Questões de Concurso Sobre português

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Q3803915 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

O Mistério da Floresta

 

Era uma vez uma floresta encantada, onde os animais viviam em paz e harmonia. Todos os dias, eles se reuniam para brincar e se divertir. Mas certo dia, um mistério assustador tomou conta da floresta.


Os animais começaram a perceber que algumas árvores estavam desaparecendo misteriosamente. Eles ficaram preocupados e decidiram investigar o que estava acontecendo. O coelho ágil e esperto, o esquilo curioso e o pássaro sábio se uniram para desvendar o mistério.


Eles vasculharam a floresta em busca de pistas e, finalmente, descobriram que um grupo de lenhadores estava cortando as árvores para construir casas. Os animais ficaram chateados, pois a floresta era o seu lar e as árvores eram seus amigos.


Determinados a resolver o problema, os três amigos elaboraram um plano inteligente. Eles conversaram com os lenhadores e explicaram que a floresta era importante para todos os seres que ali viviam. Os lenhadores, tocados pela preocupação dos animais, concordaram em parar de cortar as árvores.


Assim, a paz retornou à floresta, e os animais aprenderam que juntos, com união e sabedoria, eles poderiam superar qualquer desafio.

Como os animais resolveram o problema das árvores sendo cortadas?
Alternativas
Q3803914 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

O Mistério da Floresta

 

Era uma vez uma floresta encantada, onde os animais viviam em paz e harmonia. Todos os dias, eles se reuniam para brincar e se divertir. Mas certo dia, um mistério assustador tomou conta da floresta.


Os animais começaram a perceber que algumas árvores estavam desaparecendo misteriosamente. Eles ficaram preocupados e decidiram investigar o que estava acontecendo. O coelho ágil e esperto, o esquilo curioso e o pássaro sábio se uniram para desvendar o mistério.


Eles vasculharam a floresta em busca de pistas e, finalmente, descobriram que um grupo de lenhadores estava cortando as árvores para construir casas. Os animais ficaram chateados, pois a floresta era o seu lar e as árvores eram seus amigos.


Determinados a resolver o problema, os três amigos elaboraram um plano inteligente. Eles conversaram com os lenhadores e explicaram que a floresta era importante para todos os seres que ali viviam. Os lenhadores, tocados pela preocupação dos animais, concordaram em parar de cortar as árvores.


Assim, a paz retornou à floresta, e os animais aprenderam que juntos, com união e sabedoria, eles poderiam superar qualquer desafio.

Por que os animais da floresta ficaram preocupados? 
Alternativas
Q3803913 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

A Jornada do Viajante

 


No vasto horizonte, um viajante solitário caminhava pela estrada poeirenta, seus passos ressoando no silêncio da tarde. Seus olhos buscavam além das colinas, ansiando por descobrir os segredos que o mundo guardava. Cada passo era uma jornada em direção ao desconhecido, uma busca incessante por respostas que o tempo ainda não havia revelado.

 

O sol estava prestes a se pôr quando o viajante avistou uma antiga cabana no topo de uma colina. Com passos determinados, ele subiu até lá, ansioso por um abrigo para a noite que se aproximava. Ao chegar, encontrou um velho sábio sentado em frente à cabana, olhando para o horizonte com um semblante sereno.

 

"Quem és tu, viajante, e o que buscas nesta jornada solitária?", perguntou o sábio, sua voz suave como o sussurro do vento.

 

O viajante respondeu com determinação: "Eu sou apenas um buscador de verdades, um viajante em busca de conhecimento e sabedoria. Busco compreender os mistérios do mundo e encontrar meu destino neste vasto universo."

 

O sábio sorriu com sabedoria e disse: "As respostas que procuras não estão apenas nas terras distantes que percorres, mas também dentro de ti mesmo. A jornada mais importante que farás é aquela que te leva ao encontro do teu próprio ser."

 

Com essas palavras, o viajante percebeu a profundidade da sabedoria do sábio e sentiu um novo sentido em sua jornada. Ele sabia que, embora o mundo pudesse oferecer muitas respostas, a verdadeira compreensão só poderia ser encontrada olhando para dentro de si mesmo.

As palavras destacadas no texto, significam respectivamente:


Ansioso - Distantes 

Alternativas
Q3803912 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

A Jornada do Viajante

 


No vasto horizonte, um viajante solitário caminhava pela estrada poeirenta, seus passos ressoando no silêncio da tarde. Seus olhos buscavam além das colinas, ansiando por descobrir os segredos que o mundo guardava. Cada passo era uma jornada em direção ao desconhecido, uma busca incessante por respostas que o tempo ainda não havia revelado.

 

O sol estava prestes a se pôr quando o viajante avistou uma antiga cabana no topo de uma colina. Com passos determinados, ele subiu até lá, ansioso por um abrigo para a noite que se aproximava. Ao chegar, encontrou um velho sábio sentado em frente à cabana, olhando para o horizonte com um semblante sereno.

 

"Quem és tu, viajante, e o que buscas nesta jornada solitária?", perguntou o sábio, sua voz suave como o sussurro do vento.

 

O viajante respondeu com determinação: "Eu sou apenas um buscador de verdades, um viajante em busca de conhecimento e sabedoria. Busco compreender os mistérios do mundo e encontrar meu destino neste vasto universo."

 

O sábio sorriu com sabedoria e disse: "As respostas que procuras não estão apenas nas terras distantes que percorres, mas também dentro de ti mesmo. A jornada mais importante que farás é aquela que te leva ao encontro do teu próprio ser."

 

Com essas palavras, o viajante percebeu a profundidade da sabedoria do sábio e sentiu um novo sentido em sua jornada. Ele sabia que, embora o mundo pudesse oferecer muitas respostas, a verdadeira compreensão só poderia ser encontrada olhando para dentro de si mesmo.

Como o viajante se sente após ouvir as palavras do sábio? 
Alternativas
Q3803911 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

A Jornada do Viajante

 


No vasto horizonte, um viajante solitário caminhava pela estrada poeirenta, seus passos ressoando no silêncio da tarde. Seus olhos buscavam além das colinas, ansiando por descobrir os segredos que o mundo guardava. Cada passo era uma jornada em direção ao desconhecido, uma busca incessante por respostas que o tempo ainda não havia revelado.

 

O sol estava prestes a se pôr quando o viajante avistou uma antiga cabana no topo de uma colina. Com passos determinados, ele subiu até lá, ansioso por um abrigo para a noite que se aproximava. Ao chegar, encontrou um velho sábio sentado em frente à cabana, olhando para o horizonte com um semblante sereno.

 

"Quem és tu, viajante, e o que buscas nesta jornada solitária?", perguntou o sábio, sua voz suave como o sussurro do vento.

 

O viajante respondeu com determinação: "Eu sou apenas um buscador de verdades, um viajante em busca de conhecimento e sabedoria. Busco compreender os mistérios do mundo e encontrar meu destino neste vasto universo."

 

O sábio sorriu com sabedoria e disse: "As respostas que procuras não estão apenas nas terras distantes que percorres, mas também dentro de ti mesmo. A jornada mais importante que farás é aquela que te leva ao encontro do teu próprio ser."

 

Com essas palavras, o viajante percebeu a profundidade da sabedoria do sábio e sentiu um novo sentido em sua jornada. Ele sabia que, embora o mundo pudesse oferecer muitas respostas, a verdadeira compreensão só poderia ser encontrada olhando para dentro de si mesmo.

O que o sábio sugere sobre onde o viajante deve procurar as respostas que deseja? 
Alternativas
Q3803910 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

A Jornada do Viajante

 


No vasto horizonte, um viajante solitário caminhava pela estrada poeirenta, seus passos ressoando no silêncio da tarde. Seus olhos buscavam além das colinas, ansiando por descobrir os segredos que o mundo guardava. Cada passo era uma jornada em direção ao desconhecido, uma busca incessante por respostas que o tempo ainda não havia revelado.

 

O sol estava prestes a se pôr quando o viajante avistou uma antiga cabana no topo de uma colina. Com passos determinados, ele subiu até lá, ansioso por um abrigo para a noite que se aproximava. Ao chegar, encontrou um velho sábio sentado em frente à cabana, olhando para o horizonte com um semblante sereno.

 

"Quem és tu, viajante, e o que buscas nesta jornada solitária?", perguntou o sábio, sua voz suave como o sussurro do vento.

 

O viajante respondeu com determinação: "Eu sou apenas um buscador de verdades, um viajante em busca de conhecimento e sabedoria. Busco compreender os mistérios do mundo e encontrar meu destino neste vasto universo."

 

O sábio sorriu com sabedoria e disse: "As respostas que procuras não estão apenas nas terras distantes que percorres, mas também dentro de ti mesmo. A jornada mais importante que farás é aquela que te leva ao encontro do teu próprio ser."

 

Com essas palavras, o viajante percebeu a profundidade da sabedoria do sábio e sentiu um novo sentido em sua jornada. Ele sabia que, embora o mundo pudesse oferecer muitas respostas, a verdadeira compreensão só poderia ser encontrada olhando para dentro de si mesmo.

Qual era o objetivo principal do viajante em sua jornada? 
Alternativas
Q3803724 Português
A análise fonológica permite distinguir letras, fonemas e a presença ou não de dígrafos nas palavras. Considerando as palavras “filhote” e “contadora”, avalia-se o número de fonemas e a ocorrência de dígrafos em cada uma delas. Assim, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3803723 Português
a tirinha, observa-se o uso da palavra ótimos, cuja grafia segue regras específicas de acentuação gráfica previstas na norma-padrão. Considerando os critérios de classificação das palavras quanto à tonicidade e à terminação, assinale a alternativa que justifica corretamente a acentuação da palavra ótimos.
Alternativas
Q3803722 Português
Considerando-se as regras de divisão silábica da Língua Portuguesa, especialmente quanto à separação de encontros consonantais, dígrafos, hiatos e tonicidade, analise a segmentação silábica de palavras do texto. Com base nessas normas, assinale a alternativa que apresenta todas as separações silábicas corretas. 
Alternativas
Q3803721 Português
Ao longo da tirinha, observa-se o uso do humor como estratégia discursiva para provocar estranhamento no leitor. Esse efeito é alcançado principalmente porque a fala final rompe com a lógica inicialmente apresentada, produzindo um contraste que se fundamenta:
Alternativas
Q3803720 Português
A tirinha constrói seu efeito crítico a partir da inversão de papéis entre humanos e animais, utilizando o diálogo entre cães para expor uma reflexão social mais ampla. Considerando a progressão dos quadros e o desfecho do diálogo, o sentido central do texto evidencia uma crítica relacionada à: 
Alternativas
Q3803684 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No texto, aparece a forma “MEC” para designar um órgão da administração pública federal. Esse tipo de formação lexical é característico de um processo específico da língua portuguesa, utilizado para condensar nomes extensos em unidades gráficas autônomas. Do ponto de vista linguístico, a forma “MEC” enquadra-se corretamente como:
Alternativas
Q3803683 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No trecho “defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa”, a palavra “sobretudo”, nesse contexto, classifica-se gramaticalmente como: 
Alternativas
Q3803680 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
Com relação ao número de fonemas e dígrafos de palavras do texto, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3803664 Português
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio

        Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então, passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado. Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um compasso único.

        O tempo interior não acompanha calendários externos, e a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento, outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado. Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição também merece respeito.

        Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com suas curvas, erros e acertos, é sagrada.

        Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados, somos capazes de agir com integridade mesmo diante das provações. 

        Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura. Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso, que a mente pede silêncio.

        Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites, encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é egoísmo; é condição para seguir inteiro.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
No contexto do texto, a palavra “tessitura” é utilizada de forma conotativa para expressar determinado sentido. Considerando o sentido assumido no trecho, assinale a alternativa que melhor traduz o significado de “tessitura”.
Alternativas
Q3803663 Português
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio

        Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então, passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado. Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um compasso único.

        O tempo interior não acompanha calendários externos, e a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento, outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado. Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição também merece respeito.

        Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com suas curvas, erros e acertos, é sagrada.

        Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados, somos capazes de agir com integridade mesmo diante das provações. 

        Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura. Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso, que a mente pede silêncio.

        Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites, encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é egoísmo; é condição para seguir inteiro.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
Na oração “Eles moldam escolhas”, o verbo apresenta concordância com um termo expresso que exerce a função de núcleo do sujeito, indicando claramente quem pratica a ação verbal. Considerando a estrutura sintática do enunciado, assinale a alternativa correta quanto à classificação do sujeito.
Alternativas
Q3803662 Português
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio

        Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então, passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado. Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um compasso único.

        O tempo interior não acompanha calendários externos, e a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento, outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado. Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição também merece respeito.

        Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com suas curvas, erros e acertos, é sagrada.

        Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados, somos capazes de agir com integridade mesmo diante das provações. 

        Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura. Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso, que a mente pede silêncio.

        Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites, encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é egoísmo; é condição para seguir inteiro.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
No trecho “Há ciclos que pedem recolhimento”, observa-se a relação estabelecida entre dois termos da oração, em que uma palavra retoma um antecedente e introduz uma informação explicativa sobre ele. Considerando o funcionamento sintático e semântico desse elemento no contexto apresentado, assinale a alternativa que indica corretamente a classe gramatical do termo “que”.
Alternativas
Q3803661 Português
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio

        Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então, passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado. Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um compasso único.

        O tempo interior não acompanha calendários externos, e a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento, outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado. Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição também merece respeito.

        Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com suas curvas, erros e acertos, é sagrada.

        Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados, somos capazes de agir com integridade mesmo diante das provações. 

        Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura. Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso, que a mente pede silêncio.

        Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites, encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é egoísmo; é condição para seguir inteiro.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
No texto, o autor articula diferentes conceitos — como tempo, intuição, trajetória e valores — para sustentar uma visão específica sobre o cuidado consigo mesmo. À luz dessa construção argumentativa, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3803660 Português
Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio

        Um passo depois do outro, um dia após o outro e os anos vão sendo somados. Passamos a maior parte do nosso tempo achando que somos capazes de tudo, ao ponto de desconhecer possíveis limites. Lá adiante a vida começa a dar sinais e, então, passamos a observar que nem tudo pode ser abraçado. Respeitar-se é reconhecer que cada pessoa possui um compasso único.

        O tempo interior não acompanha calendários externos, e a pressa não produz maturidade. Crescer exige pausas, exige escuta, exige cuidado. Há ciclos que pedem recolhimento, outros que pedem coragem, e nenhum deles pode ser forçado. Quando aceitamos o próprio tempo, deixamos de nos comparar e começamos a caminhar com mais leveza. A intuição também merece respeito.

        Ela é essa voz suave que fala antes que a mente organize o pensamento. Muitas vezes ignorada, é justamente ela que indica caminhos mais alinhados com a verdade interior. Confiar nesse sussurro é um ato de sabedoria, pois a alma reconhece o que lhe faz bem antes que os olhos percebam. A trajetória, com suas curvas, erros e acertos, é sagrada.

        Cada passo dado, mesmo os que não deram certo, fez parte da tessitura que nos trouxe até aqui. Respeitar a própria história é não apagar capítulos difíceis, mas compreendê-los como mestres silenciosos. Os valores são a raiz que sustenta o crescimento. Quando nossa vida acontece para além dos limites, isto é, achamos que podemos esquecidos, nos tornamos reféns de expectativas externas; quando honrados, somos capazes de agir com integridade mesmo diante das provações. 

        Eles moldam escolhas, direcionam afetos e iluminam caminhos. E os limites, tão necessários, são fronteiras de proteção. Dizem onde termina o que dói e começa o que cura. Respeitar limites não é fraqueza, é amor próprio. É reconhecer que a alma também se cansa, que o corpo precisa de descanso, que a mente pede silêncio.

        Ao acolher tempo, intuição, trajetória, valores e limites, encontramos o ponto de equilíbrio que permite viver com mais verdade. E então, o coração descobre que se respeitar não é egoísmo; é condição para seguir inteiro.

Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
Ao desenvolver uma reflexão sobre tempo, limites e amadurecimento pessoal, o texto constrói uma crítica sutil a determinadas posturas comuns na vida contemporânea. Considerando essa abordagem, assinale a alternativa correta quanto à ideia central defendida pelo autor. 
Alternativas
Q3803629 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Creatina: os efeitos reais do suplemento na performance e na saúde


Enquanto as tendências do mundo fitness se transformam com rapidez — e certas modalidades, técnicas e suplementos logo perdem popularidade —, a creatina mantém-se como uma das substâncias mais recomendadas por profissionais de saúde, graças aos benefícios amplamente comprovados por estudos científicos.

O corpo humano produz naturalmente a creatina a partir de três aminoácidos — glicina, metionina e arginina — sintetizados no fígado, nos rins e no pâncreas. Além disso, ela é obtida por meio de alimentos de origem animal, como carnes e leite. Parte da substância é eliminada pela urina, enquanto entre 60% e 80% é armazenada pelo organismo. Segundo Felipe Henning Gaia Duarte, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Regional São Paulo), a suplementação serve para preencher esses estoques, auxiliando na melhora da força e do desempenho físico durante a prática de exercícios.

A creatina aprimora a disponibilidade de energia necessária para sustentar a contração muscular em atividades intensas. Isso se traduz em melhor desempenho, maior capacidade de resistência, recuperação acelerada entre séries e favorecimento do ganho de força e de massa muscular. Sua principal função é a conversão em fosfocreatina nas fibras musculares, que atua como reserva imediata de energia ao fornecer grupos de fosfato responsáveis pela rápida regeneração do ATP — a principal fonte energética das células.

De acordo com Fabrício Buzatto, médico do esporte e membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, essa reserva energética permite adiar a fadiga e executar séries mais intensas e longas, fundamentais para o desenvolvimento muscular. O suplemento também favorece a recuperação entre treinos, possibilitando maior frequência e intensidade de exercícios, fatores decisivos para o crescimento dos músculos.

A manutenção de uma boa massa muscular vai além da estética e do desempenho atlético: contribui para o controle do peso, a prevenção de lesões, o fortalecimento ósseo, a regulação da glicose e a saúde cardiovascular. Além disso, promove envelhecimento saudável e equilíbrio metabólico, evitando distúrbios como obesidade e desequilíbrios hormonais.

A creatina pode ainda provocar leve inchaço celular, decorrente da retenção de água dentro das fibras musculares — e não no tecido adiposo —, o que demonstra que o aumento de peso não se deve ao acúmulo de gordura. Um estudo mostrou que, após doze semanas de suplementação, houve aumento expressivo de massa muscular e força em comparação a um grupo que recebeu placebo, com destaque para os ganhos observados em exercícios de supino e agachamento. Há também indícios de que a creatina beneficie a função cerebral e a cognição sob estresse, embora ainda faltem comprovações definitivas nesse campo.

A suplementação é indicada para atletas, idosos e pessoas que necessitam aumentar massa muscular, sempre com orientação médica. A forma mais comum e eficaz é a creatina monoidratada. Segundo Buzatto, vegetarianos e veganos tendem a se beneficiar mais, pois não consomem as principais fontes naturais da substância. Produzida sinteticamente em laboratório, a creatina resulta de reações químicas entre sarcosinato e cianamida, seguida de purificação e secagem até se obter o pó final.

Em relação às contraindicações, Duarte afirma que a creatina é segura para a maioria das pessoas, mas requer cautela em casos de comprometimento renal ou hepático, com acompanhamento médico e monitoramento laboratorial. O uso do suplemento isoladamente, sem atividade física, não traz benefícios. Mesmo em situações clínicas, como osteopenia ou sarcopenia, a creatina só é eficaz quando associada à prática de exercícios e a uma alimentação equilibrada.

A dosagem usual varia entre três e cinco gramas por dia, de acordo com as características individuais. A substância pode ser ingerida em cápsulas ou em pó, sendo que as cápsulas oferecem praticidade, mas absorção ligeiramente mais lenta. O uso contínuo é recomendado, sem necessidade de ciclos, e o consumo excessivo — acima de trinta gramas diárias — deve ser evitado, pois afeta o fígado, os rins e o ritmo cardíaco.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxe36g83jl0o.adaptado.
A creatina aprimora a disponibilidade de energia necessária para sustentar a contração muscular em atividades intensas. Isso se traduz em melhor desempenho, maior capacidade de resistência, recuperação acelerada entre séries e favorecimento do ganho de força e de massa muscular.

De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Respostas
21281: D
21282: C
21283: D
21284: A
21285: C
21286: B
21287: D
21288: A
21289: A
21290: D
21291: B
21292: A
21293: B
21294: A
21295: C
21296: A
21297: D
21298: A
21299: D
21300: B