Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

Foram encontradas 13.907 questões

Q2882047 Português
not valid statement found

A tecnologia, servindo ao homem, liberta-o; mas se o homem endeusar a tecnologia, pondo a tecnologia acima de sua liberdade, tornará a tecnologia um instrumento de opressão social

Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo- se os elementos sublinhados, respectivamente, por:

Alternativas
Q2878787 Português

A propósito do verso "Anos tinha dez e asas nos pés"

( WATTERSON, Bill. E foi assim que tudo começou. São Paulo: Ed. Conrad.)

Com a leitura do quadrinho é possível afirmar que temos dois exemplos explícitos de pronomes:

Alternativas
Q2878656 Português
not valid statement found

O termo grifado está substituído de modo INCORRETO pelo pronome em:

Alternativas
Q2878471 Português

EXTERMÍNIO SEM PRECEDENTES


O número de animais na Terra tem sido reduzido num ritmo dez mil vezes maior do que o natural. De 1970 a 2005, o mundo sofreu uma redução de um terço da diversidade animal devido à ação humana.

Como as grandes forças naturais, a exemplo de quedas de asteróides e erupções vulcânicas cataclísmicas, o homem se transformou numa força capaz de alterar a vida na Terra. De acordo com o relatório da Sociedade Zoológica de Londres, o planeta não via nada assim, desde a grande onda de extinção há 65 milhões de anos, que varreu 95% das formas de vida e pôs fim à era dos dinossauros. Acredita-se que ela tenha sido provocada pela queda de um asteróide.

(....) Esse mesmo estudo lista cinco razões para o declínio das espécies, todas relacionadas ao ser humano: mudanças climáticas, poluição, destruição de habitats de animais, invasão de espécies exóticas e super exploração de espécies.

O golfinho do rio Yangtze, na China, é considerado um caso emblemático. Ele foi considerado extinto no ano passado, após sucessivas buscas terem se mostrado infrutíferas. Há muitas razões para o desaparecimento: colisões com barcos, perda de habitat e poluição, todas ligadas ao homem.

A perda da biodiversidade terá conseqüências. Plantações poderão se tornar vulneráveis a pragas com o desaparecimento dos animais que mantêm o equilíbrio ambiental. Outro problema é a diminuição de recursos pesqueiros.


O Globo, 9-5-2008

Das transformações a que se submeteu a frase dá às espécies a proteção necessária, assinale o único caso em que não houve processo de passivação:

Alternativas
Q2878470 Português

EXTERMÍNIO SEM PRECEDENTES


O número de animais na Terra tem sido reduzido num ritmo dez mil vezes maior do que o natural. De 1970 a 2005, o mundo sofreu uma redução de um terço da diversidade animal devido à ação humana.

Como as grandes forças naturais, a exemplo de quedas de asteróides e erupções vulcânicas cataclísmicas, o homem se transformou numa força capaz de alterar a vida na Terra. De acordo com o relatório da Sociedade Zoológica de Londres, o planeta não via nada assim, desde a grande onda de extinção há 65 milhões de anos, que varreu 95% das formas de vida e pôs fim à era dos dinossauros. Acredita-se que ela tenha sido provocada pela queda de um asteróide.

(....) Esse mesmo estudo lista cinco razões para o declínio das espécies, todas relacionadas ao ser humano: mudanças climáticas, poluição, destruição de habitats de animais, invasão de espécies exóticas e super exploração de espécies.

O golfinho do rio Yangtze, na China, é considerado um caso emblemático. Ele foi considerado extinto no ano passado, após sucessivas buscas terem se mostrado infrutíferas. Há muitas razões para o desaparecimento: colisões com barcos, perda de habitat e poluição, todas ligadas ao homem.

A perda da biodiversidade terá conseqüências. Plantações poderão se tornar vulneráveis a pragas com o desaparecimento dos animais que mantêm o equilíbrio ambiental. Outro problema é a diminuição de recursos pesqueiros.


O Globo, 9-5-2008

Assinale a frase que não se completa adequadamente com a forma colocada entre parênteses:

Alternativas
Q2878469 Português

EXTERMÍNIO SEM PRECEDENTES


O número de animais na Terra tem sido reduzido num ritmo dez mil vezes maior do que o natural. De 1970 a 2005, o mundo sofreu uma redução de um terço da diversidade animal devido à ação humana.

Como as grandes forças naturais, a exemplo de quedas de asteróides e erupções vulcânicas cataclísmicas, o homem se transformou numa força capaz de alterar a vida na Terra. De acordo com o relatório da Sociedade Zoológica de Londres, o planeta não via nada assim, desde a grande onda de extinção há 65 milhões de anos, que varreu 95% das formas de vida e pôs fim à era dos dinossauros. Acredita-se que ela tenha sido provocada pela queda de um asteróide.

(....) Esse mesmo estudo lista cinco razões para o declínio das espécies, todas relacionadas ao ser humano: mudanças climáticas, poluição, destruição de habitats de animais, invasão de espécies exóticas e super exploração de espécies.

O golfinho do rio Yangtze, na China, é considerado um caso emblemático. Ele foi considerado extinto no ano passado, após sucessivas buscas terem se mostrado infrutíferas. Há muitas razões para o desaparecimento: colisões com barcos, perda de habitat e poluição, todas ligadas ao homem.

A perda da biodiversidade terá conseqüências. Plantações poderão se tornar vulneráveis a pragas com o desaparecimento dos animais que mantêm o equilíbrio ambiental. Outro problema é a diminuição de recursos pesqueiros.


O Globo, 9-5-2008

Assinale a opção que completa corretamente a lacuna da frase: Eram alces _____ chifres mais pareciam pontos de interrogação:

Alternativas
Q2878467 Português

EXTERMÍNIO SEM PRECEDENTES


O número de animais na Terra tem sido reduzido num ritmo dez mil vezes maior do que o natural. De 1970 a 2005, o mundo sofreu uma redução de um terço da diversidade animal devido à ação humana.

Como as grandes forças naturais, a exemplo de quedas de asteróides e erupções vulcânicas cataclísmicas, o homem se transformou numa força capaz de alterar a vida na Terra. De acordo com o relatório da Sociedade Zoológica de Londres, o planeta não via nada assim, desde a grande onda de extinção há 65 milhões de anos, que varreu 95% das formas de vida e pôs fim à era dos dinossauros. Acredita-se que ela tenha sido provocada pela queda de um asteróide.

(....) Esse mesmo estudo lista cinco razões para o declínio das espécies, todas relacionadas ao ser humano: mudanças climáticas, poluição, destruição de habitats de animais, invasão de espécies exóticas e super exploração de espécies.

O golfinho do rio Yangtze, na China, é considerado um caso emblemático. Ele foi considerado extinto no ano passado, após sucessivas buscas terem se mostrado infrutíferas. Há muitas razões para o desaparecimento: colisões com barcos, perda de habitat e poluição, todas ligadas ao homem.

A perda da biodiversidade terá conseqüências. Plantações poderão se tornar vulneráveis a pragas com o desaparecimento dos animais que mantêm o equilíbrio ambiental. Outro problema é a diminuição de recursos pesqueiros.


O Globo, 9-5-2008

Assinale a alternativa em que o pronome colocado entre parênteses não preenche corretamente a lacuna:

Alternativas
Q2878466 Português

EXTERMÍNIO SEM PRECEDENTES


O número de animais na Terra tem sido reduzido num ritmo dez mil vezes maior do que o natural. De 1970 a 2005, o mundo sofreu uma redução de um terço da diversidade animal devido à ação humana.

Como as grandes forças naturais, a exemplo de quedas de asteróides e erupções vulcânicas cataclísmicas, o homem se transformou numa força capaz de alterar a vida na Terra. De acordo com o relatório da Sociedade Zoológica de Londres, o planeta não via nada assim, desde a grande onda de extinção há 65 milhões de anos, que varreu 95% das formas de vida e pôs fim à era dos dinossauros. Acredita-se que ela tenha sido provocada pela queda de um asteróide.

(....) Esse mesmo estudo lista cinco razões para o declínio das espécies, todas relacionadas ao ser humano: mudanças climáticas, poluição, destruição de habitats de animais, invasão de espécies exóticas e super exploração de espécies.

O golfinho do rio Yangtze, na China, é considerado um caso emblemático. Ele foi considerado extinto no ano passado, após sucessivas buscas terem se mostrado infrutíferas. Há muitas razões para o desaparecimento: colisões com barcos, perda de habitat e poluição, todas ligadas ao homem.

A perda da biodiversidade terá conseqüências. Plantações poderão se tornar vulneráveis a pragas com o desaparecimento dos animais que mantêm o equilíbrio ambiental. Outro problema é a diminuição de recursos pesqueiros.


O Globo, 9-5-2008

Assinale a opção em que o pronome se tem valor reflexivo, como na frase do texto “o homem se transformou numa força capaz de alterar a vida...”:

Alternativas
Q2878465 Português

EXTERMÍNIO SEM PRECEDENTES


O número de animais na Terra tem sido reduzido num ritmo dez mil vezes maior do que o natural. De 1970 a 2005, o mundo sofreu uma redução de um terço da diversidade animal devido à ação humana.

Como as grandes forças naturais, a exemplo de quedas de asteróides e erupções vulcânicas cataclísmicas, o homem se transformou numa força capaz de alterar a vida na Terra. De acordo com o relatório da Sociedade Zoológica de Londres, o planeta não via nada assim, desde a grande onda de extinção há 65 milhões de anos, que varreu 95% das formas de vida e pôs fim à era dos dinossauros. Acredita-se que ela tenha sido provocada pela queda de um asteróide.

(....) Esse mesmo estudo lista cinco razões para o declínio das espécies, todas relacionadas ao ser humano: mudanças climáticas, poluição, destruição de habitats de animais, invasão de espécies exóticas e super exploração de espécies.

O golfinho do rio Yangtze, na China, é considerado um caso emblemático. Ele foi considerado extinto no ano passado, após sucessivas buscas terem se mostrado infrutíferas. Há muitas razões para o desaparecimento: colisões com barcos, perda de habitat e poluição, todas ligadas ao homem.

A perda da biodiversidade terá conseqüências. Plantações poderão se tornar vulneráveis a pragas com o desaparecimento dos animais que mantêm o equilíbrio ambiental. Outro problema é a diminuição de recursos pesqueiros.


O Globo, 9-5-2008

Assinale a opção em que houve erro, ao se substituir a expressão sublinhada pelo pronome oblíquo:

Alternativas
Q2878464 Português

EXTERMÍNIO SEM PRECEDENTES


O número de animais na Terra tem sido reduzido num ritmo dez mil vezes maior do que o natural. De 1970 a 2005, o mundo sofreu uma redução de um terço da diversidade animal devido à ação humana.

Como as grandes forças naturais, a exemplo de quedas de asteróides e erupções vulcânicas cataclísmicas, o homem se transformou numa força capaz de alterar a vida na Terra. De acordo com o relatório da Sociedade Zoológica de Londres, o planeta não via nada assim, desde a grande onda de extinção há 65 milhões de anos, que varreu 95% das formas de vida e pôs fim à era dos dinossauros. Acredita-se que ela tenha sido provocada pela queda de um asteróide.

(....) Esse mesmo estudo lista cinco razões para o declínio das espécies, todas relacionadas ao ser humano: mudanças climáticas, poluição, destruição de habitats de animais, invasão de espécies exóticas e super exploração de espécies.

O golfinho do rio Yangtze, na China, é considerado um caso emblemático. Ele foi considerado extinto no ano passado, após sucessivas buscas terem se mostrado infrutíferas. Há muitas razões para o desaparecimento: colisões com barcos, perda de habitat e poluição, todas ligadas ao homem.

A perda da biodiversidade terá conseqüências. Plantações poderão se tornar vulneráveis a pragas com o desaparecimento dos animais que mantêm o equilíbrio ambiental. Outro problema é a diminuição de recursos pesqueiros.


O Globo, 9-5-2008

Um caçador, ao ser acusado de ter atirado em determinado animal ameaçado de extinção, declarou, de forma enfática: Eu não reconheço minha culpa, eu não reconheço minha culpa!”


A oração repetida, de acordo com a norma padrão, deveria assumir a seguinte forma:

Alternativas
Q2878463 Português

EXTERMÍNIO SEM PRECEDENTES


O número de animais na Terra tem sido reduzido num ritmo dez mil vezes maior do que o natural. De 1970 a 2005, o mundo sofreu uma redução de um terço da diversidade animal devido à ação humana.

Como as grandes forças naturais, a exemplo de quedas de asteróides e erupções vulcânicas cataclísmicas, o homem se transformou numa força capaz de alterar a vida na Terra. De acordo com o relatório da Sociedade Zoológica de Londres, o planeta não via nada assim, desde a grande onda de extinção há 65 milhões de anos, que varreu 95% das formas de vida e pôs fim à era dos dinossauros. Acredita-se que ela tenha sido provocada pela queda de um asteróide.

(....) Esse mesmo estudo lista cinco razões para o declínio das espécies, todas relacionadas ao ser humano: mudanças climáticas, poluição, destruição de habitats de animais, invasão de espécies exóticas e super exploração de espécies.

O golfinho do rio Yangtze, na China, é considerado um caso emblemático. Ele foi considerado extinto no ano passado, após sucessivas buscas terem se mostrado infrutíferas. Há muitas razões para o desaparecimento: colisões com barcos, perda de habitat e poluição, todas ligadas ao homem.

A perda da biodiversidade terá conseqüências. Plantações poderão se tornar vulneráveis a pragas com o desaparecimento dos animais que mantêm o equilíbrio ambiental. Outro problema é a diminuição de recursos pesqueiros.


O Globo, 9-5-2008

“Ao comparar os diversos animais do mundo com os da Amazônia, os brasileiros defendem a proeminência ___ sobre ___.”


Assinale a opção que completa corretamente as lacunas:

Alternativas
Q2875282 Português
not valid statement found

Nos enunciados "seu poder deriva não da relevância do que ensinam" e "O papel do professor deve ser o de gerenciador de curiosidades", os pronomes em destaque referem-se, respectivamente, a

Alternativas
Ano: 2008 Banca: UDESC Órgão: FATMA Prova: UDESC - 2008 - FATMA - Sociólogo |
Q2857133 Português

Analise as palavras destacadas, nas orações abaixo.



I - A que me protegeu foi uma verdadeira amiga.


II - Enquanto as fontes de energia 100% limpas não forem ativadas, estaremos à mercê de catástrofes.


III - como a que atingiu a cidade de Chernobyl.


IV - Em relação às usinas nucleares, por quase 20 anos os ambientalistas as demonizaram.


V - O Brasil, que gera mais de 70% da sua energia a partir de hidrelétricas, pode melhorar ainda mais suas fontes de energia.



Os termos destacados classificam-se, respectivamente, como:

Alternativas
Ano: 2008 Banca: UDESC Órgão: FATMA Prova: UDESC - 2008 - FATMA - Sociólogo |
Q2857130 Português

Analise os termos destacados nas orações abaixo.



I ... uma boa idéia é renovar as velhas usinas. (linhas 1-2)


II ... fazendo com que a poluição não vá para a atmosfera. (linhas 6-7)


III As termoelétricas de carvão, que são as maiores responsáveis pela poluição do setor energético... (linhas 2-3)


IV ... e outro que basicamente posiciona as chaminés voltadas para depósitos de água subterrâneos,... (linhas 5-6)


V ... que por quase 20 anos foram demonizadas pelos ambientalistas,... (linha 8)



Os termos destacados classificam-se, respectivamente, como:

Alternativas
Q2797800 Português

A CIÊNCIA-PROBLEMA


Há três séculos, o conhecimento científico não

faz mais do que provar suas virtudes de verificação e

de descoberta em relação a todos os outros modos

de conhecimento. É o conhecimento vivo que conduz

05 a grande aventura da descoberta do universo, da vida,

do homem. Ele trouxe, e de forma singular neste

século, fabuloso progresso ao nosso saber. Hoje,

podemos medir, pesar, analisar o Sol, avaliar o

número de partículas que constituem nosso universo,

10 decifrar a linguagem genética que informa e programa

toda organização viva. Esse conhecimento permite

extrema precisão em todos os domínios da ação,

até na condução de naves espaciais fora da órbita

terrestre.

15 Correlativamente, é evidente que o conhecimento

científico determinou progressos técnicos inéditos

como a domesticação da energia nuclear e os

princípios da engenharia genética. A ciência é,

portanto, elucidativa (resolve enigmas, dissipa

20 mistérios), enriquecedora (permite satisfazer

necessidades sociais e, assim, desabrochar

a civilização); é, de fato, e justamente, conquistadora,

triunfante.

E, no entanto, essa ciência elucidativa, enrique-

25 cedora, conquistadora e triunfante, apresenta- nos,

cada vez mais, problemas graves que se referem ao

conhecimento que produz, à ação que determina, à

sociedade que transforma. Essa ciência libertadora

traz, ao mesmo tempo, possibilidades terríveis de

30 subjugação. Esse conhecimento vivo é o mesmo que

produziu a ameaça do aniquilamento da humanida-

de. Para conceber e compreender esse problema,

há que acabar com a tola alternativa da ciência “boa”,

que só traz benefícios, ou da ciência “má”, que só

35 traz prejuízos. Pelo contrário, há que, desde a parti-

da, dispor de pensamento capaz de conceber e de

compreender a ambivalência, isto é, a complexida-

de da ciência.


MORIN, Edgard. Ciência com consciência. 3.ed. rev. e aum. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999 (adaptado).

Dentre as palavras negritadas nos fragmentos a seguir, a única que pertence a uma classe gramatical distinta das demais é:
Alternativas
Q2797797 Português

A CIÊNCIA-PROBLEMA


Há três séculos, o conhecimento científico não

faz mais do que provar suas virtudes de verificação e

de descoberta em relação a todos os outros modos

de conhecimento. É o conhecimento vivo que conduz

05 a grande aventura da descoberta do universo, da vida,

do homem. Ele trouxe, e de forma singular neste

século, fabuloso progresso ao nosso saber. Hoje,

podemos medir, pesar, analisar o Sol, avaliar o

número de partículas que constituem nosso universo,

10 decifrar a linguagem genética que informa e programa

toda organização viva. Esse conhecimento permite

extrema precisão em todos os domínios da ação,

até na condução de naves espaciais fora da órbita

terrestre.

15 Correlativamente, é evidente que o conhecimento

científico determinou progressos técnicos inéditos

como a domesticação da energia nuclear e os

princípios da engenharia genética. A ciência é,

portanto, elucidativa (resolve enigmas, dissipa

20 mistérios), enriquecedora (permite satisfazer

necessidades sociais e, assim, desabrochar

a civilização); é, de fato, e justamente, conquistadora,

triunfante.

E, no entanto, essa ciência elucidativa, enrique-

25 cedora, conquistadora e triunfante, apresenta- nos,

cada vez mais, problemas graves que se referem ao

conhecimento que produz, à ação que determina, à

sociedade que transforma. Essa ciência libertadora

traz, ao mesmo tempo, possibilidades terríveis de

30 subjugação. Esse conhecimento vivo é o mesmo que

produziu a ameaça do aniquilamento da humanida-

de. Para conceber e compreender esse problema,

há que acabar com a tola alternativa da ciência “boa”,

que só traz benefícios, ou da ciência “má”, que só

35 traz prejuízos. Pelo contrário, há que, desde a parti-

da, dispor de pensamento capaz de conceber e de

compreender a ambivalência, isto é, a complexida-

de da ciência.


MORIN, Edgard. Ciência com consciência. 3.ed. rev. e aum. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999 (adaptado).

No fragmento “que se referem ao conhecimento” (L. 26/27), a colocação do pronome oblíquo SE corresponde ao que preceitua a língua padrão. A opção em que os pronomes oblíquos foram adequadamente colocados é:

Alternativas
Q2729536 Português

Capital de um império


Ao desembarcar no Rio de Janeiro, em 7 de mar-

ço de 1808, Dom João e sua corte encontraram uma

cidade pequena, de apenas 60 mil habitantes, com-

pletamente despreparada para receber tantos e tão

05 ilustres moradores. Algo entre 10 mil e 15 mil portu-

gueses, acostumados ao conforto da Europa, inva-

diram o Rio de repente. O ineditismo da situação ia

muito além do caos instaurado na cidade. Pela pri-

meira vez na história, uma família real européia pu-

10 nha os pés na América. Estava em curso uma trans-

ferência de poder sem precedentes: a mudança de

toda a corte portuguesa, por tempo indeterminado,

de Lisboa para a Baía de Guanabara.

A importância histórica dos acontecimentos não

15 livrou Dom João de enfrentar problemas aparente-

mente menores, mas bem difíceis de contornar. O

primeiro e mais prático de todos: simplesmente não

havia moradia para toda aquela gente nova no Rio de

Janeiro. Por mais que estivessem num cenário des-

20 lumbrante, cercadas de mar, montanhas e muito

verde, as casinhas daquela época eram humildes

em sua maioria. O jeito foi desalojar as famílias que

ocupavam as melhores residências, para que, em seu

lugar, fossem acomodados os imigrantes da corte.

25 De um dia para o outro, a cidade ganhou uma

importância inesperada, transformando-se na capi-

tal do império português. Para muitos historiadores,

esse foi o marco inicial dos eventos que forjaram as

instituições, a cultura e a política brasileiras.

30 À medida que a cidade crescia, mais problemas

iam surgindo. Crises no abastecimento de água, por

exemplo, aos poucos foram debeladas com a cons-

trução de dezenas de bicas e chafarizes. A explo-

são demográfica não se restringiu à chegada da cor-

35 te. Com a abertura dos portos brasileiros, em 1808,

um número incalculável de estrangeiros começou a

freqüentar o Rio. A nova capital, naquele início de

século 19, transformou-se a toque de caixa na cida-

de mais cosmopolita de todo o continente.

40 Eram tantos ingleses mudando-se para cá que

lhes foi concedido o direito a um cemitério e uma

igreja só para eles. Italianos influenciavam a

gastronomia. Até chineses vieram do outro lado do

mundo, para introduzir o plantio de folhas de chá no

50 recém-criado Horto Real – mais tarde transformado

no Jardim Botânico. Em pouco tempo, bibliotecas,

teatros, escolas e hospitais foram erguidos, ruas e

estradas foram abertas, igrejas foram reformadas. O

Rio de Janeiro crescia freneticamente, para fazer justi-

ça à condição de capital de um império ultramarino.


RIBEIRO, Flávia. 1808 – 2008: 200 anos da família real no Brasil.

Aventuras na História, São Paulo: Editora Abril, 2008 (adaptado)

Em “O jeito foi desalojar as famílias que ocupavam as melhores residências, para que, em seu lugar, fossem acomodados os imigrantes da corte” (L.22 – 24), o pronome em destaque se refere a:

Alternativas
Q2240978 Português
TEXTO
Uma solução biode(sa)gradável
JB, 9/11/2008

          Alguns produtos que usamos para manter a higiene podem poluir e causar danos à nossa saúde. A degradação de seus componentes em substâncias tóxicas pode contaminar, por exemplo, o leite de mulheres, o que representa um risco para recém-nascidos. Embora sejam proibidos ou limitados em outros países, no Brasil, a legislação ainda permite o uso de tais compostos. Estar atento à sua presença nos produtos comprados talvez seja, hoje, a única forma de o consumidor garantir a proteção do ambiente.
        Acredita-se que o sabão comum foi descoberto acidentalmente a partir da fervura de gordura animal contendo cinzas. O fato de esse tipo de sabão reagir com a água que contém muito cálcio e magnésio, de forma prejudicial à sua ação de limpeza levou à criação de detergentes sintéticos. No entanto, logo após o início de seu uso, na década de 1940, percebeu-se que esses detergentes causavam poluição ambiental, o que acarretou a proibição ou restrição de alguns de seus componentes poluentes e não biodegradáveis e o desenvolvimento de produtos biodegradáveis.
        Contudo, mesmo alguns desses compostos biodegradáveis geram substâncias tóxicas. Além disso, o baixo custo e a falta de legislação específica fazem com que países como o Brasil ainda usem produtos já restritos em outras regiões do mundo... 
A alternativa em que o referente do possessivo sublinhado está identificado de forma adequada é:
Alternativas
Q1717384 Português
Pensar nas criminalizações históricas
Vera Malaguti Batista, professora de Criminologia da Universidade Cândido Mendes e membro do Conselho Superior do Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para a Prevenção do Delito (ILANUD), respondeu às seguintes perguntas da revista IHU-Online, em março de 2008.  
IHU On-Line - Na sua opinião, quais são as origens da violência no Brasil? Vera Malaguti Batista - A história do Brasil é uma história de violências. O genocídio colonizador, a destruição das civilizações indígenas e a violência fundacional da escravidão são marcas históricas. Cada vez que o povo brasileiro tenta ser o protagonista de sua história ele é criminalizado e brutalizado. 
IHU On-Line - A senhora acredita que existe um descompasso entre crescimento econômico e a segurança pública no país? Vera Malaguti Batista - Neste momento, eu acredito estarmos vivendo uma situação singular. Nós já sabemos, pelos fatos e estatísticas, que o neoliberalismo (que creio estar, com o fim da Era Bush, em fase descendente) produziu um colossal encarceramento de pobres no mundo e também políticas de segurança pública truculentas nas margens pobres do mundo. Só assim os mais ricos poderiam tentar concentrar tanto poder e riqueza. O Brasil seguiu essa tendência. O interessante é que já estamos vivendo um momento diferente, com avanços significativos no desenvolvimento econômico e melhora inegável nos níveis de renda, trabalho e oportunidades. No entanto, continuamos com um sistema penitenciário perversamente superlotado e com um Estado policial em curso. A transformação dos conflitos sociais em casos de polícia, o aumento desmedido do sistema penal e, principalmente, a inculcação de uma cultura punitiva continuam a todo vapor, com o auxílio luxuoso da grande mídia, que perpetua, assim, nossas tradições de truculência e barbarização dos pobres. 
IHU On-Line - Quais são os maiores problemas do sistema penitenciário e como resolvê-los? Vera Malaguti Batista - O maior problema do sistema penitenciário é que ele nunca poderá ser um bom sistema. A pena e a prisão são produtoras de dor e apartação, ou seja, nada de bom pode vir delas. Precisamos pensar num projeto de desencarceramento. O grande jurista argentino Raúl Zaffaroni denuncia que, na América Latina, cerca de 70% dos presos são provisórios. No Brasil, existem estudos indicando que 40% dos nossos presos estão na cadeia sem condenação. Estão lá como a menina do Pará, jogada numa cela por uma pequena transgressão juvenil, sem acesso à defesa. Depois, ao contrário do senso comum, precisamos aumentar a comunicação com os presos. É necessário aumentar as pontes, abrir portas, quebrar o maniqueísmo do “nós e eles”. Além disso, é necessário diminuir o sofrimento dos familiares de presos, que acabam cumprindo pena junto com seus entes queridos e passam por toda sorte de constrangimento e estigmatização. 

(Revista IHU-Online, n. 152, mar. 2008, p. 20-21)
“Quais são os maiores problemas do sistema penitenciário e como resolvê-los?” A última pergunta da entrevista, para evitar repetição desnecessária, recorre à pronominalização da expressão sublinhada em “resolvê-los”. Em qual das perguntas abaixo a pronominalização da expressão sublinhada foi feita corretamente?
Alternativas
Q1642367 Português

Paciência  

                                                                                                                                                                    Arnaldo Jabor             


Para que o texto fique gramaticalmente corrigido, são necessárias algumas modificações.

I - Acréscimo de vírgulas após amiga, emprego e escola, linha 8, e a substituição das vírgulas já existentes por ponto-e-vírgula.
II - A substituição de onde por aonde nas linhas 16 e 18.
III - A colocação de acento circunflexo na palavra que, linha 18.
IV - Acréscimo de vírgula depois de miocárdio, linha 19.
V - Substituição de que, linha 3, por os quais.

Quais modificações são necessárias? 
Alternativas
Respostas
13441: A
13442: E
13443: A
13444: C
13445: E
13446: A
13447: B
13448: B
13449: E
13450: A
13451: D
13452: A
13453: C
13454: B
13455: A
13456: B
13457: D
13458: C
13459: C
13460: C