Questões de Concurso Sobre português

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Q4327720 Português

A era da atenção fragmentada


    A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.


    Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.


    A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.


    A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.


    Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.


    Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.


    A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.


    A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.


    As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.


(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)

No 4º§, o autor emprega o vocábulo “hiperconectividade”. Sob a ótica da estrutura morfológica e das implicações semânticas apresentadas no texto, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q4327719 Português

A era da atenção fragmentada


    A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.


    Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.


    A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.


    A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.


    Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.


    Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.


    A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.


    A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.


    As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.


(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)

Assinale a alternativa que apresenta a classificação morfológica correta do vocábulo em destaque.
Alternativas
Q4327718 Português

A era da atenção fragmentada


    A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.


    Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.


    A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.


    A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.


    Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.


    Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.


    A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.


    A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.


    As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.


(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)

Quanto à sintaxe do fragmento: “A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica.” (7º§), é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4327717 Português

A era da atenção fragmentada


    A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.


    Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.


    A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.


    A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.


    Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.


    Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.


    A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.


    A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.


    As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.


(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)

Considerando o trecho “Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.” (3º§), assinale a alternativa que apresenta uma análise gramatical correta sobre a concordância verbal empregada.
Alternativas
Q4327716 Português

A era da atenção fragmentada


    A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.


    Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.


    A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.


    A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.


    Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.


    Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.


    A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.


    A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.


    As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.


(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)

Analise o trecho a seguir: “A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas.” (3º§). Sobre a estrutura e os recursos linguísticos empregados, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4327715 Português

A era da atenção fragmentada


    A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.


    Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.


    A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.


    A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.


    Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.


    Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.


    A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.


    A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.


    As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.


(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)

Sobre o emprego da vírgula, analise, a seguir, os trechos extraídos do texto.



I. Em “Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.” (5º§), o emprego da vírgula isolando o termo “assim” é facultativo por se tratar de uma conjunção conclusiva posposta ao verbo.


II. Em “Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo.” (7º§), a vírgula é obrigatória por tratar-se de um adjunto adverbial de tempo deslocado.


III. Em “[...] cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.” (7º§), a vírgula é utilizada para isolar um aposto explicativo que detalha o valor numérico mencionado anteriormente.



Está correto o que se afirma em 

Alternativas
Q4327714 Português

A era da atenção fragmentada


    A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.


    Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.


    A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.


    A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.


    Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.


    Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.


    A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.


    A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.


    As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.


(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)

Considerando o trecho “Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, [...]” (8º§), assinale a alternativa que justifica corretamente a ocorrência do fenômeno do acento indicativo de crase. 
Alternativas
Q4327713 Português

A era da atenção fragmentada


    A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.


    Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.


    A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.


    A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.


    Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.


    Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.


    A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.


    A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.


    As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.


(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)

Ao confrontar a afirmação de que “O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção” (2º§) com a ressalva de que “A tecnologia, por si só, não é a inimiga” (8º§), o autor estabelece a seguinte relação lógica no desenvolvimento do texto:
Alternativas
Q4327712 Português

A era da atenção fragmentada


    A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.


    Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.


    A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.


    A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.


    Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.


    Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.


    A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.


    A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.


    As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.


(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)

Ao afirmar que “[...] nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.” (9º§), o autor estabelece uma relação de:
Alternativas
Q4327711 Português

A era da atenção fragmentada


    A economia digital transformou a atenção em um dos ativos mais valiosos do mundo contemporâneo. Plataformas digitais, redes sociais e aplicativos foram projetados para manter usuários engajados o maior tempo possível através dos princípios da economia da atenção, isto é, não apenas capturando atenção, mas aprendendo continuamente como sustentá-la.


    Como consequência, milhões de pessoas passaram a alternar constantemente entre mensagens, notificações, vídeos, e-mails e múltiplas tarefas simultâneas. O resultado é um cérebro submetido a fragmentação contínua da atenção.


    A concentração profunda tornou-se mais difícil. O silêncio mental tornou-se raro. E o cansaço cognitivo passou a fazer parte da rotina de muitas pessoas. O cérebro humano não foi desenvolvido para permanecer tantas horas por dia exposto a estímulos rápidos, variáveis e ininterruptos. Ansiedade, irritabilidade, fadiga mental, dificuldade de foco e sensação constante de esgotamento passaram a aparecer cada vez mais cedo, inclusive, entre adolescentes e jovens adultos.


