Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q3932485 Português
        Novos dados da União Interparlamentar (UIP) e da ONU Mulheres revelam um progresso limitado no alcance da igualdade de gênero na liderança política. A edição de 2025 do mapa Mulheres na política mostra que os homens continuam a superar as mulheres em mais de três vezes nas posições executivas e legislativas em todo o mundo.

        Globalmente, a presença feminina nos parlamentos subiu apenas 0,3%, alcançando 27,2% em relação ao ano anterior. Já nos ministérios, houve queda de 0,4%. Segundo Sima Bahous, diretora executiva da ONU Mulheres, o progresso não só é lento como há retrocesso em várias partes do mundo. “Trinta anos após a Declaração de Pequim, a promessa de igualdade de gênero na liderança política permanece não cumprida. Não podemos aceitar um mundo onde metade da população seja sistematicamente excluída da tomada de decisões”, frisou.

        Bahous também lembrou que cotas, reformas eleitorais e vontade política são soluções para desmantelar barreiras sistêmicas. “O tempo das medidas paliativas acabou. É hora de os governos agirem para assegurar que as mulheres tenham um assento igual em todas as mesas onde o poder é exercido”, destacou.

        A presidente da UIP, Tulia Ackson, classificou o ritmo de avanço como “glacial” e ressaltou a urgência de medidas concretas para garantir representação igualitária. O secretário-geral da UIP, Martin Chungong, defendeu o engajamento ativo de homens como parte da solução.

        Ainda, o mapa de 2025 mostra que, enquanto as mulheres lideram importantes pastas ligadas a direitos humanos, igualdade de gênero e proteção social, os homens dominam áreas como relações exteriores, orçamento e defesa.

Internet: <onumulheres.org.br>  (com adaptações).

Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o seguinte item. 


Infere-se do texto que a UIP defende a proteção masculina às mulheres como medida concreta para a garantia de representação igualitária nos espaços de poder, o que sugere o enraizamento do posicionamento machista na sociedade.

Alternativas
Q3932481 Português
        A maior planície alagável do mundo está secando e ficando mais quente a um ritmo acelerado. Em quatro décadas, o pantanal, o menor bioma brasileiro, foi o que mais aqueceu e teve a maior redução na quantidade de chuvas. Essa dupla tendência, de mais calor e de menos pluviosidade, é visível em todos os ecossistemas nacionais — da amazônia, no Norte, que engloba quase metade da área do país, ao pampa, no Rio Grande do Sul, ainda que nesse bioma de forma bem menos perceptível.

        Entre 1985 e 2024, a temperatura média no bioma subiu 0,47 °C por década. Em quatro décadas, o aumento acumulado no pantanal chega a quase 1,9 °C. O ritmo de crescimento do aquecimento no pantanal é 60% superior ao calculado no mesmo período para o Brasil como um todo e para os biomas amazônia e cerrado, que abrangem quase três quartos da área nacional. A velocidade de subida dos termômetros no pantanal é ainda cerca do dobro da apresentada na caatinga e na mata atlântica e mais que o triplo da do pampa nos 40 anos analisados.

Marcos Pivetta. Um pantanal mais quente e seco.
In: Revista Pesquisa FAPESP, 2026, v. 360, p. 45 (com adaptações).

Julgue o próximo item, referente ao texto precedente.


De acordo com o texto, menor pluviosidade e aumento do calor no pantanal se caracterizam como um processo gradativo.

Alternativas
Q3932473 Português
        Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.

        Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.

        Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.

         A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.

Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações)

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item seguinte.


Segundo o texto, apesar de a Linguagem Simples ir além da mera seleção vocabular, o cuidado com essa seleção varia conforme a complexidade do gênero textual e do público-alvo, indo de importante, passando a secundário, até ser considerado irrelevante. 

Alternativas
Q3932471 Português
        Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais.

        Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples.

        Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação.

         A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações.

Patrícia Roedel. Manual de linguagem simples: como planejar, desenvolver e testar textos que funcionam. Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2024, p. 13-14 (com adaptações)

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item seguinte.


O texto informa que Linguagem Simples é um padrão de linguagem com estruturas linguísticas e palavras próprias que se volta à simplificação dos textos para a completa assimilação do seu conteúdo pelo público a que tais textos se destinam.

Alternativas
Q3932322 Português

    O conhecimento geral sobre medicamentos é importante para a saúde pública, a prática clínica e a promoção da segurança do paciente. Frequentemente referido na literatura da área como alfabetização medicamentosa (medication literacy), esse conhecimento transcende a simples identificação de nomes farmacêuticos: envolve a capacidade de entender, interpretar, avaliar e aplicar corretamente informações referentes a medicamentos em contextos reais de uso, incluindo habilidades funcionais (como ler rótulos e bulas), comunicativas e críticas (como avaliar fontes de informação) e competências numéricas (para calcular dosagens ou horários).        
     Evidências científicas mostram que baixos níveis de literacia em medicamentos estão associados a resultados de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de eventos adversos e menor controle de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e outras comorbidades comuns em populações envelhecidas. Esses efeitos negativos se dão porque o entendimento inadequado do regime medicamentoso compromete a capacidade de seguir orientações terapêuticas corretamente e de reconhecer sinais de alerta de complicações.     
 
    Quando os pacientes compreendem por que um medicamento foi prescrito, qual sua função e quais são os possíveis efeitos colaterais, eles adquirem maior autonomia e podem participar, de forma mais ativa, nas decisões de cuidado, dialogar com profissionais de saúde e evitar práticas de risco, como automedicação ou descontinuação irregular de tratamento.        
     A formação de médicos, farmacêuticos, enfermeiros e demais profissionais inclui, cada vez mais, competências relacionadas à adesão medicamentosa e comunicação efetiva acerca de tratamentos, uma vez que esses conhecimentos impactam diretamente a prática clínica e a promoção do uso racional de medicamentos. Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas educativos nas unidades de saúde é uma estratégia comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso da população, proporcionando não apenas informações precisas sobre medicamentos genéricos e prescritos, mas também orientações relativas ao uso racional e à prevenção de problemas como resistência antimicrobiana e interações medicamentosas.
    Em suma, o conhecimento sobre medicamentos é um componente essencial da saúde contemporânea, sustentado por evidências científicas que demonstram sua relação com melhores desfechos clínicos, maior segurança terapêutica e maior participação dos pacientes na gestão de sua própria saúde.


Internet: <rsdjournal.org> (com adaptações).

No que diz respeito à estruturação linguística do texto, julgue os itens seguintes.
No trecho “Evidências científicas mostram que baixos níveis de literacia em medicamentos estão associados a resultados de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de eventos adversos e menor controle de doenças crônicas,”, o emprego das formas verbais “mostram”, “estão associados” e “tendem”, no presente do indicativo, contribui para conferir caráter atemporal e generalizante às afirmações do texto.
Alternativas
Q3932315 Português

    O conhecimento geral sobre medicamentos é importante para a saúde pública, a prática clínica e a promoção da segurança do paciente. Frequentemente referido na literatura da área como alfabetização medicamentosa (medication literacy), esse conhecimento transcende a simples identificação de nomes farmacêuticos: envolve a capacidade de entender, interpretar, avaliar e aplicar corretamente informações referentes a medicamentos em contextos reais de uso, incluindo habilidades funcionais (como ler rótulos e bulas), comunicativas e críticas (como avaliar fontes de informação) e competências numéricas (para calcular dosagens ou horários).        
     Evidências científicas mostram que baixos níveis de literacia em medicamentos estão associados a resultados de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de eventos adversos e menor controle de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e outras comorbidades comuns em populações envelhecidas. Esses efeitos negativos se dão porque o entendimento inadequado do regime medicamentoso compromete a capacidade de seguir orientações terapêuticas corretamente e de reconhecer sinais de alerta de complicações.     
 
    Quando os pacientes compreendem por que um medicamento foi prescrito, qual sua função e quais são os possíveis efeitos colaterais, eles adquirem maior autonomia e podem participar, de forma mais ativa, nas decisões de cuidado, dialogar com profissionais de saúde e evitar práticas de risco, como automedicação ou descontinuação irregular de tratamento.        
     A formação de médicos, farmacêuticos, enfermeiros e demais profissionais inclui, cada vez mais, competências relacionadas à adesão medicamentosa e comunicação efetiva acerca de tratamentos, uma vez que esses conhecimentos impactam diretamente a prática clínica e a promoção do uso racional de medicamentos. Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas educativos nas unidades de saúde é uma estratégia comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso da população, proporcionando não apenas informações precisas sobre medicamentos genéricos e prescritos, mas também orientações relativas ao uso racional e à prevenção de problemas como resistência antimicrobiana e interações medicamentosas.
    Em suma, o conhecimento sobre medicamentos é um componente essencial da saúde contemporânea, sustentado por evidências científicas que demonstram sua relação com melhores desfechos clínicos, maior segurança terapêutica e maior participação dos pacientes na gestão de sua própria saúde.


Internet: <rsdjournal.org> (com adaptações).

No que diz respeito à estruturação linguística do texto, julgue os itens seguintes.
No trecho “O conhecimento geral sobre medicamentos é importante para a saúde pública, a prática clínica e a promoção da segurança do paciente. Frequentemente referido na literatura da área como alfabetização medicamentosa (medication literacy), esse conhecimento transcende a simples identificação de nomes farmacêuticos”, o vocábulo “esse” retoma a expressão “alfabetização medicamentosa (medication literacy)”.
Alternativas
Q3932314 Português

    O conhecimento geral sobre medicamentos é importante para a saúde pública, a prática clínica e a promoção da segurança do paciente. Frequentemente referido na literatura da área como alfabetização medicamentosa (medication literacy), esse conhecimento transcende a simples identificação de nomes farmacêuticos: envolve a capacidade de entender, interpretar, avaliar e aplicar corretamente informações referentes a medicamentos em contextos reais de uso, incluindo habilidades funcionais (como ler rótulos e bulas), comunicativas e críticas (como avaliar fontes de informação) e competências numéricas (para calcular dosagens ou horários).        
     Evidências científicas mostram que baixos níveis de literacia em medicamentos estão associados a resultados de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de eventos adversos e menor controle de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e outras comorbidades comuns em populações envelhecidas. Esses efeitos negativos se dão porque o entendimento inadequado do regime medicamentoso compromete a capacidade de seguir orientações terapêuticas corretamente e de reconhecer sinais de alerta de complicações.     
 
    Quando os pacientes compreendem por que um medicamento foi prescrito, qual sua função e quais são os possíveis efeitos colaterais, eles adquirem maior autonomia e podem participar, de forma mais ativa, nas decisões de cuidado, dialogar com profissionais de saúde e evitar práticas de risco, como automedicação ou descontinuação irregular de tratamento.        
     A formação de médicos, farmacêuticos, enfermeiros e demais profissionais inclui, cada vez mais, competências relacionadas à adesão medicamentosa e comunicação efetiva acerca de tratamentos, uma vez que esses conhecimentos impactam diretamente a prática clínica e a promoção do uso racional de medicamentos. Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas educativos nas unidades de saúde é uma estratégia comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso da população, proporcionando não apenas informações precisas sobre medicamentos genéricos e prescritos, mas também orientações relativas ao uso racional e à prevenção de problemas como resistência antimicrobiana e interações medicamentosas.
    Em suma, o conhecimento sobre medicamentos é um componente essencial da saúde contemporânea, sustentado por evidências científicas que demonstram sua relação com melhores desfechos clínicos, maior segurança terapêutica e maior participação dos pacientes na gestão de sua própria saúde.


Internet: <rsdjournal.org> (com adaptações).

A respeito das ideias do texto, julgue os itens a seguir.
No trecho “Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas educativos nas unidades de saúde é uma estratégia comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso da população, proporcionando não apenas informações precisas sobre medicamentos genéricos e prescritos, mas também orientações relativas ao uso racional e à prevenção de problemas como resistência antimicrobiana e interações medicamentosas.”, ao mencionar a resistência antimicrobiana, o texto amplia o argumento para além do nível individual, incorporando uma dimensão coletiva do problema.
Alternativas
Q3932313 Português

    O conhecimento geral sobre medicamentos é importante para a saúde pública, a prática clínica e a promoção da segurança do paciente. Frequentemente referido na literatura da área como alfabetização medicamentosa (medication literacy), esse conhecimento transcende a simples identificação de nomes farmacêuticos: envolve a capacidade de entender, interpretar, avaliar e aplicar corretamente informações referentes a medicamentos em contextos reais de uso, incluindo habilidades funcionais (como ler rótulos e bulas), comunicativas e críticas (como avaliar fontes de informação) e competências numéricas (para calcular dosagens ou horários).        
     Evidências científicas mostram que baixos níveis de literacia em medicamentos estão associados a resultados de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de eventos adversos e menor controle de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e outras comorbidades comuns em populações envelhecidas. Esses efeitos negativos se dão porque o entendimento inadequado do regime medicamentoso compromete a capacidade de seguir orientações terapêuticas corretamente e de reconhecer sinais de alerta de complicações.     
 
    Quando os pacientes compreendem por que um medicamento foi prescrito, qual sua função e quais são os possíveis efeitos colaterais, eles adquirem maior autonomia e podem participar, de forma mais ativa, nas decisões de cuidado, dialogar com profissionais de saúde e evitar práticas de risco, como automedicação ou descontinuação irregular de tratamento.        
     A formação de médicos, farmacêuticos, enfermeiros e demais profissionais inclui, cada vez mais, competências relacionadas à adesão medicamentosa e comunicação efetiva acerca de tratamentos, uma vez que esses conhecimentos impactam diretamente a prática clínica e a promoção do uso racional de medicamentos. Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas educativos nas unidades de saúde é uma estratégia comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso da população, proporcionando não apenas informações precisas sobre medicamentos genéricos e prescritos, mas também orientações relativas ao uso racional e à prevenção de problemas como resistência antimicrobiana e interações medicamentosas.
    Em suma, o conhecimento sobre medicamentos é um componente essencial da saúde contemporânea, sustentado por evidências científicas que demonstram sua relação com melhores desfechos clínicos, maior segurança terapêutica e maior participação dos pacientes na gestão de sua própria saúde.


Internet: <rsdjournal.org> (com adaptações).

A respeito das ideias do texto, julgue os itens a seguir.
No trecho “Quando os pacientes compreendem por que um medicamento foi prescrito, qual sua função e quais são os possíveis efeitos colaterais, eles adquirem maior autonomia”, o termo “autonomia” relaciona‑se diretamente à capacidade do paciente de tomar decisões informadas, e não à ausência de acompanhamento profissional.
Alternativas
Q3932312 Português

    O conhecimento geral sobre medicamentos é importante para a saúde pública, a prática clínica e a promoção da segurança do paciente. Frequentemente referido na literatura da área como alfabetização medicamentosa (medication literacy), esse conhecimento transcende a simples identificação de nomes farmacêuticos: envolve a capacidade de entender, interpretar, avaliar e aplicar corretamente informações referentes a medicamentos em contextos reais de uso, incluindo habilidades funcionais (como ler rótulos e bulas), comunicativas e críticas (como avaliar fontes de informação) e competências numéricas (para calcular dosagens ou horários).        
     Evidências científicas mostram que baixos níveis de literacia em medicamentos estão associados a resultados de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de eventos adversos e menor controle de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e outras comorbidades comuns em populações envelhecidas. Esses efeitos negativos se dão porque o entendimento inadequado do regime medicamentoso compromete a capacidade de seguir orientações terapêuticas corretamente e de reconhecer sinais de alerta de complicações.     
 
    Quando os pacientes compreendem por que um medicamento foi prescrito, qual sua função e quais são os possíveis efeitos colaterais, eles adquirem maior autonomia e podem participar, de forma mais ativa, nas decisões de cuidado, dialogar com profissionais de saúde e evitar práticas de risco, como automedicação ou descontinuação irregular de tratamento.        
     A formação de médicos, farmacêuticos, enfermeiros e demais profissionais inclui, cada vez mais, competências relacionadas à adesão medicamentosa e comunicação efetiva acerca de tratamentos, uma vez que esses conhecimentos impactam diretamente a prática clínica e a promoção do uso racional de medicamentos. Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas educativos nas unidades de saúde é uma estratégia comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso da população, proporcionando não apenas informações precisas sobre medicamentos genéricos e prescritos, mas também orientações relativas ao uso racional e à prevenção de problemas como resistência antimicrobiana e interações medicamentosas.
    Em suma, o conhecimento sobre medicamentos é um componente essencial da saúde contemporânea, sustentado por evidências científicas que demonstram sua relação com melhores desfechos clínicos, maior segurança terapêutica e maior participação dos pacientes na gestão de sua própria saúde.


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A respeito das ideias do texto, julgue os itens a seguir.
Conforme o texto, no trecho “Frequentemente referido na literatura da área como alfabetização medicamentosa (medication literacy), esse conhecimento transcende a simples identificação de nomes farmacêuticos”, o conceito de “alfabetização medicamentosa” refere‑se, principalmente, à capacidade de memorizar nomes comerciais de medicamentos farmacêuticos e à prática da automedicação consciente.
Alternativas
Q3932311 Português

    O conhecimento geral sobre medicamentos é importante para a saúde pública, a prática clínica e a promoção da segurança do paciente. Frequentemente referido na literatura da área como alfabetização medicamentosa (medication literacy), esse conhecimento transcende a simples identificação de nomes farmacêuticos: envolve a capacidade de entender, interpretar, avaliar e aplicar corretamente informações referentes a medicamentos em contextos reais de uso, incluindo habilidades funcionais (como ler rótulos e bulas), comunicativas e críticas (como avaliar fontes de informação) e competências numéricas (para calcular dosagens ou horários).        
     Evidências científicas mostram que baixos níveis de literacia em medicamentos estão associados a resultados de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de eventos adversos e menor controle de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e outras comorbidades comuns em populações envelhecidas. Esses efeitos negativos se dão porque o entendimento inadequado do regime medicamentoso compromete a capacidade de seguir orientações terapêuticas corretamente e de reconhecer sinais de alerta de complicações.     
 
    Quando os pacientes compreendem por que um medicamento foi prescrito, qual sua função e quais são os possíveis efeitos colaterais, eles adquirem maior autonomia e podem participar, de forma mais ativa, nas decisões de cuidado, dialogar com profissionais de saúde e evitar práticas de risco, como automedicação ou descontinuação irregular de tratamento.        
     A formação de médicos, farmacêuticos, enfermeiros e demais profissionais inclui, cada vez mais, competências relacionadas à adesão medicamentosa e comunicação efetiva acerca de tratamentos, uma vez que esses conhecimentos impactam diretamente a prática clínica e a promoção do uso racional de medicamentos. Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas educativos nas unidades de saúde é uma estratégia comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso da população, proporcionando não apenas informações precisas sobre medicamentos genéricos e prescritos, mas também orientações relativas ao uso racional e à prevenção de problemas como resistência antimicrobiana e interações medicamentosas.
    Em suma, o conhecimento sobre medicamentos é um componente essencial da saúde contemporânea, sustentado por evidências científicas que demonstram sua relação com melhores desfechos clínicos, maior segurança terapêutica e maior participação dos pacientes na gestão de sua própria saúde.


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A respeito das ideias do texto, julgue os itens a seguir.
Infere‑se do texto que o desconhecimento acerca de medicamentos pode impactar negativamente tanto os pacientes quanto os sistemas de saúde.
Alternativas
Q3932310 Português

    O conhecimento geral sobre medicamentos é importante para a saúde pública, a prática clínica e a promoção da segurança do paciente. Frequentemente referido na literatura da área como alfabetização medicamentosa (medication literacy), esse conhecimento transcende a simples identificação de nomes farmacêuticos: envolve a capacidade de entender, interpretar, avaliar e aplicar corretamente informações referentes a medicamentos em contextos reais de uso, incluindo habilidades funcionais (como ler rótulos e bulas), comunicativas e críticas (como avaliar fontes de informação) e competências numéricas (para calcular dosagens ou horários).        
     Evidências científicas mostram que baixos níveis de literacia em medicamentos estão associados a resultados de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de eventos adversos e menor controle de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e outras comorbidades comuns em populações envelhecidas. Esses efeitos negativos se dão porque o entendimento inadequado do regime medicamentoso compromete a capacidade de seguir orientações terapêuticas corretamente e de reconhecer sinais de alerta de complicações.     
 
    Quando os pacientes compreendem por que um medicamento foi prescrito, qual sua função e quais são os possíveis efeitos colaterais, eles adquirem maior autonomia e podem participar, de forma mais ativa, nas decisões de cuidado, dialogar com profissionais de saúde e evitar práticas de risco, como automedicação ou descontinuação irregular de tratamento.        
     A formação de médicos, farmacêuticos, enfermeiros e demais profissionais inclui, cada vez mais, competências relacionadas à adesão medicamentosa e comunicação efetiva acerca de tratamentos, uma vez que esses conhecimentos impactam diretamente a prática clínica e a promoção do uso racional de medicamentos. Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas educativos nas unidades de saúde é uma estratégia comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso da população, proporcionando não apenas informações precisas sobre medicamentos genéricos e prescritos, mas também orientações relativas ao uso racional e à prevenção de problemas como resistência antimicrobiana e interações medicamentosas.
    Em suma, o conhecimento sobre medicamentos é um componente essencial da saúde contemporânea, sustentado por evidências científicas que demonstram sua relação com melhores desfechos clínicos, maior segurança terapêutica e maior participação dos pacientes na gestão de sua própria saúde.


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A respeito das ideias do texto, julgue os itens a seguir.
Deduz‑se do texto que a automedicação é considerada uma prática segura quando o indivíduo apresenta elevada alfabetização medicamentosa.
Alternativas
Q3932309 Português

    O conhecimento geral sobre medicamentos é importante para a saúde pública, a prática clínica e a promoção da segurança do paciente. Frequentemente referido na literatura da área como alfabetização medicamentosa (medication literacy), esse conhecimento transcende a simples identificação de nomes farmacêuticos: envolve a capacidade de entender, interpretar, avaliar e aplicar corretamente informações referentes a medicamentos em contextos reais de uso, incluindo habilidades funcionais (como ler rótulos e bulas), comunicativas e críticas (como avaliar fontes de informação) e competências numéricas (para calcular dosagens ou horários).        
     Evidências científicas mostram que baixos níveis de literacia em medicamentos estão associados a resultados de saúde piores e a desfechos clínicos negativos, já que grande parte de pacientes desconhece os nomes genéricos ou a finalidade de seus medicamentos. Indivíduos com pouco conhecimento sobre seus tratamentos tendem a apresentar adesão terapêutica reduzida, maior risco de eventos adversos e menor controle de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e outras comorbidades comuns em populações envelhecidas. Esses efeitos negativos se dão porque o entendimento inadequado do regime medicamentoso compromete a capacidade de seguir orientações terapêuticas corretamente e de reconhecer sinais de alerta de complicações.     
 
    Quando os pacientes compreendem por que um medicamento foi prescrito, qual sua função e quais são os possíveis efeitos colaterais, eles adquirem maior autonomia e podem participar, de forma mais ativa, nas decisões de cuidado, dialogar com profissionais de saúde e evitar práticas de risco, como automedicação ou descontinuação irregular de tratamento.        
     A formação de médicos, farmacêuticos, enfermeiros e demais profissionais inclui, cada vez mais, competências relacionadas à adesão medicamentosa e comunicação efetiva acerca de tratamentos, uma vez que esses conhecimentos impactam diretamente a prática clínica e a promoção do uso racional de medicamentos. Nesse sentido, a presença de farmacêuticos e programas educativos nas unidades de saúde é uma estratégia comprovada para elevar o conhecimento medicamentoso da população, proporcionando não apenas informações precisas sobre medicamentos genéricos e prescritos, mas também orientações relativas ao uso racional e à prevenção de problemas como resistência antimicrobiana e interações medicamentosas.
    Em suma, o conhecimento sobre medicamentos é um componente essencial da saúde contemporânea, sustentado por evidências científicas que demonstram sua relação com melhores desfechos clínicos, maior segurança terapêutica e maior participação dos pacientes na gestão de sua própria saúde.


Internet: <rsdjournal.org> (com adaptações).

A respeito das ideias do texto, julgue os itens a seguir.
No texto, verifica‑se a predominância da tipologia instrucional e da função referencial da linguagem, cujo objetivo é alertar acerca dos riscos do uso de medicamentos genéricos.
Alternativas
Q3931022 Português

Texto para o item abaixo.


    Pessoas idosas são as que mais fazem uso simultâneo de muitos medicamentos, principalmente em razão de condições crônicas, como doenças cardiovasculares, diabetes, neoplasias e doenças respiratórias. Essas enfermidades exigem tratamentos contínuos, prolongados e complexos, e estão entre as principais causas de mortalidade nessa faixa etária.


    A adesão ao tratamento medicamentoso – entendida como a correspondência do indivíduo às recomendações de profissionais de saúde, incluindo o uso correto de medicamentos, a observância de dietas específicas e a execução de mudanças no estilo de vida – pode ser um desafio para idosos com condições crônicas. Fatores como o declínio cognitivo, a severidade do estado de saúde e o uso de múltiplos medicamentos aumentam a dificuldade que esses pacientes têm de seguir corretamente o tratamento prescrito.


    A baixa adesão compromete o sucesso terapêutico, e pode levar ao agravamento de doenças crônicas, ao aumento de internações hospitalares, à sobrecarga dos serviços de saúde e à elevação de custos, além de impactar negativamente a morbimortalidade nessa população. Pesquisas indicam que a adesão medicamentosa entre idosos varia entre 40% e 80%, valores considerados piores do que os da população em geral, estimada em aproximadamente 50%.


    Para alcançar boa adesão à medicação, é essencial que os idosos compreendam informações relacionadas à sua saúde e ao seu tratamento, como a leitura correta de rótulos de medicamentos, as prescrições e as orientações fornecidas por profissionais de saúde. Muitas vezes, limitações cognitivas, sensoriais ou educacionais dificultam essa compreensão, contribuindo para o uso inadequado ou o abandono do tratamento.


    Nesse contexto, o letramento funcional em saúde (LFS) – definido como o conjunto de conhecimentos, habilidades e motivação necessário para acessar, interpretar e aplicar informações de saúde, a fim de gerir cuidados próprios e manter ou melhorar a qualidade de vida – apresenta relação direta com a adesão medicamentosa. Conhecer essa relação, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) e da Estratégia Saúde da Família (ESF), é fundamental para que enfermeiros e demais profissionais planejem intervenções direcionadas ao tratamento medicamentoso, considerando‑se o LFS do paciente, e, assim, promovam melhores resultados terapêuticos e maior qualidade de vida.


Internet: (com adaptações)



A respeito das ideias e da estrutura linguística do texto, julgue o item seguinte.

No trecho “A adesão ao tratamento medicamentoso – entendida como a correspondência do indivíduo às recomendações de profissionais de saúde, incluindo o uso correto de medicamentos, a observância de dietas específicas e a execução de mudanças no estilo de vida – pode ser um desafio para idosos com condições crônicas.”, a expressão “correspondência do indivíduo às recomendações de profissionais de saúde” denota o conceito de adesão ao tratamento e mantém sentido preciso no contexto em que é empregada.
Alternativas
Q3931021 Português

Texto para o item abaixo.


    Pessoas idosas são as que mais fazem uso simultâneo de muitos medicamentos, principalmente em razão de condições crônicas, como doenças cardiovasculares, diabetes, neoplasias e doenças respiratórias. Essas enfermidades exigem tratamentos contínuos, prolongados e complexos, e estão entre as principais causas de mortalidade nessa faixa etária.


    A adesão ao tratamento medicamentoso – entendida como a correspondência do indivíduo às recomendações de profissionais de saúde, incluindo o uso correto de medicamentos, a observância de dietas específicas e a execução de mudanças no estilo de vida – pode ser um desafio para idosos com condições crônicas. Fatores como o declínio cognitivo, a severidade do estado de saúde e o uso de múltiplos medicamentos aumentam a dificuldade que esses pacientes têm de seguir corretamente o tratamento prescrito.


    A baixa adesão compromete o sucesso terapêutico, e pode levar ao agravamento de doenças crônicas, ao aumento de internações hospitalares, à sobrecarga dos serviços de saúde e à elevação de custos, além de impactar negativamente a morbimortalidade nessa população. Pesquisas indicam que a adesão medicamentosa entre idosos varia entre 40% e 80%, valores considerados piores do que os da população em geral, estimada em aproximadamente 50%.


    Para alcançar boa adesão à medicação, é essencial que os idosos compreendam informações relacionadas à sua saúde e ao seu tratamento, como a leitura correta de rótulos de medicamentos, as prescrições e as orientações fornecidas por profissionais de saúde. Muitas vezes, limitações cognitivas, sensoriais ou educacionais dificultam essa compreensão, contribuindo para o uso inadequado ou o abandono do tratamento.


    Nesse contexto, o letramento funcional em saúde (LFS) – definido como o conjunto de conhecimentos, habilidades e motivação necessário para acessar, interpretar e aplicar informações de saúde, a fim de gerir cuidados próprios e manter ou melhorar a qualidade de vida – apresenta relação direta com a adesão medicamentosa. Conhecer essa relação, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) e da Estratégia Saúde da Família (ESF), é fundamental para que enfermeiros e demais profissionais planejem intervenções direcionadas ao tratamento medicamentoso, considerando‑se o LFS do paciente, e, assim, promovam melhores resultados terapêuticos e maior qualidade de vida.


Internet: (com adaptações)



A respeito das ideias e da estrutura linguística do texto, julgue o item seguinte.

Infere‑se do texto a classificação de doenças cardiovasculares, diabetes, neoplasias e doenças respiratórias como condições crônicas de alta prevalência em pessoas idosas, o que justifica o uso simultâneo, por elas, de múltiplos medicamentos.
Alternativas
Q3931020 Português

Texto para o item abaixo.


    Pessoas idosas são as que mais fazem uso simultâneo de muitos medicamentos, principalmente em razão de condições crônicas, como doenças cardiovasculares, diabetes, neoplasias e doenças respiratórias. Essas enfermidades exigem tratamentos contínuos, prolongados e complexos, e estão entre as principais causas de mortalidade nessa faixa etária.


    A adesão ao tratamento medicamentoso – entendida como a correspondência do indivíduo às recomendações de profissionais de saúde, incluindo o uso correto de medicamentos, a observância de dietas específicas e a execução de mudanças no estilo de vida – pode ser um desafio para idosos com condições crônicas. Fatores como o declínio cognitivo, a severidade do estado de saúde e o uso de múltiplos medicamentos aumentam a dificuldade que esses pacientes têm de seguir corretamente o tratamento prescrito.


    A baixa adesão compromete o sucesso terapêutico, e pode levar ao agravamento de doenças crônicas, ao aumento de internações hospitalares, à sobrecarga dos serviços de saúde e à elevação de custos, além de impactar negativamente a morbimortalidade nessa população. Pesquisas indicam que a adesão medicamentosa entre idosos varia entre 40% e 80%, valores considerados piores do que os da população em geral, estimada em aproximadamente 50%.


    Para alcançar boa adesão à medicação, é essencial que os idosos compreendam informações relacionadas à sua saúde e ao seu tratamento, como a leitura correta de rótulos de medicamentos, as prescrições e as orientações fornecidas por profissionais de saúde. Muitas vezes, limitações cognitivas, sensoriais ou educacionais dificultam essa compreensão, contribuindo para o uso inadequado ou o abandono do tratamento.


    Nesse contexto, o letramento funcional em saúde (LFS) – definido como o conjunto de conhecimentos, habilidades e motivação necessário para acessar, interpretar e aplicar informações de saúde, a fim de gerir cuidados próprios e manter ou melhorar a qualidade de vida – apresenta relação direta com a adesão medicamentosa. Conhecer essa relação, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) e da Estratégia Saúde da Família (ESF), é fundamental para que enfermeiros e demais profissionais planejem intervenções direcionadas ao tratamento medicamentoso, considerando‑se o LFS do paciente, e, assim, promovam melhores resultados terapêuticos e maior qualidade de vida.


Internet: (com adaptações)



A respeito das ideias e da estrutura linguística do texto, julgue o item seguinte.

O objetivo do texto é evidenciar a relação entre a qualidade de vida dos idosos e a redução de doenças cardiovasculares e de morbimortalidade nessa faixa etária.
Alternativas
Q3931019 Português

Texto para o item abaixo.


    Pessoas idosas são as que mais fazem uso simultâneo de muitos medicamentos, principalmente em razão de condições crônicas, como doenças cardiovasculares, diabetes, neoplasias e doenças respiratórias. Essas enfermidades exigem tratamentos contínuos, prolongados e complexos, e estão entre as principais causas de mortalidade nessa faixa etária.


    A adesão ao tratamento medicamentoso – entendida como a correspondência do indivíduo às recomendações de profissionais de saúde, incluindo o uso correto de medicamentos, a observância de dietas específicas e a execução de mudanças no estilo de vida – pode ser um desafio para idosos com condições crônicas. Fatores como o declínio cognitivo, a severidade do estado de saúde e o uso de múltiplos medicamentos aumentam a dificuldade que esses pacientes têm de seguir corretamente o tratamento prescrito.


    A baixa adesão compromete o sucesso terapêutico, e pode levar ao agravamento de doenças crônicas, ao aumento de internações hospitalares, à sobrecarga dos serviços de saúde e à elevação de custos, além de impactar negativamente a morbimortalidade nessa população. Pesquisas indicam que a adesão medicamentosa entre idosos varia entre 40% e 80%, valores considerados piores do que os da população em geral, estimada em aproximadamente 50%.


    Para alcançar boa adesão à medicação, é essencial que os idosos compreendam informações relacionadas à sua saúde e ao seu tratamento, como a leitura correta de rótulos de medicamentos, as prescrições e as orientações fornecidas por profissionais de saúde. Muitas vezes, limitações cognitivas, sensoriais ou educacionais dificultam essa compreensão, contribuindo para o uso inadequado ou o abandono do tratamento.


    Nesse contexto, o letramento funcional em saúde (LFS) – definido como o conjunto de conhecimentos, habilidades e motivação necessário para acessar, interpretar e aplicar informações de saúde, a fim de gerir cuidados próprios e manter ou melhorar a qualidade de vida – apresenta relação direta com a adesão medicamentosa. Conhecer essa relação, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS) e da Estratégia Saúde da Família (ESF), é fundamental para que enfermeiros e demais profissionais planejem intervenções direcionadas ao tratamento medicamentoso, considerando‑se o LFS do paciente, e, assim, promovam melhores resultados terapêuticos e maior qualidade de vida.


Internet: (com adaptações)



A respeito das ideias e da estrutura linguística do texto, julgue o item seguinte.

O texto, de caráter predominantemente expositivo, busca explicar relações entre adesão medicamentosa, letramento em saúde e qualidade de vida em idosos.
Alternativas
Q3929108 Português
A Inteligência Artificial e a Reconfiguração dos Paradigmas Educacionais

A emergência e a rápida evolução da Inteligência Artificial (IA) têm provocado um reexame profundo dos fundamentos e práticas educacionais em escala global. Longe de ser uma mera ferramenta tecnológica, a IA se apresenta como um agente transformador capaz de redefinir o processo de ensino-aprendizagem, desde a personalização do conteúdo até a automação de tarefas administrativas. Contudo, essa revolução tecnológica não se dá sem complexidades e desafios inerentes, que demandam uma reflexão crítica e um planejamento estratégico por parte de educadores, gestores e formuladores de políticas públicas.

