Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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GOMES, Luis Fernando. Redes Sociais e escola: o que temos de aprender? In: ARAÚJO, Júlio; LEFFA; Vilson. (Orgs.) Redes sociais e ensino de línguas: o que temos de aprender? São Paulo: Parábola, 2016, p .81-92.
Portugal levou a cabo a incorporação de novas possessões entre o início do século XV e o final do período quinhentista. A primeira tomada territorial extraeuropeia concretizou-se em 1415 […].
CARDIM, Pedro; MIRANDA, Susana. A expansão da Coroa portuguesa e o estatuto político dos territórios. In: GOUVÊA, Maria de Fátima; FRAGOSO, João Luís Ribeiro (orgs.). O Brasil Colonial, vol. 2 (ca. 1580 - ca. 1720). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014, p. 51-106.
A chegada de quase 8.000 migrantes irregulares [...] evidenciou duas questões, ambas já conhecidas dos dois lados da fronteira. Uma delas é que ficou demonstrada a capacidade de desestabilização que a situação no Marrocos pode ter em relação à Espanha.
Disponível em: . Acesso em: 8 abr. 2022.
A duas fontes se referem ao mesmo território, porém, em momentos distintos da história. Esse lugar corresponde à
Certa lógica e certa linguagem da violência trazem consigo uma determinação cultural profunda. Como se fosse um verdadeiro nó nacional, a violência está encravada na mais remota história do Brasil, país cuja vida social foi marcada pela escravidão. Fruto da nossa herança escravocrata, a trama dessa violência é comum a toda a sociedade, se espalhou pelo território nacional e foi assim naturalizada. A experiência de violência e dor se repõe, resiste e se dispersa na trajetória do Brasil moderno.
SCWHARCZ, Lilia Moritz e STARLING, Heloísa. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. (Adaptado)
De acordo com as autoras do texto, a herança da escravidão na sociedade brasileira é a
De maneira geral os documentos visuais são utilizados de forma marginal e secundária pelos estudos históricos. Pierre Sorlin, historiador francês, observava em meados da década de 1970: nenhum historiador cita um texto sem situá-lo ou comentá-lo: em contrapartida, alguns esclarecimentos puramente factuais são geralmente suficientes para a ilustração. Podemos ir mais longe e perguntar: a imagem é necessariamente uma ilustração? De toda forma, o que é importante registrar é que hoje se admite que a imagem não ilustra nem reproduz a realidade, ela a reconstrói a partir de uma linguagem própria que é produzida num dado contexto histórico.
Fonte: KORNIS, Mônica Almeida. História e cinema: um debate metodológico. Estudos históricos, Rio de Janeiro, vol. 5, n. 10, 1992, p. 37-38 (Adaptado)
De acordo com o texto, a melhor metodologia para a utilização do cinema e dos documentos visuais em pesquisas históricas em sala de aula é usá-los
A construção e valorização da cidadania expressa nos objetivos da educação brasileira não pode ser contemplada como algo abstrato ou distante. O aluno deve aprender mais do que conteúdos e incorporar a reflexão crítica e a aquisição de valores, por intermédio dos temas apresentados pelos professores, para que sua compreensão da realidade seja mais abrangente e menos preconceituosa.
FREITAS NETO, José Alves. A transversalidade e a renovação no Ensino de História. In: KARNAL, Leandro (org). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. 6 ed. São Paulo: Contexto, 2013. (Adaptado)
Diante do exposto, qual é a função do ensino de história hoje?
No seu uso mais recente, o “gênero” parece ter aparecido primeiro entre as feministas americanas que queriam insistir no caráter fundamentalmente social das distinções baseadas no sexo. O gênero sublinhava também o aspecto relacional das definições normativas das feminilidades. Segundo esta opinião, as mulheres e os homens eram definidos em termos recíprocos e nenhuma compreensão de qualquer um poderia existir por meio de estudo inteiramente separado.
SCOTT, Joan. Gênero. Uma categoria útil para a análise histórica. Educação e realidade, v. 15, n. 2, jul/dez, 1990. (Adaptado)
De acordo com o texto como deve ocorrer o emprego da categoria teórico-metodológica de gênero nos estudos históricos?
[...] forma de ensinar os usuários dos serviços de saúde buscarem utilizar técnicas, bem como dispor de possibilidades de interação dinâmicas para repassar informações sobre a doença, suas formas de tratamento e propiciar uma interação necessária para que o processo de adesão ao tratamento possa ser vivenciado.
ANGERAMI, A Psicologia da Saúde na Prática: teoria e prática, 2019, p. 180.
Essa descrição se refere à
[…] experiências musicais e as relações formadas através destas que são utilizadas para tratar demandas importantes dos pacientes em longos períodos de tempo, isto é, entre um procedimento de curto prazo a longas internações. Isso pode envolver trabalhar com os pacientes em uma variedade de settings (hospital, clínica, casa, hospital psiquiátrico, consultório particular), com a duração do tratamento variando de acordo com a natureza da condição médica e da relação do cliente com ela.
BRUSCIA, Kenneth E.. Definindo Musicoterapia. 3. ed. Dallas: Barcelona Publishers, 2016.
A definição citada no texto corresponde às práticas médicas
Barcellos (2008) ressalta trabalhos clínicos de Musicoterapia em hospitais psiquiátricos que têm como resultado a gravação de CDs, com letras e músicas compostas pelos pacientes. Trata, portanto, da produção musical do paciente, quando ele pode ser visto como o “narrador musical de sua(s) história(s)”, através de sua “performance”.
Acerca desse fenômeno, em musicoterapia, entende-se que
[…] definições existentes apresentam um quadro complexo para o objetivo geral da musicoterapia. Este em geral revela as fronteiras dadas ou não para a musicoterapia, assim como as crenças básicas sobre sua própria natureza. Algumas definições descrevem a prática dentro de um setting em particular ou com uma população específica, enquanto outras destinam-se à descrição de toda a prática musicoterápica”.
BRUSCIA, Kenneth E. Definindo Musicoterapia. 3. ed. Dallas: Barcelona Publishers, 2016.
De acordo com o texto,
[…] a especificidade do relatório em musicoterapia está centrada, principalmente, na utilização de uma linguagem musicoterápica que é resultado de uma ‘leitura ou análise musicoterapêutica do processo.
BARCELLOS, Lia Rejane M. Quaternos de Musicoterapia e Coda. Dallas: Barcelona Publishers, 2016.
Com relação à elaboração e às razões para essa ação do musicoterapeuta, sabe-se que: