Questões de Concurso Sobre português
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Leia o poema de Mário Quintana e responda à questão seguinte
LIBERDADE
É se sentir livre
É não mentir e poder sempre dizer a verdade
É fazer tudo quando der vontade
É poder sorrir sempre
Liberdade é ter sempre
Um grande poder de serenidade
De forma que possamos ter uma identidade
Que está dentro de nós e se descobre
Liberdade é não ter medo
Mas ter, sim, o respeito
Respeito esse que possamos compartilhar com o mundo
Liberdade é um sentimento de contentamento
Ser livre não significa ter tudo, mas um bocado
Para poder mostrar o valor da força do pensamento.
Leia o poema de Mário Quintana e responda à questão seguinte
LIBERDADE
É se sentir livre
É não mentir e poder sempre dizer a verdade
É fazer tudo quando der vontade
É poder sorrir sempre
Liberdade é ter sempre
Um grande poder de serenidade
De forma que possamos ter uma identidade
Que está dentro de nós e se descobre
Liberdade é não ter medo
Mas ter, sim, o respeito
Respeito esse que possamos compartilhar com o mundo
Liberdade é um sentimento de contentamento
Ser livre não significa ter tudo, mas um bocado
Para poder mostrar o valor da força do pensamento.
O “JURIDIQUÊS” EM TEXTOS JURÍDICOS
Uma linguagem evasiva, com o uso recorrente e desnecessário de adjetivos e advérbios, bem como de expressões ambíguas, termos rebuscados, excesso de latinismo, frases redundantes e parágrafos longos, conhecida como “juridiquês”, quando adotada por operadores do Direito, pode comprometer o entendimento, sobre tudo do cidadão comum, e até mesmo tornar-se uma barreira para o acesso à Justiça. Fonte: TRF 3ª Regiãohttps://www.trf3.jus.br.Acesso em 15-04-2026.
O “JURIDIQUÊS” EM TEXTOS JURÍDICOS
Uma linguagem evasiva, com o uso recorrente e desnecessário de adjetivos e advérbios, bem como de expressões ambíguas, termos rebuscados, excesso de latinismo, frases redundantes e parágrafos longos, conhecida como “juridiquês”, quando adotada por operadores do Direito, pode comprometer o entendimento, sobre tudo do cidadão comum, e até mesmo tornar-se uma barreira para o acesso à Justiça. Fonte: TRF 3ª Regiãohttps://www.trf3.jus.br.Acesso em 15-04-2026.
O “JURIDIQUÊS” EM TEXTOS JURÍDICOS
Uma linguagem evasiva, com o uso recorrente e desnecessário de adjetivos e advérbios, bem como de expressões ambíguas, termos rebuscados, excesso de latinismo, frases redundantes e parágrafos longos, conhecida como “juridiquês”, quando adotada por operadores do Direito, pode comprometer o entendimento, sobre tudo do cidadão comum, e até mesmo tornar-se uma barreira para o acesso à Justiça. Fonte: TRF 3ª Regiãohttps://www.trf3.jus.br.Acesso em 15-04-2026.
Para responder à questão, Ieia a charge abaixo.

Para responder à questão, Ieia a charge abaixo.

I. A contraposição visual entre as roupas dos meninos atua como um recurso não verbal de argumentação que reforça a desigualdade social no discurso.
II. A palavra MÉDICO funciona morfologicamente no texto como um adjetivo, servindo para caracterizar o excelente estado de saúde físico e mental da criança.
III. O vocábulo ONTEM exerce a função morfossintática de adjunto adverbial, situando cronologicamente o momento em que os fatos relatados ocorreram.
Está CORRETO o que se afirma em:
Para responder à questão, Ieia a charge abaixo.

Considerando os aspectos linguísticos do segundo balão de fala, do jovem à direta da charge, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) A locução verbal ESTAVA TRABALHANDO expressa uma ação de caráter contínuo e prolongado que ocorreu em um momento específico do passado.
( ) O uso da vírgula no trecho justifica-se pela necessidade obrigatória de separar um vocativo de chamamento no interior da oração.
( ) O pronome pessoal EU, presente na oração, atua sintaticamente como o sujeito e marca de forma explícita a primeira pessoa do discurso.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Analfabetismo funcional não apresenta melhora e
alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,
aponta novo levantamento do Inaf
O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.
Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.
Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos — chamadas de letramento — quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.
Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.
Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-
imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-
29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-
levantamento-do-inaf (adaptado).
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Analfabetismo funcional não apresenta melhora e
alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,
aponta novo levantamento do Inaf
O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.
Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.
Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos — chamadas de letramento — quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.
Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.
Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-
imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-
29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-
levantamento-do-inaf (adaptado).
Sobre a relação entre alfabetismo e ambiente digital apresentada no texto, analise as assertivas:
I. O uso do telefone celular em parte da aplicação busca observar como habilidades de alfabetismo se articulam ao mundo digital.
II. O texto sugere que o ambiente digital pode oferecer oportunidades, mas também impor limites à participação social.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Analfabetismo funcional não apresenta melhora e
alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,
aponta novo levantamento do Inaf
O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.
Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.
Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos — chamadas de letramento — quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.
Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.
Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-
imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-
29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-
levantamento-do-inaf (adaptado).
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Analfabetismo funcional não apresenta melhora e
alcança 29%. dos brasileiros, mesmo patamar de 2018,
aponta novo levantamento do Inaf
O analfabetismo funcional não avançou no Brasil nos últimos seis anos. É o que revela a nova edição do Inaf (lndicador de Alfabetismo Funcional). O levantamento aponta que 29% dos brasileiros de 15 a 64 anos seguem nessa condição, mesmo patamar verificado em 2018, ano em que a série histórica da pesquisa, publicada desde 2001, foi interrompida devido à pandemia de Covid- 19.
Com relação aos jovens, o analfabetismo funcional teve um ligeiro incremento. Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam nessa condição e o percentual aumentou para 16% em 2024.
Os níveis de alfabetismo são definidos a partir do desempenho em um teste que aborda situações presentes no cotidiano dos respondentes, considerando tanto habilidades relacionadas a textos — chamadas de letramento — quanto aquelas relacionadas aos números, designadas como numeramento. As aplicações inéditas no Inaf 2024, ao convidar os respondentes a resolver algumas questões aplicadas em um aparelho de telefone celular, permitem avançar no entendimento de em que medida o maior ou menor nível de alfabetismo incide sobre como as pessoas lidam com textos e informações numéricas no mundo digital. Traz também algumas pistas sobre como as "infinitas" oportunidades de consumir e produzir informação no ambiente digital podem ampliar ou limitar as possibilidades de inserção plena dos indivíduos numa sociedade crescentemente rica em tecnologia.
Esta edição do Inaf entrevistou 2.554 indivíduos de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.
Fonte: https://www.unicef.org/brazil/ comunicados-de-
imprensa/analfabetismo-funcional-nao-apresenta-melhora-e-alcanca-
29- por-cento-dos-brasileiros- mesmo- patamar-de-2018-aponta-novo-
levantamento-do-inaf (adaptado).