Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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A respeito dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir.
No segundo parágrafo do texto, a argumentação da autora segue no sentido de reconhecer os benefícios das tecnologias da informação e da comunicação para as experiências humanas.
A respeito dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir.
Da leitura do texto infere-se que a tecnologia, em seus matizes contemporâneos, tem agido para modificar a maneira como as pessoas lidam com a informação.
A respeito dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir.
No segundo período do segundo parágrafo, a oração “que são denominadas de „inteligência‟ artificial primitiva ou generativa” refere-se ao termo “tecnologias”.
Para trabalhar com o estudo do poema no 8º Ano, a professora seleciona um texto que brinca com a disposição visual das palavras a partir de imagens, explorando a poesia concreta e a intertextualidade.
Ela escolhe, então, o poema a seguir:

Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/vai-carlos-ser-lego-na-vida/. Acesso em: 04 jan. 2026.
O poema visual não se entrega numa leitura linear; ele pede que o olho passeie, que o leitor brinque com a forma. Ao adotar esse poema nas atividades de sala de aula, com foco na natureza estética do texto literário, um exercício que explore as práticas de análise linguística deve explorar
Leia o texto a seguir.
[...] a prática de [análise linguística] se efetiva quando leitura, escrita e [análise linguística] são trabalhadas de maneira complementar [...]. As atividades de [análise linguística] devem possibilitar, pois, o desenvolvimento da reflexão sobre o uso da língua, materializado no gênero. Uma atividade reflexiva sobre a língua/linguagem deve possibilitar ao sujeito o desenvolvimento da competência comunicativa e discursiva para falar, escutar, ler e escrever nas diferentes situações de comunicação. Para isso, torna-se pertinente a mobilização de saberes de diversas teorias: gêneros textuais, da gramática, linguística textual, argumentação, semântica e pragmática [...]
(Dutra; Régis, 2017, p. 550).
As reflexões das autoras sobre o eixo das práticas de análise linguística dão destaque a uma característica importante desse eixo. Que característica é essa?
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Em 1835, havia 65 mil pessoas morando em Salvador, antiga capital do Brasil Colônia que ainda gozava de prestígio econômico naqueles primeiros anos de país independente. Deste total, 40% eram escravizados. Dos escravizados, 63% eram nascidos em solo africano. Estes dados, trazidos pelo historiador João José Reis em seu livro Rebelião Escrava no Brasil – A História do Levante dos Malês, dão a dimensão do que representava o regime escravocrata para a sociedade brasileira, e ajudam a compreender o cenário que propiciou a ocorrência, na capital baiana, do maior levante de escravizados da história do Brasil: a Revolta dos Malês, episódio histórico que ocorreu na noite do dia 24 de janeiro de 1835.
Um aspecto interessante do levante malês é o fato de ele ter, em essência, uma base religiosa islâmica. “Não há sombra de dúvida sobre o papel central desempenhado pelos muçulmanos na rebelião de 1835”, escreve Reis. “Os rebeldes foram para as ruas com roupas só usadas na Bahia pelos adeptos do islã. No corpo dos que morreram, a polícia encontrou amuletos muçulmanos e papéis com rezas e passagens do Alcorão.”
A palavra “malê” deriva do idioma iorubá e significa justamente “muçulmano”. O jornalista e pesquisador Guilherme Soares Dias, fundador do Guia Negro, lembra que esses africanos muçulmanos que foram trazidos para Salvador tinham em comum o fato de que em geral “eram pessoas que sabiam ler e escrever” e acumulavam “um passado de luta”. Ele frisa ainda que muitos eram de posições importantes na África, o que os deixava em situação ainda mais vergonhosa sob o jugo da escravidão.
O gatilho foi a prisão de um líder religioso islâmico: Pacífico Licutan (?–1835), conhecido como Bilal – em alusão ao profeta muçulmano Bilal Ibne Rabá (581–642) – era um enrolador de tabaco escravizado, cujo proprietário era um médico, que vivia em Salvador. Acredita-se que o grupo pretendia, depois de revoltas generalizadas, conseguir não só libertar o líder religioso muçulmano como também derrubar o governo de Salvador e instituir ali uma administração malê. “A causa principal foi a opressão do sistema escravista e toda a desumanidade que o sistema escravista impunha. Em menor escala, outro fator foi o da intolerância religiosa”, comenta o historiador Petrônio Domingues, professor na Universidade Federal de Sergipe (UFS).
(Edison Veiga. O que foi a Revolta dos Malês, a maior rebelião de escravizados do Brasil. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clylp4x10jpo, 08.10.2025. Adaptado)
Assinale a opção em que essa segunda referência é feita por um símbolo.
A charge é antiga, mas o assunto continua atual.

Na charge, produzida por Erasmo e retirada do Jornal de Piracicaba, o efeito de humor se dá sobretudo
Leia oTextoII e responda à questão.
Texto II

Fonte: https://www.instagram.com/p/DLPsP8JN0JS/?img_index=1.Acesso em: 22 set. 2025.
Observe a gravura abaixo e responda. O que significa o gesto do menino?

“O empresário Danilo Bastos comprou cenários e guarda-roupa para uma peça sobre Lucrécia Bórgia. Contratou Nestor de Holanda para escrever o texto e deixou claro:
- O primeiro ato termina com Alexandre VI coroando Lucrécia rainha da Itália.
Nestor se admirou:
- Lucrécia nunca foi rainha da Itália.
Danilo não quis saber:
- Ah, se nunca foi, vai ser. Gastei mais de um milhão nos cenários e no guarda-roupa. Não posso perder esse dinheiro.”
Assinale a opção que mostra uma observação inadequada sobre o emprego de nomes próprios no texto.
