Questões de Concurso Sobre ortografia em português

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Q3466452 Português

Leia o texto para responder à questão.


Timidez


        Sou um tímido veterano e posso dar conselhos aos que estão recém descobrindo o martírio de enfrentar esse terror, os outros, e a obrigação de se fazer ouvir, ter amigos, namorar, procriar e, enfim, viver, quando preferia ficar quieto em casa. Ou, de preferência, no útero.


        Algumas coisas não funcionam. Já tentei várias maneiras de conviver com minha timidez e nenhuma deu certo. Decorar frases, por exemplo. Já fui com uma frase pronta para impressionar a menina e na hora saiu “Teus verdes são como dois olhos, lagoa”. Também resista à tentação de assumir um ar superior e dar a impressão de que você não é tímido, é misterioso.

   

        Eu sou do tempo em que se usava chaveiro com correntinha (além de tope e topete, tope de gravata enorme e topete duro de Gumex) e ficava girando a correntinha no dedo, enquanto examinava as garotas na saída das matinês (eu sou do tempo das saídas de matinês). Um dia uma garota veio falar comigo, ou ver de perto o que mantinha meu topete em pé, foi atingida pela hélice da correntinha e saiu furiosa. Melhor, porque eu não tinha nenhuma fala pronta, o que dirá misteriosa, que correspondesse à pose.

   

        Evite manobras calhordas, como identificar alguém tão tímido quanto você no grupo e quando, por sacanagem, lhe passarem a palavra, passar a palavra imediatamente para ele. O mínimo que um tímido espera de outro é solidariedade. E não há momento mais temido na vida de um tímido do que quando lhe passam a palavra.

    

        Tente se convencer de que você não é o alvo de todos os olhares e de todas as expectativas de vexame quando entra em qualquer recinto. Porque, no fundo, a timidez é uma forma extrema de vaidade, pois é a certeza de que, onde o tímido estiver, ele é o centro das atenções, o que torna quase inevitável que errará a cadeira e sentará no chão, ou no colo da anfitriã.

  

        Convença-se, o mundo não está só esperando para ver qual é a próxima que você vai aprontar. E mire-se no meu exemplo. Depois que aposentei a correntinha e (suspiro) perdi o topete, namorei, casei, procriei, fiz amigos, vivi e hoje até faço palestras, ou coisas parecidas. Mesmo com o secreto e permanente desejo, é verdade, de não estar ali, mas quieto em casa.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

A palavra “tímido”, que ocorre no texto apresentado, é acentuada pela mesma regra ortográfica que:
Alternativas
Q3466030 Português
O menor vertebrado do mundo 






       Cientistas acreditam ter identificado o menor vertebrado do mundo: um minúsculo sapo brasileiro do tamanho de uma ervilha chamado Brachycephalus pulex (ou sapinho-pulga), de acordo com uma pesquisa recente.

        Em 2011, Mirco Solé, pesquisador da Universidade Estadual de Santa Cruz, na Bahia, foi o primeiro a analisar o tamanho desta espécie em comparação com o de outros sapos semelhantes. A amostra não era grande o suficiente na época para ser conclusiva, mas a pesquisa mais recente, na qual Solé e sua equipe mediram o comprimento do corpo de 46 sapos-pulgas, é mais abrangente.
 
        Descobriu-se que os sapos machos B. pulex mediam pouco mais de 7mm e as fêmeas eram ligeiramente maiores, com pouco mais de 8mm. A equipe também confirmou a maturidade e o sexo dos sapos examinando suas gônadas e verificando a presença de fendas vocais na garganta, que só os machos possuem.

      Como os menores vertebrados existentes, os sapos B. pulex enfrentam seus próprios desafios — além de serem difíceis de monitorar com precisão. Eles têm dificuldade para fazer algo em que os sapos deveriam ser inerentemente bons: pular.

       Na verdade, uma pesquisa de 2022 descobriu que esses vertebrados perdem o equilíbrio quando saem do solo. Eles são simplesmente tão pequenos que não conseguem fazer uso adequado dos seus sistemas vestibulares, que ajudam a controlar a estabilização.

     Mark D. Scherz, curador de herpetologia do Museu de História Natural da Dinamarca, diz que esta espécie de sapo "impressionantemente pequena" é muito provavelmente a detentora do título de menor vertebrado do mundo, e que a afirmação "tem base em um notável e grande conjunto de dados". Ainda assim, ele afirma que, embora existam muitas evidências, não é possível saber o que está por vir em termos de novas descobertas. Ele diz que embora seja provável que haja prováveis candidatos ao título de menor vertebrado nos próximos anos, essa classificação como "pequeno" depende de como a espécie está sendo medida. "Se tomarmos isso como uma medida linear, os sapos são atualmente vencedores", explica ele. "Mas se considerarmos a massa ou o volume, então os peixes provavelmente reivindicariam o título, já que são muito estreitos e delgados, enquanto os sapos são bastante redondos."


BBC News Brasil. Adaptado.
Em relação às regras de dígrafo consonantal e encontro consonantal, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Dígrafo consonantal. (2) Encontro consonantal.

( ) Porrete. ( ) Pneu. ( ) Psicólogo. ( ) Guerra.
Alternativas
Q3466027 Português
O menor vertebrado do mundo 






       Cientistas acreditam ter identificado o menor vertebrado do mundo: um minúsculo sapo brasileiro do tamanho de uma ervilha chamado Brachycephalus pulex (ou sapinho-pulga), de acordo com uma pesquisa recente.

        Em 2011, Mirco Solé, pesquisador da Universidade Estadual de Santa Cruz, na Bahia, foi o primeiro a analisar o tamanho desta espécie em comparação com o de outros sapos semelhantes. A amostra não era grande o suficiente na época para ser conclusiva, mas a pesquisa mais recente, na qual Solé e sua equipe mediram o comprimento do corpo de 46 sapos-pulgas, é mais abrangente.
 
        Descobriu-se que os sapos machos B. pulex mediam pouco mais de 7mm e as fêmeas eram ligeiramente maiores, com pouco mais de 8mm. A equipe também confirmou a maturidade e o sexo dos sapos examinando suas gônadas e verificando a presença de fendas vocais na garganta, que só os machos possuem.

      Como os menores vertebrados existentes, os sapos B. pulex enfrentam seus próprios desafios — além de serem difíceis de monitorar com precisão. Eles têm dificuldade para fazer algo em que os sapos deveriam ser inerentemente bons: pular.

       Na verdade, uma pesquisa de 2022 descobriu que esses vertebrados perdem o equilíbrio quando saem do solo. Eles são simplesmente tão pequenos que não conseguem fazer uso adequado dos seus sistemas vestibulares, que ajudam a controlar a estabilização.

     Mark D. Scherz, curador de herpetologia do Museu de História Natural da Dinamarca, diz que esta espécie de sapo "impressionantemente pequena" é muito provavelmente a detentora do título de menor vertebrado do mundo, e que a afirmação "tem base em um notável e grande conjunto de dados". Ainda assim, ele afirma que, embora existam muitas evidências, não é possível saber o que está por vir em termos de novas descobertas. Ele diz que embora seja provável que haja prováveis candidatos ao título de menor vertebrado nos próximos anos, essa classificação como "pequeno" depende de como a espécie está sendo medida. "Se tomarmos isso como uma medida linear, os sapos são atualmente vencedores", explica ele. "Mas se considerarmos a massa ou o volume, então os peixes provavelmente reivindicariam o título, já que são muito estreitos e delgados, enquanto os sapos são bastante redondos."


BBC News Brasil. Adaptado.
Em conformidade com o adequado emprego dos porquês, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3466024 Português
O menor vertebrado do mundo 






       Cientistas acreditam ter identificado o menor vertebrado do mundo: um minúsculo sapo brasileiro do tamanho de uma ervilha chamado Brachycephalus pulex (ou sapinho-pulga), de acordo com uma pesquisa recente.

        Em 2011, Mirco Solé, pesquisador da Universidade Estadual de Santa Cruz, na Bahia, foi o primeiro a analisar o tamanho desta espécie em comparação com o de outros sapos semelhantes. A amostra não era grande o suficiente na época para ser conclusiva, mas a pesquisa mais recente, na qual Solé e sua equipe mediram o comprimento do corpo de 46 sapos-pulgas, é mais abrangente.
 
        Descobriu-se que os sapos machos B. pulex mediam pouco mais de 7mm e as fêmeas eram ligeiramente maiores, com pouco mais de 8mm. A equipe também confirmou a maturidade e o sexo dos sapos examinando suas gônadas e verificando a presença de fendas vocais na garganta, que só os machos possuem.

      Como os menores vertebrados existentes, os sapos B. pulex enfrentam seus próprios desafios — além de serem difíceis de monitorar com precisão. Eles têm dificuldade para fazer algo em que os sapos deveriam ser inerentemente bons: pular.

       Na verdade, uma pesquisa de 2022 descobriu que esses vertebrados perdem o equilíbrio quando saem do solo. Eles são simplesmente tão pequenos que não conseguem fazer uso adequado dos seus sistemas vestibulares, que ajudam a controlar a estabilização.

     Mark D. Scherz, curador de herpetologia do Museu de História Natural da Dinamarca, diz que esta espécie de sapo "impressionantemente pequena" é muito provavelmente a detentora do título de menor vertebrado do mundo, e que a afirmação "tem base em um notável e grande conjunto de dados". Ainda assim, ele afirma que, embora existam muitas evidências, não é possível saber o que está por vir em termos de novas descobertas. Ele diz que embora seja provável que haja prováveis candidatos ao título de menor vertebrado nos próximos anos, essa classificação como "pequeno" depende de como a espécie está sendo medida. "Se tomarmos isso como uma medida linear, os sapos são atualmente vencedores", explica ele. "Mas se considerarmos a massa ou o volume, então os peixes provavelmente reivindicariam o título, já que são muito estreitos e delgados, enquanto os sapos são bastante redondos."


BBC News Brasil. Adaptado.
Assinalar a alternativa que apresenta um par de homônimos homófonos. 
Alternativas
Q3465831 Português
A palavra “chamada”, que aparece no título do texto, está corretamente grafada com CH, assim como em
Alternativas
Q3463963 Português
No trecho “(...) a prática cada vez mais comum de apenas "passar os olhos" superficialmente...” (3º parágrafo), a palavra em destaque foi acentuada pelo mesmo motivo que todas abaixo, exceto: 
Alternativas
Q3459365 Português

TEXTO 2


Desempregada garimpa comida em caçambas de lixo da Ceagesp


        Duas vezes por semana, a doméstica desempregada Regina dos Passos da Conceição, de 45 anos, sai de casa bem cedo puxando um carrinho de compras. Ela faz a feira na Ceagesp — Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, a maior central de abastecimento de frutas, legumes e verduras da América Latina. A viagem de ida, de ônibus e trem, dura duas horas. Ela escolhe abobrinhas, batatas, cenouras, chuchus, folhas de couve-flor, pepinos, repolhos e tomates. Regina não faz compras, como a maioria dos consumidores da Ceagesp. Ela cata alimentos em caçambas de lixo do lado de fora dos pavilhões.


         Na manhã de terça-feira, a jornada começou pelo portão 14 da Ceagesp. Logo foi abordada por um segurança:


        — A senhora vai fazer compras?

        — Não.

       — Então deixe o carrinho aqui do lado de fora.


         Como a Ceagesp não permite catadores, as coletas são feitas clandestinamente. Regina obedeceu ao guarda e entrou com uma sacola de feira vermelha. Peregrinando entre caçambas de detritos, achou, na primeira, quatro tomates. O fruto estava meio amassado, mas poderia ser consumido se cortado em pedacinhos, avaliou. Ao lado, no fundo de outra lixeira, havia dezenas de abobrinhas. Regina pegou uma ripa de madeira com um prego na ponta e as espetou uma a uma. Conseguiu quatro.


         — Sinto vergonha de catar comida do lixo. As pessoas têm nojo. Mas não tenho alternativas — diz ela, que perdeu o emprego no início da pandemia.


         De lá, caminhou mais duas quadras e encontrou um pepino no chão, debaixo de uma carreta, e folhas de couve-flor que também iriam para a sopa de legumes à noite. Com os R$ 150 que recebe do auxílio emergencial, Regina paga contas de água e luz; parcelas do IPTU e as prestações de uma televisão comprada em 60 vezes no carnê. Uma vez ao mês, compra três quilos de carne de segunda e manda moer, para comer ao longo dos dias.


         O nutricionista Antônio Herbert Lancha Júnior, professor da USP e do comitê científico da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN), avaliou, vendo as imagens registradas de Regina, que os produtos pareciam em bom estado, mas observou que é comum a presença de roedores nestes locais:


         — São cenas chocantes. A gente já havia assistido a esse tipo de humilhação em tempos de guerras e extrema pobreza pelo mundo. No Brasil, é algo que vinha desaparecendo — disse.


         O GLOBO acompanhou Regina até sua casa, mas sua mãe, uma senhora de 80 anos, com quem ela divide a precariedade alimentar, pediu que a mesa de jantar não fosse fotografada. A Ceagesp informou que tem o programa “kit-feira” para distribuir alimentos. 


Disponível em: https://oglobo.globo.com/brasil/direitos-humanos/a-raspa-o-resto-pratos-da-fome-no-brasil-sao-feitos-com-alimentos doados-ou-encontrados-no-lixo-25175650 

É uma palavra acentuada por ser oxítona: 
Alternativas
Q3459335 Português
Estão corretamente empregadas as palavras na frase:
Alternativas
Q3458886 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que é o fenômeno da água morta?



Ele acontece quando ondas se formam dentro do mar, e não na superfície. E pode ter decidido uma batalha na Roma Antiga.


Que água e óleo não se misturam, você já sabe. Um pouco menos trivial é que, em algumas condições, água e água não se misturam. Por exemplo: no litoral de regiões de baixas temperaturas, conforme o gelo dos glaciares derrete e escorre para o mar, forma-se uma camada de água doce mais fria na superfície do oceano − que permanece separada da camada inferior, mais salgada e quente.


Quando um navio está passando em uma região em que acontece esse fenômeno, ele perturba as águas e vai gerando ondas atrás de si. Mas essas ondas não acontecem na superfície da água. São ondas submarinas, que se formam na interface entre a água doce e a salgada.


Essas ondas invisíveis (seriam visíveis se você pudesse, por exemplo, tingir a água doce com corante para vê-la em contraste com a salgada) vão ganhando velocidade, alcançam o próprio navio responsável por gerá-las e então interferem com seu movimento, fazendo-o desacelerar ou parar.


Existem dois tipos de água morta. A versão do fenômeno conhecida como Nansen faz a velocidade do navio diminuir de maneira mais ou menos uniforme. Já a versão chamada de Ekman faz o velocímetro do barco oscilar: ele vai ora mais rápido, ora mais devagar. Hoje, sabemos que essas duas manifestações são etapas do mesmo processo. Primeiro o navio oscila à moda Ekman, depois se estabiliza do jeitinho Nansen.


Acredita-se que o fenômeno tenha sido fundamental para a vitória do imperador Otaviano contra a frota de Marco Antônio e Cleópatra na Batalha do Áccio, em 31 a.C. Pela maior parte da história, a água morta foi  descartada como história de pescador: só em 1893 o caso do explorador norueguês Fridtjof Nansen convenceu um meteorologista, Vilhelm Bjerknes, a descrevê-lo cientificamente.


(Seleçõesmarço2024)

A letra "X", presente em "explorador", não ocorre em: 
Alternativas
Q3458879 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 



Vírus é capaz de gerar eletricidade



Micróbio foi desenvolvido em laboratório - e talvez possa servir como bateria biológica um dia. 


Ele se chama M13, foi criado por cientistas da Universidade da Califórnia (Berkeley), e tem uma habilidade inédita (1): se exposto ao calor, começa a produzir uma corrente elétrica.

Esse fenômeno, que se chama piroeletricidade (e só havia sido detectado em minerais), acontece porque a parte externa do vírus foi revestida por uma proteína eletricamente carregada: metade dela tem carga positiva, e a outra metade tem carga negativa.

O calor perturba as moléculas dessa proteína, fazendo com que elas se desmanchem − e esse movimento altera as posições dos polos negativo e positivo, gerando uma "diferença de potencial elétrico", ou seja, voltagem.

Os cientistas acreditam que o M13 poderá ser usado, no futuro, como uma espécie de bateria biológica para alimentar pequenos dispositivos eletrônicos − como o vírus é capaz de se autorreplicar, ele "recarregaria" essa bateria sozinho.


(Bruno Garattoni.12 de dezembro de 2023/https:super.abril.uol.com.br.)

O prefixo "auto" de autorreplicar não foi devidamente afixado em:
Alternativas
Q3458878 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 



Vírus é capaz de gerar eletricidade



Micróbio foi desenvolvido em laboratório - e talvez possa servir como bateria biológica um dia. 


Ele se chama M13, foi criado por cientistas da Universidade da Califórnia (Berkeley), e tem uma habilidade inédita (1): se exposto ao calor, começa a produzir uma corrente elétrica.

Esse fenômeno, que se chama piroeletricidade (e só havia sido detectado em minerais), acontece porque a parte externa do vírus foi revestida por uma proteína eletricamente carregada: metade dela tem carga positiva, e a outra metade tem carga negativa.

O calor perturba as moléculas dessa proteína, fazendo com que elas se desmanchem − e esse movimento altera as posições dos polos negativo e positivo, gerando uma "diferença de potencial elétrico", ou seja, voltagem.

Os cientistas acreditam que o M13 poderá ser usado, no futuro, como uma espécie de bateria biológica para alimentar pequenos dispositivos eletrônicos − como o vírus é capaz de se autorreplicar, ele "recarregaria" essa bateria sozinho.


(Bruno Garattoni.12 de dezembro de 2023/https:super.abril.uol.com.br.)

A alternativa em que a palavra não segue a regra de acentuação semelhante à "inédita" é:
Alternativas
Q3458874 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 



Vírus é capaz de gerar eletricidade



Micróbio foi desenvolvido em laboratório - e talvez possa servir como bateria biológica um dia. 


Ele se chama M13, foi criado por cientistas da Universidade da Califórnia (Berkeley), e tem uma habilidade inédita (1): se exposto ao calor, começa a produzir uma corrente elétrica.

Esse fenômeno, que se chama piroeletricidade (e só havia sido detectado em minerais), acontece porque a parte externa do vírus foi revestida por uma proteína eletricamente carregada: metade dela tem carga positiva, e a outra metade tem carga negativa.

O calor perturba as moléculas dessa proteína, fazendo com que elas se desmanchem − e esse movimento altera as posições dos polos negativo e positivo, gerando uma "diferença de potencial elétrico", ou seja, voltagem.

Os cientistas acreditam que o M13 poderá ser usado, no futuro, como uma espécie de bateria biológica para alimentar pequenos dispositivos eletrônicos − como o vírus é capaz de se autorreplicar, ele "recarregaria" essa bateria sozinho.


(Bruno Garattoni.12 de dezembro de 2023/https:super.abril.uol.com.br.)

A segunda palavra apresenta falha de grafia em:
Alternativas
Q3458258 Português
De acordo com as novas regras ortográficas, assinale a frase correta:  
Alternativas
Q3458249 Português
Assinale a opção que apresenta um exemplo correto de dígrafo e de encontro consonantal respectivamente? 
Alternativas
Q3457635 Português
O que é uma tempestade, como ela se forma


As pesquisas pelo termo "tempestade" cresceram mais de 50% na comparação com o ano passado e mais de 70% nos últimos três anos.

Os moradores da região Sul do país — Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná — foram os que mais tiveram interesse no tema.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as chuvas se intensificaram e causaram diversos transtornos como alagamentos e enchentes em cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina principalmente.

Uma tempestade é um fenômeno meteorológico que "tem como características ventos fortes, chuva, trovoadas, relâmpagos, granizo e raios", explica Paulo Cezar Mendes, professor de climatologia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

Ou seja, é uma chuva forte com raios ou granizos; logo, chuvas que não têm pelo menos um desses fenômenos, não são consideradas tempestades.

Elas se formam em nuvens grandes verticais chamadas cumulonimbus.

Já chuvas mais amenas são formadas em nuvens cirrus − fibrosas, altas, brancas e finas − ou stratus − nuvens com menos formato, que ficam um pouco mais baixas no céu.

O tipo de nuvem formado é o que determina a intensidade da chuva, o tempo que ela vai demorar para cair e, consequentemente, se ela é uma tempestade ou não.

Uma tempestade é um fenômeno meteorológico caracterizado por muita instabilidade atmosférica; as moléculas presentes na superfície terrestre se movimentam de maneira muito intensa, provocando a formação de nuvens.

Estas nuvens se formam a partir da movimentação do ar em uma área de baixa pressão atmosférica. A tempestade está associada, principalmente, ao encontro de duas massas de ar com características diferentes − quente/seca e úmida/fria − que provoca uma variação de temperatura na atmosfera.

Esse choque provoca uma movimentação intensa das moléculas presentes na superfície da terra, ou seja, o ar quente − menos denso − eleva-se para a atmosfera, enquanto o ar frio − mais denso − desce em direção à superfície do solo, proporcionando uma redução da pressão atmosférica. Esse choque entre massas de ar é o que causa a tempestade.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/ ce5pl2e1nkdo. Adaptado. 
Uma tempestade é um fenômeno meteorológico caracterizado por muita instabilidade atmosférica; as moléculas presentes na superfície [...].
De acordo com as regras de acentuação gráfica, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3457526 Português

História do pão de queijo: do Brasil para o mundo


    A história do pão de queijo é muito rica e interessante. Como todo ícone da culinária brasileira, ele tem raízes na alimentação dos nossos povos indígenas e recebe influências africanas e portuguesas.


    Tudo começou com o polvilho, extraído da mandioca pelos nossos indígenas, passando pelas mãos dos colonizadores, que acrescentaram ovos, banha de porco, leite e, claro, os queijos das fazendas.


    Devemos aos povos indígenas a domesticação e seleção da mandioca-brava, alcançada há milhares de anos antes dos colonizadores. Eles também descobriram como extrair o veneno presente nas raízes brutas da planta, tornando-as seguras para o consumo humano após o processamento adequado. Isso originou o polvilho azedo, ingrediente básico do nosso tão apreciado pão de queijo.


    No período colonial do Brasil, durante o século XVIII, na região de Minas Gerais, os colonizadores portugueses, na ausência da farinha de trigo, que era importada da Europa e possuía um altíssimo custo, buscavam formas de criar alimentos com ingredientes locais. Foi nessa época que, das cozinhas das antigas fazendas de Minas, surgiram quitutes como biscoitos de polvilho, sequilhos, tapiocas e o pão de queijo.


    Os ingredientes do pão de queijo eram simples: polvilho azedo, queijo minas curado, banha de porco derretida, leite e ovos, ou seja, itens de subsistência nas propriedades.


    Graças a sua combinação única de sabores e texturas, o pão de queijo conquistou não apenas os brasileiros, mas pessoas ao redor de todo o mundo e hoje é considerado um patrimônio brasileiro.


    Em suma, ele é muito mais do que uma simples receita culinária. É uma herança cultural que deve ser preservada e apreciada por muitas gerações. Portanto, quando saborear essa delícia, lembre-se de que você estará degustando uma verdadeira parte da história e da cultura brasileira, um verdadeiro patrimônio nacional.


(www.tvculturamineira.com.br. Adaptado)

O texto empregou a palavra “mandioca-brava” com hífen. Assinale a alternativa que a presenta palavra com a mesma regra de emprego do hífen:
Alternativas
Q3457230 Português

Felipe Silva | Dirigente do Sindicato dos Vigilantes do RJ e membro do Movimento Luta de Classes


12 de novembro de 2024



OPINIÃO – O futuro da política no Brasil está intrinsecamente ligado às pautas trabalhistas, e entre as mais urgentes está o fim da escala 6×1.



Historicamente, o movimento sindical tem sido protagonista nas maiores conquistas da classe trabalhadora, especialmente nas lutas pela redução da carga horária. Desde as greves de 1917 até a implementação da CLT em 1943 e a conquista da jornada de 44 horas semanais na Constituição de 1988, foram as mobilizações sindicais que abriram caminho para cada um desses avanços. 



Ignorar o trabalhador é fechar os olhos para a realidade do país. Hoje, a prioridade das centrais sindicais e dos movimentos sociais deve ser o trabalhador, que enfrenta constantes ataques aos seus direitos – intensificados com a Reforma Trabalhista. Ainda que os sindicatos tenham sido fundamentais para os direitos da classe, o cenário atual é de desafios, agravado pela queda no número de associados e pelo enfraquecimento do movimento sindical, influenciado por campanhas antissindicais fomentadas pela grande mídia, empresários e políticos da extrema-direita. A resposta não pode ser paralisia; é hora de se mobilizar, de “voltar para a base” e fazer muito com poucos recursos.



Um sinal claro dos anseios da classe trabalhadora foi a eleição de Rick Azevedo, idealizador do movimento VAT, para a Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Sua eleição representa um verdadeiro grito de socorro dos trabalhadores cariocas. Apesar de o tema da escala 6×1 não ser competência direta da câmara, Rick, que até pouco tempo era visto como “um maluco que só falava da escala 6×1”, conquistou a confiança e o voto dos trabalhadores. Ele representa a visibilidade que essa pauta precisa – algo que tantas candidaturas voltadas para a defesa da classe trabalhadora pelo Brasil não conseguiram fazer. Sua eleição mostra a urgência de colocar as lutas da base no centro da agenda sindical.



Chega de governismo e de uma falsa esperança de governo popular. É preciso conquistar os direitos dos trabalhadores com luta, não com discursos vazios. O sindicalismo não pode mais ser símbolo de acomodação.



É preciso reconhecer as perdas, mas também se comprometer a reconquistar a confiança do trabalhador. Isso exige um resgate do sindicalismo raiz, com foco nas pautas que realmente impactam o dia a dia da classe trabalhadora.



Desde o início da campanha pelo fim da escala 6×1, houve o apoio de alguns sindicatos, principalmente o Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro, um dos principais a combater historicamente a jornada de trabalho excessiva, e dezenas de sindicalistas envolvidos, como eu, que fiz parte da coordenação nacional do VAT e atuo no sindicato dos vigilantes do município do Rio de janeiro, que, mesmo diante de desafios impostos pela Reforma Trabalhista, ainda lutam para defender os direitos de seus trabalhadores e tem como umas das maiorias conquistas o adicional de periculosidade e aposentadoria especial, vitórias relevantes, mas que requer um esforço contínuo para ser garantida em um cenário de crescentes ataques.



Mas é preciso mais. É necessário um envolvimento em massa das centrais sindicais.



Agora, mais do que nunca, é essencial ter coragem para que a base também tenha – e para que os trabalhadores voltem a acreditar no poder de transformação da luta sindical.


(https://averdade.org.br/2024/11/opiniaosindicatos-e-o-fim-da-escala-6x1/)




Marque a alternativa que apresenta só palavras com regras de acentuação diferentes:
Alternativas
Q3451633 Português
Contra o monopólio da IA, uma parceria global para aquisição de chips

    Em 1999 um grupo de 34 pesquisadores internacionais se reuniu na Itália, na vila de Bellagio, para discutir o acesso à vacinação. Vacinas eram caras e inacessíveis.
    O grupo teve então uma ideia revolucionária: criar um consórcio de vários países para agregar poder de compra ("procurement") e com isso conseguir preços mais baixos, grandes quantidades e velocidade de entrega. Surgia então o Gavi (Aliança Global para Vacinas e Imunização), que logo teve adesão da ONU e de doadores privados. Hoje, 50% das crianças do planeta são vacinadas por causa da iniciativa. Na Covid, essa aliança teve também um papel crucial.
    Corte para 2024. Um grupo de pesquisadores internacionais se reuniu em Bellagio na semana passada para discutir outro problema: tecnodiversidade. Assegurar que o desenvolvimento da tecnologia e da inteligência artificial seja plural e não excludente. Estamos atravessando um intenso processo de concentração. Por causa da IA, a demanda por computação explodiu. Uma IA atual usa 10 bilhões de vezes mais computação do que em 2010. A cada 6 meses esse uso computacional dobra.
    O problema é que o poder computacional usado para a inteligência artificial é hoje controlado por um pequeno grupo de países e empresas. Em outras palavras, toda a "inteligência" do planeta pode ficar nas mãos de um clube exclusivo. Isso pode ser a receita para um desastre epistêmico, colocando em risco linguagens, cosmologias e modos de existir presentes e futuros. Tanta concentração limita a existência de modelos de IA diversos, construídos localmente.
    Em outras palavras, a infraestrutura necessária para a inteligência artificial precisa estar melhor distribuída. Quanto mais países, setores da sociedade e comunidades tiverem a possibilidade de participar do desenvolvimento da IA, inclusive sem fins lucrativos, melhor. Um exemplo: há 10 anos, 60% da pesquisa sobre inteligência artificial era feita pelo setor acadêmico. Hoje esse percentual é próximo de 0%.
    Esse curso precisa mudar. A solução proposta no encontro em Bellagio foi a criação de uma aliança similar ao GAVI, só que para a aquisição dos GPUs (chips) usados para treinar inteligência artificial. Os três pilares para treinar IA são: dados, capital humano e chips. O maior gargalo, de longe, está no acesso aos chips. Para resolver isso, os países podem se reunir para agregar seu poder de compra, integrandose novamente a organizações internacionais e doadores interessados na causa. Tal como nas vacinas, seria possível derrubar os preços dos chips, assegurar sua quantidade e velocidade de entrega.
    Isso permitiria a criação de polos nacionais, regionais e multinacionais para o treinamento de IA, capazes de cultivar diversidades. Por exemplo, uma IA da língua portuguesa, da América Latina e além. Permitiria a construção de infraestruturas acessíveis para a comunidade acadêmica e para outros atores no desenvolvimento da tecnologia. Essa proposta, vocalizada por Nathaniel Heller e refinada pelo grupo de Bellagio, pode ter um impacto profundo no futuro do desenvolvimento tecnológico.
     O Brasil pode ser crucial na formulação dessa aliança. Seja atuando dentro do G20, seja incluindo o tema como parte do excelente Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, publicado na semana passada, que prevê 23 bilhões de investimentos em 4 anos. Pode ser a chance de o país se tornar mais uma vez protagonista na articulação do futuro do desenvolvimento tecnológico.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ronaldole mos/
No trecho "Em outras palavras, a infraestrutura necessária para a inteligência artificial precisa estar melhor distribuída." (5º parágrafo), há um erro gramatical, que deve corrigido da seguinte forma:
Alternativas
Q3449856 Português
UM BRINDE AO ANO NOVO REPLETO DE SAÚDE, PAZ E FELICIDADES!





(1º§) O Ano Novo é uma chance de começar de novo. Deixa para trás o que não te serve mais e abraça o futuro com coragem e esperança! O segredo para um novo começo está em deixar ir o velho, desejando que o próximo ano seja repleto de novas aventuras e oportunidades para crescer e aprender.

(2º§) O Ano Novo é uma chance de muitas mudanças! Acredite no poder da transformação que um novo ano traz consigo.

(3º§) O Ano Novo é uma chance de brindar a vida e agradecer por tudo que ocorreu durante o ano anterior, e começar a escrever as páginas em branco de cada dia, sempre almejando uma história incrível para o ano que se inicia. O Ano Novo é como um livro em branco. A caneta está em suas mãos, use-a com garra e determinação! O Ano Novo é uma chance de muitas mudanças!

(4º§) O Ano Novo faz você pensar e repensar nos seus sonhos. Acredite neles e trabalhe para transformá-los em realidade neste novo ano.

(5°§) O Ano Novo traz até você a coragem para perseguir a trilha da felicidade, porque você precisa ser feliz. Vamos comemorar o ano novo!

(6º§) O Ano Novo é uma oportunidade singular para renovar sua atitude, reavivar suas paixões e redescobrir suas ambições. Pense no seu futuro, pois a melhor maneira de prevê-lo centra-se em criá-lo.

(7º§) Que o Ano Novo traga consigo um novo entusiasmo para transformar sonhos em realidade. Não espere por oportunidades, crieas, aproveitando o Ano Novo, que é o momento perfeito para começar e realizar sonhos.

(8º§) O Ano Novo é um de desejar coisas boas, assim sendo, espalhe amor e colha felicidade no ano que se inicia! Seja a mudança que você deseja ver no mundo. Comece consigo mesmo neste novo ano.”

(9º§) O Ano Novo é a oportunidade perfeita para recomeçar, recalibrar metas e seguir em frente com paixão renovada. No ano novo, descubra novas maneiras de brilhar. Crie suas leis de felicidades. Aprecie as estrelas de um céu iluminado e colorido! Você tem as chaves para viver em paz e harmonia com a vida!

(10º§) Nunca é tarde demais para se tornar quem você quer ser. O Ano Novo é a prova disso. A vida é cheia de oportunidades, e um novo ano é apenas mais uma delas. Que o próximo ano seja cheio de momentos preciosos, memórias inesquecíveis e sonhos realizados!

(11º§) Lembre-se de que você tem 365 novas oportunidades para criar a vida dos seus sonhos no ano que se inicia! Comece o Ano Novo com gratidão pelo passado e esperança para o futuro! FELIZ ANO NOVO!


(https://www.tediado.com.br/12/50-frases-motivacionais-para-inspirar-o-ano-novo/) – (Adaptado)
Marque a alternativa com as palavras escritas com encontro consonantal e dígrafo.
Alternativas
Q3449818 Português
CONHECIMENTO TEÓRICO SOBRE CARTA DO LEITOR


(1º§) A carta do leitor é um gênero textual utilizado quando algum cidadão deseja posicionar-se criticamente a respeito de algum assunto ou acontecimento do momento. É um texto de curto tamanho, com linguagem concisa e assertiva.

(2º§) A acarta do leitor tem estrutura que demonstra forte presença do tipo textual argumentativo e expositivo, buscando defender uma perspectiva que converge ou discorda do texto-fonte. Procure conhecer e escrever um modelo de carta do leitor.

(3º§) A carta do leitor é um gênero textual que serve para quando uma pessoa deseja expressar sua opinião ou seu posicionamento crítico a respeito de algum assunto relevante no momento. Esse gênero se enquadra como um exercício de cidadania e pode ser direcionado tanto a jornais como às revistas de diversos segmentos.

(4º§) A carta do leitor, por sua ampla funcionalidade, se encontra como gênero em diversos contextos. Um cidadão pode se posicionar perante um jornal, após alguma reportagem ou notícia publicada, a qual o autor pretende tecer uma crítica, mas também pode utilizar o mesmo gênero para se posicionar diante de uma revista de tema específico, como revista de música, literatura, arquitetura, engenharia, etc.

(5º§) A carta do leitor possui um tamanho reduzido e comumente se apresenta em alguma das páginas do informativo, em uma área específica a essa produção. O autor precisa apresentar a sua crítica de modo objetivo, para se adaptar ao espaço.

(6º§) Embora seja nomeado como “carta”, esse gênero textual se assemelha muito aos gêneros argumentativos, isso porque, como o intuito é expressar uma opinião crítica, é necessário lançar mão de estratégias que contribuam para o convencimento do leitor.

(7º§) Sendo assim, a carta do leitor apresenta os elementos e estratégias da argumentação como uma forte característica da sua estrutura, sendo fundamentais para que a carta possua maior impacto no periódico e consiga convencer outros leitores a respeito da tese defendida.

(8º§) Além disso que foi apresentado, por se tratar de algum assunto ou problema em destaque no momento, o gênero exige a presença de exposição do tema abordado. Assim, o tipo textual expositivo também é uma característica presente nesse tipo de carta.

(9º§) O texto se desenvolve a partir de um “conflito”, não necessariamente no sentido literal, mas pelo fato de existir uma oposição entre a opinião do autor e a opinião criticada. A partir dessa interação, o autor pode escolher algumas estratégias para analisar a questão."

(10º§) Para fazer uma carta do leitor, antes de tudo, é necessário ter uma posição crítica a respeito de algo que foi publicado em algum periódico. É importante considerar os assuntos e temas recentes e relevantes. Além disso, é importante atentar ao veículo no qual a carta será publicada: qual o seu perfil e de seus leitores. (...)


(https://brasilescola.uol.com.br/redacao/a-carta-leitor.htm) – (Adaptado)
Marque a alternativa com todos os termos escritos com a mesma quantidade de sílabas gramaticais e que pertencem à mesma regra de tonicidade (acentuação).
Alternativas
Respostas
3801: B
3802: A
3803: A
3804: C
3805: C
3806: C
3807: B
3808: D
3809: A
3810: A
3811: B
3812: D
3813: C
3814: A
3815: B
3816: D
3817: B
3818: D
3819: B
3820: C