Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1335070 Português

TEXTO 2


 Frustração infantil: a importância de dizer ‘não’


Outro dia, em um supermercado, deparei-me com uma criança que se debatia no chão enquanto a mãe explicava o porquê de não levar o chocolate pedido naquele dia.
Ao ver aquela cena, logo pensei nos sentimentos ali envolvidos: o constrangimento da mãe, a raiva da criança, e o que deu início a tudo isso: a frustração.  
Mas, afinal, o que é frustração? É o sentimento que nos atinge pela não realização de um desejo ou expectativa e, em geral, vem de “mãos dadas” com a raiva e a tristeza. Apesar de a frustração ser muito associada ao fracasso, ela é de extrema importância para o desenvolvimento emocional sadio.
Vivemos em uma era de imediatismos. Desde pequenas, as crianças estão habituadas a ter acesso à satisfação instantânea. Lembram-se dos tempos de “outrora”? Eram tempos em que recebíamos, diariamente, uma pequena dose de frustração! Aí está, a tal da frustração presente, desde cedo, em nossas vidas, nas pequenas ações diárias. 
Como adultos, sabemos que nem sempre podemos ter o que desejamos, ou na velocidade desejada. Assim, percebemos que as frustrações são parte inerente da vida; encontrar formas de lidar com o desconforto causado por elas é fundamental para o bem-estar emocional. 
Na ânsia de ver nossos filhos felizes, acabamos por atender a todos os seus desejos, acreditando que, ao negar-lhes algo, estaremos lhes causando sofrimento. Quando os pais tentam evitar qualquer tipo de frustração, estão sendo imediatistas, pois privam seus filhos de oportunidades de crescimento pessoal e de compreensão de mundo. O excesso de proteção pode resultar em adultos que não sabem lidar com as adversidades cotidianas.
A cada frustração, a criança aprende a encontrar uma forma de lidar com o desconforto gerado pela negação do seu desejo, a encontrar novos caminhos e superar adversidades. Passar por situações de frustração abre espaço para desenvolver resiliência, tão importante em nosso desenvolvimento social e emocional. 
Ao permitirmos que as crianças se frustrem algumas vezes, contribuímos para que elas sejam adultos mais compreensivos. O não é, pode ser ato de amor. 
Aprender, desde cedo, a lidar com o desconforto e a encontrar formas de se sentir melhor, pode ser uma poderosa aliada na hora das frustrações. 


Paola Centieiro - disponível em (http://www.asecbrasil.org.br/blog/frustracao-infantil-e-importanciade-dizer-nao/) Acessado em 05/10/2017.

O núcleo da temática desenvolvida no Texto 2 poderia ser encontrado no segmento abaixo:
Alternativas
Q1335068 Português

TEXTO 1


Educação e Saúde, Saúde e Educação


A escola pode ser considerada um cenário para a promoção da saúde, por ser uma importante instituição social e agregar uma significativa parcela de crianças e jovens da comunidade. 
A educação em saúde nas escolas, no entanto, tem sido vista como reducionista, pois acontece a partir de comportamentos ideais, práticas impositivas e prescritivas, que tornam os sujeitos objetos passivos das intervenções e, comumente, são preconceituosas, coercitivas e punitivas. 
Porém, ela pode ser uma prática que, levando em conta a participação ativa da comunidade, a informação partilhada e o aperfeiçoamento de atitudes indispensáveis à vida, contribui para o exercício da cidadania. 
As ações de educação para a saúde podem estar voltadas para a prevenção de doenças e/ou para a promoção da saúde. O projeto da Escola Promotora de Saúde, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, parte de uma visão integral e multidisciplinar e defende três premissas fundamentais: 
1. educação para a saúde com um enfoque integral, com base nas necessidades dos alunos em cada etapa de desenvolvimento e conforme as características individuais, culturais e de gênero. 
2. criação de ambientes saudáveis, tanto em espaços físicos limpos, higiênicos e adequados estruturalmente, quanto em sítios psicossociais sãos, seguros, livres de agressão e violência verbal, emocional ou física. 
3. articulação com os serviços de saúde, a fim de detectar e prevenir problemas, dando atenção aos jovens, e formando condutas de autocontrole para a prevenção de fatores de risco. 
Investir na formação de cidadãos é condição necessária para a promoção da saúde e para o desenvolvimento social. 
Assim, os processos educativos devem ampliar os espaços de debates, incentivar a participação social e empoderar os indivíduos, tornando-os agentes ativos na construção da democracia. ‘Empoderar’ significa compartilhar poder e recursos de poder, a fim de aumentar as perspectivas de mudanças da realidade social. 

(Por: Aline Bressan, e Dilma Cupti - disponível em: (http://desenvolvimento-infantil.blog.br/educacao-e-saude-saude-eeducacao-e-possivel-integrar-as-duas-areas/) acessado em 05/10/2017. Adaptado.) 
As normas que regulam o uso culto da língua portuguesa foram integralmente seguidas na seguinte alternativa:
Alternativas
Q1335067 Português

TEXTO 1


Educação e Saúde, Saúde e Educação


A escola pode ser considerada um cenário para a promoção da saúde, por ser uma importante instituição social e agregar uma significativa parcela de crianças e jovens da comunidade. 
A educação em saúde nas escolas, no entanto, tem sido vista como reducionista, pois acontece a partir de comportamentos ideais, práticas impositivas e prescritivas, que tornam os sujeitos objetos passivos das intervenções e, comumente, são preconceituosas, coercitivas e punitivas. 
Porém, ela pode ser uma prática que, levando em conta a participação ativa da comunidade, a informação partilhada e o aperfeiçoamento de atitudes indispensáveis à vida, contribui para o exercício da cidadania. 
As ações de educação para a saúde podem estar voltadas para a prevenção de doenças e/ou para a promoção da saúde. O projeto da Escola Promotora de Saúde, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, parte de uma visão integral e multidisciplinar e defende três premissas fundamentais: 
1. educação para a saúde com um enfoque integral, com base nas necessidades dos alunos em cada etapa de desenvolvimento e conforme as características individuais, culturais e de gênero. 
2. criação de ambientes saudáveis, tanto em espaços físicos limpos, higiênicos e adequados estruturalmente, quanto em sítios psicossociais sãos, seguros, livres de agressão e violência verbal, emocional ou física. 
3. articulação com os serviços de saúde, a fim de detectar e prevenir problemas, dando atenção aos jovens, e formando condutas de autocontrole para a prevenção de fatores de risco. 
Investir na formação de cidadãos é condição necessária para a promoção da saúde e para o desenvolvimento social. 
Assim, os processos educativos devem ampliar os espaços de debates, incentivar a participação social e empoderar os indivíduos, tornando-os agentes ativos na construção da democracia. ‘Empoderar’ significa compartilhar poder e recursos de poder, a fim de aumentar as perspectivas de mudanças da realidade social. 

(Por: Aline Bressan, e Dilma Cupti - disponível em: (http://desenvolvimento-infantil.blog.br/educacao-e-saude-saude-eeducacao-e-possivel-integrar-as-duas-areas/) acessado em 05/10/2017. Adaptado.) 
Pode-se presumir uma relação de ‘causalidade’ no seguinte fragmento:
Alternativas
Q1335066 Português

TEXTO 1


Educação e Saúde, Saúde e Educação


A escola pode ser considerada um cenário para a promoção da saúde, por ser uma importante instituição social e agregar uma significativa parcela de crianças e jovens da comunidade. 
A educação em saúde nas escolas, no entanto, tem sido vista como reducionista, pois acontece a partir de comportamentos ideais, práticas impositivas e prescritivas, que tornam os sujeitos objetos passivos das intervenções e, comumente, são preconceituosas, coercitivas e punitivas. 
Porém, ela pode ser uma prática que, levando em conta a participação ativa da comunidade, a informação partilhada e o aperfeiçoamento de atitudes indispensáveis à vida, contribui para o exercício da cidadania. 
As ações de educação para a saúde podem estar voltadas para a prevenção de doenças e/ou para a promoção da saúde. O projeto da Escola Promotora de Saúde, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, parte de uma visão integral e multidisciplinar e defende três premissas fundamentais: 
1. educação para a saúde com um enfoque integral, com base nas necessidades dos alunos em cada etapa de desenvolvimento e conforme as características individuais, culturais e de gênero. 
2. criação de ambientes saudáveis, tanto em espaços físicos limpos, higiênicos e adequados estruturalmente, quanto em sítios psicossociais sãos, seguros, livres de agressão e violência verbal, emocional ou física. 
3. articulação com os serviços de saúde, a fim de detectar e prevenir problemas, dando atenção aos jovens, e formando condutas de autocontrole para a prevenção de fatores de risco. 
Investir na formação de cidadãos é condição necessária para a promoção da saúde e para o desenvolvimento social. 
Assim, os processos educativos devem ampliar os espaços de debates, incentivar a participação social e empoderar os indivíduos, tornando-os agentes ativos na construção da democracia. ‘Empoderar’ significa compartilhar poder e recursos de poder, a fim de aumentar as perspectivas de mudanças da realidade social. 

(Por: Aline Bressan, e Dilma Cupti - disponível em: (http://desenvolvimento-infantil.blog.br/educacao-e-saude-saude-eeducacao-e-possivel-integrar-as-duas-areas/) acessado em 05/10/2017. Adaptado.) 

Analise o seguinte trecho: “A educação em saúde nas escolas, no entanto, tem sido vista como reducionista, pois acontece a partir de comportamentos ideais, práticas impositivas e prescritivas, que tornam os sujeitos objetos passivos das intervenções e, comumente, são preconceituosas, coercitivas e punitivas”. Segundo esse trecho, a educação em saúde nas escolas:


1) concorre para a passividade das pessoas frente aos problemas.
2) é discriminatória e, portanto, reducionista.
3) pune e adota medidas de repressão.
4) tem como base pressupostos fora da realidade.
5) está alicerçada em aspectos práticos e lida com eles.


Estão corretas as alternativas:

Alternativas
Q1335065 Português

TEXTO 1


Educação e Saúde, Saúde e Educação


A escola pode ser considerada um cenário para a promoção da saúde, por ser uma importante instituição social e agregar uma significativa parcela de crianças e jovens da comunidade. 
A educação em saúde nas escolas, no entanto, tem sido vista como reducionista, pois acontece a partir de comportamentos ideais, práticas impositivas e prescritivas, que tornam os sujeitos objetos passivos das intervenções e, comumente, são preconceituosas, coercitivas e punitivas. 
Porém, ela pode ser uma prática que, levando em conta a participação ativa da comunidade, a informação partilhada e o aperfeiçoamento de atitudes indispensáveis à vida, contribui para o exercício da cidadania. 
As ações de educação para a saúde podem estar voltadas para a prevenção de doenças e/ou para a promoção da saúde. O projeto da Escola Promotora de Saúde, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, parte de uma visão integral e multidisciplinar e defende três premissas fundamentais: 
1. educação para a saúde com um enfoque integral, com base nas necessidades dos alunos em cada etapa de desenvolvimento e conforme as características individuais, culturais e de gênero. 
2. criação de ambientes saudáveis, tanto em espaços físicos limpos, higiênicos e adequados estruturalmente, quanto em sítios psicossociais sãos, seguros, livres de agressão e violência verbal, emocional ou física. 
3. articulação com os serviços de saúde, a fim de detectar e prevenir problemas, dando atenção aos jovens, e formando condutas de autocontrole para a prevenção de fatores de risco. 
Investir na formação de cidadãos é condição necessária para a promoção da saúde e para o desenvolvimento social. 
Assim, os processos educativos devem ampliar os espaços de debates, incentivar a participação social e empoderar os indivíduos, tornando-os agentes ativos na construção da democracia. ‘Empoderar’ significa compartilhar poder e recursos de poder, a fim de aumentar as perspectivas de mudanças da realidade social. 

(Por: Aline Bressan, e Dilma Cupti - disponível em: (http://desenvolvimento-infantil.blog.br/educacao-e-saude-saude-eeducacao-e-possivel-integrar-as-duas-areas/) acessado em 05/10/2017. Adaptado.) 
O Texto 1 coloca em relação de grande dependência :
Alternativas
Q1335064 Português

TEXTO 1


Educação e Saúde, Saúde e Educação


A escola pode ser considerada um cenário para a promoção da saúde, por ser uma importante instituição social e agregar uma significativa parcela de crianças e jovens da comunidade. 
A educação em saúde nas escolas, no entanto, tem sido vista como reducionista, pois acontece a partir de comportamentos ideais, práticas impositivas e prescritivas, que tornam os sujeitos objetos passivos das intervenções e, comumente, são preconceituosas, coercitivas e punitivas. 
Porém, ela pode ser uma prática que, levando em conta a participação ativa da comunidade, a informação partilhada e o aperfeiçoamento de atitudes indispensáveis à vida, contribui para o exercício da cidadania. 
As ações de educação para a saúde podem estar voltadas para a prevenção de doenças e/ou para a promoção da saúde. O projeto da Escola Promotora de Saúde, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, parte de uma visão integral e multidisciplinar e defende três premissas fundamentais: 
1. educação para a saúde com um enfoque integral, com base nas necessidades dos alunos em cada etapa de desenvolvimento e conforme as características individuais, culturais e de gênero. 
2. criação de ambientes saudáveis, tanto em espaços físicos limpos, higiênicos e adequados estruturalmente, quanto em sítios psicossociais sãos, seguros, livres de agressão e violência verbal, emocional ou física. 
3. articulação com os serviços de saúde, a fim de detectar e prevenir problemas, dando atenção aos jovens, e formando condutas de autocontrole para a prevenção de fatores de risco. 
Investir na formação de cidadãos é condição necessária para a promoção da saúde e para o desenvolvimento social. 
Assim, os processos educativos devem ampliar os espaços de debates, incentivar a participação social e empoderar os indivíduos, tornando-os agentes ativos na construção da democracia. ‘Empoderar’ significa compartilhar poder e recursos de poder, a fim de aumentar as perspectivas de mudanças da realidade social. 

(Por: Aline Bressan, e Dilma Cupti - disponível em: (http://desenvolvimento-infantil.blog.br/educacao-e-saude-saude-eeducacao-e-possivel-integrar-as-duas-areas/) acessado em 05/10/2017. Adaptado.) 
No título do Texto 1 está indicada, mais fortemente, uma relação:
Alternativas
Q1335063 Português

TEXTO 1


Educação e Saúde, Saúde e Educação


A escola pode ser considerada um cenário para a promoção da saúde, por ser uma importante instituição social e agregar uma significativa parcela de crianças e jovens da comunidade. 
A educação em saúde nas escolas, no entanto, tem sido vista como reducionista, pois acontece a partir de comportamentos ideais, práticas impositivas e prescritivas, que tornam os sujeitos objetos passivos das intervenções e, comumente, são preconceituosas, coercitivas e punitivas. 
Porém, ela pode ser uma prática que, levando em conta a participação ativa da comunidade, a informação partilhada e o aperfeiçoamento de atitudes indispensáveis à vida, contribui para o exercício da cidadania. 
As ações de educação para a saúde podem estar voltadas para a prevenção de doenças e/ou para a promoção da saúde. O projeto da Escola Promotora de Saúde, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, parte de uma visão integral e multidisciplinar e defende três premissas fundamentais: 
1. educação para a saúde com um enfoque integral, com base nas necessidades dos alunos em cada etapa de desenvolvimento e conforme as características individuais, culturais e de gênero. 
2. criação de ambientes saudáveis, tanto em espaços físicos limpos, higiênicos e adequados estruturalmente, quanto em sítios psicossociais sãos, seguros, livres de agressão e violência verbal, emocional ou física. 
3. articulação com os serviços de saúde, a fim de detectar e prevenir problemas, dando atenção aos jovens, e formando condutas de autocontrole para a prevenção de fatores de risco. 
Investir na formação de cidadãos é condição necessária para a promoção da saúde e para o desenvolvimento social. 
Assim, os processos educativos devem ampliar os espaços de debates, incentivar a participação social e empoderar os indivíduos, tornando-os agentes ativos na construção da democracia. ‘Empoderar’ significa compartilhar poder e recursos de poder, a fim de aumentar as perspectivas de mudanças da realidade social. 

(Por: Aline Bressan, e Dilma Cupti - disponível em: (http://desenvolvimento-infantil.blog.br/educacao-e-saude-saude-eeducacao-e-possivel-integrar-as-duas-areas/) acessado em 05/10/2017. Adaptado.) 
Como núcleo de seu parecer, o autor do Texto 1, especificamente, propõe:
Alternativas
Q1335062 Português

TEXTO 1


Educação e Saúde, Saúde e Educação


A escola pode ser considerada um cenário para a promoção da saúde, por ser uma importante instituição social e agregar uma significativa parcela de crianças e jovens da comunidade. 
A educação em saúde nas escolas, no entanto, tem sido vista como reducionista, pois acontece a partir de comportamentos ideais, práticas impositivas e prescritivas, que tornam os sujeitos objetos passivos das intervenções e, comumente, são preconceituosas, coercitivas e punitivas. 
Porém, ela pode ser uma prática que, levando em conta a participação ativa da comunidade, a informação partilhada e o aperfeiçoamento de atitudes indispensáveis à vida, contribui para o exercício da cidadania. 
As ações de educação para a saúde podem estar voltadas para a prevenção de doenças e/ou para a promoção da saúde. O projeto da Escola Promotora de Saúde, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, parte de uma visão integral e multidisciplinar e defende três premissas fundamentais: 
1. educação para a saúde com um enfoque integral, com base nas necessidades dos alunos em cada etapa de desenvolvimento e conforme as características individuais, culturais e de gênero. 
2. criação de ambientes saudáveis, tanto em espaços físicos limpos, higiênicos e adequados estruturalmente, quanto em sítios psicossociais sãos, seguros, livres de agressão e violência verbal, emocional ou física. 
3. articulação com os serviços de saúde, a fim de detectar e prevenir problemas, dando atenção aos jovens, e formando condutas de autocontrole para a prevenção de fatores de risco. 
Investir na formação de cidadãos é condição necessária para a promoção da saúde e para o desenvolvimento social. 
Assim, os processos educativos devem ampliar os espaços de debates, incentivar a participação social e empoderar os indivíduos, tornando-os agentes ativos na construção da democracia. ‘Empoderar’ significa compartilhar poder e recursos de poder, a fim de aumentar as perspectivas de mudanças da realidade social. 

(Por: Aline Bressan, e Dilma Cupti - disponível em: (http://desenvolvimento-infantil.blog.br/educacao-e-saude-saude-eeducacao-e-possivel-integrar-as-duas-areas/) acessado em 05/10/2017. Adaptado.) 
O Texto 1, considerando sua temática global, concede grande destaque:
Alternativas
Q1334825 Português
Evitar o emprego de adjetivação excessiva e usar o aposto em lugar da oração apositiva, são procedimentos para:
Alternativas
Q1334796 Português
Leia o texto com atenção para resolver a questão.

Entre a vaidade e a gula

    As festas de fim de ano e as férias de verão trazem consigo um curioso paradoxo. Afinal, enquanto as ceias de Natal e reveillon nos acenam com várias tentações gastronômicas, o mês de janeiro geralmente exige uma boa forma física para podermos enfrentar a praia ou o campo com mais desenvoltura.
     Por isso, é preciso ligar o sinal de alerta já em dezembro, uma vez que os muitos compromissos sociais da temporada geralmente trazem mesas repletas de guloseimas que podem resultar naqueles indesejáveis quilinhos a mais ou no aumento das taxas de colesterol e glicose.
    Os médicos recomendam cuidados especiais tanto em dezembro quanto em janeiro. Se a pessoa passou o ano todo sem se exercitar, a atenção deve ser redobrada. Todo mundo sabe que ninguém se transforma em atleta de uma hora para a outra, sem correr alguns riscos. Por isso mesmo é preciso ir com calma ao pote das academias de ginástica e não radicalizar na prática esportiva, seja no campo, na praia ou mesmo em casa.
     O ideal em dezembro é optar por uma alimentação menos gordurosa, evitando a mistura de bebidas e o excesso de doces. Comer vagarosamente e ingerir muita água também fazem parte da estratégia da quebra de calorias.
     Em janeiro, assim como em qualquer outro mês do ano, é recomendável não abusar do sol, principalmente depois das 10h. Sombra e água fresca podem ser uma boa combinação para quem deseja descansar o corpo e a mente sem retornar à rotina mais cansado que de costume.
     Também na praia ou no campo, é preciso estar alerta quanto à alimentação, optando por pratos mais leves e bebidas de baixo teor alcóolico. Também a hidratação pode representar uma arma poderosa na desintoxicação do corpo.

Revista Bem Viver, dez. 2011.

Não representam risco para a saúde, na praia:
Alternativas
Q1334795 Português
Leia o texto com atenção para resolver a questão.

Entre a vaidade e a gula

    As festas de fim de ano e as férias de verão trazem consigo um curioso paradoxo. Afinal, enquanto as ceias de Natal e reveillon nos acenam com várias tentações gastronômicas, o mês de janeiro geralmente exige uma boa forma física para podermos enfrentar a praia ou o campo com mais desenvoltura.
     Por isso, é preciso ligar o sinal de alerta já em dezembro, uma vez que os muitos compromissos sociais da temporada geralmente trazem mesas repletas de guloseimas que podem resultar naqueles indesejáveis quilinhos a mais ou no aumento das taxas de colesterol e glicose.
    Os médicos recomendam cuidados especiais tanto em dezembro quanto em janeiro. Se a pessoa passou o ano todo sem se exercitar, a atenção deve ser redobrada. Todo mundo sabe que ninguém se transforma em atleta de uma hora para a outra, sem correr alguns riscos. Por isso mesmo é preciso ir com calma ao pote das academias de ginástica e não radicalizar na prática esportiva, seja no campo, na praia ou mesmo em casa.
     O ideal em dezembro é optar por uma alimentação menos gordurosa, evitando a mistura de bebidas e o excesso de doces. Comer vagarosamente e ingerir muita água também fazem parte da estratégia da quebra de calorias.
     Em janeiro, assim como em qualquer outro mês do ano, é recomendável não abusar do sol, principalmente depois das 10h. Sombra e água fresca podem ser uma boa combinação para quem deseja descansar o corpo e a mente sem retornar à rotina mais cansado que de costume.
     Também na praia ou no campo, é preciso estar alerta quanto à alimentação, optando por pratos mais leves e bebidas de baixo teor alcóolico. Também a hidratação pode representar uma arma poderosa na desintoxicação do corpo.

Revista Bem Viver, dez. 2011.

Para que se evitem as más conseqüências, é preciso ter:
Alternativas
Q1334794 Português
Leia o texto com atenção para resolver a questão.

Entre a vaidade e a gula

    As festas de fim de ano e as férias de verão trazem consigo um curioso paradoxo. Afinal, enquanto as ceias de Natal e reveillon nos acenam com várias tentações gastronômicas, o mês de janeiro geralmente exige uma boa forma física para podermos enfrentar a praia ou o campo com mais desenvoltura.
     Por isso, é preciso ligar o sinal de alerta já em dezembro, uma vez que os muitos compromissos sociais da temporada geralmente trazem mesas repletas de guloseimas que podem resultar naqueles indesejáveis quilinhos a mais ou no aumento das taxas de colesterol e glicose.
    Os médicos recomendam cuidados especiais tanto em dezembro quanto em janeiro. Se a pessoa passou o ano todo sem se exercitar, a atenção deve ser redobrada. Todo mundo sabe que ninguém se transforma em atleta de uma hora para a outra, sem correr alguns riscos. Por isso mesmo é preciso ir com calma ao pote das academias de ginástica e não radicalizar na prática esportiva, seja no campo, na praia ou mesmo em casa.
     O ideal em dezembro é optar por uma alimentação menos gordurosa, evitando a mistura de bebidas e o excesso de doces. Comer vagarosamente e ingerir muita água também fazem parte da estratégia da quebra de calorias.
     Em janeiro, assim como em qualquer outro mês do ano, é recomendável não abusar do sol, principalmente depois das 10h. Sombra e água fresca podem ser uma boa combinação para quem deseja descansar o corpo e a mente sem retornar à rotina mais cansado que de costume.
     Também na praia ou no campo, é preciso estar alerta quanto à alimentação, optando por pratos mais leves e bebidas de baixo teor alcóolico. Também a hidratação pode representar uma arma poderosa na desintoxicação do corpo.

Revista Bem Viver, dez. 2011.

As consequências dos excessos de dezembro representam problemas para a:
Alternativas
Q1334793 Português
Leia o texto com atenção para resolver a questão.

Entre a vaidade e a gula

    As festas de fim de ano e as férias de verão trazem consigo um curioso paradoxo. Afinal, enquanto as ceias de Natal e reveillon nos acenam com várias tentações gastronômicas, o mês de janeiro geralmente exige uma boa forma física para podermos enfrentar a praia ou o campo com mais desenvoltura.
     Por isso, é preciso ligar o sinal de alerta já em dezembro, uma vez que os muitos compromissos sociais da temporada geralmente trazem mesas repletas de guloseimas que podem resultar naqueles indesejáveis quilinhos a mais ou no aumento das taxas de colesterol e glicose.
    Os médicos recomendam cuidados especiais tanto em dezembro quanto em janeiro. Se a pessoa passou o ano todo sem se exercitar, a atenção deve ser redobrada. Todo mundo sabe que ninguém se transforma em atleta de uma hora para a outra, sem correr alguns riscos. Por isso mesmo é preciso ir com calma ao pote das academias de ginástica e não radicalizar na prática esportiva, seja no campo, na praia ou mesmo em casa.
     O ideal em dezembro é optar por uma alimentação menos gordurosa, evitando a mistura de bebidas e o excesso de doces. Comer vagarosamente e ingerir muita água também fazem parte da estratégia da quebra de calorias.
     Em janeiro, assim como em qualquer outro mês do ano, é recomendável não abusar do sol, principalmente depois das 10h. Sombra e água fresca podem ser uma boa combinação para quem deseja descansar o corpo e a mente sem retornar à rotina mais cansado que de costume.
     Também na praia ou no campo, é preciso estar alerta quanto à alimentação, optando por pratos mais leves e bebidas de baixo teor alcóolico. Também a hidratação pode representar uma arma poderosa na desintoxicação do corpo.

Revista Bem Viver, dez. 2011.

Os compromissos de dezembro só não são:

Alternativas
Q1334792 Português
Leia o texto com atenção para resolver a questão.

Entre a vaidade e a gula

    As festas de fim de ano e as férias de verão trazem consigo um curioso paradoxo. Afinal, enquanto as ceias de Natal e reveillon nos acenam com várias tentações gastronômicas, o mês de janeiro geralmente exige uma boa forma física para podermos enfrentar a praia ou o campo com mais desenvoltura.
     Por isso, é preciso ligar o sinal de alerta já em dezembro, uma vez que os muitos compromissos sociais da temporada geralmente trazem mesas repletas de guloseimas que podem resultar naqueles indesejáveis quilinhos a mais ou no aumento das taxas de colesterol e glicose.
    Os médicos recomendam cuidados especiais tanto em dezembro quanto em janeiro. Se a pessoa passou o ano todo sem se exercitar, a atenção deve ser redobrada. Todo mundo sabe que ninguém se transforma em atleta de uma hora para a outra, sem correr alguns riscos. Por isso mesmo é preciso ir com calma ao pote das academias de ginástica e não radicalizar na prática esportiva, seja no campo, na praia ou mesmo em casa.
     O ideal em dezembro é optar por uma alimentação menos gordurosa, evitando a mistura de bebidas e o excesso de doces. Comer vagarosamente e ingerir muita água também fazem parte da estratégia da quebra de calorias.
     Em janeiro, assim como em qualquer outro mês do ano, é recomendável não abusar do sol, principalmente depois das 10h. Sombra e água fresca podem ser uma boa combinação para quem deseja descansar o corpo e a mente sem retornar à rotina mais cansado que de costume.
     Também na praia ou no campo, é preciso estar alerta quanto à alimentação, optando por pratos mais leves e bebidas de baixo teor alcóolico. Também a hidratação pode representar uma arma poderosa na desintoxicação do corpo.

Revista Bem Viver, dez. 2011.

O comportamento do ser humano, entre o final de um ano e o início do outro, geralmente revela uma:
Alternativas
Q1331201 Português

As línguas mudam


As línguas não são realidades estáticas, elas mudam com o passar do tempo, elas alteram-se continuamente. Os falantes não têm consciência da mudança. A imagem que eles têm do idioma é que ele é estável. São várias as razões para que não se perceba a constante alteração da língua. A primeira é que ela é bastante lenta. Tudo pode mudar na língua: os sons, a gramática, o vocabulário. No entanto, alguns níveis da linguagem se modificam mais devagar do que outros: por exemplo, o nível fônico, o do sons de que se vale a língua para construir as palavras, ou o da gramática têm uma mutação mais vagarosa do que a do vocabulário. Por outro lado, as mudanças atingem partes da língua e não sua totalidade: não se transformam todos os sons de uma só vez, não se altera toda a gramática conjuntamente, não se modifica todo o léxico na mesma ocasião. Isso significa que uma língua é um complexo jogo de mudanças e permanências. Ela está sempre num equilíbrio estável. Além disso, a escrita, que é uma realidade mais estável e permanente do que a língua falada, leva ao desenvolvimento de um padrão de língua, que é ensinado na escola, é descrito nas gramáticas e nos dicionários, goza de um valor social mais elevado e, por isso, adquire uma estabilidade maior, refreando a mutação e servindo de referência para a imagem que o falante tem da língua. Entretanto, para perceber a modificação da língua, basta pegar textos antigos ou conviver com falantes mais velhos ou mais jovens.


(Massaud Moisés. A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix, s,d. Fragmento)

Confrontando a língua falada e a língua escrita, o autor do Texto 2 admite que:
1) A escrita, em relação à fala, goza de uma estabilidade maior e serve de freio para as mudanças. 2) A língua escrita goza de um prestígio social mais elevado do que a fala. 3) Tanto a gramática quanto o léxico se alteram lentamente; entretanto, o nível dos sons se altera em ritmos mais rápidos. 4) Os falantes não percebem as mudanças operadas na língua falada, pois têm como referência a língua escrita, de maior estabilidade. 5) É a partir da escrita que se desenvolve o padrão de língua que será ensinado nas escolas, descrito nas gramáticas e referido nos dicionários.
Estão corretas:
Alternativas
Q1331200 Português

As línguas mudam


As línguas não são realidades estáticas, elas mudam com o passar do tempo, elas alteram-se continuamente. Os falantes não têm consciência da mudança. A imagem que eles têm do idioma é que ele é estável. São várias as razões para que não se perceba a constante alteração da língua. A primeira é que ela é bastante lenta. Tudo pode mudar na língua: os sons, a gramática, o vocabulário. No entanto, alguns níveis da linguagem se modificam mais devagar do que outros: por exemplo, o nível fônico, o do sons de que se vale a língua para construir as palavras, ou o da gramática têm uma mutação mais vagarosa do que a do vocabulário. Por outro lado, as mudanças atingem partes da língua e não sua totalidade: não se transformam todos os sons de uma só vez, não se altera toda a gramática conjuntamente, não se modifica todo o léxico na mesma ocasião. Isso significa que uma língua é um complexo jogo de mudanças e permanências. Ela está sempre num equilíbrio estável. Além disso, a escrita, que é uma realidade mais estável e permanente do que a língua falada, leva ao desenvolvimento de um padrão de língua, que é ensinado na escola, é descrito nas gramáticas e nos dicionários, goza de um valor social mais elevado e, por isso, adquire uma estabilidade maior, refreando a mutação e servindo de referência para a imagem que o falante tem da língua. Entretanto, para perceber a modificação da língua, basta pegar textos antigos ou conviver com falantes mais velhos ou mais jovens.


(Massaud Moisés. A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix, s,d. Fragmento)

Considerando o tema desenvolvido no Texto 2, podemos apontar como ‘afirmação nuclear e, assim, bastante relevante’, aquela que consta na alternativa:
Alternativas
Q1331198 Português
TEXTO 1

A publicidade sempre está um passo além.

(1) Não são poucas as vezes que, diante da televisão, dá vontade de gritar. Por exemplo, nos últimos tempos, parece que a publicidade tem-se esmerado em produzir, a cada intervalo comercial, muitos momentos desse tipo.

(2) Por pior que seja a televisão em termos de programação, a publicidade sempre consegue ser um pouco pior, sempre está a alguns passos além na direção da barbárie. E não estamos aqui falando da cafajestagem malandra dos comerciais de cerveja.

(3) Mas há um tipo de mensagem publicitária que só se pode classificar como violenta mesmo que não haja nenhuma cena que explore situações de violência. Ao contrário, são propagandas em tom “científico” ou “bem-humoradas”, cujas mensagens representam ataques graves a valores que ainda deveriam se sobrepor ao consumo.

(4) A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram.

(5) Uma propaganda recente da marca mais conhecida de iogurte infantil, por exemplo, começa avisando que a falta de nutrientes essenciais nos primeiros estágios do crescimento pode causar sérios danos estruturais. Em seguida, um pediatra aparece em meio a seus filhos. Com a dupla autoridade de pai e de médico, informa que o produto em questão supre perfeitamente as necessidades nutricionais de uma criança em fase de crescimento. A imagem final é uma construção de blocos de madeira, cuja base é substituída por uma embalagem vazia do produto. Logo, pais, desistam da batalha árdua de fazer as crianças comerem arroz, feijão, bife e verdura. Podem dar um desses iogurtes e ir malhar!

(6) Em outra, mais engraçadinha, uma professora avisa que, antes de sair, os alunos devem entregar o trabalho “de” Pitágoras. Os alunos vão deixando sobre a mesa os trabalhos, todos impecavelmente impressos, com ilustrações coloridas, até que um deposita uma pedra chata e lisa com um diagrama do triângulo retângulo. A professora olha com espanto para o menino, que está vestido como o personagem Bambam, dos “Flintstone”, clava ao ombro, cabelos desgrenhados, rosto sujo. E ouve-se a mensagem do comercial de um provedor de conexão rápida com a internet. “Não deixe seu filho na Idade da Pedra. Relaxe: ele vai ter um jeito fácil e cômodo de dar conta de seus trabalhos escolares copiando da internet, é claro. Vocês vão poder ver tranquilos a sua série predileta de TV”.

(7) Jogando duplamente com a infantilidade – das crianças, mas também dos pais que resistem a assumir a parte “chata” da educação – a publicidade mostra sua face mais brutal.

                                                (Folha de S. Paulo, 3 de abril de 2005. Adaptado)
Analise a formulação do seguinte trecho: “A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram”. Concluindo, podemos afirmar que:  
Alternativas
Q1331197 Português
TEXTO 1

A publicidade sempre está um passo além.

(1) Não são poucas as vezes que, diante da televisão, dá vontade de gritar. Por exemplo, nos últimos tempos, parece que a publicidade tem-se esmerado em produzir, a cada intervalo comercial, muitos momentos desse tipo.

(2) Por pior que seja a televisão em termos de programação, a publicidade sempre consegue ser um pouco pior, sempre está a alguns passos além na direção da barbárie. E não estamos aqui falando da cafajestagem malandra dos comerciais de cerveja.

(3) Mas há um tipo de mensagem publicitária que só se pode classificar como violenta mesmo que não haja nenhuma cena que explore situações de violência. Ao contrário, são propagandas em tom “científico” ou “bem-humoradas”, cujas mensagens representam ataques graves a valores que ainda deveriam se sobrepor ao consumo.

(4) A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram.

(5) Uma propaganda recente da marca mais conhecida de iogurte infantil, por exemplo, começa avisando que a falta de nutrientes essenciais nos primeiros estágios do crescimento pode causar sérios danos estruturais. Em seguida, um pediatra aparece em meio a seus filhos. Com a dupla autoridade de pai e de médico, informa que o produto em questão supre perfeitamente as necessidades nutricionais de uma criança em fase de crescimento. A imagem final é uma construção de blocos de madeira, cuja base é substituída por uma embalagem vazia do produto. Logo, pais, desistam da batalha árdua de fazer as crianças comerem arroz, feijão, bife e verdura. Podem dar um desses iogurtes e ir malhar!

(6) Em outra, mais engraçadinha, uma professora avisa que, antes de sair, os alunos devem entregar o trabalho “de” Pitágoras. Os alunos vão deixando sobre a mesa os trabalhos, todos impecavelmente impressos, com ilustrações coloridas, até que um deposita uma pedra chata e lisa com um diagrama do triângulo retângulo. A professora olha com espanto para o menino, que está vestido como o personagem Bambam, dos “Flintstone”, clava ao ombro, cabelos desgrenhados, rosto sujo. E ouve-se a mensagem do comercial de um provedor de conexão rápida com a internet. “Não deixe seu filho na Idade da Pedra. Relaxe: ele vai ter um jeito fácil e cômodo de dar conta de seus trabalhos escolares copiando da internet, é claro. Vocês vão poder ver tranquilos a sua série predileta de TV”.

(7) Jogando duplamente com a infantilidade – das crianças, mas também dos pais que resistem a assumir a parte “chata” da educação – a publicidade mostra sua face mais brutal.

                                                (Folha de S. Paulo, 3 de abril de 2005. Adaptado)
Considerando o contexto global em que o Texto 1 se desenvolve, é coerente o seguinte comentário:
Alternativas
Q1331196 Português
TEXTO 1

A publicidade sempre está um passo além.

(1) Não são poucas as vezes que, diante da televisão, dá vontade de gritar. Por exemplo, nos últimos tempos, parece que a publicidade tem-se esmerado em produzir, a cada intervalo comercial, muitos momentos desse tipo.

(2) Por pior que seja a televisão em termos de programação, a publicidade sempre consegue ser um pouco pior, sempre está a alguns passos além na direção da barbárie. E não estamos aqui falando da cafajestagem malandra dos comerciais de cerveja.

(3) Mas há um tipo de mensagem publicitária que só se pode classificar como violenta mesmo que não haja nenhuma cena que explore situações de violência. Ao contrário, são propagandas em tom “científico” ou “bem-humoradas”, cujas mensagens representam ataques graves a valores que ainda deveriam se sobrepor ao consumo.

(4) A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram.

(5) Uma propaganda recente da marca mais conhecida de iogurte infantil, por exemplo, começa avisando que a falta de nutrientes essenciais nos primeiros estágios do crescimento pode causar sérios danos estruturais. Em seguida, um pediatra aparece em meio a seus filhos. Com a dupla autoridade de pai e de médico, informa que o produto em questão supre perfeitamente as necessidades nutricionais de uma criança em fase de crescimento. A imagem final é uma construção de blocos de madeira, cuja base é substituída por uma embalagem vazia do produto. Logo, pais, desistam da batalha árdua de fazer as crianças comerem arroz, feijão, bife e verdura. Podem dar um desses iogurtes e ir malhar!

(6) Em outra, mais engraçadinha, uma professora avisa que, antes de sair, os alunos devem entregar o trabalho “de” Pitágoras. Os alunos vão deixando sobre a mesa os trabalhos, todos impecavelmente impressos, com ilustrações coloridas, até que um deposita uma pedra chata e lisa com um diagrama do triângulo retângulo. A professora olha com espanto para o menino, que está vestido como o personagem Bambam, dos “Flintstone”, clava ao ombro, cabelos desgrenhados, rosto sujo. E ouve-se a mensagem do comercial de um provedor de conexão rápida com a internet. “Não deixe seu filho na Idade da Pedra. Relaxe: ele vai ter um jeito fácil e cômodo de dar conta de seus trabalhos escolares copiando da internet, é claro. Vocês vão poder ver tranquilos a sua série predileta de TV”.

(7) Jogando duplamente com a infantilidade – das crianças, mas também dos pais que resistem a assumir a parte “chata” da educação – a publicidade mostra sua face mais brutal.

                                                (Folha de S. Paulo, 3 de abril de 2005. Adaptado)
O ‘foco’ principal do Texto 1 é:
Alternativas
Q1331195 Português
TEXTO 1

A publicidade sempre está um passo além.

(1) Não são poucas as vezes que, diante da televisão, dá vontade de gritar. Por exemplo, nos últimos tempos, parece que a publicidade tem-se esmerado em produzir, a cada intervalo comercial, muitos momentos desse tipo.

(2) Por pior que seja a televisão em termos de programação, a publicidade sempre consegue ser um pouco pior, sempre está a alguns passos além na direção da barbárie. E não estamos aqui falando da cafajestagem malandra dos comerciais de cerveja.

(3) Mas há um tipo de mensagem publicitária que só se pode classificar como violenta mesmo que não haja nenhuma cena que explore situações de violência. Ao contrário, são propagandas em tom “científico” ou “bem-humoradas”, cujas mensagens representam ataques graves a valores que ainda deveriam se sobrepor ao consumo.

(4) A educação das crianças é um dos alvos prediletos das ideias geniais dos publicitários. Eles sabem que a maioria dos pais não tem tempo de assumir a parte árdua da educação dos filhos. É exatamente aí que eles entram.

(5) Uma propaganda recente da marca mais conhecida de iogurte infantil, por exemplo, começa avisando que a falta de nutrientes essenciais nos primeiros estágios do crescimento pode causar sérios danos estruturais. Em seguida, um pediatra aparece em meio a seus filhos. Com a dupla autoridade de pai e de médico, informa que o produto em questão supre perfeitamente as necessidades nutricionais de uma criança em fase de crescimento. A imagem final é uma construção de blocos de madeira, cuja base é substituída por uma embalagem vazia do produto. Logo, pais, desistam da batalha árdua de fazer as crianças comerem arroz, feijão, bife e verdura. Podem dar um desses iogurtes e ir malhar!

(6) Em outra, mais engraçadinha, uma professora avisa que, antes de sair, os alunos devem entregar o trabalho “de” Pitágoras. Os alunos vão deixando sobre a mesa os trabalhos, todos impecavelmente impressos, com ilustrações coloridas, até que um deposita uma pedra chata e lisa com um diagrama do triângulo retângulo. A professora olha com espanto para o menino, que está vestido como o personagem Bambam, dos “Flintstone”, clava ao ombro, cabelos desgrenhados, rosto sujo. E ouve-se a mensagem do comercial de um provedor de conexão rápida com a internet. “Não deixe seu filho na Idade da Pedra. Relaxe: ele vai ter um jeito fácil e cômodo de dar conta de seus trabalhos escolares copiando da internet, é claro. Vocês vão poder ver tranquilos a sua série predileta de TV”.

(7) Jogando duplamente com a infantilidade – das crianças, mas também dos pais que resistem a assumir a parte “chata” da educação – a publicidade mostra sua face mais brutal.

                                                (Folha de S. Paulo, 3 de abril de 2005. Adaptado)
Em todo texto, se pode identificar a intenção com que seu autor o produziu. No caso do Texto 1, por exemplo, o propósito comunicativo que esteve em jogo foi:
Alternativas
Respostas
37161: D
37162: C
37163: D
37164: B
37165: A
37166: C
37167: B
37168: C
37169: B
37170: A
37171: C
37172: B
37173: A
37174: D
37175: A
37176: C
37177: A
37178: B
37179: C
37180: D