Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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Com base na colocação pronominal, assinale a alternativa incorreta:
1. Enviaremos em seguida os livros que encomendaram-nos.
2. A pouco recebi seu recado e estarei aí na reunião à qual te referiste.
3. “Fiz questões as mais claras possíveis; é necessária, no entanto, a leitura atenta do enunciado”, disse o professor aos alunos.
4. Aqueles senhores por acharem-se infalíveis, caíram no ridículo.
5. O discurso para aquele público que antes não compareceu já foi feito para outro grupo que só confirmaram o já previsto.
Assinale a alternativa correta.
I- Próclise.
II- Mesóclise.
III- Ênclise.
(__) Conte-me mais sobre o incidente.
(__) Falar-te-ei o que aconteceu.
(__) Ele nunca se engana.
Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Leia o texto de Rosely Sayão, colunista do jornal O Estado de S. Paulo
Um muro feito de ideias
Construímos uma sociedade que não admite aproximar as gerações
Rosely Sayão, O Estado de S. Paulo
14 de Fevereiro de 2021
Aniversário de um garoto de 10 anos. A comemoração acontece na pequena sala do apartamento em que ele mora com a mãe. Para comer, há bolo e alguns salgadinhos caseiros, para beber, refrigerante, suco e cerveja para os adultos. Na sala, umas 20 pessoas, em pé. Calma! A cena ocorreu antes da pandemia.
Cada convidado, ao chegar, oferece um presente ao aniversariante e espera que ele abra. Nesse momento, crianças e adultos rodeiam o garoto que celebra cada mimo com entusiasmo. Depois que todos chegaram, a mãe coloca uma música – e mães, pais e filhos, alegres, dançam juntos. Onde eu vi essa cena? Em um filme francês.
Aqui entre nós, dificilmente ela aconteceria. Eu mesma participei, há um tempo, de uma festa de casamento, numa pequena cidade do sul. Mas lá eu vi jovens convidando senhoras e senhores para dançar e não vi crianças brincando com crianças.
As últimas festas de aniversário de crianças em que estive presente foram bem mais grandiosas do que a do filme. A quantidade de comida doce e salgada e de bebida era uma coisa impressionante. Os aniversariantes não abriam os presentes recebidos, que eram colocados em um local próprio. Vi, sim, crianças rodeando os embrulhos, curiosas para saber o que havia dentro. Em duas dessas festas, os pais deixavam os filhos na porta e, como combinado no convite, viriam busca-los em um determinado horário. Os adultos ficavam em grupos só de adultos. E as crianças? Brincavam conduzidas por monitores ou recreacionistas.
Aos poucos, fomos tornando uma situação essencialmente afetiva – a celebração da vida uma pessoa querida – em um acontecimento impessoal e marcado pela reunião de grupos etários semelhantes: adulto com adulto, crianças com crianças. [...]
Aí está: construímos uma sociedade que evita o relacionamento intergeracional. Crianças mais velhas não aprendem a cuidar das menores e têm a sensação de que elas só atrapalham.
Há tempos, testemunhei uma cena em uma escola paulistana que tinha organização totalmente diferente das que conhecemos. As crianças não eram separadas por idade e todo o espaço da escola era compartilhado por todos, dos bebês aos já com 6 anos. E as brincadeiras eram criadas pelas próprias crianças.
Um grupo de meninos e meninas de mais ou menos 5 anos juntou-se para jogar o que eles chamavam de futebol – e eis que chegou ao local uma criança de 2 anos querendo jogar também. Sem saber como resolver a situação, as crianças foram conversar com a mentora da escola e ouviram dela que, se a criança menor não conseguia acompanhar as regras do jogo, eles deveriam mudar as regras para que ela pudesse jogar.
[...] Já nós, adultos, preferimos, por exemplo, deixar os velhos com outros velhos em atividades “próprias” da tal terceira idade, e separar, na escola, as crianças por idade. Como disse, o educador Sir Ken Robinson, será que o que há de mais importante para aproximar crianças com interesses semelhantes é a data da fabricação delas?
Se queremos uma sociedade mais amigável para a convivência intergeracional justa, cordial e solidária, precisamos repensar a maneira como vivemos nosso cotidiano, como organizamos as escolas e os eventos sociais que criamos.
(SAYÃO, Rosely – O Estado de S. Paulo)
O pronome “delas”, destacado no poema, está se referindo à palavra:
Leia o texto para responder à questão.
O último censo da educação superior brasileira deixa claro que o sistema de ensino superior está com dificuldades que _____________ se arrastando ao longo dos últimos anos.
Com a crise sanitária da Covid-19, os problemas ficaram mais ____________ e foram __________ pela aceleração na queda do número de alunos matriculados e pelos altos índices de evasão, criando uma situação ____________ para grande parcela de instituições, principalmente às de pequeno porte do setor privado. Certamente o momento atual se apresenta como uma boa oportunidade para o início de grandes projetos de transformação institucional.
(Oscar Hipólito. Redes de colaboração: uma estratégia para o ensino superior. Folha de S.Paulo, Caderno Opinião. 07.04.2021. Adaptado)
A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

Analise o trecho abaixo para responder à questão:
“Uma noiva que 'se casou' com o próprio sogro...” (linha 1).
A partícula “que” exerce função morfológica de:
A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

Com base na colocação pronominal, analise:
“Uma noiva que„ se casou‟ com o próprio sogro...” (linha 1).
Assinale a alternativa correta: