Questões de Concurso Sobre português

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Q3543721 Português
As palavras sublinhadas abaixo indicam ações e são chamadas de verbos. Elas se referem a algo que:
Julia amou o presente que ganhou da avó.
Alternativas
Q3543719 Português
Por que comemos ovos de chocolate na Páscoa?
    Antes do chocolate, o ovo já era um símbolo da festa judaica Pessach, que inspirou a Páscoa cristã. Nela, o ovo, que é um dos únicos alimentos que permanece no mesmo formato depois de co____ido, era relacionado ao povo judeu, que, mesmo na dor e no sofrimento, preservava sua unidade — além de também já ser um símbolo de vida e renascimento entre povos antigos, como os romanos.
    Enquanto isso, séculos antes do nascimento de Cristo, as pessoas se pre___enteavam com ovos de galinha no equinócio de primavera para celebrar o fim do inverno. Quando o Pessach foi adaptado para o cristianismo, o ovo se tornou um símbolo da re___urreição de Jesus Cristo.
    Os ovos de chocolate surgiram apenas no século 18 na França, quando confeiteiros decidiram esvaziar os ovos de galinha e preenchê-los com chocolate. A prática logo foi aderida por todos, e repetida com o passar dos anos. Porém, os ovos de chocolate se tornaram muito caros e, dessa forma, nem todo mundo conseguia celebrar a data com o doce, voltando à antiga tradição dos ovos pintados e ornamentados.
    A produção dos ovos de chocolate se tornou cada vez mais popular em todas as partes do mundo. Hoje, podemos encontrar ovos dos mais diferentes sabores, como o clássico chocolate ao leite, até recheado com morango, maracujá, coco e várias outras delícias.
(Fonte: Recreio — adaptado.)
Qual alternativa é um sinônimo para a expressão sublinhada no 3º parágrafo do texto?
Alternativas
Q3543718 Português
Por que comemos ovos de chocolate na Páscoa?
    Antes do chocolate, o ovo já era um símbolo da festa judaica Pessach, que inspirou a Páscoa cristã. Nela, o ovo, que é um dos únicos alimentos que permanece no mesmo formato depois de co____ido, era relacionado ao povo judeu, que, mesmo na dor e no sofrimento, preservava sua unidade — além de também já ser um símbolo de vida e renascimento entre povos antigos, como os romanos.
    Enquanto isso, séculos antes do nascimento de Cristo, as pessoas se pre___enteavam com ovos de galinha no equinócio de primavera para celebrar o fim do inverno. Quando o Pessach foi adaptado para o cristianismo, o ovo se tornou um símbolo da re___urreição de Jesus Cristo.
    Os ovos de chocolate surgiram apenas no século 18 na França, quando confeiteiros decidiram esvaziar os ovos de galinha e preenchê-los com chocolate. A prática logo foi aderida por todos, e repetida com o passar dos anos. Porém, os ovos de chocolate se tornaram muito caros e, dessa forma, nem todo mundo conseguia celebrar a data com o doce, voltando à antiga tradição dos ovos pintados e ornamentados.
    A produção dos ovos de chocolate se tornou cada vez mais popular em todas as partes do mundo. Hoje, podemos encontrar ovos dos mais diferentes sabores, como o clássico chocolate ao leite, até recheado com morango, maracujá, coco e várias outras delícias.
(Fonte: Recreio — adaptado.)
De acordo com as informações do texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3543367 Português
      O trocador olhou, viu, não aprovou. Daquele passageiro, escanchado placidamente no banco lateral, escorria um fio de água que ia compondo, no piso do ônibus, a microfigura de uma piscina.

        – Ei, moço, quer fazer o favor de levantar?

        O moço (pois ostentava barba e cabeleira amazônica, sinais indiscutíveis de mocidade) nem-te-ligo.

        O trocador esfregou as mãos no rosto, em gesto de enfado e desânimo, diante da situação tantas vezes enfrentada, e murmurou:

        – Esses caras são de morte.

        Devia estar pensando: Todo ano a mesma coisa. Chegando o verão, chegam problemas. Bem disse o Dario, quando fazia gol no Atlético Mineiro: Problemática demais. Estava cansado de advertir passageiros que não aprendem como viajar em coletivo. Não aprendem e não querem aprender. Tendo comprado passagem por 65 centavos, acham que compraram o ônibus e podem fazer dele casa da peste.

(Carlos Drummond de Andrade, “Recalcitrante”.
Em: As palavras que ninguém diz, 2011. Adaptado)
Zeloso ___________coletivo, não ____________ o trocador com o passageiro sentado e escanchado no banco lateral. Dirigiu-se, então, _____________ ele: “Ei, moço, quer fazer o favor de levantar?” Ignorado, o trocador levou as mãos __________ face, em gesto de enfado e desânimo.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com: 
Alternativas
Q3543366 Português
      O trocador olhou, viu, não aprovou. Daquele passageiro, escanchado placidamente no banco lateral, escorria um fio de água que ia compondo, no piso do ônibus, a microfigura de uma piscina.

        – Ei, moço, quer fazer o favor de levantar?

        O moço (pois ostentava barba e cabeleira amazônica, sinais indiscutíveis de mocidade) nem-te-ligo.

        O trocador esfregou as mãos no rosto, em gesto de enfado e desânimo, diante da situação tantas vezes enfrentada, e murmurou:

        – Esses caras são de morte.

        Devia estar pensando: Todo ano a mesma coisa. Chegando o verão, chegam problemas. Bem disse o Dario, quando fazia gol no Atlético Mineiro: Problemática demais. Estava cansado de advertir passageiros que não aprendem como viajar em coletivo. Não aprendem e não querem aprender. Tendo comprado passagem por 65 centavos, acham que compraram o ônibus e podem fazer dele casa da peste.

(Carlos Drummond de Andrade, “Recalcitrante”.
Em: As palavras que ninguém diz, 2011. Adaptado)
Considere as passagens:
– Ei, moço, quer fazer o favor de levantar? O moço (pois ostentava barba e cabeleira amazônica, sinais indiscutíveis de mocidade) nem-te-ligo.
O emprego de vírgulas, na primeira passagem, e o de parênteses, na segunda, justificam-se, correta e respectivamente, como recursos de pontuação para separar:
Alternativas
Q3543365 Português
      O trocador olhou, viu, não aprovou. Daquele passageiro, escanchado placidamente no banco lateral, escorria um fio de água que ia compondo, no piso do ônibus, a microfigura de uma piscina.

        – Ei, moço, quer fazer o favor de levantar?

        O moço (pois ostentava barba e cabeleira amazônica, sinais indiscutíveis de mocidade) nem-te-ligo.

        O trocador esfregou as mãos no rosto, em gesto de enfado e desânimo, diante da situação tantas vezes enfrentada, e murmurou:

        – Esses caras são de morte.

        Devia estar pensando: Todo ano a mesma coisa. Chegando o verão, chegam problemas. Bem disse o Dario, quando fazia gol no Atlético Mineiro: Problemática demais. Estava cansado de advertir passageiros que não aprendem como viajar em coletivo. Não aprendem e não querem aprender. Tendo comprado passagem por 65 centavos, acham que compraram o ônibus e podem fazer dele casa da peste.

(Carlos Drummond de Andrade, “Recalcitrante”.
Em: As palavras que ninguém diz, 2011. Adaptado)
De acordo com o texto, o trocador desaprovou o comportamento do passageiro porque este
Alternativas
Q3543364 Português
Os nem-nem

        Sem estudo, sem trabalho. Nesse limbo ocioso encontram-se 19,8% dos brasileiros entre 15 e 29 anos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Educação de 2023.

        O poder público deve implementar políticas para lidar com o fenômeno, que impacta não apenas a renda de 9,6 milhões de pessoas como produz efeitos no longo prazo – quando se considera o envelhecimento da população brasileira e, consequentemente, o processo de perda do bônus demográfico.

        A principal causa do abandono escolar é a busca por emprego. O problema é que, com formação precária, os jovens enfrentam dificuldades para conseguir contratação. Assim, é necessário buscar meios de manter os alunos na rede de ensino e acelerar a transição entre estudo e trabalho.

        A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) preconiza o chamado VET (vocational education and training): programas de orientação vocacional aliados a parcerias entre escolas, empresas e indústria para treinamento e contratação de aprendizes. É fundamental, portanto, a integração do ensino técnico ao regular, e o Brasil peca nesse quesito.

        Em tramitação no Congresso, a nova versão da reforma do novo ensino médio incentiva a educação profissional. Não é panaceia, mas um passo necessário para mitigar o atraso do país nessa seara.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 29.03.2024. Adaptado)
A concordância verbal e a concordância nominal atendem à norma-padrão em:
Alternativas
Q3543363 Português
Os nem-nem

        Sem estudo, sem trabalho. Nesse limbo ocioso encontram-se 19,8% dos brasileiros entre 15 e 29 anos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Educação de 2023.

        O poder público deve implementar políticas para lidar com o fenômeno, que impacta não apenas a renda de 9,6 milhões de pessoas como produz efeitos no longo prazo – quando se considera o envelhecimento da população brasileira e, consequentemente, o processo de perda do bônus demográfico.

        A principal causa do abandono escolar é a busca por emprego. O problema é que, com formação precária, os jovens enfrentam dificuldades para conseguir contratação. Assim, é necessário buscar meios de manter os alunos na rede de ensino e acelerar a transição entre estudo e trabalho.

        A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) preconiza o chamado VET (vocational education and training): programas de orientação vocacional aliados a parcerias entre escolas, empresas e indústria para treinamento e contratação de aprendizes. É fundamental, portanto, a integração do ensino técnico ao regular, e o Brasil peca nesse quesito.

        Em tramitação no Congresso, a nova versão da reforma do novo ensino médio incentiva a educação profissional. Não é panaceia, mas um passo necessário para mitigar o atraso do país nessa seara.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 29.03.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo destacado é uma conjunção integrante.
Alternativas
Q3543362 Português
Os nem-nem

        Sem estudo, sem trabalho. Nesse limbo ocioso encontram-se 19,8% dos brasileiros entre 15 e 29 anos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Educação de 2023.

        O poder público deve implementar políticas para lidar com o fenômeno, que impacta não apenas a renda de 9,6 milhões de pessoas como produz efeitos no longo prazo – quando se considera o envelhecimento da população brasileira e, consequentemente, o processo de perda do bônus demográfico.

        A principal causa do abandono escolar é a busca por emprego. O problema é que, com formação precária, os jovens enfrentam dificuldades para conseguir contratação. Assim, é necessário buscar meios de manter os alunos na rede de ensino e acelerar a transição entre estudo e trabalho.

        A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) preconiza o chamado VET (vocational education and training): programas de orientação vocacional aliados a parcerias entre escolas, empresas e indústria para treinamento e contratação de aprendizes. É fundamental, portanto, a integração do ensino técnico ao regular, e o Brasil peca nesse quesito.

        Em tramitação no Congresso, a nova versão da reforma do novo ensino médio incentiva a educação profissional. Não é panaceia, mas um passo necessário para mitigar o atraso do país nessa seara.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 29.03.2024. Adaptado)
Na passagem – O problema é que, com formação precária, os jovens enfrentam dificuldades para conseguir contratação. (3o parágrafo) – os termos destacados estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
Alternativas
Q3543361 Português
Os nem-nem

        Sem estudo, sem trabalho. Nesse limbo ocioso encontram-se 19,8% dos brasileiros entre 15 e 29 anos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Educação de 2023.

        O poder público deve implementar políticas para lidar com o fenômeno, que impacta não apenas a renda de 9,6 milhões de pessoas como produz efeitos no longo prazo – quando se considera o envelhecimento da população brasileira e, consequentemente, o processo de perda do bônus demográfico.

        A principal causa do abandono escolar é a busca por emprego. O problema é que, com formação precária, os jovens enfrentam dificuldades para conseguir contratação. Assim, é necessário buscar meios de manter os alunos na rede de ensino e acelerar a transição entre estudo e trabalho.

        A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) preconiza o chamado VET (vocational education and training): programas de orientação vocacional aliados a parcerias entre escolas, empresas e indústria para treinamento e contratação de aprendizes. É fundamental, portanto, a integração do ensino técnico ao regular, e o Brasil peca nesse quesito.

        Em tramitação no Congresso, a nova versão da reforma do novo ensino médio incentiva a educação profissional. Não é panaceia, mas um passo necessário para mitigar o atraso do país nessa seara.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 29.03.2024. Adaptado)
Na passagem – … um passo necessário para mitigar o atraso do país nessa seara. (5º parágrafo) –, a expressão destacada significa:
Alternativas
Q3543360 Português
Os nem-nem

        Sem estudo, sem trabalho. Nesse limbo ocioso encontram-se 19,8% dos brasileiros entre 15 e 29 anos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Educação de 2023.

        O poder público deve implementar políticas para lidar com o fenômeno, que impacta não apenas a renda de 9,6 milhões de pessoas como produz efeitos no longo prazo – quando se considera o envelhecimento da população brasileira e, consequentemente, o processo de perda do bônus demográfico.

        A principal causa do abandono escolar é a busca por emprego. O problema é que, com formação precária, os jovens enfrentam dificuldades para conseguir contratação. Assim, é necessário buscar meios de manter os alunos na rede de ensino e acelerar a transição entre estudo e trabalho.

        A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) preconiza o chamado VET (vocational education and training): programas de orientação vocacional aliados a parcerias entre escolas, empresas e indústria para treinamento e contratação de aprendizes. É fundamental, portanto, a integração do ensino técnico ao regular, e o Brasil peca nesse quesito.

        Em tramitação no Congresso, a nova versão da reforma do novo ensino médio incentiva a educação profissional. Não é panaceia, mas um passo necessário para mitigar o atraso do país nessa seara.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 29.03.2024. Adaptado)
Na análise desenvolvida no editorial, defende-se que o Brasil 
Alternativas
Q3543359 Português
Os nem-nem

        Sem estudo, sem trabalho. Nesse limbo ocioso encontram-se 19,8% dos brasileiros entre 15 e 29 anos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Educação de 2023.

        O poder público deve implementar políticas para lidar com o fenômeno, que impacta não apenas a renda de 9,6 milhões de pessoas como produz efeitos no longo prazo – quando se considera o envelhecimento da população brasileira e, consequentemente, o processo de perda do bônus demográfico.

        A principal causa do abandono escolar é a busca por emprego. O problema é que, com formação precária, os jovens enfrentam dificuldades para conseguir contratação. Assim, é necessário buscar meios de manter os alunos na rede de ensino e acelerar a transição entre estudo e trabalho.

        A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) preconiza o chamado VET (vocational education and training): programas de orientação vocacional aliados a parcerias entre escolas, empresas e indústria para treinamento e contratação de aprendizes. É fundamental, portanto, a integração do ensino técnico ao regular, e o Brasil peca nesse quesito.

        Em tramitação no Congresso, a nova versão da reforma do novo ensino médio incentiva a educação profissional. Não é panaceia, mas um passo necessário para mitigar o atraso do país nessa seara.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 29.03.2024. Adaptado)
De acordo com o editorial, a problemática brasileira de jovens sem estudo e sem trabalho deve ser entendida como um fenômeno
Alternativas
Q3543358 Português

(M. Schulz, Minduim Charles. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos. 23.03.2024)

Na passagem do primeiro quadro “… ainda tenho que fazer as mesmas coisas que os alunos comuns?”, o termo destacado é um 
Alternativas
Q3543357 Português

(M. Schulz, Minduim Charles. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos. 23.03.2024)

As informações verbais e não verbais dos dois últimos quadros permitem concluir que a risada exprimiu
Alternativas
Q3543356 Português

(M. Schulz, Minduim Charles. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos. 23.03.2024)

No primeiro quadro, a pergunta da aluna sugere que ela
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2024 - TJ-SP - Psicólogo Judiciário |
Q3543297 Português
Assalto

        Na feira, a senhora protestou a altos brados contra o preço do chuchu:

        — Isto é um assalto!

        Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém, correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua inteira, atravancada, mas provida de admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser assaltado?

        — Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a exclamar, e quem não tinha escutado escutou, multiplicando a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes era como a própria sirena policial, documentando, por seu uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém pudesse evitá-la.

        Moleques de carrinho corriam em todas as direções, atropelando-se uns aos outros. Queriam salvar as mercadorias que transportavam. Não era o instinto de propriedade que os impelia. Sentiam-se responsáveis pelo transporte. E no atropelo da fuga, pacotes rasgavam-se, melancias rolavam, tomates esborrachavam-se no asfalto. Se a fruta cai no chão, já não é de ninguém; é de qualquer um, inclusive do transportador. Em ocasiões de assalto, quem é que vai reclamar uma penca de bananas meio amassadas?

