Questões de Concurso Sobre português

Foram encontradas 255.755 questões

Q3515559 Português
43,5 horas: essa é a quantidade de tempo que um trabalhador brasileiro passa em seu local de trabalho ao longo de uma semana. E como se trata de uma média, isso significa que muitas pessoas trabalham ainda mais. Quem convive com os colegas por um período tão extenso sabe o quanto as relações interpessoais impactam na qualidade de vida e na própria produtividade do colaborador.

Fonte: Portal educação. Disponível em: https://www.gov.br/transportes/pt-br/assuntos/portal-da-estrategia/artigo s-gestao-estrategica/o-impacto-das-relacoes-interpessoais-no-ambient e-de-trabalho

Diante do texto, é possível afirmar que: 
Alternativas
Q3515410 Português
Leia o texto a seguir:
Foram encaminhados convites ________ pessoas interessadas em conhecer mais sobre demência, para comparecerem ________ palestra sobre o tema, em que serão expostas algumas descobertas da ciência, ________ os meios de comunicação vêm se referindo.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto, segundo a norma-padrão de regência e crase.
Alternativas
Q3515409 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pequenas coisas que os neurologistas

gostariam que você fizesse pelo seu cérebro


    Pequenas mudanças na sua rotina diária podem contribuir muito para proteger o centro de controle do seu corpo e prevenir o declínio cognitivo ao longo do tempo. Na verdade, os cientistas acreditam que até 45% dos casos de demência poderiam ser adiados ou evitados com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento.

    Nunca é cedo ou tarde demais para começar, mas o tempo é essencial quando se trata de fortalecer as defesas do cérebro, especialmente porque geralmente é impossível reverter danos cerebrais depois que eles ocorrem, avisa Eva Feldman, professora de neurologia no Instituto de Neurociências da Universidade de Michigan.

    Os neurologistas sabem que o exercício beneficia o cérebro ao aumentar o fluxo sanguíneo e levar oxigênio ao órgão. Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios.

    Reduzir o tempo que você passa sentado ou inativo também pode oferecer algumas dessas vantagens, comenta Kevin Bickart, professor assistente de neurologia comportamental e esportiva na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Ficar de pé ou caminhar a cada 20 minutos pode ajudar, assim como usar um assento que exija o uso dos músculos do core. “Evite cadeiras totalmente apoiadas”, recomenda ele. “Use bancos, caixas, bancos sem encosto ou sente-se no chão quando possível.”

    Comer leguminosas, grãos integrais, frutas, verduras e legumes pode ajudar a controlar os níveis de colesterol, visto que o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias, restringindo o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de derrame e declínio cognitivo. Manter um peso saudável, praticar exercícios aeróbicos regularmente e tomar medicamentos como estatinas também podem ser comportamentos eficazes, diz Testai.

    A higiene bucal é essencial para prevenir infecções e doenças gengivais. Infecções orais podem se espalhar para os seios da face, o que pode desencadear coágulos ou problemas de drenagem no cérebro. Pesquisas também encontraram uma ligação entre doenças gengivais e demência.

    Usar fio dental e escovar os dentes regularmente, além de visitar o dentista pelo menos uma vez por ano (ou duas), pode manter a saúde bucal e prevenir infecções que possam levar a problemas futuros.

    Pesquisas sugerem que a exposição à poluição do ar está ligada ao declínio cognitivo. Os cientistas acreditam que partículas finas inaláveis podem causar mudanças químicas no cérebro.

    Usar uma máscara N95 ou cirúrgica e utilizar filtros de ar internos em dias de baixa qualidade do ar pode minimizar a exposição.


(Mohana Ravindranath. Disponível em:

https://www.estadao.com.br/saude/10-pequenas-coisas-que-os-

-neurologistas-gostariam-que-voce-fizesse-pelo-seu-cerebro. Adaptado)

As palavras destacadas no trecho “Nunca é cedo ou tarde demais para começar…” (2⁠º parágrafo) são antônimas, assim como as palavras dos seguintes pares:
Alternativas
Q3515408 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pequenas coisas que os neurologistas

gostariam que você fizesse pelo seu cérebro


    Pequenas mudanças na sua rotina diária podem contribuir muito para proteger o centro de controle do seu corpo e prevenir o declínio cognitivo ao longo do tempo. Na verdade, os cientistas acreditam que até 45% dos casos de demência poderiam ser adiados ou evitados com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento.

    Nunca é cedo ou tarde demais para começar, mas o tempo é essencial quando se trata de fortalecer as defesas do cérebro, especialmente porque geralmente é impossível reverter danos cerebrais depois que eles ocorrem, avisa Eva Feldman, professora de neurologia no Instituto de Neurociências da Universidade de Michigan.

    Os neurologistas sabem que o exercício beneficia o cérebro ao aumentar o fluxo sanguíneo e levar oxigênio ao órgão. Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios.

    Reduzir o tempo que você passa sentado ou inativo também pode oferecer algumas dessas vantagens, comenta Kevin Bickart, professor assistente de neurologia comportamental e esportiva na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Ficar de pé ou caminhar a cada 20 minutos pode ajudar, assim como usar um assento que exija o uso dos músculos do core. “Evite cadeiras totalmente apoiadas”, recomenda ele. “Use bancos, caixas, bancos sem encosto ou sente-se no chão quando possível.”

    Comer leguminosas, grãos integrais, frutas, verduras e legumes pode ajudar a controlar os níveis de colesterol, visto que o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias, restringindo o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de derrame e declínio cognitivo. Manter um peso saudável, praticar exercícios aeróbicos regularmente e tomar medicamentos como estatinas também podem ser comportamentos eficazes, diz Testai.

    A higiene bucal é essencial para prevenir infecções e doenças gengivais. Infecções orais podem se espalhar para os seios da face, o que pode desencadear coágulos ou problemas de drenagem no cérebro. Pesquisas também encontraram uma ligação entre doenças gengivais e demência.

    Usar fio dental e escovar os dentes regularmente, além de visitar o dentista pelo menos uma vez por ano (ou duas), pode manter a saúde bucal e prevenir infecções que possam levar a problemas futuros.

    Pesquisas sugerem que a exposição à poluição do ar está ligada ao declínio cognitivo. Os cientistas acreditam que partículas finas inaláveis podem causar mudanças químicas no cérebro.

    Usar uma máscara N95 ou cirúrgica e utilizar filtros de ar internos em dias de baixa qualidade do ar pode minimizar a exposição.


(Mohana Ravindranath. Disponível em:

https://www.estadao.com.br/saude/10-pequenas-coisas-que-os-

-neurologistas-gostariam-que-voce-fizesse-pelo-seu-cerebro. Adaptado)

Considere as passagens a seguir.
•  …  com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento. 1⁠º parágrafo
•  Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios. 3⁠º parágrafo
•  o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias… 5⁠º parágrafo
O travessão duplo e os parênteses sinalizam, nessas passagens, a intercalação de comentários da autora no enunciado.
É correto afirmar que os comentários intercalados nessas passagens se caracterizam, respectivamente, como
Alternativas
Q3515407 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pequenas coisas que os neurologistas

gostariam que você fizesse pelo seu cérebro


    Pequenas mudanças na sua rotina diária podem contribuir muito para proteger o centro de controle do seu corpo e prevenir o declínio cognitivo ao longo do tempo. Na verdade, os cientistas acreditam que até 45% dos casos de demência poderiam ser adiados ou evitados com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento.

    Nunca é cedo ou tarde demais para começar, mas o tempo é essencial quando se trata de fortalecer as defesas do cérebro, especialmente porque geralmente é impossível reverter danos cerebrais depois que eles ocorrem, avisa Eva Feldman, professora de neurologia no Instituto de Neurociências da Universidade de Michigan.

    Os neurologistas sabem que o exercício beneficia o cérebro ao aumentar o fluxo sanguíneo e levar oxigênio ao órgão. Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios.

