Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q3970652 Português
        O Brasil está envelhecendo e a mudança altera profundamente a sua composição: menos crianças, mais idosos e uma redução progressiva da população em idade ativa.

        Esse rearranjo modifica a estrutura social com impactos profundos. A professora Marianne Stampe, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), explica que os efeitos econômicos desse processo não são uniformes no território. Segundo ela, regiões menos desenvolvidas tendem a sofrer mais, pois contam com menos recursos econômicos, menor capacidade de gerar empregos e enfrentam mais dificuldades para sustentar gastos com saúde e previdência.

        Para Marianne Stampe, Santa Catarina funciona como "laboratório" dessa transição acelerada: vive hoje desafios que outras regiões enfrentarão apenas na próxima década. A ausência de políticas públicas voltadas ao envelhecimento aparece como um dos principais riscos identificados pela pesquisadora.

        Nos próximos 20 anos, decisões sobre educação, previdência, saúde, mercado de trabalho e apoio familiar determinarão se o Brasil conseguirá aproveitar o segundo dividendo demográfico ou se entrará em uma rota de baixo crescimento.

        Em um país tão desigual, onde a demografia muda a passos distintos, entender o mapa do envelhecimento pode ser decisivo para construir políticas públicas eficientes e sustentáveis.

Internet:<www.udesc.br>  (com adaptações).

Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item.


O emprego do vocábulo ‘laboratório’ (primeiro período do terceiro parágrafo) enfatiza o caráter experimental do fenômeno demográfico que se passa em Santa Catarina.

Alternativas
Q3970648 Português
        O Brasil está envelhecendo e a mudança altera profundamente a sua composição: menos crianças, mais idosos e uma redução progressiva da população em idade ativa.

        Esse rearranjo modifica a estrutura social com impactos profundos. A professora Marianne Stampe, da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), explica que os efeitos econômicos desse processo não são uniformes no território. Segundo ela, regiões menos desenvolvidas tendem a sofrer mais, pois contam com menos recursos econômicos, menor capacidade de gerar empregos e enfrentam mais dificuldades para sustentar gastos com saúde e previdência.

        Para Marianne Stampe, Santa Catarina funciona como "laboratório" dessa transição acelerada: vive hoje desafios que outras regiões enfrentarão apenas na próxima década. A ausência de políticas públicas voltadas ao envelhecimento aparece como um dos principais riscos identificados pela pesquisadora.

        Nos próximos 20 anos, decisões sobre educação, previdência, saúde, mercado de trabalho e apoio familiar determinarão se o Brasil conseguirá aproveitar o segundo dividendo demográfico ou se entrará em uma rota de baixo crescimento.

        Em um país tão desigual, onde a demografia muda a passos distintos, entender o mapa do envelhecimento pode ser decisivo para construir políticas públicas eficientes e sustentáveis.

Internet:<www.udesc.br>  (com adaptações).

Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item.


De acordo com o texto, o sucesso do Brasil em aproveitar o segundo dividendo demográfico depende, principalmente, do entendimento do mapa do envelhecimento do país no âmbito técnico-científico. 

Alternativas
Q3970646 Português
        Norueguês e brasileiro, residente na Áustria. Família em São Paulo, namorada no Rio de Janeiro, mãe na Nova Zelândia. Desde criança, o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, 25, é ciente de que a questão da identidade para quem vive entre dois ou mais países é um tema que pode ser confuso emocionalmente. Como atleta, ele diz tirar vantagens hoje dessa multiplicidade.

        "Achei isso muito difícil na minha infância e precisei viver muitos anos até entender que essa diferença entre culturas me trouxe muito crescimento". Lucas disse ter se encontrado conforme passou a viajar mais como esquiador.

        Como atleta, ele diz que essa capacidade de adaptação é um diferencial. "No esporte essa é uma qualidade importante. Eu não posso controlar a neve, a qualidade da neve, se tem Sol, se está escuro, se está chovendo. Eu preciso aceitar tudo, me ajustar e ser campeão do mesmo jeito", conta ele, que diz fazer terapia e meditação.

        Lucas tem 20 medalhas em etapas do esqui alpino da Copa do Mundo, sendo 8 pelo Brasil, país que representa desde 2024, depois de ter deixado de competir pela Noruega. Frequentemente ele diz que a troca de confederações foi uma decisão que o deixou mais livre para seguir os próprios objetivos e valores, em vez "dos sonhos dos outros — da mídia, da indústria, da equipe".

Internet:<www.noticiasaominuto.com.br>  (com adaptações). 

Julgue o seguinte item, relativo às ideias e às construções linguísticas do texto anterior.


No terceiro parágrafo, os trechos ‘Eu não posso controlar a neve’ e ‘Eu preciso aceitar tudo’ transmitem a ideia de que Lucas deve se adaptar na prática esportiva.

Alternativas
Q3970645 Português
        Norueguês e brasileiro, residente na Áustria. Família em São Paulo, namorada no Rio de Janeiro, mãe na Nova Zelândia. Desde criança, o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, 25, é ciente de que a questão da identidade para quem vive entre dois ou mais países é um tema que pode ser confuso emocionalmente. Como atleta, ele diz tirar vantagens hoje dessa multiplicidade.

        "Achei isso muito difícil na minha infância e precisei viver muitos anos até entender que essa diferença entre culturas me trouxe muito crescimento". Lucas disse ter se encontrado conforme passou a viajar mais como esquiador.

        Como atleta, ele diz que essa capacidade de adaptação é um diferencial. "No esporte essa é uma qualidade importante. Eu não posso controlar a neve, a qualidade da neve, se tem Sol, se está escuro, se está chovendo. Eu preciso aceitar tudo, me ajustar e ser campeão do mesmo jeito", conta ele, que diz fazer terapia e meditação.

        Lucas tem 20 medalhas em etapas do esqui alpino da Copa do Mundo, sendo 8 pelo Brasil, país que representa desde 2024, depois de ter deixado de competir pela Noruega. Frequentemente ele diz que a troca de confederações foi uma decisão que o deixou mais livre para seguir os próprios objetivos e valores, em vez "dos sonhos dos outros — da mídia, da indústria, da equipe".

Internet:<www.noticiasaominuto.com.br>  (com adaptações). 

Julgue o seguinte item, relativo às ideias e às construções linguísticas do texto anterior.


Depreende-se do texto que a prática de terapia e meditação é a causa da capacidade de adaptação do atleta.

Alternativas
Q3970644 Português
        Norueguês e brasileiro, residente na Áustria. Família em São Paulo, namorada no Rio de Janeiro, mãe na Nova Zelândia. Desde criança, o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, 25, é ciente de que a questão da identidade para quem vive entre dois ou mais países é um tema que pode ser confuso emocionalmente. Como atleta, ele diz tirar vantagens hoje dessa multiplicidade.

        "Achei isso muito difícil na minha infância e precisei viver muitos anos até entender que essa diferença entre culturas me trouxe muito crescimento". Lucas disse ter se encontrado conforme passou a viajar mais como esquiador.

        Como atleta, ele diz que essa capacidade de adaptação é um diferencial. "No esporte essa é uma qualidade importante. Eu não posso controlar a neve, a qualidade da neve, se tem Sol, se está escuro, se está chovendo. Eu preciso aceitar tudo, me ajustar e ser campeão do mesmo jeito", conta ele, que diz fazer terapia e meditação.

        Lucas tem 20 medalhas em etapas do esqui alpino da Copa do Mundo, sendo 8 pelo Brasil, país que representa desde 2024, depois de ter deixado de competir pela Noruega. Frequentemente ele diz que a troca de confederações foi uma decisão que o deixou mais livre para seguir os próprios objetivos e valores, em vez "dos sonhos dos outros — da mídia, da indústria, da equipe".

Internet:<www.noticiasaominuto.com.br>  (com adaptações). 

Julgue o seguinte item, relativo às ideias e às construções linguísticas do texto anterior.


Infere-se da menção aos ‘sonhos dos outros’, feita no último período do texto, que Lucas é crítico das expectativas que diferentes setores da sociedade comumente têm em relação a atletas.

Alternativas
Q3965070 Português

Considere a campanha social: “Amor não causa dor. Violência contra a mulher é crime!”



Imagem associada para resolução da questão



Em relação à perspectiva da pragmática textual e da construção de implícitos discursivos, a articulação entre os dois períodos permite concluir que o texto: 

Alternativas
Q3963475 Português

Texto CG1A1-I 


     — Oh! seu Pilar! bradou o mestre com voz de trovão.

     Estremeci como se acordasse de um sonho, e levantei-me às pressas. Dei com o mestre, olhando para mim, cara fechada, jornais dispersos, e ao pé da mesa, em pé, o Curvelo. Pareceu-me adivinhar tudo.

     — Venha cá! bradou o mestre.

     Fui e parei diante dele. Ele enterrou-me pela consciência dentro um par de olhos pontudos; depois chamou o filho. Toda a escola tinha parado; ninguém mais lia, ninguém fazia um só movimento. Eu, conquanto não tirasse os olhos do mestre, sentia no ar a curiosidade e o pavor de todos. 

     — Então o senhor recebe dinheiro para ensinar as lições aos outros? disse-me o Policarpo. 

     — Eu...

     — Dê cá a moeda que este seu colega lhe deu! clamou. 

     Não obedeci logo, mas não pude negar nada. Continuei a tremer muito. Policarpo bradou de novo que lhe desse a moeda, e eu não resisti mais, meti a mão no bolso, vagarosamente, saquei-a e entreguei-lha. Ele examinou-a de um e outro lado, bufando de raiva; depois estendeu o braço e atirou-a à rua. E então disse-nos uma porção de coisas duras, que tanto o filho como eu acabávamos de praticar uma ação feia, indigna, baixa, uma vilania, e para emenda e exemplo íamos ser castigados. Aqui pegou da palmatória. 



Machado de Assis. Conto de escola. In: 50 contos de Machado de Assis

São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 331. 

O texto CG1A1-I caracteriza-se, predominantemente, como 
Alternativas
Q3963427 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

Considerando o texto como um todo, a autora:
Alternativas
Q3963426 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

O uso da primeira pessoa ao longo do texto contribui principalmente para:
Alternativas
Q3963425 Português

Leia o texto a seguir:

 

Os mares na bijuteria

Iesa Rodrigues

 

Se existe um setor, além do jeans e da moda praia, em que o Brasil faz tendências de estilo, é o dos balangandãs. Desde a era das descobertas, somos conquistados por espelhinhos e colares. Nem passaram muitos anos até começarmos a usar a criatividade inata para inventar nossas próprias bijuterias. Afinal, os cocares e adereços das tribos já eram bonitos.

Depois de algumas décadas acompanhando lançamentos nacionais e internacionais, se ainda existe uma vitrine capaz de me surpreender é a destes acessórios irresistíveis. A prova aconteceu nesta semana, na rotineira passagem pelo shopping da Gávea: no lugar da antiga papelaria estavam cordões coloridos, um deles com olhos gregos penduradinhos, um cavalo marinho como pingente, conchas... Pronto: deixei de lado a discussão com o gerente do banco, esqueci de ver o preço dos mouses na loja em frente. Entrei e conversei com a Ana, vendedora, marketeira de mão cheia, garota simpática, que ama a loja e seus produtos. E contou a história:

Michele Coelho, mais conhecida como Mimi Coelho, criava as bijoux da Farm. A demanda cresceu tanto que virou a Lola, marca independente, sem deixar a Farm. Os preços ficam na faixa dos R$150. Nos despedimos com a promessa da Ana escrever para o meu site - ela é poeta! Só fui embora porque entrou uma multidão na pequena loja.

Outra marca de balangandãs é a Morana. Uma gigante do ramo, fundada em 2002, com mais de 300 lojas no país, que nunca se acomodou nas peças básicas ou na pretensão a joias.

A Fresh Vibes, nova coleção inspirada em referências marítimas e celestes, traz pérolas, conchas e elementos orgânicos, um frescor para este alto-verão.

Fala Nara Dutra, Head de Marketing e E-commerce da Morana:

"Fresh Vibes nasce como um convite para viver o verão com mais espontaneidade e conexão com o momento presente. Pensamos em uma coleção versátil, que dialoga com diferentes estilos e ocasiões, mas sempre com esse frescor e brilho que são a essência da estação e da Morana.”

 

Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/iesa-rodrigues/2026/01/1058380-os-mares-na-bijuteria.html. Acesso em 19/01/2026. Excerto

No primeiro parágrafo, a referência à “era das descobertas” cumpre a função de:
Alternativas
Q3963117 Português
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do PL 5.810


Para pacientes que convivem com lesões medulares, o tempo não é apenas um dado técnico — é esperança, autonomia e qualidade de vida.

Quando um tratamento revolucionário com potencial de regeneração celular leva 17 anos para receber uma decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam avanços capazes de devolver mobilidade.

Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei 5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por atrasos na análise de patentes.

Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2025. Durante todo esse período, o prazo legal de vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.

O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção de tecnologias que exigem décadas de pesquisa, investimentos elevados e cooperação com centros clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise busca enfrentar.

Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação científica até desenvolver a tecnologia baseada em polilaminina, associada a estudos de regeneração celular e reconstrução de conexões neurais.

Experimentos indicam potencial de estímulo ao crescimento e à diferenciação celular, área estratégica da medicina regenerativa. O trabalho ganhou repercussão por representar avanço promissor para pacientes com lesões medulares que convivem com perda de mobilidade.

Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação básica prolongada, validação laboratorial, etapas adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação com centros clínicos e parceiros industriais. A transformação da descoberta em aplicação terapêutica depende de ambiente regulatório estável e previsibilidade para alocação de capital.

Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam comprometidos.

No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no momento do depósito, enquanto a proteção plena só se consolida com a concessão formal.

Se a análise se estende por mais de uma década, parcela relevante desse prazo é consumida antes que o titular possa exercer plenamente o direito.

Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o licenciamento da tecnologia e encurta a janela de recuperação dos recursos aplicados ao longo de décadas para sustentar novas descobertas.

A demora administrativa aumenta o custo do capital e eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem risco científico e financeiro elevado.

Os números indicam pressão sobre o sistema.

Informações do Instituto Nacional da Propriedade Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025, foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos pedidos foram protocolados no mesmo período, evidenciando descompasso entre demanda e capacidade de exame.

No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou o menor volume de concessões em cinco anos, segundo dados oficiais do INPI.

Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo de análise influencia diretamente a competitividade do país em setores de maior intensidade tecnológica




https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
Com base nas informações e inferências contidas no texto sobre a polilaminina e os efeitos da demora na análise de patentes, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: SELECON Órgão: EMGEPRON Provas: SELECON - 2026 - EMGEPRON - Advogado | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Arquivista) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Finanças) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Gerenciamento de Portfólio) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Gestão do Conhecimento) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Projetos Navais - Analista Técnico (Gestão) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro (Planejamento e Controle) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Licitações e Contratos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Contador | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Civil | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Contador (Tributos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Segurança do Trabalho | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Nuclear) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Rede de Computadores/Suporte Técnico) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Enfermeiro | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Segurança da Informação) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Fisiatra | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Controle e Automação | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Físico Médico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Gastroenterologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Nefrologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Mecatrônico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Hematologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Eletricista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Agente de Manobras | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Eletrônico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Naval | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Administração | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Mecânico (Construção Naval) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos (Assistente Social) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos (Folha de Pagamentos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Sistemas (Desenvolvimento de Sistemas) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Químico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Farmacêutico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Dermatopatologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico do Trabalho | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Anestesiologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Fisioterapeuta | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Oncologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Radiologista Intervencionista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Radioterapeuta | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Arquiteto | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Nutricionista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Oceonográfo | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Químico (Fabril Farmacêutico) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Biólogo | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Produção |
Q3963046 Português

Leia o texto a seguir:



Fórum Econômico Mundial começa nesta

segunda-feira em Davos



    Começa nesta segunda-feira (19), em Davos, na Suíça, o Fórum Econômico Mundial. Há 55 anos, o encontro reúne líderes políticos e dirigentes de empresas das principais economias mundiais. O tema do evento, que ocorre até dia 23, é “Um Espírito de Diálogo”, buscando promover a cooperação entre líderes políticos, empresários e organizações.

    O fórum contará com a participação de mais de 3 mil delegados de mais de 130 países, incluindo 64 chefes de Estado e de governo, de acordo com a organização. A representante do governo brasileiro será a ministra da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, Esther Dweck.

    Ela irá participar de diferentes debates, entre eles a reunião do Global Digital Collaboration (GDC), grupo que envolve governos, sociedade civil, organismos internacionais e empresas com foco em soluções digitais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já participou de edições anteriores, mas não vai a Davos em 2026.



Concentração de riqueza


    Um relatório divulgado nesta segunda-feira pela Oxfam Brasil, por ocasião da abertura do Fórum Econômico Mundial, aponta que a riqueza dos bilionários cresceu mais de 16% em 2025. Esse aumento é três vezes superior à média dos últimos cinco anos, chegando a US$ 18,3 trilhões, nível mais alto da história.

    O estudo ressalta que, desde 2020, a riqueza dos bilionários aumentou 81%, enquanto uma em cada quatro pessoas não tem regularmente o suficiente para comer, e quase metade da população mundial vive na pobreza. Comparativamente, o aumento da riqueza coletiva em US$ 2,5 trilhões, entre 2024 e 2025, seria suficiente para erradicar a pobreza extrema 26 vezes. (com Agência Brasil)


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/01/1058396-forum-economico-mundial-

omeca-nesta-segunda-feira-em-davos.html. Acesso em 19/01/2026. Texto 

adaptado


Considerando o conjunto do texto, pode-se afirmar que sua intenção principal é:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: SELECON Órgão: EMGEPRON Provas: SELECON - 2026 - EMGEPRON - Advogado | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Arquivista) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Finanças) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Gerenciamento de Portfólio) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Gestão do Conhecimento) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Projetos Navais - Analista Técnico (Gestão) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro (Planejamento e Controle) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Licitações e Contratos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Contador | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Civil | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Contador (Tributos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Segurança do Trabalho | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Nuclear) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Rede de Computadores/Suporte Técnico) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Enfermeiro | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Segurança da Informação) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Fisiatra | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Controle e Automação | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Físico Médico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Gastroenterologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Nefrologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Mecatrônico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Hematologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Eletricista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Agente de Manobras | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Eletrônico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Naval | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Administração | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Mecânico (Construção Naval) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos (Assistente Social) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos (Folha de Pagamentos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Sistemas (Desenvolvimento de Sistemas) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Químico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Farmacêutico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Dermatopatologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico do Trabalho | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Anestesiologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Fisioterapeuta | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Oncologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Radiologista Intervencionista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Radioterapeuta | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Arquiteto | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Nutricionista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Oceonográfo | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Químico (Fabril Farmacêutico) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Biólogo | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Produção |
Q3963045 Português

Leia o texto a seguir:



Fórum Econômico Mundial começa nesta

segunda-feira em Davos



    Começa nesta segunda-feira (19), em Davos, na Suíça, o Fórum Econômico Mundial. Há 55 anos, o encontro reúne líderes políticos e dirigentes de empresas das principais economias mundiais. O tema do evento, que ocorre até dia 23, é “Um Espírito de Diálogo”, buscando promover a cooperação entre líderes políticos, empresários e organizações.

    O fórum contará com a participação de mais de 3 mil delegados de mais de 130 países, incluindo 64 chefes de Estado e de governo, de acordo com a organização. A representante do governo brasileiro será a ministra da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, Esther Dweck.

    Ela irá participar de diferentes debates, entre eles a reunião do Global Digital Collaboration (GDC), grupo que envolve governos, sociedade civil, organismos internacionais e empresas com foco em soluções digitais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já participou de edições anteriores, mas não vai a Davos em 2026.



Concentração de riqueza


    Um relatório divulgado nesta segunda-feira pela Oxfam Brasil, por ocasião da abertura do Fórum Econômico Mundial, aponta que a riqueza dos bilionários cresceu mais de 16% em 2025. Esse aumento é três vezes superior à média dos últimos cinco anos, chegando a US$ 18,3 trilhões, nível mais alto da história.

    O estudo ressalta que, desde 2020, a riqueza dos bilionários aumentou 81%, enquanto uma em cada quatro pessoas não tem regularmente o suficiente para comer, e quase metade da população mundial vive na pobreza. Comparativamente, o aumento da riqueza coletiva em US$ 2,5 trilhões, entre 2024 e 2025, seria suficiente para erradicar a pobreza extrema 26 vezes. (com Agência Brasil)


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/01/1058396-forum-economico-mundial-

omeca-nesta-segunda-feira-em-davos.html. Acesso em 19/01/2026. Texto 

adaptado


No texto, o dado de que a riqueza dos bilionários cresceu 16% em 2025 é apresentado principalmente com o objetivo de:
Alternativas
Q3962565 Português

O capital, entendido como riqueza acumulada em forma de dinheiro, propriedades imobiliárias ou ativos financeiros, é visto como o resultado de um processo no qual o trabalho gera o valor adicionado. Quando o trabalhador recebe salários (digitais ou não) pelo seu esforço produtivo, esses salários representam a recompensa pelo trabalho realizado.

O dinheiro digitalizado representa uma forma de acumulação de valor criada pelo trabalho. Mesmo na economia digital, o trabalho – seja físico, seja intelectual, seja criativo – gera um retorno financeiro. Esse retorno, se não for imediatamente gasto, é acumulado e investido, tornando‑se capital crescente com o tempo, por meio de juros compostos ou investimentos.

Quando o capital é investido, os juros compostos funcionam como multiplicadores de capital, porque aumentam a quantidade de riqueza acumulada ao longo do tempo. Nesse sentido, o dinheiro digital gerado pelo trabalho deve ser visto como uma forma de trabalho cujo valor se expande por meio dos mecanismos financeiros da economia digital. Assim como o aluguel é o pagamento pelo usufruto de propriedade imobiliário por um locador, os juros remuneram o custo de oportunidade pelo fato de o próprio possuidor não usufruir diretamente de seu uso.

Em uma economia sem papel moeda, a distinção entre trabalho e capital não muda essencialmente, mas a forma como o capital é gerido e acumulado sim. O capital continua a ser visto como a materialização de trabalho passado, porém agora ele existe predominantemente em forma digital. Isso cria outras dinâmicas.

O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo. O acesso ao capital se torna ampliado ou restrito, dependendo de fatores como inclusão financeira digital.

Portanto, em uma economia digital, o capital pode ser entendido como uma extensão do trabalho acumulado, medido, transacionado e multiplicado por meio de sistemas de escrituração digital. A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho e, ao mesmo tempo, se tornar um ativo (forma de manutenção de riqueza) fluido, disponível para reinvestimento, consumo ou acumulação de reserva financeira a qualquer momento.