(Carlos Drummond de Andrade, 70 historinhas. Adaptado)
A senhora foi ____________ feira e, ao ver o preço do chuchu, começou __________ bradar que aquilo era um assalto e não se preocupou ____________ repercussão de sua atitude. Os moleques, zelosos __________ suas mercadorias, queriam ____________________ .
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2024 - TJ-SP - Psicólogo Judiciário |
Q3543296 Português
Assalto

        Na feira, a senhora protestou a altos brados contra o preço do chuchu:

        — Isto é um assalto!

        Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém, correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua inteira, atravancada, mas provida de admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser assaltado?

        — Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a exclamar, e quem não tinha escutado escutou, multiplicando a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes era como a própria sirena policial, documentando, por seu uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém pudesse evitá-la.

        Moleques de carrinho corriam em todas as direções, atropelando-se uns aos outros. Queriam salvar as mercadorias que transportavam. Não era o instinto de propriedade que os impelia. Sentiam-se responsáveis pelo transporte. E no atropelo da fuga, pacotes rasgavam-se, melancias rolavam, tomates esborrachavam-se no asfalto. Se a fruta cai no chão, já não é de ninguém; é de qualquer um, inclusive do transportador. Em ocasiões de assalto, quem é que vai reclamar uma penca de bananas meio amassadas?

(Carlos Drummond de Andrade, 70 historinhas. Adaptado)
Considere as passagens:
•  ... mas provida de admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco... (3º parágrafo)
•  Não era o instinto de propriedade que os impelia. (5º parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2024 - TJ-SP - Psicólogo Judiciário |
Q3543295 Português
Assalto

        Na feira, a senhora protestou a altos brados contra o preço do chuchu:

        — Isto é um assalto!

        Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém, correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua inteira, atravancada, mas provida de admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser assaltado?

        — Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a exclamar, e quem não tinha escutado escutou, multiplicando a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes era como a própria sirena policial, documentando, por seu uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém pudesse evitá-la.

        Moleques de carrinho corriam em todas as direções, atropelando-se uns aos outros. Queriam salvar as mercadorias que transportavam. Não era o instinto de propriedade que os impelia. Sentiam-se responsáveis pelo transporte. E no atropelo da fuga, pacotes rasgavam-se, melancias rolavam, tomates esborrachavam-se no asfalto. Se a fruta cai no chão, já não é de ninguém; é de qualquer um, inclusive do transportador. Em ocasiões de assalto, quem é que vai reclamar uma penca de bananas meio amassadas?

(Carlos Drummond de Andrade, 70 historinhas. Adaptado)
Há termo(s) empregado(s) em sentido figurado na passagem:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2024 - TJ-SP - Psicólogo Judiciário |
Q3543294 Português
Assalto

        Na feira, a senhora protestou a altos brados contra o preço do chuchu:

        — Isto é um assalto!

        Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém, correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua inteira, atravancada, mas provida de admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser assaltado?

        — Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a exclamar, e quem não tinha escutado escutou, multiplicando a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes era como a própria sirena policial, documentando, por seu uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém pudesse evitá-la.

        Moleques de carrinho corriam em todas as direções, atropelando-se uns aos outros. Queriam salvar as mercadorias que transportavam. Não era o instinto de propriedade que os impelia. Sentiam-se responsáveis pelo transporte. E no atropelo da fuga, pacotes rasgavam-se, melancias rolavam, tomates esborrachavam-se no asfalto. Se a fruta cai no chão, já não é de ninguém; é de qualquer um, inclusive do transportador. Em ocasiões de assalto, quem é que vai reclamar uma penca de bananas meio amassadas?

(Carlos Drummond de Andrade, 70 historinhas. Adaptado)
O rebuliço relatado no texto deveu-se
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2024 - TJ-SP - Psicólogo Judiciário |
Q3543293 Português
Quem se __________ a conhecer o debate público sobre ambiente no Brasil constatará que a Amazônia, o cerrado e a caatinga _________ sendo __________ pelo desmatamento, que _____________ ameaças cada vez ______________ a essas regiões.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com: 
Alternativas
Respostas
45161: A
45162: A
45163: D
45164: E
45165: A
45166: C
45167: B
45168: C
45169: A
45170: E
45171: A
45172: E
45173: D
45174: B
45175: D
45176: E
45177: C
45178: C
45179: D
45180: A