Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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No texto, o pronome demonstrativo estes faz referência a uma ideia que se encontra explícita no enunciado anterior: às consequências da difusão de mentiras e à confusão conceitual das mídias sociais. Ao uso desse pronome na função de retomada de termos ou ideias, dá-se o nome de:
Com base no texto abaixo, responda à questão.
Foi durante a Primeira Guerra Mundial que uma peregrinação silenciosa deu os primeiros passos no interior deste país. A febre cresceu sem avisar, sem ser notada ou compreendida por aqueles que não estavam envolvidos nela. Não terminaria até os anos 1970, e impulsionaria mudanças no norte e no sul que ninguém, nem mesmo os protagonistas da marcha, poderia ter imaginado no início ou sonhado que levaria o tempo de uma vida para terminar.
Os historiadores chamariam a isso a Grande Migração. Seria talvez a maior história não contada do século XX... As ações das pessoas deste livro foram ao mesmo tempo universais e claramente americanas. Sua migração foi em resposta a uma estrutura social e econômica pela qual não eram responsáveis. Elas fizeram aquilo que os seres humanos têm feito por séculos quando a vida se torna insustentável – aquilo que os pilgrins fizeram sob a tirania do poder britânico, que os escocesesirlandeses fizeram em Oklahoma quando a terra virou pó, que os irlandeses fizeram quando não havia nada para comer, que os judeus europeus fizeram durante a expansão do nazismo, que o sem-terra na Rússia, Itália, China e tantos outros lugares fizeram quando algo melhor os chamava do outro lado do oceano. O que liga essas histórias é a busca sem possibilidade de retorno, busca relutante ainda assim esperançosa, por algo melhor, em qualquer lugar menos aquele em que estavam. Eles fizeram aquilo que têm feito com frequência, ao longo da história, os seres humanos que procuram a liberdade.
Partiram.
(WILKERSON, Isabel. O calor de outros sóis. In: PINKER,
Steven. Guia de escrita: como conceber um texto com clareza,
precisão e elegância. São Paulo: Contexto, 2018.)
INSTRUÇÃO: leia o texto abaixo e responda à questão.
Saudades da secretária eletrônica
[...] Virgília deixou-se estar de pé; durante algum tempo ficamos a olhar um para o outro, sem articular palavra. Quem diria? De dois grandes namorados, de duas paixões sem freio, nada mais havia ali, vinte anos depois; havia apenas dois corações murchos, devastados pela vida e saciados dela, não sei se em igual dose, mas enfim saciados. Virgília tinha agora a beleza da velhice, um ar austero e maternal; estava menos magra do que quando a vi, pela última vez, numa festa de São João, na Tijuca; e porque era das que resistem muito, só agora começavam os cabelos escuros a intercalar-se de alguns fios de prata.
̶ Anda visitando os defuntos? disse-lhe eu.
̶ Ora, defuntos! respondeu Virgília com um muxoxo. E depois de me apertar as mãos: ̶ Ando a ver se ponho os vadios para a rua. [...]
(Assis, Machado de. Obra Completa. vol. I. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000215.pdf. Acesso em: 01 abr. 2022.)
Assinale a alternativa em que o termo a que se refere o pronome em destaque foi indicado ERRONEAMENTE.
De acordo com as regras de colocação pronominal da língua portuguesa, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) No período “Trata-se, essencialmente, de uma ferramenta [...]”, o pronome sublinhado poderia ser proclítico.
( ) No período “Falamos sobre imunidade natural em pessoas que se recuperaram de covid [...]”, o pronome sublinhado poderia ser mesoclítico.
( ) No período “E em vez de se sentir azarado [...]” não há a presença de um fator que exija o uso da ênclise.
O perigo do mito sobre ‘fortalecer’ o sistema imunológico
O sistema imunológico é o sistema biológico mais complexo do corpo humano, com _____________ do cérebro, e ele sendo assunto agora como nunca. A pandemia introduziu um novo vocabulário em nossas vidas. Falamos sobre imunidade natural em pessoas que se recuperaram de covid, em imunidade gerada por vacinas e em efeitos colaterais etc.
De repente, esses assuntos se tornaram tão comuns, quanto falar sobre o clima, mas o fato de a imunidade estar presente com mais frequência nas conversas não significa necessariamente que as pessoas saibam mais sobre ela. Talvez o maior equívoco seja a preocupação em obter um sistema imunológico "fortalecido".
A Internet está cheia de produtos que prometem fazer exatamente isso: de café com proteína em pó e raízes místicas da floresta amazônica a pílulas de vitaminas, a lista é interminável; mas o que muitas pessoas não entendem é que o sistema imunológico pode ser perigoso. Não é uma coisa que queremos que seja desencadeada dentro de nós sem limites.
Trata-se, essencialmente, de uma ferramenta para distinguir "o outro", o estranho, do "eu". Se o estranho não estiver em uma lista de convidados muito ____________ que ___________ entrada gratuita, ele deve ser atacado e destruído - porque existe a possibilidade de ser prejudicial. O que as vacinas fazem, por exemplo, é ajudar no reconhecimento desse inimigo.
O mais importante para a saúde do sistema imunológico é ter uma dieta que forneça todas as vitaminas e nutrientes que seu corpo precisa, ingerindo frutas e legumes. Seu sistema imunológico constantemente produz muitos bilhões de novas células e elas precisam ser alimentadas.
Os efeitos positivos do exercício regular moderado para a saúde são conhecidos há muito tempo. A boa circulação permite que suas células e proteínas imunológicas se movam com mais eficiência e liberdade, o que as ajuda a fazer seu trabalho melhor. O exercício também pode retardar seu declínio na velhice.
Levar uma vida menos estressante traz benefícios tangíveis à nossa saúde de várias maneiras, e uma delas é o sistema imunológico. Sem entrar em muitos detalhes, o estresse pode desencadear uma série de eventos que atrapalham o trabalho e o equilíbrio desse sistema.
A realidade é que não somos iguais. As escolhas de estilo de vida importam. Talvez você fume ou não coma tão bem quanto os outros. Talvez você tenha um trabalho muito estressante ou um trabalho que o exponha mais aos vírus, ou talvez você simplesmente seja sedentário.
Há a genética. Uma pessoa pode ser melhor no combate aos vírus e outra, no combate às bactérias. Em terceiro lugar, há a ____________. Todo mundo afirma conhecer alguém que diz que nunca fica doente, mas isso não é verdade.
Então, talvez da próxima vez que você acordar com o nariz escorrendo ou um pouco suado, pense no exército de ajudantes que o mantém vivo. E em vez de se sentir azarado, sinta-se agradecido.
Fonte: BBC – adaptado.
Leia o texto.
– Haveis de entender, começou ele, que a virtude e o saber têm duas existências paralelas, uma no sujeito que as possui, outra no espírito dos que o ouvem ou contemplam. Se puserdes as mais sublimes virtudes e os mais profundos conhecimentos em um sujeito solitário, remoto de todo contato com outros homens, é como se eles não existissem. Os frutos de uma laranjeira, se ninguém os gostar, valem tanto como as urzes e plantas bravias, e, se ninguém os vir, não valem nada; ou, por outras palavras mais enérgicas, não há espetáculo sem espectador.
(Machado de Assis – O segredo do bonzo. excerto)
Avalie as afirmações sobre o texto.
1. O saber e a virtude não podem coexistir no ser humano.
2. O homem solitário, a laranja e um espetáculo são postos em oposição para que o leitor perceba a existência da virtude e do saber.
3. O pronome “eles” (sublinhado no texto) retoma a expressão “as mais sublimes virtudes e os mais profundos conhecimentos”.
4. Na frase: “se ninguém os gostar” o pronome “os” refere-se a frutos de uma laranjeira.
5. O homem solitário carece de plateia para sobreviver.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Leia o texto.
Despedida
E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.
Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.
E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?
Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro* inábil.
Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus.
A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.
* Pessoa que movimenta bonecos articulados com fios.
(Rubem Braga)
( ) As palavras “despedida” e “separação” são homônimas. ( ) Na frase “…procura-a por um instante” o “a” é um pronome oblíquo que substitui a palavra “outra”. ( ) No último período do primeiro parágrafo, todos os verbos estão no pretérito perfeito e há uma próclise obrigatória. ( ) Na frase “haverá outros verões”, se o verbo “haver” for trocado por “existir”, teremos a seguinte construção: “Existirão outros verões”. ( ) Na frase “E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam”, a vírgula foi usada para separar um período composto por coordenação.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Leia o texto.
Cafezinho
Leio a reclamação de um repórter irritado que precisava falar com um delegado e lhe disseram que o homem havia ido tomar um cafezinho. Ele esperou longamente e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café.
Tinha razão o rapaz de ficar zangado. Mas com um pouco de imaginação e bom humor podemos pensar que uma das delícias do gênio carioca é exatamente esta frase:
— Ele foi tomar café.
A vida é triste e complicada. Diariamente é preciso falar com um número excessivo de pessoas. O remédio é ir tomar um “cafezinho”. Para quem espera nervosamente, esse “cafezinho” é qualquer coisa infinita e torturante.
Depois de esperar duas ou três horas dá vontade de dizer:
— Bem cavalheiro, eu me retiro. Naturalmente o Sr. Bonifácio morreu afogado no cafezinho.
Ah, sim, mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Sim, deixemos em todos os lugares este recado simples e vago:
— Ele saiu para tomar um café e disse que volta já.
Quando a bem-amada vier com seus olhos tristes e perguntar:
— Ele está? alguém dará o nosso recado sem endereço.
Quando vier o amigo e quando vier o credor, e quando vier o parente, e quando vier a tristeza, e quando a morte vier, o recado será o mesmo:
— Ele disse que ia tomar um cafezinho...
Podemos, ainda, deixar o chapéu. Devemos até comprar um chapéu especialmente para deixá-lo. Assim dirão:
— Ele foi tomar um café. Com certeza volta logo. O chapéu dele está aí...
Ah! Fujamos assim, sem drama, sem tristeza, fujamos assim. A vida é complicada demais. Gastamos muito pensamento, muito sentimento, muita palavra. O melhor é não estar.
Quando vier a grande hora de nosso destino nós teremos saído há uns cinco minutos para tomar um café. Vamos, vamos tomar um cafezinho.
(Rubem Braga)
Analise as frases abaixo quanto ao uso correto de pronomes.
( ) É hora deles voltarem e a ti não te convém interferir.
( ) Deixaram o recado conosco mesmo: “O repórter queria falar consigo, delegado!”.
( ) Sabia que não lhes veria mais; isto era para mim, conscientemente, entender.
( ) Para mim, sair para o cafezinho ainda é um sacrifício.
( ) Vossa Senhoria julga que posso auxiliá-lo em sua agenda?
Assinale a alternativa que indica todas as frases corretas.
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados na questão.

Assinale a opção em que o pronome pessoal oblíquo exerce a função de objeto indireto.
O trecho a seguir foi extraído de um dos discursos do Barão do Rio Branco, o patrono da diplomacia brasileira. Considere-o atentamente para responder a questão.
“O estudo da história nacional é ocupação das mais gratas e tão absorvente para os que por ele se apaixonam, que, às vezes, uma vida inteira se passa em reunir elementos para trabalhos de conjunto, que nem sempre nos julgamos bastante preparados para empreender resolutamente ou cuja execução adiamos seduzidos pelo desejo de novas, mais amplas e contínuas pesquisas. Mas, durante essa longa, prolixa e paciente preparação, em que as descobertas pessoais se multiplicam, enchendo de encanto o investigador, durante o minucioso inquérito a que procedemos sobre os nossos antecedentes sociais e políticos, vai-se formando em nós, primeiro obscuramente e, depois, com evidência e autoridade irrecusáveis, a convicção da grandeza dos nossos destinos no hemisfério americano. Nenhuma recompensa cívica, nenhuma coroa de louros, nenhuma aclamação gloriosa vale esse resultado moral, que é a segurança de que o nosso patriotismo se objetiva dignamente. Diante do pessimismo irredutível dos que veem o mundo através das próprias irritações e tristezas, e mesmo nas horas escuras das nossas fadigas e desalentos pessoais, a confiança nos destinos do Brasil se apresenta como o melhor dos tônicos. Foi ela certamente a que nos amparou nos momentos difíceis com a energia que sempre pôde vencer vaticínios sinistros e infundados, nascidos somente de fatos de passageira realidade”.
(Trecho com adaptações)
1. Não tenha medo, Camilo! / Não, tenha medo, Camilo!
2. “Para mim, passar por aquela rua parece complicado”, disse ela. / Esse é um problema para mim resolver.
3. Vossa Senhoria, indicaremos o vosso nome para paraninfo de nossa turma. / Indicaremos o seu nome, Vossa Senhoria, para paraninfo de nossa turma.
4. Já pagaram ao funcionário? / Já o pagaram?
5. Aquela partitura nas mãos de Camilo é de minha autoria. / Essa partitura que tenho comigo é de minha autoria.
Assinale a alternativa correta.
Texto 1
Leia o texto.
Engulo o uísque e vou caminhando. Tenho um encontro com um empresário e um americano antropólogo que está com ele. Cinema, grana, outros papos. O burguês amigo meu fala sem parar nas tragédias da lucratividade nacional. Meu amigo fala muito “deles… deles … deles”. Todo o mal do Brasil é culpa deles. O mundo e o país estão sendo destruídos por eles. Até que o americano não aguenta mais de curiosidade e pergunta: “Who are they?” (Quem são eles?) Meu amigo para, travado. Quem são eles? Aí descubro o óbvio triunfal. Eles são os outros. São as forças ocultas que desculpam nossa omissão. Grande categoria descobri: eles. Todos nós falamos da desgraça nacional como se fosse feita por outros, seres impalpáveis que são responsáveis por tudo. Eles podem ser o governo, o operariado, os americanos, os jornalistas (…)… Todos, menos eu.
(Arnaldo Jabor- adaptado)
1. O que espero da vida: paz, sossego, trabalho e conseguir amar.
2. Gosto de maçã, uva, abacate e novela mexicana.
3. Eu quero isto: paz; paz: é isso que eu quero.
4. Hão de haver excelentes soluções para os problemas brasileiros.
5. A tua fala não afeta-me, pois a verdade está comigo.
Assinale a alternativa correta sobre as frases.
Texto 1
Leia o texto.
Engulo o uísque e vou caminhando. Tenho um encontro com um empresário e um americano antropólogo que está com ele. Cinema, grana, outros papos. O burguês amigo meu fala sem parar nas tragédias da lucratividade nacional. Meu amigo fala muito “deles… deles … deles”. Todo o mal do Brasil é culpa deles. O mundo e o país estão sendo destruídos por eles. Até que o americano não aguenta mais de curiosidade e pergunta: “Who are they?” (Quem são eles?) Meu amigo para, travado. Quem são eles? Aí descubro o óbvio triunfal. Eles são os outros. São as forças ocultas que desculpam nossa omissão. Grande categoria descobri: eles. Todos nós falamos da desgraça nacional como se fosse feita por outros, seres impalpáveis que são responsáveis por tudo. Eles podem ser o governo, o operariado, os americanos, os jornalistas (…)… Todos, menos eu.
(Arnaldo Jabor- adaptado)
1. A última frase do texto constitui-se em uma figura de linguagem chamada perífrase.
2. A pergunta do americano acontece por uso inapropriado dos pronomes “deles/eles”.
3. O primeiro período do texto é composto e mantém entre as orações uma relação de casualidade.
4. A frase “Se eu fracassei na vida, a culpa é da péssima educação que recebi.” ilustra o sentido da expressão “óbvio triunfal” usada pelo autor.
5. A palavra “que”, por três vezes no texto, funciona como elemento de coesão para resgate e não repetição do que foi dito anteriormente; é um pronome relativo.
Assinale a alternativa que apresenta as afirmações verdadeiras.
I.Inicia com pronome indefinido invariável.
II.O verbo "causar" é bitransitivo, por isto pede duplo complemento.
III.Em: "quando não nos valorizamos o suficiente", temos exemplo de próclise atraída por advérbio de negação, e exemplo sujeito elíptico identificado pela desinência verbal.
IV.Semanticamente, a expressão: "o suficiente" equivale a "o bastante".
V.O TIL usado nos substantivos: "situações" e "formação" justifica a tonicidade da última sílaba em ambos.
VI.Em ambas as expressões: "a não ser que você permita", "maior permissão que" - destacamos conjunções subordinativas integrantes.
Estão CORRETAS, apenas:
Textos 3, 4 e 5 para a questão.
Texto 3 Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Texto 4 Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores.
Texto 5 Quando as coisas ficam ruins, é sinal de que as coisas boas estão por perto...
(Os textos 3, 4 e 5 são de autoria de Cora Coralina)
AQUELA - QUE - E
Sobre esses termos, assinale a alternativa que indica, CORRETA e respectivamente, a sua classificação.
Textos 3, 4 e 5 para a questão.
Texto 3 Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Texto 4 Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores.
Texto 5 Quando as coisas ficam ruins, é sinal de que as coisas boas estão por perto...
(Os textos 3, 4 e 5 são de autoria de Cora Coralina)
Texto 2 para a questão.
O CAMINHO DA VIDA
O caminho da vida pode ser o da liberdade e o da beleza, porém nos extraviamos.
A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.
Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem nos deixado em penúria.
Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
https://www.pensador.com/textos_de_charlie_chaplin/.Acesso em 30/04/2022
I. “O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.” II. “...mas nos sentimos enclausurados dentro dela.” III. “Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos.”
Sobre eles, assinale a alternativa CORRETA.