Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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( ) Em “não vivo sem suas pro....eções” (l. 03), o pronome pessoal “suas” estabelece uma relação de posse entre os substantivos “pro..... eções” e “astróloga” (l. 02).
( ) Em “contrastando com as manchetes do dia, que geralmente anunciam” (l. 18), o sujeito da forma verbal “anunciam” estabelece relação de referência com “manchetes”.
( ) Em “Há os horóscopos menos literários, que não falam poeticamente em alma” (l. 21), o pronome “que” tem como referente direto a palavra “literários”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1
1. “Você escolheu morar”.
2. “É onde nossas manias são compreendidas”.
3. “Como se alguém tivesse alfaiatado a cidade”.
Coluna 2
( ) Pronome possessivo.
( ) Pronome indefinido.
( ) Pronome pessoal.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:


Depois de Porto Velho (RO), a capital roraimense recebe o evento com uma programação gratuita e aberta ao público, consolidando-o como espaço de visibilidade e protagonismo das artes produzidas pelos povos da floresta.
A expressão em destaque no texto é composta pelo verbo “consolidar” e o pronome “o”.
O pronome refere-se a:
I."Nunca me disseram a verdade." — Ocorre próclise.
II."Dar-me-ia por satisfeito se reconhecessem o meu esforço." — Ocorre mesóclise.
III."Chamem-me quando tudo estiver pronto." — Ocorre ênclise.
IV."Seus conselhos me ajudaram muito." — Ocorre ênclise.
Assinale a alternativa correta:
Observe as tirinhas de Hagar com atenção.

Considerando os pronomes em destaque abaixo, usados nas tirinhas:
Tirinha 1
“Gostaria de convidá-lo…”
“Eu devo conhecê-lo….”
Tirinha 2
“… começar a fazer tudo de bom…”
“Eu serei o juiz do que é bom…”
Assinale a alternativa que indica correta e sequencialmente a classificação dos pronomes.

I- Trata-se de um advérbio de lugar, como ali, lá, aqui.
II- Substitui o termo “banheiro”: “ajude a manter o banheiro limpo”.
III- Refere-se à palavra “limpo”: “ajude a manter limpo”.
IV- É o pronome pessoal oblíquo “o” que assume a forma “lo”.
É CORRETO o que se afirma apenas em:

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g944q07vlo. adaptado
De acordo com as regras de colocação pronominal, a forma correta do pronome oblíquo para substituir o termo destacado é:
https://br.pinterest.com/pin/26036504085844127/
De acordo com a tirinha, no primeiro quadrinho, (essa); no segundo, (da); no terceiro, (é), no quarto (não), são respectivamente:
I. Meus livros preferidos são os de suspense.
II. Ele desperdiçou o seu tempo com bobagens.
III. Este segredo deve ficar apenas entre nós.
pode-se afirmar que:
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Um coelho
Todo mundo sabe: uma agência de publicidade comemorou a Páscoa oferecendo um coelho vivo a 20 personalidades do Rio de Janeiro. Mas o que ninguém sabe é que só depois da Páscoa o meu coelho conseguiu me encontrar.
Dentro de uma gaiola, o coelho era pesado e assustadiço. Chamava-se Osvaldo — Osvaldo Coelho. No primeiro dia fiquei algumas horas com aquele bicho orelhudo à minha mercê, num restaurante. Providenciei cenouras para Osvaldo e pensei que não havia novidade alguma em tudo aquilo, pois até Hollywood já havia feito um filme mostrando um coelho num bar. O filme era Meu amigo Harvey e James Stewart, o protagonista.
Quando chegou a madrugada conduzi Osvaldo para o meu lar. Apresentei-lhe o meu melhor amigo, Nelsinho Mota, que é um passarinho inteligente e terno, mas Osvaldo teve medo de Nelsinho e vice-versa. Decidi, então, que a cada um caberia um aposento especial. Nelsinho ficaria na sala e Osvaldo no escritório. [...]
Minha cozinheira foi a primeira pessoa a perceber o absurdo da situação. Não se pode viver com um coelho dentro de um apartamento — disse ela. “Azar, azia, azeite”, respondi. “Não se pode viver de maneira alguma. O coelho é apenas uma demonstração particularmente cruel dessa evidência”.
Passaram-se dois dias: simplesmente fiquei dois dias sem voltar para casa, na esperança de que o coelho e a cozinheira entrassem em algum acordo. Mas o lar é uma coisa a que estamos tão habituados que sempre acabamos voltando a ele. Voltei fatigado, deitei me, e na manhã seguinte me pus a assoviar enquanto aparava a barba. Ao café, a cozinheira disse:
— E o coelho?
— Não sei. Não tenho jogado no bicho
— Estou falando é no nosso coelho. (Ela disse “nosso” coelho! O malandro já pertencia à minha família).
— Ah... O Osvaldo? — disse eu. — Façamos o seguinte: passemos a navalha no pescoço dele e jantemos civet de lapin! Coelho esquartejado!
— É pecado comer bicho que tem nome cristão — sentenciou ela. E estava certíssima: a minha saudosa galinha, Amélia, morreu de velha; ninguém ousou prepará-la ao molho pardo.
Eis senão quando o próprio Osvaldo tomou uma atitude singular. Depois de roer a gaiola e de devorar o Canto número dois, de Lautreamont — deixando intacto o Canto número um, que está impresso nas páginas anteriores — ele se esgueirou pelo corredor e, na sala, ficou ouvindo a nossa conversa. Aliás, o nosso silêncio: quando o vimos, a cozinheira e eu nos calamos. Eu, principalmente, estava encabuladíssimo, pois acabava de sugerir uma navalhada no pescoço dele.
A intuição feminina prevaleceria. A cozinheira mais que depressa abriu a porta da rua e sorriu maliciosamente na minha direção. O coelho, com as orelhas eretas, contemplou longamente a liberdade. Depois, por sua vez, se precipitou para fora.
Fechamos a porta e suspiramos. O mais e o menos outra vez se equilibravam em nossas vidas: menos um problema, mais um remorso.
OLIVEIRA, J. C. Domingo. In: Caderno B, Jornal do Brasil. Rio de
Janeiro, 1969. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16674/um-coelho>.
"[...] Esse fenômeno retroalimenta a crise climática, encurtando os períodos de chuva, aumentando a temperatura e intensificando a instabilidade climática", [...].
I.O pronome esse está usado equivocamente e gera ambiguidade, uma vez que se refere a períodos secos. O adequado seria "este".
II.Ao dizer que o fenômeno "retroalimenta" a crise climática, reforça-se a ideia cíclica que envolve o manejo da água no Brasil, em um efeito ininterrupto e cada vez mais intenso de causa e consequência.
III.Em relação a "sem perceberem que esses problemas estão diretamente ligados ao desmatamento do Cerrado", no parágrafo anterior, temos o uso adequado do pronome demonstrativo esse , pois tem como referente os problemas destacados anteriormente (falta de água nas torneiras e queda na safra, ambos devido à irregularidade climática). O mesmo uso do pronome acontece no excerto em análise, posto que "esse fenômeno" refere-se a todo o período que o antecede.
IV.Em "encurtando os períodos de chuva, aumentando a temperatura e intensificando a instabilidade climática", temos uma enumeração de ideias em movimento, em continuidade, ou seja, não encerradas. Esse valor semântico de progressão é dado pelo uso dos verbos no particípio.
É correto o que se afirma em: