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Questões de Concurso Sobre morfologia em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 27.227 questões

Q4222454 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.


Soroterapia não tem benefícios comprovados para pessoas saudáveis e pode trazer riscos, alerta a Anvisa


    Promessas de mais energia, fortalecimento da imunidade, rejuvenescimento e ate um suposto efeito "detox" têm impulsionado a popularização da soroterapia nas redes sociais. lrzlas a Anvisa alerta que esses benefícios não são comprovados por evidências científicas. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias deve ser indicada apenas em situações clínicas específicas, para tratar deficiências diagnosticadas e sempre sob orientação do profissional de saúde competente.

    A soroterapia consiste na administração de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias diretamente na corrente sanguínea, por via intravenosa. Embora o procedimento faça parte da prática médica em situações específicas, ele passou a ser divulgado para pessoas saudáveis como uma forma de aumentar a disposição, fortalecer a imunidade, rejuvenescer e promover um suposto efeito "detox". A Anvisa afirma, porém, que não há evidências científicas que comprovem esses benefícios.

    Segundo a agência, a administração intravenosa de nutrientes e medicamentos é um recurso terapêutico utilizado em situações específicas. O procedimento pode ser necessário, por exemplo, para pessoas: desidratadas; internadas; que não conseguem receber nutrientes pela alimentação; e com deficiências nutricionais clinicamente diagnosticadas. Fora desses casos, a agência informa que não há comprovação científica de que a soroterapia seja segura e eficaz para melhorar a saúde, prevenir doenças ou aumentar o bem-estar de pessoas saudáveis.

    A Anvisa destaca que a oferta da soroterapia para pessoas sem indicação clínica costuma ser acompanhada de promessas de benefícios que não são sustentadas por evidências científicas. Entre as alegações mais frequentes estão: aumento da energia; fortalecimento da imunidade; rejuvenescimento; e efeito "detox".

    Além da falta de comprovação dos benefícios divulgados, a Anvisa alerta que a aplicação de substâncias diretamente na veia pode provocar complicações. Entre os riscos estão: infecções; reações alérgicas; e outros problemas relacionados ao procedimento intravenoso. Por isso, a agência orienta que esse tipo de tratamento seja realizado apenas quando houver necessidade clínica e indicação do profissional habilitado.

    Outro ponto destacado pela agência é que produtos aplicados por injeção não podem ser classificados como cosméticos. Cosméticos são produtos destinados exclusivamente ao uso externo, aplicados na pele, cabelos, unhas, lábios, dentes ou na parte externa da boca. Quando um produto é administrado por injeção, ele deve ser enquadrado como medicamento ou dispositivo médico, categorias que precisam estar aprovadas pela Anvisa para utilização.

    Diante da crescente divulgação da soroterapia para pessoas saudáveis, a Anvisa recomenda cautela diante de promessas de melhora da saúde, da imunidade, do bemestar ou de rejuvenescimento que não tenham respaldo científico. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas e outras substâncias deve permanecer restrita às situações em que exista necessidade clínica comprovada, com indicação e acompanhamento do profissional de saúde competente.


Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/07/14/soroterapianao-tem-beneficios-comprovados-para-pessoas-saudaveis-e-pode-trazer-riscos-alerta-ministerio-da-saude.ghtml (adaptado)
O termo soroterapia é formado por um processo de estruturação morfológica presente na Língua Portuguesa. Diante disso, assinale a alternativa que identifica de forma CORRETA o processo de formação desse vocábulo.
Alternativas
Q4222453 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.


Soroterapia não tem benefícios comprovados para pessoas saudáveis e pode trazer riscos, alerta a Anvisa


    Promessas de mais energia, fortalecimento da imunidade, rejuvenescimento e ate um suposto efeito "detox" têm impulsionado a popularização da soroterapia nas redes sociais. lrzlas a Anvisa alerta que esses benefícios não são comprovados por evidências científicas. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias deve ser indicada apenas em situações clínicas específicas, para tratar deficiências diagnosticadas e sempre sob orientação do profissional de saúde competente.

    A soroterapia consiste na administração de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias diretamente na corrente sanguínea, por via intravenosa. Embora o procedimento faça parte da prática médica em situações específicas, ele passou a ser divulgado para pessoas saudáveis como uma forma de aumentar a disposição, fortalecer a imunidade, rejuvenescer e promover um suposto efeito "detox". A Anvisa afirma, porém, que não há evidências científicas que comprovem esses benefícios.

    Segundo a agência, a administração intravenosa de nutrientes e medicamentos é um recurso terapêutico utilizado em situações específicas. O procedimento pode ser necessário, por exemplo, para pessoas: desidratadas; internadas; que não conseguem receber nutrientes pela alimentação; e com deficiências nutricionais clinicamente diagnosticadas. Fora desses casos, a agência informa que não há comprovação científica de que a soroterapia seja segura e eficaz para melhorar a saúde, prevenir doenças ou aumentar o bem-estar de pessoas saudáveis.

    A Anvisa destaca que a oferta da soroterapia para pessoas sem indicação clínica costuma ser acompanhada de promessas de benefícios que não são sustentadas por evidências científicas. Entre as alegações mais frequentes estão: aumento da energia; fortalecimento da imunidade; rejuvenescimento; e efeito "detox".

    Além da falta de comprovação dos benefícios divulgados, a Anvisa alerta que a aplicação de substâncias diretamente na veia pode provocar complicações. Entre os riscos estão: infecções; reações alérgicas; e outros problemas relacionados ao procedimento intravenoso. Por isso, a agência orienta que esse tipo de tratamento seja realizado apenas quando houver necessidade clínica e indicação do profissional habilitado.

    Outro ponto destacado pela agência é que produtos aplicados por injeção não podem ser classificados como cosméticos. Cosméticos são produtos destinados exclusivamente ao uso externo, aplicados na pele, cabelos, unhas, lábios, dentes ou na parte externa da boca. Quando um produto é administrado por injeção, ele deve ser enquadrado como medicamento ou dispositivo médico, categorias que precisam estar aprovadas pela Anvisa para utilização.

    Diante da crescente divulgação da soroterapia para pessoas saudáveis, a Anvisa recomenda cautela diante de promessas de melhora da saúde, da imunidade, do bemestar ou de rejuvenescimento que não tenham respaldo científico. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas e outras substâncias deve permanecer restrita às situações em que exista necessidade clínica comprovada, com indicação e acompanhamento do profissional de saúde competente.


Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/07/14/soroterapianao-tem-beneficios-comprovados-para-pessoas-saudaveis-e-pode-trazer-riscos-alerta-ministerio-da-saude.ghtml (adaptado)
Considere as propostas de concordância nominal adaptadas a partir do texto e assinale a alternativa que atende totalmente às regras da norma-padrão.
Alternativas
Q4222452 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.


Soroterapia não tem benefícios comprovados para pessoas saudáveis e pode trazer riscos, alerta a Anvisa


    Promessas de mais energia, fortalecimento da imunidade, rejuvenescimento e ate um suposto efeito "detox" têm impulsionado a popularização da soroterapia nas redes sociais. lrzlas a Anvisa alerta que esses benefícios não são comprovados por evidências científicas. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias deve ser indicada apenas em situações clínicas específicas, para tratar deficiências diagnosticadas e sempre sob orientação do profissional de saúde competente.

    A soroterapia consiste na administração de vitaminas, nutrientes, medicamentos e outras substâncias diretamente na corrente sanguínea, por via intravenosa. Embora o procedimento faça parte da prática médica em situações específicas, ele passou a ser divulgado para pessoas saudáveis como uma forma de aumentar a disposição, fortalecer a imunidade, rejuvenescer e promover um suposto efeito "detox". A Anvisa afirma, porém, que não há evidências científicas que comprovem esses benefícios.

    Segundo a agência, a administração intravenosa de nutrientes e medicamentos é um recurso terapêutico utilizado em situações específicas. O procedimento pode ser necessário, por exemplo, para pessoas: desidratadas; internadas; que não conseguem receber nutrientes pela alimentação; e com deficiências nutricionais clinicamente diagnosticadas. Fora desses casos, a agência informa que não há comprovação científica de que a soroterapia seja segura e eficaz para melhorar a saúde, prevenir doenças ou aumentar o bem-estar de pessoas saudáveis.

    A Anvisa destaca que a oferta da soroterapia para pessoas sem indicação clínica costuma ser acompanhada de promessas de benefícios que não são sustentadas por evidências científicas. Entre as alegações mais frequentes estão: aumento da energia; fortalecimento da imunidade; rejuvenescimento; e efeito "detox".

    Além da falta de comprovação dos benefícios divulgados, a Anvisa alerta que a aplicação de substâncias diretamente na veia pode provocar complicações. Entre os riscos estão: infecções; reações alérgicas; e outros problemas relacionados ao procedimento intravenoso. Por isso, a agência orienta que esse tipo de tratamento seja realizado apenas quando houver necessidade clínica e indicação do profissional habilitado.

    Outro ponto destacado pela agência é que produtos aplicados por injeção não podem ser classificados como cosméticos. Cosméticos são produtos destinados exclusivamente ao uso externo, aplicados na pele, cabelos, unhas, lábios, dentes ou na parte externa da boca. Quando um produto é administrado por injeção, ele deve ser enquadrado como medicamento ou dispositivo médico, categorias que precisam estar aprovadas pela Anvisa para utilização.

    Diante da crescente divulgação da soroterapia para pessoas saudáveis, a Anvisa recomenda cautela diante de promessas de melhora da saúde, da imunidade, do bemestar ou de rejuvenescimento que não tenham respaldo científico. Segundo a agência, a administração intravenosa de vitaminas e outras substâncias deve permanecer restrita às situações em que exista necessidade clínica comprovada, com indicação e acompanhamento do profissional de saúde competente.


Fonte: https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/07/14/soroterapianao-tem-beneficios-comprovados-para-pessoas-saudaveis-e-pode-trazer-riscos-alerta-ministerio-da-saude.ghtml (adaptado)
No trecho ...não há comprovação científica de que a soroterapia seja segura e eficaz..., o adjetivo sublinhado pode ser substituído, sem qualquer alteração de sentido no contexto e preservando a correção sintática, por:
Alternativas
Q4222297 Português
Quanto ao correto uso dos porquês, marque a alternativa indevida.
Alternativas
Q4222270 Português
Nos processos de formação de palavras, marque a coluna com parênteses de acordo com os significados das palavras da coluna numerada.
1- Derivação prefixal ou prefixação.
2- Derivação sufixal ou sufixação.
3- Derivação sufixal e prefixal.
4- Composição por justaposição.
( ) Refazer.
( ) Passatempo.
( ) Padeiro.
( ) Abusivamente.
Alternativas
Q4222243 Português
Imagem associada para resolução da questão Fonte: https://www.google.com/

De acordo com a tirinha, no primeiro quadrinho, (mas); no segundo, (ontem); no terceiro, (com) e no quarto (muito), são respectivamente:
Alternativas
Q4222240 Português
Nos processos de formação de palavras, marque a coluna com parênteses de acordo com os significados das palavras da coluna numerada.
1- Derivação prefixal ou prefixação.
2- Derivação sufixal ou sufixação.
3- Derivação sufixal e prefixal.
4- Composição por aglutinação.
( ) Preconceito.
( ) Embora.
( ) Meloso.
( ) Desnivelar.
Alternativas
Q4222183 Português
Nos processos de formação de palavras, marque a coluna com parênteses de acordo com os significados das palavras da coluna numerada.
1- Derivação prefixal ou prefixação.
2- Derivação sufixal ou sufixação.
3- Derivação sufixal e prefixal.
4- Composição por justaposição.
( ) Antebraço.
( ) Malmequer.
( ) Leitura.
( ) Acaloradamente.
Alternativas
Q4222087 Português
Em significação das palavras, os pares correto/certo; sim/não; auto/alto; celeiro/seleiro, são respectivamente:
Alternativas
Q4221962 Português
Assinale a alternativa, onde temos antônimos.
Alternativas
Q4221961 Português
14.jpg (297×379)
Fonte: https://www.google.com/
De acordo com a tirinha, no primeiro quadrinho, (aí); no segundo, (Noé); no terceiro, (na) e no quarto (da), são respectivamente:
Alternativas
Q4221960 Português
Esta casa é bonita. As palavras grifadas são respectivamente: 
Alternativas
Q4221957 Português
Em significação das palavras, designe a alternativa, onde temos sinônimos.
Alternativas
Q4221953 Português

6.jpg (295×332)


Fonte: https://www.google.com/


De acordo com a tirinha, no primeiro quadrinho, (está); no segundo, (para); no quarto, (você), (nunca), são respectivamente:

Alternativas
Q4221766 Português

No quadro, as palavras eu, para, ontem, nova, são respectivamente:


10.jpg (391×297)

Alternativas
Q4221764 Português
Especifique a alternativa, onde se localizam antônimos.
Alternativas
Q4221763 Português
Sinônimos são palavras de sentido igual ou aproximado. Sendo assim, aponte a alternativa onde eles se encontram. 
Alternativas
Q4221238 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Contribuições da literatura infantil digital no processo de aprendizagem de crianças


    A literatura infantil é essencial para o desenvolvimento das crianças, pois auxilia na construção cognitiva e emocional, favorecendo a imaginação e a linguística durante o processo de crescimento. O ato de contar e ler histórias é uma prática milenar da humanidade e, com o avanço da tecnologia, os livros impressos passaram a coexistir juntamente com formatos digitais, possibilitando novas experiências de leitura.

    A Literatura infantil Digital (LID) distingue-se dos livros digitalizados, pois utiliza a multimodalidade e a interatividade para enriquecer a experiência do leitor. São combinadas diferentes formas de linguagem com o intuito de construir narrativas mais dinâmicas, promovendo uma nova forma de engajamento.

    Os recursos que compõem a interatividade e multimodalidade favorecem a imersão do leitor no contexto das histórias; a sequência de telas, a movimentação do dispositivo, a narração e a música, ao serem combinadas, permitem uma experiência estética, conectando, de forma sensorial e emocional, o leitor à cada narrativa. Entretanto, apesar dos benefícios, os elementos multimídia nos livros digitais podem representar um desafio. Recursos interativos mal planejados podem sobrecarregar cognitivamente as crianças, desviando a atenção da leitura e reduzindo a compreensão textual.

    Assim, nesse novo contexto, em que o desenvolvimento infantil ocorre paralelamente com o surgimento de novas tecnologias, ampliam-se as formas pelas quais as crianças entram em contato com as narrativas e as práticas de linguagem. Vygotsky nos mostra, à luz da teoria sociocultural, que os livros infantis digitais podem ser compreendidos como uma nova ferramenta de mediação de aprendizagem, ao compreender que as funções psicológicas superiores ocorrem por meio de processos sociais que posteriormente são internalizados pela criança.

    Diante desses desafios e oportunidades, a LID se apresenta como um recurso promissor na formação de leitores na contemporaneidade. Estudos apontam que seu impacto depende de uma implementação cuidadosa, garantindo que os livros digitais sejam utilizados de forma equilibrada, complementando os suportes impressos e incentivando a leitura crítica para crianças.


Adaptado de: SOUZA, M. S. B.; CORIOLANO-MARINUS, M. W. L.; SANTOS, S.V. Contribuições da literatura infantil digital no processo de aprendizagem de crianças: uma revisão bibliográfica (2014-2024). Educ. Form., Fortaleza, v. 11, e16233, 2026.
No segundo parágrafo do texto, lê-se a seguinte passagem: São combinadas diferentes formas de linguagem com o intuito de construir narrativas mais dinâmicas... Do ponto de vista da morfossintaxe da Língua Portuguesa, a palavra mais, no contexto em que está inserida, classifica-se gramaticalmente como:
Alternativas
Q4221237 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Contribuições da literatura infantil digital no processo de aprendizagem de crianças


    A literatura infantil é essencial para o desenvolvimento das crianças, pois auxilia na construção cognitiva e emocional, favorecendo a imaginação e a linguística durante o processo de crescimento. O ato de contar e ler histórias é uma prática milenar da humanidade e, com o avanço da tecnologia, os livros impressos passaram a coexistir juntamente com formatos digitais, possibilitando novas experiências de leitura.

    A Literatura infantil Digital (LID) distingue-se dos livros digitalizados, pois utiliza a multimodalidade e a interatividade para enriquecer a experiência do leitor. São combinadas diferentes formas de linguagem com o intuito de construir narrativas mais dinâmicas, promovendo uma nova forma de engajamento.

    Os recursos que compõem a interatividade e multimodalidade favorecem a imersão do leitor no contexto das histórias; a sequência de telas, a movimentação do dispositivo, a narração e a música, ao serem combinadas, permitem uma experiência estética, conectando, de forma sensorial e emocional, o leitor à cada narrativa. Entretanto, apesar dos benefícios, os elementos multimídia nos livros digitais podem representar um desafio. Recursos interativos mal planejados podem sobrecarregar cognitivamente as crianças, desviando a atenção da leitura e reduzindo a compreensão textual.

    Assim, nesse novo contexto, em que o desenvolvimento infantil ocorre paralelamente com o surgimento de novas tecnologias, ampliam-se as formas pelas quais as crianças entram em contato com as narrativas e as práticas de linguagem. Vygotsky nos mostra, à luz da teoria sociocultural, que os livros infantis digitais podem ser compreendidos como uma nova ferramenta de mediação de aprendizagem, ao compreender que as funções psicológicas superiores ocorrem por meio de processos sociais que posteriormente são internalizados pela criança.

    Diante desses desafios e oportunidades, a LID se apresenta como um recurso promissor na formação de leitores na contemporaneidade. Estudos apontam que seu impacto depende de uma implementação cuidadosa, garantindo que os livros digitais sejam utilizados de forma equilibrada, complementando os suportes impressos e incentivando a leitura crítica para crianças.


Adaptado de: SOUZA, M. S. B.; CORIOLANO-MARINUS, M. W. L.; SANTOS, S.V. Contribuições da literatura infantil digital no processo de aprendizagem de crianças: uma revisão bibliográfica (2014-2024). Educ. Form., Fortaleza, v. 11, e16233, 2026.
No segundo parágrafo do texto, o emprego do verbo enriquecer destaca o papel dos recursos multimídia na ampliação e na sofisticação da experiência de leitura da criança. Sob a perspectiva da morfologia, o vocábulo enriquecer é formado por meio do processo de:
Alternativas
Q4219705 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A economia da longevidade

José Eustáquio

     O Brasil está prestes a atingir um marco demográfico histórico: pela primeira vez, terá mais pessoas de 60 anos ou mais do que crianças e adolescentes de zero a 14 anos. Segundo projeções do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2029 o país contará com 40,1 milhões de idosos, superando os 39,2 milhões de jovens com menos de 15 anos.
     O Censo Demográfico de 2022 já evidenciou essa transição em nível regional. Em dois estados, a população idosa superava a jovem: no Rio Grande do Sul, havia 115 idosos para cada 100 jovens; no Rio de Janeiro, 106 para cada 100. Entre as 27 capitais, cerca de 55% já apresentavam mais idosos do que jovens. Porto Alegre destacava-se como a capital mais envelhecida, com 137 idosos para cada 100 jovens, enquanto São Paulo, a maior cidade do país, registrava 103 para cada 100.
     A idade mediana da população brasileira era de 18 anos em 1950, chegou a 34 anos em 2022 e deve atingir 49 anos em 2072, quando o país celebrará os 250 anos da Independência. Nessa data, a razão de idosos poderá alcançar 317 para cada 100 jovens. O envelhecimento populacional tende, assim, a consolidar-se como a principal característica demográfica do Brasil no século 21 — um processo que traz desafios relevantes, mas também oportunidades.
    O principal desafio decorre do esgotamento do primeiro bônus demográfico. A proporção de pessoas em idade ativa (15 a 59 anos) já está em declínio, o que pode gerar crise fiscal e estagnação econômica caso o país mantenha uma visão estática das relações intergeracionais, baseada em um ciclo de vida rígido — com jovens apenas estudando, adultos exclusivamente trabalhando e idosos integralmente aposentados.
    A narrativa da catástrofe demográfica tornou-se recorrente. No entanto, o envelhecimento deve ser encarado com perspectiva construtiva, pois há outras duas janelas estratégicas para promover prosperidade e bem-estar.
     O segundo bônus demográfico, ou bônus da produtividade, ao contrário do primeiro, não é transitório. Seus efeitos podem se prolongar indefinidamente, desde que haja investimentos contínuos em educação, saúde, ciência e infraestrutura. Esses fatores elevam a produtividade do trabalho, permitindo que a economia produza mais com menor uso de insumos humanos e ambientais, compensando a redução da força de trabalho.
    A outra fronteira estratégica é o terceiro bônus demográfico, ou bônus da longevidade, associado à expansão de vidas saudáveis e ativas. Esse bônus depende de como a sociedade se organiza para viver mais e melhor, ampliando os anos com autonomia e sem incapacidades severas. Nesse contexto, o capital humano acumulado ao longo da vida permite que os idosos continuem contribuindo, compartilhando experiência, conhecimento e capacidades produtivas. O professor Andrew Scott, em “The Longevity Economy” (2021), publicado na The Lancet Healthy Longevity, argumenta que esse marco exige uma mudança de paradigma: deixar a ideia de uma “sociedade que envelhece” para construir uma “sociedade da longevidade”. Na primeira, acrescentam-se anos à vida; na segunda, adiciona-se vida aos anos.
     A “sociedade que envelhece” costuma ser vista pela ótica dos custos, como a expansão dos gastos com previdência e saúde. Já a “sociedade da longevidade” enfatiza a transformação do ciclo de vida. Scott destaca a maleabilidade do envelhecimento — a possibilidade de intervenções que permitam viver não apenas mais, mas com mais saúde, maior integração social e níveis mais elevados de produtividade.
     A economia da longevidade exige superar o etarismo e construir trajetórias de vida mais flexíveis e multietapas, com requalificação ao longo da vida, mudanças de carreira e maior inclusão das gerações maduras no mercado de trabalho, além de maior capacidade de adaptação por parte dos indivíduos, das empresas e das políticas públicas.


Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2026/04/aeconomia-dalongevidade.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&ut m_campaign=compwa. Acesso em: 25 maio 2026. 
Sobre o processo de formação de palavras, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
141: C
142: B
143: A
144: C
145: A
146: A
147: A
148: D
149: C
150: D
151: D
152: B
153: C
154: C
155: B
156: B
157: C
158: B
159: B
160: C