Questões de Concurso Sobre português

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Q3290408 Português

Texto II:


Recife, 20 de abril de 1985

    Querida Ana,

    A exposição foi um sucesso! Fiquei nela durante três dias e vendi quase todas as minhas pinturas. Muito obrigada pelo apoio e por me incentivar a viajar até aqui. Chegarei a São Paulo no dia 15 do próximo mês, podemos nos encontrar para tomar um café e celebrar?

     Ansiosa para te ver,

     Beatriz.


Um possível antônimo para a palavra CELEBRAR é:
Alternativas
Q3290407 Português

Texto II:


Recife, 20 de abril de 1985

    Querida Ana,

    A exposição foi um sucesso! Fiquei nela durante três dias e vendi quase todas as minhas pinturas. Muito obrigada pelo apoio e por me incentivar a viajar até aqui. Chegarei a São Paulo no dia 15 do próximo mês, podemos nos encontrar para tomar um café e celebrar?

     Ansiosa para te ver,

     Beatriz.


A frase que apresenta todas as palavras corretamente acentuadas é:
Alternativas
Q3290406 Português

Texto II:


Recife, 20 de abril de 1985

    Querida Ana,

    A exposição foi um sucesso! Fiquei nela durante três dias e vendi quase todas as minhas pinturas. Muito obrigada pelo apoio e por me incentivar a viajar até aqui. Chegarei a São Paulo no dia 15 do próximo mês, podemos nos encontrar para tomar um café e celebrar?

     Ansiosa para te ver,

     Beatriz.


Tanto o Texto I quanto o Texto II são construídos com base:
Alternativas
Q3290405 Português

Texto II:


Recife, 20 de abril de 1985

    Querida Ana,

    A exposição foi um sucesso! Fiquei nela durante três dias e vendi quase todas as minhas pinturas. Muito obrigada pelo apoio e por me incentivar a viajar até aqui. Chegarei a São Paulo no dia 15 do próximo mês, podemos nos encontrar para tomar um café e celebrar?

     Ansiosa para te ver,

     Beatriz.


Uma diferença entre o Texto I e o Texto II é que:
Alternativas
Q3290404 Português

Texto II:


Recife, 20 de abril de 1985

    Querida Ana,

    A exposição foi um sucesso! Fiquei nela durante três dias e vendi quase todas as minhas pinturas. Muito obrigada pelo apoio e por me incentivar a viajar até aqui. Chegarei a São Paulo no dia 15 do próximo mês, podemos nos encontrar para tomar um café e celebrar?

     Ansiosa para te ver,

     Beatriz.


No Texto II, a frase “A exposição foi um sucesso!” expressa:
Alternativas
Q3290403 Português

Texto II:


Recife, 20 de abril de 1985

    Querida Ana,

    A exposição foi um sucesso! Fiquei nela durante três dias e vendi quase todas as minhas pinturas. Muito obrigada pelo apoio e por me incentivar a viajar até aqui. Chegarei a São Paulo no dia 15 do próximo mês, podemos nos encontrar para tomar um café e celebrar?

     Ansiosa para te ver,

     Beatriz.


Segundo as informações do Texto II, Beatriz e Ana:
Alternativas
Q3290402 Português

Texto II:


Recife, 20 de abril de 1985

    Querida Ana,

    A exposição foi um sucesso! Fiquei nela durante três dias e vendi quase todas as minhas pinturas. Muito obrigada pelo apoio e por me incentivar a viajar até aqui. Chegarei a São Paulo no dia 15 do próximo mês, podemos nos encontrar para tomar um café e celebrar?

     Ansiosa para te ver,

     Beatriz.


Logo no início do Texto II, lê-se: “Recife, 20 de abril de 1985”. Nesse caso, a vírgula foi empregada para:
Alternativas
Q3290401 Português

Leia o abaixo:


Texto I


Rio de Janeiro, 13 de dezembro de 1969


Caro Gabriel,


    Sinto informar que não poderei passar o Natal e as festas junto da sua família. Um compromisso surgiu no trabalho e tomará todo o meu tempo até janeiro. Peço que me desculpe pelo imprevisto e aceite os presentes que enviei a você e seus filhos; eles devem chegar duas semanas depois desta carta. Obrigado pelo convite e pela amizade!

        Com saudosos cumprimentos,

        Josué Garcia.


Extraído de https://escolakids.uol.com.br/portugues/carta-pessoal.htm

No Texto I, foi empregada a palavra “imprevisto” que, no seu contexto de uso, significa:
Alternativas
Q3290400 Português

Leia o abaixo:


Texto I


Rio de Janeiro, 13 de dezembro de 1969


Caro Gabriel,


    Sinto informar que não poderei passar o Natal e as festas junto da sua família. Um compromisso surgiu no trabalho e tomará todo o meu tempo até janeiro. Peço que me desculpe pelo imprevisto e aceite os presentes que enviei a você e seus filhos; eles devem chegar duas semanas depois desta carta. Obrigado pelo convite e pela amizade!

        Com saudosos cumprimentos,

        Josué Garcia.


Extraído de https://escolakids.uol.com.br/portugues/carta-pessoal.htm

No Texto I, Josué Garcia não poderá passar o Natal nem as festas de fim de ano junto à família de Gabriel. Segundo a carta, o motivo é relacionado:
Alternativas
Q3290399 Português

Leia o abaixo:


Texto I


Rio de Janeiro, 13 de dezembro de 1969


Caro Gabriel,


    Sinto informar que não poderei passar o Natal e as festas junto da sua família. Um compromisso surgiu no trabalho e tomará todo o meu tempo até janeiro. Peço que me desculpe pelo imprevisto e aceite os presentes que enviei a você e seus filhos; eles devem chegar duas semanas depois desta carta. Obrigado pelo convite e pela amizade!

        Com saudosos cumprimentos,

        Josué Garcia.


Extraído de https://escolakids.uol.com.br/portugues/carta-pessoal.htm

No Texto I, quem escreve a carta é: 
Alternativas
Q3290344 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.


Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.


Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.


Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.


Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.


Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.


É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.


Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.


Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.


A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.


(Pertencer, Clarice Lispector)

Infere-se do texto que a sua principal mensagem é:
Alternativas
Q3290343 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.


Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.


Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.


Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.


Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.


Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.


É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.


Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.


Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.


A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.


(Pertencer, Clarice Lispector)

Segundo o texto, de onde vem a vontade intensa de pertencer da autora?
Alternativas
Q3290228 Português
Qual das frases abaixo apresenta um erro de concordância verbal? 
Alternativas
Q3290227 Português
Assinale a alternativa que apresenta erro de concordância verbal: 
Alternativas
Q3290226 Português
Sobre os pronomes, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3290225 Português
Assinale a alternativa que apresenta a forma correta de uso do hífen: 
Alternativas
Q3290224 Português
Em relação ao uso de "por que", "por quê", "porque" e "porquê", é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3290223 Português
Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta do termo destacado na frase: "A professora explicou a matéria DETIDAMENTE durante a aula." 
Alternativas
Q3290222 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafo: 
Alternativas
Q3290221 Português
No trecho "A esperança é a última que morre", o termo "última" exerce a função de: 
Alternativas
Respostas
38301: C
38302: C
38303: A
38304: A
38305: B
38306: D
38307: A
38308: B
38309: D
38310: B
38311: D
38312: B
38313: C
38314: A
38315: A
38316: B
38317: D
38318: A
38319: A
38320: C