    A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho. Em muitos ambientes profissionais, estar disponível o tempo todo deixou de ser exceção e passou a funcionar como expectativa silenciosa.


    Mensagens chegam fora do expediente, reuniões ocupam espaços antes destinados ao descanso e a sensação de urgência tornou-se permanente. Mesmo nos momentos de pausa, muitas pessoas continuam emocionalmente conectadas ao trabalho. Não é à toa, assim, que o burnout nas empresas cresceu 823% em quatro anos.


    Esse padrão impede períodos reais de recuperação psíquica. O corpo pode até parar, mas a mente permanece em estado de alerta mesmo aos finais de semana. Com o tempo, essa dinâmica favorece exaustão emocional, queda de produtividade, dificuldade de concentração e sintomas associados ao burnout.


    A mente humana precisa de intervalos para organizar experiências, elaborar emoções e recuperar energia psíquica. Sem pausas, o cérebro permanece em funcionamento contínuo. O Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar mundial em tempo de exposição às telas digitais. Em média, cada brasileiro passa 9h15min por dia conectado, o equivalente a quase 140 dias inteiros do ano vivendo diante de telas.


    A tecnologia, por si só, não é a inimiga. Ferramentas digitais também oferecem benefícios importantes: acesso ampliado à informação, atendimento psicológico on-line, redes de apoio, flexibilização do trabalho e recursos voltados ao bem-estar emocional. O desafio contemporâneo não é abandonar a tecnologia, mas aprender a construir uma relação mais saudável com ela.


    As plataformas continuarão disputando nossa atenção. Mas nenhuma sociedade permanece emocionalmente saudável quando perde a capacidade de silêncio, profundidade e presença.


(Por Cristiano Nabuco. Disponível em: https://www.saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra. Acesso junho de 2026. Fragmento.)

No que diz respeito ao trecho “A hiperconectividade também dissolveu fronteiras entre vida pessoal e trabalho” (4º§), assinale a alternativa que descreve o efeito retórico e semântico dessa construção no contexto textual. 
Alternativas
Q4327485 Português

Texto II para responder a questão


Compreensão de texto está relacionada à baixa leitura


Para educadora, no Brasil há diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar



    Um relatório do Banco Mundial apontou que o Brasil ainda levará 260 anos para atingir níveis de compreensão de leitura iguais aos de países ricos. Para índices de resolução de problemas de matemática, a previsão é de 75 anos. Para Filomena Elaine Paiva Assolini, doutora em Ciências, mestre em Psicologia e professora do Departamento de Educação, Informação e Comunicação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, os dados são assustadores, apesar de questionáveis.



    Na educação, o País avança, mas muito lentamente, segundo dados da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Uma das grandes conquistas dos últimos anos foi a inserção da criança na escola. Ao mesmo tempo, os investimentos no ensino primário e na formação inicial e continuada dos professores são baixos, avalia Filomena.



    O problema mais grave está na interpretação de texto. Segundo a professora, o que ocorre no Brasil é uma diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar. Nesse sentido, a capacitação do docente se coloca como central, já que são os professores que podem despertar o gosto e estimular os alunos à leitura, ensiná-los a ir além da decodificação dos símbolos e buscar novos sentidos na redação. Os problemas da educação se encontram na base e a responsabilidade é coletiva: cabe às gestões públicas, às escolas e às famílias a reversão desse quadro, conclui Filomena.



Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/compreensao-de-texto-esta-relacionada-a-baixa leitura/ 

Considere o trecho a seguir: “A responsabilidade é coletiva: cabe às gestões públicas, às escolas e às famílias a reversão desse quadro”. Com base nas regras de emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4327484 Português

Texto II para responder a questão


Compreensão de texto está relacionada à baixa leitura


Para educadora, no Brasil há diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar



    Um relatório do Banco Mundial apontou que o Brasil ainda levará 260 anos para atingir níveis de compreensão de leitura iguais aos de países ricos. Para índices de resolução de problemas de matemática, a previsão é de 75 anos. Para Filomena Elaine Paiva Assolini, doutora em Ciências, mestre em Psicologia e professora do Departamento de Educação, Informação e Comunicação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, os dados são assustadores, apesar de questionáveis.



