Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Por que crianças não quebram mais o braço?

Por Pedro Guerra
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/12/por-que-criancas-nao-quebram-mais-o-braco-cmj2y6ojc01y8014o699c5t7b.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
“cresceu o número de diagnósticos, rótulos e ansiedades que não faziam parte da infância”.
Por que crianças não quebram mais o braço?

Por Pedro Guerra
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/12/por-que-criancas-nao-quebram-mais-o-braco-cmj2y6ojc01y8014o699c5t7b.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. O autor parte de uma cena do cotidiano — crianças com braços quebrados — para estabelecer uma reflexão sobre questões emocionais que acometem adultos, o que se constitui como a tese central defendida por ele.
II. O autor estabelece uma metáfora entre a queda física e a queda emocional e afirma que os ferimentos desta não são visíveis como os daquela, mas causam danos de cura mais lenta.
III. É possível inferir que questões emocionais que afetam as crianças podem estar presentes antes mesmo que elas possam vir a ser alvo de outras situações perigosas.
Quais estão corretas?
“empregos que desaparecem, funções que se tornam obsoletas.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:

CAZO. Avanço da inteligência artificial na escrita de livros.
Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-
avanco-da-inteligencia-artificial-na-escrita-de-livros/>.
Nos quadrinhos acima, os “livros orgânicos” são comparados a:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O último relógio
Em uma pequena vila cercada por montanhas, existia uma torre com um relógio único, que não marcava horas, mas momentos importantes da vida de cada habitante. Ninguém sabia como ele funcionava, mas todos o respeitavam. Quando alguém nascia, uma engrenagem nova surgia. Quando morria, a engrenagem parava.
Certo dia, o ponteiro principal do relógio parou subitamente. A vila ficou em alvoroço. Nenhum momento parecia mais ser registrado. Maria, uma jovem curiosa, subiu até a torre para investigar. Lá dentro, encontrou um velho homem, o Guardião do Relógio, sentado entre engrenagens brilhantes.
– Por que o relógio parou? – perguntou Maria.
O Guardião sorriu, mas parecia cansado.
– Porque o mundo lá fora parou de viver momentos que importam. As pessoas se esqueceram de sentir, de sonhar.
Maria ficou em silêncio, mas algo nela despertou. Saiu da torre determinada. Começou a reunir as pessoas da vila para contar histórias, plantar flores, dançar na praça e rir juntas. Aos poucos, o relógio recomeçou a girar.
No dia em que Maria subiu novamente à torre, encontrou apenas uma nota deixada pelo Guardião: “Continue girando o mundo com o que importa.”
REIS, Guilherme. O último relógio. Gazeta Itapirense. Disponível em <https://www.gazetaitapirense.com.br/cronica-o-ultimo-relogio-por-guilherme-reis/>.
“Certo dia, o ponteiro principal do relógio parou subitamente.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: