Questões de Concurso
Sobre ortografia em português
Foram encontradas 18.132 questões
Leia a frase abaixo e marque a alternativa que apresenta a escrita correta da palavra destacada:
"O aluno foi surpreendido pela conseção do prêmio."
Com base nisso, analise as afirmativas a seguir:
I."O réu foi condenado a expiar seu crime."(expiar/espiar)
II."Há uma situação iminente de guerra entre os dois países."(iminente/eminente)
III."A polícia transferiu o preso de sela."(sela/cela)
IV."Ele foi insipiente na defesa da sua tese de mestrado."(insipiente/incipiente)
Quanto ao emprego das palavras parônimas estão corretas:
O Novo Acordo Ortográfico trouxe muitas mudanças quanto ao emprego do hífen em palavras compostas. No texto, o vocábulo 'pré-escolar' foi escrito corretamente. A seguir, identifique a alternativa que apresenta palavras que estão corretamente grafadas com hífen.
Dentre as alterações ocorridas com o Novo Acordo Ortográfico, o emprego do hífen foi o que mais gerou dúvidas quanto ao seu emprego.
O vocábulo 'agronegócio' não é hifenizado. Os apresentados a seguir perderam o hífen com o Novo Acordo, EXCETO:
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0lg061w184o.adaptado)
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Modo Avião
Por Pedro Guerra


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/12/modoaviao-cm4mwzdin019r0126jgaqd169.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a acentuação das palavras em língua portuguesa, analise as assertivas a seguir:
I. A palavra “vivências”, caso o acento circunflexo fosse suprimido, formaria um verbo conjugado na segunda pessoa do singular (tu).
II. A palavra “ninguém”, caso o acento agudo fosse suprimido, formaria uma palavra inexistente em língua portuguesa.
III. A forma verbal “é”, caso o acento agudo fosse suprimido, formaria a conjunção aditiva “e”.
Quais estão corretas?
Modo Avião
Por Pedro Guerra


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2024/12/modoaviao-cm4mwzdin019r0126jgaqd169.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Texto CB1A1
O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA).
Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”.
No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.
Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.
Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.
Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.
Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).
Julgue o item que se segue, relativo a aspectos linguísticos do texto CB1A1.
No primeiro parágrafo, a correção gramatical do texto seria mantida caso se empregasse ponto no lugar da vírgula logo após “2023”, com a devida alteração da inicial minúscula para maiúscula na palavra “compartilhando”.
O amor não acaba, nós é que mudamos
Um homem e uma mulher vivem uma intensa relação de amor, e depois de alguns anos se separam, cada um vai em busca do próprio caminho, saem do raio de visão um do outro. Que fim levou aquele sentimento? O amor realmente acaba?
O que acaba são algumas de nossas expectativas e desejos, que são substituídos por outros no decorrer da vida. As pessoas não mudam na sua essência, mas mudam muito de sonhos, mudam de pontos de vista e de necessidades, principalmente de necessidades. O amor costuma ser amoldado a nossa carência de envolvimento afetivo, porém essa carência não é estática, ela se modifica à medida que vamos tendo novas experiências, à medida que vamos aprendendo com as dores, com os remorsos e com nossos erros todos. O amor se mantém o mesmo apenas para aqueles que se mantêm os mesmos.
Se nada muda dentro de você, o amor que você sente, ou que você sofre, também não muda. Amores eternos só existem para dois grupos de pessoas. O primeiro é formado por aqueles que se recusam a experimentar a vida, para aqueles que não querem investigar mais nada sobre si mesmo, estão contentes com o que estabeleceram como verdade numa determinada época e seguem com esta verdade até os 120 anos. O outro grupo é o dos sortudos: aqueles que amam alguém, e mesmo tendo evoluído com o tempo, descobrem que o parceiro também evoluiu, e essa evolução se deu com a mesma intensidade e seguiu na mesma direção. Sendo assim, conseguem renovar o amor, pois a renovação particular de cada um foi tão parecida que não gerou conflito.
O amor não acaba. O amor apenas sai do centro das nossas atenções. O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice. Paixão termina, amor não. Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa.
(MEDEIROS, Martha. Almas gêmeas. Em: outubro de 2022.)
ABACA___I | MELAN___IA | PÊ___GO | TAN___ERINA
Ao realizar a correção, Paula observou que apenas um aluno escreveu corretamente todas as palavras. Assinale a alternativa que corresponde à resposta desse aluno.
Semanticamente, os vocábulos destacados são exemplos de: