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Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 128.073 questões

Q3534838 Português

Casos crescentes de picada de escorpião acendem alerta; saiba como agir


Por Thais Szëgo



(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/06/casos-crescentes-depicada-de-escorpiao-acendem-alerta-saiba-como-agir.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

A partir das informações do texto-base, infere-se que o aumento de acidentes com escorpiões no Brasil está relacionado, principalmente, à: 
Alternativas
Q3534837 Português

Casos crescentes de picada de escorpião acendem alerta; saiba como agir


Por Thais Szëgo



(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/06/casos-crescentes-depicada-de-escorpiao-acendem-alerta-saiba-como-agir.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando as informações do texto-base, assinale a alternativa que NÃO está de acordo com as orientações para ações em caso de picadas de escorpião. 
Alternativas
Q3534793 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:



Bebês reborn: brincar e colecionar bonecas na vida adulta é um problema?


Psicólogas avaliam até que ponto prática e outras atividades lúdicas podem ser saudáveis


    Nas últimas semanas, os bebês reborn -- bonecas feitas à mão para se parecerem com bebês reais, sendo conhecidas pelos seus detalhes hiper-realistas -- têm ganhado notoriedade midiática e nas redes sociais.


    Apesar de existir há décadas, a arte reborn chamou atenção recentemente após algumas influenciadoras viralizarem com conteúdos feitos com suas coleções de bebês reborn. Além disso, o assunto tem gerado brigas judiciais, projetos de lei no Congresso e avisos sobre proibição de uso de direitos de mães com filhos pequenos.


    O principal debate em torno da polêmica dos bebês reborn é a suposta linha tênue entre o saudável -- o ato de brincar e ter bebês reborn como um hobby, como é o caso da maioria das colecionadoras -- e um possível comprometimento à saúde mental.  


    De acordo com a psicóloga clínica Larissa Fonseca, atividades lúdicas, como brincar de boneca, ativam áreas do cérebro relacionadas à criatividade, ao relaxamento e ao prazer. “A vida adulta pode ter pausas lúdicas, desde que ela não se torne uma fuga da realidade”, afirma à CNN. Por isso, brincar e colecionar bebês reborn não é, necessariamente, um problema.


    Além disso, para a psicanalista Fabiana Guntovitch, brincar e colecionar bonecas, como os bebês reborn, pode ser uma atividade terapêutica, desde que feito de maneira consciente e intencional, acompanhado por um trabalho psicoterápico.


    "Pode ser terapêutico no sentido de ser uma oportunidade de elaboração de dores e questões internas dessa pessoa, que está usando um símbolo para se relacionar não com a boneca, mas consigo mesma", afirma Guntovitch.


    A psicanalista cita um exemplo: uma senhora que possui Alzheimer e utiliza a bebê reborn como terapia de relaxamento. "Dentro do Alzheimer, ela está vivendo a época em que os filhos eram bebês. E ter uma boneca reborn a acalma. Isso é extremamente terapêutico para ajudar essa senhora que está em uma realidade interior", afirma. 


    No entanto, Guntovitch reforça que itens, brinquedos e outras atividades de lazer e hobbies não substituem a psicoterapia.


    Além disso, a psicóloga Larissa Fonseca acrescenta que os bebês reborn podem funcionar como um "objeto transicional" em processos de luto ou no combate à depressão. "O cuidado com o boneco, em alguns casos depressivos, pode estimular a retomada de uma rotina ou do afeto em si, do cuidar, do carinho e do amor", explica. Porém, ela reitera: "É fundamental que seja algo pontual e até acompanhado por um profissional".


    Por que bebês reborn têm gerado tanta polêmica?


    Se adultos brincarem ou colecionarem bonecos é normal -- e, em alguns casos, até terapêutico -- então, por que o universo reborn tem gerado tanta polêmica? Para Guntovitch, a sociedade não aprecia o ato de brincar na vida adulta, especialmente quando isso é voltado para o feminino.


    “Homens jogarem videogame, muitas vezes, é considerado normal. Mas, para o feminino, existe uma resistência”, afirma. “Brincar na vida adulta é saudável e terapêutico, como colorir, desenhar, montar quebracabeça, jogar videogame e, inclusive, brincar com bonecas”, completa.


    Além disso, a especialista acredita que possa existir uma questão relacionada aos papéis de gênero definidos socialmente. “O lugar esperado da mulher na sociedade é servir o outro. Então, ao dedicar seu tempo para algo que não é para outro, é para ela mesma – como brincar de boneca –, a mulher causa estranhamento”, afirma.


    “Socialmente, a mulher não tem esse espaço. Socialmente, acredita-se que as 24 horas da mulher deveriam ser dedicadas a servir à família, ao trabalho, aos filhos, aos vizinhos, aos pais, aos outros”, completa.


    É, por isso, inclusive, que é difícil ver homens brincando com bebês reborns, apesar de também existirem alguns colecionadores – como é o caso do padre Fábio de Melo. “Um menino brincar de boneco não é aceito nem na infância, quem dirá na vida adulta”, observa Guntovitch. “Estamos falando de estereótipos e de machismo estrutural”.



Gabriela Maraccini, da CNN

19/05/25 às 15:22 | Atualizado 20/05/25 às 17:38

A reportagem da CNN Brasil acima trata de um fenômeno cultural que ganhou espaço nas discussões nos últimos tempos. A respeito deste assunto e da maneira como o texto o aborda, assinale a alternativa que apresente ponto de vista NÃO defendido na reportagem:

Alternativas
Q3534756 Português
        Sala em casa do juiz de paz. Mesa no meio com papéis, cadeiras.

        Entra o juiz de paz vestido de calça branca, sobrecasaca de riscado, chinelas verde e sem gravata.

      – Vamo‑nos preparando para dar audiência. (ARRANJA OS PAPÉIS.) O escrivão já tarda; sem dúvida, está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai‑me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente.

        (BATEM À PORTA) – Quem é? Pode entrar.

        (ENTRA UM ESCRAVO COM UM CACHO DE BANANAS E UMA CARTA, QUE ENTREGA AO JUIZ. O JUIZ, LENDO A CARTA:) “Ilmº Sr. Muito me alegro de dizer a V. Sª que a minha intenção, ao fazer desta, é boa, e que a mesma desejo para V. Sª pelos circunlóquios com que lhe venero”. (DEIXANDO DE LER:) – Circunlóquios... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (LENDO:) “Tomo a liberdade de mandar a V. Sª um cacho de bananas‑maçãs para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sª há‑de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmº Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sª fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser ‘Manuel André de Sapiruruca’.”

        – Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e as entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (SAI O ESCRAVO). O certo é que é bem bom ser juiz de paz cá pela roça. De vez em quando, temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc.

        (BATEM À PORTA) – Quem é?

        Escrivão (DENTRO): – Sou eu.

        Juiz: – Ah, é o escrivão. Pode entrar.

PENA, Martins. O juiz de paz na roça. Cena IX. 1838.
In: Lydinéa Gasman. Documentos históricos brasileiros.
Rio de Janeiro, Fename, 1976, p. 181 e 182 (com adaptações).
No quinto parágrafo, sem prejuízo à correção gramatical ou ao sentido original do texto, a expressão “pelos circunlóquios com que lhe venero” poderia ser reescrita como
Alternativas
Q3534755 Português
        Sala em casa do juiz de paz. Mesa no meio com papéis, cadeiras.

        Entra o juiz de paz vestido de calça branca, sobrecasaca de riscado, chinelas verde e sem gravata.

      – Vamo‑nos preparando para dar audiência. (ARRANJA OS PAPÉIS.) O escrivão já tarda; sem dúvida, está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai‑me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente.

        (BATEM À PORTA) – Quem é? Pode entrar.

        (ENTRA UM ESCRAVO COM UM CACHO DE BANANAS E UMA CARTA, QUE ENTREGA AO JUIZ. O JUIZ, LENDO A CARTA:) “Ilmº Sr. Muito me alegro de dizer a V. Sª que a minha intenção, ao fazer desta, é boa, e que a mesma desejo para V. Sª pelos circunlóquios com que lhe venero”. (DEIXANDO DE LER:) – Circunlóquios... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (LENDO:) “Tomo a liberdade de mandar a V. Sª um cacho de bananas‑maçãs para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sª há‑de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmº Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sª fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser ‘Manuel André de Sapiruruca’.”

        – Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e as entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (SAI O ESCRAVO). O certo é que é bem bom ser juiz de paz cá pela roça. De vez em quando, temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc.

        (BATEM À PORTA) – Quem é?

        Escrivão (DENTRO): – Sou eu.

        Juiz: – Ah, é o escrivão. Pode entrar.

PENA, Martins. O juiz de paz na roça. Cena IX. 1838.
In: Lydinéa Gasman. Documentos históricos brasileiros.
Rio de Janeiro, Fename, 1976, p. 181 e 182 (com adaptações).
Quanto ao contexto e ao emprego da oração “para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos” no texto, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3534754 Português
        Sala em casa do juiz de paz. Mesa no meio com papéis, cadeiras.

        Entra o juiz de paz vestido de calça branca, sobrecasaca de riscado, chinelas verde e sem gravata.

      – Vamo‑nos preparando para dar audiência. (ARRANJA OS PAPÉIS.) O escrivão já tarda; sem dúvida, está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai‑me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente.

        (BATEM À PORTA) – Quem é? Pode entrar.

        (ENTRA UM ESCRAVO COM UM CACHO DE BANANAS E UMA CARTA, QUE ENTREGA AO JUIZ. O JUIZ, LENDO A CARTA:) “Ilmº Sr. Muito me alegro de dizer a V. Sª que a minha intenção, ao fazer desta, é boa, e que a mesma desejo para V. Sª pelos circunlóquios com que lhe venero”. (DEIXANDO DE LER:) – Circunlóquios... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (LENDO:) “Tomo a liberdade de mandar a V. Sª um cacho de bananas‑maçãs para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sª há‑de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmº Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sª fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser ‘Manuel André de Sapiruruca’.”

        – Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e as entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (SAI O ESCRAVO). O certo é que é bem bom ser juiz de paz cá pela roça. De vez em quando, temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc.

        (BATEM À PORTA) – Quem é?

        Escrivão (DENTRO): – Sou eu.

        Juiz: – Ah, é o escrivão. Pode entrar.

PENA, Martins. O juiz de paz na roça. Cena IX. 1838.
In: Lydinéa Gasman. Documentos históricos brasileiros.
Rio de Janeiro, Fename, 1976, p. 181 e 182 (com adaptações).
O fragmento de texto trata de um(uma)
Alternativas
Q3534753 Português
        Sala em casa do juiz de paz. Mesa no meio com papéis, cadeiras.

        Entra o juiz de paz vestido de calça branca, sobrecasaca de riscado, chinelas verde e sem gravata.

      – Vamo‑nos preparando para dar audiência. (ARRANJA OS PAPÉIS.) O escrivão já tarda; sem dúvida, está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai‑me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente.

        (BATEM À PORTA) – Quem é? Pode entrar.

        (ENTRA UM ESCRAVO COM UM CACHO DE BANANAS E UMA CARTA, QUE ENTREGA AO JUIZ. O JUIZ, LENDO A CARTA:) “Ilmº Sr. Muito me alegro de dizer a V. Sª que a minha intenção, ao fazer desta, é boa, e que a mesma desejo para V. Sª pelos circunlóquios com que lhe venero”. (DEIXANDO DE LER:) – Circunlóquios... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (LENDO:) “Tomo a liberdade de mandar a V. Sª um cacho de bananas‑maçãs para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sª há‑de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmº Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sª fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser ‘Manuel André de Sapiruruca’.”

        – Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e as entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (SAI O ESCRAVO). O certo é que é bem bom ser juiz de paz cá pela roça. De vez em quando, temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc.

        (BATEM À PORTA) – Quem é?

        Escrivão (DENTRO): – Sou eu.

        Juiz: – Ah, é o escrivão. Pode entrar.

PENA, Martins. O juiz de paz na roça. Cena IX. 1838.
In: Lydinéa Gasman. Documentos históricos brasileiros.
Rio de Janeiro, Fename, 1976, p. 181 e 182 (com adaptações).
Depreende‑se do fragmento em análise que o autor apresenta
Alternativas
Q3534678 Português
O cigarro eletrônico e os jovens

    Crianças e adolescentes sempre foram alvo da indústria do tabaco. Não à toa, fumar é um vício que começa na juventude. Cerca de 25% dos tabagistas começam a fumar antes dos 14 anos. Se antes o objetivo das propagandas de tabaco era tornar os jovens dependentes do cigarro, agora a meta continua a ser convencê-los a consumir nicotina, mas por outras vias.
    A indústria vem pegando pesado na propaganda dos DEFs, os dispositivos eletrônicos para fumar. Um dos argumentos da indústria do tabaco é que esse cigarro eletrônico ajudaria os fumantes a deixarem o cigarro. Assim, trocar o cigarro convencional pelo eletrônico seria uma forma de reduzir danos e, aos poucos, deixar o uso de nicotina para trás.
    Contudo, há cada vez mais dados a respeito dos malefícios desses produtos à saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, “estudos científicos mostram que o uso dos DEFs, tanto agudo como crônico, está diretamente ligado ao surgimento de várias doenças respiratórias, gastrointestinais e orais, além de causar dependência e estimular o uso dos cigarros convencionais”.
    A quantidade de nicotina e de outras substâncias tóxicas contida nos DEFs varia — alguns chegam a conter a quantidade de nicotina encontrada em cinco maços de cigarro convencional.

Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.
A palavra “convencionais” (3º parágrafo) pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q3534675 Português
O cigarro eletrônico e os jovens

    Crianças e adolescentes sempre foram alvo da indústria do tabaco. Não à toa, fumar é um vício que começa na juventude. Cerca de 25% dos tabagistas começam a fumar antes dos 14 anos. Se antes o objetivo das propagandas de tabaco era tornar os jovens dependentes do cigarro, agora a meta continua a ser convencê-los a consumir nicotina, mas por outras vias.
    A indústria vem pegando pesado na propaganda dos DEFs, os dispositivos eletrônicos para fumar. Um dos argumentos da indústria do tabaco é que esse cigarro eletrônico ajudaria os fumantes a deixarem o cigarro. Assim, trocar o cigarro convencional pelo eletrônico seria uma forma de reduzir danos e, aos poucos, deixar o uso de nicotina para trás.
    Contudo, há cada vez mais dados a respeito dos malefícios desses produtos à saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, “estudos científicos mostram que o uso dos DEFs, tanto agudo como crônico, está diretamente ligado ao surgimento de várias doenças respiratórias, gastrointestinais e orais, além de causar dependência e estimular o uso dos cigarros convencionais”.
    A quantidade de nicotina e de outras substâncias tóxicas contida nos DEFs varia — alguns chegam a conter a quantidade de nicotina encontrada em cinco maços de cigarro convencional.

Fonte: Portal Drauzio Varella. Adaptado.
De acordo com as informações do texto, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3534516 Português
    Eu prefiro começar com a consideração de um efeito. Mantendo sempre a originalidade em vista, pois é falso a si mesmo quem se arrisca a dispensar uma fonte de interesse tão evidente e tão facilmente alcançável, digo-me, em primeiro lugar: “Dentre os inúmeros efeitos, ou impressões a que são suscetíveis o coração, a inteligência ou, mais geralmente, a alma, qual irei eu, na ocasião atual escolher?”. Tendo escolhido primeiro um assunto novelesco e depois um efeito vivo, considero se seria melhor trabalhar com os incidentes ou com o tom — com os incidentes habituais e o tom especial ou com o contrário, ou com a especialidade tanto dos incidentes, quanto do tom — depois de procurar em torno de mim (ou melhor, dentro) aquelas combinações de tom e acontecimento que melhor me auxiliem na construção do efeito.

  Muitas vezes pensei quão interessantemente podia ser escrita uma revista, por um autor que quisesse, isto é, que pudesse, pormenorizar, passo a passo, os processos pelos quais qualquer uma de suas composições atingia seu ponto de acabamento. Por que uma publicação assim nunca foi dada ao mundo é coisa que eu não sei explicar, mas talvez a vaidade dos autores tenha mais responsabilidade por essa omissão do que qualquer outra causa. Muitos escritores, especialmente os poetas, preferem ter por entendido que compõem por meio de urna espécie de sutil frenesi, de intuição estática; e positivamente estremeceriam ante a ideia de deixar o público dar uma olhadela, por trás dos bastidores, para as rudezas vacilantes e trabalhosas do pensamento, para os verdadeiros propósitos só alcançados no último instante, para os inúmeros relances de ideias que não chegam à maturidade da visão completa, para as imaginações plenamente amadurecidas e repelidas em desespero como inaproveitáveis, para as cautelosas seleções e rejeições, as dolorosas emendas e interpolações; numa palavra, para as rodas e rodinhas, os apetrechos de mudança no cenário, as escadinhas e os alçapões do palco, as penas de galo, a tinta vermelha e os disfarces postiços que, em noventa e nove por cento dos casos, constituem a característica do histrião literário.

    Bem sei, de outra parte, que de modo algum é comum o caso em que um autor esteja absolutamente em condições de reconstituir os passos pelos quais suas conclusões foram atingidas. As sugestões, em geral tendo-se erguido em tumulto, são seguidas e esquecidas de maneira semelhante.

  Quanto a mim, nem simpatizo com a repugnância acima aludida nem em qualquer tempo, tive a menor dificuldade em relembrar os passos progressivos de qualquer de minhas composições; e, desde que o interesse de uma análise, ou reconstrução, tal como a que tenho considerado um desiderato, é inteiramente independente de qualquer interesse real ou imaginário na coisa analisada, não se deve encarar como falta de decoro de minha parte, mostrar o modus operandi pelo qual uma de minhas próprias obras se completou.


(Edgar Allan Poe – adaptado.)
Articulado ao conjunto das informações contidas no segundo parágrafo, infere-se do trecho “[...] constituem a característica do histrião literário [...]” que a palavra sublinhada acentua um ponto de vista provocativo do autor em relação ao processo criativo dos demais escritores, entendidos, nessa perspectiva, como representantes de um modo de produção literária:
Alternativas
Q3534515 Português
    Eu prefiro começar com a consideração de um efeito. Mantendo sempre a originalidade em vista, pois é falso a si mesmo quem se arrisca a dispensar uma fonte de interesse tão evidente e tão facilmente alcançável, digo-me, em primeiro lugar: “Dentre os inúmeros efeitos, ou impressões a que são suscetíveis o coração, a inteligência ou, mais geralmente, a alma, qual irei eu, na ocasião atual escolher?”. Tendo escolhido primeiro um assunto novelesco e depois um efeito vivo, considero se seria melhor trabalhar com os incidentes ou com o tom — com os incidentes habituais e o tom especial ou com o contrário, ou com a especialidade tanto dos incidentes, quanto do tom — depois de procurar em torno de mim (ou melhor, dentro) aquelas combinações de tom e acontecimento que melhor me auxiliem na construção do efeito.

  Muitas vezes pensei quão interessantemente podia ser escrita uma revista, por um autor que quisesse, isto é, que pudesse, pormenorizar, passo a passo, os processos pelos quais qualquer uma de suas composições atingia seu ponto de acabamento. Por que uma publicação assim nunca foi dada ao mundo é coisa que eu não sei explicar, mas talvez a vaidade dos autores tenha mais responsabilidade por essa omissão do que qualquer outra causa. Muitos escritores, especialmente os poetas, preferem ter por entendido que compõem por meio de urna espécie de sutil frenesi, de intuição estática; e positivamente estremeceriam ante a ideia de deixar o público dar uma olhadela, por trás dos bastidores, para as rudezas vacilantes e trabalhosas do pensamento, para os verdadeiros propósitos só alcançados no último instante, para os inúmeros relances de ideias que não chegam à maturidade da visão completa, para as imaginações plenamente amadurecidas e repelidas em desespero como inaproveitáveis, para as cautelosas seleções e rejeições, as dolorosas emendas e interpolações; numa palavra, para as rodas e rodinhas, os apetrechos de mudança no cenário, as escadinhas e os alçapões do palco, as penas de galo, a tinta vermelha e os disfarces postiços que, em noventa e nove por cento dos casos, constituem a característica do histrião literário.

    Bem sei, de outra parte, que de modo algum é comum o caso em que um autor esteja absolutamente em condições de reconstituir os passos pelos quais suas conclusões foram atingidas. As sugestões, em geral tendo-se erguido em tumulto, são seguidas e esquecidas de maneira semelhante.

  Quanto a mim, nem simpatizo com a repugnância acima aludida nem em qualquer tempo, tive a menor dificuldade em relembrar os passos progressivos de qualquer de minhas composições; e, desde que o interesse de uma análise, ou reconstrução, tal como a que tenho considerado um desiderato, é inteiramente independente de qualquer interesse real ou imaginário na coisa analisada, não se deve encarar como falta de decoro de minha parte, mostrar o modus operandi pelo qual uma de minhas próprias obras se completou.


(Edgar Allan Poe – adaptado.)
A alusão à repugnância mencionada no último parágrafo do texto diz respeito, segundo o autor, à vaidade de escritores que buscam omitir dos leitores seus percursos criativos. Assinalar a alternativa sem relação com um desses percursos.
Alternativas
Q3534514 Português
    Eu prefiro começar com a consideração de um efeito. Mantendo sempre a originalidade em vista, pois é falso a si mesmo quem se arrisca a dispensar uma fonte de interesse tão evidente e tão facilmente alcançável, digo-me, em primeiro lugar: “Dentre os inúmeros efeitos, ou impressões a que são suscetíveis o coração, a inteligência ou, mais geralmente, a alma, qual irei eu, na ocasião atual escolher?”. Tendo escolhido primeiro um assunto novelesco e depois um efeito vivo, considero se seria melhor trabalhar com os incidentes ou com o tom — com os incidentes habituais e o tom especial ou com o contrário, ou com a especialidade tanto dos incidentes, quanto do tom — depois de procurar em torno de mim (ou melhor, dentro) aquelas combinações de tom e acontecimento que melhor me auxiliem na construção do efeito.

  Muitas vezes pensei quão interessantemente podia ser escrita uma revista, por um autor que quisesse, isto é, que pudesse, pormenorizar, passo a passo, os processos pelos quais qualquer uma de suas composições atingia seu ponto de acabamento. Por que uma publicação assim nunca foi dada ao mundo é coisa que eu não sei explicar, mas talvez a vaidade dos autores tenha mais responsabilidade por essa omissão do que qualquer outra causa. Muitos escritores, especialmente os poetas, preferem ter por entendido que compõem por meio de urna espécie de sutil frenesi, de intuição estática; e positivamente estremeceriam ante a ideia de deixar o público dar uma olhadela, por trás dos bastidores, para as rudezas vacilantes e trabalhosas do pensamento, para os verdadeiros propósitos só alcançados no último instante, para os inúmeros relances de ideias que não chegam à maturidade da visão completa, para as imaginações plenamente amadurecidas e repelidas em desespero como inaproveitáveis, para as cautelosas seleções e rejeições, as dolorosas emendas e interpolações; numa palavra, para as rodas e rodinhas, os apetrechos de mudança no cenário, as escadinhas e os alçapões do palco, as penas de galo, a tinta vermelha e os disfarces postiços que, em noventa e nove por cento dos casos, constituem a característica do histrião literário.

    Bem sei, de outra parte, que de modo algum é comum o caso em que um autor esteja absolutamente em condições de reconstituir os passos pelos quais suas conclusões foram atingidas. As sugestões, em geral tendo-se erguido em tumulto, são seguidas e esquecidas de maneira semelhante.

  Quanto a mim, nem simpatizo com a repugnância acima aludida nem em qualquer tempo, tive a menor dificuldade em relembrar os passos progressivos de qualquer de minhas composições; e, desde que o interesse de uma análise, ou reconstrução, tal como a que tenho considerado um desiderato, é inteiramente independente de qualquer interesse real ou imaginário na coisa analisada, não se deve encarar como falta de decoro de minha parte, mostrar o modus operandi pelo qual uma de minhas próprias obras se completou.


(Edgar Allan Poe – adaptado.)
No que se refere ao gênero textual, a análise do fragmento autoriza-nos a afirmar que se trata de: 
Alternativas
Q3534513 Português
Em relação à classificação das figuras de linguagem, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Catacrese é uma figura semântica.
( ) Metonímia é uma figura de som.
( ) Hipérbole é uma figura de pensamento.
( ) Eufemismo é uma figura de sintaxe. 
Alternativas
Q3534512 Português
Sobre os mecanismos de coesão textual, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Referência.
(2) Elipse.
(3) Substituição.
(4) Conjunção.

( ) Eu fui comprar pipoca mais cedo, mas ele não.
( ) Já assisti a todos os filmes, menos este.
( ) Iremos ao cinema sexta-feira, eles irão semana que vem.
( ) Peguei balas no bar. Você quer?
Alternativas
Q3534511 Português
De acordo com o eixo Leitura do componente Língua Portuguesa da BNCC, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Dialogia e relação entre textos.
(2) Reconstrução da textualidade.
(3) Estratégias e procedimentos de leitura.

( ) Identificar e refletir sobre as diferentes perspectivas ou vozes presentes nos textos e sobre os efeitos de sentido do uso do discurso direto, indireto, indireto livre, citações etc.
( ) Estabelecer relações entre o texto e conhecimentos prévios, vivências, valores e crenças.
( ) Estabelecer relações entre as partes do texto, identificando repetições, substituições e os elementos coesivos que contribuem para a continuidade do texto e sua progressão temática. 
Alternativas
Q3534487 Português
Considerando a Ortografia oficial da Língua Portuguesa, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) No quintal, estavam plantadas muitas hortências.
( ) O chipanzé foi morto dentro do zoológico.
( ) Sou muito friolento. Por isso, fujo da neve.
( ) Nesses tempos quaresmais, sou muito superticioso. 
Alternativas
Q3534481 Português
Nomofobia: o medo de ficar sem celular atinge mais de 60% dos brasileiros


      Apesar de ser ainda pouco conhecido, o termo nomofobia remete ____ ansiedade gerada pela falta do celular. Em outras palavras, também pode ser definido como um sintoma da ausência dos smartphones.

     Um estudo recente da nomophobia.com, portal dedicado ao tema, revela que 60% dos brasileiros reportam ansiedade quando não estão com seus celulares. O levantamento mostra ainda que 87% se consideram dependentes de seus smartphones para suas atividades diárias, o que mostra o papel central dos celulares no estilo de vida da população.

    A pesquisa entrevistou mais de 3.000 latino-americanos em seis países (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru), sendo 758 brasileiros.

    “Os dados mostram que os latino-americanos estão cada vez mais dependentes dos seus celulares, o que é preocupante devido às implicações psicológicas e físicas que isso tem nas populações”, disse Patrick O’Neill, criador do portal nomophobia.com e do termo que foi cunhado em 2008.

   O uso de smartphones tem aumentado constantemente no Brasil, com 71% dos entrevistados relatando possuir um smartphone, enquanto 27% afirmam ter dois. Para 79%, o celular não era utilizado para os mesmos fins _____ cinco anos, o que reflete a constante evolução da tecnologia, que trouxe inúmeras possibilidades de uso.

   Para 85% dos brasileiros, os telefones celulares facilitam as transações financeiras por meio de pagamentos móveis. Além disso, 70% utilizam o aparelho para entretenimento, como ouvir música, assistir a filmes e jogar, enquanto 57% relatam que ele contribui para a educação ao proporcionar ensino _____ distância. Por fim, 30% relataram ter conhecido o parceiro através de redes sociais ou aplicativos de namoro.


Fonte: Forbes Brasil. Adaptado.
Sobre os aspectos gerais do texto, analisar os itens.

I. Segundo levantamento recente do portal nomophobia.com, 13% dos brasileiros não têm necessidade alguma de interação com o aparelho celular.
II. A grande maioria dos brasileiros tem alguma dependência, direta ou indireta, do aparelho celular.
III. Os aparelhos celulares apresentam sua relevância em diversos aspectos, tais como economia, educação, entretenimento e lazer.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3534427 Português
Empresário Aposta R$ 14 Milhões em IA para Transformar o Mundo Corporativo


Izaias Pertrelly, empreendedor em série e fundador da Blue Saúde e da Inventu, acaba de apostar alto em uma nova fronteira tecnológica: a inteligência artificial agêntica. Com um investimento próprio superior a US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 14 milhões), ele desenvolveu o Thanus, uma plataforma que vai além dos tradicionais assistentes digitais e propõe um novo paradigma para automação corporativa.

Com mais de uma década de atuação em projetos de inovação e saúde, Pertrelly viu na IA uma oportunidade de ampliar a eficiência das empresas. "Nosso objetivo é fazer do Thanus o cérebro operacional das organizações modernas", diz ele. E a promessa não é modesta: diferentemente de modelos passivos como ChatGPT ou Gemini, o Thanus é uma IA ativa e autônoma, que executa tarefas no mundo real com base em sua própria infraestrutura computacional.

A plataforma possui seu próprio sistema operacional, com capacidade de instalar programas, escrever código, preencher formulários online, enviar e-mails, analisar concorrência, desenvolver sites SaaS e muito mais — tudo sem depender da máquina do usuário. Um dos grandes diferenciais é o recurso Agent Builder, que permite a qualquer pessoa, mesmo sem conhecimento técnico, criar assistentes personalizados capazes de, por exemplo, buscar passagens aéreas com base em agenda e preço ou monitorar o mercado financeiro.

Destinado a empresas que desejam escalar com inteligência e reduzir dependência de equipes robustas, o Thanus atende desde autônomos e startups até grandes corporações. Suas aplicações vão da automação de rotinas operacionais à geração de relatórios, dashboards e decisões orientadas por dados.

Izaias acredita que o Thanus está mais próximo do conceito de Inteligência Artificial Geral (AGI) do que qualquer outra solução disponível comercialmente. "Ele não apenas responde — ele decide, age e entrega. É a evolução prática da IA que estávamos esperando", afirma.

O Thanus segue em expansão, com módulos e integrações sendo adicionados mensalmente. E segundo Pertrelly, demonstrações com casos reais estão disponíveis para interessados que queiram conhecer de perto essa proposta de futuro já em funcionamento.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/06/empresario-aposta-r-14-milho es-em-ia-para-transformar-o-mundo-corporativo/
Pode-se inferir do texto que um dos diferenciais técnicos do Thanus é sua capacidade de executar tarefas sem depender de(da):
Alternativas
Q3534268 Português
Olhos parados

Manoel de Barros

Olhar, reparar tudo em volta, sem a menor intenção de poesia.

Girar os braços, respirar o ar fresco, lembrar dos parentes.

Lembrar da casa da gente, das irmãs, dos irmãos e dos pais da gente.

Lembrar que estão longe e ter saudades deles…

Lembrar da cidade onde se nasceu, com inocência, e rir sozinho.

Rir de coisas passadas. Ter saudade da pureza.

Lembrar de músicas, de bailes, de namoradas que a gente já teve.

Lembrar de lugares que a gente já andou e de coisas que a gente já viu.

Lembrar de viagens que a gente já fez e de amigos que ficaram longe.

Lembrar dos amigos que estão próximos e das conversas com eles.

Saber que a gente tem amigos de fato!

Tirar uma folha de árvore, ir mastigando, sentir os ventos pelo rosto…

Sentir o sol. Gostar de ver as coisas todas. Gostar de estar ali caminhando.

Gostar de estar assim esquecido. Gostar desse momento. Gostar dessa emoção tão cheia de riquezas íntimas. 
Nos versos 3, 4 e 5 e também nos versos 7, 8, 9 e 10 há a repetição da mesma palavra no início de cada verso (lembrar). Este recurso estilístico é chamado de: 
Alternativas
Q3534267 Português
Olhos parados

Manoel de Barros

Olhar, reparar tudo em volta, sem a menor intenção de poesia.

Girar os braços, respirar o ar fresco, lembrar dos parentes.

Lembrar da casa da gente, das irmãs, dos irmãos e dos pais da gente.

Lembrar que estão longe e ter saudades deles…

Lembrar da cidade onde se nasceu, com inocência, e rir sozinho.

Rir de coisas passadas. Ter saudade da pureza.

Lembrar de músicas, de bailes, de namoradas que a gente já teve.

Lembrar de lugares que a gente já andou e de coisas que a gente já viu.

Lembrar de viagens que a gente já fez e de amigos que ficaram longe.

Lembrar dos amigos que estão próximos e das conversas com eles.

Saber que a gente tem amigos de fato!

Tirar uma folha de árvore, ir mastigando, sentir os ventos pelo rosto…

Sentir o sol. Gostar de ver as coisas todas. Gostar de estar ali caminhando.

Gostar de estar assim esquecido. Gostar desse momento. Gostar dessa emoção tão cheia de riquezas íntimas. 
A respeito do conteúdo do poema de Manoel de Barros e de sua linguagem, é possível perceber que:
Alternativas
Respostas
13981: B
13982: C
13983: A
13984: E
13985: A
13986: D
13987: B
13988: C
13989: B
13990: A
13991: D
13992: B
13993: C
13994: D
13995: A
13996: B
13997: D
13998: B
13999: D
14000: C