Um dos potenciais mais promissores da IA na educação reside na sua capacidade de adaptar o percurso de aprendizagem às necessidades individuais de cada estudante. Algoritmos avançados podem identificar lacunas de conhecimento, sugerir materiais complementares e oferecer feedback instantâneo, promovendo um ensino mais engajador e eficaz. Essa personalização, no entanto, levanta questões éticas e pedagógicas cruciais, como a privacidade dos dados dos alunos, o risco de vieses algorítmicos e a manutenção do papel insubstituível do professor como mediador do conhecimento e desenvolvedor de habilidades socioemocionais.

Além disso, a IA impõe a necessidade de reavaliar o que e como ensinamos. Em um mundo onde a informação é abundante e facilmente acessível, o foco da educação deve se deslocar da memorização de fatos para o desenvolvimento de competências complexas, como pensamento crítico, resolução de problemas, criatividade e colaboração. A formação de cidadãos digitalmente letrados, capazes de interagir de forma ética e produtiva com as tecnologias emergentes, torna-se um imperativo. Assim, a integração da IA no ambiente educacional não é apenas uma questão de incorporar novas ferramentas, mas de promover uma metamorfose curricular e pedagógica que prepare as futuras gerações para os desafios de uma sociedade cada vez mais mediada pela tecnologia. O futuro da educação, portanto, não é sobre substituir o humano pela máquina, mas sim sobre potencializar as capacidades humanas através de uma simbiose inteligente com a IA. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
No segundo parágrafo, ao discutir a personalização do ensino pela IA, o texto ressalta que essa capacidade: 
Alternativas
Q3928792 Português
Gesso
                                Manuel Bandeira

Esta minha estatuazinha de gesso, quando nova
— O gesso muito branco, as linhas muito puras, —
Mal sugeria a imagem de vida
(Embora a figura chorasse).
Há muitos anos tenho-a comigo.

O tempo envelheceu-a, carcomeu-a, manchou-a de pátina
amarelo-suja.
Os meus olhos, de tanto a olharem,
Impregnaram-na da minha humanidade irônica de tísico.

Um dia mão estúpida
Inadvertidamente a derrubou e partiu.
Então ajoelhei com raiva, recolhi aqueles tristes fragmentos,
recompus a
        [figurinha que chorava.
E o tempo sobre as feridas escureceu ainda mais o sujo mordente
da pátina...

Hoje este gessozinho comercial
É tocante e vive, e me fez agora refletir
Que só é verdadeiramente vivo o que já sofreu.

Manuel Bandeira. Gesso. In: Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986, p. 68.
A composição do poema Gesso estrutura-se
Alternativas
Q3928568 Português

Leia o texto a seguir.


Q12.png (429×310)

Cazo. Fakenews. Disponível em: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/955/2025/03/2495-1536x1152-2.jpg. Acesso em: 15 jan. 2026. [Adaptada].


A charge ironiza um desafio para qual direito humano? 

Alternativas
Q3926044 Português
TEXTO I

ESPORTES E QUALIDADE DE VIDA O

debate sobre esportes e qualidade de vida transcende a mera prática de atividades físicas, consolidando-se como um pilar fundamental para a saúde pública e o bem-estar social. Informações do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e do Ministério do Esporte reiteram que a inserção regular do exercício físico na rotina diária não apenas previne uma vasta gama de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes tipo 2 e hipertensão, mas também atua decisivamente na saúde mental, reduzindo os índices de estresse, ansiedade e depressão em diversas faixas etárias. Além dos benefícios individuais, a promoção do esporte contribui para a coesão social, fomenta o espírito de equipe e a disciplina, valores essenciais para o desenvolvimento de comunidades mais resilientes e engajadas. Contudo, a disparidade no acesso a infraestruturas adequadas e programas de incentivo ainda representa um desafio significativo em muitas regiões do país. A falta de investimento em políticas públicas que democratizem o acesso ao esporte, especialmente em áreas de vulnerabilidade social, perpetua um ciclo de inatividade e seus consequentes problemas de saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que, em cenários onde o acesso é limitado, a população tende a apresentar maiores prevalências de obesidade e sedentarismo. Para reverter esse quadro, é imperativa a formulação de estratégias intersetoriais que envolvam educação, saúde e planejamento urbano, garantindo que o direito ao esporte seja efetivo e universal. A qualificação de profissionais da área, a criação de espaços esportivos comunitários e a integração do esporte no currículo escolar são medidas que podem impulsionar uma mudança cultural duradoura, transformando a percepção do esporte de um luxo para uma necessidade intrínseca à qualidade de vida. (Texto elaborado com base em informações públicas sobre esportes e qualidade de vida)

base no texto acima, julgue o item a seguir. 


A expressão “um ciclo de inatividade e seus consequentes problemas de saúde” sugere que a inatividade é a causa direta de uma série de problemas de saúde, estabelecendo uma relação de causa e efeito que é explicitada pelo advérbio "consequentes".

Alternativas
Respostas
2061: E
2062: C
2063: E
2064: E
2065: C
2066: E
2067: C
2068: C
2069: E
2070: C
2071: E
2072: E
2073: C
2074: C
2075: E
2076: C
2077: B
2078: E
2079: B
2080: C