Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 54.320 questões
Texto CG1A1
O transporte responde por 53,3% das emissões do setor de energia no Brasil, segundo dados do Sistema de Estimativa de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) de 2023. O transporte rodoviário por carros, caminhões e ônibus é responsável por mais de 90% dessas emissões de carbono.
Quando o assunto é transição energética justa no setor de transportes, é fundamental começar pela principal forma de deslocamento da população brasileira: os sistemas de transporte coletivo por ônibus. No centro da discussão, está a eletrificação da frota de ônibus, uma das estratégias mais eficazes para reduzir emissões de gases de efeito estufa e melhorar a qualidade do ar nas cidades.
De acordo com um estudo desenvolvido no Brasil, os ônibus movidos a diesel produzem, em média, 3 a 4 vezes mais emissões de gases de efeito estufa ao longo do ciclo de vida do que os ônibus elétricos, incluída a produção das baterias.
Nesse contexto, as cidades brasileiras já apresentaram avanços importantes na transformação de seus sistemas de transporte, ainda que sigam atrás dos esforços de outros países. Na China, por exemplo, ônibus elétricos correspondem a 98% das vendas, enquanto na Europa são a tecnologia mais vendida desde 2024. A América Latina, por sua vez, conta atualmente com mais de 7.000 ônibus elétricos, segundo dados da E-bus Radar, plataforma que monitora frotas de ônibus elétricos e divulga dados para ajudar governos a atingirem suas metas climáticas. Desse total, 1.143 estão no Brasil, e a cidade de São Paulo concentra a maior parte, com 841 veículos.
O desenvolvimento de políticas públicas com metas nacionais de eletrificação e mobilização de investimentos do setor privado é central para impulsionar a eletrificação das frotas de ônibus, garantindo não somente benefícios ambientais, mas também de saúde e qualidade de vida para toda a população.
No âmbito federal, cabe ao governo estruturar mecanismos de financiamento estáveis, com linhas de crédito contínuas e garantias que ofereçam previsibilidade e segurança aos investimentos, especialmente para municípios com orçamentos menores. Já os governos locais devem avançar na modernização dos marcos regulatórios do transporte público por meio de processos de licitação, contratos e modelos de remuneração que incentivem a qualidade na prestação dos serviços.
Segundo um estudo lançado recentemente, o Brasil tem
potencial para substituir, nos próximos cinco anos, mais de
14 mil ônibus a diesel por modelos elétricos nas 21 maiores
regiões metropolitanas, priorizando a troca dos veículos mais
antigos e poluentes. Essa transição reduziria em 24,6% as
emissões do transporte coletivo nessas cidades e poderia gerar
uma economia de até R$ 62 milhões por ano em custos de saúde
pública.
Apesar desses avanços, o Brasil ainda precisa percorrer um caminho longo para que seu setor de transportes esteja alinhado à meta de neutralidade climática até 2050. A eletrificação das frotas de ônibus tem papel essencial para uma transição energética inclusiva que considere os impactos ao meio ambiente, à economia e às pessoas, mas cabe lembrar: ela é apenas a primeira etapa de um esforço mais amplo.
Ao priorizar a eletrificação dos ônibus, o país pode não só reduzir emissões e melhorar a qualidade de vida urbana, mas também sinalizar ao mundo que é capaz de liderar pelo exemplo.
Clarisse Cunha Linke e Marcel Martin. Brasil precisa priorizar o transporte público para cumprir suas metas climáticas. In: Folha de S. Paulo, 26/10/2025 (com adaptações).
Acerca dos sentidos e de aspectos gramaticais do texto CG1A1, julgue o próximo item.
No segundo período do sexto parágrafo, o termo "Já" é empregado com sentido temporal.
Texto CG1A1
O transporte responde por 53,3% das emissões do setor de energia no Brasil, segundo dados do Sistema de Estimativa de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) de 2023. O transporte rodoviário por carros, caminhões e ônibus é responsável por mais de 90% dessas emissões de carbono.
Quando o assunto é transição energética justa no setor de transportes, é fundamental começar pela principal forma de deslocamento da população brasileira: os sistemas de transporte coletivo por ônibus. No centro da discussão, está a eletrificação da frota de ônibus, uma das estratégias mais eficazes para reduzir emissões de gases de efeito estufa e melhorar a qualidade do ar nas cidades.
De acordo com um estudo desenvolvido no Brasil, os ônibus movidos a diesel produzem, em média, 3 a 4 vezes mais emissões de gases de efeito estufa ao longo do ciclo de vida do que os ônibus elétricos, incluída a produção das baterias.
Nesse contexto, as cidades brasileiras já apresentaram avanços importantes na transformação de seus sistemas de transporte, ainda que sigam atrás dos esforços de outros países. Na China, por exemplo, ônibus elétricos correspondem a 98% das vendas, enquanto na Europa são a tecnologia mais vendida desde 2024. A América Latina, por sua vez, conta atualmente com mais de 7.000 ônibus elétricos, segundo dados da E-bus Radar, plataforma que monitora frotas de ônibus elétricos e divulga dados para ajudar governos a atingirem suas metas climáticas. Desse total, 1.143 estão no Brasil, e a cidade de São Paulo concentra a maior parte, com 841 veículos.
O desenvolvimento de políticas públicas com metas nacionais de eletrificação e mobilização de investimentos do setor privado é central para impulsionar a eletrificação das frotas de ônibus, garantindo não somente benefícios ambientais, mas também de saúde e qualidade de vida para toda a população.
No âmbito federal, cabe ao governo estruturar mecanismos de financiamento estáveis, com linhas de crédito contínuas e garantias que ofereçam previsibilidade e segurança aos investimentos, especialmente para municípios com orçamentos menores. Já os governos locais devem avançar na modernização dos marcos regulatórios do transporte público por meio de processos de licitação, contratos e modelos de remuneração que incentivem a qualidade na prestação dos serviços.
Segundo um estudo lançado recentemente, o Brasil tem
potencial para substituir, nos próximos cinco anos, mais de
14 mil ônibus a diesel por modelos elétricos nas 21 maiores
regiões metropolitanas, priorizando a troca dos veículos mais
antigos e poluentes. Essa transição reduziria em 24,6% as
emissões do transporte coletivo nessas cidades e poderia gerar
uma economia de até R$ 62 milhões por ano em custos de saúde
pública.
Apesar desses avanços, o Brasil ainda precisa percorrer um caminho longo para que seu setor de transportes esteja alinhado à meta de neutralidade climática até 2050. A eletrificação das frotas de ônibus tem papel essencial para uma transição energética inclusiva que considere os impactos ao meio ambiente, à economia e às pessoas, mas cabe lembrar: ela é apenas a primeira etapa de um esforço mais amplo.
Ao priorizar a eletrificação dos ônibus, o país pode não só reduzir emissões e melhorar a qualidade de vida urbana, mas também sinalizar ao mundo que é capaz de liderar pelo exemplo.
Clarisse Cunha Linke e Marcel Martin. Brasil precisa priorizar o transporte público para cumprir suas metas climáticas. In: Folha de S. Paulo, 26/10/2025 (com adaptações).
A respeito das estruturas linguísticas empregadas no texto CG1A1 e da organização de suas ideias, julgue o item que se segue.
O vocábulo "Segundo", no início do sétimo parágrafo, é empregado como conjunção que expressa conformidade.
Texto CG1A1
O transporte responde por 53,3% das emissões do setor de energia no Brasil, segundo dados do Sistema de Estimativa de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) de 2023. O transporte rodoviário por carros, caminhões e ônibus é responsável por mais de 90% dessas emissões de carbono.
Quando o assunto é transição energética justa no setor de transportes, é fundamental começar pela principal forma de deslocamento da população brasileira: os sistemas de transporte coletivo por ônibus. No centro da discussão, está a eletrificação da frota de ônibus, uma das estratégias mais eficazes para reduzir emissões de gases de efeito estufa e melhorar a qualidade do ar nas cidades.
De acordo com um estudo desenvolvido no Brasil, os ônibus movidos a diesel produzem, em média, 3 a 4 vezes mais emissões de gases de efeito estufa ao longo do ciclo de vida do que os ônibus elétricos, incluída a produção das baterias.
