Questões de Concurso Sobre português
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O fragmento a seguir apresenta linguagem jornalística informativa, voltada à divulgação de ações públicas.
“A Prefeitura iniciou as discussões das medidas de médio prazo do programa Curitiba de Volta ao Centro, na Capela Santa Maria, com o debate sobre soluções das iniciativas pública e privada para criação de novas habitações no bairro [...] a Prefeitura está preparando o primeiro projeto de retrofit no Centro, des tinado à habitação de interesse social, com recursos do Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social (FMHIS), por meio da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab)”.
Fonte: Curitiba (Município). Prefeitura vai investir em retrofit no Centro para habitação de interesse social. Curitiba: Prefeitura Municipal de Curitiba, 29 abr. 2024. Disponível em: https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/prefeitura-vai-investir em-retrofit-no-centro-para-habitacao-de-interesse-social/77142. Acesso em: 14 out. 2025.
No trecho “A Prefeitura iniciou as discussões das medidas de médio prazo do programa Curitiba de Volta ao Centro”, se sugere uma visão sobre o estágio das ações municipais. Considerando o texto conclui-se que:
Texto O trabalho desenvolve uma reflexão sobre a educação entendida como processo de formação humana, buscando ver quais os sentidos que essa for mação recebeu ao longo de nossa tradição filosófica e na contemporaneidade, uma vez que ocorreram mudanças nas concepções que os homens fizeram do ideal de sua humanização. Sob tal perspectiva, recoloca em discussão as relações entre as diversas dimensões da educabilidade humana, destacando as dimensões ética e política que, até o atual momento, prevaleceram como fundamentos da compreensão da própria natureza da educação e concluindo que hoje a formação humana, visada pela educação, compreende-se como formação cultural. Essa ideia dá à educação uma finalidade intrínseca de cunho mais antropológico do que ético ou político. Essa reflexão sobre a natureza da educação implica igualmente explicitar o lugar e o papel da Filosofia da Educação, como esforço hermenêutico de desvelamento da prática educacional, tal como ela precisa se desenrolar nas mudadas condições histórico--culturais da atualidade. A discussão permite, assim, não apenas interpelar momentos significativos da expressão histórica da Filosofia da Educação na cultura ocidental, mas também debater conteúdos teóricos fundamentais do debate filosófico sobre o sentido da educação, debate que se impõe com renovada força para os educadores no enfrentamento dos desafios que estão sendo colocados pelas novas condições da pós-modernidade, responsável por um profundo questionamento das referências filosóficas da tradição cultural do Ocidente.
Severino, Joaquim Antonio. A busca do sentido da formação humana: tarefa da Filosofia da Educação. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ep/a/rhVxLn4XhLWjYJKXB7grswG/? format=html&lang=pt. Acesso em: 17 out. 2025.
Assinale a alternativa que identifica e explica adequadamente o recurso de coesão referencial presen te no texto e sua função na construção do sentido.
Alerta: anúncios falsos sobre venda de Mounjaro
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Anvisa informa que foram identificados falsos anúncios na internet e redes sociais sobre a venda de medicamentos como o Mounjaro (tirzepatida).
Os falsos anúncios atraem os pacientes oferecendo medicamentos mais baratos e até de forma gratuita “após a realização de cadastro”.
Atenção: os anúncios são falsos. A Anvisa não comercializa qualquer medicamento ou ser ve de intermediária para a sua venda. Os anúncios simulam, inclusive, o site oficial da Agência. O domínio “gov.anvisa.org” não pertence à Agência.
Só compre medicamentos de farmácias e droga rias regularizadas. Se você encontrar publicações desse tipo, denuncie! E não clique em links relacionados.
Fonte do texto e da imagem: Anvisa. Disponível em: https:// www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2025/ alerta-anuncios-falsos-sobre-venda-de-monjauro. Acesso em: 14 out. 2025.

Após a leitura dos textos e considerando o uso de recursos coesivos, marque a opção correta:
Considere o texto a seguir para responder à questão:
É necessário que os alunos participem das atividades, pois todos se lembram de que o prazo termina amanhã; o fato é que a reunião foi adiada.
Analise as orações subordinadas introduzidas por que e assinale a alternativa correta quanto à sua classificação sintática.
“O enunciado não se constrói com um amontoado de palavras e orações. Elas se organizam segundo princípios gerais de dependência e independência sintática e semântica, recobertos por unidades melódicas e rítmicas que sedimentam estes princípios. Proferidas as palavras e orações sem tais aspectos melódicos e rítmicos, o enunciado estaria prejudicado na sua função comunicativa.”
Bechara, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 38.
ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2021. p. 640.
Texto de apoio
“Que nada nos defina, que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância, já que viver é ser livre.”
Simone de Beauvoir, filósofa e escritora francesa (1908-1986).
Beauvoir, Simone de. Frase do dia – “Que nada nos defina, que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância, já que viver é ser livre.” São Paulo: Veja, 2023. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/pilulas-de sabedoria/frase-do-dia-simone-de-beauvoir-2. Acesso em: 19 out. 2025.
Analise o emprego e a função sintática dos sinais de pontuação no trecho de Simone de Beauvoir e assinale a alternativa correta.
O planejamento das ações pedagógicas pactuadas de modo sistemático e integrado é pré-requisito indispensável à organicidade do conjunto das __________ perspectivadas.
A universalização da educação básica, com indicadores precisos de qualidade e de equidade, é condição essencial para a disseminação do __________ socialmente produzido e acumulado e para a democratização da sociedade.
A __________ rompe, promove rupturas.
A __________ de Educação Básica é espaço coletivo de convívio, onde são privilegiadas trocas, acolhimento e aconchego para garantir o bem-estar de crianças, adolescentes, jovens e adultos, no relacionamento entre si e com as demais pessoas.

BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho
Os termos destacados em “somos feitos de átomos” e “somos feitos de histórias”, empregados na tirinha acima, possuem função de:
“Qual a diferença entre surfar na net e ler um bom livro? Surfar é cheio de luzes, sons, citações, imagens e emoções fortes; ler é linear, abre contexto, requer disciplina.” (Mark Carpenter)
Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem sob a qual é empregada a palavra destacada no pensamento acima.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Meu ideal seria escrever...
Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”
Que um casal que estivesse em casa malhumorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para a cara do outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos.
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história. (...)
E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.
BRAGA, Rubem. Meu ideal seria escrever...
Portal da Crônica Brasileira. Disponível em
“E que assim todos tratassem melhor seus empregados (...) em alegre e espontânea homenagem à minha história.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Meu ideal seria escrever...
Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está doente naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”
Que um casal que estivesse em casa malhumorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada com o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para a cara do outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos.
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história. (...)
E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.
BRAGA, Rubem. Meu ideal seria escrever...
Portal da Crônica Brasileira. Disponível em
“Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar”
A oração destacada no período acima possui o sentido de: