesse ponto, pode ser incluído o uso de ferramentas de letramento digital, por exemplo.

  O engajamento dos alunos depende, ainda, do uso de metodologias de ensino adequadas, que os ajudem a assumir o protagonismo no processo de ensino-aprendizagem. 

   À medida que eles reconhecem esse novo papel e aprendem a desenvolver a autonomia, eles se mostram mais participativos e colaborativos com professores e colegas.

Auxilie a melhoria da acessibilidade

  Outro desafio da educação digital no Brasil diz respeito à acessibilidade, que abrange tanto as dificuldades relacionadas ao acesso à rede e a dispositivos tecnológicos quanto aquelas enfrentadas por pessoas com deficiência.

    Para começar a enfrentar esses desafios, é necessário procurar por soluções tecnológicas adequadas e disponibilizar conteúdos em diferentes formatos.

Sala de aula como local de troca

    Dessa forma, em estudos orientados, o aluno pode explicitar o que aprendeu com seus acessos à rede e dialogar com os colegas que também pesquisaram o assunto predeterminado. Caberá ao professor mediar essa troca de informações e promover o aprofundamento das discussões.

   Práticas como essas possibilitam a construção do pensamento crítico coletivo por meio da interação dos discursos, do diálogo que produz conhecimento.

Conhecendo os benefícios da Educação Digital

Dados para tomada de decisão mais assertiva

   Investindo em uma educação digital, com a utilização de boas ferramentas, é possível gerar dados sobre o ensino da sua instituição. Você conseguirá entender, por exemplo, como está o rendimento dos alunos, quais suas dificuldades, qual tipo de conteúdo tem tido melhor resultado.

   Essas informações são fundamentais para uma atuação mais estratégica por parte de gestores e docentes.

Inovação na educação

   O desenvolvimento da educação digital, a partir da utilização de ferramentas tecnológicas, novas metodologias, conteúdos multiformatos, dentre outros, garante que a instituição leve inovação para o processo de ensino-aprendizagem.

   Essa perspectiva é fundamental para que a IES se mantenha à frente do mercado, contando com estudantes engajados e docentes preparados e comprometidos.

Ensino personalizado

    A personalização do ensino é uma tendência e uma grande vantagem da educação digital. O aluno se torna cada vez mais protagonista em seu processo de aprendizagem, o que impacta diretamente na experiência do estudante.

    Com o uso das tecnologias adequadas, é possível ter um olhar mais atento para a situação de cada aluno e assim formar profissionais mais preparados para o mercado de trabalho!


Disponível em: https://www.estudiosite.com.br/site/educacao-a-distancia/Quais-são-os-desafios-da-educação-digital-no-Brasil. Acesso em: 12 set. 2025.
No trecho “Uma grande dificuldade enfrentada pelos educadores é conseguir atrair a atenção dos estudantes.”, a ideia central expressa nele é:
Alternativas
Q4275680 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


QUAIS SÃO OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO DIGITAL NO BRASIL?


    A revolução tecnológica trouxe um impacto significativo no setor educacional. Se, por um lado, há muitos benefícios, é preciso estar atento também aos desafios da transformação digital na educação.

    Você vai descobrir, a seguir, quais são as principais dificuldades enfrentadas durante o processo de modernização de uma escola. Vamos mostrar, ainda, como preparar professores e estudantes para a adoção das tecnologias e metodologias digitais.

Entendendo os desafios da educação digital no Brasil

    Promover a educação digital não se trata simplesmente de garantir que todos tenham acesso à internet e a recursos tecnológicos.

     Esse tipo de ensino tem como objetivo preparar os estudantes para utilizar a internet e as ferramentas tecnológicas a fim de agregar conhecimentos aos alunos e também gerar dados para que os gestores e professores atuem de forma mais estratégica.

    É este um dos principais motivos de a educação digital ainda enfrentar tantos desafios no Brasil: é necessário contar com ferramentas adequadas, desenvolver treinamentos e destacar a importância do digital para a educação. Quando esses aspectos estão em falta, acabam ocorrendo problemas de acessibilidade, engajamento e falhas no processo de ensino-aprendizagem.

Superando os desafios da educação digital

Desenvolva treinamentos

    Professores e estudantes precisam estar confortáveis com as ferramentas e plataformas que serão utilizadas. Afinal, sem a compreensão necessária sobre o funcionamento dos recursos, o engajamento e rendimento podem cair. Procure também por equipamentos e soluções de fácil manuseio e que tenham um suporte à disposição para quando surgir dúvidas.

    Além do treinamento prático, é necessário orientar o professor na mudança de mentalidade quanto à educação digital. Afinal, muitos ainda levantam barreiras quanto a esse tipo de ensino.

Engajamento dos alunos com as novas tecnologias

    A atual geração de estudantes já nasceu habituada à presença das novas tecnologias, mas isso não quer dizer que seja fácil engajar os alunos nos processos de transformação digital na educação.

   Uma grande dificuldade enfrentada pelos educadores é conseguir atrair a atenção dos estudantes. Aqui, entram em ação os professores, comunicando adequadamente os limites para o uso dos dispositivos em sala de aula.

   Cabe também ao educador a tarefa de preparar esses estudantes para lidar e interpretar criticamente as informações obtidas na internet. Nesse ponto, pode ser incluído o uso de ferramentas de letramento digital, por exemplo.

  O engajamento dos alunos depende, ainda, do uso de metodologias de ensino adequadas, que os ajudem a assumir o protagonismo no processo de ensino-aprendizagem. 

   À medida que eles reconhecem esse novo papel e aprendem a desenvolver a autonomia, eles se mostram mais participativos e colaborativos com professores e colegas.

Auxilie a melhoria da acessibilidade

  Outro desafio da educação digital no Brasil diz respeito à acessibilidade, que abrange tanto as dificuldades relacionadas ao acesso à rede e a dispositivos tecnológicos quanto aquelas enfrentadas por pessoas com deficiência.

    Para começar a enfrentar esses desafios, é necessário procurar por soluções tecnológicas adequadas e disponibilizar conteúdos em diferentes formatos.

Sala de aula como local de troca

    Dessa forma, em estudos orientados, o aluno pode explicitar o que aprendeu com seus acessos à rede e dialogar com os colegas que também pesquisaram o assunto predeterminado. Caberá ao professor mediar essa troca de informações e promover o aprofundamento das discussões.

   Práticas como essas possibilitam a construção do pensamento crítico coletivo por meio da interação dos discursos, do diálogo que produz conhecimento.

Conhecendo os benefícios da Educação Digital

Dados para tomada de decisão mais assertiva

   Investindo em uma educação digital, com a utilização de boas ferramentas, é possível gerar dados sobre o ensino da sua instituição. Você conseguirá entender, por exemplo, como está o rendimento dos alunos, quais suas dificuldades, qual tipo de conteúdo tem tido melhor resultado.

   Essas informações são fundamentais para uma atuação mais estratégica por parte de gestores e docentes.

Inovação na educação

   O desenvolvimento da educação digital, a partir da utilização de ferramentas tecnológicas, novas metodologias, conteúdos multiformatos, dentre outros, garante que a instituição leve inovação para o processo de ensino-aprendizagem.

   Essa perspectiva é fundamental para que a IES se mantenha à frente do mercado, contando com estudantes engajados e docentes preparados e comprometidos.

Ensino personalizado

    A personalização do ensino é uma tendência e uma grande vantagem da educação digital. O aluno se torna cada vez mais protagonista em seu processo de aprendizagem, o que impacta diretamente na experiência do estudante.

    Com o uso das tecnologias adequadas, é possível ter um olhar mais atento para a situação de cada aluno e assim formar profissionais mais preparados para o mercado de trabalho!


Disponível em: https://www.estudiosite.com.br/site/educacao-a-distancia/Quais-são-os-desafios-da-educação-digital-no-Brasil. Acesso em: 12 set. 2025.
Acerca do período: “Sem a compreensão necessária sobre o funcionamento dos recursos, o engajamento e rendimento podem cair.”, assinale a alternativa correta quanto à análise sintática e normativa:
Alternativas
Q4275679 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


EDUCAÇÃO TÉCNICA: A PORTA DE ENTRADA PARA UMA CARREIRA DE SUCESSO NA INDÚSTRIA.


   Em um cenário econômico cada vez mais competitivo e tecnológico, a educação técnica emerge como uma chave mestra para desbloquear oportunidades de carreira promissoras no setor industrial. Com a recente reforma do ensino médio, com foco especial no fortalecimento da educação técnica e profissionalizante, sancionada pela Câmara dos Deputados, o Brasil dá um passo significativo para fortalecer essa via educacional, reconhecendo sua importância estratégica não apenas para o desenvolvimento individual dos jovens mas também para o progresso socioeconômico do país, alinhando as necessidades do mercado de trabalho com a formação dos jovens, abrindo portas para carreiras bem-sucedidas na indústria.

    A nova legislação traz uma mudança ideal ao introduzir maior flexibilidade na carga horária do currículo comum, com redução para 1.800 horas, permitindo que os estudantes dediquem mais tempo aos cursos técnicos, sem sacrificar a base educacional essencial, ou seja, com a reforma, os estudantes ganham liberdade e flexibilidade para explorar cursos técnicos em áreas como edificações, tecnologia da informação, mecânica, entre outros, já durante o ensino médio. Essa prática não apenas enriquece o currículo dos jovens, mas também os prepara de maneira mais eficaz para o ingresso no mercado de trabalho.

   O fortalecimento da educação técnica no Brasil representa um avanço significativo na forma como a educação é percebida e valorizada no país. Além de fornecer uma rota alternativa para o sucesso profissional, garante a importância de habilidades técnicas e a necessidade de um sistema educacional mais inclusivo e adaptável. Neste sentido, as instituições de ensino técnico, estão se adaptando rapidamente para atender à nova demanda, atualizando currículos e estabelecendo parcerias com empresas do setor industrial para garantir que os estudantes tenham acesso a experiências práticas e estejam prontos para atender às exigências do mercado assim que se formarem.

   À medida que o Brasil avança nesta nova era educacional, a colaboração entre governos, instituições de ensino e o setor industrial será essencial para maximizar o potencial da educação técnica, garantindo que ela atue como um robusto motor de desenvolvimento profissional, inovação e crescimento econômico. Isso permitirá que a indústria espere um influxo de profissionais mais bem posicionados e alinhados com as necessidades técnicas contemporâneas, potencializando a inovação e a competitividade no cenário global. Portanto, o fortalecimento dos cursos técnicos não é apenas uma vitória para a educação; é um marco para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil, preparando o terreno para uma geração de profissionais capacitados e prontos para enfrentar os desafios do futuro, abrindo as portas para uma carreira de sucesso na indústria.


Disponível em: https://www.crt02.gov.br/educacao-tecnica-a-porta-de-entrada-para-uma-carreira-de-sucesso-na-industria/. Acesso em: 12 set. 2025.
Ao longo do texto, observa-se a presença de uma macroestrutura argumentativa. Nesse contexto, a tese principal defendida pelo artigo pode ser corretamente identificada em:
Alternativas
Q4275678 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


EDUCAÇÃO TÉCNICA: A PORTA DE ENTRADA PARA UMA CARREIRA DE SUCESSO NA INDÚSTRIA.


   Em um cenário econômico cada vez mais competitivo e tecnológico, a educação técnica emerge como uma chave mestra para desbloquear oportunidades de carreira promissoras no setor industrial. Com a recente reforma do ensino médio, com foco especial no fortalecimento da educação técnica e profissionalizante, sancionada pela Câmara dos Deputados, o Brasil dá um passo significativo para fortalecer essa via educacional, reconhecendo sua importância estratégica não apenas para o desenvolvimento individual dos jovens mas também para o progresso socioeconômico do país, alinhando as necessidades do mercado de trabalho com a formação dos jovens, abrindo portas para carreiras bem-sucedidas na indústria.

    A nova legislação traz uma mudança ideal ao introduzir maior flexibilidade na carga horária do currículo comum, com redução para 1.800 horas, permitindo que os estudantes dediquem mais tempo aos cursos técnicos, sem sacrificar a base educacional essencial, ou seja, com a reforma, os estudantes ganham liberdade e flexibilidade para explorar cursos técnicos em áreas como edificações, tecnologia da informação, mecânica, entre outros, já durante o ensino médio. Essa prática não apenas enriquece o currículo dos jovens, mas também os prepara de maneira mais eficaz para o ingresso no mercado de trabalho.

   O fortalecimento da educação técnica no Brasil representa um avanço significativo na forma como a educação é percebida e valorizada no país. Além de fornecer uma rota alternativa para o sucesso profissional, garante a importância de habilidades técnicas e a necessidade de um sistema educacional mais inclusivo e adaptável. Neste sentido, as instituições de ensino técnico, estão se adaptando rapidamente para atender à nova demanda, atualizando currículos e estabelecendo parcerias com empresas do setor industrial para garantir que os estudantes tenham acesso a experiências práticas e estejam prontos para atender às exigências do mercado assim que se formarem.

   À medida que o Brasil avança nesta nova era educacional, a colaboração entre governos, instituições de ensino e o setor industrial será essencial para maximizar o potencial da educação técnica, garantindo que ela atue como um robusto motor de desenvolvimento profissional, inovação e crescimento econômico. Isso permitirá que a indústria espere um influxo de profissionais mais bem posicionados e alinhados com as necessidades técnicas contemporâneas, potencializando a inovação e a competitividade no cenário global. Portanto, o fortalecimento dos cursos técnicos não é apenas uma vitória para a educação; é um marco para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil, preparando o terreno para uma geração de profissionais capacitados e prontos para enfrentar os desafios do futuro, abrindo as portas para uma carreira de sucesso na indústria.


Disponível em: https://www.crt02.gov.br/educacao-tecnica-a-porta-de-entrada-para-uma-carreira-de-sucesso-na-industria/. Acesso em: 12 set. 2025.
No fragmento “Com a reforma, os estudantes ganham liberdade e flexibilidade para explorar cursos técnicos em áreas como edificações, tecnologia da informação, mecânica, entre outros, já durante o ensino médio.”, a predominância da sequência textual é:
Alternativas
Q4275677 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


EDUCAÇÃO TÉCNICA: A PORTA DE ENTRADA PARA UMA CARREIRA DE SUCESSO NA INDÚSTRIA.


   Em um cenário econômico cada vez mais competitivo e tecnológico, a educação técnica emerge como uma chave mestra para desbloquear oportunidades de carreira promissoras no setor industrial. Com a recente reforma do ensino médio, com foco especial no fortalecimento da educação técnica e profissionalizante, sancionada pela Câmara dos Deputados, o Brasil dá um passo significativo para fortalecer essa via educacional, reconhecendo sua importância estratégica não apenas para o desenvolvimento individual dos jovens mas também para o progresso socioeconômico do país, alinhando as necessidades do mercado de trabalho com a formação dos jovens, abrindo portas para carreiras bem-sucedidas na indústria.

    A nova legislação traz uma mudança ideal ao introduzir maior flexibilidade na carga horária do currículo comum, com redução para 1.800 horas, permitindo que os estudantes dediquem mais tempo aos cursos técnicos, sem sacrificar a base educacional essencial, ou seja, com a reforma, os estudantes ganham liberdade e flexibilidade para explorar cursos técnicos em áreas como edificações, tecnologia da informação, mecânica, entre outros, já durante o ensino médio. Essa prática não apenas enriquece o currículo dos jovens, mas também os prepara de maneira mais eficaz para o ingresso no mercado de trabalho.

   O fortalecimento da educação técnica no Brasil representa um avanço significativo na forma como a educação é percebida e valorizada no país. Além de fornecer uma rota alternativa para o sucesso profissional, garante a importância de habilidades técnicas e a necessidade de um sistema educacional mais inclusivo e adaptável. Neste sentido, as instituições de ensino técnico, estão se adaptando rapidamente para atender à nova demanda, atualizando currículos e estabelecendo parcerias com empresas do setor industrial para garantir que os estudantes tenham acesso a experiências práticas e estejam prontos para atender às exigências do mercado assim que se formarem.

   À medida que o Brasil avança nesta nova era educacional, a colaboração entre governos, instituições de ensino e o setor industrial será essencial para maximizar o potencial da educação técnica, garantindo que ela atue como um robusto motor de desenvolvimento profissional, inovação e crescimento econômico. Isso permitirá que a indústria espere um influxo de profissionais mais bem posicionados e alinhados com as necessidades técnicas contemporâneas, potencializando a inovação e a competitividade no cenário global. Portanto, o fortalecimento dos cursos técnicos não é apenas uma vitória para a educação; é um marco para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil, preparando o terreno para uma geração de profissionais capacitados e prontos para enfrentar os desafios do futuro, abrindo as portas para uma carreira de sucesso na indústria.


Disponível em: https://www.crt02.gov.br/educacao-tecnica-a-porta-de-entrada-para-uma-carreira-de-sucesso-na-industria/. Acesso em: 12 set. 2025.
O artigo, divulgado em um portal institucional do Conselho Regional dos Técnicos Industriais (CRT-02), cumpre uma função social diretamente vinculada a:
Alternativas
Q4275676 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


EDUCAÇÃO TÉCNICA: A PORTA DE ENTRADA PARA UMA CARREIRA DE SUCESSO NA INDÚSTRIA.


   Em um cenário econômico cada vez mais competitivo e tecnológico, a educação técnica emerge como uma chave mestra para desbloquear oportunidades de carreira promissoras no setor industrial. Com a recente reforma do ensino médio, com foco especial no fortalecimento da educação técnica e profissionalizante, sancionada pela Câmara dos Deputados, o Brasil dá um passo significativo para fortalecer essa via educacional, reconhecendo sua importância estratégica não apenas para o desenvolvimento individual dos jovens mas também para o progresso socioeconômico do país, alinhando as necessidades do mercado de trabalho com a formação dos jovens, abrindo portas para carreiras bem-sucedidas na indústria.

    A nova legislação traz uma mudança ideal ao introduzir maior flexibilidade na carga horária do currículo comum, com redução para 1.800 horas, permitindo que os estudantes dediquem mais tempo aos cursos técnicos, sem sacrificar a base educacional essencial, ou seja, com a reforma, os estudantes ganham liberdade e flexibilidade para explorar cursos técnicos em áreas como edificações, tecnologia da informação, mecânica, entre outros, já durante o ensino médio. Essa prática não apenas enriquece o currículo dos jovens, mas também os prepara de maneira mais eficaz para o ingresso no mercado de trabalho.

   O fortalecimento da educação técnica no Brasil representa um avanço significativo na forma como a educação é percebida e valorizada no país. Além de fornecer uma rota alternativa para o sucesso profissional, garante a importância de habilidades técnicas e a necessidade de um sistema educacional mais inclusivo e adaptável. Neste sentido, as instituições de ensino técnico, estão se adaptando rapidamente para atender à nova demanda, atualizando currículos e estabelecendo parcerias com empresas do setor industrial para garantir que os estudantes tenham acesso a experiências práticas e estejam prontos para atender às exigências do mercado assim que se formarem.

   À medida que o Brasil avança nesta nova era educacional, a colaboração entre governos, instituições de ensino e o setor industrial será essencial para maximizar o potencial da educação técnica, garantindo que ela atue como um robusto motor de desenvolvimento profissional, inovação e crescimento econômico. Isso permitirá que a indústria espere um influxo de profissionais mais bem posicionados e alinhados com as necessidades técnicas contemporâneas, potencializando a inovação e a competitividade no cenário global. Portanto, o fortalecimento dos cursos técnicos não é apenas uma vitória para a educação; é um marco para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil, preparando o terreno para uma geração de profissionais capacitados e prontos para enfrentar os desafios do futuro, abrindo as portas para uma carreira de sucesso na indústria.


Disponível em: https://www.crt02.gov.br/educacao-tecnica-a-porta-de-entrada-para-uma-carreira-de-sucesso-na-industria/. Acesso em: 12 set. 2025.
O texto apresentado é um artigo de divulgação institucional, publicado em um portal oficial. Considerando sua natureza, é correto afirmar que esse gênero discursivo se caracteriza principalmente por:
Alternativas
Q4275515 Português
Marque a alternativa em que a expressão destacada se mantém inalterada com a mudança para o plural.  
Alternativas
Q4275514 Português
Marque a alternativa cuja expressão destacada tem natureza adjetiva, qualificando ou caracterizando um ser. 
Alternativas
Respostas
4541: D
4542: C
4543: A
4544: E
4545: B
4546: D
4547: E
4548: B
4549: E
4550: E
4551: B
4552: B
4553: D
4554: A
4555: B
4556: A
4557: C
4558: C
4559: A
4560: C