Nesse contexto, as cidades brasileiras já apresentaram avanços importantes na transformação de seus sistemas de transporte, ainda que sigam atrás dos esforços de outros países. Na China, por exemplo, ônibus elétricos correspondem a 98% das vendas, enquanto na Europa são a tecnologia mais vendida desde 2024. A América Latina, por sua vez, conta atualmente com mais de 7.000 ônibus elétricos, segundo dados da E-bus Radar, plataforma que monitora frotas de ônibus elétricos e divulga dados para ajudar governos a atingirem suas metas climáticas. Desse total, 1.143 estão no Brasil, e a cidade de São Paulo concentra a maior parte, com 841 veículos.
O desenvolvimento de políticas públicas com metas nacionais de eletrificação e mobilização de investimentos do setor privado é central para impulsionar a eletrificação das frotas de ônibus, garantindo não somente benefícios ambientais, mas também de saúde e qualidade de vida para toda a população.
No âmbito federal, cabe ao governo estruturar mecanismos de financiamento estáveis, com linhas de crédito contínuas e garantias que ofereçam previsibilidade e segurança aos investimentos, especialmente para municípios com orçamentos menores. Já os governos locais devem avançar na modernização dos marcos regulatórios do transporte público por meio de processos de licitação, contratos e modelos de remuneração que incentivem a qualidade na prestação dos serviços.
Segundo um estudo lançado recentemente, o Brasil tem
potencial para substituir, nos próximos cinco anos, mais de
14 mil ônibus a diesel por modelos elétricos nas 21 maiores
regiões metropolitanas, priorizando a troca dos veículos mais
antigos e poluentes. Essa transição reduziria em 24,6% as
emissões do transporte coletivo nessas cidades e poderia gerar
uma economia de até R$ 62 milhões por ano em custos de saúde
pública.
Apesar desses avanços, o Brasil ainda precisa percorrer um caminho longo para que seu setor de transportes esteja alinhado à meta de neutralidade climática até 2050. A eletrificação das frotas de ônibus tem papel essencial para uma transição energética inclusiva que considere os impactos ao meio ambiente, à economia e às pessoas, mas cabe lembrar: ela é apenas a primeira etapa de um esforço mais amplo.
Ao priorizar a eletrificação dos ônibus, o país pode não só reduzir emissões e melhorar a qualidade de vida urbana, mas também sinalizar ao mundo que é capaz de liderar pelo exemplo.
Clarisse Cunha Linke e Marcel Martin. Brasil precisa priorizar o transporte público para cumprir suas metas climáticas. In: Folha de S. Paulo, 26/10/2025 (com adaptações).
A respeito das estruturas linguísticas empregadas no texto CG1A1 e da organização de suas ideias, julgue o item que se segue.
A expressão "Nesse contexto", empregada no início do quarto parágrafo, remete à realidade de o nível de emissão de gases de efeito estufa dos ônibus a diesel superar o dos elétricos.
Texto CG1A1
O transporte responde por 53,3% das emissões do setor de energia no Brasil, segundo dados do Sistema de Estimativa de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) de 2023. O transporte rodoviário por carros, caminhões e ônibus é responsável por mais de 90% dessas emissões de carbono.
Quando o assunto é transição energética justa no setor de transportes, é fundamental começar pela principal forma de deslocamento da população brasileira: os sistemas de transporte coletivo por ônibus. No centro da discussão, está a eletrificação da frota de ônibus, uma das estratégias mais eficazes para reduzir emissões de gases de efeito estufa e melhorar a qualidade do ar nas cidades.
De acordo com um estudo desenvolvido no Brasil, os ônibus movidos a diesel produzem, em média, 3 a 4 vezes mais emissões de gases de efeito estufa ao longo do ciclo de vida do que os ônibus elétricos, incluída a produção das baterias.
Nesse contexto, as cidades brasileiras já apresentaram avanços importantes na transformação de seus sistemas de transporte, ainda que sigam atrás dos esforços de outros países. Na China, por exemplo, ônibus elétricos correspondem a 98% das vendas, enquanto na Europa são a tecnologia mais vendida desde 2024. A América Latina, por sua vez, conta atualmente com mais de 7.000 ônibus elétricos, segundo dados da E-bus Radar, plataforma que monitora frotas de ônibus elétricos e divulga dados para ajudar governos a atingirem suas metas climáticas. Desse total, 1.143 estão no Brasil, e a cidade de São Paulo concentra a maior parte, com 841 veículos.
O desenvolvimento de políticas públicas com metas nacionais de eletrificação e mobilização de investimentos do setor privado é central para impulsionar a eletrificação das frotas de ônibus, garantindo não somente benefícios ambientais, mas também de saúde e qualidade de vida para toda a população.
No âmbito federal, cabe ao governo estruturar mecanismos de financiamento estáveis, com linhas de crédito contínuas e garantias que ofereçam previsibilidade e segurança aos investimentos, especialmente para municípios com orçamentos menores. Já os governos locais devem avançar na modernização dos marcos regulatórios do transporte público por meio de processos de licitação, contratos e modelos de remuneração que incentivem a qualidade na prestação dos serviços.
Segundo um estudo lançado recentemente, o Brasil tem
potencial para substituir, nos próximos cinco anos, mais de
14 mil ônibus a diesel por modelos elétricos nas 21 maiores
regiões metropolitanas, priorizando a troca dos veículos mais
antigos e poluentes. Essa transição reduziria em 24,6% as
emissões do transporte coletivo nessas cidades e poderia gerar
uma economia de até R$ 62 milhões por ano em custos de saúde
pública.
Apesar desses avanços, o Brasil ainda precisa percorrer um caminho longo para que seu setor de transportes esteja alinhado à meta de neutralidade climática até 2050. A eletrificação das frotas de ônibus tem papel essencial para uma transição energética inclusiva que considere os impactos ao meio ambiente, à economia e às pessoas, mas cabe lembrar: ela é apenas a primeira etapa de um esforço mais amplo.
Ao priorizar a eletrificação dos ônibus, o país pode não só reduzir emissões e melhorar a qualidade de vida urbana, mas também sinalizar ao mundo que é capaz de liderar pelo exemplo.
Clarisse Cunha Linke e Marcel Martin. Brasil precisa priorizar o transporte público para cumprir suas metas climáticas. In: Folha de S. Paulo, 26/10/2025 (com adaptações).
Em relação ao texto CG1A1 e às ideias nele veiculadas, julgue o item a seguir.
Conforme as informações do texto, as esferas local e federal compartilham a mesma responsabilidade pela implementação das frotas de ônibus eletrificadas.
Texto CG1A1
O transporte responde por 53,3% das emissões do setor de energia no Brasil, segundo dados do Sistema de Estimativa de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) de 2023. O transporte rodoviário por carros, caminhões e ônibus é responsável por mais de 90% dessas emissões de carbono.
Quando o assunto é transição energética justa no setor de transportes, é fundamental começar pela principal forma de deslocamento da população brasileira: os sistemas de transporte coletivo por ônibus. No centro da discussão, está a eletrificação da frota de ônibus, uma das estratégias mais eficazes para reduzir emissões de gases de efeito estufa e melhorar a qualidade do ar nas cidades.
De acordo com um estudo desenvolvido no Brasil, os ônibus movidos a diesel produzem, em média, 3 a 4 vezes mais emissões de gases de efeito estufa ao longo do ciclo de vida do que os ônibus elétricos, incluída a produção das baterias.
Nesse contexto, as cidades brasileiras já apresentaram avanços importantes na transformação de seus sistemas de transporte, ainda que sigam atrás dos esforços de outros países. Na China, por exemplo, ônibus elétricos correspondem a 98% das vendas, enquanto na Europa são a tecnologia mais vendida desde 2024. A América Latina, por sua vez, conta atualmente com mais de 7.000 ônibus elétricos, segundo dados da E-bus Radar, plataforma que monitora frotas de ônibus elétricos e divulga dados para ajudar governos a atingirem suas metas climáticas. Desse total, 1.143 estão no Brasil, e a cidade de São Paulo concentra a maior parte, com 841 veículos.
O desenvolvimento de políticas públicas com metas nacionais de eletrificação e mobilização de investimentos do setor privado é central para impulsionar a eletrificação das frotas de ônibus, garantindo não somente benefícios ambientais, mas também de saúde e qualidade de vida para toda a população.
No âmbito federal, cabe ao governo estruturar mecanismos de financiamento estáveis, com linhas de crédito contínuas e garantias que ofereçam previsibilidade e segurança aos investimentos, especialmente para municípios com orçamentos menores. Já os governos locais devem avançar na modernização dos marcos regulatórios do transporte público por meio de processos de licitação, contratos e modelos de remuneração que incentivem a qualidade na prestação dos serviços.
Segundo um estudo lançado recentemente, o Brasil tem
potencial para substituir, nos próximos cinco anos, mais de
14 mil ônibus a diesel por modelos elétricos nas 21 maiores
regiões metropolitanas, priorizando a troca dos veículos mais
antigos e poluentes. Essa transição reduziria em 24,6% as
emissões do transporte coletivo nessas cidades e poderia gerar
uma economia de até R$ 62 milhões por ano em custos de saúde
pública.
Apesar desses avanços, o Brasil ainda precisa percorrer um caminho longo para que seu setor de transportes esteja alinhado à meta de neutralidade climática até 2050. A eletrificação das frotas de ônibus tem papel essencial para uma transição energética inclusiva que considere os impactos ao meio ambiente, à economia e às pessoas, mas cabe lembrar: ela é apenas a primeira etapa de um esforço mais amplo.
Ao priorizar a eletrificação dos ônibus, o país pode não só reduzir emissões e melhorar a qualidade de vida urbana, mas também sinalizar ao mundo que é capaz de liderar pelo exemplo.
Clarisse Cunha Linke e Marcel Martin. Brasil precisa priorizar o transporte público para cumprir suas metas climáticas. In: Folha de S. Paulo, 26/10/2025 (com adaptações).
Em relação ao texto CG1A1 e às ideias nele veiculadas, julgue o item a seguir.
Os benefícios da eletrificação das frotas de ônibus no Brasil citados no texto não estão circunscritos à sustentabilidade ambiental.
I - Use apenas um pano macio ou esfregão umedecido em solução de água morna e detergente neutro.
II - Use produtos ácidos como vinagre, limão ou removedores.
III - Varra com vassoura macia ou passe um aspirador com ponteira de escova para evitar riscos.
IV - Encharque bem a pedra para facilitar a limpeza.
Estão CORRETAS:
1 - Limpeza Básica.
2 - Detalhes e Cantos.
3 - Limpeza de piso.
4 - Superfícies e Vidros.
5 - Limpeza Pesada/Específica.
( ) Detergente neutro, sabão em barra.
( ) Vassouras (cerdas macias ou duras), rodos, MOPs (esfregões) e baldes.
( ) Panos de microfibra, flanelas, esponjas multiuso, limpador de vidros e rodinhos.
( ) Escovas sanitárias, escovas de nylon, espanadores.
( ) Desengordurantes, removedores de manchas, limpa-vidros.
No preenchimento das lacunas, a ordem CORRETA de cima para baixo é:
São Paulo: Perspectiva, 2004, p. 175
Julgue o item a seguir, relativo ao texto de Erich Auerbach sobre a Divina Comédia, obra do poeta italiano Dante Alighieri escrita no século XIV.
Nas duas últimas orações do texto, identifica-se uma metáfora que sintetiza todo o argumento de Auerbach sobre o caráter realista da Divina Comédia, de Dante: a matéria vital da obra ultrapassou os poderosos limites que a própria realidade histórica lhe impunha.
São Paulo: Perspectiva, 2004, p. 175
Julgue o item a seguir, relativo ao texto de Erich Auerbach sobre a Divina Comédia, obra do poeta italiano Dante Alighieri escrita no século XIV.
No primeiro período, os vocábulos "imediata", "multiplamente", "esclarecimento", "sem inibições" e "multiplicidade" caracterizam-se como atributos da concepção de ser humano "baseada na ordem divina" (segundo período).
São Paulo: Perspectiva, 2004, p. 175
Julgue o item a seguir, relativo ao texto de Erich Auerbach sobre a Divina Comédia, obra do poeta italiano Dante Alighieri escrita no século XIV.
De acordo o texto, a Divina Comédia, de Dante, produz "uma experiência que sobrepuja todas as outras", afirmação a partir da qual é possível inferir que a "concepção do ser humano" artisticamente plasmada pelo poeta italiano já se separava da experiência vital do período medieval e de sua estrutura social teocêntrica.
São Paulo: Perspectiva, 2004, p. 175
Julgue o item a seguir, relativo ao texto de Erich Auerbach sobre a Divina Comédia, obra do poeta italiano Dante Alighieri escrita no século XIV.
Apesar de não se caracterizar como uma narrativa ficcional, o texto de Auerbach sobre a Divina Comédia evidencia alguns recursos da composição literária, entre os quais se destaca a antítese, que se apresenta como fio condutor da análise da obra de Dante.
Os ensaios da primeira parte deste livro tentam analisar alguns casos do que chamei redução estrutural, isto é, o processo por cujo intermédio a realidade do mundo e do ser se torna, na narrativa ficcional, componente de uma estrutura literária, permitindo que seja estudada em si mesma, como algo autônomo. O meu propósito é fazer uma crítica integradora, capaz de mostrar (não apenas enunciar teoricamente, como é hábito) de que maneira a narrativa se constitui a partir de materiais não literários, manipulados a fim de se tornarem aspectos de uma organização estética regida pelas suas próprias leis, não as da natureza, da sociedade ou do ser. No entanto, natureza, sociedade e ser parecem presentes em cada página, tanto assim que o leitor tem a impressão de estar em contato com realidades vitais, de estar aprendendo, participando, aceitando ou negando, como se estivesse envolvido nos problemas que eles suscitam.
Antonio Candido. Prefácio. In: O discurso e a cidade.
São Paulo, Rio de Janeiro: Duas Cidades, Ouro sobre Azul, 2004, p. 9.
Julgue o item seguinte, acerca dos sentidos e estruturas linguísticas do texto de Antonio Candido.
A expressão "redução estrutural" (primeiro período) refere-se à forma como a literatura promove o contato entre o leitor e a realidade a partir da reprodução exata, embora limitada, das leis vigentes no mundo e para o ser.
Os ensaios da primeira parte deste livro tentam analisar alguns casos do que chamei redução estrutural, isto é, o processo por cujo intermédio a realidade do mundo e do ser se torna, na narrativa ficcional, componente de uma estrutura literária, permitindo que seja estudada em si mesma, como algo autônomo. O meu propósito é fazer uma crítica integradora, capaz de mostrar (não apenas enunciar teoricamente, como é hábito) de que maneira a narrativa se constitui a partir de materiais não literários, manipulados a fim de se tornarem aspectos de uma organização estética regida pelas suas próprias leis, não as da natureza, da sociedade ou do ser. No entanto, natureza, sociedade e ser parecem presentes em cada página, tanto assim que o leitor tem a impressão de estar em contato com realidades vitais, de estar aprendendo, participando, aceitando ou negando, como se estivesse envolvido nos problemas que eles suscitam.
Antonio Candido. Prefácio. In: O discurso e a cidade.
São Paulo, Rio de Janeiro: Duas Cidades, Ouro sobre Azul, 2004, p. 9.
Julgue o item seguinte, acerca dos sentidos e estruturas linguísticas do texto de Antonio Candido.
No segundo período, a condição atribuída à crítica integradora — "capaz de mostrar" — evidencia o estabelecimento de uma oposição entre teoria e prática, e aponta para a tentativa do crítico de revelar a dinâmica da transformação do não literário em literário que ocorre no processo da criação artística.
Os ensaios da primeira parte deste livro tentam analisar alguns casos do que chamei redução estrutural, isto é, o processo por cujo intermédio a realidade do mundo e do ser se torna, na narrativa ficcional, componente de uma estrutura literária, permitindo que seja estudada em si mesma, como algo autônomo. O meu propósito é fazer uma crítica integradora, capaz de mostrar (não apenas enunciar teoricamente, como é hábito) de que maneira a narrativa se constitui a partir de materiais não literários, manipulados a fim de se tornarem aspectos de uma organização estética regida pelas suas próprias leis, não as da natureza, da sociedade ou do ser. No entanto, natureza, sociedade e ser parecem presentes em cada página, tanto assim que o leitor tem a impressão de estar em contato com realidades vitais, de estar aprendendo, participando, aceitando ou negando, como se estivesse envolvido nos problemas que eles suscitam.
Antonio Candido. Prefácio. In: O discurso e a cidade.
São Paulo, Rio de Janeiro: Duas Cidades, Ouro sobre Azul, 2004, p. 9.
Julgue o item seguinte, acerca dos sentidos e estruturas linguísticas do texto de Antonio Candido.
O texto expõe um paradoxo: a produção literária deve ser autônoma, ou seja, deve distanciar-se da realidade, para que lhe seja possível alcançar a representação efetiva do mundo, da natureza, da sociedade e do ser, que só assim podem ser experimentados pelo leitor como "realidades vitais".
"Ó Pangloss!", exclamou Cândido, "não tinhas adivinhado esta abominação; acabou-se, será preciso que afinal eu renuncie ao teu otimismo." "O que é otimismo?", dizia Cacambo. "Lamentável!", disse Cândido, "é a fúria de sustentar que tudo está bem quando se está mal." (...) [O filósofo] Pangloss dizia às vezes a Cândido: "Todos os acontecimentos estão encadeados no melhor dos mundos possíveis; pois, afinal, se não tivésseis sido expulso de um lindo castelo a grandes pontapés no traseiro pelo amor da senhorita Cunegunda, se não tivésseis sido submetido à Inquisição, se não tivésseis percorrido a América a pé, se não tivésseis dado um bom golpe de espada no barão, se não tivésseis perdido todos os vossos carneiros do bom país de Eldorado, não comeríeis aqui cidras recheadas de pistaches".
A partir da leitura comparativa entre o texto de Voltaire e o de Machado de Assis, julgue o item a seguir, relativo a aspectos linguísticos e literários dos fragmentos.
Uma das semelhanças entre os personagens Pangloss, de Voltaire, e o juiz Sr. Veloso, de Machado de Assis, é o fato de que ambos justificam a ocorrência de acontecimentos graves ou sublimes em favor de causas leves e banais: 'cidras recheadas de pistaches' (último período do texto de Voltaire) e "este doce, que está, na verdade, uma cousa primorosa" (último período do texto de Machado de Assis).
"Ó Pangloss!", exclamou Cândido, "não tinhas adivinhado esta abominação; acabou-se, será preciso que afinal eu renuncie ao teu otimismo." "O que é otimismo?", dizia Cacambo. "Lamentável!", disse Cândido, "é a fúria de sustentar que tudo está bem quando se está mal." (...) [O filósofo] Pangloss dizia às vezes a Cândido: "Todos os acontecimentos estão encadeados no melhor dos mundos possíveis; pois, afinal, se não tivésseis sido expulso de um lindo castelo a grandes pontapés no traseiro pelo amor da senhorita Cunegunda, se não tivésseis sido submetido à Inquisição, se não tivésseis percorrido a América a pé, se não tivésseis dado um bom golpe de espada no barão, se não tivésseis perdido todos os vossos carneiros do bom país de Eldorado, não comeríeis aqui cidras recheadas de pistaches".
A partir da leitura comparativa entre o texto de Voltaire e o de Machado de Assis, julgue o item a seguir, relativo a aspectos linguísticos e literários dos fragmentos.
Uma das diferenças entre o personagem Pangloss, de Voltaire, e o juiz Sr. Veloso, de Machado de Assis, é o fato de que o primeiro justifica o acesso a uma iguaria por fatos que aconteceram, enquanto o segundo, por fatos que não ocorreram.
"Ó Pangloss!", exclamou Cândido, "não tinhas adivinhado esta abominação; acabou-se, será preciso que afinal eu renuncie ao teu otimismo." "O que é otimismo?", dizia Cacambo. "Lamentável!", disse Cândido, "é a fúria de sustentar que tudo está bem quando se está mal." (...) [O filósofo] Pangloss dizia às vezes a Cândido: "Todos os acontecimentos estão encadeados no melhor dos mundos possíveis; pois, afinal, se não tivésseis sido expulso de um lindo castelo a grandes pontapés no traseiro pelo amor da senhorita Cunegunda, se não tivésseis sido submetido à Inquisição, se não tivésseis percorrido a América a pé, se não tivésseis dado um bom golpe de espada no barão, se não tivésseis perdido todos os vossos carneiros do bom país de Eldorado, não comeríeis aqui cidras recheadas de pistaches".
A partir da leitura comparativa entre o texto de Voltaire e o de Machado de Assis, julgue o item a seguir, relativo a aspectos linguísticos e literários dos fragmentos.
Há uma equivalência entre o 'melhor dos mundos possíveis', mencionado por Pangloss (último período do texto de Voltaire), e o "céu, ao som de todas as cítaras", mencionado pelo juiz Sr. Veloso (terceiro período do primeiro parágrafo do texto de Machado de Assis): ambos remetem ao paraíso de delícias, simbolizado, nos dois textos, pela metáfora das iguarias.
"Ó Pangloss!", exclamou Cândido, "não tinhas adivinhado esta abominação; acabou-se, será preciso que afinal eu renuncie ao teu otimismo." "O que é otimismo?", dizia Cacambo. "Lamentável!", disse Cândido, "é a fúria de sustentar que tudo está bem quando se está mal." (...) [O filósofo] Pangloss dizia às vezes a Cândido: "Todos os acontecimentos estão encadeados no melhor dos mundos possíveis; pois, afinal, se não tivésseis sido expulso de um lindo castelo a grandes pontapés no traseiro pelo amor da senhorita Cunegunda, se não tivésseis sido submetido à Inquisição, se não tivésseis percorrido a América a pé, se não tivésseis dado um bom golpe de espada no barão, se não tivésseis perdido todos os vossos carneiros do bom país de Eldorado, não comeríeis aqui cidras recheadas de pistaches".
A partir da leitura comparativa entre o texto de Voltaire e o de Machado de Assis, julgue o item a seguir, relativo a aspectos linguísticos e literários dos fragmentos.
Nos dois textos predomina o estilo sério e a tragicidade, o que se evidencia em 'se não tivésseis sido expulso de um lindo castelo a grandes pontapés no traseiro pelo amor da senhorita Cunegunda' (último período do texto de Voltaire) e em "ouviam uma narração enigmática, ou, pelo menos, sem sentido aparente" (quarto período do primeiro parágrafo do texto de Machado de Assis).
"Ó Pangloss!", exclamou Cândido, "não tinhas adivinhado esta abominação; acabou-se, será preciso que afinal eu renuncie ao teu otimismo." "O que é otimismo?", dizia Cacambo. "Lamentável!", disse Cândido, "é a fúria de sustentar que tudo está bem quando se está mal." (...) [O filósofo] Pangloss dizia às vezes a Cândido: "Todos os acontecimentos estão encadeados no melhor dos mundos possíveis; pois, afinal, se não tivésseis sido expulso de um lindo castelo a grandes pontapés no traseiro pelo amor da senhorita Cunegunda, se não tivésseis sido submetido à Inquisição, se não tivésseis percorrido a América a pé, se não tivésseis dado um bom golpe de espada no barão, se não tivésseis perdido todos os vossos carneiros do bom país de Eldorado, não comeríeis aqui cidras recheadas de pistaches".
A partir da leitura comparativa entre o texto de Voltaire e o de Machado de Assis, julgue o item a seguir, relativo a aspectos linguísticos e literários dos fragmentos.
A narrativa de Voltaire é fabulosa, pois relata acontecimentos ocorridos em 'um lindo castelo' e no 'bom país de Eldorado'; já a de Machado é realista, pois os fatos relatados efetivamente ocorreram.