Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2206609 Português
Texto 01

Leia o texto a seguir:

ALERJ terá procuradoria especial da mulher

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro terá uma Procuradoria Especial da Mulher. A medida é prevista no Projeto de Resolução 772/21, aprovado em discussão única pelos deputados nessa quarta-feira (29). A norma será promulgada pelo presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (PL), e publicada no Diário Oficial do Legislativo nos próximos dias.

A procuradora terá o trabalho de intensificar a participação do Parlamento nas ações em defesa das mulheres, além de receber e encaminhar denúncias de violência e discriminação, fiscalizar programas do governo para igualdade de gênero, promover audiências públicas e auxiliar as comissões da Casa.

O texto é assinado pelas deputadas Zeidan (PT), Tia Ju (REP), Franciane Motta (União), Martha Rocha (PDT), Renata Souza (PSol), Lucinha (PSD), além das ex-deputadas Enfermeira Rejane e Monica Francisco. Na justificativa do projeto, elas explicam que iniciativas semelhantes foram feitas pelo Senado Federal e pelas Assembleias Legislativas do Ceará e do Paraná.

“A instituição da Procuradoria Especial da Mulher não conflita com a existência da Comissão dos Direitos da Mulher. Ao contrário, soma-se ao trabalho desenvolvido pela comissão que, ao fim, além de se dedicar aos projetos de lei, exerce uma função extensiva, função essa que será de competência da Procuradoria, com advogados para atendimento e orientação às mulheres”, justificam as autoras no texto da Resolução.

Em plenário, a deputada Tia Ju afirmou que a medida vai permitir a participação do Estado do Rio no Observatório da Violência Contra a Mulher do Congresso Nacional. “Vários estados já fazem parte e o Rio de Janeiro não, porque só são incluídas nesse observatório as procuradorias. Não podemos deixar o Rio fora desse debate, dessa discussão tão importante que é o combate às violências que as mulheres vêm sofrendo”, comentou.

Já a deputada Zeidan (PT) ressaltou que a Procuradoria da Mulher também pode ser um espaço para dar mais divulgação ao trabalho das deputadas. “Nós temos aqui um papel de dar ainda mais visibilidade ao que fazemos na Alerj. Nossa Casa tem hoje uma composição de mulheres muito grande, e nossas deputadas que não são presidentes de comissão podem apresentar seus nomes para compor a Procuradoria”, disse.

Fonte: https://www.jb.com.br/rio/2023/03/1042972-alerj-tera-procuradoriaespecial-da-mulher.html. Acesso em 31/03/2023
No trecho “A norma será promulgada pelo presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (PL), e publicada no Diário Oficial do Legislativo nos próximos dias” (1º parágrafo), o termo destacado faz referência a: 
Alternativas
Q2206608 Português
Texto 01

Leia o texto a seguir:

ALERJ terá procuradoria especial da mulher

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro terá uma Procuradoria Especial da Mulher. A medida é prevista no Projeto de Resolução 772/21, aprovado em discussão única pelos deputados nessa quarta-feira (29). A norma será promulgada pelo presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (PL), e publicada no Diário Oficial do Legislativo nos próximos dias.

A procuradora terá o trabalho de intensificar a participação do Parlamento nas ações em defesa das mulheres, além de receber e encaminhar denúncias de violência e discriminação, fiscalizar programas do governo para igualdade de gênero, promover audiências públicas e auxiliar as comissões da Casa.

O texto é assinado pelas deputadas Zeidan (PT), Tia Ju (REP), Franciane Motta (União), Martha Rocha (PDT), Renata Souza (PSol), Lucinha (PSD), além das ex-deputadas Enfermeira Rejane e Monica Francisco. Na justificativa do projeto, elas explicam que iniciativas semelhantes foram feitas pelo Senado Federal e pelas Assembleias Legislativas do Ceará e do Paraná.

“A instituição da Procuradoria Especial da Mulher não conflita com a existência da Comissão dos Direitos da Mulher. Ao contrário, soma-se ao trabalho desenvolvido pela comissão que, ao fim, além de se dedicar aos projetos de lei, exerce uma função extensiva, função essa que será de competência da Procuradoria, com advogados para atendimento e orientação às mulheres”, justificam as autoras no texto da Resolução.

Em plenário, a deputada Tia Ju afirmou que a medida vai permitir a participação do Estado do Rio no Observatório da Violência Contra a Mulher do Congresso Nacional. “Vários estados já fazem parte e o Rio de Janeiro não, porque só são incluídas nesse observatório as procuradorias. Não podemos deixar o Rio fora desse debate, dessa discussão tão importante que é o combate às violências que as mulheres vêm sofrendo”, comentou.

Já a deputada Zeidan (PT) ressaltou que a Procuradoria da Mulher também pode ser um espaço para dar mais divulgação ao trabalho das deputadas. “Nós temos aqui um papel de dar ainda mais visibilidade ao que fazemos na Alerj. Nossa Casa tem hoje uma composição de mulheres muito grande, e nossas deputadas que não são presidentes de comissão podem apresentar seus nomes para compor a Procuradoria”, disse.

Fonte: https://www.jb.com.br/rio/2023/03/1042972-alerj-tera-procuradoriaespecial-da-mulher.html. Acesso em 31/03/2023
Em relação ao parágrafo anterior do texto, o trecho “Já a deputada Zeidan (PT) ressaltou que a Procuradoria da Mulher também pode ser um espaço para dar mais divulgação ao trabalho das deputadas” (6º parágrafo) estabelece uma relação de: 
Alternativas
Q2206606 Português
Texto 01

Leia o texto a seguir:

ALERJ terá procuradoria especial da mulher

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro terá uma Procuradoria Especial da Mulher. A medida é prevista no Projeto de Resolução 772/21, aprovado em discussão única pelos deputados nessa quarta-feira (29). A norma será promulgada pelo presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (PL), e publicada no Diário Oficial do Legislativo nos próximos dias.

A procuradora terá o trabalho de intensificar a participação do Parlamento nas ações em defesa das mulheres, além de receber e encaminhar denúncias de violência e discriminação, fiscalizar programas do governo para igualdade de gênero, promover audiências públicas e auxiliar as comissões da Casa.

O texto é assinado pelas deputadas Zeidan (PT), Tia Ju (REP), Franciane Motta (União), Martha Rocha (PDT), Renata Souza (PSol), Lucinha (PSD), além das ex-deputadas Enfermeira Rejane e Monica Francisco. Na justificativa do projeto, elas explicam que iniciativas semelhantes foram feitas pelo Senado Federal e pelas Assembleias Legislativas do Ceará e do Paraná.

“A instituição da Procuradoria Especial da Mulher não conflita com a existência da Comissão dos Direitos da Mulher. Ao contrário, soma-se ao trabalho desenvolvido pela comissão que, ao fim, além de se dedicar aos projetos de lei, exerce uma função extensiva, função essa que será de competência da Procuradoria, com advogados para atendimento e orientação às mulheres”, justificam as autoras no texto da Resolução.

Em plenário, a deputada Tia Ju afirmou que a medida vai permitir a participação do Estado do Rio no Observatório da Violência Contra a Mulher do Congresso Nacional. “Vários estados já fazem parte e o Rio de Janeiro não, porque só são incluídas nesse observatório as procuradorias. Não podemos deixar o Rio fora desse debate, dessa discussão tão importante que é o combate às violências que as mulheres vêm sofrendo”, comentou.

Já a deputada Zeidan (PT) ressaltou que a Procuradoria da Mulher também pode ser um espaço para dar mais divulgação ao trabalho das deputadas. “Nós temos aqui um papel de dar ainda mais visibilidade ao que fazemos na Alerj. Nossa Casa tem hoje uma composição de mulheres muito grande, e nossas deputadas que não são presidentes de comissão podem apresentar seus nomes para compor a Procuradoria”, disse.

Fonte: https://www.jb.com.br/rio/2023/03/1042972-alerj-tera-procuradoriaespecial-da-mulher.html. Acesso em 31/03/2023
A finalidade principal do texto anterior é:
Alternativas
Q2206605 Português
Texto 01

Leia o texto a seguir:

ALERJ terá procuradoria especial da mulher

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro terá uma Procuradoria Especial da Mulher. A medida é prevista no Projeto de Resolução 772/21, aprovado em discussão única pelos deputados nessa quarta-feira (29). A norma será promulgada pelo presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (PL), e publicada no Diário Oficial do Legislativo nos próximos dias.

A procuradora terá o trabalho de intensificar a participação do Parlamento nas ações em defesa das mulheres, além de receber e encaminhar denúncias de violência e discriminação, fiscalizar programas do governo para igualdade de gênero, promover audiências públicas e auxiliar as comissões da Casa.

O texto é assinado pelas deputadas Zeidan (PT), Tia Ju (REP), Franciane Motta (União), Martha Rocha (PDT), Renata Souza (PSol), Lucinha (PSD), além das ex-deputadas Enfermeira Rejane e Monica Francisco. Na justificativa do projeto, elas explicam que iniciativas semelhantes foram feitas pelo Senado Federal e pelas Assembleias Legislativas do Ceará e do Paraná.

“A instituição da Procuradoria Especial da Mulher não conflita com a existência da Comissão dos Direitos da Mulher. Ao contrário, soma-se ao trabalho desenvolvido pela comissão que, ao fim, além de se dedicar aos projetos de lei, exerce uma função extensiva, função essa que será de competência da Procuradoria, com advogados para atendimento e orientação às mulheres”, justificam as autoras no texto da Resolução.

Em plenário, a deputada Tia Ju afirmou que a medida vai permitir a participação do Estado do Rio no Observatório da Violência Contra a Mulher do Congresso Nacional. “Vários estados já fazem parte e o Rio de Janeiro não, porque só são incluídas nesse observatório as procuradorias. Não podemos deixar o Rio fora desse debate, dessa discussão tão importante que é o combate às violências que as mulheres vêm sofrendo”, comentou.

Já a deputada Zeidan (PT) ressaltou que a Procuradoria da Mulher também pode ser um espaço para dar mais divulgação ao trabalho das deputadas. “Nós temos aqui um papel de dar ainda mais visibilidade ao que fazemos na Alerj. Nossa Casa tem hoje uma composição de mulheres muito grande, e nossas deputadas que não são presidentes de comissão podem apresentar seus nomes para compor a Procuradoria”, disse.

Fonte: https://www.jb.com.br/rio/2023/03/1042972-alerj-tera-procuradoriaespecial-da-mulher.html. Acesso em 31/03/2023
O objetivo principal do texto é:
Alternativas
Q2206332 Português
A arte da paciência

       'Fui apresentada a meu atual namorado 44 anos atrás, e nunca mais nos vimos, até que nos reencontramos e aconteceu. Demorou?'
        Esperar é um verbo que conjugo sem dificuldade. Não lembro de nenhum instante da minha vida em que tenha conquistado algo na hora exata em que o desejei — tudo pra mim demora. Começando pela infância, ela própria. Houvesse opção, eu teria crescido mais rápido, mas não havia. Então me distraí andando de bicicleta em volta da quadra, brincando com bonecas que tinham um único vestido e colecionando livrinhos de história, enquanto aguardava o mundo adulto me puxar para o outro lado, onde eu escreveria meus próprios livros, usaria os vestidos que quisesse e daria algumas voltas pelo mundo, não só no quarteirão.
     Foi um processo lento. Nunca fui desbravadora, pioneira, essas palavras que dão consistência a um currículo. Mais cautelosa que impulsiva, fui subindo cada degrau lentamente, um a um — inclusive retrocedendo alguns — e deu tudo certo, vem dando.
       Quando caí em mim, já era expert em paciência. Passei a confiar no tempo. Hoje, sei que ele nunca traz minhas “encomendas” no ato. Confabula antes com os astros e só então decide quando será a entrega. A mim, resta tocar a vida e aguardar com a casa limpa, bebida gelada, flores nos vasos.
      Paciência não é preguiça. A pessoa paciente não espera sentada. Ela continua em movimento e tropeça em meia dúzia de erros até ser encontrada pelo acerto. Respeita o relógio do destino. Fui apresentada a meu atual namorado 44 anos atrás, e nunca mais nos vimos, até que nos reencontramos e aconteceu. Demorou? Aconteceu pontualmente, nós é que não sabíamos, ainda, que a hora certa estava programada para mais tarde.
         A maturidade ajuda a lapidar a paciência. Tenho procurado ser mais dócil com minhas filhas, apesar da ansiedade natural de todas as mães — e com minhas orquídeas, cujos brotos estão custando a abrir. Mais tolerante com meus pais, que apresentam as dificuldades inerentes à sua idade, e paciente comigo mesma, que sempre dependi de algumas convicções antes de agir, e elas têm sido mais raras, as dúvidas se acumulam. E mesmo quando as tenho — convicções — não bastam que sejam só minhas. (...) Mas a paciência é uma arte. Enquanto espero, escuto Lenine: “mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma/até quando o corpo pede um pouco mais de alma/a vida não para”. Talvez tenhamos que aguardar mais quatro anos, talvez apenas mais uns 20 dias. Respiremos fundo.
Martha Medeiros. A arde da paciência. O globlo / 10/2022
Percebe-se, no texto, que a autora estabelece um diálogo como o leitor como uma estratégia interativa. Dentre as alternativas abaixo, assinale a que não é perceptível essa estratégia.
Alternativas
Q2206331 Português
A arte da paciência

       'Fui apresentada a meu atual namorado 44 anos atrás, e nunca mais nos vimos, até que nos reencontramos e aconteceu. Demorou?'
        Esperar é um verbo que conjugo sem dificuldade. Não lembro de nenhum instante da minha vida em que tenha conquistado algo na hora exata em que o desejei — tudo pra mim demora. Começando pela infância, ela própria. Houvesse opção, eu teria crescido mais rápido, mas não havia. Então me distraí andando de bicicleta em volta da quadra, brincando com bonecas que tinham um único vestido e colecionando livrinhos de história, enquanto aguardava o mundo adulto me puxar para o outro lado, onde eu escreveria meus próprios livros, usaria os vestidos que quisesse e daria algumas voltas pelo mundo, não só no quarteirão.
     Foi um processo lento. Nunca fui desbravadora, pioneira, essas palavras que dão consistência a um currículo. Mais cautelosa que impulsiva, fui subindo cada degrau lentamente, um a um — inclusive retrocedendo alguns — e deu tudo certo, vem dando.
       Quando caí em mim, já era expert em paciência. Passei a confiar no tempo. Hoje, sei que ele nunca traz minhas “encomendas” no ato. Confabula antes com os astros e só então decide quando será a entrega. A mim, resta tocar a vida e aguardar com a casa limpa, bebida gelada, flores nos vasos.
      Paciência não é preguiça. A pessoa paciente não espera sentada. Ela continua em movimento e tropeça em meia dúzia de erros até ser encontrada pelo acerto. Respeita o relógio do destino. Fui apresentada a meu atual namorado 44 anos atrás, e nunca mais nos vimos, até que nos reencontramos e aconteceu. Demorou? Aconteceu pontualmente, nós é que não sabíamos, ainda, que a hora certa estava programada para mais tarde.
         A maturidade ajuda a lapidar a paciência. Tenho procurado ser mais dócil com minhas filhas, apesar da ansiedade natural de todas as mães — e com minhas orquídeas, cujos brotos estão custando a abrir. Mais tolerante com meus pais, que apresentam as dificuldades inerentes à sua idade, e paciente comigo mesma, que sempre dependi de algumas convicções antes de agir, e elas têm sido mais raras, as dúvidas se acumulam. E mesmo quando as tenho — convicções — não bastam que sejam só minhas. (...) Mas a paciência é uma arte. Enquanto espero, escuto Lenine: “mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma/até quando o corpo pede um pouco mais de alma/a vida não para”. Talvez tenhamos que aguardar mais quatro anos, talvez apenas mais uns 20 dias. Respiremos fundo.
Martha Medeiros. A arde da paciência. O globlo / 10/2022
Durante todo o texto, Martha Medeiros corrobora a tese de ser expert em paciência. Não obstante, dentre as alternativas abaixo, pode-se perceber que um trecho destoa dessa ideia expressa pela autora. Assinale-o.
Alternativas
Q2206328 Português
[...] toda a atividade comunicativa de um locutor, numa situação de comunicação determinada, englobando não só o conjunto de enunciados por ele produzidos em tal situação - ou os seus e de seu interlocutor , no caso do diálogo - como também o evento de sua enunciação. TRAVAGLIA, L. C, 2009.
A partir da leitura do excerto, podemos reconhecer que ele traz a definição de: 
Alternativas
Q2206325 Português
Eu amanheci nervosa. Porque eu queria ficar em casa, mas eu não tinha nada para comer....Eu não ia comer porque o pão era pouco. Será que é só eu que levo esta vida? O que posso esperar do futuro? Um leito em Campos do Jordão. Eu quando estou com fome quero matar o Janio, quero enforcar o Adhemar e queimar o Juscelino. As dificuldades corta o afeto do povo pelos políticos. Maria Carolina de Jesus. Quarto de despejo: diário de uma favelada

Assinale a alternativa que apresenta um aspecto que NÃO se relaciona com o sentido do trecho acima.
Alternativas
Q2206289 Português
Existe uma questão central, que seria a valorização e a adjetivação do que é o saber. A ciência se coloca como único centro irradiador dos pensamentos e daquilo que é sinônimo de verdade! Mas essa ciência ocidental é nova e, para se constituir, ela precisou negar as muitas formas de produzir conhecimento, de interpretação do mundo, e ao fazer isso ela se colocou como o único centro de saber. Então quando falam dos muitos saberes indígenas, dos muitos povos, eu tenho percebido uma tentativa até por parte de alguns parentes de se colocar como uma parte da ciência, de colocar que nós, povos indígenas, também fazemos ciência e, como todos os termos são emprestados, nós os colocamos sempre em uma mediação. Particularmente, eu tenho muita preocupação em afirmar que os saberes indígenas são parte de uma ciência. Na verdade, eu acredito que nós não somos um ramo desta grande ciência: nós somos uma árvore própria enraizada na nossa ancestralidade e, de fato, cada povo tem a sua forma. Assim, cada árvore, cada povo constitui uma diversidade que incomoda! 
Disponível em: <https://revistas.uepg.br/index.php/uniletras/ Acesso: 10 mar. 2023.
De acordo com o texto, é correto afirmar que

Alternativas
Q2206278 Português

Leia o texto a seguir.

Mulher

Bebe dessa fonte que te espera

Minhas palavras doces ternas.

Grita ao mundo a tua história

Vá em frente e não desespera


Vem, irmã

Bebe da fonte verdadeira

Que faço erguer tua cabeça

Pois tua dor não é a primeira

E um novo dia sempre começa


Vem irmã

Despe toda a roupa suja

Fica nua pelas matas

Vomita o teu silêncio

E corre – criança – feito garça


Vem, irmã

Liberta tua alma aflita

Liberta teu coração amante

Procura a ti mesma e grita:

Sou uma mulher guerreira!

Sou uma mulher consciente!

POTIGUARA, Eliane. Metade cara, metade máscara. São Paulo: Global, 2004.


O objetivo do texto é

Alternativas
Q2206260 Português
Rede indígena
Um site brasileiro totalmente escrito em idioma indígena vem se mostrando um grande aliado na luta contra o desaparecimento de línguas nativas do Brasil. A página virtual Kanhgág Jógo (em português, Teia Kaingang), lançada em 2008, está permitindo a modernização e a manutenção do idioma tradicional da comunidade Kaingang, que, com seus cerca de 30 mil representantes em aldeias das regiões Sul e Sudeste, é uma das cinco maiores populações indígenas do país. Essa modernização ocorre não apenas pelo fato de a internet ser um suporte tecnológico de ponta, mas também por oferecer um espaço para a ampliação do uso e da geração de conteúdo no idioma kaingang.
Disponível em:<https://cienciahoje.org.br/acervo/rede-indigena/. > . Acesso em 4 mar. 2023.
De acordo com o texto, é correto afirmar que 
Alternativas
Q2206258 Português
Leia o fragmento de texto a seguir.
Segundo Luciano (2011), a educação como manejo do mundo vem para contrapor a ideia de educação para manipulação, exploração, dominação e destruição do mundo, pois a ciência, embora busque a compreensão da natureza, é sempre para subjugá-la, dominá-la, explorá-la como se isso fosse possível em sua plenitude e, não para compreendê-la, respeitá-la, protegê-la e cuidá-la como algo tão imprescindível para a vida no planeta.
LUCIANO, G. J. S.. Educação para o manejo e a domesticação do mundo entre a escola ideal e a escola real. Os dilemas da educação escolar indígena no Alto do Rio Negro. Tese. UnB: Brasília, 2011.
O fragmento tem o objetivo de
Alternativas
Q2206238 Português
“O consenso, na maior parte das atividades públicas, é fundamental à base de estrutura política. Sem qualidade de liderança não há objetivo, mas sem número de adeptos ponderável, não há o que objetivar. A fragmentação excessiva de uma filosofia básica faz com que muitos movimentos revolucionários acabem tendo mais profetas que seguidores.”
Millôr Fernandes
Nesse segmento há uma relação lógica entre profetas e seguidores, relação essa que se repete em 
Alternativas
Q2205784 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A gravidade era explicada antes de Newton

Obviamente, as coisas já caíam antes de Newton. Mas como será que as pessoas encaravam o fenômeno? Qual era a explicação, até o século XVII, para o que hoje chamamos de gravidade? Muitos anos depois de Newton, o físico alemão Albert Einstein diria que "a gravidade é a primeira coisa em que não pensamos". Afinal, parece natural a ideia de que uma pedra arremessada caia, do mesmo jeito que uma fruta não colhida do pé, ou que um tropeço bobo seja prenúncio de um tombo.

No livro 'Por Que as Coisas Caem? Uma História da Gravidade', publicado pela editora Zahar em 2009, os astrônomos Alexandre Cherman e Bruno Rainho Mendonça partem da constatação de que a gravidade, sem dúvida, é especial. "Se não fosse, como explicar que os dois maiores gênios das ciências, Isaac Newton e Albert Einstein, tenham se dedicado a ela? E não só isso: tenham sido alçado a essa condição genial justamente por terem vislumbrado parte de seus segredos?", escreve Cherman.

Segundo ele, a importância da gravidade reside em dois fatores: ela é universal, "para usar uma palavra cara a Newton", e geral, "usando um termo querido de Einstein". Mas como se explicava antes?

O sábio grego Aristóteles é considerado um dos mais influentes pensadores da história ocidental e muito da própria lógica do pensamento científico se deve a suas prerrogativas.

"Ele dividia um pouco os fenômenos a partir dos elementos, e entendia que havia uma tendência natural do objeto que pertencia a determinado elemento a voltar à posição desse elemento", explica o físico Rodrigo Panosso Macedo. "Assim, se um objeto era feito de terra, sua tendência natural seria voltar para a terra, por isso ele cairia. Já um objeto feito de ar gasoso teria a tendência natural de voltar para o ar, por isso ele subia."

Uma representação pictórica do século VIII a.C. indica que esse filósofo acreditava que a gravitação mantinha o Sistema Solar unido e que o Sol, por ser o astro com a maior massa, deveria ocupar a posição central no modelo.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c10q3z5rr4zo. Adaptado.
A história da maçã caindo sobre a cabeça do físico inglês Isaac Newton (1643-1727) pode não passar de uma lenda. Mas é consenso que a lei da gravitação universal, o princípio que explica por que as coisas caem, foi formulado por ele na obra Philosophiae Naturalis Principia Mathematica, em 1687. Assinale a opção CORRETA de acordo com o texto base. 
Alternativas
Q2205578 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que as adolescentes sofrem mais com problemas causados por redes sociais.

Um estudo do Centro de Controle de Doenças, com dados de 2021, indica que quase três em cada cinco meninas adolescentes relataram sentir-se constantemente tristes ou sem esperança, o que representa um aumento de quase 60% em relação a 2011, quando 36% das mulheres jovens disseram que se sentiam assim.

No caso dos meninos, também houve piora, mas bem menor, já que o número dos que relataram esses sentimentos negativos passou de 21% para 29% no mesmo período.

Embora as autoridades de saúde apontem que o alto risco de suicídio, depressão, uso de drogas e outros problemas em adolescentes respondem a uma mistura de vários fatores, os especialistas destacam o papel das redes sociais na deterioração da saúde mental dos jovens.

Entre esses especialistas, está Donna Jackson Nakazawa, escritora especializada em neurociência, imunologia e emoção que, no final de 2022, publicou o livro "Garotas no Limite", sem edição brasileira, no qual explora essa situação.

A autora explica as causas biológicas, sociais e culturais por trás do aumento chocante do número de adolescentes com problemas de depressão e ansiedade.

Embora reconheça que isso é causado por múltiplos fatores, ela afirma que "as redes sociais são as principais culpadas e são muito mais tóxicas para as meninas".

As meninas estão mais nas redes sociais do que os meninos. Sabemos que, mesmo que passem o mesmo tempo online que os homens, elas acabam se sentindo deprimidas, ansiosas, sem esperança e persistentemente tristes.

Em parte, isso tem causas externas. O que as meninas encontram nas redes sociais tem um teor muito mais sexista. É mais informações sobre seus corpos, seus rostos, sua pele, suas roupas, como elas se comparam fisicamente a algum falso ideal feminino sob o olhar masculino do que é perfeição, do que é aceitável e do que não é. Então, a carga que elas recebem é maior

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9x9dzl5p4po. Adaptado.
Alguns dizem que é uma emergência de saúde pública - e os números certamente indicam que algo está acontecendo. As adolescentes experimentam níveis sem precedentes de tristeza e ansiedade.
Assinale a opção CORRETA de acordo com o texto base.
Alternativas
Q2205498 Português
Leia a tira.
Imagem associada para resolução da questão

Quanto ao emprego do vocábulo fértil na tira, é correto afirmar que
Alternativas
Q2205491 Português
    Uma pesquisa demonstra que a melatonina, conhecida popularmente como “hormônio do sono”, a despeito de seu efeito antioxidante e regulador do sono, pode piorar a inflamação intestinal, dependendo do conjunto de bactérias que vivem no corpo humano, especialmente no intestino do hospedeiro – isto é, na microbiota, antigamente chamada “flora intestinal”.
       O uso de melatonina pela população, sem prescrição médica, tem sido bastante corriqueiro para dormir melhor. “O problema principal é que todo mundo acha que é inócuo, que um hormônio como a melatonina não causa males, só melhora o sono, e o que esse estudo acaba de revelar é que as pessoas têm de ficar atentas, porque uma suplementação hormonal pode melhorar o sono, mas pode piorar outra coisa”, diz a professora Cristina Ribeiro de Barros Cardoso, da Universidade de São Paulo (USP).
       No laboratório de Cardoso, enfermidades inflamatórias intestinais são pesquisadas, entre elas doença de Crohn e retocolite ulcerativa. São condições imunomediadas, ou seja, correspondem a respostas imunológicas descontroladas que acabam causando destruição no trato gastrointestinal e efeitos clínicos muito fortes, como dores abdominais, diarreias constantes, sangramentos e muita fadiga. É preciso, assim, diminuir ou suprimir a imunidade para reduzir a inflamação excessiva que causa danos ao intestino.
     A pesquisadora ressalta que muitos pacientes não respondem adequadamente nem mesmo aos tratamentos mais modernos e dispendiosos, gerando a necessidade de cirurgias para a remoção de partes do intestino. Esses são procedimentos bastante invasivos para os pacientes, com consequências diretas na sua qualidade de vida, o que levou o grupo de pesquisa a procurar novas opções terapêuticas.
        A melatonina, então, entrou no foco de investigação do grupo de Cardoso. O hormônio pode atuar como antioxidante e melhorar diversas condições fisiológicas ou patológicas. “Começamos esse trabalho imaginando que teríamos um potencial novo tratamento para doença de Crohn e retocolite ulcerativa, mas, para nossa surpresa, o que vimos foi exatamente o contrário. E esse alerta precisa ser feito”, ressalva Cardoso.

(Ricardo Muniz. Melatonina, comumente usada para dormir melhor, pode piorar quadros de inflamação intestinal. www1.folha.uol.com.br, 28.04.2023. Adaptado)
Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma no texto.
Alternativas
Q2205490 Português
    Uma pesquisa demonstra que a melatonina, conhecida popularmente como “hormônio do sono”, a despeito de seu efeito antioxidante e regulador do sono, pode piorar a inflamação intestinal, dependendo do conjunto de bactérias que vivem no corpo humano, especialmente no intestino do hospedeiro – isto é, na microbiota, antigamente chamada “flora intestinal”.
       O uso de melatonina pela população, sem prescrição médica, tem sido bastante corriqueiro para dormir melhor. “O problema principal é que todo mundo acha que é inócuo, que um hormônio como a melatonina não causa males, só melhora o sono, e o que esse estudo acaba de revelar é que as pessoas têm de ficar atentas, porque uma suplementação hormonal pode melhorar o sono, mas pode piorar outra coisa”, diz a professora Cristina Ribeiro de Barros Cardoso, da Universidade de São Paulo (USP).
       No laboratório de Cardoso, enfermidades inflamatórias intestinais são pesquisadas, entre elas doença de Crohn e retocolite ulcerativa. São condições imunomediadas, ou seja, correspondem a respostas imunológicas descontroladas que acabam causando destruição no trato gastrointestinal e efeitos clínicos muito fortes, como dores abdominais, diarreias constantes, sangramentos e muita fadiga. É preciso, assim, diminuir ou suprimir a imunidade para reduzir a inflamação excessiva que causa danos ao intestino.
     A pesquisadora ressalta que muitos pacientes não respondem adequadamente nem mesmo aos tratamentos mais modernos e dispendiosos, gerando a necessidade de cirurgias para a remoção de partes do intestino. Esses são procedimentos bastante invasivos para os pacientes, com consequências diretas na sua qualidade de vida, o que levou o grupo de pesquisa a procurar novas opções terapêuticas.
        A melatonina, então, entrou no foco de investigação do grupo de Cardoso. O hormônio pode atuar como antioxidante e melhorar diversas condições fisiológicas ou patológicas. “Começamos esse trabalho imaginando que teríamos um potencial novo tratamento para doença de Crohn e retocolite ulcerativa, mas, para nossa surpresa, o que vimos foi exatamente o contrário. E esse alerta precisa ser feito”, ressalva Cardoso.

(Ricardo Muniz. Melatonina, comumente usada para dormir melhor, pode piorar quadros de inflamação intestinal. www1.folha.uol.com.br, 28.04.2023. Adaptado)
De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q2205216 Português

Texto para o item.



                                          Arquitetura



Internet: <www.cauto.gov.br> (com adaptações).

Acerca da estrutura do texto, julgue o item.


A preposição “por” (linha 2) foi utilizada como um mecanismo de coesão, para veicular uma ideia de consequência.


Alternativas
Q2205211 Português

Texto para o item.



                                          Arquitetura



Internet: <www.cauto.gov.br> (com adaptações).

Acerca da estrutura do texto, julgue o item.


A expressão “seus diferentes momentos” (linhas 5 e 6) remete ao título do texto.


Alternativas
Respostas
10441: B
10442: E
10443: C
10444: E
10445: C
10446: D
10447: B
10448: B
10449: C
10450: E
10451: C
10452: B
10453: E
10454: B
10455: A
10456: C
10457: D
10458: B
10459: E
10460: E