Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

Foram encontradas 13.369 questões

Q4268572 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:

Coluna 01
(__)Eles foram os vencedores da competição.
(__)A casa é minha , e a decoração é toda minha também.
(__)Esta é a solução para o problema.
(__)Alguns alunos já entregaram os trabalhos.
(__)O projeto que apresentamos foi aprovado.
(__)Quem fez essa deliciosa torta?

Coluna 02
I.Pronome Demonstrativo.
II.Pronome Indefinido.
III.Pronome Interrogativo.
IV.Pronome Pessoal.
V.Pronome Possessivo.
VI.Pronome Relativo.

Observe o pronome em destaque na coluna 01 e correlacione com a coluna 02. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta: 
Alternativas
Q4267998 Português

As lições do quase



Por Helô Bacichette



(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helo-bacichette/noticia/2026/07/as-licoes-do-

quase-cmrz4vd8v01sj014c4d62vmy5.html – texto adaptado especialmente para esta prova).  

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra ou expressão que possa substituir corretamente o relativo “onde” no trecho a seguir, retirado do texto: 
“descobri que a literatura é um dos lugares onde os quases continuam vivendo”.
Alternativas
Q4267924 Português
Coceira crônica afeta uma em cada cinco pessoas segundo pesquisas

Shayanne Boulet tinha dezoito anos de idade. No final do seu primeiro ano de faculdade, do nada, ela começou a ter coceiras angustiantes.

"No início, pensei que pudesse ser eczema", relembra ela. "Mas era muito mais debilitante. Eu não conseguia tomar banho quente, não conseguia me concentrar na minha lição de casa, não conseguia dormir porque eu me coçava por quase duas horas na cama. Eu precisava me levantar para me limpar porque havia sangue nos lençóis."

Boulet foi diagnosticada com prurigo nodular, uma doença de pele inflamatória crônica.

A condição é uma das muitas causas de coceira crônica, definida pelos médicos como uma coceira que dure mais de seis semanas, e que, segundo os profissionais de saúde, afeta uma em cada cinco pessoas em algum momento da vida.

A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.

No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar". Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.

Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.

"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim. "Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona − uma espécie de dor 'nível 6 de 10' que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."

"A coceira crônica é diferente porque você não descansa. As pessoas afetadas coçam-se a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora." Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.

Se você for picado por um mosquito ou encostar em uma hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais. Essas substâncias ativam os receptores que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.

A coceira aguda é irritante, mas pode ser tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.

O fato é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos 360 anos, desde que a coceira foi definida pela medicina pela primeira vez. Um dos motivos é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o. Adaptado.

Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante.


De acordo com as classes de palavras, é correto afirmar, nesta frase, que:

Alternativas
Q4267752 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:

Coluna 01
(__)Eles foram os vencedores da competição.
(__)A casa é minha , e a decoração é toda minha também.
(__)Esta é a solução para o problema.
(__)Alguns alunos já entregaram os trabalhos.
(__)O projeto que apresentamos foi aprovado.
(__)Quem fez essa deliciosa torta?

Coluna 02
I.Pronome Demonstrativo.
II.Pronome Indefinido.
III.Pronome Interrogativo.
IV.Pronome Pessoal.
V.Pronome Possessivo.
VI.Pronome Relativo.

Observe o pronome em destaque na coluna 01 e correlacione com a coluna 02. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta: 
Alternativas
Q4267132 Português

No que se refere às formas de tratamento, julgue os itens a seguir como verdadeiros (V) ou falsos (F):



I.(__) Os pronomes de tratamento são sempre considerados como de terceira pessoa.


II.(__) De acordo com a boa norma deve-se utilizar preferencialmente a abreviação dos pronomes de tratamento em correspondências que forem dirigidas às principais autoridades, tal como, Presidente e Vice-Presidente da República.


III.(__) O adjetivo referido ao pronome deve ser sempre no masculino, não devendo coincidir com o sexo da pessoa, por exemplo, o correto é sempre dessa forma, Vossa Excelência está ocupado, tanto para homens quanto para mulheres.



Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4266972 Português
4 mil beagles resgatados nos EUA esperam por adoção 

        Cerca de 4 mil beagles estão em processo de adoção nos EUA. Os cachorros variam entre mais novos e filhotes e podem ser adotados no estado de Virginia. Eles foram resgatados das instalações da Envigo RMS LLC em Cumberland, Virgínia, que os criavam para serem vendidos a laboratórios para experimentação animal.

        "Quatro mil é um grande número", disse Kitty Block, presidente e CEO da Humane Society. “E vai levar 60 dias para tirar todos esses animais, e trabalhar com nossos parceiros de abrigo e resgate em todo o país, trabalhando com eles para levar esses cães para um lar sempre amoroso”.

Em maio, o Departamento de Justiça dos EUA processou a Envigo alegando violações da Lei de Bem-Estar Animal na instalação.

        Os inspetores do governo descobriram que os beagles estavam sendo mortos em vez de receber tratamento veterinário para condições facilmente tratadas; as mães beagles que amamentam foram negadas comida; a comida que recebiam continha larvas, mofo e fezes; e durante um período de oito semanas, 25 filhotes de beagle morreram de exposição ao frio.

        Em 2019, descobrimos que havia um lugar no condado de Cumberland que criava beagles, lindos cães beagle para experimentação”, disse Stanley. "Tentei fechá-los em 2019, mas não obtive sucesso. Mas, ao longo dos anos, nunca paramos de lutar."

        A Humane Society levou 201 beagles para seu centro de atendimento e reabilitação, onde receberão atendimento até serem transportados para organizações experientes em lidar com animais que vêm com traumas como os beagles, como a Massachusetts Society for the Prevention of Cruelty para Animais (MSPCA), Wisconsin Humane e Dakin Humane.

Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/08/10/4-mil-beaglesresgatados-nos-eua-esperam-por-adocao.ghtml Acesso em 12 de agosto de 2022. 
Assinale a alternativa que apresente o termo retomado pelo termo em destaque no período: “Eles foram resgatados das instalações da Envigo RMS LLC em Cumberland, Virgínia, que criavam para serem vendidos a laboratórios para experimentação animal”.
Alternativas
Q4266812 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas


De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.


Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.


Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.


Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.


No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.


No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.


"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.


 A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.


"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.


De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.


Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis. 


"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.

No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-'la' ao ambiente.


O termo destacado na frase substitui o vocábulo:

Alternativas
Q4266717 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas

De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.

Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.

Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.

Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.

No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.

No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.

"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.

Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis.

"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.
No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-'la' ao ambiente.
O termo destacado na frase substitui o vocábulo:
Alternativas
Q4266476 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas


De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.


Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.


Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.


Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.


No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.


No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.


"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.


 A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.


"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.


De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.


Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis. 


"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.

No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-'la' ao ambiente.


O termo destacado na frase substitui o vocábulo: 

Alternativas
Q4265857 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas


De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.


Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.


Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.


Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.


No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.


No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.


"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.


A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.


"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.


De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.


Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis.


"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.

Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo 'que' oferecem risco à saúde.
O termo destacado na frase, de acordo com a morfossintaxe, trata-se de:
Alternativas
Q4265854 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas


De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.


Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.


Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.


Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.


No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.


No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.


"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.


A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.


"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.


De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.


Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis.


"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.

No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-'la' ao ambiente.
O termo destacado na frase substitui o vocábulo:
Alternativas
Q4265815 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A fome e a mente



A fome, uma das necessidades mais básicas do ser humano, é capaz de exercer um profundo impacto em nossa mente e em nosso comportamento. Quando privado de alimentos por um período prolongado, nosso cérebro reage de maneiras complexas que distorcem nossa percepção da realidade e influencia nosso comportamento de maneira surpreendente.


Em primeiro lugar, ela afeta nossa capacidade cognitiva. A falta de nutrientes essenciais e energia necessária para o funcionamento do cérebro resulta em falta de concentração, redução da memória de curto prazo e dificuldade em tomar decisões. Isso ocorre porque o cérebro prioriza a busca por comida quando a fome se torna intensa, desviando recursos cognitivos de outras funções.


Além disso, a fome distorce nossa percepção das prioridades. Em um estado de fome extrema, a busca por alimento se torna a principal preocupação, muitas vezes obscurecendo nossa capacidade de avaliar outras situações ou necessidades, como abrigo, segurança ou relacionamentos pessoais. A fome cria uma mentalidade de sobrevivência imediata, de maneira que a busca desesperada por comida se torna o foco exclusivo.


A irritabilidade e o estresse aumentam à medida que a fome persiste, e essas emoções distorcem nossa capacidade de se comunicar eficazmente com os outros. Relações interpessoais podem ser afetadas negativamente, tornando-se tensas e conflituosas.


Em casos extremos, a fome crônica leva a distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou a bulimia, que envolvem uma relação disfuncional com a comida e uma distorção significativa da imagem corporal. Essas condições são uma manifestação extrema de como a fome afeta a mente e o comportamento.


É importante lembrar que a fome não é apenas um problema de países em desenvolvimento. Ela também afeta pessoas em países desenvolvidos, muitas vezes devido à falta de acesso a alimentos saudáveis e à insegurança alimentar.


Para combater seus efeitos, é essencial promover o acesso universal a alimentos nutritivos e à educação sobre alimentação saudável. Além disso, é crucial abordar as questões subjacentes, como desigualdade econômica e social.



(Baseado no texto Como a fome pode distorcer sua mente. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv 21k907zv8o. Adaptado)

 A irritabilidade e o estresse aumentam à medida que a fome persiste, e 'essas' emoções distorcem 'nossa' capacidade de se comunicar eficazmente com os outros.



Os vocábulos destacados na frase são, morfologicamente:

Alternativas
Q4265709 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que acontece com o corpo quando somos expostos a temperaturas extremas

De acordo com a empresa de meteorologia MetSul, as previsões indicam que as temperaturas previstas para esta semana e a próxima deverão superar consideravelmente as médias históricas de temperatura máxima em todas as cinco regiões do país, com um alto potencial para quebras de recordes. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que devem ser mais afetados, é possível que os termômetros marquem 45ºC.

Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas durante o mês de setembro, e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus que enfrentaram desafios semelhantes nos últimos meses, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade.

Estar exposto - especialmente nos horários de pico do calor, entre 12 e 16 horas - causa alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos mais frágeis, incluindo idosos, pessoas com comorbidade e crianças pequenas.

Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna.

No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-la ao ambiente.

No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos. 

"Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial", explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), à sede intensa e fadiga.

"Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro evolui para choque térmico, confusão mental, convulsões, seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito", explica Daudt, coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

De acordo com o relatório do The Lancet, nos últimos 20 anos, o aumento da mortalidade relacionado ao calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%.

Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que, por algum motivo, tornam-se mais vulneráveis.

"É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos por exemplo. Eles, naturalmente, já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação", aponta Daudt.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cmj1mp3m7vlo. Adaptado.
No caso da exposição ao calor, a primeira reação do organismo é dissipar a temperatura através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberá-'la' ao ambiente.

O termo destacado na frase substitui o vocábulo:
Alternativas
Q4265461 Português

O médico lembra que, em 'muitos' casos, o uso de omeprazol e companhia precisa se prolongar por quatro a oito semanas.


(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c895r3l188do. Adaptado)



Morfologicamente, o vocábulo destacado trata-se de:

Alternativas
Q4265405 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A planta amazônica que virou a espécie invasora mais dominante do planeta


Os incêndios no Havaí deixaram centenas de mortos e imagens desoladoras numa das paisagens mais idílicas do planeta. Mas também destacaram um fator que estaria por trás dos incêndios florestais que, como o que ocorreu no Havaí, se repetem em todo o mundo: a presença de plantas exóticas invasoras.

De acordo com um relatório recente apoiado pela ONU, essas plantas fazem parte do grupo de espécies que estão relacionadas a 60% das extinções de plantas e animais a nível mundial.

Como elas são estranhas aos ecossistemas invadidos, elas prejudicam a natureza local, abalam cadeias alimentares e ameaçam a saúde humana a um custo estimado em US$ 423 bilhões, aponta o relatório, com base em dados de 2019.

Segundo os especialistas, as plantas invasoras amplificam os efeitos que as alterações climáticas causam no planeta.

"A ação de plantas invasoras resulta em incêndios mais intensos e frequentes, como alguns dos devastadores ocorridos recentemente em todo o mundo, libertando ainda mais dióxido de carbono na atmosfera", observa o relatório.

E, entre essas plantas, há uma que predomina sobre as demais espécies: a pontederia crassipes, mais conhecida como jacinto-de-água ou aguapé.

Originária da América do Sul, especialmente da região amazônica, ela é a espécie terrestre invasora exótica mais difundida.

"Com o aumento do uso da terra para a produção agroindustrial, aumenta também o uso de plantas exóticas que acabam se tornando invasoras, como estamos vendo em todo o planeta", diz a professora Helen Roy, especialista em plantas invasoras e membro do Centro Britânico de Ecologia e Hidrologia.

Roy, que liderou o relatório feito à ONU, salienta que essa planta em particular causou efeitos profundos em diferentes regiões, como o Lago Vitória, na África.

"O lago, uma das principais fontes de alimento de milhões de pessoas, ficara sem peixes, mais especificamente a tilápia, porque o aguapé absorve nutrientes essenciais para os animais que vivem ali", explica.

E essa planta, que também é reconhecida pela beleza da sua flor, já chegou a muitas regiões onde causou graves e diversos danos.

A expansão de plantas invasoras é considerada crítica por cientistas e ambientalistas.

"É uma situação que afeta toda a sociedade em diferentes níveis, independentemente da sua origem ou status: atacam o centro dos habitats e as cadeias de abastecimento que saem do ambiente", explica Roy.

A principal solução é a prevenção no manejo de plantas destinadas à exportação ou importação.

"É preciso levar em conta que muitas dessas plantas que hoje são invasoras foram trazidas para proporcionar algum benefício às pessoas. O problema é que não se teve cuidado com os efeitos que isso poderia causar", diz Roy.

Por essa razão, tanto Roy como Puchard avaliam que a prevenção e o controle da flora e da fauna nas fronteiras é uma das medidas mais eficazes que podem ser implementadas para prevenir a chegada de espécies invasoras.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c727vygjx8jo. Adaptado.

De acordo com um relatório recente apoiado pela ONU, essas plantas fazem parte do grupo de espécies que estão relacionadas a 60% das extinções de plantas e animais a nível mundial.

Na frase mencionada, é possível constatar a presença de:
Alternativas
Q4265375 Português

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Falta de reconhecimento leva mais profissionais experientes a pedir demissão



Falta de reconhecimento é o principal motivo que leva profissionais com mais experiência a pedir demissão, indica um estudo da empresa de tecnologia para recursos humanos Pulses com dados de mais de 145 mil funcionários de empresas no Brasil.


Segundo a pesquisa, a que VOCÊ RH teve acesso com exclusividade, quando não se sentem reconhecidos e valorizados pela companhia ou quando não veem perspectivas de crescimento, os profissionais apresentam cinco vezes mais risco de pedir demissão. Se acreditam que as recompensas recebidas pelos seus esforços não são justas, o risco é 2,5 vezes maior.


Para a geração X, reconhecimento é importante. Esses profissionais costumam ocupar cargos de maior responsabilidade, então, é natural que direcionem suas energias para dar continuidade ao desenvolvimento que já conquistaram. Concorda?


Veja mais sobre o estudo clicando no link da bio e depois sobre a imagem que ilustra esta postagem.

Disponível em https://www.instagram.com/p/CmwME20OGfk/

Analise: “Esses profissionais costumam ocupar cargos de maior responsabilidade” e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4264609 Português

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Entenda as questões por trás da quantidade de água recomendada por dia

Beber água é importante, mas dois litros por dia não é regra, dizem especialistas



    A água é uma grande parte da composição do corpo humano, cerca de 60 a 70%

    Que beber água é imprescindível para a manutenção da saúde não há dúvidas – isso é um consenso. No entanto, a quantidade diária a ser ingerida ainda é alvo de divergências entre as comunidades médica e científica.

    “Por ser tão crítica para a vida, há processos fisiológicos que controlam de forma estrita o balanço de sal e água no organismo. De forma simplificada, para manter a quantidade de água do nosso corpo, é preciso repor as perdas”, afirma o professor Eduardo Barbosa Coelho, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).

    Um estudo da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido, publicado em novembro de 2022, colocou mais lenha na fogueira da discussão sobre a quantidade ideal de água por dia.

    A pesquisa aponta que a ingestão recomendada de água de oito copos, cerca de dois litros, por dia raramente corresponde às necessidades reais e, muitas vezes, pode ser alta. Segundo a pesquisa, a quantidade necessária para ser bebida varia entre 1,3 a 1,8 litros por dia, a depender da idade, clima e onde a pessoa vive.

    Um estudo publicado na revista Science indica que o volume para consumo diário é determinado por diversos fatores como sexo, idade, aspectos físicos, umidade do ar, temperatura e até mesmo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

    Nesse sentido, pode não existir uma quantidade ideal de água ー como os famosos dois litros ー, já que a influência de múltiplos pontos modifica a necessidade de cada indivíduo.

    “Não há um valor ‘normal’ ou recomendável para se ingerir ao dia. Geralmente, para um adulto numa dieta normoproteica padrão, cerca de um a um e meio litros de água serão suficientes para manter o balanço hídrico. Porém, esse valor dependerá do metabolismo individual, da idade, da distribuição de gordura corporal, das condições ambientais, da atividade física e de outros fatores que afetam a perda de água. Há uma ideia generalizada de que consumir água faz bem à saúde. Como descrito acima, há mecanismos fisiológicos para a manutenção de um equilíbrio hídrico e caso haja falta de água a sede aparecerá”, afirma Coelho.

    [...]


Adaptado de https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-as-questoes-por-tras-daquantidade-de-agua-recomendada-por-dia/

Analise: “Um estudo publicado na revista Science indica que o volume para consumo diário é determinado por diversos fatores como sexo, idade, aspectos físicos, umidade do ar, temperatura e até mesmo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).”
E assinale a alternativa que classifica corretamente os termos em destaque, respectivamente.  
Alternativas
Q4264608 Português

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Entenda as questões por trás da quantidade de água recomendada por dia

Beber água é importante, mas dois litros por dia não é regra, dizem especialistas



    A água é uma grande parte da composição do corpo humano, cerca de 60 a 70%

    Que beber água é imprescindível para a manutenção da saúde não há dúvidas – isso é um consenso. No entanto, a quantidade diária a ser ingerida ainda é alvo de divergências entre as comunidades médica e científica.

    “Por ser tão crítica para a vida, há processos fisiológicos que controlam de forma estrita o balanço de sal e água no organismo. De forma simplificada, para manter a quantidade de água do nosso corpo, é preciso repor as perdas”, afirma o professor Eduardo Barbosa Coelho, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).

    Um estudo da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido, publicado em novembro de 2022, colocou mais lenha na fogueira da discussão sobre a quantidade ideal de água por dia.

    A pesquisa aponta que a ingestão recomendada de água de oito copos, cerca de dois litros, por dia raramente corresponde às necessidades reais e, muitas vezes, pode ser alta. Segundo a pesquisa, a quantidade necessária para ser bebida varia entre 1,3 a 1,8 litros por dia, a depender da idade, clima e onde a pessoa vive.

    Um estudo publicado na revista Science indica que o volume para consumo diário é determinado por diversos fatores como sexo, idade, aspectos físicos, umidade do ar, temperatura e até mesmo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

    Nesse sentido, pode não existir uma quantidade ideal de água ー como os famosos dois litros ー, já que a influência de múltiplos pontos modifica a necessidade de cada indivíduo.

    “Não há um valor ‘normal’ ou recomendável para se ingerir ao dia. Geralmente, para um adulto numa dieta normoproteica padrão, cerca de um a um e meio litros de água serão suficientes para manter o balanço hídrico. Porém, esse valor dependerá do metabolismo individual, da idade, da distribuição de gordura corporal, das condições ambientais, da atividade física e de outros fatores que afetam a perda de água. Há uma ideia generalizada de que consumir água faz bem à saúde. Como descrito acima, há mecanismos fisiológicos para a manutenção de um equilíbrio hídrico e caso haja falta de água a sede aparecerá”, afirma Coelho.

    [...]


Adaptado de https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-as-questoes-por-tras-daquantidade-de-agua-recomendada-por-dia/

O pronome “esse” grafado no último parágrafo retoma  
Alternativas
Q4264303 Português
Estudante de Curitiba nota mil na redação do Enem é aluna de escola pública


   Tirar uma nota 1.000 (pontuação máxima) na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é difícil (para não dizer quase impossível) e a estudante de Curitiba Emily Moraes de Oliveira, 19 anos, sentiu essa alegria extrema ao descobrir, na última sexta-feira (11), que ela havia alcançado o feito. O resultado do Enem 2021 foi publicado na quarta-feira (9) e a jovem até tinha esperança de atingir uma boa média. Só não poderia prever que sua nota seria surpreendente.

   A Emily sempre estudou em escola pública. Apenas os anos de Ensino Médio ela concluiu no Colégio Sesc São José, no Centro da capital, onde entrou depois de passar em um teste para bolsa de estudos e conseguir 100% de desconto. Ela se formou no ano passado. Além do “dez na redação”, o bom desempenho na área de linguagens da prova do Enem e a dedicação nos estudos das outras áreas lhe renderam 756,4 na pontuação geral.

   “Contei primeiro para minha avó, que ficou extremamente feliz com a notícia, já que sempre me viu estudar por horas e horas e sempre ouvia minhas redações depois de prontas. Acessei o resultado na sexta-feira e, imediatamente, comuniquei para as minhas professoras do Ensino Médio, pelo Instagram, que ficaram admiradas e orgulhosas também pelo resultado. Meu colégio até me convidou a dar uma palestra para conversar com os alunos sobre a importância da rotina de estudos, de manter a constância, de praticar, de tirar dúvidas”, contou a jovem em um papo com a Tribuna.

   Segundo ela, a nota máxima na redação chegou após muito esforço. “Não era tão boa em redação, mas melhorei com muito esforço, fazendo cerca de duas redações por semana, fora as obrigações do colégio. Quanto ao tema, eu tinha estudado em casa alguns meses antes da realização do Enem. Isso me ajudou. Vi que há uma extrema necessidade de conhecer o que realmente é cobrado na redação”, destaca. O tema da redação da Emily foi “Invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil”.

   O sonho para o futuro é entrar na área da Saúde. “Quero fazer Medicina na UFPR. Sempre tive uma imensa admiração pela profissão”, conta. E o vestibular para o curso ela fez na semana passada, junto com milhares de estudantes que tentam uma vaga nos cursos da UFPR. “Estou no aguardo do resultado definitivo que sai no dia 14 de março. A redação eu achei tranquila”, brinca ela, após a reportagem perguntar se a redação do vestibular estava mais difícil ou mais fácil do que a do Enem.

   A gestora pedagógica do Sesc São José, Marlene Kochinski, disse que a instituição sente um imenso orgulho da Emily Moraes. “É uma estudante que faz parte de um projeto social do colégio em parceria com o Sesc/PR e o Grupo Educacional Bom Jesus, com alunos bolsistas, e ela sempre se destacou. Para nós, um aluno nota mil é sensacional. Estamos torcendo para ela passar em Medicina”, ressalta a gestora. A Katia Dell’Aira, assessora pedagógica, ainda explicou que a Emily é esforçada, dedicada nas atividades e sempre respondeu bem aos professores. “Lembrando que ainda tivemos dois anos de aula virtual. Não foi fácil e ela conseguiu uma nota alta na redação e na pontuação do Enem”, disse.

   O Sesc São José confirmou o convite feito para a Emily participar de um bate-papo com alunos do último ano do Ensino Médio. Por causa da pandemia, a conversa será virtual. “É uma prática comum do colégio. Sempre trazemos, em alguns momentos do ano, ex-alunos para conversar, dar dicas de estudos, falar sobre a experiência nos cursos superiores que escolheram, Enem, vestibular. Tudo para a troca de experiências”, finaliza a Marlene Kochinski.


Fonte: https://tribunapr.uol.com.br/noticias/curitiba-regiao/estudante-decuritiba-nota-mil-na-redacao-do-enem-e-aluna-de-escola-publica/ Acesso em 20 de fevereiro de 2022.
Assinale a alternativa que apresente o referente no texto do pronome pessoal no período: Segundo ela, a nota máxima na redação chegou após muito esforço:
Alternativas
Q4264017 Português
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Pelé, impossível esquecer

por José Cruz

     Em menos de um mês, o Brasil ganhou destacado espaço na imprensa esportiva internacional. Ironicamente, para registrar duas tristezas. A eliminação da Seleção Brasileira do Mundial do Catar e, a mais recente, a morte do Atleta do Século, Pelé. Entre pódios e alegrias, no futebol e fora dele, o Brasil esportivo também passa por traumas que entristecem a todos. Como a morte de Ayrton Senna, por exemplo, em 1994. O cortejo fúnebre de ontem, em Santos, na despedida de Pelé, lembrou o choro nacional de quando Senna foi sepultado. Nunca mais tivemos um piloto com as características do tricampeão mundial, que nos deixou prematuramente. No futebol, vibramos com outros craques que nos enchem de orgulho. Mas nenhum como Pelé. Nem aqui nem em outro lugar do mundo.
    Sobre Pelé já se escreveu tudo, principalmente os que tiveram o privilégio de com ele conviver, como os cronistas da velha guarda, por exemplo. Pelé foi o tal! Como era craque e famoso, podia ousar. E foi assim que arriscou no cinema e na música. Mas o seu chão, mesmo, era a grama dos estádios onde ele desfilou com classe e jogadas criativas que hoje ainda nos deixam babando diante da TV. Porém, Pelé nunca colocou o seu valorizadíssimo prestígio internacional para combater a discriminação dos negros no esporte, aqui e mundo afora. Chegou a ser criticado por essa omissão. Mesmo assim, raramente falava sobre essa agressão no mais popular dos esportes.
    Quem sintetiza esse tema é a jornalista Angélica Basthi. Em seu livro Pelé: uma estrela negra em campos verdes ela escreveu: "Em 2014, ao comentar o racismo sofrido pelo goleiro Aranha, durante um jogo pelo Santos (time que Pelé também defendeu), disse que, se tivesse parado toda partida em que alguém o chamasse de 'macaco' ou 'crioulo', todos os jogos dos quais participou teriam que ser interrompidos — admitindo, pela primeira vez, que sofria discriminação racial".
    Essa abordagem me lembra de uma entrevista com Pelé, ao lado do também bicampeão mundial, Nilton Santos. Os dois moravam em Brasília. Pelé era ministro extraordinário do Esporte, governo de Fernando Henrique Cardoso. Nilton tinha uma escolinha de futebol no estádio Mané Garrincha. Por sugestão do jornalista André Gustavo Stumpf, a editoria de Esportes do Correio Braziliense reuniu os dois astros numa conversa de quatro horas. Em volta da mesa estavam craques da reportagem, como Ricardo Noblat, José Antônio Alves, Roberto Naves, Ricardo Mendes... A gravação durou quatro horas e o resultado daquele riquíssimo encontro foi publicado numa edição de 16 páginas do Correio, em 1994, se não me engano.
    Quando Pelé chegou para a entrevista, Nilton contava histórias maravilhosas da Seleção Brasileira na Suécia, em 1958, ano da primeira conquista do título mundial. Nilton tratava Pelé de "Negrão". E lembrou que as loirinhas escandinavas "nunca tinham visto um crioulo, jovem (tinha 17 anos), pernas de atleta completo, e por ele logo se apaixonavam". O "Negrão" riu com vontade e confirmou aquela confidência do amigo. E foi assim durante todo o papo, sem que ninguém se ofendesse por usar tais expressões que, hoje, motivam processos e longas reportagens.
    Enfim, Pelé o "Atleta do Século" mereceu todas as homenagens que recebeu "em vida", como sempre desejou.
   Lamentavelmente, Brasília não pôde participar dessa despedida com lembranças que honrem o passado de Pelé por aqui. Num legítimo trambique que envolveu construtoras, a Federação Brasiliense de Futebol e a Câmara Legislativa do Distrito Federal, o Estádio Pelezão, inaugurado em 1966, no Setor de Oficinas Sul, ao lado do Carrefour, foi demolido. O ato criminoso para o esporte em geral ocorreu em 2009, sem qualquer protesto. No lugar estádio, surgiram imponentes edifícios. E o dinheiro dessa transação perdeu-se em distribuições suspeitas entre cartolas de então. Enfim, "vida que segue", como diria João Saldanha, craque do jornalismo esportivo e que, como treinador, de Pelé, inclusive, classificou a Seleção Brasileira para a campanha do tricampeonato mundial, em 1970, no México.
    Pelé não foi só o craque que encantou o mundo. Ele foi mais... Não deixava repórter sem resposta e valorizava o trabalho da imprensa. Era gentil nas relações, fora de campo, claro. Como ministro chegou, certa vez, para uma solenidade no Hotel Nacional, por volta da 19h. A multidão o cercou, abraços e autógrafos. Ao ver os repórteres num "cercadinho" (perdão, leitores...) ele levantou os dois braços e, com sua voz forte e rouca, pediu um pouco de silêncio e lascou: "Vou atender os repórteres, primeiro. Eles têm hora para fechar os jornais e nós temos a noite toda para ficar aqui". E assim foi. Como esquecer de um cara desses?

Disponível em https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2023/01/5063638- artigo-pele-impossivel-esquecer.html
Analise: “A multidão o cercou, abraços e autógrafos.” E assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: C
4: D
5: D
6: D
7: E
8: A
9: B
10: C
11: B
12: A
13: D
14: E
15: A
16: D
17: A
18: A
19: B
20: A