    Na educação, o País avança, mas muito lentamente, segundo dados da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Uma das grandes conquistas dos últimos anos foi a inserção da criança na escola. Ao mesmo tempo, os investimentos no ensino primário e na formação inicial e continuada dos professores são baixos, avalia Filomena.



    O problema mais grave está na interpretação de texto. Segundo a professora, o que ocorre no Brasil é uma diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar. Nesse sentido, a capacitação do docente se coloca como central, já que são os professores que podem despertar o gosto e estimular os alunos à leitura, ensiná-los a ir além da decodificação dos símbolos e buscar novos sentidos na redação. Os problemas da educação se encontram na base e a responsabilidade é coletiva: cabe às gestões públicas, às escolas e às famílias a reversão desse quadro, conclui Filomena.



Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/compreensao-de-texto-esta-relacionada-a-baixa leitura/ 

Considere os trechos extraídos do texto:
I. “Os dados são assustadores, apesar de questionáveis.”
II. “Na educação, o País avança, mas muito lentamente.”
III. “A responsabilidade é coletiva: cabe às gestões públicas, às escolas e às famílias a reversão desse quadro.”
Com base nas regras de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4327483 Português

Texto II para responder a questão


Compreensão de texto está relacionada à baixa leitura


Para educadora, no Brasil há diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar



    Um relatório do Banco Mundial apontou que o Brasil ainda levará 260 anos para atingir níveis de compreensão de leitura iguais aos de países ricos. Para índices de resolução de problemas de matemática, a previsão é de 75 anos. Para Filomena Elaine Paiva Assolini, doutora em Ciências, mestre em Psicologia e professora do Departamento de Educação, Informação e Comunicação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, os dados são assustadores, apesar de questionáveis.



    Na educação, o País avança, mas muito lentamente, segundo dados da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Uma das grandes conquistas dos últimos anos foi a inserção da criança na escola. Ao mesmo tempo, os investimentos no ensino primário e na formação inicial e continuada dos professores são baixos, avalia Filomena.



    O problema mais grave está na interpretação de texto. Segundo a professora, o que ocorre no Brasil é uma diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar. Nesse sentido, a capacitação do docente se coloca como central, já que são os professores que podem despertar o gosto e estimular os alunos à leitura, ensiná-los a ir além da decodificação dos símbolos e buscar novos sentidos na redação. Os problemas da educação se encontram na base e a responsabilidade é coletiva: cabe às gestões públicas, às escolas e às famílias a reversão desse quadro, conclui Filomena.



Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/compreensao-de-texto-esta-relacionada-a-baixa leitura/ 

No encerramento, o texto sustenta que a reversão do quadro depende de múltiplos atores e enfatiza o papel do professor na promoção do gosto pela leitura. Considerando a coerência interna do texto, assinale a alternativa que melhor expressa a proposta de enfrentamento do problema apresentada. 
Alternativas
Q4327482 Português

Texto II para responder a questão


Compreensão de texto está relacionada à baixa leitura


Para educadora, no Brasil há diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar



    Um relatório do Banco Mundial apontou que o Brasil ainda levará 260 anos para atingir níveis de compreensão de leitura iguais aos de países ricos. Para índices de resolução de problemas de matemática, a previsão é de 75 anos. Para Filomena Elaine Paiva Assolini, doutora em Ciências, mestre em Psicologia e professora do Departamento de Educação, Informação e Comunicação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, os dados são assustadores, apesar de questionáveis.



    Na educação, o País avança, mas muito lentamente, segundo dados da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Uma das grandes conquistas dos últimos anos foi a inserção da criança na escola. Ao mesmo tempo, os investimentos no ensino primário e na formação inicial e continuada dos professores são baixos, avalia Filomena.



    O problema mais grave está na interpretação de texto. Segundo a professora, o que ocorre no Brasil é uma diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar. Nesse sentido, a capacitação do docente se coloca como central, já que são os professores que podem despertar o gosto e estimular os alunos à leitura, ensiná-los a ir além da decodificação dos símbolos e buscar novos sentidos na redação. Os problemas da educação se encontram na base e a responsabilidade é coletiva: cabe às gestões públicas, às escolas e às famílias a reversão desse quadro, conclui Filomena.



Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/compreensao-de-texto-esta-relacionada-a-baixa leitura/ 

O texto estabelece relação direta entre leitura, interpretação e formação docente, argumentando que os problemas educacionais se concentram na base do sistema. À luz desse argumento, assinale a alternativa que melhor sintetiza o núcleo explicativo apresentado para o problema da compreensão de texto no Brasil. 
Alternativas
Q4327481 Português

Texto II para responder a questão


Compreensão de texto está relacionada à baixa leitura


Para educadora, no Brasil há diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar



    Um relatório do Banco Mundial apontou que o Brasil ainda levará 260 anos para atingir níveis de compreensão de leitura iguais aos de países ricos. Para índices de resolução de problemas de matemática, a previsão é de 75 anos. Para Filomena Elaine Paiva Assolini, doutora em Ciências, mestre em Psicologia e professora do Departamento de Educação, Informação e Comunicação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, os dados são assustadores, apesar de questionáveis.



    Na educação, o País avança, mas muito lentamente, segundo dados da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Uma das grandes conquistas dos últimos anos foi a inserção da criança na escola. Ao mesmo tempo, os investimentos no ensino primário e na formação inicial e continuada dos professores são baixos, avalia Filomena.



    O problema mais grave está na interpretação de texto. Segundo a professora, o que ocorre no Brasil é uma diminuição no número de leitores, inclusive dentro do ambiente escolar. Nesse sentido, a capacitação do docente se coloca como central, já que são os professores que podem despertar o gosto e estimular os alunos à leitura, ensiná-los a ir além da decodificação dos símbolos e buscar novos sentidos na redação. Os problemas da educação se encontram na base e a responsabilidade é coletiva: cabe às gestões públicas, às escolas e às famílias a reversão desse quadro, conclui Filomena.



Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/compreensao-de-texto-esta-relacionada-a-baixa leitura/ 

No texto, ao comentar o relatório do Banco Mundial e, em seguida, mencionar dados da OCDE, a professora Filomena Elaine Paiva Assolini constrói um posicionamento que combina avaliação crítica e reconhecimento do problema. Considerando esse encadeamento argumentativo, assinale a alternativa que melhor expressa a atitude da entrevistada em relação aos diagnósticos apresentados por organismos internacionais. 
Alternativas
Q4327480 Português

Texto I para responder a questão


O povo precisa de educação política e interpretação de texto


A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos 


A pressão popular tem desempenhado um papel crucial na busca por uma política mais ética. O crescente uso das redes sociais como plataforma de denúncia e mobilização também é uma ferramenta poderosa. A população não está mais passiva; ela exige respostas e ações concretas.


Entretanto, ainda falta muita intepretação de texto e educação política para que todos acompanham e entendam o que acontece no próprio país. Um eleitorado bem informado é menos suscetível a manipulações e promessas vazias. Promover a cidadania ativa e a participação política consciente são passos fundamentais para a construção de um cenário político mais ético.


Muitas pessoas acreditam que a corrupção e os escândalos são inerentes ao sistema, outros veem esperança em movimentos de renovação e transparência. A realidade é que a ética e a moral na política brasileira enfrentam desafios profundos. Principalmente depois da grande polarização, que evita diálogos importantes.


 Além disso, os dois maiores líderes populistas do Brasil, Bolsonaro e Lula, têm uma imagem manchada com opositores e apoiadores. Talvez, de fato, já tenha passado da hora de nascer uma nova geração política. Essa ideia parece utópica, quando existem exemplos como Nicolas Ferreira e Carla Zambelli, que utilizam o espaço da tribuna para propagar suas opiniões preconceituosas.


Esses eventos criaram uma sensação de desilusão e desconfiança generalizada na população. A cada nova notícia, a esperança de um governo honesto e que saia dessa polarização parece se esvair. Assim como aconteceu recentemente com o engano repetido de Zambelli, ao se referir à deputada federal Benedita da Silva pelo nome da escrava histórica, Chica da Silva.


Mesmo assim, é injusto afirmar que todos os políticos brasileiros são corruptos e nefastos. Há aqueles que, mesmo dentro de um sistema comprometido, lutam por mudanças e trabalham com integridade. Exemplos de governantes que promovem transparência, ética e responsabilidade são frequentemente ofuscados pelos casos de corrupção, mas eles existem e fazem diferença.


O Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário têm desempenhado papéis fundamentais na investigação, punição e manutenção da funcionalidade pública. A independência dessas instituições é vital para a manutenção da ética na política e para punir aqueles que infringem as regras. Ainda assim, essas instituições democráticas seguem consistentemente enfrentando golpes à sua credibilidade perante o povo.


 A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos. A corrupção é uma realidade, mas a esperança e a possibilidade de mudança também são. Cabe à sociedade brasileira escolher bons representantes, ainda mais nas eleições municipais, para construir um futuro onde a ética e a moral sejam pilares indissociáveis da política.


Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/faltou-dizer-colunas-e-blogs/o-povo precisa-de-educacao-politica-e-interpretacao-de-texto-618436/

Considere o trecho a seguir, extraído do texto: “Entretanto, ainda falta muita interpretação de texto e educação política para que todos acompanham e entendam o que acontece no próprio país”. Com base na classificação das palavras destacadas e nas relações que estabelecem no período, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4327479 Português

Texto I para responder a questão


O povo precisa de educação política e interpretação de texto


A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos 


A pressão popular tem desempenhado um papel crucial na busca por uma política mais ética. O crescente uso das redes sociais como plataforma de denúncia e mobilização também é uma ferramenta poderosa. A população não está mais passiva; ela exige respostas e ações concretas.


Entretanto, ainda falta muita intepretação de texto e educação política para que todos acompanham e entendam o que acontece no próprio país. Um eleitorado bem informado é menos suscetível a manipulações e promessas vazias. Promover a cidadania ativa e a participação política consciente são passos fundamentais para a construção de um cenário político mais ético.


Muitas pessoas acreditam que a corrupção e os escândalos são inerentes ao sistema, outros veem esperança em movimentos de renovação e transparência. A realidade é que a ética e a moral na política brasileira enfrentam desafios profundos. Principalmente depois da grande polarização, que evita diálogos importantes.


 Além disso, os dois maiores líderes populistas do Brasil, Bolsonaro e Lula, têm uma imagem manchada com opositores e apoiadores. Talvez, de fato, já tenha passado da hora de nascer uma nova geração política. Essa ideia parece utópica, quando existem exemplos como Nicolas Ferreira e Carla Zambelli, que utilizam o espaço da tribuna para propagar suas opiniões preconceituosas.


Esses eventos criaram uma sensação de desilusão e desconfiança generalizada na população. A cada nova notícia, a esperança de um governo honesto e que saia dessa polarização parece se esvair. Assim como aconteceu recentemente com o engano repetido de Zambelli, ao se referir à deputada federal Benedita da Silva pelo nome da escrava histórica, Chica da Silva.


Mesmo assim, é injusto afirmar que todos os políticos brasileiros são corruptos e nefastos. Há aqueles que, mesmo dentro de um sistema comprometido, lutam por mudanças e trabalham com integridade. Exemplos de governantes que promovem transparência, ética e responsabilidade são frequentemente ofuscados pelos casos de corrupção, mas eles existem e fazem diferença.


O Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário têm desempenhado papéis fundamentais na investigação, punição e manutenção da funcionalidade pública. A independência dessas instituições é vital para a manutenção da ética na política e para punir aqueles que infringem as regras. Ainda assim, essas instituições democráticas seguem consistentemente enfrentando golpes à sua credibilidade perante o povo.


 A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos. A corrupção é uma realidade, mas a esperança e a possibilidade de mudança também são. Cabe à sociedade brasileira escolher bons representantes, ainda mais nas eleições municipais, para construir um futuro onde a ética e a moral sejam pilares indissociáveis da política.


Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/faltou-dizer-colunas-e-blogs/o-povo precisa-de-educacao-politica-e-interpretacao-de-texto-618436/

Considerando o trecho a seguir: “A população não está mais passiva; ela exige respostas e ações concretas”, e a partir da análise das classes gramaticais dos termos destacados e de sua função no contexto do enunciado, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4327478 Português

Texto I para responder a questão


O povo precisa de educação política e interpretação de texto


A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos 


A pressão popular tem desempenhado um papel crucial na busca por uma política mais ética. O crescente uso das redes sociais como plataforma de denúncia e mobilização também é uma ferramenta poderosa. A população não está mais passiva; ela exige respostas e ações concretas.


Entretanto, ainda falta muita intepretação de texto e educação política para que todos acompanham e entendam o que acontece no próprio país. Um eleitorado bem informado é menos suscetível a manipulações e promessas vazias. Promover a cidadania ativa e a participação política consciente são passos fundamentais para a construção de um cenário político mais ético.


Muitas pessoas acreditam que a corrupção e os escândalos são inerentes ao sistema, outros veem esperança em movimentos de renovação e transparência. A realidade é que a ética e a moral na política brasileira enfrentam desafios profundos. Principalmente depois da grande polarização, que evita diálogos importantes.


 Além disso, os dois maiores líderes populistas do Brasil, Bolsonaro e Lula, têm uma imagem manchada com opositores e apoiadores. Talvez, de fato, já tenha passado da hora de nascer uma nova geração política. Essa ideia parece utópica, quando existem exemplos como Nicolas Ferreira e Carla Zambelli, que utilizam o espaço da tribuna para propagar suas opiniões preconceituosas.


Esses eventos criaram uma sensação de desilusão e desconfiança generalizada na população. A cada nova notícia, a esperança de um governo honesto e que saia dessa polarização parece se esvair. Assim como aconteceu recentemente com o engano repetido de Zambelli, ao se referir à deputada federal Benedita da Silva pelo nome da escrava histórica, Chica da Silva.


Mesmo assim, é injusto afirmar que todos os políticos brasileiros são corruptos e nefastos. Há aqueles que, mesmo dentro de um sistema comprometido, lutam por mudanças e trabalham com integridade. Exemplos de governantes que promovem transparência, ética e responsabilidade são frequentemente ofuscados pelos casos de corrupção, mas eles existem e fazem diferença.


O Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário têm desempenhado papéis fundamentais na investigação, punição e manutenção da funcionalidade pública. A independência dessas instituições é vital para a manutenção da ética na política e para punir aqueles que infringem as regras. Ainda assim, essas instituições democráticas seguem consistentemente enfrentando golpes à sua credibilidade perante o povo.


 A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos. A corrupção é uma realidade, mas a esperança e a possibilidade de mudança também são. Cabe à sociedade brasileira escolher bons representantes, ainda mais nas eleições municipais, para construir um futuro onde a ética e a moral sejam pilares indissociáveis da política.


Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/faltou-dizer-colunas-e-blogs/o-povo precisa-de-educacao-politica-e-interpretacao-de-texto-618436/

No desenvolvimento final do texto, ao mencionar instituições como o Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário, o autor expressa uma visão segundo a qual: 
Alternativas
Q4327477 Português

Texto I para responder a questão


O povo precisa de educação política e interpretação de texto


A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos 


A pressão popular tem desempenhado um papel crucial na busca por uma política mais ética. O crescente uso das redes sociais como plataforma de denúncia e mobilização também é uma ferramenta poderosa. A população não está mais passiva; ela exige respostas e ações concretas.


Entretanto, ainda falta muita intepretação de texto e educação política para que todos acompanham e entendam o que acontece no próprio país. Um eleitorado bem informado é menos suscetível a manipulações e promessas vazias. Promover a cidadania ativa e a participação política consciente são passos fundamentais para a construção de um cenário político mais ético.


Muitas pessoas acreditam que a corrupção e os escândalos são inerentes ao sistema, outros veem esperança em movimentos de renovação e transparência. A realidade é que a ética e a moral na política brasileira enfrentam desafios profundos. Principalmente depois da grande polarização, que evita diálogos importantes.


 Além disso, os dois maiores líderes populistas do Brasil, Bolsonaro e Lula, têm uma imagem manchada com opositores e apoiadores. Talvez, de fato, já tenha passado da hora de nascer uma nova geração política. Essa ideia parece utópica, quando existem exemplos como Nicolas Ferreira e Carla Zambelli, que utilizam o espaço da tribuna para propagar suas opiniões preconceituosas.


Esses eventos criaram uma sensação de desilusão e desconfiança generalizada na população. A cada nova notícia, a esperança de um governo honesto e que saia dessa polarização parece se esvair. Assim como aconteceu recentemente com o engano repetido de Zambelli, ao se referir à deputada federal Benedita da Silva pelo nome da escrava histórica, Chica da Silva.


Mesmo assim, é injusto afirmar que todos os políticos brasileiros são corruptos e nefastos. Há aqueles que, mesmo dentro de um sistema comprometido, lutam por mudanças e trabalham com integridade. Exemplos de governantes que promovem transparência, ética e responsabilidade são frequentemente ofuscados pelos casos de corrupção, mas eles existem e fazem diferença.


O Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário têm desempenhado papéis fundamentais na investigação, punição e manutenção da funcionalidade pública. A independência dessas instituições é vital para a manutenção da ética na política e para punir aqueles que infringem as regras. Ainda assim, essas instituições democráticas seguem consistentemente enfrentando golpes à sua credibilidade perante o povo.


 A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos. A corrupção é uma realidade, mas a esperança e a possibilidade de mudança também são. Cabe à sociedade brasileira escolher bons representantes, ainda mais nas eleições municipais, para construir um futuro onde a ética e a moral sejam pilares indissociáveis da política.


Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/faltou-dizer-colunas-e-blogs/o-povo precisa-de-educacao-politica-e-interpretacao-de-texto-618436/

No trecho em que o autor aborda a polarização política e menciona lideranças como Bolsonaro e Lula, bem como exemplos de parlamentares contemporâneos, a intenção predominante do texto é:
Alternativas
Q4327476 Português

Texto I para responder a questão


O povo precisa de educação política e interpretação de texto


A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos 


A pressão popular tem desempenhado um papel crucial na busca por uma política mais ética. O crescente uso das redes sociais como plataforma de denúncia e mobilização também é uma ferramenta poderosa. A população não está mais passiva; ela exige respostas e ações concretas.


Entretanto, ainda falta muita intepretação de texto e educação política para que todos acompanham e entendam o que acontece no próprio país. Um eleitorado bem informado é menos suscetível a manipulações e promessas vazias. Promover a cidadania ativa e a participação política consciente são passos fundamentais para a construção de um cenário político mais ético.


Muitas pessoas acreditam que a corrupção e os escândalos são inerentes ao sistema, outros veem esperança em movimentos de renovação e transparência. A realidade é que a ética e a moral na política brasileira enfrentam desafios profundos. Principalmente depois da grande polarização, que evita diálogos importantes.


 Além disso, os dois maiores líderes populistas do Brasil, Bolsonaro e Lula, têm uma imagem manchada com opositores e apoiadores. Talvez, de fato, já tenha passado da hora de nascer uma nova geração política. Essa ideia parece utópica, quando existem exemplos como Nicolas Ferreira e Carla Zambelli, que utilizam o espaço da tribuna para propagar suas opiniões preconceituosas.


Esses eventos criaram uma sensação de desilusão e desconfiança generalizada na população. A cada nova notícia, a esperança de um governo honesto e que saia dessa polarização parece se esvair. Assim como aconteceu recentemente com o engano repetido de Zambelli, ao se referir à deputada federal Benedita da Silva pelo nome da escrava histórica, Chica da Silva.


Mesmo assim, é injusto afirmar que todos os políticos brasileiros são corruptos e nefastos. Há aqueles que, mesmo dentro de um sistema comprometido, lutam por mudanças e trabalham com integridade. Exemplos de governantes que promovem transparência, ética e responsabilidade são frequentemente ofuscados pelos casos de corrupção, mas eles existem e fazem diferença.


O Ministério Público, a Polícia Federal e o Judiciário têm desempenhado papéis fundamentais na investigação, punição e manutenção da funcionalidade pública. A independência dessas instituições é vital para a manutenção da ética na política e para punir aqueles que infringem as regras. Ainda assim, essas instituições democráticas seguem consistentemente enfrentando golpes à sua credibilidade perante o povo.


 A luta por um sistema mais justo e transparente depende de esforços coletivos e contínuos. A corrupção é uma realidade, mas a esperança e a possibilidade de mudança também são. Cabe à sociedade brasileira escolher bons representantes, ainda mais nas eleições municipais, para construir um futuro onde a ética e a moral sejam pilares indissociáveis da política.


Fonte: https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/faltou-dizer-colunas-e-blogs/o-povo precisa-de-educacao-politica-e-interpretacao-de-texto-618436/

Ao longo do texto, o autor constrói uma reflexão crítica sobre a relação entre participação popular, educação política e ética na política brasileira. Considerando o encadeamento das ideias, é correto afirmar que o texto defende, como condição central para o fortalecimento da democracia: 
Alternativas
Respostas
3401: A
3402: C
3403: D
3404: C
3405: B
3406: C
3407: C
3408: D
3409: B
3410: D
3411: B
3412: D
3413: D
3414: D
3415: C
3416: A
3417: D
3418: C
3419: B
3420: C