Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4158463 Português

Erro de Português


Oswald de Andrade



Quando o português chegou

Debaixo de uma bruta chuva

Vestiu o índio

Que pena!

Fosse uma manhã de sol

O índio tinha despido

O português



Sobre o poema acima responda à próxima questão:

Assinale a afirmativa correta: 
Alternativas
Q4158453 Português
O pavão

Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.

Considerei, por fim, que assim é o amor. Oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.

Rubem Braga. https://www.culturagenial.com/cronicas-curtas-com-interpretacao/
Acerca da crônica O pavão de Rubem Braga, julgue as afirmações que seguem:
A crônica parte de uma descoberta curiosa acerca do pavão, animal conhecido pela sua beleza.
I.Na verdade, as cores dos pavões não dependeriam das suas penas, mas do modo como a luz é refletida por elas.
II.Isso leva o autor a fazer considerações sobre a criação artística e a importância da simplicidade. Logo depois, utiliza a metáfora para se dirigir à mulher que ama e se compara ao próprio animal.
III.Declarando que o seu brilho depende da forma como é olhado por ela, sublinha a delícia de ser amado, a felicidade e a confiança que isso traz às nossas vidas.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4158406 Português

São funções do auxiliar de creche:



I. Atender crianças enquanto na creche e nos equipamentos, dispensando-lhes cuidados, sob orientação e supervisão do responsável, para propiciar-lhes o bem estar físico e emocional, desenvolvendo trabalho pedagógico a nível pré escolar;


II. Prestar cuidados diretos e simples às crianças, auxiliando-as em sua higiene pessoal, em sua movimentação e atividades e na alimentação, para proporcionar-lhes conforto e bem-estar;


III. Seguir instruções para execução de outras atividades de apoio, como a arrumação e manutenção da ordem e limpeza no ambiente de trabalho, seguindo processos rotineiros, para facilitar as tarefas dos demais membros da equipe.


IV. Executar atividade extraclasse e atividades recreativas.



São corretas as afirmativas: 

Alternativas
Q4158236 Português

Leia o poema de Paulo Leminski e responda.


Bem no fundo


No fundo, no fundo,

bem lá no fundo,

a gente gostaria

de ver nossos problemas

resolvidos por decreto


a partir desta data,

aquela mágoa sem remédio

é considerada nula

e sobre ela — silêncio perpétuo


extinto por lei todo o remorso,

maldito seja quem olhar pra trás,

lá pra trás não há nada,

e nada mais


mas problemas não se resolvem,

problemas têm família grande,

e aos domingos

saem todos a passear

o problema, sua senhora

e outros pequenos probleminhas.


Assinale a alternativa incorreta: 

Alternativas
Q4158233 Português

Leia a tirinha de Maurício de Souza e assinale a alternativa correta.


Imagem associada para resolução da questão


Alternativas
Q4158228 Português

Leia a letra da música “Sweet Jardim”, da cantora brasileira Tiê, e responda:


Plantei num jardim um sonho bom,

Mostrei meus espinhos pra você.

Faz que desamarra o peso das botas e fica feliz.

Abre o guarda chuva que hoje o sol desistiu de sair.

Esse perfume de alecrim

Trouxe de volta um sonho bom.

Posso até olhar pela janela

E recitar "une petit chanson"


Cantei pra você meus velhos tons,

Perdi seu ouvido pro jornal.

Eu trago a dança que me inspirou o café sem açúcar e tal

Analise o fundo da xícara, a esperança é igual.

Eu confesso só me resta a vida inteira.

Só me resta vida em mi maior e lá


Sobre o trecho da música podemos afirmar que:


I) A figura de linguagem metáfora é usada diversas vezes na música.

II) “O sol desistiu de sair” representa um dia nublado, com possibilidade de chuva.

III) No trecho “perdi seu ouvido pro jornal”, o eu-lírico reclama da falta de atenção de alguém.

IV) “Mostrar os espinhos” é uma metáfora para mostrar os defeitos para outra pessoa.

Alternativas
Q4157961 Português

Leia a tirinha abaixo e marque a alternativa incorreta: 



Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q4157958 Português

Leia e analise as afirmações sobre a tirinha da questão anterior:



I) Ao reclamar da nota, Chico Bento acaba confessando que copiou as respostas da prova do amigo;


II) Pela expressão no rosto da professora, ela não sabia que Chico tinha colado na prova;


III) Chico Bento tirou nota menor que o Zé Lelé porque ele colou na prova.

Alternativas
Q4157888 Português
Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder à questão.


Matemático de Harvard soluciona problema de 153 anos do xadrez


    O matemático Michael Simkin, pós-doutorando do Centro de Ciências Matemáticas e Aplicações da Universidade de Harvard, não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez. Ainda assim, coube a ele resolver uma incógnita do jogo que permanecia sem solução desde 1869. O matemático atribui a persistência em solucionar o problema, que lhe tomou quase cinco anos, à paixão pela sua área de estudo: a análise combinatória.

    A questão matemática das “n-rainhas” foi proposta em uma revista alemã de xadrez pela primeira vez em 1848. O problema inicial questionava de quantas formas diferentes era possível posicionar oito rainhas em um tabuleiro de oito por oito casas sem que nenhuma delas pudesse atacar a outra. A resposta veio um ano depois: eram 92 possibilidades.

   Só que a partir daí o desafio foi estendido, e a revista questionou as possibilidades em situações similares, mas maximizadas. Quantas posições seriam possíveis em um tabuleiro de mil por mil casas com mil rainhas? E se fossem um milhão de casas por um milhão? O desafio, lançado em 1869, permaneceu sem solução até o final de 2021.

   Foi neste ano que Michael Simkin propôs uma fórmula para solucionar o problema. Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n. Aplicado a um tabuleiro de um milhão por um milhão de casas, ocupadas por um milhão de rainhas, o resultado seria um número com cinco milhões de dígitos.

    O matemático de Harvard debruçou-se sobre o problema por cerca de cinco anos, e chegou a pedir a ajuda de grandes enxadristas como Zur Luria, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. Por um tempo, Simkin chegou a abandonar o desafio, mas retomou o ânimo em solucioná-lo em 2020. Foi quando teve uma ideia que o levou à equação final: ao invés de focar nas possibilidades da rainha ocupar todas as casas, ele considerou no cálculo apenas aquelas casas que tinham maior probabilidade de serem escolhidas no jogo.

    A equação do matemático não apresenta uma solução exata para o problema, mas sim um resultado aproximado. Ainda assim, ele afirma que não pretende despender mais tempo em busca da solução final. “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo. Não porque não haja mais nada a ser descoberto, mas só porque eu já estou sonhando com xadrez e estou pronto para seguir em frente com a minha vida”, afirma Simkin em nota.


(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/matematico-deharvard-soluciona-problema-de-153-anos-do-xadrez.html)
Segundo a matéria, é possível afirmar que:
Alternativas
Q4157887 Português
Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder à questão.


Matemático de Harvard soluciona problema de 153 anos do xadrez


    O matemático Michael Simkin, pós-doutorando do Centro de Ciências Matemáticas e Aplicações da Universidade de Harvard, não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez. Ainda assim, coube a ele resolver uma incógnita do jogo que permanecia sem solução desde 1869. O matemático atribui a persistência em solucionar o problema, que lhe tomou quase cinco anos, à paixão pela sua área de estudo: a análise combinatória.

    A questão matemática das “n-rainhas” foi proposta em uma revista alemã de xadrez pela primeira vez em 1848. O problema inicial questionava de quantas formas diferentes era possível posicionar oito rainhas em um tabuleiro de oito por oito casas sem que nenhuma delas pudesse atacar a outra. A resposta veio um ano depois: eram 92 possibilidades.

   Só que a partir daí o desafio foi estendido, e a revista questionou as possibilidades em situações similares, mas maximizadas. Quantas posições seriam possíveis em um tabuleiro de mil por mil casas com mil rainhas? E se fossem um milhão de casas por um milhão? O desafio, lançado em 1869, permaneceu sem solução até o final de 2021.

   Foi neste ano que Michael Simkin propôs uma fórmula para solucionar o problema. Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n. Aplicado a um tabuleiro de um milhão por um milhão de casas, ocupadas por um milhão de rainhas, o resultado seria um número com cinco milhões de dígitos.

    O matemático de Harvard debruçou-se sobre o problema por cerca de cinco anos, e chegou a pedir a ajuda de grandes enxadristas como Zur Luria, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. Por um tempo, Simkin chegou a abandonar o desafio, mas retomou o ânimo em solucioná-lo em 2020. Foi quando teve uma ideia que o levou à equação final: ao invés de focar nas possibilidades da rainha ocupar todas as casas, ele considerou no cálculo apenas aquelas casas que tinham maior probabilidade de serem escolhidas no jogo.

    A equação do matemático não apresenta uma solução exata para o problema, mas sim um resultado aproximado. Ainda assim, ele afirma que não pretende despender mais tempo em busca da solução final. “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo. Não porque não haja mais nada a ser descoberto, mas só porque eu já estou sonhando com xadrez e estou pronto para seguir em frente com a minha vida”, afirma Simkin em nota.


(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/matematico-deharvard-soluciona-problema-de-153-anos-do-xadrez.html)
1-Leia atentamente as afirmações a seguir:

I– O autor da matéria discorda da autoavaliação de Michael Simkin, pois considera que Simkin é um excelente jogador de xadrez.
II – Segundo o texto, o matemático Simkin não se interessa por análises combinatórias.
III – Segundo a matéria, a revista alemã propôs um desdobramento a partir do primeiro desafio sobre as “n-rainhas”.

São incorretas as afirmativas: 
Alternativas
Q4157700 Português
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular sobre História: “É uma habilidade bastante complexa porque pressupõe problematizar a própria escrita da história e considerar que, apesar do esforço de organização e de busca de sentido, trata-se de uma atividade em que algo sempre escapa. Segundo Hannah Arendt, trata-se de um saber lidar com o mundo, fruto de um processo iniciado ao nascer e que só se completa com a morte. Nesse sentido, ele é impossível de ser concluído e incapaz de produzir resultados finais, exigindo do sujeito uma compreensão estética e, principalmente, ética do objeto em questão.” Trata-se:
Alternativas
Q4157689 Português
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4157584 Português
São Paulo gigante, torrão adorado
Estou abraçado com meu violão
Feito de pinheiro da mata selvagem
Que enfeita a paisagem lá do meu sertão

Tonico e Tinoco, São Paulo Gigante

Julgue as seguintes afirmativas:

I. Para se contrapor às características da metrópole caracterizada pelo “concreto”, o autor utiliza a palavra “sertão” como uma metáfora para identificar o interior do Brasil.
II. Ao mencionar o material de que é feito o violão, o poeta se remete à simplicidade do povo do interior que usa os recursos de que dispõe para desenvolver uma cultura popular representativa do meio a que pertence.
III. O poeta usa o termo “sertão” para descrever a paisagem e a vegetação típicas do Nordeste brasileiro, identificando o pinheiro como vegetação típica do sertão.

São corretas as afirmativas:
Alternativas
Q4156180 Português
Leia o Texto 7 para responder à questão.

No Texto 7, a ressalva feita no segundo balão de fala relaciona-se ao seguinte provérbio: 
Alternativas
Q4156179 Português
Leia o Texto 7 para responder à questão.

O contexto do Texto 7 indica que 
Alternativas
Q4156178 Português
Leia o Texto 7 para responder à questão.

Considerando os estudos sobre os letramentos, a finalidade do Texto 7 é
Alternativas
Q4156174 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

Mudanças na formação de professores
(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães

    Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.
   O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.
     Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.
    "A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.
     Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.
    Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.
    "O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"
    Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.

IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: . Acesso em: 10 mar. 2022. 
A ideia apresentada no terceiro parágrafo é a de que os cursos de formação de professores na atualidade 
Alternativas
Q4156173 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

Mudanças na formação de professores
(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães

    Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.
   O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.
     Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.
    "A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.
     Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.
    Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.
    "O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"
    Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.

IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: . Acesso em: 10 mar. 2022. 
No segundo parágrafo do Texto 6, a opinião das autoras sobre o tipo de relação estabelecida entre o CNE e o MEC
Alternativas
Q4156171 Português
Leia o Texto 5 para responder à questão.

O trecho “em terra de egos”, presente no Texto 5, associado às características contextuais de sua produção, instaura o pressuposto de que 
Alternativas
Q4156169 Português
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

    Nas aulas de português, muitas vezes, se desvirtua inteiramente o aspecto estranho do texto literário, a dimensão de encantamento estético do poema, quando, por exemplo, se reduz o texto a um ‘ponto de partida’ para a fixação de classificações gramaticais, desviando o olhar do aluno do encantamento que a literatura é chamada a produzir. É como se lhe tapassem os olhos, como se lhe fosse sonegada a oportunidade de desenvolver a capacidade de se emocionar, de sentir a graça possibilitada pelas analogias, pelas metáforas, pelas metonímias, e tantos outros expedientes de ‘trapacear’ a linguagem e atingir os seus ‘deslimites’. [...] Vale a pena lembrar que a leitura de uma crônica, uma fábula, um poema pode não ter outra finalidade senão oferecer aos alunos a experiência de verem como há coisas bonitas, como há coisas interessantes escritas entre nós! Não é necessário que, a cada leitura, se vincule uma tarefa.

ANTUNES, Irandé. Território das palavras: estudo do léxico em sala de aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2012. p. 133-134 (Adaptado).
No Texto 4, Irandé Antunes defende a ideia de que a formação do leitor literário deve ocorrer pela emoção e pelo prazer estético proporcionado por textos desse gênero. Um caminho metodológico apontado pela autora, no Texto 4, para que isso ocorra é 
Alternativas
Respostas
19141: D
19142: C
19143: D
19144: A
19145: A
19146: D
19147: D
19148: D
19149: C
19150: B
19151: A
19152: D
19153: A
19154: C
19155: A
19156: B
19157: B
19158: A
19159: D
19160: B