Questões de Concurso Sobre português

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Q3816834 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Crônica do tempo.


    Pensei em falar sobre o tempo, mas temi perder-me em sua imensidão. 


    O Tempo e o Espaço são as dimensões onde navegamos pela vida, e realizamos e conhecemos e percebemos e concebemos e desejamos e imaginamos tudo a que somos capazes de. Mas nunca podemos alcançar os seus limites. (...)


    Mas dizem que o Tempo não existe em si. Realmente, ninguém jamais tocou no Tempo, num pedacinho dele sequer. Nenhum cientista prova a sua existência, digamos, laboratorialmente. 


    Aí é que entra o Espaço: só percebemos o Tempo ao nos deslocarmos pelo Espaço, ainda que mentalmente, o que sempre custa um certo tempo...


    E o Espaço, por sua vez, também não pode ser apreendido, tocado, examinado em si. Mas somente observado/experimentado por meio do deslocamento de um objeto, ou do próprio indivíduo, nele. Ao longo do Tempo, claro!..


    Espaço–Tempo: onde tudo acontece ou deixa de acontecer! Acho que Einstein se ocupou disso ao longo do tempo...


    O Tempo é, pois, “estudado” pelos físicos.


    E também pelos filósofos, porque nenhuma equação física pode expressar a sua natureza nem indicar com certeza os seus limites – o que os filósofos especulam, metafisicamente. (...)


    Volto à minha embarcação, a Literatura. A Literatura também pode nos levar a tempos além de nossa estreita realidade: a ficção nos leva até mesmo além dos domínios da Física, da Filosofia, da Metafísica e, creiam-me, da Teologia. A poesia, então!


    Mas o meu veículo não é desses de potência atômica, que mergulham nos abismos dos céus e dos mares.


    Não! É simplesmente um bote que navega no córrego que corre nos fundos de meu quintal, e não vai muito longe: é a crônica. (...)


TEIXEIRA, Francisco Dias. Crônica do tempo. Cult. Disponível em . 

É correto afirmar que, no texto “Crônica do tempo”, o autor apresenta uma relação:
Alternativas
Q3816670 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A felicidade é o fim que natureza humana visa. E, a felicidade é uma atividade, pois não está acessível àqueles que passam sua vida adormecidos. Ela não é uma disposição. À felicidade nada falta, ela é completamente auto-suficiente. É uma atividade que não visa a mais nada a não ser a si mesma. O homem feliz, basta a si mesmo.


Aristóteles


https://www.pensador.com/textos_de_grandes_pensadores/

Com base no texto, analise as proposições abaixo e assinale a alternativa que expressa a interpretação mais adequada ao conteúdo e ao sentido global do texto.
Alternativas
Q3816627 Português

                                                                       Imagem associada para resolução da questão


BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em <https://i.pinimg.com/736x/f5/bf/08/f5bf08846febf68bf00bc23543140f0b.jpg>.



No último quadrinho acima, as formas verbais destacadas em “Você pode levar meu gibi da Mônica! Mas tem que devolver!”, nessa mesma ordem, expressam os sentidos de: 

Alternativas
Q3816625 Português
Assinale a alternativa cuja colocação do pronome destacado na sentença se encontra de acordo com a norma-padrão. 
Alternativas
Q3816624 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada indica uma circunstância da ação expressa pelo verbo. 
Alternativas
Q3816623 Português

“A literatura, como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta.” (Fernando Pessoa) 


Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem sob a qual se apresenta a palavra destacada no pensamento acima. 

Alternativas
Q3816622 Português
Assinale a alternativa em que a palavra “chão” está sendo empregada em sentido próprio, denotativo. 
Alternativas
Q3816621 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Dinheiro não traz felicidade


    Será totalmente verdadeiro este dito popular? Será que o dinheiro é de todo ruim e não pode nos proporcionar relativa felicidade? Este é um assunto que tem dois lados da moeda.  


    É tudo uma questão de ponto de vista. Não sejamos hipócritas em dizer que o dinheiro não compra uma boa parcela de felicidade. Quem de nós não se sente feliz em poder pagar um bom plano de saúde? Morar com dignidade, ou proporcionar uma boa educação para os filhos?


    Eu poderia citar milhares de felicidades que o dinheiro pode comprar e ainda seria pouco. A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade. Tudo é uma questão de caráter, sabedoria e preparo de quem o possui – e mais sabedoria ainda para aqueles que não o possuem; aqui a criatividade é fundamental.


    A frase correta deveria ser: “dinheiro não é garantia de felicidade, mas... sem ele também não”.


    É verdade que existem pessoas que se sentem felizes mesmo em extrema pobreza: isso já rendeu até matéria para o Globo Repórter. São pessoas que sentem uma felicidade interior na qual nem elas souberam explicar a razão. Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.


    Uma coisa ninguém pode negar: todo mundo quer ser feliz, com ou sem dinheiro. Nem bem começamos a dar os primeiros passos e já começa a largada sem freio em busca da tal felicidade.


    Outro dia recebi um e-mail que tratava justamente deste assunto: a busca pela felicidade. E no final arrematava com a seguinte frase: “Não tenhas medo de abrir tuas cortinas e verás flores e borboletas na transparência de um novo dia...”. Lindo, não é mesmo?.. Sim, mas não pude evitar um pensamento naqueles que moram em favelas e becos, que, ao abrirem suas cortinas (se é que têm uma!), verão apenas esgoto a céu aberto, e não flores e borboletas. (...) 


GALACCI, Sueli. Dinheiro não traz felicidade. Crônicas & agudas. Disponível em  <https://cronicasiagudas.blogspot.com/2010/07/dinheiro-nao-traz-felicidade.html>.

“Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.” 


A palavra destacada no trecho acima remete ao sentido de algo que: 

Alternativas
Q3816620 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Dinheiro não traz felicidade


    Será totalmente verdadeiro este dito popular? Será que o dinheiro é de todo ruim e não pode nos proporcionar relativa felicidade? Este é um assunto que tem dois lados da moeda.  


    É tudo uma questão de ponto de vista. Não sejamos hipócritas em dizer que o dinheiro não compra uma boa parcela de felicidade. Quem de nós não se sente feliz em poder pagar um bom plano de saúde? Morar com dignidade, ou proporcionar uma boa educação para os filhos?


    Eu poderia citar milhares de felicidades que o dinheiro pode comprar e ainda seria pouco. A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade. Tudo é uma questão de caráter, sabedoria e preparo de quem o possui – e mais sabedoria ainda para aqueles que não o possuem; aqui a criatividade é fundamental.


    A frase correta deveria ser: “dinheiro não é garantia de felicidade, mas... sem ele também não”.


    É verdade que existem pessoas que se sentem felizes mesmo em extrema pobreza: isso já rendeu até matéria para o Globo Repórter. São pessoas que sentem uma felicidade interior na qual nem elas souberam explicar a razão. Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.


    Uma coisa ninguém pode negar: todo mundo quer ser feliz, com ou sem dinheiro. Nem bem começamos a dar os primeiros passos e já começa a largada sem freio em busca da tal felicidade.


    Outro dia recebi um e-mail que tratava justamente deste assunto: a busca pela felicidade. E no final arrematava com a seguinte frase: “Não tenhas medo de abrir tuas cortinas e verás flores e borboletas na transparência de um novo dia...”. Lindo, não é mesmo?.. Sim, mas não pude evitar um pensamento naqueles que moram em favelas e becos, que, ao abrirem suas cortinas (se é que têm uma!), verão apenas esgoto a céu aberto, e não flores e borboletas. (...) 


GALACCI, Sueli. Dinheiro não traz felicidade. Crônicas & agudas. Disponível em  <https://cronicasiagudas.blogspot.com/2010/07/dinheiro-nao-traz-felicidade.html>.

“A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade.” 


Assinale a alternativa que apresenta o sentido expresso pela locução destacada no trecho acima e o termo que substitui adequadamente essa locução. 

Alternativas
Q3816619 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Dinheiro não traz felicidade


    Será totalmente verdadeiro este dito popular? Será que o dinheiro é de todo ruim e não pode nos proporcionar relativa felicidade? Este é um assunto que tem dois lados da moeda.  


    É tudo uma questão de ponto de vista. Não sejamos hipócritas em dizer que o dinheiro não compra uma boa parcela de felicidade. Quem de nós não se sente feliz em poder pagar um bom plano de saúde? Morar com dignidade, ou proporcionar uma boa educação para os filhos?


    Eu poderia citar milhares de felicidades que o dinheiro pode comprar e ainda seria pouco. A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade. Tudo é uma questão de caráter, sabedoria e preparo de quem o possui – e mais sabedoria ainda para aqueles que não o possuem; aqui a criatividade é fundamental.


    A frase correta deveria ser: “dinheiro não é garantia de felicidade, mas... sem ele também não”.


    É verdade que existem pessoas que se sentem felizes mesmo em extrema pobreza: isso já rendeu até matéria para o Globo Repórter. São pessoas que sentem uma felicidade interior na qual nem elas souberam explicar a razão. Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.


    Uma coisa ninguém pode negar: todo mundo quer ser feliz, com ou sem dinheiro. Nem bem começamos a dar os primeiros passos e já começa a largada sem freio em busca da tal felicidade.


    Outro dia recebi um e-mail que tratava justamente deste assunto: a busca pela felicidade. E no final arrematava com a seguinte frase: “Não tenhas medo de abrir tuas cortinas e verás flores e borboletas na transparência de um novo dia...”. Lindo, não é mesmo?.. Sim, mas não pude evitar um pensamento naqueles que moram em favelas e becos, que, ao abrirem suas cortinas (se é que têm uma!), verão apenas esgoto a céu aberto, e não flores e borboletas. (...) 


GALACCI, Sueli. Dinheiro não traz felicidade. Crônicas & agudas. Disponível em  <https://cronicasiagudas.blogspot.com/2010/07/dinheiro-nao-traz-felicidade.html>.

A autora do texto “Dinheiro não traz felicidade” defende a ideia de que: 
Alternativas
Q3816118 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


O leito


Mares, de espúmeo albor de rendas revestidos!

Vagas, cheias de aroma, e de torpor fecundas!

Para a febre lenir, que esvaíra-me os sentidos,

Quero nestes lençóis mergulha-los, vencidos,

Num mar de sensações letárgicas, profundas!


Aqui, de regiões apostas, climas vários

Vieram se encontrar, por diversos caminhos,

Para depor, fiéis, submissos tributários,

Os prodígios do gosto, árduos, imaginários,

Em perfume, em cetins, em sedas, em arminhos.


Despenhada do teto, em turbilhão se entorna,

Muda, imóvel cascata, a cortina nitente,

Derramando no ar uma preguiça morna,

Que os músculos distende e os nervos amadorna,

Em íntima volúpia, estranha, inconsciente.


Repassa, embebe a alcova, em toda a plenitude,

A emanação sutil, que enleva, que extasia,

De um corpo virginal e cheio de saúde,

Grato eflúvio do sangue, em plena juventude,

Que do olfato a avidez satura, e não sacia.


Perfumados lençóis! vós sois as brancas tendas,

Onde, árabes do amor, meus vagos pensamentos

Nas solidões da noite ouvem estranhas lendas,

Enquanto sob um céu enublado de rendas

Enerva-me o luar de uns olhos sonolentos!



Autor: Teófilo Dias - Fanfarras.

No trecho “A emanação sutil, que enleva, que extasia”, as palavras exercem funções morfológicas distintas, contribuindo para a caracterização expressiva do enunciado poético. Considerando a classificação gramatical dos termos destacados, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3816115 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


O leito


Mares, de espúmeo albor de rendas revestidos!

Vagas, cheias de aroma, e de torpor fecundas!

Para a febre lenir, que esvaíra-me os sentidos,

Quero nestes lençóis mergulha-los, vencidos,

Num mar de sensações letárgicas, profundas!


Aqui, de regiões apostas, climas vários

Vieram se encontrar, por diversos caminhos,

Para depor, fiéis, submissos tributários,

Os prodígios do gosto, árduos, imaginários,

Em perfume, em cetins, em sedas, em arminhos.


Despenhada do teto, em turbilhão se entorna,

Muda, imóvel cascata, a cortina nitente,

Derramando no ar uma preguiça morna,

Que os músculos distende e os nervos amadorna,

Em íntima volúpia, estranha, inconsciente.


Repassa, embebe a alcova, em toda a plenitude,

A emanação sutil, que enleva, que extasia,

De um corpo virginal e cheio de saúde,

Grato eflúvio do sangue, em plena juventude,

Que do olfato a avidez satura, e não sacia.


Perfumados lençóis! vós sois as brancas tendas,

Onde, árabes do amor, meus vagos pensamentos

Nas solidões da noite ouvem estranhas lendas,

Enquanto sob um céu enublado de rendas

Enerva-me o luar de uns olhos sonolentos!



Autor: Teófilo Dias - Fanfarras.

No verso “Muda, imóvel cascata, a cortina nitente”, o adjetivo “nitente” contribui para a construção imagética do poema, associando a cortina a uma percepção visual específica. Considerando o contexto e o sentido empregado, assinale a alternativa correta quanto ao significado do termo.
Alternativas
Q3815745 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Uma Dose



Dois anos, quase três, e a memória insiste em voltar quando mais tento enterrá-la. Ela desperta logo cedo, nos gestos automáticos da manhã, até que um som familiar reabre a ferida quase cicatrizada. O "bom dia" ritmado da padaria, marcado por um sotaque conhecido, desencadeia outros sinais e faz tudo desaguar.



No ônibus lotado, os cumprimentos se acumulam: do motorista, do cobrador, das senhoras a caminho da igreja. Ainda é cedo, seis da manhã, Estação Vila União. Ali, quem nos recebe diariamente é a música que sai da velha caixinha de som do funcionário da limpeza, capaz de lavar lembranças e aliviar a saudade que nem a chamada de vídeo resolve.



Quando o som some, resta o silêncio misturado de "oxe" e "mano", a bandeira do Sport na janela, a jaca na budega. O homem também migrou, como nós. Fica a saudade das viagens, das cantorias no carro, do "vai Safadão" ecoando rumo à praia, com a prima.



QUEIROZ, Danilo Roberto Silva. Uma dose. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. Número 4. São Paulo: ECA-USP, 2024. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 379/1256/4887 . Acesso em: 15 dez. 2025.


Observe o trecho do texto:


Fica a saudade das viagens, das cantorias no carro, do "vai Safadão" ecoando rumo à praia, com a prima.


Considerando o uso dos sinais de pontuação, a regência verbal implícita e o uso da crase, assinale a alternativa que apresenta a análise correta dos recursos linguísticos empregados no trecho.


Alternativas
Q3815744 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Uma Dose



Dois anos, quase três, e a memória insiste em voltar quando mais tento enterrá-la. Ela desperta logo cedo, nos gestos automáticos da manhã, até que um som familiar reabre a ferida quase cicatrizada. O "bom dia" ritmado da padaria, marcado por um sotaque conhecido, desencadeia outros sinais e faz tudo desaguar.



No ônibus lotado, os cumprimentos se acumulam: do motorista, do cobrador, das senhoras a caminho da igreja. Ainda é cedo, seis da manhã, Estação Vila União. Ali, quem nos recebe diariamente é a música que sai da velha caixinha de som do funcionário da limpeza, capaz de lavar lembranças e aliviar a saudade que nem a chamada de vídeo resolve.



Quando o som some, resta o silêncio misturado de "oxe" e "mano", a bandeira do Sport na janela, a jaca na budega. O homem também migrou, como nós. Fica a saudade das viagens, das cantorias no carro, do "vai Safadão" ecoando rumo à praia, com a prima.



QUEIROZ, Danilo Roberto Silva. Uma dose. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. Número 4. São Paulo: ECA-USP, 2024. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 379/1256/4887 . Acesso em: 15 dez. 2025.


A partir da leitura atenta do texto "Uma Dose", é possível observar uma estrutura narrativa que, embora breve, articula diferentes níveis de temporalidade e espacialidade, evocando sensações, memórias e elementos da cultura regional brasileira. Considerando os mecanismos discursivos empregados, os efeitos de sentido gerados e os recursos linguístico-textuais utilizados, assinale a alternativa que apresenta a interpretação mais adequada ao funcionamento dos elementos implícitos e à lógica interna do texto.
Alternativas
Q3815743 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Uma Dose



Dois anos, quase três, e a memória insiste em voltar quando mais tento enterrá-la. Ela desperta logo cedo, nos gestos automáticos da manhã, até que um som familiar reabre a ferida quase cicatrizada. O "bom dia" ritmado da padaria, marcado por um sotaque conhecido, desencadeia outros sinais e faz tudo desaguar.



No ônibus lotado, os cumprimentos se acumulam: do motorista, do cobrador, das senhoras a caminho da igreja. Ainda é cedo, seis da manhã, Estação Vila União. Ali, quem nos recebe diariamente é a música que sai da velha caixinha de som do funcionário da limpeza, capaz de lavar lembranças e aliviar a saudade que nem a chamada de vídeo resolve.



Quando o som some, resta o silêncio misturado de "oxe" e "mano", a bandeira do Sport na janela, a jaca na budega. O homem também migrou, como nós. Fica a saudade das viagens, das cantorias no carro, do "vai Safadão" ecoando rumo à praia, com a prima.



QUEIROZ, Danilo Roberto Silva. Uma dose. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. Número 4. São Paulo: ECA-USP, 2024. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 379/1256/4887 . Acesso em: 15 dez. 2025.


Considere o trecho extraído do texto "Uma Dose":


"Ali, quem nos recebe diariamente é a música que sai da velha caixinha de som do funcionário da limpeza, capaz de lavar lembranças e aliviar a saudade que nem a chamada de vídeo resolve."


Sobre a colocação do pronome oblíquo átono em "quem nos recebe" e sobre a oração "que sai da velha caixinha de som do funcionário da limpeza", assinale a alternativa correta.


Alternativas
Q3815604 Português
Nos últimos anos, o mercado brasileiro de veículos elétricos e híbridos tem mostrado expansão contínua, impulsionado tanto pela oferta crescente de modelos quanto pela expansão da infraestrutura de recarga, que tem avançado em várias regiões do país. Além disso, a eletrificação da frota também é observada em diferentes segmentos, indicando mudanças nos padrões de mobilidade urbana.

Com base nesse contexto, assinale a alternativa que destaca essa realidade contemporânea no Brasil.
Alternativas
Q3815599 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A felicidade é o fim que natureza humana visa. E, a felicidade é uma atividade, pois não está acessível àqueles que passam sua vida adormecidos. Ela não é uma disposição. À felicidade nada falta, ela é completamente auto-suficiente. É uma atividade que não visa a mais nada a não ser a si mesma. O homem feliz, basta a si mesmo.

Aristóteles


https://www.pensador.com/textos_de_grandes_pensadores/
Com base no texto, analise as proposições abaixo e assinale a alternativa que expressa a interpretação mais adequada ao conteúdo e ao sentido global do texto.
Alternativas
Q3815550 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A felicidade é o fim que natureza humana visa. E, a felicidade é uma atividade, pois não está acessível àqueles que passam sua vida adormecidos. Ela não é uma disposição. À felicidade nada falta, ela é completamente auto-suficiente. É uma atividade que não visa a mais nada a não ser a si mesma. O homem feliz, basta a si mesmo.

Aristóteles


https://www.pensador.com/textos_de_grandes_pensadores/
Com base no texto, analise as proposições abaixo e assinale a alternativa que expressa a interpretação mais adequada ao conteúdo e ao sentido global do texto.
Alternativas
Q3815448 Português
        Estive em uma mesa que debatia os sistemas alimentares diante das mudanças climáticas durante o 13º Congresso Nacional de Agroecologia, em Juazeiro da Bahia. Por um lado, alguns expositores fizeram de maneira brilhante a análise do movimento do capital mundial, por outro vozes ancestrais, como Raquel Tupinambá, nos falaram da sabedoria dos povos indígenas. Vozes sertanejas também nos falaram como superaram a fome, a sede, a miséria, a mortalidade infantil, o saque, a migração, com obras pequenas, no pé de suas casas, como as cisternas de produção e de consumo humano, que guardam a água coletada das chuvas. Ali estão seus canteiros agroecológicos, seus quintais produtivos, seu manejo dos animais e tantas outras iniciativas. Não é mais uma experiência alternativa, já é um estilo de vida para cerca de 1 milhão de famílias no semiárido brasileiro.

        Nós já temos muito mais que resistência e resiliência, já temos o presente modificando vidas e desenhando o futuro. Não é mais uma alternativa, é o único caminho que possibilita o futuro humano na Terra. Nas mãos, inteligência e coração das pessoas simples e dos povos tradicionais está a esperança de toda a humanidade.

Internet: <outraspalavras.net>  (com adaptações).

No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item seguinte.


No período “Ali estão seus canteiros agroecológicos, seus quintais produtivos, seu manejo dos animais e tantas outras iniciativas.”, os pronomes possessivos empregados no trecho “seus canteiros agroecológicos, seus quintais produtivos, seu manejo dos animais” têm o mesmo referente que o pronome empregado em “no pé de suas casas”, no período “Vozes sertanejas também nos falaram como superaram a fome, a sede, a miséria, a mortalidade infantil, o saque, a migração, com obras pequenas, no pé de suas casas, como as cisternas de produção e de consumo humano, que guardam a água coletada das chuvas.”.

Alternativas
Q3815447 Português
        Estive em uma mesa que debatia os sistemas alimentares diante das mudanças climáticas durante o 13º Congresso Nacional de Agroecologia, em Juazeiro da Bahia. Por um lado, alguns expositores fizeram de maneira brilhante a análise do movimento do capital mundial, por outro vozes ancestrais, como Raquel Tupinambá, nos falaram da sabedoria dos povos indígenas. Vozes sertanejas também nos falaram como superaram a fome, a sede, a miséria, a mortalidade infantil, o saque, a migração, com obras pequenas, no pé de suas casas, como as cisternas de produção e de consumo humano, que guardam a água coletada das chuvas. Ali estão seus canteiros agroecológicos, seus quintais produtivos, seu manejo dos animais e tantas outras iniciativas. Não é mais uma experiência alternativa, já é um estilo de vida para cerca de 1 milhão de famílias no semiárido brasileiro.

        Nós já temos muito mais que resistência e resiliência, já temos o presente modificando vidas e desenhando o futuro. Não é mais uma alternativa, é o único caminho que possibilita o futuro humano na Terra. Nas mãos, inteligência e coração das pessoas simples e dos povos tradicionais está a esperança de toda a humanidade.

Internet: <outraspalavras.net>  (com adaptações).

No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item seguinte.


Estariam mantidas a correção gramatical e as relações de coesão e coerência textuais se, no trecho “Por um lado, alguns expositores fizeram de maneira brilhante a análise do movimento do capital mundial, por outro vozes ancestrais, como Raquel Tupinambá, nos falaram da sabedoria dos povos indígenas.”, a expressão “por outro” fosse substituída por embora, já que a intenção do autor do texto é contrapor o brilhantismo do conhecimento acadêmico à sabedoria das “vozes ancestrais”.

Alternativas
Respostas
22161: B
22162: C
22163: C
22164: B
22165: A
22166: C
22167: B
22168: D
22169: E
22170: A
22171: D
22172: A
22173: D
22174: D
22175: A
22176: A
22177: C
22178: C
22179: C
22180: E