Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 1 a seguir para responder à questão que a ele se refere.

Analise as afirmativas que se seguem, tendo em vista a organização morfossintática do referido trecho.
I. A vírgula usada depois da palavra “tecnologia” marca o deslocamento de um adjunto adverbial longo, não oracional.
II. A expressão “à medida que” insere, no trecho, uma ideia de proporção, introduzindo, assim, uma oração subordinada adverbial.
III. As vírgulas usadas depois da palavra “caminho” e depois da palavra “digital intercalam uma oração adverbial deslocada.
IV. O pronome oblíquo átono “nos” foi usado em posição proclítica porque a expressão “à medida que” é atrativa.
V. O uso do sinal indicativo de crase na expressão “à medida que” se deve ao fato de se tratar de uma locução prepositiva feminina.
Estão CORRETAS as afirmativas:
“Medo todos têm. A diferença é que o covarde não controla o medo, e o corajoso o supera”.
Sobre essa frase, assinale a única afirmação correta.
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2 sobre os trechos destacados do texto de acordo com o recurso coesivo empregado para dar melhor encadeamento às ideias desenvolvidas pelo autor.
Coluna 1
1. Retomada pronominal.
2. Emprego de nexos linguísticos.
3. Inclusão do leitor como interlocutor explícito.
Coluna 2
( ) “Entretanto, a capacidade de criação da nossa espécie parece beirar o ilimitado” (l. 04-05).
( ) “boa parte das nossas inspirações provém da observação das soluções que a natureza oferece” (l. 03-04).
( ) “exemplos como esse se estendem ___ mais variadas áreas” (l. 28).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
“Um povo só se deixa guiar quando lhe apontam um futuro; um chefe é um comerciante de esperanças.” Napoleão Bonaparte
A respeito da estruturação do pensamento de Napoleão, assinale
a opção que se mostra adequada.
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Sem alteração dos sentidos originais do texto, seria
gramaticalmente correto reescrever o período “Nós
somos a natureza” (linha 42) sem o pronome “Nós”, da
seguinte maneira: Somos a natureza.
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
No trecho “É fácil para mim sentir que o clima é um
fenômeno majoritariamente externo” (linhas 36 e 37), o
uso do pronome “mim” é condenado pela norma-padrão
da língua portuguesa; assim, para que esse trecho
ficasse gramaticalmente correto, seria necessária a
substituição de “mim” por eu.

Não haveria prejuízo para as relações coesivas do texto caso o pronome pessoal “ele” (linha 2) fosse empregado no gênero feminino.

“em que” (linha 27), em “em que o atendimento”, por onde

“Ela” (linha 19) por Ele

Na linha 6, não haveria prejuízo da correção gramatical nem da coerência do texto caso o verbo da oração “que é motivo de tristeza para muitos” estivesse flexionado na terceira pessoa do plural, pois, pelos sentidos do texto, há a possibilidade de o vocábulo “que” retomar o antecedente “interações sociais”.
No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto anterior, bem como às ideias nele expressas, julgue o item a seguir.
No sétimo período do texto, o pronome “cujas” remete a
“mecanismo”.
Estaria mantida a correção gramatical do trecho “Os sacerdotes indianos se recusavam a escrever as histórias sagradas por medo de perder o controle sobre elas. Professores carismáticos (como Sócrates) se recusaram a escrever”, caso a posição do pronome “se”, em suas duas ocorrências, fosse alterada de proclítica — como está no texto — para enclítica.
O pronome “este”, na expressão “De acordo com este texto”, que inicia o segundo parágrafo, remete a toda a ideia contida no parágrafo anterior.
Acesso em: https://www.msn.com/pt-br/receitasebebidas/noticias-e-receitas/fotos -de-merendas-escolares-ao-redor-do-globo-mostram-como-somos-diversos-e -parecidos-ao-mesmo-tempo/ar-AASZ4t0.
O vocábulo que representa um pronome pessoal do caso oblíquo é:
Texto CB4A1-I
A comunicação tem-se transformado em um setor estratégico da economia, da política e da cultura. Da guerra, ela sempre o foi. A inclusão da informação e da comunicação nas estratégias bélicas tem aumentado no correr de milênios.
No século VII a.C., o chinês Sun Tzu, em A arte da guerra, dizia que “toda guerra é embasada em dissimulação”, referindo-se à distribuição de informações falsas. Contudo, quem mais desenvolveu esse conceito foi o general prussiano Carl von Clausewitz, em seu amplo tratado Da guerra (Vom Kriege), publicado em 1832. No capítulo VI, Clausewitz afirma: “Grande parte das notícias recebidas na guerra é contraditória, uma parte ainda maior é falsa e a maior parte de todas é incerta. Em suma, a maioria das notícias é falsa, e o medo do ser humano reforça a mentira e a inverdade. As pessoas conscientes que seguem as insinuações alheias tendem a permanecer indecisas no lugar; acreditam ter encontrado as circunstâncias distintas do que imaginavam. Na guerra, tudo é incerto, e os cálculos devem ser feitos com meras grandezas variáveis. Eles direcionam a observação apenas para magnitudes materiais, enquanto todo o ato de guerra está imbuído de forças e efeitos espirituais”.
Trata-se de desinformar, e não de informar. A desinformação é a informação falsa, incompleta, desorientadora. É propagada para enganar um público determinado. Seu fim último é o isolamento do inimigo em um conflito concreto, é o de mantê-lo em um cerco informativo. Os nazistas levaram essa estratégia do engano quase à perfeição.
Atualmente, pratica-se tanto o cerco econômico, militar e diplomático quanto o informativo. Já não se trata apenas de isolar o inimigo. As novas tecnologias permitem aos militares intervir nos conflitos bélicos a distância, direcionando até mesmo os foguetes com a ajuda de GPS, a partir de um satélite. A telecomunicação militar apoiada em satélites e a eletrônica determinarão as guerras do futuro imediato. Fala-se já de bombas eletrônicas (E) que podem paralisar estabelecimentos neurais da sociedade moderna, como hospitais, centrais elétricas, oleodutos etc., destruindo os seus circuitos eletrônicos. Parece que hoje já se pode fazer a guerra sem bombas atômicas. As bombas E do tipo FCG (flux compression generator — gerador de compressão de fluxo), cujo emprego não está limitado às grandes potências bélicas, têm o mesmo efeito e fazem parte dos arsenais de alguns exércitos, e consistem em comprimir, mediante uma explosão, um campo eletromagnético, como um raio, sem os custos, os efeitos colaterais ou o enorme alcance de um dispositivo de pulso eletromagnético nuclear.
Vicente Romano. Presente e futuro imediato das telecomunicações.
São Paulo em Perspectiva. Internet: <http://www.scielo.br/>
Com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB4A1-I, julgue o próximo item.
No primeiro parágrafo do texto, a forma pronominal “o”, em
“ela sempre o foi”, retoma a expressão “um setor
estratégico”.




