Questões de Concurso Sobre português

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Q3830513 Português

Relacione as palavras da Coluna 1 com seus respectivos significados na Coluna 2.



Coluna 1 Palavras


1. conserto


2. concerto


3. sessão


4. seção



Coluna 2 Significado


( ) apresentação musical


( ) reparo


( ) parte de um jornal ou revista


( ) período de uma reunião ou evento



Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q3830512 Português

Leia com atenção a notícia abaixo:


Zumbido das abelhas é afetado por mudanças ambientais, diz estudo


Eventos como o aumento da temperatura podem causar sérias implicações para a comunicação, defesa e o processo de polinização das abelhas


André Nicolau



Pesquisas recentes indicam que o zumbido das abelhas, que vai muito além do voo, está sendo afetado pelas mudanças ambientais.


Segundo um estudo da Universidade de Uppsala, na Suécia, fatores como o aumento da temperatura e a exposição a metais pesados podem reduzir a frequência dessas vibrações, o que tem implicações sérias para a comunicação, a defesa e, principalmente, a polinização.


Esses zumbidos, no entanto, são essenciais para a polinização por vibração, um processo no qual as abelhas usam a musculatura do voo para chacoalhar flores específicas e liberar o pólen. O pesquisador Charlie Woodrow, que lidera o estudo publicado no periódico Science Daily, explica que as abelhas podem contrair esses músculos até 400 vezes por segundo para produzir as vibrações necessárias.


Temperatura e poluição: riscos invisíveis


A pesquisa, realizada com abelhas mamangabas (Bombus terrestris), mostrou que a temperatura exerce um papel muito mais importante do que se pensava.


Isso porque as abelhas geram calor metabólico ao vibrar, e se o ambiente já estiver quente, elas podem simplesmente evitar as flores que dependem desse tipo de polinização. Evento que pode impactar gravemente a reprodução de certas plantas e a biodiversidade.


Além da temperatura, a investigação revela que a exposição a metais pesados também diminui a frequência das vibrações. Esse fenômeno levanta a possibilidade de que o zumbido possa ser usado como um indicador de estresse ambiental ou da saúde de um ecossistema.


[…]


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/zumbido-dasabelhas-e-afetado-por-mudancas-ambientais-diz-estudo/ 

O texto informa que as mudanças ambientais interferem no zumbido das abelhas.


De acordo com a notícia, o principal problema gerado a partir dessa alteração é:

Alternativas
Q3830489 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Moda sustentável e meio ambiente: por que investir no consumo consciente?

Nossas escolhas diárias impactam diretamente o meio ambiente, inclusive aquilo que vestimos. O consumo excessivo de roupas e os processos da indústria têxtil contribuem para o uso intensivo de recursos naturais e para a degradação ambiental, o que torna urgente repensar hábitos e adotar práticas mais responsáveis.

Nesse contexto, cresce a importância do consumo consciente e das práticas sustentáveis, tanto por parte das empresas quanto dos consumidores. Marcas que adotam responsabilidade ambiental e social ganham credibilidade, enquanto as pessoas são chamadas a refletir sobre suas escolhas, evitando descartes desnecessários e priorizando peças duráveis e versáteis.

Optar por roupas atemporais e valorizar pequenos produtores e o trabalho artesanal são atitudes que reduzem impactos ambientais e fortalecem economias locais. Ao escolher com consciência, o consumidor contribui para a preservação do planeta e para a construção de uma sociedade mais ética, solidária e comprometida com o futuro.

Texto Adaptado


GARCIA, Anne. Moda sustentável e meio ambiente: por que investir no consumo consciente? Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/moda-sustentavel-e-mei o-ambiente-por-que-e-t-o-importante-investir-no-consumo-consciente-1. 867935 . Acesso em: 16 dez. 2025.
Os diferentes tipos textuais exercem funções comunicativas específicas, sendo veiculados por registros linguísticos adequados a cada situação de uso. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3830487 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Moda sustentável e meio ambiente: por que investir no consumo consciente?

Nossas escolhas diárias impactam diretamente o meio ambiente, inclusive aquilo que vestimos. O consumo excessivo de roupas e os processos da indústria têxtil contribuem para o uso intensivo de recursos naturais e para a degradação ambiental, o que torna urgente repensar hábitos e adotar práticas mais responsáveis.

Nesse contexto, cresce a importância do consumo consciente e das práticas sustentáveis, tanto por parte das empresas quanto dos consumidores. Marcas que adotam responsabilidade ambiental e social ganham credibilidade, enquanto as pessoas são chamadas a refletir sobre suas escolhas, evitando descartes desnecessários e priorizando peças duráveis e versáteis.

Optar por roupas atemporais e valorizar pequenos produtores e o trabalho artesanal são atitudes que reduzem impactos ambientais e fortalecem economias locais. Ao escolher com consciência, o consumidor contribui para a preservação do planeta e para a construção de uma sociedade mais ética, solidária e comprometida com o futuro.

Texto Adaptado


GARCIA, Anne. Moda sustentável e meio ambiente: por que investir no consumo consciente? Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/moda-sustentavel-e-mei o-ambiente-por-que-e-t-o-importante-investir-no-consumo-consciente-1. 867935 . Acesso em: 16 dez. 2025.
O texto apresenta uma reflexão sobre os impactos do consumo no setor da moda e propõe alternativas para um comportamento mais responsável. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3830465 Português
À luz da perspectiva enunciativo-discursiva dos gêneros textuais e de seus desdobramentos pedagógicos nos anos iniciais do ensino fundamental, bem como das implicações adequadas ao ensino da Língua Portuguesa, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3830448 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Projeto contra 'adultização' aprovado no Senado: o que acontece agora?


O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. O texto já havia passado pela Câmara dos Deputados, recebeu alterações no Senado e agora segue para sanção da presidência.


O governo já manifestou apoio explícito à proposta e indicou a intenção de transformá-la em lei. O projeto foi apresentado em 2022 pelo senador Alessandro Vieira. Apesar de ter sido aprovado no Senado em novembro de 2024, permaneceu parado na Câmara até voltar ao centro do debate após a repercussão de denúncias feitas pelo youtuber Felipe Brassanim Pereira, conhecido como Felca.


Em vídeos que alcançaram milhões de visualizações, Felca denunciou produtores de conteúdo no Brasil que exploram crianças e adolescentes nas redes sociais. Um vídeo de cerca de cinquenta minutos, intitulado "adultização", popularizou o termo, usado para descrever a aceleração forçada do desenvolvimento infantil, levando crianças a adotarem comportamentos ou responsabilidades incompatíveis com sua idade.


O projeto aprovado passou a ser chamado de Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Entre as principais mudanças, está a determinação de que redes sociais removam imediatamente conteúdos denunciados como abusivos por vítimas, responsáveis legais, Ministério Público ou entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes, independentemente de ordem judicial.


Caso as próprias empresas de tecnologia identifiquem conteúdos relacionados a abuso, sequestro, aliciamento ou exploração, devem comunicar imediatamente as autoridades competentes. Pessoas denunciadas por esse tipo de conteúdo serão notificadas, receberão a justificativa da retirada da publicação e terão possibilidade de recorrer da decisão.


O texto prevê a aplicação de multas a pessoas físicas e jurídicas. Mediante decisão judicial, empresas também podem ter suas atividades suspensas ou até proibidas de forma definitiva. Outra medida relevante estabelece que contas de menores de dezesseis anos em redes sociais deverão ser vinculadas às de um responsável adulto, proibindo a verificação de idade baseada apenas em autodeclaração.


A proposta também prevê a criação de um órgão autônomo para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes, cuja regulamentação dependerá de uma nova lei. Essa autoridade ficará responsável por fiscalizar a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.


Um dos principais desafios apontados é a adaptação das grandes empresas de tecnologia às novas exigências, já que suas responsabilidades são ampliadas. No Brasil e em outros países, seguem em curso disputas entre autoridades e essas plataformas sobre o controle do conteúdo publicado e sobre a responsabilidade, inclusive financeira, das empresas em relação aos materiais veiculados.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8372gpjdro.adaptado. 

O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a "ampliar" a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.


De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:


Alternativas
Q3830447 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Projeto contra 'adultização' aprovado no Senado: o que acontece agora?


O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. O texto já havia passado pela Câmara dos Deputados, recebeu alterações no Senado e agora segue para sanção da presidência.


O governo já manifestou apoio explícito à proposta e indicou a intenção de transformá-la em lei. O projeto foi apresentado em 2022 pelo senador Alessandro Vieira. Apesar de ter sido aprovado no Senado em novembro de 2024, permaneceu parado na Câmara até voltar ao centro do debate após a repercussão de denúncias feitas pelo youtuber Felipe Brassanim Pereira, conhecido como Felca.


Em vídeos que alcançaram milhões de visualizações, Felca denunciou produtores de conteúdo no Brasil que exploram crianças e adolescentes nas redes sociais. Um vídeo de cerca de cinquenta minutos, intitulado "adultização", popularizou o termo, usado para descrever a aceleração forçada do desenvolvimento infantil, levando crianças a adotarem comportamentos ou responsabilidades incompatíveis com sua idade.


O projeto aprovado passou a ser chamado de Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Entre as principais mudanças, está a determinação de que redes sociais removam imediatamente conteúdos denunciados como abusivos por vítimas, responsáveis legais, Ministério Público ou entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes, independentemente de ordem judicial.


Caso as próprias empresas de tecnologia identifiquem conteúdos relacionados a abuso, sequestro, aliciamento ou exploração, devem comunicar imediatamente as autoridades competentes. Pessoas denunciadas por esse tipo de conteúdo serão notificadas, receberão a justificativa da retirada da publicação e terão possibilidade de recorrer da decisão.


O texto prevê a aplicação de multas a pessoas físicas e jurídicas. Mediante decisão judicial, empresas também podem ter suas atividades suspensas ou até proibidas de forma definitiva. Outra medida relevante estabelece que contas de menores de dezesseis anos em redes sociais deverão ser vinculadas às de um responsável adulto, proibindo a verificação de idade baseada apenas em autodeclaração.


A proposta também prevê a criação de um órgão autônomo para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes, cuja regulamentação dependerá de uma nova lei. Essa autoridade ficará responsável por fiscalizar a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.


Um dos principais desafios apontados é a adaptação das grandes empresas de tecnologia às novas exigências, já que suas responsabilidades são ampliadas. No Brasil e em outros países, seguem em curso disputas entre autoridades e essas plataformas sobre o controle do conteúdo publicado e sobre a responsabilidade, inclusive financeira, das empresas em relação aos materiais veiculados.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8372gpjdro.adaptado. 

A leitura de textos informativos exige a identificação da ideia central e a compreensão de como os argumentos e informações se articulam para explicar determinado fenômeno ou decisão institucional.

De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3830411 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Projeto contra 'adultização' aprovado no Senado: o que acontece agora?


O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. O texto já havia passado pela Câmara dos Deputados, recebeu alterações no Senado e agora segue para sanção da presidência.


O governo já manifestou apoio explícito à proposta e indicou a intenção de transformá-la em lei. O projeto foi apresentado em 2022 pelo senador Alessandro Vieira. Apesar de ter sido aprovado no Senado em novembro de 2024, permaneceu parado na Câmara até voltar ao centro do debate após a repercussão de denúncias feitas pelo youtuber Felipe Brassanim Pereira, conhecido como Felca.


Em vídeos que alcançaram milhões de visualizações, Felca denunciou produtores de conteúdo no Brasil que exploram crianças e adolescentes nas redes sociais. Um vídeo de cerca de cinquenta minutos, intitulado "adultização", popularizou o termo, usado para descrever a aceleração forçada do desenvolvimento infantil, levando crianças a adotarem comportamentos ou responsabilidades incompatíveis com sua idade.


O projeto aprovado passou a ser chamado de Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Entre as principais mudanças, está a determinação de que redes sociais removam imediatamente conteúdos denunciados como abusivos por vítimas, responsáveis legais, Ministério Público ou entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes, independentemente de ordem judicial.


Caso as próprias empresas de tecnologia identifiquem conteúdos relacionados a abuso, sequestro, aliciamento ou exploração, devem comunicar imediatamente as autoridades competentes. Pessoas denunciadas por esse tipo de conteúdo serão notificadas, receberão a justificativa da retirada da publicação e terão possibilidade de recorrer da decisão.


O texto prevê a aplicação de multas a pessoas físicas e jurídicas. Mediante decisão judicial, empresas também podem ter suas atividades suspensas ou até proibidas de forma definitiva. Outra medida relevante estabelece que contas de menores de dezesseis anos em redes sociais deverão ser vinculadas às de um responsável adulto, proibindo a verificação de idade baseada apenas em autodeclaração.


A proposta também prevê a criação de um órgão autônomo para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes, cuja regulamentação dependerá de uma nova lei. Essa autoridade ficará responsável por fiscalizar a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.


Um dos principais desafios apontados é a adaptação das grandes empresas de tecnologia às novas exigências, já que suas responsabilidades são ampliadas. No Brasil e em outros países, seguem em curso disputas entre autoridades e essas plataformas sobre o controle do conteúdo publicado e sobre a responsabilidade, inclusive financeira, das empresas em relação aos materiais veiculados.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8372gpjdro.adaptado.

A leitura de textos informativos exige a identificação da ideia central e a compreensão de como os argumentos e informações se articulam para explicar determinado fenômeno ou decisão institucional.


De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3830407 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Projeto contra 'adultização' aprovado no Senado: o que acontece agora?


O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. O texto já havia passado pela Câmara dos Deputados, recebeu alterações no Senado e agora segue para sanção da presidência.


O governo já manifestou apoio explícito à proposta e indicou a intenção de transformá-la em lei. O projeto foi apresentado em 2022 pelo senador Alessandro Vieira. Apesar de ter sido aprovado no Senado em novembro de 2024, permaneceu parado na Câmara até voltar ao centro do debate após a repercussão de denúncias feitas pelo youtuber Felipe Brassanim Pereira, conhecido como Felca.


Em vídeos que alcançaram milhões de visualizações, Felca denunciou produtores de conteúdo no Brasil que exploram crianças e adolescentes nas redes sociais. Um vídeo de cerca de cinquenta minutos, intitulado "adultização", popularizou o termo, usado para descrever a aceleração forçada do desenvolvimento infantil, levando crianças a adotarem comportamentos ou responsabilidades incompatíveis com sua idade.


O projeto aprovado passou a ser chamado de Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Entre as principais mudanças, está a determinação de que redes sociais removam imediatamente conteúdos denunciados como abusivos por vítimas, responsáveis legais, Ministério Público ou entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes, independentemente de ordem judicial.


Caso as próprias empresas de tecnologia identifiquem conteúdos relacionados a abuso, sequestro, aliciamento ou exploração, devem comunicar imediatamente as autoridades competentes. Pessoas denunciadas por esse tipo de conteúdo serão notificadas, receberão a justificativa da retirada da publicação e terão possibilidade de recorrer da decisão.


O texto prevê a aplicação de multas a pessoas físicas e jurídicas. Mediante decisão judicial, empresas também podem ter suas atividades suspensas ou até proibidas de forma definitiva. Outra medida relevante estabelece que contas de menores de dezesseis anos em redes sociais deverão ser vinculadas às de um responsável adulto, proibindo a verificação de idade baseada apenas em autodeclaração.


A proposta também prevê a criação de um órgão autônomo para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes, cuja regulamentação dependerá de uma nova lei. Essa autoridade ficará responsável por fiscalizar a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.


Um dos principais desafios apontados é a adaptação das grandes empresas de tecnologia às novas exigências, já que suas responsabilidades são ampliadas. No Brasil e em outros países, seguem em curso disputas entre autoridades e essas plataformas sobre o controle do conteúdo publicado e sobre a responsabilidade, inclusive financeira, das empresas em relação aos materiais veiculados.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8372gpjdro.adaptado.

O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a "ampliar" a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.


De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:

Alternativas
Q3830383 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


PERGUNTAS


Um velho mestre vivia dizendo a seus discípulos que buscassem, eles mesmos, as respostas para suas dúvidas. Mas não adiantava nada. Os jovens alunos sempre chegavam esperando que o mestre resolvesse suas dúvidas e problemas.

Um dia, já cansado daquilo, o velho sábio colocou um cartaz na porta de casa onde estava escrito:


RESPONDO DUAS PERGUNTAS POR CEM MOEDAS.


Então, um de seus discípulos o procurou dizendo que tinha duas questões muito importantes. O jovem contou as cem moedas. Entregou ao mestre, mas disse um pouco contrariado:

- Mestre, não acha meio caro cem moedas para apenas duas perguntas? 

E o mestre respondeu:

- Sim! É caro! E qual é a segunda pergunta?


PESSÔA, Augusto. Perguntas. Augusto Pessôa − Contos de sabedoria, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.augustopessoa.com/contos-de-sabedoria . Acesso em: 03 jan. 2026.
No trecho "Um dia, já cansado daquilo, o velho sábio colocou um cartaz na porta de casa...", a palavra "velho" possui um papel específico na frase.

Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA quanto à sua classificação gramatical.
Alternativas
Q3830382 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


PERGUNTAS


Um velho mestre vivia dizendo a seus discípulos que buscassem, eles mesmos, as respostas para suas dúvidas. Mas não adiantava nada. Os jovens alunos sempre chegavam esperando que o mestre resolvesse suas dúvidas e problemas.

Um dia, já cansado daquilo, o velho sábio colocou um cartaz na porta de casa onde estava escrito:


RESPONDO DUAS PERGUNTAS POR CEM MOEDAS.


Então, um de seus discípulos o procurou dizendo que tinha duas questões muito importantes. O jovem contou as cem moedas. Entregou ao mestre, mas disse um pouco contrariado:

- Mestre, não acha meio caro cem moedas para apenas duas perguntas? 

E o mestre respondeu:

- Sim! É caro! E qual é a segunda pergunta?


PESSÔA, Augusto. Perguntas. Augusto Pessôa − Contos de sabedoria, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.augustopessoa.com/contos-de-sabedoria . Acesso em: 03 jan. 2026.
No trecho "Mas não adiantava nada.", o termo "mas" tem uma função importante no texto.

Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3830243 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Projeto contra 'adultização' aprovado no Senado: o que acontece agora?

 

O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. O texto já havia passado pela Câmara dos Deputados, recebeu alterações no Senado e agora segue para sanção da presidência.

 

O governo já manifestou apoio explícito à proposta e indicou a intenção de transformá-la em lei. O projeto foi apresentado em 2022 pelo senador Alessandro Vieira. Apesar de ter sido aprovado no Senado em novembro de 2024, permaneceu parado na Câmara até voltar ao centro do debate após a repercussão de denúncias feitas pelo youtuber Felipe Brassanim Pereira, conhecido como Felca.

 

Em vídeos que alcançaram milhões de visualizações, Felca denunciou produtores de conteúdo no Brasil que exploram crianças e adolescentes nas redes sociais. Um vídeo de cerca de cinquenta minutos, intitulado "adultização", popularizou o termo, usado para descrever a aceleração forçada do desenvolvimento infantil, levando crianças a adotarem comportamentos ou responsabilidades incompatíveis com sua idade.

 

O projeto aprovado passou a ser chamado de Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Entre as principais mudanças, está a determinação de que redes sociais removam imediatamente conteúdos denunciados como abusivos por vítimas, responsáveis legais, Ministério Público ou entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes, independentemente de ordem judicial.

 

Caso as próprias empresas de tecnologia identifiquem conteúdos relacionados a abuso, sequestro, aliciamento ou exploração, devem comunicar imediatamente as autoridades competentes. Pessoas denunciadas por esse tipo de conteúdo serão notificadas, receberão a justificativa da retirada da publicação e terão possibilidade de recorrer da decisão.

 

O texto prevê a aplicação de multas a pessoas físicas e jurídicas. Mediante decisão judicial, empresas também podem ter suas atividades suspensas ou até proibidas de forma definitiva. Outra medida relevante estabelece que contas de menores de dezesseis anos em redes sociais deverão ser vinculadas às de um responsável adulto, proibindo a verificação de idade baseada apenas em autodeclaração.

 

A proposta também prevê a criação de um órgão autônomo para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes, cuja regulamentação dependerá de uma nova lei. Essa autoridade ficará responsável por fiscalizar a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.

 

Um dos principais desafios apontados é a adaptação das grandes empresas de tecnologia às novas exigências, já que suas responsabilidades são ampliadas. No Brasil e em outros países, seguem em curso disputas entre autoridades e essas plataformas sobre o controle do conteúdo publicado e sobre a responsabilidade, inclusive financeira, das empresas em relação aos materiais veiculados.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8372gpjdro.adaptado.

O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a "ampliar" a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:
Alternativas
Q3830242 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Projeto contra 'adultização' aprovado no Senado: o que acontece agora?

 

O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. O texto já havia passado pela Câmara dos Deputados, recebeu alterações no Senado e agora segue para sanção da presidência.

 

O governo já manifestou apoio explícito à proposta e indicou a intenção de transformá-la em lei. O projeto foi apresentado em 2022 pelo senador Alessandro Vieira. Apesar de ter sido aprovado no Senado em novembro de 2024, permaneceu parado na Câmara até voltar ao centro do debate após a repercussão de denúncias feitas pelo youtuber Felipe Brassanim Pereira, conhecido como Felca.

 

Em vídeos que alcançaram milhões de visualizações, Felca denunciou produtores de conteúdo no Brasil que exploram crianças e adolescentes nas redes sociais. Um vídeo de cerca de cinquenta minutos, intitulado "adultização", popularizou o termo, usado para descrever a aceleração forçada do desenvolvimento infantil, levando crianças a adotarem comportamentos ou responsabilidades incompatíveis com sua idade.

 

O projeto aprovado passou a ser chamado de Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Entre as principais mudanças, está a determinação de que redes sociais removam imediatamente conteúdos denunciados como abusivos por vítimas, responsáveis legais, Ministério Público ou entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes, independentemente de ordem judicial.

 

Caso as próprias empresas de tecnologia identifiquem conteúdos relacionados a abuso, sequestro, aliciamento ou exploração, devem comunicar imediatamente as autoridades competentes. Pessoas denunciadas por esse tipo de conteúdo serão notificadas, receberão a justificativa da retirada da publicação e terão possibilidade de recorrer da decisão.

 

O texto prevê a aplicação de multas a pessoas físicas e jurídicas. Mediante decisão judicial, empresas também podem ter suas atividades suspensas ou até proibidas de forma definitiva. Outra medida relevante estabelece que contas de menores de dezesseis anos em redes sociais deverão ser vinculadas às de um responsável adulto, proibindo a verificação de idade baseada apenas em autodeclaração.

 

A proposta também prevê a criação de um órgão autônomo para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes, cuja regulamentação dependerá de uma nova lei. Essa autoridade ficará responsável por fiscalizar a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.

 

Um dos principais desafios apontados é a adaptação das grandes empresas de tecnologia às novas exigências, já que suas responsabilidades são ampliadas. No Brasil e em outros países, seguem em curso disputas entre autoridades e essas plataformas sobre o controle do conteúdo publicado e sobre a responsabilidade, inclusive financeira, das empresas em relação aos materiais veiculados.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8372gpjdro.adaptado.

A leitura de textos informativos exige a identificação da ideia central e a compreensão de como os argumentos e informações se articulam para explicar determinado fenômeno ou decisão institucional.
De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3830241 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Projeto contra 'adultização' aprovado no Senado: o que acontece agora?

 

O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. O texto já havia passado pela Câmara dos Deputados, recebeu alterações no Senado e agora segue para sanção da presidência.

 

O governo já manifestou apoio explícito à proposta e indicou a intenção de transformá-la em lei. O projeto foi apresentado em 2022 pelo senador Alessandro Vieira. Apesar de ter sido aprovado no Senado em novembro de 2024, permaneceu parado na Câmara até voltar ao centro do debate após a repercussão de denúncias feitas pelo youtuber Felipe Brassanim Pereira, conhecido como Felca.

 

Em vídeos que alcançaram milhões de visualizações, Felca denunciou produtores de conteúdo no Brasil que exploram crianças e adolescentes nas redes sociais. Um vídeo de cerca de cinquenta minutos, intitulado "adultização", popularizou o termo, usado para descrever a aceleração forçada do desenvolvimento infantil, levando crianças a adotarem comportamentos ou responsabilidades incompatíveis com sua idade.

 

O projeto aprovado passou a ser chamado de Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Entre as principais mudanças, está a determinação de que redes sociais removam imediatamente conteúdos denunciados como abusivos por vítimas, responsáveis legais, Ministério Público ou entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes, independentemente de ordem judicial.

 

Caso as próprias empresas de tecnologia identifiquem conteúdos relacionados a abuso, sequestro, aliciamento ou exploração, devem comunicar imediatamente as autoridades competentes. Pessoas denunciadas por esse tipo de conteúdo serão notificadas, receberão a justificativa da retirada da publicação e terão possibilidade de recorrer da decisão.

 

O texto prevê a aplicação de multas a pessoas físicas e jurídicas. Mediante decisão judicial, empresas também podem ter suas atividades suspensas ou até proibidas de forma definitiva. Outra medida relevante estabelece que contas de menores de dezesseis anos em redes sociais deverão ser vinculadas às de um responsável adulto, proibindo a verificação de idade baseada apenas em autodeclaração.

 

A proposta também prevê a criação de um órgão autônomo para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes, cuja regulamentação dependerá de uma nova lei. Essa autoridade ficará responsável por fiscalizar a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.

 

Um dos principais desafios apontados é a adaptação das grandes empresas de tecnologia às novas exigências, já que suas responsabilidades são ampliadas. No Brasil e em outros países, seguem em curso disputas entre autoridades e essas plataformas sobre o controle do conteúdo publicado e sobre a responsabilidade, inclusive financeira, das empresas em relação aos materiais veiculados.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8372gpjdro.adaptado.

O texto apresenta informações organizadas de forma objetiva, com linguagem clara e estrutura lógica, buscando explicar um fato recente de interesse público e suas implicações sociais.
De acordo com o TEXTO-BASE, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3830203 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Projeto contra 'adultização' aprovado no Senado: o que acontece agora?

 

O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. O texto já havia passado pela Câmara dos Deputados, recebeu alterações no Senado e agora segue para sanção da presidência.

 

O governo já manifestou apoio explícito à proposta e indicou a intenção de transformá-la em lei. O projeto foi apresentado em 2022 pelo senador Alessandro Vieira. Apesar de ter sido aprovado no Senado em novembro de 2024, permaneceu parado na Câmara até voltar ao centro do debate após a repercussão de denúncias feitas pelo youtuber Felipe Brassanim Pereira, conhecido como Felca.

 

Em vídeos que alcançaram milhões de visualizações, Felca denunciou produtores de conteúdo no Brasil que exploram crianças e adolescentes nas redes sociais. Um vídeo de cerca de cinquenta minutos, intitulado "adultização", popularizou o termo, usado para descrever a aceleração forçada do desenvolvimento infantil, levando crianças a adotarem comportamentos ou responsabilidades incompatíveis com sua idade.

 

O projeto aprovado passou a ser chamado de Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Entre as principais mudanças, está a determinação de que redes sociais removam imediatamente conteúdos denunciados como abusivos por vítimas, responsáveis legais, Ministério Público ou entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes, independentemente de ordem judicial.

 

Caso as próprias empresas de tecnologia identifiquem conteúdos relacionados a abuso, sequestro, aliciamento ou exploração, devem comunicar imediatamente as autoridades competentes. Pessoas denunciadas por esse tipo de conteúdo serão notificadas, receberão a justificativa da retirada da publicação e terão possibilidade de recorrer da decisão.

 

O texto prevê a aplicação de multas a pessoas físicas e jurídicas. Mediante decisão judicial, empresas também podem ter suas atividades suspensas ou até proibidas de forma definitiva. Outra medida relevante estabelece que contas de menores de dezesseis anos em redes sociais deverão ser vinculadas às de um responsável adulto, proibindo a verificação de idade baseada apenas em autodeclaração.

 

A proposta também prevê a criação de um órgão autônomo para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes, cuja regulamentação dependerá de uma nova lei. Essa autoridade ficará responsável por fiscalizar a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.

 

Um dos principais desafios apontados é a adaptação das grandes empresas de tecnologia às novas exigências, já que suas responsabilidades são ampliadas. No Brasil e em outros países, seguem em curso disputas entre autoridades e essas plataformas sobre o controle do conteúdo publicado e sobre a responsabilidade, inclusive financeira, das empresas em relação aos materiais veiculados.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8372gpjdro.adaptado.

O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a "ampliar" a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como: 
Alternativas
Q3830201 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Projeto contra 'adultização' aprovado no Senado: o que acontece agora?

 

O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. O texto já havia passado pela Câmara dos Deputados, recebeu alterações no Senado e agora segue para sanção da presidência.

 

O governo já manifestou apoio explícito à proposta e indicou a intenção de transformá-la em lei. O projeto foi apresentado em 2022 pelo senador Alessandro Vieira. Apesar de ter sido aprovado no Senado em novembro de 2024, permaneceu parado na Câmara até voltar ao centro do debate após a repercussão de denúncias feitas pelo youtuber Felipe Brassanim Pereira, conhecido como Felca.

 

Em vídeos que alcançaram milhões de visualizações, Felca denunciou produtores de conteúdo no Brasil que exploram crianças e adolescentes nas redes sociais. Um vídeo de cerca de cinquenta minutos, intitulado "adultização", popularizou o termo, usado para descrever a aceleração forçada do desenvolvimento infantil, levando crianças a adotarem comportamentos ou responsabilidades incompatíveis com sua idade.

 

O projeto aprovado passou a ser chamado de Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Entre as principais mudanças, está a determinação de que redes sociais removam imediatamente conteúdos denunciados como abusivos por vítimas, responsáveis legais, Ministério Público ou entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes, independentemente de ordem judicial.

 

Caso as próprias empresas de tecnologia identifiquem conteúdos relacionados a abuso, sequestro, aliciamento ou exploração, devem comunicar imediatamente as autoridades competentes. Pessoas denunciadas por esse tipo de conteúdo serão notificadas, receberão a justificativa da retirada da publicação e terão possibilidade de recorrer da decisão.

 

O texto prevê a aplicação de multas a pessoas físicas e jurídicas. Mediante decisão judicial, empresas também podem ter suas atividades suspensas ou até proibidas de forma definitiva. Outra medida relevante estabelece que contas de menores de dezesseis anos em redes sociais deverão ser vinculadas às de um responsável adulto, proibindo a verificação de idade baseada apenas em autodeclaração.

 

A proposta também prevê a criação de um órgão autônomo para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes, cuja regulamentação dependerá de uma nova lei. Essa autoridade ficará responsável por fiscalizar a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.

 

Um dos principais desafios apontados é a adaptação das grandes empresas de tecnologia às novas exigências, já que suas responsabilidades são ampliadas. No Brasil e em outros países, seguem em curso disputas entre autoridades e essas plataformas sobre o controle do conteúdo publicado e sobre a responsabilidade, inclusive financeira, das empresas em relação aos materiais veiculados.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8372gpjdro.adaptado.

A leitura de textos informativos exige a identificação da ideia central e a compreensão de como os argumentos e informações se articulam para explicar determinado fenômeno ou decisão institucional.
De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3830151 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Projeto contra 'adultização' aprovado no Senado: o que acontece agora?

 

O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. O texto já havia passado pela Câmara dos Deputados, recebeu alterações no Senado e agora segue para sanção da presidência.

 

O governo já manifestou apoio explícito à proposta e indicou a intenção de transformá-la em lei. O projeto foi apresentado em 2022 pelo senador Alessandro Vieira. Apesar de ter sido aprovado no Senado em novembro de 2024, permaneceu parado na Câmara até voltar ao centro do debate após a repercussão de denúncias feitas pelo youtuber Felipe Brassanim Pereira, conhecido como Felca.

 

Em vídeos que alcançaram milhões de visualizações, Felca denunciou produtores de conteúdo no Brasil que exploram crianças e adolescentes nas redes sociais. Um vídeo de cerca de cinquenta minutos, intitulado "adultização", popularizou o termo, usado para descrever a aceleração forçada do desenvolvimento infantil, levando crianças a adotarem comportamentos ou responsabilidades incompatíveis com sua idade.

 

O projeto aprovado passou a ser chamado de Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Entre as principais mudanças, está a determinação de que redes sociais removam imediatamente conteúdos denunciados como abusivos por vítimas, responsáveis legais, Ministério Público ou entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes, independentemente de ordem judicial.

 

Caso as próprias empresas de tecnologia identifiquem conteúdos relacionados a abuso, sequestro, aliciamento ou exploração, devem comunicar imediatamente as autoridades competentes. Pessoas denunciadas por esse tipo de conteúdo serão notificadas, receberão a justificativa da retirada da publicação e terão possibilidade de recorrer da decisão.

 

O texto prevê a aplicação de multas a pessoas físicas e jurídicas. Mediante decisão judicial, empresas também podem ter suas atividades suspensas ou até proibidas de forma definitiva. Outra medida relevante estabelece que contas de menores de dezesseis anos em redes sociais deverão ser vinculadas às de um responsável adulto, proibindo a verificação de idade baseada apenas em autodeclaração.

 

A proposta também prevê a criação de um órgão autônomo para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes, cuja regulamentação dependerá de uma nova lei. Essa autoridade ficará responsável por fiscalizar a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.

 

Um dos principais desafios apontados é a adaptação das grandes empresas de tecnologia às novas exigências, já que suas responsabilidades são ampliadas. No Brasil e em outros países, seguem em curso disputas entre autoridades e essas plataformas sobre o controle do conteúdo publicado e sobre a responsabilidade, inclusive financeira, das empresas em relação aos materiais veiculados.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8372gpjdro.adaptado.

As principais mudanças determinam que redes sociais removam imediatamente conteúdos denunciados como abusivos.
Em relação à concordância nominal, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3830149 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Projeto contra 'adultização' aprovado no Senado: o que acontece agora?

 

O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. O texto já havia passado pela Câmara dos Deputados, recebeu alterações no Senado e agora segue para sanção da presidência.

 

O governo já manifestou apoio explícito à proposta e indicou a intenção de transformá-la em lei. O projeto foi apresentado em 2022 pelo senador Alessandro Vieira. Apesar de ter sido aprovado no Senado em novembro de 2024, permaneceu parado na Câmara até voltar ao centro do debate após a repercussão de denúncias feitas pelo youtuber Felipe Brassanim Pereira, conhecido como Felca.

 

Em vídeos que alcançaram milhões de visualizações, Felca denunciou produtores de conteúdo no Brasil que exploram crianças e adolescentes nas redes sociais. Um vídeo de cerca de cinquenta minutos, intitulado "adultização", popularizou o termo, usado para descrever a aceleração forçada do desenvolvimento infantil, levando crianças a adotarem comportamentos ou responsabilidades incompatíveis com sua idade.

 

O projeto aprovado passou a ser chamado de Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Entre as principais mudanças, está a determinação de que redes sociais removam imediatamente conteúdos denunciados como abusivos por vítimas, responsáveis legais, Ministério Público ou entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes, independentemente de ordem judicial.

 

Caso as próprias empresas de tecnologia identifiquem conteúdos relacionados a abuso, sequestro, aliciamento ou exploração, devem comunicar imediatamente as autoridades competentes. Pessoas denunciadas por esse tipo de conteúdo serão notificadas, receberão a justificativa da retirada da publicação e terão possibilidade de recorrer da decisão.

 

O texto prevê a aplicação de multas a pessoas físicas e jurídicas. Mediante decisão judicial, empresas também podem ter suas atividades suspensas ou até proibidas de forma definitiva. Outra medida relevante estabelece que contas de menores de dezesseis anos em redes sociais deverão ser vinculadas às de um responsável adulto, proibindo a verificação de idade baseada apenas em autodeclaração.

 

A proposta também prevê a criação de um órgão autônomo para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes, cuja regulamentação dependerá de uma nova lei. Essa autoridade ficará responsável por fiscalizar a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.

 

Um dos principais desafios apontados é a adaptação das grandes empresas de tecnologia às novas exigências, já que suas responsabilidades são ampliadas. No Brasil e em outros países, seguem em curso disputas entre autoridades e essas plataformas sobre o controle do conteúdo publicado e sobre a responsabilidade, inclusive financeira, das empresas em relação aos materiais veiculados.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8372gpjdro.adaptado.

A leitura de textos informativos exige a identificação da ideia central e a compreensão de como os argumentos e informações se articulam para explicar determinado fenômeno ou decisão institucional.
De acordo com o assunto tratado, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3830147 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Projeto contra 'adultização' aprovado no Senado: o que acontece agora?

 

O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. O texto já havia passado pela Câmara dos Deputados, recebeu alterações no Senado e agora segue para sanção da presidência.

 

O governo já manifestou apoio explícito à proposta e indicou a intenção de transformá-la em lei. O projeto foi apresentado em 2022 pelo senador Alessandro Vieira. Apesar de ter sido aprovado no Senado em novembro de 2024, permaneceu parado na Câmara até voltar ao centro do debate após a repercussão de denúncias feitas pelo youtuber Felipe Brassanim Pereira, conhecido como Felca.

 

Em vídeos que alcançaram milhões de visualizações, Felca denunciou produtores de conteúdo no Brasil que exploram crianças e adolescentes nas redes sociais. Um vídeo de cerca de cinquenta minutos, intitulado "adultização", popularizou o termo, usado para descrever a aceleração forçada do desenvolvimento infantil, levando crianças a adotarem comportamentos ou responsabilidades incompatíveis com sua idade.

 

O projeto aprovado passou a ser chamado de Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Entre as principais mudanças, está a determinação de que redes sociais removam imediatamente conteúdos denunciados como abusivos por vítimas, responsáveis legais, Ministério Público ou entidades de defesa dos direitos de crianças e adolescentes, independentemente de ordem judicial.

 

Caso as próprias empresas de tecnologia identifiquem conteúdos relacionados a abuso, sequestro, aliciamento ou exploração, devem comunicar imediatamente as autoridades competentes. Pessoas denunciadas por esse tipo de conteúdo serão notificadas, receberão a justificativa da retirada da publicação e terão possibilidade de recorrer da decisão.

 

O texto prevê a aplicação de multas a pessoas físicas e jurídicas. Mediante decisão judicial, empresas também podem ter suas atividades suspensas ou até proibidas de forma definitiva. Outra medida relevante estabelece que contas de menores de dezesseis anos em redes sociais deverão ser vinculadas às de um responsável adulto, proibindo a verificação de idade baseada apenas em autodeclaração.

 

A proposta também prevê a criação de um órgão autônomo para a proteção dos direitos de crianças e adolescentes, cuja regulamentação dependerá de uma nova lei. Essa autoridade ficará responsável por fiscalizar a aplicação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente.

 

Um dos principais desafios apontados é a adaptação das grandes empresas de tecnologia às novas exigências, já que suas responsabilidades são ampliadas. No Brasil e em outros países, seguem em curso disputas entre autoridades e essas plataformas sobre o controle do conteúdo publicado e sobre a responsabilidade, inclusive financeira, das empresas em relação aos materiais veiculados.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8372gpjdro.adaptado.

O Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei voltado a "ampliar" a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como: 
Alternativas
Q3830112 Português
Moda sustentável e meio ambiente: por que investir no consumo consciente?


Nossas escolhas diárias impactam diretamente o meio ambiente, inclusive aquilo que vestimos. O consumo excessivo de roupas e os processos da indústria têxtil contribuem para o uso intensivo de recursos naturais e para a degradação ambiental, o que torna urgente repensar hábitos e adotar práticas mais responsáveis.

Nesse contexto, cresce a importância do consumo consciente e das práticas sustentáveis, tanto por parte das empresas quanto dos consumidores. Marcas que adotam responsabilidade ambiental e social ganham credibilidade, enquanto as pessoas são chamadas a refletir sobre suas escolhas, evitando descartes desnecessários e priorizando peças duráveis e versáteis.

Optar por roupas atemporais e valorizar pequenos produtores e o trabalho artesanal são atitudes que reduzem impactos ambientais e fortalecem economias locais. Ao escolher com consciência, o consumidor contribui para a preservação do planeta e para a construção de uma sociedade mais ética, solidária e comprometida com o futuro.

Texto Adaptado


GARCIA, Anne. Moda sustentável e meio ambiente: por que investir no consumo consciente? Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/moda-sustentavel-e-mei o-ambiente-por-que-e-t-o-importante-investir-no-consumo-consciente-1. 867935 . Acesso em: 16 dez. 2025.
O texto apresenta uma reflexão sobre os impactos do consumo no setor da moda e propõe alternativas para um comportamento mais responsável. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
21301: B
21302: A
21303: B
21304: D
21305: A
21306: B
21307: A
21308: D
21309: A
21310: A
21311: A
21312: A
21313: B
21314: C
21315: A
21316: C
21317: D
21318: C
21319: C
21320: A