    Reduzir o tempo que você passa sentado ou inativo também pode oferecer algumas dessas vantagens, comenta Kevin Bickart, professor assistente de neurologia comportamental e esportiva na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Ficar de pé ou caminhar a cada 20 minutos pode ajudar, assim como usar um assento que exija o uso dos músculos do core. “Evite cadeiras totalmente apoiadas”, recomenda ele. “Use bancos, caixas, bancos sem encosto ou sente-se no chão quando possível.”

    Comer leguminosas, grãos integrais, frutas, verduras e legumes pode ajudar a controlar os níveis de colesterol, visto que o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias, restringindo o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de derrame e declínio cognitivo. Manter um peso saudável, praticar exercícios aeróbicos regularmente e tomar medicamentos como estatinas também podem ser comportamentos eficazes, diz Testai.

    A higiene bucal é essencial para prevenir infecções e doenças gengivais. Infecções orais podem se espalhar para os seios da face, o que pode desencadear coágulos ou problemas de drenagem no cérebro. Pesquisas também encontraram uma ligação entre doenças gengivais e demência.

    Usar fio dental e escovar os dentes regularmente, além de visitar o dentista pelo menos uma vez por ano (ou duas), pode manter a saúde bucal e prevenir infecções que possam levar a problemas futuros.

    Pesquisas sugerem que a exposição à poluição do ar está ligada ao declínio cognitivo. Os cientistas acreditam que partículas finas inaláveis podem causar mudanças químicas no cérebro.

    Usar uma máscara N95 ou cirúrgica e utilizar filtros de ar internos em dias de baixa qualidade do ar pode minimizar a exposição.


(Mohana Ravindranath. Disponível em:

https://www.estadao.com.br/saude/10-pequenas-coisas-que-os-

-neurologistas-gostariam-que-voce-fizesse-pelo-seu-cerebro. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão entre colchetes – [ ] – substitui a expressão destacada conforme a norma-padrão de colocação pronominal.
Alternativas
Q3515406 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pequenas coisas que os neurologistas

gostariam que você fizesse pelo seu cérebro


    Pequenas mudanças na sua rotina diária podem contribuir muito para proteger o centro de controle do seu corpo e prevenir o declínio cognitivo ao longo do tempo. Na verdade, os cientistas acreditam que até 45% dos casos de demência poderiam ser adiados ou evitados com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento.

    Nunca é cedo ou tarde demais para começar, mas o tempo é essencial quando se trata de fortalecer as defesas do cérebro, especialmente porque geralmente é impossível reverter danos cerebrais depois que eles ocorrem, avisa Eva Feldman, professora de neurologia no Instituto de Neurociências da Universidade de Michigan.

    Os neurologistas sabem que o exercício beneficia o cérebro ao aumentar o fluxo sanguíneo e levar oxigênio ao órgão. Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios.

    Reduzir o tempo que você passa sentado ou inativo também pode oferecer algumas dessas vantagens, comenta Kevin Bickart, professor assistente de neurologia comportamental e esportiva na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Ficar de pé ou caminhar a cada 20 minutos pode ajudar, assim como usar um assento que exija o uso dos músculos do core. “Evite cadeiras totalmente apoiadas”, recomenda ele. “Use bancos, caixas, bancos sem encosto ou sente-se no chão quando possível.”

    Comer leguminosas, grãos integrais, frutas, verduras e legumes pode ajudar a controlar os níveis de colesterol, visto que o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias, restringindo o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de derrame e declínio cognitivo. Manter um peso saudável, praticar exercícios aeróbicos regularmente e tomar medicamentos como estatinas também podem ser comportamentos eficazes, diz Testai.

    A higiene bucal é essencial para prevenir infecções e doenças gengivais. Infecções orais podem se espalhar para os seios da face, o que pode desencadear coágulos ou problemas de drenagem no cérebro. Pesquisas também encontraram uma ligação entre doenças gengivais e demência.

    Usar fio dental e escovar os dentes regularmente, além de visitar o dentista pelo menos uma vez por ano (ou duas), pode manter a saúde bucal e prevenir infecções que possam levar a problemas futuros.

    Pesquisas sugerem que a exposição à poluição do ar está ligada ao declínio cognitivo. Os cientistas acreditam que partículas finas inaláveis podem causar mudanças químicas no cérebro.

    Usar uma máscara N95 ou cirúrgica e utilizar filtros de ar internos em dias de baixa qualidade do ar pode minimizar a exposição.


(Mohana Ravindranath. Disponível em:

https://www.estadao.com.br/saude/10-pequenas-coisas-que-os-

-neurologistas-gostariam-que-voce-fizesse-pelo-seu-cerebro. Adaptado)

A alternativa que reescreve passagens do texto de acordo com a norma-padrão de concordância nominal e verbal é:
Alternativas
Q3515405 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pequenas coisas que os neurologistas

gostariam que você fizesse pelo seu cérebro


    Pequenas mudanças na sua rotina diária podem contribuir muito para proteger o centro de controle do seu corpo e prevenir o declínio cognitivo ao longo do tempo. Na verdade, os cientistas acreditam que até 45% dos casos de demência poderiam ser adiados ou evitados com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento.

    Nunca é cedo ou tarde demais para começar, mas o tempo é essencial quando se trata de fortalecer as defesas do cérebro, especialmente porque geralmente é impossível reverter danos cerebrais depois que eles ocorrem, avisa Eva Feldman, professora de neurologia no Instituto de Neurociências da Universidade de Michigan.

    Os neurologistas sabem que o exercício beneficia o cérebro ao aumentar o fluxo sanguíneo e levar oxigênio ao órgão. Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios.

    Reduzir o tempo que você passa sentado ou inativo também pode oferecer algumas dessas vantagens, comenta Kevin Bickart, professor assistente de neurologia comportamental e esportiva na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Ficar de pé ou caminhar a cada 20 minutos pode ajudar, assim como usar um assento que exija o uso dos músculos do core. “Evite cadeiras totalmente apoiadas”, recomenda ele. “Use bancos, caixas, bancos sem encosto ou sente-se no chão quando possível.”

    Comer leguminosas, grãos integrais, frutas, verduras e legumes pode ajudar a controlar os níveis de colesterol, visto que o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias, restringindo o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de derrame e declínio cognitivo. Manter um peso saudável, praticar exercícios aeróbicos regularmente e tomar medicamentos como estatinas também podem ser comportamentos eficazes, diz Testai.

    A higiene bucal é essencial para prevenir infecções e doenças gengivais. Infecções orais podem se espalhar para os seios da face, o que pode desencadear coágulos ou problemas de drenagem no cérebro. Pesquisas também encontraram uma ligação entre doenças gengivais e demência.

    Usar fio dental e escovar os dentes regularmente, além de visitar o dentista pelo menos uma vez por ano (ou duas), pode manter a saúde bucal e prevenir infecções que possam levar a problemas futuros.

    Pesquisas sugerem que a exposição à poluição do ar está ligada ao declínio cognitivo. Os cientistas acreditam que partículas finas inaláveis podem causar mudanças químicas no cérebro.

    Usar uma máscara N95 ou cirúrgica e utilizar filtros de ar internos em dias de baixa qualidade do ar pode minimizar a exposição.


(Mohana Ravindranath. Disponível em:

https://www.estadao.com.br/saude/10-pequenas-coisas-que-os-

-neurologistas-gostariam-que-voce-fizesse-pelo-seu-cerebro. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão destacada exprime certeza sobre o que está sendo declarado. 
Alternativas
Q3515404 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pequenas coisas que os neurologistas

gostariam que você fizesse pelo seu cérebro


    Pequenas mudanças na sua rotina diária podem contribuir muito para proteger o centro de controle do seu corpo e prevenir o declínio cognitivo ao longo do tempo. Na verdade, os cientistas acreditam que até 45% dos casos de demência poderiam ser adiados ou evitados com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento.

    Nunca é cedo ou tarde demais para começar, mas o tempo é essencial quando se trata de fortalecer as defesas do cérebro, especialmente porque geralmente é impossível reverter danos cerebrais depois que eles ocorrem, avisa Eva Feldman, professora de neurologia no Instituto de Neurociências da Universidade de Michigan.

    Os neurologistas sabem que o exercício beneficia o cérebro ao aumentar o fluxo sanguíneo e levar oxigênio ao órgão. Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios.

    Reduzir o tempo que você passa sentado ou inativo também pode oferecer algumas dessas vantagens, comenta Kevin Bickart, professor assistente de neurologia comportamental e esportiva na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Ficar de pé ou caminhar a cada 20 minutos pode ajudar, assim como usar um assento que exija o uso dos músculos do core. “Evite cadeiras totalmente apoiadas”, recomenda ele. “Use bancos, caixas, bancos sem encosto ou sente-se no chão quando possível.”

    Comer leguminosas, grãos integrais, frutas, verduras e legumes pode ajudar a controlar os níveis de colesterol, visto que o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias, restringindo o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de derrame e declínio cognitivo. Manter um peso saudável, praticar exercícios aeróbicos regularmente e tomar medicamentos como estatinas também podem ser comportamentos eficazes, diz Testai.

    A higiene bucal é essencial para prevenir infecções e doenças gengivais. Infecções orais podem se espalhar para os seios da face, o que pode desencadear coágulos ou problemas de drenagem no cérebro. Pesquisas também encontraram uma ligação entre doenças gengivais e demência.

    Usar fio dental e escovar os dentes regularmente, além de visitar o dentista pelo menos uma vez por ano (ou duas), pode manter a saúde bucal e prevenir infecções que possam levar a problemas futuros.

    Pesquisas sugerem que a exposição à poluição do ar está ligada ao declínio cognitivo. Os cientistas acreditam que partículas finas inaláveis podem causar mudanças químicas no cérebro.

    Usar uma máscara N95 ou cirúrgica e utilizar filtros de ar internos em dias de baixa qualidade do ar pode minimizar a exposição.


(Mohana Ravindranath. Disponível em:

https://www.estadao.com.br/saude/10-pequenas-coisas-que-os-

-neurologistas-gostariam-que-voce-fizesse-pelo-seu-cerebro. Adaptado)

No texto, as referências ao leitor pelas expressões “na sua rotina” (1⁠º parágrafo), “do seu corpo” (1⁠º parágrafo), “o tempo que você passa sentado” (4⁠º parágrafo) são uma estratégia com o objetivo de
Alternativas
Q3515403 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pequenas coisas que os neurologistas

gostariam que você fizesse pelo seu cérebro


    Pequenas mudanças na sua rotina diária podem contribuir muito para proteger o centro de controle do seu corpo e prevenir o declínio cognitivo ao longo do tempo. Na verdade, os cientistas acreditam que até 45% dos casos de demência poderiam ser adiados ou evitados com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento.

    Nunca é cedo ou tarde demais para começar, mas o tempo é essencial quando se trata de fortalecer as defesas do cérebro, especialmente porque geralmente é impossível reverter danos cerebrais depois que eles ocorrem, avisa Eva Feldman, professora de neurologia no Instituto de Neurociências da Universidade de Michigan.

    Os neurologistas sabem que o exercício beneficia o cérebro ao aumentar o fluxo sanguíneo e levar oxigênio ao órgão. Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios.

    Reduzir o tempo que você passa sentado ou inativo também pode oferecer algumas dessas vantagens, comenta Kevin Bickart, professor assistente de neurologia comportamental e esportiva na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Ficar de pé ou caminhar a cada 20 minutos pode ajudar, assim como usar um assento que exija o uso dos músculos do core. “Evite cadeiras totalmente apoiadas”, recomenda ele. “Use bancos, caixas, bancos sem encosto ou sente-se no chão quando possível.”

    Comer leguminosas, grãos integrais, frutas, verduras e legumes pode ajudar a controlar os níveis de colesterol, visto que o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias, restringindo o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de derrame e declínio cognitivo. Manter um peso saudável, praticar exercícios aeróbicos regularmente e tomar medicamentos como estatinas também podem ser comportamentos eficazes, diz Testai.

    A higiene bucal é essencial para prevenir infecções e doenças gengivais. Infecções orais podem se espalhar para os seios da face, o que pode desencadear coágulos ou problemas de drenagem no cérebro. Pesquisas também encontraram uma ligação entre doenças gengivais e demência.

    Usar fio dental e escovar os dentes regularmente, além de visitar o dentista pelo menos uma vez por ano (ou duas), pode manter a saúde bucal e prevenir infecções que possam levar a problemas futuros.

    Pesquisas sugerem que a exposição à poluição do ar está ligada ao declínio cognitivo. Os cientistas acreditam que partículas finas inaláveis podem causar mudanças químicas no cérebro.

    Usar uma máscara N95 ou cirúrgica e utilizar filtros de ar internos em dias de baixa qualidade do ar pode minimizar a exposição.


(Mohana Ravindranath. Disponível em:

https://www.estadao.com.br/saude/10-pequenas-coisas-que-os-

-neurologistas-gostariam-que-voce-fizesse-pelo-seu-cerebro. Adaptado)

É correto afirmar que, a partir do terceiro parágrafo, o texto passa a expor ao leitor
Alternativas
Q3515402 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sereias
     Na porta principal da catedral de Puni, Simón de Astro entalhará na pedra duas sereias.
    Embora as sereias simbolizem o pecado, o artista não esculpirá monstros. O artista criará duas formosas moças índias que alegremente tocarão o charango*, e amarão sem sombra de culpa. Elas serão as sereias andinas, Quesintuu e Umantuu, que em tempos antigos brotaram nas águas do lago Titicaca para amar o deus Tunupa, deus aimará do fogo e do raio, que ao passar deixou uma fieira de vulcões.
(Eduardo Galeano, Mulheres)

*Charango: instrumento andino de cordas.
O trecho destacado em “Embora as sereias simbolizem o pecado, o artista não esculpirá monstros.” (2⁠º parágrafo) está reescrito preservando o sentido da passagem em:
Alternativas
Q3515401 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sereias
     Na porta principal da catedral de Puni, Simón de Astro entalhará na pedra duas sereias.
    Embora as sereias simbolizem o pecado, o artista não esculpirá monstros. O artista criará duas formosas moças índias que alegremente tocarão o charango*, e amarão sem sombra de culpa. Elas serão as sereias andinas, Quesintuu e Umantuu, que em tempos antigos brotaram nas águas do lago Titicaca para amar o deus Tunupa, deus aimará do fogo e do raio, que ao passar deixou uma fieira de vulcões.
(Eduardo Galeano, Mulheres)

*Charango: instrumento andino de cordas.
É correto afirmar que, no relato, caracteriza-se um contraste entre
Alternativas
Q3515263 Português
Foi redigida em conformidade com a norma-padrão de regência a frase:
Alternativas
Q3515262 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
A forma verbal destacada expressa incerteza no seguinte trecho:
Alternativas
Q3515261 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
Assinale a alternativa em que a frase redigida a partir do texto está em conformidade com a norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q3515260 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
Considere o trecho:
•  A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil. (4⁠º parágrafo)
As palavras destacadas introduzem, correta e respectivamente, sentidos de
Alternativas
Q3515259 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
A palavra destacada pode ser substituída por aquela(s) entre colchetes, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, na frase:
Alternativas
Q3515258 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
Há palavra ou expressão empregada em sentido figurado na frase:
Alternativas
Q3515257 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
Em relação ao nome do Brasil, é correto afirmar, com base no texto, que
Alternativas
Q3515256 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que a presença da Ilha Brasil em mapas da Europa
Alternativas
Q3515255 Português
Considere os versos:
•  Não seja ingrato e dê flores aos que ama. •  O medo e o impulso elétrico que gera a vida...
Os trechos destacados podem ser reescritos, respectivamente e em conformidade com a norma-padrão de regência e emprego do acento indicativo de crase, como:
Alternativas
Respostas
38221: B
38222: B
38223: D
38224: C
38225: A
38226: E
38227: D
38228: A
38229: B
38230: B
38231: D
38232: E
38233: E
38234: C
38235: D
38236: B
38237: A
38238: C
38239: E
38240: A