Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 140.341 questões

Q3781344 Português
A charge tem caráter temporal e, geralmente, trata do fato do dia. No entanto, é possível que uma charge traga reflexões para além do cotidiano.

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://juniao.com.br/chargecartum. Acesso em: 19 out. 2025.

Após a leitura sobre charge e a análise do exemplo, marque a opção que une a ideia de contexto comunicativo, recursos linguísticos e recursos gramaticais.
Alternativas
Q3781343 Português
A doação de sangue é um ato de solidariedade e cidadania, que tem importância vital para a saúde pública. 

     A doação de sangue é 100% voluntária e beneficia qualquer pessoa. O sangue é essencial para os atendimentos de sangramentos agudos em casos de urgências e emergências, realização de cirurgias de grande porte e tratamentos de doenças crônicas que frequentemente demandam transfusões sanguíneas; e também na produção de medicamentos essenciais derivados do plasma.

Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/ sangue. Acesso em: 20 out. 2025.

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/campanhas-dasaude/2021/doacao-de-sangue/acesse-as-pecas/email-mktprofissionais-de-saude.png/view. Acesso em: 20 out. 2025.

Com base nos textos, marque a opção correta:
Alternativas
Q3781342 Português
O texto a seguir, publicado em portal oficial do Governo Federal, apresenta informações sobre o conceito de capacitismo e dados relativos às denúncias de discriminação contra pessoas com deficiência:

   “Considerada uma das mais recorrentes formas de preconceito contra pessoas com deficiência, o capacitismo é a discriminação ocorrida por meio de determinados tratamentos, formas de comunicação, práticas, barreiras físicas e arquitetônicas que impedem o pleno exercício da cidadania dessas pessoas.
    Segundo dados do Disque 100, canal de denúncias sob gestão da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos do MDHC, foram registradas 394.482 violações contra as pessoas com deficiência no país em 2023. Em comparação com 2022, o crescimento foi de 50 %. Entre os tipos de denúncias mais recorrentes, destacam-se negligência à integridade física (47 mil denúncias), exposição de riscos à saúde (43 mil), maus tratos (37 mil) e tortura psíquica (34 mil).”

Fonte: BRASIL. Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Capacitismo: o que é, como combater e por que é tão importante falar sobre o tema. Brasília: MDHC, 11 jan. 2024. Disponível em: https://www.gov.br/mdh/ pt-br/assuntos/noticias/2024/janeiro/capacitismo-o-que-ecomo-combater-e-por-que-e-tao-importante-falar-sobre-otema

Com base na leitura do texto e considerando a integração entre exposição e argumentação, analise as afirmativas a seguir:

I. A apresentação de dados e definições cria uma aparência de objetividade, mas funciona como estratégia de convencimento voltada ao reconhecimento do capacitismo como problema social.
II. O tom institucional e a linguagem formal reforçam a credibilidade do texto, que defende valores éticos e políticos de inclusão sem recorrer a julgamentos explícitos.
III. A combinação entre informações e posicionamento evidencia uma intenção de sensibilizar o leitor, transformando dados objetivos em argumento de engajamento coletivo.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3781299 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como oito segundos em fita de VHS devolveram voz à mulher com doença degenerativa após vinte e cinco anos


"Depois de tanto tempo, eu não conseguia mais me lembrar da minha voz. Quando ouvi novamente, senti vontade de chorar. É uma espécie de milagre", afirma Sarah Ezekiel.


Aos trinta e quatro anos, pouco depois do nascimento do segundo filho, ela recebeu o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que compromete os neurônios motores. Em poucos meses, ela perdeu o uso das mãos e deixou de falar de maneira inteligível, passando a depender de cuidadores e de tecnologia para se comunicar. Durante mais de vinte anos, a única voz que os filhos conheceram foi a de uma máquina metálica e sem emoção.


A mudança veio quando a família encontrou uma fita VHS dos anos 1990, gravada em ambiente doméstico, na qual havia apenas oito segundos de fala de Sarah. Embora o som estivesse distorcido e abafado, ferramentas de inteligência artificial conseguiram isolar e reconstruir sua voz original, devolvendo-lhe entonação, identidade e emoção.


O impacto foi imediato. Sarah se emocionou ao ouvir a própria voz recriada, e os filhos relataram sentir-se mais próximos da mãe, que agora conseguia expressar estados de espírito e transmitir nuances de sua personalidade. A família descreve essa transformação como um ganho profundo, que reaproximou todos após anos de comunicação limitada.


Antes disso, Sarah viveu longos períodos de isolamento e depressão, até que, com o surgimento da tecnologia de rastreamento ocular, voltou a se expressar, a atuar em projetos de apoio a pessoas com deficiência e até a retomar a pintura. Com esforço, passou a transformar movimentos dos olhos em palavras, frases e obras de arte.


Especialistas observam que as vozes recriadas por inteligência artificial representam um avanço significativo em relação às antigas vozes padronizadas, porque preservam sotaques, ritmos e características individuais. Isso contribui para que cada paciente se reconheça em sua própria fala, reforçando a identidade e a ligação afetiva com familiares e amigos.


No Brasil, o Ministério da Saúde calcula que cerca de doze mil pessoas convivem com a ELA. Embora não exista cura, o Sistema Único de Saúde oferece medicamentos que retardam a progressão, além de fisioterapia, acompanhamento nutricional e cuidados paliativos. Entre os sintomas estão perda gradual da força, dificuldade para respirar e engolir, alterações na fala, engasgos frequentes, cãibras e perda de peso. 


O caso de Sarah ilustra como a tecnologia ultrapassa barreiras impostas por doenças graves, devolvendo não apenas a capacidade de se comunicar, mas também a sensação de dignidade, identidade e pertencimento.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx29gz8pg8qo.ADAPTADO.

Avanços tecnológicos têm transformado a forma como pessoas com limitações físicas e doenças degenerativas interagem com o mundo, ampliando as possibilidades de comunicação e fortalecendo vínculos sociais e afetivos.


De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3781297 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como oito segundos em fita de VHS devolveram voz à mulher com doença degenerativa após vinte e cinco anos


"Depois de tanto tempo, eu não conseguia mais me lembrar da minha voz. Quando ouvi novamente, senti vontade de chorar. É uma espécie de milagre", afirma Sarah Ezekiel.


Aos trinta e quatro anos, pouco depois do nascimento do segundo filho, ela recebeu o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que compromete os neurônios motores. Em poucos meses, ela perdeu o uso das mãos e deixou de falar de maneira inteligível, passando a depender de cuidadores e de tecnologia para se comunicar. Durante mais de vinte anos, a única voz que os filhos conheceram foi a de uma máquina metálica e sem emoção.


A mudança veio quando a família encontrou uma fita VHS dos anos 1990, gravada em ambiente doméstico, na qual havia apenas oito segundos de fala de Sarah. Embora o som estivesse distorcido e abafado, ferramentas de inteligência artificial conseguiram isolar e reconstruir sua voz original, devolvendo-lhe entonação, identidade e emoção.


O impacto foi imediato. Sarah se emocionou ao ouvir a própria voz recriada, e os filhos relataram sentir-se mais próximos da mãe, que agora conseguia expressar estados de espírito e transmitir nuances de sua personalidade. A família descreve essa transformação como um ganho profundo, que reaproximou todos após anos de comunicação limitada.


Antes disso, Sarah viveu longos períodos de isolamento e depressão, até que, com o surgimento da tecnologia de rastreamento ocular, voltou a se expressar, a atuar em projetos de apoio a pessoas com deficiência e até a retomar a pintura. Com esforço, passou a transformar movimentos dos olhos em palavras, frases e obras de arte.


Especialistas observam que as vozes recriadas por inteligência artificial representam um avanço significativo em relação às antigas vozes padronizadas, porque preservam sotaques, ritmos e características individuais. Isso contribui para que cada paciente se reconheça em sua própria fala, reforçando a identidade e a ligação afetiva com familiares e amigos.


No Brasil, o Ministério da Saúde calcula que cerca de doze mil pessoas convivem com a ELA. Embora não exista cura, o Sistema Único de Saúde oferece medicamentos que retardam a progressão, além de fisioterapia, acompanhamento nutricional e cuidados paliativos. Entre os sintomas estão perda gradual da força, dificuldade para respirar e engolir, alterações na fala, engasgos frequentes, cãibras e perda de peso. 


O caso de Sarah ilustra como a tecnologia ultrapassa barreiras impostas por doenças graves, devolvendo não apenas a capacidade de se comunicar, mas também a sensação de dignidade, identidade e pertencimento.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx29gz8pg8qo.ADAPTADO.

A única voz que os filhos conheceram foi a de uma máquina metálica e sem emoção.


Em relação aos recursos expressivos da linguagem, o trecho acima exemplifica o uso de:

Alternativas
Q3781065 Português
No Brasil, o setor do turismo, lazer e esporte tem se consolidado como importante vetor de desenvolvimento econômico, social e cultural. Segundo um estudo, "O turismo no Brasil é uma atividade econômica que apresenta enorme potencial de desenvolvimento, o que se deve à diversidade cultural e paisagística do país.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/brasil/o-turismo-no-brasil.htm

No excerto acima, assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas abaixo:

"O turismo no Brasil é uma atividade econômica que apresenta enorme potencial de _____, o que se deve à _____ cultural e paisagística do país."

Neste contexto, qual das alternativas abaixo traz os termos que completam corretamente o texto.
Alternativas
Q3781023 Português
No Brasil, o setor do turismo, lazer e esporte tem se consolidado como importante vetor de desenvolvimento econômico, social e cultural. Segundo um estudo, "O turismo no Brasil é uma atividade econômica que apresenta enorme potencial de desenvolvimento, o que se deve à diversidade cultural e paisagística do país.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/brasil/o-turismo-no-brasil.htm

No excerto acima, assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas abaixo:

"O turismo no Brasil é uma atividade econômica que apresenta enorme potencial de _____, o que se deve à _____ cultural e paisagística do país."

Neste contexto, qual das alternativas abaixo traz os termos que completam corretamente o texto. 
Alternativas
Q3781013 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que 1 em cada 4 jovens até 19 anos não conclui o Ensino Médio no Brasil: 'Trabalho desde os 15'.


"Acabei largando o Ensino Médio no segundo ano por não conseguir ir à escola. Era um desafio muito grande ir todos os dias para a escola lutando contra minha ansiedade e depressão", conta Agatha Barroso Nunes, de 19 anos.

Agatha abandonou o Ensino Médio em 2022, aos 16 anos, após mudar de cidade, de Maringá para a vizinha Sarandi, no Paraná, e ser matriculada numa escola que estava prestes a se tornar cívico-militar.

Jovem trans, ela conta que teve dificuldade de se adaptar à nova escola, após desentendimentos com colegas, por ter um posicionamento mais progressista."Eu me sentia muito mal sempre que ia à escola, e acabei deixando de frequentá-la. Na época, minha mãe ficou bastante irritada comigo, mas foi assim que aconteceu."

Assim como Agatha, um em cada quatro jovens brasileiros com idade até 19 anos ainda não concluiu o Ensino Médio.

A taxa de conclusão tem avançado nos últimos anos, passando de 54,5% em 2015, para 74,3% em 2025.

Mas o patamar permanece abaixo do índice de conclusão do Ensino Fundamental até 16 anos, que era de 74,7% em 2015 e passou a 88,6% no dado mais recente, mostra estudo do instituto "Todos Pela Educação", com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua e do seu Módulo Educação, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento foi divulgado em primeira mão à BBC News Brasil e será publicado nesta segunda-feira (17/11), com objetivo de subsidiar os debates em meio à tramitação do Plano Nacional de Educação (PNE) 2025-2035, que deve traçar os objetivos a serem alcançados no setor na próxima década.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd04gj09d5o fragmento-adaptado.
"Acabei largando o Ensino Médio no segundo ano por não conseguir ir à escola. Era um desafio muito grande ir todos os dias para a escola lutando contra minha ansiedade e depressão", conta Agatha Barroso Nunes, de 19 anos."

"Assim como Agatha, um em cada quatro jovens brasileiros com idade até 19 anos ainda não concluiu o Ensino Médio. A taxa de conclusão tem avançado nos últimos anos, passando de 54,5% em 2015, para 74,3% em 2025."

Com base no trecho apresentado, avalie as afirmações abaixo quanto aos sentidos conotativo e denotativo.

(__)A expressão "largar o Ensino Médio" é utilizada em sentido literal, uma vez que se refere à ação concreta de abandonar a escola. 
(__)A expressão "lutar contra minha ansiedade e depressão" é figurativa, pois indica esforço emocional e psicológico, e não uma ação física literal.
(__)A expressão "um em cada quatro jovens brasileiros ainda não concluiu o Ensino Médio" está em sentido figurado, pois não descreve indivíduos reais, apenas uma proporção abstrata.
(__)O avanço da taxa de conclusão de 54,5% para 74,3% indica aumento concreto e literal da escolarização entre jovens.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3780976 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo Nacional


Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia, confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice absoluto do consumo no Brasil

Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras. Como quem não quer nada, a Black Friday passou de um evento importado dos Estados Unidos para uma das principais datas do varejo brasileiro.

O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um calendário repleto de datas promocionais com o objetivo de estimular vendas ao longo do ano: Semana do consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday), datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo os players do setor, esses eventos ajudam a manter o fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam o consumidor.

Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou 56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).

O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns, ela representa o dobro do volume de vendas em relação à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana da Black Friday representa avanço de quatro vezes a quantidade de vendas de um final de semana comum.


Números falam por si só


Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões, representando um crescimento de 14,7% sobre os R$ 11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de um tíquete médio estimado em R$ 808,50.

Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de 2024, a empresa registrou o seu maior volume de vendas diárias da história.

Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da data, o comportamento do consumidor brasileiro amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado. Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos brasileiros pretendem ativamente comprar na Black Friday, e o foco principal é antecipar as compras de Natal.

Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black Friday também se consolidou como uma oportunidade de antecipar as compras de Natal. É isso que explica o tíquete médio mais alto do que em outras épocas do ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$ 540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday. Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando espaço na preferência dos clientes.


https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont inua-reinando-no-varejo-nacional/
"Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens."

Considerando o trecho e o texto-base, assinale a alternativa que melhor descreve o tipo textual presente.
Alternativas
Q3780974 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo Nacional


Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia, confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice absoluto do consumo no Brasil

Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras. Como quem não quer nada, a Black Friday passou de um evento importado dos Estados Unidos para uma das principais datas do varejo brasileiro.

O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um calendário repleto de datas promocionais com o objetivo de estimular vendas ao longo do ano: Semana do consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday), datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo os players do setor, esses eventos ajudam a manter o fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam o consumidor.

Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou 56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).

O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns, ela representa o dobro do volume de vendas em relação à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana da Black Friday representa avanço de quatro vezes a quantidade de vendas de um final de semana comum.


Números falam por si só


Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões, representando um crescimento de 14,7% sobre os R$ 11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de um tíquete médio estimado em R$ 808,50.

Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de 2024, a empresa registrou o seu maior volume de vendas diárias da história.

Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da data, o comportamento do consumidor brasileiro amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado. Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos brasileiros pretendem ativamente comprar na Black Friday, e o foco principal é antecipar as compras de Natal.

Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black Friday também se consolidou como uma oportunidade de antecipar as compras de Natal. É isso que explica o tíquete médio mais alto do que em outras épocas do ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$ 540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday. Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando espaço na preferência dos clientes.


https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont inua-reinando-no-varejo-nacional/
"O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas rivaliza com a Black Friday."

Analise semanticamente os vocábulos empregados no trecho e marque com V as afirmativas verdadeiras ou F as falsas.

(__)O vocábulo "inegável" é sinônimo de "incontestável" e pode ser utilizado em seu lugar sem comprometer a correção gramatical.
(__)A frase "O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas ignora a Black Friday" preserva o rigor gramatical ao utilizar o termo "ignora" em substituição a "rivaliza".
(__)O significado do vocábulo "rivaliza" é semelhante ao de "compatibiliza", denotando participação em disputa com outro.
(__)O vocábulo "cardápio" foi empregado no sentido denotativo, pois se refere literalmente às opções listadas em um folheto impresso.

A sequência que preenche os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3780973 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo Nacional


Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia, confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice absoluto do consumo no Brasil

Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras. Como quem não quer nada, a Black Friday passou de um evento importado dos Estados Unidos para uma das principais datas do varejo brasileiro.

O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um calendário repleto de datas promocionais com o objetivo de estimular vendas ao longo do ano: Semana do consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday), datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo os players do setor, esses eventos ajudam a manter o fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam o consumidor.

Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou 56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).

O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns, ela representa o dobro do volume de vendas em relação à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana da Black Friday representa avanço de quatro vezes a quantidade de vendas de um final de semana comum.


Números falam por si só


Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões, representando um crescimento de 14,7% sobre os R$ 11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de um tíquete médio estimado em R$ 808,50.

Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de 2024, a empresa registrou o seu maior volume de vendas diárias da história.

Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da data, o comportamento do consumidor brasileiro amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado. Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos brasileiros pretendem ativamente comprar na Black Friday, e o foco principal é antecipar as compras de Natal.

Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black Friday também se consolidou como uma oportunidade de antecipar as compras de Natal. É isso que explica o tíquete médio mais alto do que em outras épocas do ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$ 540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday. Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando espaço na preferência dos clientes.


https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont inua-reinando-no-varejo-nacional/
"Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras."

Considerando o texto-base, identifique a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3780972 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo Nacional


Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia, confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice absoluto do consumo no Brasil

Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras. Como quem não quer nada, a Black Friday passou de um evento importado dos Estados Unidos para uma das principais datas do varejo brasileiro.

O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um calendário repleto de datas promocionais com o objetivo de estimular vendas ao longo do ano: Semana do consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday), datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo os players do setor, esses eventos ajudam a manter o fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam o consumidor.

Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou 56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera (10/11).

O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns, ela representa o dobro do volume de vendas em relação à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana da Black Friday representa avanço de quatro vezes a quantidade de vendas de um final de semana comum.


Números falam por si só


Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões, representando um crescimento de 14,7% sobre os R$ 11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de um tíquete médio estimado em R$ 808,50.

Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de 2024, a empresa registrou o seu maior volume de vendas diárias da história.

Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da data, o comportamento do consumidor brasileiro amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado. Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos brasileiros pretendem ativamente comprar na Black Friday, e o foco principal é antecipar as compras de Natal.

Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black Friday também se consolidou como uma oportunidade de antecipar as compras de Natal. É isso que explica o tíquete médio mais alto do que em outras épocas do ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$ 540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday. Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando espaço na preferência dos clientes.


https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont inua-reinando-no-varejo-nacional/
"Na data mencionada, a Amazon realizou a "chuva de cupons", concedendo descontos de até 80% em alguns itens, conseguindo um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera."

A organização sintática manifesta-se na capacidade de estruturar a mensagem de modo que cada palavra ocupe seu lugar determinado na oração. Com base nisso, analise as diferentes formas de reescrita do trecho acima e assinale a alternativa em que o conteúdo foi retomado de forma INCORRETA.
Alternativas
Q3780876 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo Nacional


Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia, confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice absoluto do consumo no Brasil

Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras. Como quem não quer nada, a Black Friday passou de um evento importado dos Estados Unidos para uma das principais datas do varejo brasileiro.

O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um calendário repleto de datas promocionais com o objetivo de estimular vendas ao longo do ano: Semana do consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday), datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo os players do setor, esses eventos ajudam a manter o fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam o consumidor.

Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou 56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera (10/11). 

O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns, ela representa o dobro do volume de vendas em relação à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana da Black Friday representa avanço de quatro vezes a quantidade de vendas de um final de semana comum.


Números falam por si só


Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões, representando um crescimento de 14,7% sobre os R$ 11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de um tíquete médio estimado em R$ 808,50.

Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de 2024, a empresa registrou o seu maior volume de vendas diárias da história.

Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da data, o comportamento do consumidor brasileiro amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado. Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos brasileiros pretendem ativamente comprar na Black Friday, e o foco principal é antecipar as compras de Natal.

Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black Friday também se consolidou como uma oportunidade de antecipar as compras de Natal. É isso que explica o tíquete médio mais alto do que em outras épocas do ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$ 540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday. Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando espaço na preferência dos clientes.


https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont inua-reinando-no-varejo-nacional/
"Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens."

Considerando o trecho e o texto-base, assinale a alternativa que melhor descreve o tipo textual presente.
Alternativas
Q3780874 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo Nacional


Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia, confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice absoluto do consumo no Brasil

Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras. Como quem não quer nada, a Black Friday passou de um evento importado dos Estados Unidos para uma das principais datas do varejo brasileiro.

O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um calendário repleto de datas promocionais com o objetivo de estimular vendas ao longo do ano: Semana do consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday), datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo os players do setor, esses eventos ajudam a manter o fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam o consumidor.

Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou 56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera (10/11). 

O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns, ela representa o dobro do volume de vendas em relação à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana da Black Friday representa avanço de quatro vezes a quantidade de vendas de um final de semana comum.


Números falam por si só


Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões, representando um crescimento de 14,7% sobre os R$ 11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de um tíquete médio estimado em R$ 808,50.

Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de 2024, a empresa registrou o seu maior volume de vendas diárias da história.

Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da data, o comportamento do consumidor brasileiro amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado. Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos brasileiros pretendem ativamente comprar na Black Friday, e o foco principal é antecipar as compras de Natal.

Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black Friday também se consolidou como uma oportunidade de antecipar as compras de Natal. É isso que explica o tíquete médio mais alto do que em outras épocas do ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$ 540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday. Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando espaço na preferência dos clientes.


https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont inua-reinando-no-varejo-nacional/
"Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras."

Considerando o texto-base, identifique a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3780872 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a Black Friday Continua Reinando No Varejo Nacional


Mesmo com novos calendários promocionais, estratégia, confiança e volume mantêm a Black Friday como ápice absoluto do consumo no Brasil

Há pelo menos 15 anos, a última sexta-feira de novembro — logo após a celebração do Dia de Ação de Graças na América do Norte — é sinônimo de descontos expressivos e ida às compras. Como quem não quer nada, a Black Friday passou de um evento importado dos Estados Unidos para uma das principais datas do varejo brasileiro.

O setor, no entanto, tem criado outras formas de manter o consumidor sempre de carrinho cheio. A saída foi um calendário repleto de datas promocionais com o objetivo de estimular vendas ao longo do ano: Semana do consumidor, Liquida Verão, dia do pagamento (payday), datas duplas (10/10, 11/11 etc), entre outras. Segundo os players do setor, esses eventos ajudam a manter o fluxo do comércio aquecido, diluem demanda e engajam o consumidor.

Entre essas datas estão os "esquentas" da Black Friday, realizados no dia 11 deste mês (11/11). A Shopee diz ter vendido 20 milhões de itens, superando a sua própria performance no ano anterior. O Mercado Livre registrou 56% mais tráfego em comparação a 2024. Na mesma data, a Amazon realizou a sua "chuva de cupons", com descontos de até 80% em alguns itens, e obteve um crescimento de mais de 70% no tráfego da Amazon.com.br em relação à véspera (10/11). 

O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas, nem mesmo todas combinadas, rivalizam com a Black Friday, que permanece como o ápice do varejo no ano. Para alguns, ela representa o dobro do volume de vendas em relação à média dos outros meses. Sozinho, o final de semana da Black Friday representa avanço de quatro vezes a quantidade de vendas de um final de semana comum.


Números falam por si só


Segundo projeções da Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce), a Black Friday de 2025 deve movimentar R$ 13,34 bilhões, representando um crescimento de 14,7% sobre os R$ 11,63 bilhões registrados em 2024. A expectativa é de um tíquete médio estimado em R$ 808,50.

Outro dado que ajuda a entender a dimensão da data vem do Mercado Livre. Na sexta-feira da Black Friday de 2024, a empresa registrou o seu maior volume de vendas diárias da história.

Ao contrário do que ocorria nas primeiras edições da data, o comportamento do consumidor brasileiro amadureceu: a compra na Black Friday é, hoje, racional e planejada, e não mais um ato de impulso desenfreado. Pesquisa do Mercado Livre indica que 81% dos brasileiros pretendem ativamente comprar na Black Friday, e o foco principal é antecipar as compras de Natal.

Fernando Mansano, da Abiacom, aponta que a Black Friday também se consolidou como uma oportunidade de antecipar as compras de Natal. É isso que explica o tíquete médio mais alto do que em outras épocas do ano. De janeiro a junho deste ano, a associação calcula R$ 100,5 bilhões em vendas, num tíquete médio de R$ 540, 33,2% inferior ao aguardado para a Black Friday. Isso se deve, segundo ele, pela aquisição de produtos de mais alto valor justamente nessa época do ano, tais como eletrônicos e eletrodomésticos, apesar de itens de supermercado, beleza e limpeza estarem ganhando espaço na preferência dos clientes.


https://forbes.com.br/forbes-money/2025/11/por-que-a-black-friday-cont inua-reinando-no-varejo-nacional/
"O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas rivaliza com a Black Friday."

Analise semanticamente os vocábulos empregados no trecho e marque com V as afirmativas verdadeiras ou F as falsas.

(__)O vocábulo "inegável" é sinônimo de "incontestável" e pode ser utilizado em seu lugar sem comprometer a correção gramatical.
(__)A frase "O cardápio de opções aumentou, mas há um ponto incontestável: nenhuma dessas datas ignora a Black Friday" preserva o rigor gramatical ao utilizar o termo "ignora" em substituição a "rivaliza".
(__)O significado do vocábulo "rivaliza" é semelhante ao de "compatibiliza", denotando participação em disputa com outro.
(__)O vocábulo "cardápio" foi empregado no sentido denotativo, pois se refere literalmente às opções listadas em um folheto impresso.

A sequência que preenche os itens acima, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3780836 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O meio do caminho tinha um sapo, uma serpente, um lagarto...


É preciso proteger os animais nas estradas. E essa frase só faz sentido quando sabemos que a natureza é um sistema que conecta todas as espécies. Isso mostra que todas as formas de vida têm importância, incluindo os destaques deste texto: os anfíbios e os répteis! Entender o papel que eles têm no ambiente e descobrir outras informações a seu respeito nos sensibiliza a querer protegê-los.

Você sabia, por exemplo, que os sapos se alimentam de insetos e de outros pequenos invertebrados, colaborando no controle do tamanho da população desses animais? E faz ideia de que as serpentes se alimentam de sapos, contribuindo para que a população desses anfíbios também não cresça exageradamente? Isso é uma amostra da conexão entre as espécies!

A classe dos anfíbios inclui sapos, rãs, pererecas, salamandras e cecílias. Eles são animais craniados, ou seja, têm crânio e coluna vertebral. E mais: a maioria tem uma dupla vida, passando uma parte na água, quando jovens, e outra na terra, quando adultos. Eles também têm a pele úmida, fina e lisa. Aliás, é pela pele que eles absorvem água e também parte do oxigênio da sua respiração!

Já os répteis − classe das tartarugas, lagartos, serpentes jacarés e crocodilos − são animais bem adaptados ao ambiente terrestre, apesar de alguns gostarem de viver na água. Entre eles existem os que têm o corpo coberto de escamas (lagartos e serpentes), os que têm placas dérmicas, que são estruturas ósseas embutidas na pele (jacarés), ou aqueles com carapaças (jabutis, tartarugas e cágados). Todos depositam seus ovos na terra, portanto não precisam da água para reprodução.


https://chc.org.br/artigo/no-meio-do-caminho-tinha-um-sapo-uma-serpe nte-um-lagarto/ adaptado
"Olha aí uma amostra da conexão entre as espécies!".

Quanto ao emprego do termo "conexão" é correto afirmar que está no sentido:
Alternativas
Q3780835 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O meio do caminho tinha um sapo, uma serpente, um lagarto...


É preciso proteger os animais nas estradas. E essa frase só faz sentido quando sabemos que a natureza é um sistema que conecta todas as espécies. Isso mostra que todas as formas de vida têm importância, incluindo os destaques deste texto: os anfíbios e os répteis! Entender o papel que eles têm no ambiente e descobrir outras informações a seu respeito nos sensibiliza a querer protegê-los.

Você sabia, por exemplo, que os sapos se alimentam de insetos e de outros pequenos invertebrados, colaborando no controle do tamanho da população desses animais? E faz ideia de que as serpentes se alimentam de sapos, contribuindo para que a população desses anfíbios também não cresça exageradamente? Isso é uma amostra da conexão entre as espécies!

A classe dos anfíbios inclui sapos, rãs, pererecas, salamandras e cecílias. Eles são animais craniados, ou seja, têm crânio e coluna vertebral. E mais: a maioria tem uma dupla vida, passando uma parte na água, quando jovens, e outra na terra, quando adultos. Eles também têm a pele úmida, fina e lisa. Aliás, é pela pele que eles absorvem água e também parte do oxigênio da sua respiração!

Já os répteis − classe das tartarugas, lagartos, serpentes jacarés e crocodilos − são animais bem adaptados ao ambiente terrestre, apesar de alguns gostarem de viver na água. Entre eles existem os que têm o corpo coberto de escamas (lagartos e serpentes), os que têm placas dérmicas, que são estruturas ósseas embutidas na pele (jacarés), ou aqueles com carapaças (jabutis, tartarugas e cágados). Todos depositam seus ovos na terra, portanto não precisam da água para reprodução.


https://chc.org.br/artigo/no-meio-do-caminho-tinha-um-sapo-uma-serpe nte-um-lagarto/ adaptado
Considerando o texto "No meio do caminho tinha um sapo, uma serpente, um lagarto...", identifique a alternativa que apresenta uma informação INCORRETA sobre esses animais.
Alternativas
Q3780800 Português
Leia o excerto a seguir:
        No que se refere à multiplicidade de culturas, é preciso notar: como assinala García Canclini (2008 [1989]: 302-309), o que hoje vemos à nossa volta são produções culturais letradas em efetiva circulação social, como um conjunto de textos híbridos de diferentes letramentos (vernaculares e dominantes), de diferentes campos (ditos “popular/de massa/erudito”), desde sempre, híbridos, caracterizados por um processo de escolha pessoal e política e de hibridização de produções de diferentes “coleções”. (Rojo, 2012)
Conforme a autora, trata-se de uma visão de cultura
Alternativas
Q3780795 Português
Em um texto sobre ecologia, a aluna Juliana, desafiada a explicar um termo que lhe era desconhecido, definiu a palavra “desmatamento” como des-matar, no sentido de tornar vivo novamente. Assim, a aluna interpretou o termo de modo análogo a “despentear” ou “desarrumar”, em vez de compreendê-lo no sentido usual que ele tem relacionado à retirada da mata ou floresta de um local.
Na perspectiva defendida por Hoffmann (2018), esse tipo de erro representa
Alternativas
Q3780793 Português
Na perspectiva crítica de Paulo Freire (1996), “a desproblematização do futuro numa compreensão mecanicista da História, de direita ou de esquerda, leva necessariamente à morte ou à negação autoritária do sonho, da utopia, da esperança”.
Para o autor, essa desesperança acontece porque, para a inteligência mecanicista,
Alternativas
Respostas
14041: D
14042: A
14043: C
14044: A
14045: D
14046: E
14047: D
14048: B
14049: C
14050: A
14051: B
14052: D
14053: A
14054: D
14055: E
14056: A
14057: C
14058: A
14059: C
14060: E