Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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I - O amor é um lugar ................... as mulheres se sentem seguras.
II - Esta é a escritora francesa, .................. obra ganhou muitos prêmios.
III - Podemos afirmar .................: os portões serão abertos às 15 horas. I
V - O carro ....................... o delegado perseguiu os bandidos voltou intacto.
I - "Construí meu próprio computador." (linha 5)
II - "Só que ele pode pegar uma meia do chão e levar para o cesto de roupas sujas." (linha 20)
III - "Para saber, o brasileiro Carlos Ferreira da Silva criou uma fórmula batizada de 'fator Silva' para definir o índice de humanidade (IH) dos cérebros de lata." (linhas 23-24)
IV - À queima-roupa, respondeu a Steve Allen que tinha construído um computador.
V - O boneco computadorizado já é capaz de imitar os gestos dos seres humanos.
Assinale a alternativa que contém as frases em que os termos sublinhados podem ser substituídos por o e suas variações.
– colocada na fachada do prédio – com os seguintes dizeres: “Ame-os e deixe-os!”.
Sobre os dizeres contidos nessa faixa, só NÃO se pode dizer que:
– Senhor Deputado, Vossa Excelência poderá falar após dois outros colegas!”.
Esse diálogo, ouvido numa das CPIs do Congresso, mostra:
Atenção: As questões de números 1 a 10 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
Gosto da democracia em seu exercício cotidiano e concreto. Prezo a discussão numa associação de moradores de vila para discutir se é melhor pedir mais postes de luz ou asfalto na rua central. Aprecio uma reunião de condomínio em que uma senhora idosa e sozinha defende seu cachorrinho contra a mãe de uma criança asmática e alérgica aos pêlos de animais. Em ambos os casos, sinto carinho pelo esforço de inventar formas possíveis de convivência. Ultrapassamos o tamanho das comunas medievais, e hoje um governo democrático só pode ser representativo: as eleições são inevitáveis. Mas não me digam que elas são a melhor expressão da democracia. A retórica eleitoral parece implicar inelutavelmente duas formas de desrespeito, paradoxais por serem ambas inimigas da invenção democrática. Há o desrespeito aos eleitores, que é implícito na simplificação sistemática da realidade. Tanto as promessas quanto a crítica às promessas dos adversários se alimentam numa insultuosa infantilização dos votantes: “Nós temos razão, o outro está errado; solucionaremos tudo, não há dúvidas nem complexidade; entusiasmem-se”. E há o desrespeito recíproco entre os candidatos. As reuniões de moradores de vila ou de condomínio não poderiam funcionar se os participantes se tratassem como candidatos a um mesmo cargo eleitoral. Paradoxo: o processo eleitoral parece ser o contra-exemplo da humildade necessária para o exercício da democracia que importa e que deveria regrar as rela- ções básicas entre cidadãos – a democracia concreta. Em 1974, na França, Mitterrand, socialista, concorria à Presidência com Giscard d´Estaing, centrista. Num debate decisivo, Mitterrand falava como se ele fosse o único a enternecerse ante o destino dos pobres e deserdados. Giscard retrucou: “Se-nhor Mitterrand, o senhor não detém o monopólio do coração”. Cansado de simplificações, o eleitorado gostou, e Mitterrand perdeu. (Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Gosto da democracia em seu exercício cotidiano e concreto. Prezo a discussão numa associação de moradores de vila para discutir se é melhor pedir mais postes de luz ou asfalto na rua central. Aprecio uma reunião de condomínio em que uma senhora idosa e sozinha defende seu cachorrinho contra a mãe de uma criança asmática e alérgica aos pêlos de animais. Em ambos os casos, sinto carinho pelo esforço de inventar formas possíveis de convivência. Ultrapassamos o tamanho das comunas medievais, e hoje um governo democrático só pode ser representativo: as eleições são inevitáveis. Mas não me digam que elas são a melhor expressão da democracia. A retórica eleitoral parece implicar inelutavelmente duas formas de desrespeito, paradoxais por serem ambas inimigas da invenção democrática. Há o desrespeito aos eleitores, que é implícito na simplificação sistemática da realidade. Tanto as promessas quanto a crítica às promessas dos adversários se alimentam numa insultuosa infantilização dos votantes: “Nós temos razão, o outro está errado; solucionaremos tudo, não há dúvidas nem complexidade; entusiasmem-se”. E há o desrespeito recíproco entre os candidatos. As reuniões de moradores de vila ou de condomínio não poderiam funcionar se os participantes se tratassem como candidatos a um mesmo cargo eleitoral. Paradoxo: o processo eleitoral parece ser o contra-exemplo da humildade necessária para o exercício da democracia que importa e que deveria regrar as rela- ções básicas entre cidadãos – a democracia concreta. Em 1974, na França, Mitterrand, socialista, concorria à Presidência com Giscard d´Estaing, centrista. Num debate decisivo, Mitterrand falava como se ele fosse o único a enternecerse ante o destino dos pobres e deserdados. Giscard retrucou: “Se-nhor Mitterrand, o senhor não detém o monopólio do coração”. Cansado de simplificações, o eleitorado gostou, e Mitterrand perdeu. (Contardo Calligaris, Terra de ninguém)

Julgue os seguintes itens a respeito das idéias e das estruturas
lingüísticas do trecho acima, que faz parte de carta escrita por
Lévi-Strauss a Mário de Andrade.

Julgue os seguintes itens a respeito das idéias e das estruturas
lingüísticas do trecho acima, que faz parte de carta escrita por
Lévi-Strauss a Mário de Andrade.

Julgue os seguintes itens a respeito das idéias e das estruturas
lingüísticas do trecho acima, que faz parte de carta escrita por
Lévi-Strauss a Mário de Andrade.

Com base no texto acima, julgue os itens subseqüentes.

Com base no texto acima, julgue os itens subseqüentes.


Com base no texto acima, julgue os próximos itens.


Com base no texto acima, julgue os próximos itens.

I O pronome “sua” (L.2) está empregado na flexão de feminino singular porque se refere a “esfera individual” (L.1).
II Preserva-se a relação argumentativa entre as orações substituindo-se “Em outras palavras” (L.5) pela expressão
Por outro lado.
III O pronome “eles” (L.7) está na forma de masculino plural porque retoma “bancos” (L.5) e “empresas privadas” (L.6).
IV Preservam-se as relações de coesão do texto, o valor comparativo entre as idéias e a correção gramatical do texto ao se inserir do imediatamente antes de “que” (L.16).
A quantidade de itens certos é igual a