Na frase “Assim como o aluguel é o pagamento pelo usufruto de propriedade imobiliário por um locador, os juros remuneram o custo de oportunidade pelo fato de o próprio possuidor não usufruir diretamente de seu uso.”, aproximam‑se, por similaridade, dois elementos: o aluguel e os juros.
Alternativas
Q3962557 Português

O capital, entendido como riqueza acumulada em forma de dinheiro, propriedades imobiliárias ou ativos financeiros, é visto como o resultado de um processo no qual o trabalho gera o valor adicionado. Quando o trabalhador recebe salários (digitais ou não) pelo seu esforço produtivo, esses salários representam a recompensa pelo trabalho realizado.

O dinheiro digitalizado representa uma forma de acumulação de valor criada pelo trabalho. Mesmo na economia digital, o trabalho – seja físico, seja intelectual, seja criativo – gera um retorno financeiro. Esse retorno, se não for imediatamente gasto, é acumulado e investido, tornando‑se capital crescente com o tempo, por meio de juros compostos ou investimentos.

Quando o capital é investido, os juros compostos funcionam como multiplicadores de capital, porque aumentam a quantidade de riqueza acumulada ao longo do tempo. Nesse sentido, o dinheiro digital gerado pelo trabalho deve ser visto como uma forma de trabalho cujo valor se expande por meio dos mecanismos financeiros da economia digital. Assim como o aluguel é o pagamento pelo usufruto de propriedade imobiliário por um locador, os juros remuneram o custo de oportunidade pelo fato de o próprio possuidor não usufruir diretamente de seu uso.

Em uma economia sem papel moeda, a distinção entre trabalho e capital não muda essencialmente, mas a forma como o capital é gerido e acumulado sim. O capital continua a ser visto como a materialização de trabalho passado, porém agora ele existe predominantemente em forma digital. Isso cria outras dinâmicas.

O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo. O acesso ao capital se torna ampliado ou restrito, dependendo de fatores como inclusão financeira digital.

Portanto, em uma economia digital, o capital pode ser entendido como uma extensão do trabalho acumulado, medido, transacionado e multiplicado por meio de sistemas de escrituração digital. A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho e, ao mesmo tempo, se tornar um ativo (forma de manutenção de riqueza) fluido, disponível para reinvestimento, consumo ou acumulação de reserva financeira a qualquer momento.


Conclui‑se, com base nas ideias do texto, que, em tempos pretéritos, o capital existia em forma predominantemente não digital. 
Alternativas
Q3962556 Português

O capital, entendido como riqueza acumulada em forma de dinheiro, propriedades imobiliárias ou ativos financeiros, é visto como o resultado de um processo no qual o trabalho gera o valor adicionado. Quando o trabalhador recebe salários (digitais ou não) pelo seu esforço produtivo, esses salários representam a recompensa pelo trabalho realizado.

O dinheiro digitalizado representa uma forma de acumulação de valor criada pelo trabalho. Mesmo na economia digital, o trabalho – seja físico, seja intelectual, seja criativo – gera um retorno financeiro. Esse retorno, se não for imediatamente gasto, é acumulado e investido, tornando‑se capital crescente com o tempo, por meio de juros compostos ou investimentos.

Quando o capital é investido, os juros compostos funcionam como multiplicadores de capital, porque aumentam a quantidade de riqueza acumulada ao longo do tempo. Nesse sentido, o dinheiro digital gerado pelo trabalho deve ser visto como uma forma de trabalho cujo valor se expande por meio dos mecanismos financeiros da economia digital. Assim como o aluguel é o pagamento pelo usufruto de propriedade imobiliário por um locador, os juros remuneram o custo de oportunidade pelo fato de o próprio possuidor não usufruir diretamente de seu uso.

Em uma economia sem papel moeda, a distinção entre trabalho e capital não muda essencialmente, mas a forma como o capital é gerido e acumulado sim. O capital continua a ser visto como a materialização de trabalho passado, porém agora ele existe predominantemente em forma digital. Isso cria outras dinâmicas.

O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo. O acesso ao capital se torna ampliado ou restrito, dependendo de fatores como inclusão financeira digital.

Portanto, em uma economia digital, o capital pode ser entendido como uma extensão do trabalho acumulado, medido, transacionado e multiplicado por meio de sistemas de escrituração digital. A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho e, ao mesmo tempo, se tornar um ativo (forma de manutenção de riqueza) fluido, disponível para reinvestimento, consumo ou acumulação de reserva financeira a qualquer momento.


Segundo o texto, o sucesso da economia digital está atrelado à confiança depositada pelos investidores nesse sistema de moeda digital.
Alternativas
Q3962554 Português

O capital, entendido como riqueza acumulada em forma de dinheiro, propriedades imobiliárias ou ativos financeiros, é visto como o resultado de um processo no qual o trabalho gera o valor adicionado. Quando o trabalhador recebe salários (digitais ou não) pelo seu esforço produtivo, esses salários representam a recompensa pelo trabalho realizado.

O dinheiro digitalizado representa uma forma de acumulação de valor criada pelo trabalho. Mesmo na economia digital, o trabalho – seja físico, seja intelectual, seja criativo – gera um retorno financeiro. Esse retorno, se não for imediatamente gasto, é acumulado e investido, tornando‑se capital crescente com o tempo, por meio de juros compostos ou investimentos.

Quando o capital é investido, os juros compostos funcionam como multiplicadores de capital, porque aumentam a quantidade de riqueza acumulada ao longo do tempo. Nesse sentido, o dinheiro digital gerado pelo trabalho deve ser visto como uma forma de trabalho cujo valor se expande por meio dos mecanismos financeiros da economia digital. Assim como o aluguel é o pagamento pelo usufruto de propriedade imobiliário por um locador, os juros remuneram o custo de oportunidade pelo fato de o próprio possuidor não usufruir diretamente de seu uso.

Em uma economia sem papel moeda, a distinção entre trabalho e capital não muda essencialmente, mas a forma como o capital é gerido e acumulado sim. O capital continua a ser visto como a materialização de trabalho passado, porém agora ele existe predominantemente em forma digital. Isso cria outras dinâmicas.

O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo. O acesso ao capital se torna ampliado ou restrito, dependendo de fatores como inclusão financeira digital.

Portanto, em uma economia digital, o capital pode ser entendido como uma extensão do trabalho acumulado, medido, transacionado e multiplicado por meio de sistemas de escrituração digital. A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho e, ao mesmo tempo, se tornar um ativo (forma de manutenção de riqueza) fluido, disponível para reinvestimento, consumo ou acumulação de reserva financeira a qualquer momento.


De acordo com o texto, as dinâmicas associadas ao dinheiro digital são diferentes das dinâmicas associadas ao dinheiro físico
Alternativas
Q3962340 Português

As mudanças climáticas estão deixando de ser um desafio ambiental isolado para se tornar uma força transformadora em todos os aspectos da economia global. O mercado imobiliário, historicamente considerado uma aposta segura, não está imune a essas transformações. Pesquisas de 2025 indicam que o setor pode enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão até 2055 em razão dos crescentes riscos climáticos, como enchentes, furacões, incêndios florestais e aumento do nível do mar.


Com a intensificação dos fenômenos climáticos extremos, o valor de imóveis localizados em áreas vulneráveis tende a diminuir, enquanto as regiões consideradas mais seguras ganham valorização. O aumento dos custos de seguros é um dos primeiros reflexos da crise climática. À medida que os riscos climáticos crescem, as seguradoras começam a repassar os custos mais altos para os consumidores, o que impacta diretamente o valor dos imóveis e a acessibilidade para os compradores. As projeções indicam que os prêmios de seguros podem subir 29,4% até 2055.


No Brasil, o impacto das mudanças climáticas já é visível. Porto Alegre foi severamente afetada pelas enchentes de 2024, que atingiram mais de 10.000 imóveis e causaram R$ 500 milhões em prejuízos. Esse evento resultou em uma mudança significativa no comportamento do mercado imobiliário da cidade. A demanda por imóveis em áreas mais seguras, longe de zonas propensas a alagamentos, aumentou consideravelmente. Estima‑se que 65% dos compradores agora priorizam essas regiões, e 45% estão dispostos a pagar um valor mais alto por imóveis em locais mais seguros.


A migração para áreas menos vulneráveis é um fenômeno crescente, e a tendência é que se intensifique à medida que os desastres climáticos se tornem mais frequentes e severos. O comportamento dos consumidores e investidores está mudando, com uma preferência cada vez maior por regiões mais resilientes aos efeitos das mudanças climáticas. Isso está moldando uma nova dinâmica no mercado imobiliário, com uma clara divisão entre as áreas mais expostas aos riscos climáticos e aquelas que oferecem maior segurança, tanto física quanto financeira.


Internet: <brickup.app> (com adaptações).

No período “O aumento dos custos de seguros é um dos primeiros reflexos da crise climática.”, o sintagma “O aumento dos custos de seguros” poderia ser substituído por O alto valor dos custos de seguros, cujo sentido é equivalente.
Alternativas
Q3962338 Português

As mudanças climáticas estão deixando de ser um desafio ambiental isolado para se tornar uma força transformadora em todos os aspectos da economia global. O mercado imobiliário, historicamente considerado uma aposta segura, não está imune a essas transformações. Pesquisas de 2025 indicam que o setor pode enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão até 2055 em razão dos crescentes riscos climáticos, como enchentes, furacões, incêndios florestais e aumento do nível do mar.


Com a intensificação dos fenômenos climáticos extremos, o valor de imóveis localizados em áreas vulneráveis tende a diminuir, enquanto as regiões consideradas mais seguras ganham valorização. O aumento dos custos de seguros é um dos primeiros reflexos da crise climática. À medida que os riscos climáticos crescem, as seguradoras começam a repassar os custos mais altos para os consumidores, o que impacta diretamente o valor dos imóveis e a acessibilidade para os compradores. As projeções indicam que os prêmios de seguros podem subir 29,4% até 2055.


No Brasil, o impacto das mudanças climáticas já é visível. Porto Alegre foi severamente afetada pelas enchentes de 2024, que atingiram mais de 10.000 imóveis e causaram R$ 500 milhões em prejuízos. Esse evento resultou em uma mudança significativa no comportamento do mercado imobiliário da cidade. A demanda por imóveis em áreas mais seguras, longe de zonas propensas a alagamentos, aumentou consideravelmente. Estima‑se que 65% dos compradores agora priorizam essas regiões, e 45% estão dispostos a pagar um valor mais alto por imóveis em locais mais seguros.


A migração para áreas menos vulneráveis é um fenômeno crescente, e a tendência é que se intensifique à medida que os desastres climáticos se tornem mais frequentes e severos. O comportamento dos consumidores e investidores está mudando, com uma preferência cada vez maior por regiões mais resilientes aos efeitos das mudanças climáticas. Isso está moldando uma nova dinâmica no mercado imobiliário, com uma clara divisão entre as áreas mais expostas aos riscos climáticos e aquelas que oferecem maior segurança, tanto física quanto financeira.


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Na frase “Com a intensificação dos fenômenos climáticos extremos, o valor de imóveis localizados em áreas vulneráveis tende a diminuir, enquanto as regiões consideradas mais seguras ganham valorização.”, a expressão iniciada por “Com” introduz fato que ocorre de forma simultânea aos fatos mencionados no trecho “o valor... valorização”. 
Alternativas
Q3962329 Português

As mudanças climáticas estão deixando de ser um desafio ambiental isolado para se tornar uma força transformadora em todos os aspectos da economia global. O mercado imobiliário, historicamente considerado uma aposta segura, não está imune a essas transformações. Pesquisas de 2025 indicam que o setor pode enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão até 2055 em razão dos crescentes riscos climáticos, como enchentes, furacões, incêndios florestais e aumento do nível do mar.


Com a intensificação dos fenômenos climáticos extremos, o valor de imóveis localizados em áreas vulneráveis tende a diminuir, enquanto as regiões consideradas mais seguras ganham valorização. O aumento dos custos de seguros é um dos primeiros reflexos da crise climática. À medida que os riscos climáticos crescem, as seguradoras começam a repassar os custos mais altos para os consumidores, o que impacta diretamente o valor dos imóveis e a acessibilidade para os compradores. As projeções indicam que os prêmios de seguros podem subir 29,4% até 2055.


No Brasil, o impacto das mudanças climáticas já é visível. Porto Alegre foi severamente afetada pelas enchentes de 2024, que atingiram mais de 10.000 imóveis e causaram R$ 500 milhões em prejuízos. Esse evento resultou em uma mudança significativa no comportamento do mercado imobiliário da cidade. A demanda por imóveis em áreas mais seguras, longe de zonas propensas a alagamentos, aumentou consideravelmente. Estima‑se que 65% dos compradores agora priorizam essas regiões, e 45% estão dispostos a pagar um valor mais alto por imóveis em locais mais seguros.


A migração para áreas menos vulneráveis é um fenômeno crescente, e a tendência é que se intensifique à medida que os desastres climáticos se tornem mais frequentes e severos. O comportamento dos consumidores e investidores está mudando, com uma preferência cada vez maior por regiões mais resilientes aos efeitos das mudanças climáticas. Isso está moldando uma nova dinâmica no mercado imobiliário, com uma clara divisão entre as áreas mais expostas aos riscos climáticos e aquelas que oferecem maior segurança, tanto física quanto financeira.


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O texto informa que, até 2055, o setor imobiliário poderá enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão e que o valor dos imóveis poderá subir 29,4%.
Alternativas
Respostas
2001: C
2002: E
2003: C
2004: E
2005: C
2006: A
2007: D
2008: D
2009: C
2010: D
2011: B
2012: C
2013: D
2014: C
2015: C
2016: E
2017: C
2018: E
2019: C
2020: E