Questões de Concurso Comentadas sobre português
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“Podem falar à vontade: estou com a consciência tranquila.”
Mantendo-se o mesmo sentido no período acima, os dois-pontos podem ser substituídos corretamente por:
“Olhos fechados
Pra te encontrar
Não estou ao seu lado
Mas posso sonhar
Aonde quer que eu vá
Levo você no olhar” (Paralamas do Sucesso)
Em relação às palavras destacadas na letra de música acima, é correto afirmar que:
Assinale a alternativa que apresenta o sentido expresso pelas palavras destacadas nas sentenças abaixo, na mesma ordem:
- Quando crescer, quero ser muito bem sucedido como os meus pais.
- Como você me chamou com urgência, vim o mais rápido que pude.
- Aqui está a lista preenchida, como você solicitou.
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas das frases abaixo, na mesma ordem.
- Foi realizado o _______ da máquina de lavar por um preço bem camarada.
- O produto que você procura se encontra na _______ de material de limpeza.
- Pelo último _______, somos mais de 200 milhões de pessoas.
Analise as frases abaixo e assinale a alternativa que apresenta o número de lacunas que podem ser preenchidas corretamente com “mal”.
- Sofri um ___-estar súbito.
- Um grande ___ da humanidade é que nem sempre o bem vence; mas permanece sempre a esperança de que passe o ___ presságio.
- ___ o homem chegou ao trabalho, já vieram com um ___ negócio para ele.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Festa de aniversário
Leonora chegou-se para mim, a carinha mais limpa deste mundo:
– Engoli uma tampa de Coca-Cola.
Levantei as mãos para o céu: mais esta agora! Era uma festa de aniversário, o aniversário dela própria, que completava seis anos de idade. Convoquei imediatamente a família:
– Disse que engoliu uma tampa de CocaCola.
A mãe, os tios, os avós, todos a cercavam, nervosos e inquietos. Abre a boca, minha filha. Agora não adianta: já engoliu. Deve ter arranhado. Mas engoliu como? Quem é que engole uma tampa de cerveja? De cerveja, não: de Coca-Cola. Pode ter ficado na garganta – urgia que tomássemos uma providência, não ficássemos ali, feito idiotas. Peguei-a no colo: vem cá, minha filhinha, conta só para mim: você engoliu coisa nenhuma, não é isso mesmo?
– Engoli sim, papai – ela afirmava com decisão. (...)
Batemos para o pronto-socorro da cidade. (...)
Tirada a chapa, ficamos aguardando ansiosos a revelação. Em pouco o médico regressava:
– Não engoliu coisa alguma. O senhor pode ir descansando.
– Engoli – afirmou a menininha.
Voltei-me para ela:
– Como é que você ainda insiste, minha filha?
– Que eu engoli, engoli.
– Pensa que engoliu – emendei.
– Isso acontece – sorriu o médico. – Até com gente grande. Aqui já teve um guarda que pensou ter engolido o apito.
– Pois eu engoli mesmo – comentou ela, intransigente.
– Você não pode ter engolido – arrematei, já impaciente: – Quer saber mais do que o médico?
– Quero. Eu engoli, e depois desengoli – esclareceu ela.
Nada mais havendo a fazer, engoli em seco, despedi-me do médico e bati em retirada com toda a comitiva.
SABINO, Fernando. Festa de aniversário. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13185/festa-de-aniversario
“– Pois eu engoli mesmo – comentou ela, intransigente.”
A palavra destacada no trecho acima, transcrito do texto, é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Festa de aniversário
Leonora chegou-se para mim, a carinha mais limpa deste mundo:
– Engoli uma tampa de Coca-Cola.
Levantei as mãos para o céu: mais esta agora! Era uma festa de aniversário, o aniversário dela própria, que completava seis anos de idade. Convoquei imediatamente a família:
– Disse que engoliu uma tampa de CocaCola.
A mãe, os tios, os avós, todos a cercavam, nervosos e inquietos. Abre a boca, minha filha. Agora não adianta: já engoliu. Deve ter arranhado. Mas engoliu como? Quem é que engole uma tampa de cerveja? De cerveja, não: de Coca-Cola. Pode ter ficado na garganta – urgia que tomássemos uma providência, não ficássemos ali, feito idiotas. Peguei-a no colo: vem cá, minha filhinha, conta só para mim: você engoliu coisa nenhuma, não é isso mesmo?
– Engoli sim, papai – ela afirmava com decisão. (...)
Batemos para o pronto-socorro da cidade. (...)
Tirada a chapa, ficamos aguardando ansiosos a revelação. Em pouco o médico regressava:
– Não engoliu coisa alguma. O senhor pode ir descansando.
– Engoli – afirmou a menininha.
Voltei-me para ela:
– Como é que você ainda insiste, minha filha?
– Que eu engoli, engoli.
– Pensa que engoliu – emendei.
– Isso acontece – sorriu o médico. – Até com gente grande. Aqui já teve um guarda que pensou ter engolido o apito.
– Pois eu engoli mesmo – comentou ela, intransigente.
– Você não pode ter engolido – arrematei, já impaciente: – Quer saber mais do que o médico?
– Quero. Eu engoli, e depois desengoli – esclareceu ela.
Nada mais havendo a fazer, engoli em seco, despedi-me do médico e bati em retirada com toda a comitiva.
SABINO, Fernando. Festa de aniversário. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13185/festa-de-aniversario
No trecho acima, transcrito do texto, ocorre:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Festa de aniversário
Leonora chegou-se para mim, a carinha mais limpa deste mundo:
– Engoli uma tampa de Coca-Cola.
Levantei as mãos para o céu: mais esta agora! Era uma festa de aniversário, o aniversário dela própria, que completava seis anos de idade. Convoquei imediatamente a família:
– Disse que engoliu uma tampa de CocaCola.
A mãe, os tios, os avós, todos a cercavam, nervosos e inquietos. Abre a boca, minha filha. Agora não adianta: já engoliu. Deve ter arranhado. Mas engoliu como? Quem é que engole uma tampa de cerveja? De cerveja, não: de Coca-Cola. Pode ter ficado na garganta – urgia que tomássemos uma providência, não ficássemos ali, feito idiotas. Peguei-a no colo: vem cá, minha filhinha, conta só para mim: você engoliu coisa nenhuma, não é isso mesmo?
– Engoli sim, papai – ela afirmava com decisão. (...)
Batemos para o pronto-socorro da cidade. (...)
Tirada a chapa, ficamos aguardando ansiosos a revelação. Em pouco o médico regressava:
– Não engoliu coisa alguma. O senhor pode ir descansando.
– Engoli – afirmou a menininha.
Voltei-me para ela:
– Como é que você ainda insiste, minha filha?
– Que eu engoli, engoli.
– Pensa que engoliu – emendei.
– Isso acontece – sorriu o médico. – Até com gente grande. Aqui já teve um guarda que pensou ter engolido o apito.
– Pois eu engoli mesmo – comentou ela, intransigente.
– Você não pode ter engolido – arrematei, já impaciente: – Quer saber mais do que o médico?
– Quero. Eu engoli, e depois desengoli – esclareceu ela.
Nada mais havendo a fazer, engoli em seco, despedi-me do médico e bati em retirada com toda a comitiva.
SABINO, Fernando. Festa de aniversário. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/13185/festa-de-aniversario
Hoje eu quero voltar sozinho (2014)
Leonardo, um adolescente cego, tenta se encontrar no mundo enquanto lida com a mãe superprotetora e luta por uma maior independência. Ele quer liberdade, uma história de amor e se livrar dos estereótipos que as pessoas colocaram sobre ele. No meio do caos da adolescência, Gabriel, o menino recém-chegado na cidade, o incentiva na sua jornada de autoconhecimento. Em uma narrativa leve e delicada, os dois personagens vivenciam o mundo que sempre quiseram explorar.
(Júlia Custódio. Quando os protagonistas LGBTQIA+ passam longe do estereótipo. Disponível em: < https://vidasimples.co/diversidade/cinco-filmes-com-protagonistas-lgbtqi a/ >. Acesso em 26 jun. 2025. Adaptado.)
A partir da leitura do excerto, analise as assertivas que seguem:
I.As expressões "um adolescente cego" e "o menino recém-chegado na cidade" têm o mesmo valor sintático: ambas são apostos explicativos, reiterando a identidade dos personagens do filme.
II.A palavra "superprotetora" é uma palavra composta por prefixação e não exige o uso do hífen porque a palavra que segue ao prefixo não se inicia com h ou r.
III.Em "recém-chegado" o hífen é facultativo, uma vez que são duas palavras independentes e o uso ou o não uso do hífen é indiferente: Espera-se que o "recém lançado" livro alcance leitores em todo o país.
IV.A respeito do gênero textual do excerto, é uma sinopse do filme, uma vez que apenas resume o enredo, sem que a autora emita opinião.
É correto o que se afirma em:
I.Por que parece que todo mundo está gripado?
II.Não há por que chorar dessa maneira.
III.Ninguém explicou o porquê de toda a rejeição.
IV.Monitoramos os casos graves dessas doenças respiratórias por quê?
São corretos os usos em:
"[...] Esse fenômeno retroalimenta a crise climática, encurtando os períodos de chuva, aumentando a temperatura e intensificando a instabilidade climática", [...].
I.O pronome esse está usado equivocamente e gera ambiguidade, uma vez que se refere a períodos secos. O adequado seria "este".
II.Ao dizer que o fenômeno "retroalimenta" a crise climática, reforça-se a ideia cíclica que envolve o manejo da água no Brasil, em um efeito ininterrupto e cada vez mais intenso de causa e consequência.
III.Em relação a "sem perceberem que esses problemas estão diretamente ligados ao desmatamento do Cerrado", no parágrafo anterior, temos o uso adequado do pronome demonstrativo esse , pois tem como referente os problemas destacados anteriormente (falta de água nas torneiras e queda na safra, ambos devido à irregularidade climática). O mesmo uso do pronome acontece no excerto em análise, posto que "esse fenômeno" refere-se a todo o período que o antecede.
IV.Em "encurtando os períodos de chuva, aumentando a temperatura e intensificando a instabilidade climática", temos uma enumeração de ideias em movimento, em continuidade, ou seja, não encerradas. Esse valor semântico de progressão é dado pelo uso dos verbos no particípio.
É correto o que se afirma em:
(I) É certo que ele fala bem.
(II) É certo que ele fala bem mal.
Em relação às frases acima, é correto afirmar que:
“Não se preocupe. Aja de acordo com a ética. Mesmo que todos se abstivessem de suas obrigações, você não deveria desistir, como já fizera diversas outras vezes.”
Em relação às formas verbais destacadas no enunciado acima, é correto afirmar que: