Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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I. Em “Essa diferença importa porque o entusiasmo [...]”, o vocábulo “Essa” é classificado como pronome demonstrativo.
II. Em “O desempenho escolar também pode ser um sinal”, o vocábulo “escolar” é classificado como substantivo.
III. Em “dificilmente resolve o problema”, o vocábulo “dificilmente” é classificado como adjetivo, pois atribui uma característica ao substantivo “problema”.
IV. Em “sem que ninguém perceba muito bem quando começou”, o vocábulo “ninguém” é classificado como pronome indefinido.
Quais estão corretas?
O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva
Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.
Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.
Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.
Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.
Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.
Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.
Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.
A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.
O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.
Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)
O futuro nasce em Belém, mas só existe com a Amazônia viva
Agora que a COP30 na Floresta Amazônica passou e deixou claro o quanto ainda temos de trabalho pela frente na adaptação climática, faço um convite: imagine o mundo sem a Amazônia. Para a ciência, esse cenário deixou de ser apenas uma hipótese distante. Pesquisadores alertam que, se cerca de 20% da floresta for destruída, o bioma pode atingir um ponto de não retorno, entrando em colapso e se transformando, de forma irreversível, em uma savana degradada.
Não se trata apenas da perda de uma floresta, mas do colapso de um sistema que regula chuvas, estabiliza temperaturas, alimenta rios, garante energia e sustenta a agricultura em grande parte do país. A Amazônia é a infraestrutura invisível que sustenta a vida brasileira.
Sem ela, o Brasil seria mais quente, mais seco, mais caro e muito mais vulnerável, enquanto o mundo enfrentaria eventos extremos ainda mais frequentes, da escassez de alimentos ao agravamento da crise climática global. Pensar nesse vazio também exige imaginar o destino de um território que hoje simboliza a possibilidade de um futuro diferente: Belém.
Belém tornou-se um dos principais laboratórios vivos de inovação socioambiental do Brasil. A cidade consolidou um ecossistema onde ciência, cultura e saberes tradicionais se encontram para criar novos modelos de desenvolvimento. Sua vocação como porta de entrada da Amazônia se reafirma com iniciativas que integram clima, tecnologia e identidade territorial.
Um exemplo é o Parque de Bioeconomia, concebido como um hub de pesquisa, negócios sustentáveis e transformação de ativos da floresta em oportunidades econômicas que respeitam o território. Ele mostra que a Amazônia não é sinônimo de atraso, mas de vanguarda, e que a floresta em pé pode gerar valor, renda e inovação.
Sem a Amazônia, projetos como esse perderiam o sentido. A bioeconomia amazônica depende da floresta viva: dos compostos naturais que alimentam pesquisas, das cadeias produtivas baseadas em manejo sustentável, dos conhecimentos tradicionais que orientam a inovação e de uma biodiversidade que nenhum laboratório no mundo consegue reproduzir. Um país sem Amazônia seria também um país sem sua mais promissora plataforma de desenvolvimento do século 21.
Estudos reunidos em “Soluções em Clima e Natureza do Brasil”, dos institutos Arapyaú e Itaúsa, mostram que o Brasil está entre os poucos países capazes de gerar soluções climáticas em escala, com agricultura tropical avançada, energia limpa, bioinsumos e restauração florestal. Nada disso se sustenta sem o equilíbrio climático moldado pela floresta, que garante umidade, energia e reduz o risco de eventos extremos. Sua perda eliminaria essas vantagens, elevaria custos e ampliaria prejuízos econômicos.
A Amazônia também é um dos polos culturais mais vibrantes do país. A economia criativa amazônica, observada pelo mundo, combina arte, música, moda, gastronomia e narrativas profundamente ligadas ao território. Belém é um de seus epicentros. No Amazonas, Parintins expressa de forma clara como floresta, cultura e economia caminham juntas. O festival movimenta milhões, gera empregos e projeta narrativas amazônicas globalmente. Sem a floresta em pé, manifestações como essa deixariam de existir como são hoje.
O mais contraditório é que as soluções já existem. O Brasil tem capacidade de restaurar áreas degradadas, fortalecer cadeias de baixo carbono, ampliar a bioeconomia e conectar inovação científica a saberes tradicionais. Belém exemplifica esse futuro possível. O que falta não é tecnologia, mas decisão política e continuidade.
Pensar no que aconteceria sem a Amazônia não é especulação. É dimensionar a perda econômica, climática, cultural e estratégica que o país enfrentaria. A floresta é mais do que um bioma: é a base do presente e do futuro brasileiro. A pergunta, portanto, não é imaginar o mundo sem Amazônia, mas entender que, sem ela, não há futuro possível.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/papo-de-responsa/. Acesso em: janeiro de 2026.)
• “A filha saiu pelo mundo em ofício de¹ infinita teceloa.”
• “Ao fio e ao cabo, ela já amealhava uma porção de² teias [...]
Em:
O diretor nos recebeu com muita gentileza durante a reunião de ontem.
Como se classificam morfologicamente os termos destacados, respectivamente?
I. Botão/botãos.
II. Lição/lições.
III. Pão/pões.
Está CORRETO o que se afirma:
TEXTO I
O HOMEM E A SERPENTE
O filho de um camponês pisou, por acaso, na cauda de uma serpente, que se virou e o mordeu, de tal forma que o jovem veio a falecer.
O pai, furioso, pegou seu machado e, perseguindo a serpente, cortou-lhe parte da cauda. Então, a cobra, como vingança, começou a picar o gado do agricultor, causando-lhe grandes prejuízos na fazenda.
Assim, o Agricultor achou melhor tentar fazer as pazes com a Serpente e levou comida e mel à entrada da sua toca. Ao chegar lá, disse-lhe:
- Vamos esquecer tudo e perdoar um ao outro? Talvez tenhas razão em castigar o meu filho e vingar-te do meu gado, mas certamente que eu tinha razão em tentar vingar-me dele. Agora que estamos ambos satisfeitos, por que não havemos de nos tornar amigos?
- Não! De modo algum – disse a Serpente, completando – leva os teus presentes. Tu nunca poderás esquecer a morte do teu filho, nem eu a perda da minha cauda. Fonte: ESOPO. Fábulas de Esopo. O homem e a serpente.
Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. O homem e a serpente. Fonte: 82 Fábulas de Esopo em prosa. (adaptado).(adaptado).
29 de fevereiro: um dia cheio de curiosidades
Presente no calendário gregoriano, de quatro em quatro anos, o 29 de fevereiro tem a função de sincronizar os dias do ano às estações. O dia extra aparece para compensar o verdadeiro período de rotação da Terra, que demora 365 dias e 6 horas para orbitar o sol. Ao fim de um período de quatro anos, essas horas excedentes são unidas para virar um dia adicional.
Como saber quais anos contam com um dia a mais no calendário? Para começar, eles devem ser divisíveis por quatro. Mas, no caso dos múltiplos de 100, eles devem ser obrigatoriamente divisíveis também por 400. Portanto, 2000 foi ano bissexto, mas 1900, 1800 e 1700 não.
Por que esses anos se chamam “bissextos”? Ao contrário do que alguns pensam, não é porque há dois números “6” na quantidade de dias do ano (366). A expressão veio da Roma Antiga, quando os dias tinham nomes baseados no ciclo lunar. Assim, dia 24 de fevereiro se chamava “antediem sextum calendas martii”, ou seja, “sexto dia antes da lua nova de março”. Antes de ser instituído o 29 de fevereiro, o dia 24 de fevereiro era duplicado de 4 em 4 anos. Portanto, nesses anos ele era chamado de “antediem bis-sextum calendas martii”, algo como “duas vezes o sexto dia antes da lua nova de março”.
Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
Analisar as frases abaixo.
“Mal podíamos esperar a hora da janta chegar.”
“Ela sempre janta muito cedo.”
Qual é a relação que as palavras destacadas estabelecem entre si?
29 de fevereiro: um dia cheio de curiosidades
Presente no calendário gregoriano, de quatro em quatro anos, o 29 de fevereiro tem a função de sincronizar os dias do ano às estações. O dia extra aparece para compensar o verdadeiro período de rotação da Terra, que demora 365 dias e 6 horas para orbitar o sol. Ao fim de um período de quatro anos, essas horas excedentes são unidas para virar um dia adicional.
Como saber quais anos contam com um dia a mais no calendário? Para começar, eles devem ser divisíveis por quatro. Mas, no caso dos múltiplos de 100, eles devem ser obrigatoriamente divisíveis também por 400. Portanto, 2000 foi ano bissexto, mas 1900, 1800 e 1700 não.
Por que esses anos se chamam “bissextos”? Ao contrário do que alguns pensam, não é porque há dois números “6” na quantidade de dias do ano (366). A expressão veio da Roma Antiga, quando os dias tinham nomes baseados no ciclo lunar. Assim, dia 24 de fevereiro se chamava “antediem sextum calendas martii”, ou seja, “sexto dia antes da lua nova de março”. Antes de ser instituído o 29 de fevereiro, o dia 24 de fevereiro era duplicado de 4 em 4 anos. Portanto, nesses anos ele era chamado de “antediem bis-sextum calendas martii”, algo como “duas vezes o sexto dia antes da lua nova de março”.
Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
Considerando o aumentativo das palavras, analisar os itens.
I. Gato/gatarrão.
II. Nariz/narilão.
III. Vento/ventarilão.
IV. Pedra/pedroso.
Está CORRETO o que se afirma:
29 de fevereiro: um dia cheio de curiosidades
Presente no calendário gregoriano, de quatro em quatro anos, o 29 de fevereiro tem a função de sincronizar os dias do ano às estações. O dia extra aparece para compensar o verdadeiro período de rotação da Terra, que demora 365 dias e 6 horas para orbitar o sol. Ao fim de um período de quatro anos, essas horas excedentes são unidas para virar um dia adicional.
Como saber quais anos contam com um dia a mais no calendário? Para começar, eles devem ser divisíveis por quatro. Mas, no caso dos múltiplos de 100, eles devem ser obrigatoriamente divisíveis também por 400. Portanto, 2000 foi ano bissexto, mas 1900, 1800 e 1700 não.
Por que esses anos se chamam “bissextos”? Ao contrário do que alguns pensam, não é porque há dois números “6” na quantidade de dias do ano (366). A expressão veio da Roma Antiga, quando os dias tinham nomes baseados no ciclo lunar. Assim, dia 24 de fevereiro se chamava “antediem sextum calendas martii”, ou seja, “sexto dia antes da lua nova de março”. Antes de ser instituído o 29 de fevereiro, o dia 24 de fevereiro era duplicado de 4 em 4 anos. Portanto, nesses anos ele era chamado de “antediem bis-sextum calendas martii”, algo como “duas vezes o sexto dia antes da lua nova de março”.
Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
TEXTO I
Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil
Modelo usado pelo Instituto Militar de Engenharia foi colocado em uma viatura e realizou saudação durante o desfile em Brasília
Um robô humanoide fardado do Exército Brasileiro chamou atenção durante o desfile cívico-militar do 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. As plataformas de marketplace vendem o equipamento, que a chinesa Unitre Robotics fabrica, por cerca de R$ 194 mil.
O Exército confirmou que o modelo usado na cerimônia é o Unitree G1, na versão EDU. O Instituto Militar de Engenharia (IME) adquiriu o equipamento com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.
Durante o desfile, o robô permaneceu sobre uma viatura Marruá e realizou movimentos de saudação protocolar diante da tribuna principal. O equipamento acenou para o público e bateu continência aos chefes dos Três Poderes presentes no palanque.
Entre as autoridades estavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, sorriu, aplaudiu e retribuiu a saudação feita pelo robô.
Equipamento é usado em pesquisas do Exército
No IME, o robô integra atividades de ensino, pesquisa e extensão. Segundo o Exército, os dados coletados pelos sensores e a capacidade de processamento do equipamento servem ao desenvolvimento de algoritmos de controle e atuadores.
As pesquisas abrangem áreas como robótica, inteligência artificial, percepção ambiental, navegação e autonomia de sistemas. A chinesa Unitree Robotics projetou o equipamento também para operações em ambientes de risco. Entre suas funções estão a inspeção, identificação, manipulação e neutralização de artefatos explosivos a distância.
O Centro de Comunicação Social do Exército informou que não existe previsão de emprego operacional direto do robô humanoide pela força. Os algoritmos desenvolvidos na plataforma, contudo, podem ter aplicação em tecnologias militares utilizadas em conflitos modernos. Entre os possíveis usos citados pelo Exército estão sistemas embarcados em drones, armamentos remotos, veículos autônomos e robôs destinados à detecção e à desativação de bombas.
Fonte: BATALHA, Victória. Revista Oeste, Tecnologia. Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil. https://revistaoeste.com/tecnologia/robo-humanoide-do-exercito-custa-r-194-mil/ (adaptado).
Analise o fragmento abaixo que servirá de base para a análise da questão.
“O Centro de Comunicação Social do Exército informou que não existe previsão de emprego operacional direto do robô humanoide pela força. Os algoritmos desenvolvidos na plataforma, contudo, podem ter aplicação em tecnologias militares utilizadas em conflitos modernos. Entre os possíveis usos citados pelo Exército estão sistemas embarcados em drones, armamentos remotos, veículos autônomos e robôs destinados à detecção e à desativação de bombas.”
De acordo com as regras de Morfologia, assinale a alternativa cujos vocábulos em destaque no contexto pertençam à mesma classe de palavra.
TEXTO I
Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil
Modelo usado pelo Instituto Militar de Engenharia foi colocado em uma viatura e realizou saudação durante o desfile em Brasília
Um robô humanoide fardado do Exército Brasileiro chamou atenção durante o desfile cívico-militar do 7 de Setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. As plataformas de marketplace vendem o equipamento, que a chinesa Unitre Robotics fabrica, por cerca de R$ 194 mil.
O Exército confirmou que o modelo usado na cerimônia é o Unitree G1, na versão EDU. O Instituto Militar de Engenharia (IME) adquiriu o equipamento com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.
Durante o desfile, o robô permaneceu sobre uma viatura Marruá e realizou movimentos de saudação protocolar diante da tribuna principal. O equipamento acenou para o público e bateu continência aos chefes dos Três Poderes presentes no palanque.
Entre as autoridades estavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, sorriu, aplaudiu e retribuiu a saudação feita pelo robô.
Equipamento é usado em pesquisas do Exército
No IME, o robô integra atividades de ensino, pesquisa e extensão. Segundo o Exército, os dados coletados pelos sensores e a capacidade de processamento do equipamento servem ao desenvolvimento de algoritmos de controle e atuadores.
As pesquisas abrangem áreas como robótica, inteligência artificial, percepção ambiental, navegação e autonomia de sistemas. A chinesa Unitree Robotics projetou o equipamento também para operações em ambientes de risco. Entre suas funções estão a inspeção, identificação, manipulação e neutralização de artefatos explosivos a distância.
O Centro de Comunicação Social do Exército informou que não existe previsão de emprego operacional direto do robô humanoide pela força. Os algoritmos desenvolvidos na plataforma, contudo, podem ter aplicação em tecnologias militares utilizadas em conflitos modernos. Entre os possíveis usos citados pelo Exército estão sistemas embarcados em drones, armamentos remotos, veículos autônomos e robôs destinados à detecção e à desativação de bombas.
Fonte: BATALHA, Victória. Revista Oeste, Tecnologia. Robô humanoide do Exército custa R$ 194 mil. https://revistaoeste.com/tecnologia/robo-humanoide-do-exercito-custa-r-194-mil/ (adaptado).
(1) Prefixo.
(2) Sufixo.
( ) Arcebispo.
( ) Infeliz.
( ) Professor.
( ) Dezena.

