Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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I. Em “Ninguém me perguntou”, a forma pronominal é empregada em mesóclise, já que o termo “me” aparece entre o radical e a desinência verbal.
II. Em “não havia ninguém por perto para interrompê-la”, o pronome está em ênclise, ocorrendo a união do oblíquo ao verbo no infinitivo devido à ausência de fator atrativo.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Concedi-lhe de férias uma viagem inesquecível para que pudesse ficar mais feliz.
Os vocábulos grifados são, respectivamente:
Na era da IA e manipulação de imagens, ver já não é acreditar
Deepfakes e edições hiper-realistas feitas por IA desafiam a segurança, a política e o jornalismo, criando novas ameaças à confiança pública e aos direitos individuais.
Nos últimos anos, a Inteligência Artificial deixou de ser uma tecnologia restrita a especialistas para se tornar acessível a qualquer pessoa com um celular e conexão à internet. Entre os campos mais impactados por essa democratização, está a manipulação de imagens, agora capaz de produzir conteúdos hiper-realistas que desafiam até os olhos mais atentos.
O fenômeno, que envolve desde simples retoques até deepfakes extremamente convincentes, acende alertas em áreas como segurança digital, política, jornalismo, padrões de beleza e direitos autorais.
Para Gustavo Zaniboni, fundador da Ananque, o principal fator que agrava os riscos hoje não é necessariamente a mudança na natureza das ameaças, mas sim na facilidade com que elas podem ser executadas.
“Os riscos de manipulação de imagens, no geral, não mudaram muito. O que mudou foi a probabilidade de acontecerem. Uma vez que as ferramentas para ataques envolvendo imagens ‘fakes’ estão disponíveis agora para pessoas sem conhecimento avançado em tecnologia”, alerta.
Ferramentas de baixo custo, ou mesmo gratuitas, permitem que qualquer usuário crie ou altere imagens com alto grau de realismo. Isso sem que seja necessário ter experiência em softwares avançados. Esse acesso democratizado, segundo Gustavo, amplia o alcance de golpes de extorsão, fraudes em sistemas de autenticação e manipulação da opinião pública.
Ele alerta que não se trata apenas de criar imagens do zero, mas também de realizar pequenas alterações com potencial de gerar impacto significativo. “Colocar uma garrafa de bebida alcoólica na mão de uma pessoa que diz não beber é muito simples. E isso pode ser usado para manipular a opinião pública, por exemplo”, comenta.
O avanço das IA’s também coloca em xeque a capacidade de diferenciação entre o real e o sintético. Gustavo destaca que, para humanos, o risco de engano cresce em situações de estresse ou baixa atenção, como no caso de idosos recebendo imagens falsas de familiares em perigo. Já para sistemas automáticos, o perigo está na ausência de camadas adicionais de verificação.
“Sistemas de reconhecimento facial que podem ser manipulados com injeção de imagens já não deveriam existir, assim como outras tecnologias de segurança. Qualquer sistema de segurança deve operar em camadas, e se algum deles não faz isso, o sistema em si é ruim. Então, sistemas ‘ruins’ de segurança podem ser manipulados. Mas esses tipos de ataques são conhecidos faz 40 anos”, explica.
Michael San Martim, fundador da DataSpoc, reforça que a detecção de deepfakes é um desafio técnico contínuo. “Um deepfake é uma mídia sintética criada por Inteligência Artificial para imitar com alto realismo a aparência ou a voz de uma pessoa real – como se fosse uma fantasia digital extremamente convincente”, comenta. “Detectar deepfakes é como jogar esconde-esconde com um adversário que muda constantemente de disfarce.”
Ele explica que sua empresa desenvolve o GenbyAI, uma tecnologia que funciona como “detetive digital”, examinando milhares de elementos invisíveis a olho nu, como iluminação, ruído, padrões estruturais e reflexos, para identificar inconsistências.
Disponível em: https://consumidormoderno.com.br/ ia-manipulacao-imagens-acreditar/. Acesso em: 05 de novembro de 2025.
Para Gustavo Zaniboni, fundador da Ananque, o principal fator que agrava os riscos hoje não é necessariamente a mudança na natureza das ameaças executadas [...]. Segundo __________, “Os riscos de manipulação de imagens, no geral, não mudaram muito. O que mudou foi a probabilidade de acontecerem. Uma vez que as ferramentas para ataques envolvendo imagens ‘fakes’ estão disponíveis agora para pessoas sem conhecimento avançado em tecnologia”, alerta.
Complete a lacuna com o pronome pessoal adequado e assinale a alternativa correspondente.


I. “desses” (l. 06).
II. “Eles” (l. 12).
III. “esse” (l. 15).
IV. “suas” (l. 28).
V. “dela” (l. 32).
Quais estão corretas?
• Ela entregou isto .........................
• Eles deram isto ......................... guardar.
• Ele terminou as atividades antes ........................
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto, na sequência em que aparecem.
Com relação à colocação pronominal, analise as afirmativas a seguir sobre a ênclise e, em seguida, assinale a alternativa correta:
I. Um exemplo de ênclise é quando há palavras negativas antes do verbo, as quais atraem o pronome, por exemplo: Não o ajudo mais!
II. A ênclise ocorre quando o pronome é colocado depois do verbo, por exemplo: Cale-se agora!
III. Quando o pronome é colocado intercalado no verbo, chamamos de ênclise, por exemplo: Se puder, Michael visitar-me-á antes de partir.
IV. Ocorre ênclise quando o verbo estiver no gerúndio sem que seja introduzido pela preposição “em”, por exemplo: Suelen vive castigando-lhe de forma injusta.
Relacione as colunas a seguir, classificando corretamente cada tipo de pronome:
COLUNA I
1. Pronome demonstrativo.
2. Pronome relativo.
3. Pronome possessivo.
COLUNA II
(__) Estou amando este livro.
(__) A Aline não viu o meu notebook.
(__) Rafael, você pegou o caderno que estava aqui?
Assinale a alternativa que indica a correta sequência:
(__)A regra geral da concordância verbal estabelece que o verbo deve concordar, em número e pessoa, com o sujeito da oração. Contudo, quando o sujeito é indeterminado, o verbo passa para a terceira pessoa do plural. Já nos casos em que a indeterminação é marcada pela partícula se, o verbo permanece no singular.
(__)A regência dos verbos lembrar e esquecer varia conforme o uso pronominal: quando surgem nas formas pronominais (lembrar-se, esquecer-se), comportam-se como transitivos indiretos e exigem a preposição de; quando aparecem sem pronome, tornam-se transitivos diretos e dispensam preposição.
(__)Não se admite a ênclise nem a próclise com particípios, pois, quando aparecem desacompanhados de verbo auxiliar, exige-se sempre a forma do pronome oblíquo regida por preposição; já com os infinitivos soltos, mesmo quando modificados por negação, admite-se tanto a próclise quanto a ênclise, embora haja forte tendência para a segunda colocação pronominal.
Assinale a alternativa com a sequência correta: