Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4131381 Português
Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência explica

Para Marla, a sheepdog inglesa de 11 meses da Bridgett von Holdt, o mundo inteiro é um amigo que ela ainda não conheceu.

"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de genótipo", admite von Holdt.

O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas passaram os últimos três anos estudando a base genética responsável pelo comportamento social em cães e lobos.

Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais eficaz.

A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez com que ela se perguntasse sobre a potencial base genética dessas diferenças.

O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas, fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis, como a Marla, carregam variantes de dois genes chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses genes nas pessoas causa a síndrome de Williams, caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades cognitivas e tendência a amar todos. 

Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães inibam sua função normal, levando aos mesmos problemas observados em humanos com a síndrome de Williams. "Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental em um animal de companhia", diz ela.

Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de cachorros e lobos.

Além de confirmar suas descobertas iniciais de que WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também diferentes.

A combinação dos dados genéticos e comportamentais mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que amavam os seres humanos.

Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.

"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis de lidar, que podem passar longos períodos de tempo em pequenos apartamentos," observa Overall.

"Estamos mudando o comportamento de cachorros a cada ano".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2018/01/por-que-oscachorros-sao-tao-amigaveis-a-ciencia-explica
Ao discutir os resultados do estudo, o texto estabelece uma relação entre características comportamentais de cães e alterações genéticas específicas. Essa associação é construída por meio de analogias com condições humanas. Considerando essa estratégia explicativa, identifique a alternativa que sintetiza essa relação.
Alternativas
Q4131380 Português
Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência explica

Para Marla, a sheepdog inglesa de 11 meses da Bridgett von Holdt, o mundo inteiro é um amigo que ela ainda não conheceu.

"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de genótipo", admite von Holdt.

O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas passaram os últimos três anos estudando a base genética responsável pelo comportamento social em cães e lobos.

Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais eficaz.

A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez com que ela se perguntasse sobre a potencial base genética dessas diferenças.

O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas, fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis, como a Marla, carregam variantes de dois genes chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses genes nas pessoas causa a síndrome de Williams, caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades cognitivas e tendência a amar todos. 

Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães inibam sua função normal, levando aos mesmos problemas observados em humanos com a síndrome de Williams. "Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental em um animal de companhia", diz ela.

Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de cachorros e lobos.

Além de confirmar suas descobertas iniciais de que WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também diferentes.

A combinação dos dados genéticos e comportamentais mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que amavam os seres humanos.

Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.

"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis de lidar, que podem passar longos períodos de tempo em pequenos apartamentos," observa Overall.

"Estamos mudando o comportamento de cachorros a cada ano".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2018/01/por-que-oscachorros-sao-tao-amigaveis-a-ciencia-explica
Ao longo do texto, há uma reflexão implícita sobre o papel da ação humana na transformação comportamental dos cães. Essa ideia aparece de forma mais explícita na parte final, sugerindo um processo contínuo de intervenção. Considerando essa perspectiva, identifique a alternativa que expressa essa interpretação.
Alternativas
Q4131351 Português
Considere as relações de sentido estabelecidas entre palavras na língua portuguesa, especialmente no que se refere à sinonímia e à antonímia. A correta identificação dessas relações depende da análise semântica do enunciado em que estão inseridas. Leia atentamente as sentenças da Coluna 01 e observe os pares destacados em cada uma delas. Em seguida, relacione com a classificação adequada apresentada na Coluna 02.
Coluna 01:
(_) O feliz aluno ficou ainda mais contente com o resultado da avaliação final.
(_) A sala estava clara durante o dia e escura no período da noite.
(_) O pesquisador apresentou um argumento válido e aceitável no debate acadêmico.
(_) O ambiente era silencioso, mas tornou-se barulhento com a chegada do público. 
(_) O professor fez uma explicação simples para a fácil compreensão dos alunos.

Coluna 02:
I. Sinônimos
II. Antônimos

Correlacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q4131349 Português
Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência explica

Para Marla, a sheepdog inglesa de 11 meses da Bridgett von Holdt, o mundo inteiro é um amigo que ela ainda não conheceu.

"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de genótipo", admite von Holdt.

O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas passaram os últimos três anos estudando a base genética responsável pelo comportamento social em cães e lobos.

Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais eficaz.

A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez com que ela se perguntasse sobre a potencial base genética dessas diferenças.

O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas, fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis, como a Marla, carregam variantes de dois genes chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses genes nas pessoas causa a síndrome de Williams, caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades cognitivas e tendência a amar todos. 

Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães inibam sua função normal, levando aos mesmos problemas observados em humanos com a síndrome de Williams. "Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental em um animal de companhia", diz ela.

Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de cachorros e lobos.

Além de confirmar suas descobertas iniciais de que WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também diferentes.

A combinação dos dados genéticos e comportamentais mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que amavam os seres humanos.

Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.

"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis de lidar, que podem passar longos períodos de tempo em pequenos apartamentos," observa Overall.

"Estamos mudando o comportamento de cachorros a cada ano".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2018/01/por-que-oscachorros-sao-tao-amigaveis-a-ciencia-explica
A comparação entre cães e lobos desempenha papel fundamental na construção do argumento central do texto. Essa comparação permite destacar diferenças comportamentais relevantes para a investigação científica apresentada. Com base nisso, identifique a alternativa que expressa essa diferença.
Alternativas
Q4131348 Português
Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência explica

Para Marla, a sheepdog inglesa de 11 meses da Bridgett von Holdt, o mundo inteiro é um amigo que ela ainda não conheceu.

"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de genótipo", admite von Holdt.

O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas passaram os últimos três anos estudando a base genética responsável pelo comportamento social em cães e lobos.

Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais eficaz.

A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez com que ela se perguntasse sobre a potencial base genética dessas diferenças.

O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas, fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis, como a Marla, carregam variantes de dois genes chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses genes nas pessoas causa a síndrome de Williams, caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades cognitivas e tendência a amar todos. 

Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães inibam sua função normal, levando aos mesmos problemas observados em humanos com a síndrome de Williams. "Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental em um animal de companhia", diz ela.

Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de cachorros e lobos.

Além de confirmar suas descobertas iniciais de que WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também diferentes.

A combinação dos dados genéticos e comportamentais mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que amavam os seres humanos.

Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.

"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis de lidar, que podem passar longos períodos de tempo em pequenos apartamentos," observa Overall.

"Estamos mudando o comportamento de cachorros a cada ano".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2018/01/por-que-oscachorros-sao-tao-amigaveis-a-ciencia-explica
O texto não apenas apresenta resultados, mas também indica limitações e ressalvas sobre a pesquisa realizada, introduzindo uma perspectiva crítica. Essa abordagem contribui para a compreensão do grau de confiabilidade das conclusões. Com base nisso, identifique a alternativa que expressa corretamente essa limitação.
Alternativas
Q4131347 Português
Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência explica

Para Marla, a sheepdog inglesa de 11 meses da Bridgett von Holdt, o mundo inteiro é um amigo que ela ainda não conheceu.

"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de genótipo", admite von Holdt.

O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas passaram os últimos três anos estudando a base genética responsável pelo comportamento social em cães e lobos.

Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais eficaz.

A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez com que ela se perguntasse sobre a potencial base genética dessas diferenças.

O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas, fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis, como a Marla, carregam variantes de dois genes chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses genes nas pessoas causa a síndrome de Williams, caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades cognitivas e tendência a amar todos. 

Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães inibam sua função normal, levando aos mesmos problemas observados em humanos com a síndrome de Williams. "Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental em um animal de companhia", diz ela.

Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de cachorros e lobos.

Além de confirmar suas descobertas iniciais de que WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também diferentes.

A combinação dos dados genéticos e comportamentais mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que amavam os seres humanos.

Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.

"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis de lidar, que podem passar longos períodos de tempo em pequenos apartamentos," observa Overall.

"Estamos mudando o comportamento de cachorros a cada ano".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2018/01/por-que-oscachorros-sao-tao-amigaveis-a-ciencia-explica
Ao longo do texto, há uma reflexão implícita sobre o papel da ação humana na transformação comportamental dos cães. Essa ideia aparece de forma mais explícita na parte final, sugerindo um processo contínuo de intervenção. Considerando essa perspectiva, identifique a alternativa que expressa essa interpretação.
Alternativas
Q4131346 Português
Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência explica

Para Marla, a sheepdog inglesa de 11 meses da Bridgett von Holdt, o mundo inteiro é um amigo que ela ainda não conheceu.

"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de genótipo", admite von Holdt.

O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas passaram os últimos três anos estudando a base genética responsável pelo comportamento social em cães e lobos.

Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais eficaz.

A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez com que ela se perguntasse sobre a potencial base genética dessas diferenças.

O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas, fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis, como a Marla, carregam variantes de dois genes chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses genes nas pessoas causa a síndrome de Williams, caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades cognitivas e tendência a amar todos. 

Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães inibam sua função normal, levando aos mesmos problemas observados em humanos com a síndrome de Williams. "Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental em um animal de companhia", diz ela.

Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de cachorros e lobos.

Além de confirmar suas descobertas iniciais de que WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também diferentes.

A combinação dos dados genéticos e comportamentais mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que amavam os seres humanos.

Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.

"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis de lidar, que podem passar longos períodos de tempo em pequenos apartamentos," observa Overall.

"Estamos mudando o comportamento de cachorros a cada ano".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2018/01/por-que-oscachorros-sao-tao-amigaveis-a-ciencia-explica
Ao discutir os resultados do estudo, o texto estabelece uma relação entre características comportamentais de cães e alterações genéticas específicas. Essa associação é construída por meio de analogias com condições humanas. Considerando essa estratégia explicativa, identifique a alternativa que sintetiza essa relação.
Alternativas
Q4131345 Português
Por que os cachorros são tão amigáveis? A ciência explica

Para Marla, a sheepdog inglesa de 11 meses da Bridgett von Holdt, o mundo inteiro é um amigo que ela ainda não conheceu.

"Ela é hipersociável. Eu até tive que fazer um exame de genótipo", admite von Holdt.

O interesse de Von Holdt não é mera curiosidade. A biólogo evolutiva de Princeton e alguns colegas passaram os últimos três anos estudando a base genética responsável pelo comportamento social em cães e lobos.

Estudos mostram que os cães são mais sociáveis do que os lobos criados em circunstâncias semelhantes − eles geralmente prestam mais atenção aos seres humanos e seguem nossas diretrizes e comandos de forma mais eficaz.

A experiência de Von Holdt em genética evolutiva fez com que ela se perguntasse sobre a potencial base genética dessas diferenças.

O estudo, publicado no periódico Ciências Avançadas, fornece uma dica interessante: cães hipersociáveis, como a Marla, carregam variantes de dois genes chamados de GTF2I e GTF2IRD1. A exclusão desses genes nas pessoas causa a síndrome de Williams, caracterizada por aparência facial "élfica", dificuldades cognitivas e tendência a amar todos. 

Von Holdt suspeita que as variantes dos genes em cães inibam sua função normal, levando aos mesmos problemas observados em humanos com a síndrome de Williams. "Nós podemos ter criado uma síndrome comportamental em um animal de companhia", diz ela.

Para o novo estudo, Von Holdt realizou análises genéticas adicionais da parte do genoma envolvendo o gene WBSCR17 alterado em uma amostra maior de cachorros e lobos.

Além de confirmar suas descobertas iniciais de que WBSCR17 variou em cachorros e lobos, ela encontrou dois genes próximos, GTF2I e GTF2IRD1, também diferentes.

A combinação dos dados genéticos e comportamentais mostrou à von Holdt que as mudanças nesta região do genoma ajudaram a transformar lobos em cachorros que amavam os seres humanos.

Karen Overall, da Universidade da Pensilvânia, observa que a amostragem do estudo era pequena, o que limita a força das descobertas. Mas elogiou a análise genética.

"Estamos agora selecionando cachorros que são fáceis de lidar, que podem passar longos períodos de tempo em pequenos apartamentos," observa Overall.

"Estamos mudando o comportamento de cachorros a cada ano".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2018/01/por-que-oscachorros-sao-tao-amigaveis-a-ciencia-explica
O texto apresenta uma explicação científica para um comportamento frequentemente observado em cães domésticos, articulando exemplos individuais e dados de pesquisa. Ao longo da exposição, há um movimento que parte da observação empírica para uma investigação mais sistemática. Considerando essa progressão argumentativa, identifique a alternativa que expressa o ponto de partida da pesquisa desenvolvida.
Alternativas
Q4131251 Português
Professores utilizam conteúdos midiáticos em sala de aula, promovendo análise crítica das informações, identificação de vieses e discussão sobre os impactos sociais da mídia.

Essa prática indica que a mídia deve ser
Alternativas
Q4131249 Português

Uma escola implementa projetos educativos sobre prevenção ao uso de drogas, com foco na informação e no desenvolvimento de habilidades socioemocionais.


Essa abordagem é

Alternativas
Q4131248 Português

Ao identificar práticas discriminatórias entre estudantes, a escola desenvolve ações educativas para enfrentá-las.


Essa postura indica que o preconceito deve ser

Alternativas
Q4131229 Português
Assinale a alternativa que mostra as atividades desenvolvidas com o objetivo de promover o aprendizado, o desenvolvimento de habilidades e a capacitação de indivíduos, que oferecem serviços como curso, oficina e palestra, e que também são conhecidas como subatividades que perpassam a dois ou mais programas. 
Alternativas
Q4131222 Português


Revista Brasileira de História do Direito (com adaptações).

No texto, a palavra "comumente" (linha 23) tem o mesmo significado de 
Alternativas
Q4131219 Português


Revista Brasileira de História do Direito (com adaptações).

Sem prejuízo do sentido original do texto, da sua coesão e da correção gramatical, o termo “Contudo” (linha 44) poderia ser substituído corretamente por 
Alternativas
Q4131217 Português


Revista Brasileira de História do Direito (com adaptações).

Conclui-se do texto que
Alternativas
Q4131216 Português


Revista Brasileira de História do Direito (com adaptações).

Conforme as ideias do texto, o primeiro suporte de proteção social surgiu por meio 
Alternativas
Q4131215 Português


Revista Brasileira de História do Direito (com adaptações).

No trecho “o homem tem se adaptado, no sentido de reduzir os efeitos das adversidades da vida, como fome, doença e velhice” (linhas 12-14), a palavra “adversidades” refere-se 
Alternativas
Q4131102 Português
Descoberta de fóssil no Ceará indica existência de antigo mar na região


O Laboratório de Paleontologia do curso de Ciências Biológicas da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA) divulgou imagens de fósseis encontrados em uma rocha de aproximadamente 700 kg, localizada no Parque Nacional de Ubajara. Os vestígios pertencem a invertebrados marinhos com cerca de 430 milhões de anos e reforçam a hipótese de que a região do Ceará já foi espaço de um antigo mar.

O estudo, considerado histórico para a paleontologia cearense, foi realizado em parceria com o Museu Dom José, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a comunidade local.

Os icnofósseis, vestígios geológicos deixados pela atividade de organismos, foram encontrados no município de Tianguá, no interior do Ceará, e revelam atividades de invertebrados marinhos que habitaram a região há aproximadamente 430 milhões de anos.

A descoberta reforça a evidência de que a Serra da Ibiapaba já abrigou um antigo mar em um período muito anterior ao surgimento dos dinossauros e até mesmo à formação da própria serra.

A peça integra o acervo do Museu Dom José, mas está emprestada por tempo indeterminado ao Parque Nacional de Ubajara, onde poderá ser apreciada permanentemente por visitantes e pesquisadores.


https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/descoberta-de-fossil-no-ceara-indi ca-existencia-de-antigo-mar-na-regiao/
Em textos de divulgação científica, determinadas descobertas permitem reformular conhecimentos anteriormente aceitos sobre aspectos históricos e naturais de uma região. Nesse contexto, informações obtidas por meio de pesquisas paleontológicas podem contribuir para a compreensão das transformações geográficas ocorridas ao longo de milhões de anos. A conclusão apresentada pelo texto a partir da descoberta dos fósseis é que:
Alternativas
Q4131101 Português
Descoberta de fóssil no Ceará indica existência de antigo mar na região


O Laboratório de Paleontologia do curso de Ciências Biológicas da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA) divulgou imagens de fósseis encontrados em uma rocha de aproximadamente 700 kg, localizada no Parque Nacional de Ubajara. Os vestígios pertencem a invertebrados marinhos com cerca de 430 milhões de anos e reforçam a hipótese de que a região do Ceará já foi espaço de um antigo mar.

O estudo, considerado histórico para a paleontologia cearense, foi realizado em parceria com o Museu Dom José, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a comunidade local.

Os icnofósseis, vestígios geológicos deixados pela atividade de organismos, foram encontrados no município de Tianguá, no interior do Ceará, e revelam atividades de invertebrados marinhos que habitaram a região há aproximadamente 430 milhões de anos.

A descoberta reforça a evidência de que a Serra da Ibiapaba já abrigou um antigo mar em um período muito anterior ao surgimento dos dinossauros e até mesmo à formação da própria serra.

A peça integra o acervo do Museu Dom José, mas está emprestada por tempo indeterminado ao Parque Nacional de Ubajara, onde poderá ser apreciada permanentemente por visitantes e pesquisadores.


https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/descoberta-de-fossil-no-ceara-indi ca-existencia-de-antigo-mar-na-regiao/
Os textos jornalísticos de caráter científico costumam destacar elementos que demonstram a relevância histórica ou acadêmica de determinada descoberta. Nesse tipo de abordagem, informações sobre preservação e acesso ao material encontrado também contribuem para ampliar sua importância cultural e educativa.

Segundo o texto, a rocha contendo os fósseis encontrados:
Alternativas
Q4131100 Português
Descoberta de fóssil no Ceará indica existência de antigo mar na região


O Laboratório de Paleontologia do curso de Ciências Biológicas da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA) divulgou imagens de fósseis encontrados em uma rocha de aproximadamente 700 kg, localizada no Parque Nacional de Ubajara. Os vestígios pertencem a invertebrados marinhos com cerca de 430 milhões de anos e reforçam a hipótese de que a região do Ceará já foi espaço de um antigo mar.

O estudo, considerado histórico para a paleontologia cearense, foi realizado em parceria com o Museu Dom José, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a comunidade local.

Os icnofósseis, vestígios geológicos deixados pela atividade de organismos, foram encontrados no município de Tianguá, no interior do Ceará, e revelam atividades de invertebrados marinhos que habitaram a região há aproximadamente 430 milhões de anos.

A descoberta reforça a evidência de que a Serra da Ibiapaba já abrigou um antigo mar em um período muito anterior ao surgimento dos dinossauros e até mesmo à formação da própria serra.

A peça integra o acervo do Museu Dom José, mas está emprestada por tempo indeterminado ao Parque Nacional de Ubajara, onde poderá ser apreciada permanentemente por visitantes e pesquisadores.


https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/descoberta-de-fossil-no-ceara-indi ca-existencia-de-antigo-mar-na-regiao/
A produção científica frequentemente envolve a atuação conjunta de diferentes instituições e segmentos sociais. Em muitos casos, pesquisas de grande relevância dependem da cooperação entre universidades, órgãos de preservação e comunidades locais, permitindo ampliar o alcance das investigações realizadas.

De acordo com o texto, o estudo realizado sobre os fósseis encontrados no Ceará caracterizou-se por:
Alternativas
Respostas
341: C
342: C
343: C
344: D
345: B
346: D
347: A
348: B
349: A
350: D
351: C
352: A
353: B
354: E
355: D
356: A
357: A
358: A
359: D
360: D