Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4419114 Português
Halden, a utopia

Uma cadeia que impressionaria estrangeiros é a de Halden, no sul da Noruega, perto da fronteira com a Suécia.
Em 2014, uma TV finlandesa levou o ex-diretor de prisões de Nova York, James Conway, a uma visita a Halden.
“Não acho que seja possível ser mais progressista e liberal, a não ser que entreguem as chaves da prisão aos presos”, foi sua avaliação após conhecer o lugar.
O programa de TV mostra a oficina onde os presos trabalham, cheia de serras e de objetos metálicos, além de facas afiadas que ficam na cozinha.
“Não é preciso mais fazer um bolo para levar esses objetos para uma prisão”, brinca Conway.
No estúdio musical - onde há guitarras, teclados e uma bateria -, o funcionário americano se pergunta se não é um pouco “além do limite” oferecer todas essas comodidades aos condenados.
"Isso é a utopia das prisões. É a melhor prisão que possa imaginar, caso seja um detento, claro”, acrescentou.
Mesmo que seja uma prisão de segurança máxima, rodeada por um muro, Halden está longe de ser um presídio convencional.
E a maioria dos prisioneiros noruegueses vivem, ao menos no começo de suas condenações, em instalações que a maioria reconheceria como cadeias: espaços com grades nas janelas em que os prisioneiros passam a maior parte do dia fechados em celas.

Reabilitação

“A maioria dos presos começa a cumprir suas penas em prisões de alta segurança”, explicou Jan-Erik Sandlie, subdiretor do sistema prisional da Noruega.
“Logo se considera uma transferência a uma prisão de menor segurança, com a ideia de criar uma transição gradual da prisão à liberdade”, acrescentou.
E até o final da sentença os presos também podem ser transferidos a casas de adaptação, que permitem uma existência mais parecida com a vida normal. Nesta fase os detentos podem ter algumas “concessões”, como viagens para casa.
“Queremos que todos os presos tenham a maior preparação possível para uma vida comum quando sejam colocados em liberdade”, disse Tom Eberhardt, da prisão de Bastoey.

Críticas

O sistema tem sido alvo de críticas, pois muitos o consideram demasiadamente brando. Mas é difícil argumentar que não funcione.
Quando os presos deixam a cadeia, a maioria se mantém fora das grades. A taxa de reincidência criminal na Noruega é de 20%, a mais baixa do mundo.
Em outros países, como o Reino Unido, chega a 46%, e nos EUA, 76% das pessoas que deixam a prisão voltam nos cinco anos seguintes.
Há ainda a economia que significa não ter tantas pessoas em cadeias.
“Autoridades dos EUA e do Reino Unido talvez deveriam se perguntar o que aconteceu com milhões de dólares e de libras esterlinas que gastaram trancando gente atrás de todas essas cercas e muros”, afirmou Eberhardt.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/03/160317_prisoes_noruega_tg. Acess
O título do texto “Halden: a utopia” justifica-se, pois o estilo da prisão norueguesa é:
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Q4419004 Português
Texto 1 - De volta à Lua, contemplamos uma Terra em risco


    Nasci em 1957, ano do Sputnik, primeiro satélite artificial lançado pela então União Soviética, dando início à corrida espacial.

   Cresci viajando para Ubatuba, quando quase tudo lá era mato. Conheci a maioria das praias de ônibus e a pé, por trilhas e pinguelas. Só em 1965 meus pais compraram o primeiro carro, um Fusca 1959.

   Foi em Ubatuba que vi, ou tentei ver, o pouso da Apollo 11 na Lua, nas férias de julho de 1969. A TV em branco e preto do vizinho era pequena e só chuvisco, e mais imaginei do que enxerguei quando Neil Armstrong deu o pequeno passo para um homem e um salto gigante para a humanidade. Meio às cegas, acreditei. Tornei-me entusiasta da ciência e da tecnologia, mas também amante da natureza, em contato com a Mata Atlântica que se atira da serra ao oceano.

   Queria ser astronauta, depois médico, biólogo —acabei jornalista. Entrei na Folha de São Paulo como redator em 1986, ano do cometa Halley e de duas tragédias, a do ônibus espacial Challenger e a da usina nuclear soviética Chernobyl.

   Escrever sobre ciência e tecnologia foi escolha natural, com foco em biologia. O ano de 1988 trouxe o assassinato do seringueiro Chico Mendes e manchetes no mundo todo sobre queimadas que podiam ser flagradas por satélites herdeiros do Sputnik.

   Aprendi com Antonio Donato Nobre que era balela a história de uma Amazônia pulmão verde da Terra. Mas, também, que o carbono nela estocado agravaria o efeito estufa se a destruição continuasse galopando e sua biomassa virasse fumaça.

 Gato escaldado, após 38 anos e quase 500 mil quilômetros quadrados de floresta derrubados, desacelerei a produção de reportagens sobre desmatamento e mudança climática. Ainda abordo o tema em colunas, mas já sem a ilusão de que eventos mastodônticos à moda da COP30 possam reverter a crise do clima.

   A humanidade, ou melhor, países e populações pobres enfrentam e enfrentarão tempos bicudos. Não posso deixar de pensar nisso ao ler notícias sobre o sobrevoo da Lua pela Artemis 2 e ao ver as lindas fotos que os astronautas enviam do céu.

  Espero que os tripulantes, incólumes, deem muitas palestras e sirvam de exemplos para crianças e jovens se entusiasmarem com ciência, como há 57 anos. Se as tecnologias dela derivadas estão a castigar o planeta, será também crucial investigação metódica responsável para tirarmos o pé do lodo climático.

   Faço minhas as palavras ressabiadas de Gilberto Gil em 1967, na canção "Lunik 9", sonda soviética que rondou a Lua: "Lá se foi [o homem] buscando a esperança que aqui já se foi / Nos jornais, manchetes, sensação, reportagens, fotos, conclusão:/ A Lua foi alcançada afinal, muito bem / Confesso que estou contente também".


Texto de Marcelo Leite (adaptado)12.abr.2026. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/2026/04/- acesso em 12 de abril de 2026. 
Nesse gênero textual, há uso recorrente do recurso discursivo de subjetividade. Essa subjetividade cumpre o efeito de sentido de 
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Q4419001 Português
Texto 1 - De volta à Lua, contemplamos uma Terra em risco


    Nasci em 1957, ano do Sputnik, primeiro satélite artificial lançado pela então União Soviética, dando início à corrida espacial.

   Cresci viajando para Ubatuba, quando quase tudo lá era mato. Conheci a maioria das praias de ônibus e a pé, por trilhas e pinguelas. Só em 1965 meus pais compraram o primeiro carro, um Fusca 1959.

   Foi em Ubatuba que vi, ou tentei ver, o pouso da Apollo 11 na Lua, nas férias de julho de 1969. A TV em branco e preto do vizinho era pequena e só chuvisco, e mais imaginei do que enxerguei quando Neil Armstrong deu o pequeno passo para um homem e um salto gigante para a humanidade. Meio às cegas, acreditei. Tornei-me entusiasta da ciência e da tecnologia, mas também amante da natureza, em contato com a Mata Atlântica que se atira da serra ao oceano.

   Queria ser astronauta, depois médico, biólogo —acabei jornalista. Entrei na Folha de São Paulo como redator em 1986, ano do cometa Halley e de duas tragédias, a do ônibus espacial Challenger e a da usina nuclear soviética Chernobyl.

   Escrever sobre ciência e tecnologia foi escolha natural, com foco em biologia. O ano de 1988 trouxe o assassinato do seringueiro Chico Mendes e manchetes no mundo todo sobre queimadas que podiam ser flagradas por satélites herdeiros do Sputnik.

   Aprendi com Antonio Donato Nobre que era balela a história de uma Amazônia pulmão verde da Terra. Mas, também, que o carbono nela estocado agravaria o efeito estufa se a destruição continuasse galopando e sua biomassa virasse fumaça.

 Gato escaldado, após 38 anos e quase 500 mil quilômetros quadrados de floresta derrubados, desacelerei a produção de reportagens sobre desmatamento e mudança climática. Ainda abordo o tema em colunas, mas já sem a ilusão de que eventos mastodônticos à moda da COP30 possam reverter a crise do clima.

   A humanidade, ou melhor, países e populações pobres enfrentam e enfrentarão tempos bicudos. Não posso deixar de pensar nisso ao ler notícias sobre o sobrevoo da Lua pela Artemis 2 e ao ver as lindas fotos que os astronautas enviam do céu.

  Espero que os tripulantes, incólumes, deem muitas palestras e sirvam de exemplos para crianças e jovens se entusiasmarem com ciência, como há 57 anos. Se as tecnologias dela derivadas estão a castigar o planeta, será também crucial investigação metódica responsável para tirarmos o pé do lodo climático.

   Faço minhas as palavras ressabiadas de Gilberto Gil em 1967, na canção "Lunik 9", sonda soviética que rondou a Lua: "Lá se foi [o homem] buscando a esperança que aqui já se foi / Nos jornais, manchetes, sensação, reportagens, fotos, conclusão:/ A Lua foi alcançada afinal, muito bem / Confesso que estou contente também".


Texto de Marcelo Leite (adaptado)12.abr.2026. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/2026/04/- acesso em 12 de abril de 2026. 
Considere o trecho:

“Se a destruição continuasse galopando, as consequências seriam irreversíveis, levando a sociedade a adotar medidas cada vez mais cautelosas diante de qualquer sinal de risco.”

E o provérbio: “Gato escaldado tem medo de água fria.”

A relação entre o comportamento descrito no trecho e o ensinamento do provérbio está corretamente interpretada em:
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Q4419000 Português
Texto 1 - De volta à Lua, contemplamos uma Terra em risco


    Nasci em 1957, ano do Sputnik, primeiro satélite artificial lançado pela então União Soviética, dando início à corrida espacial.

   Cresci viajando para Ubatuba, quando quase tudo lá era mato. Conheci a maioria das praias de ônibus e a pé, por trilhas e pinguelas. Só em 1965 meus pais compraram o primeiro carro, um Fusca 1959.

   Foi em Ubatuba que vi, ou tentei ver, o pouso da Apollo 11 na Lua, nas férias de julho de 1969. A TV em branco e preto do vizinho era pequena e só chuvisco, e mais imaginei do que enxerguei quando Neil Armstrong deu o pequeno passo para um homem e um salto gigante para a humanidade. Meio às cegas, acreditei. Tornei-me entusiasta da ciência e da tecnologia, mas também amante da natureza, em contato com a Mata Atlântica que se atira da serra ao oceano.

   Queria ser astronauta, depois médico, biólogo —acabei jornalista. Entrei na Folha de São Paulo como redator em 1986, ano do cometa Halley e de duas tragédias, a do ônibus espacial Challenger e a da usina nuclear soviética Chernobyl.

   Escrever sobre ciência e tecnologia foi escolha natural, com foco em biologia. O ano de 1988 trouxe o assassinato do seringueiro Chico Mendes e manchetes no mundo todo sobre queimadas que podiam ser flagradas por satélites herdeiros do Sputnik.

   Aprendi com Antonio Donato Nobre que era balela a história de uma Amazônia pulmão verde da Terra. Mas, também, que o carbono nela estocado agravaria o efeito estufa se a destruição continuasse galopando e sua biomassa virasse fumaça.

 Gato escaldado, após 38 anos e quase 500 mil quilômetros quadrados de floresta derrubados, desacelerei a produção de reportagens sobre desmatamento e mudança climática. Ainda abordo o tema em colunas, mas já sem a ilusão de que eventos mastodônticos à moda da COP30 possam reverter a crise do clima.

   A humanidade, ou melhor, países e populações pobres enfrentam e enfrentarão tempos bicudos. Não posso deixar de pensar nisso ao ler notícias sobre o sobrevoo da Lua pela Artemis 2 e ao ver as lindas fotos que os astronautas enviam do céu.

  Espero que os tripulantes, incólumes, deem muitas palestras e sirvam de exemplos para crianças e jovens se entusiasmarem com ciência, como há 57 anos. Se as tecnologias dela derivadas estão a castigar o planeta, será também crucial investigação metódica responsável para tirarmos o pé do lodo climático.

   Faço minhas as palavras ressabiadas de Gilberto Gil em 1967, na canção "Lunik 9", sonda soviética que rondou a Lua: "Lá se foi [o homem] buscando a esperança que aqui já se foi / Nos jornais, manchetes, sensação, reportagens, fotos, conclusão:/ A Lua foi alcançada afinal, muito bem / Confesso que estou contente também".


Texto de Marcelo Leite (adaptado)12.abr.2026. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/2026/04/- acesso em 12 de abril de 2026. 
“Ainda abordo o tema em colunas, mas já sem a ilusão de que eventos mastodônticos à moda da COP30 possam reverter a crise do clima.” o adjetivo “mastodônticos” produz um efeito de sentido que sugere
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Q4418998 Português
Texto 1 - De volta à Lua, contemplamos uma Terra em risco


    Nasci em 1957, ano do Sputnik, primeiro satélite artificial lançado pela então União Soviética, dando início à corrida espacial.

   Cresci viajando para Ubatuba, quando quase tudo lá era mato. Conheci a maioria das praias de ônibus e a pé, por trilhas e pinguelas. Só em 1965 meus pais compraram o primeiro carro, um Fusca 1959.

   Foi em Ubatuba que vi, ou tentei ver, o pouso da Apollo 11 na Lua, nas férias de julho de 1969. A TV em branco e preto do vizinho era pequena e só chuvisco, e mais imaginei do que enxerguei quando Neil Armstrong deu o pequeno passo para um homem e um salto gigante para a humanidade. Meio às cegas, acreditei. Tornei-me entusiasta da ciência e da tecnologia, mas também amante da natureza, em contato com a Mata Atlântica que se atira da serra ao oceano.

   Queria ser astronauta, depois médico, biólogo —acabei jornalista. Entrei na Folha de São Paulo como redator em 1986, ano do cometa Halley e de duas tragédias, a do ônibus espacial Challenger e a da usina nuclear soviética Chernobyl.

   Escrever sobre ciência e tecnologia foi escolha natural, com foco em biologia. O ano de 1988 trouxe o assassinato do seringueiro Chico Mendes e manchetes no mundo todo sobre queimadas que podiam ser flagradas por satélites herdeiros do Sputnik.

   Aprendi com Antonio Donato Nobre que era balela a história de uma Amazônia pulmão verde da Terra. Mas, também, que o carbono nela estocado agravaria o efeito estufa se a destruição continuasse galopando e sua biomassa virasse fumaça.

 Gato escaldado, após 38 anos e quase 500 mil quilômetros quadrados de floresta derrubados, desacelerei a produção de reportagens sobre desmatamento e mudança climática. Ainda abordo o tema em colunas, mas já sem a ilusão de que eventos mastodônticos à moda da COP30 possam reverter a crise do clima.

   A humanidade, ou melhor, países e populações pobres enfrentam e enfrentarão tempos bicudos. Não posso deixar de pensar nisso ao ler notícias sobre o sobrevoo da Lua pela Artemis 2 e ao ver as lindas fotos que os astronautas enviam do céu.

  Espero que os tripulantes, incólumes, deem muitas palestras e sirvam de exemplos para crianças e jovens se entusiasmarem com ciência, como há 57 anos. Se as tecnologias dela derivadas estão a castigar o planeta, será também crucial investigação metódica responsável para tirarmos o pé do lodo climático.

   Faço minhas as palavras ressabiadas de Gilberto Gil em 1967, na canção "Lunik 9", sonda soviética que rondou a Lua: "Lá se foi [o homem] buscando a esperança que aqui já se foi / Nos jornais, manchetes, sensação, reportagens, fotos, conclusão:/ A Lua foi alcançada afinal, muito bem / Confesso que estou contente também".


Texto de Marcelo Leite (adaptado)12.abr.2026. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/2026/04/- acesso em 12 de abril de 2026. 
A menção ao sobrevoo da Lua por missões contemporâneas, como o Artemis II, quando relacionada à memória da Apollo 11, produz um efeito de sentido que pode ser compreendido como
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Q4418935 Português

PROCON de Maravilha recolhe mais de 400 kg de fios obsoletos em campanha de limpeza


03/09/2026


Na última quarta-feira (02), o Procon deu continuidade à "Operação Limpa Fios". Na ocasião as equipes trabalharam na Avenida Sete de Setembro com início na esquina da Loja 1001, seguindo até o Hangra, abrangendo um importante trecho da região central. A ação tem como objetivo combater o acúmulo de fios e cabos obsoletos instalados na rede aérea do município.

Durante os trabalhos, foram recolhidos aproximadamente 450 quilos de fios e cabos, materiais que estavam sem utilização e permaneciam instalados na rede. Para o Procon de Maravilha, a Campanha Limpa Fio possui uma importância que vai além da questão estética: "A retirada de cabos sem utilização contribui para uma cidade mais organizada e segura, além de facilitar a identificação e a manutenção dos cabos que efetivamente estão em funcionamento", afirma o diretor do Procon, Rodrigo Motter.


https://maravilha.sc.gov.br/procon-de-maravilha-recolhe-mais-de-400-k g-de-fios-obsoletos-em-campanha-de-limpeza/ Acesso em 07/09/2026 (Adaptado). 
No trecho "A retirada de cabos sem utilização contribui para uma cidade mais organizada e segura, além de facilitar a identificação e a manutenção dos cabos que efetivamente estão em funcionamento", a expressão destacada contribui para a construção do sentido do texto porque:
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Q4418934 Português

PROCON de Maravilha recolhe mais de 400 kg de fios obsoletos em campanha de limpeza


03/09/2026


Na última quarta-feira (02), o Procon deu continuidade à "Operação Limpa Fios". Na ocasião as equipes trabalharam na Avenida Sete de Setembro com início na esquina da Loja 1001, seguindo até o Hangra, abrangendo um importante trecho da região central. A ação tem como objetivo combater o acúmulo de fios e cabos obsoletos instalados na rede aérea do município.

Durante os trabalhos, foram recolhidos aproximadamente 450 quilos de fios e cabos, materiais que estavam sem utilização e permaneciam instalados na rede. Para o Procon de Maravilha, a Campanha Limpa Fio possui uma importância que vai além da questão estética: "A retirada de cabos sem utilização contribui para uma cidade mais organizada e segura, além de facilitar a identificação e a manutenção dos cabos que efetivamente estão em funcionamento", afirma o diretor do Procon, Rodrigo Motter.


https://maravilha.sc.gov.br/procon-de-maravilha-recolhe-mais-de-400-k g-de-fios-obsoletos-em-campanha-de-limpeza/ Acesso em 07/09/2026 (Adaptado). 
No segundo parágrafo do texto, há um trecho entre aspas. Considerando o uso desse sinal de pontuação no texto, as aspas servem para:
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Q4418933 Português

PROCON de Maravilha recolhe mais de 400 kg de fios obsoletos em campanha de limpeza


03/09/2026


Na última quarta-feira (02), o Procon deu continuidade à "Operação Limpa Fios". Na ocasião as equipes trabalharam na Avenida Sete de Setembro com início na esquina da Loja 1001, seguindo até o Hangra, abrangendo um importante trecho da região central. A ação tem como objetivo combater o acúmulo de fios e cabos obsoletos instalados na rede aérea do município.

Durante os trabalhos, foram recolhidos aproximadamente 450 quilos de fios e cabos, materiais que estavam sem utilização e permaneciam instalados na rede. Para o Procon de Maravilha, a Campanha Limpa Fio possui uma importância que vai além da questão estética: "A retirada de cabos sem utilização contribui para uma cidade mais organizada e segura, além de facilitar a identificação e a manutenção dos cabos que efetivamente estão em funcionamento", afirma o diretor do Procon, Rodrigo Motter.


https://maravilha.sc.gov.br/procon-de-maravilha-recolhe-mais-de-400-k g-de-fios-obsoletos-em-campanha-de-limpeza/ Acesso em 07/09/2026 (Adaptado). 
Considerando as características internas do texto, como título, data, linguagem e informações apresentadas, assinale a alternativa que identifica corretamente seu gênero textual e sua finalidade.
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Q4418932 Português

PROCON de Maravilha recolhe mais de 400 kg de fios obsoletos em campanha de limpeza


03/09/2026


Na última quarta-feira (02), o Procon deu continuidade à "Operação Limpa Fios". Na ocasião as equipes trabalharam na Avenida Sete de Setembro com início na esquina da Loja 1001, seguindo até o Hangra, abrangendo um importante trecho da região central. A ação tem como objetivo combater o acúmulo de fios e cabos obsoletos instalados na rede aérea do município.

Durante os trabalhos, foram recolhidos aproximadamente 450 quilos de fios e cabos, materiais que estavam sem utilização e permaneciam instalados na rede. Para o Procon de Maravilha, a Campanha Limpa Fio possui uma importância que vai além da questão estética: "A retirada de cabos sem utilização contribui para uma cidade mais organizada e segura, além de facilitar a identificação e a manutenção dos cabos que efetivamente estão em funcionamento", afirma o diretor do Procon, Rodrigo Motter.


https://maravilha.sc.gov.br/procon-de-maravilha-recolhe-mais-de-400-k g-de-fios-obsoletos-em-campanha-de-limpeza/ Acesso em 07/09/2026 (Adaptado). 
No texto, a palavra obsoletos é usada para se referir aos fios e cabos que: 
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Q4418931 Português

PROCON de Maravilha recolhe mais de 400 kg de fios obsoletos em campanha de limpeza


03/09/2026


Na última quarta-feira (02), o Procon deu continuidade à "Operação Limpa Fios". Na ocasião as equipes trabalharam na Avenida Sete de Setembro com início na esquina da Loja 1001, seguindo até o Hangra, abrangendo um importante trecho da região central. A ação tem como objetivo combater o acúmulo de fios e cabos obsoletos instalados na rede aérea do município.

Durante os trabalhos, foram recolhidos aproximadamente 450 quilos de fios e cabos, materiais que estavam sem utilização e permaneciam instalados na rede. Para o Procon de Maravilha, a Campanha Limpa Fio possui uma importância que vai além da questão estética: "A retirada de cabos sem utilização contribui para uma cidade mais organizada e segura, além de facilitar a identificação e a manutenção dos cabos que efetivamente estão em funcionamento", afirma o diretor do Procon, Rodrigo Motter.


https://maravilha.sc.gov.br/procon-de-maravilha-recolhe-mais-de-400-k g-de-fios-obsoletos-em-campanha-de-limpeza/ Acesso em 07/09/2026 (Adaptado). 
De acordo com as informações do texto, a retirada dos fios e cabos sem utilização é importante porque: 
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Q4418716 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cavalos podem sentir o cheiro do medo dos humanos, segundo um novo estudo



    Belos e fortes, os cavalos se apresentam como animais imponentes, mas muitas pessoas nem imaginam que eles também possuem uma grande sensibilidade. Sim, os cavalos possuem um nível de percepção bem específico, como comprova um estudo científico recente, publicado em janeiro de 2026 na revista “PLOS One”. A investigação mostra que os cavalos são capazes de sentir o cheiro do medo humano e isso altera seu próprio comportamento.


    A pesquisa, conduzida pela Dra. Plotine Jardat (pesquisadora PhD em comportamento e bem-estar equino) e sua equipe no Instituto Francês de Equitação, foi além de estudos anteriores que já mostravam que os cavalos respondem a expressões faciais e tom de voz, focando especificamente no olfato. A seguir, National Geographic Brasil detalha como o estudo foi conduzido e quais as descobertas feitas sobre mais um comportamento impressionante dos equínos.


    O novo estudo encontrou evidências de que os cavalos não apenas detectam, mas também reagem a odores emocionais humanos. Um grupo de pessoas voluntárias participou da pesquisa em duas etapas: Primeiro, usaram compressas de algodão nas axilas enquanto assistiam a cenas de filmes alegres, como o número musical de “Cantando na Chuva”, por exemplo, e a música "We Go Together" do filme “Grease”. O objetivo era gerar um suor associado à alegria.


    Depois, com novas compressas, eles assistiram a 20 minutos do filme de terror “A Entidade” para induzir o medo e coletar o suor derivado desta sensação. Os pesquisadores também coletaram odores de controle sem nenhuma associação emocional. Feito isso, os cavalos participantes do estudo foram expostos a esses odores corporais humanos (de alegria, de medo e o último, que não tinha emoções definidas) por meio de compressas grampeadas dentro de focinheiras especiais usadas pelos cavalos durante os testes.


    A seguir entrou a segunda parte da pesquisa, focada em testes comportamentais. Eles mediram a frequência com que um cavalo de teste interagia com o pesquisador, de acordo com o que ele cheirava, tanto enquanto era escovado quanto enquanto a mesma pessoa permanecia ligeiramente afastado do animal. Os cavalos que cheiraram as amostras de medo interagiram e tocaram menos na pessoa do que os do grupo de controle ou os que cheiraram as amostras de suor derivado de “momentos de alegria”.


    Eles também testaram a reação dos cavalos à sustos e a novos objetos. Eles abriram um guarda-chuva repentinamente perto de um balde com comida para testar o susto. E também apresentaram aos cavalos uma escultura feita de materiais desconhecidos para eles (composta de linóleo, plástico e barbante) e observaram seu comportamento.


    A investigação mostrou que os cavalos apresentaram mudanças comportamentais e fisiológicas distintas quando expostos a odores humanos relacionados ao medo. Eles pareceram mais alertas, reativos a eventos súbitos e menos propensos a se aproximar e tocar as pessoas próximas a eles.


    Além disso, ao longo do estudo, os cavalos também apresentaram aumento na frequência cardíaca máxima, o que indica estresse, durante a exposição ao odor de medo dos humanos. Um ponto importante ressaltado na pesquisa é que essas respostas ocorreram sem qualquer sinal visual ou vocal de medo demonstrado por humanos, só o odor coletado.


    A principal conclusão do estudo é que os cavalos são capazes de detectar o estado emocional de medo nos seres humanos apenas pelo odor, sem a necessidade de pistas visuais ou auditivas. Eles não encontraram ainda uma resposta definitiva sobre a origem dessa capacidade. Ela pode ser resultado da longa história de domesticação dos cavalos ou uma característica sensível inata presente em muitos mamíferos.



Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/cavalos-podem-sentir-o-cheiro-do-medo-dos-humanos-segundo-um-novo-estudo (adaptado).

No contexto em que aparece no texto, a palavra “repentinamente” pode ser substituída, sem alteração relevante de sentido, por “subitamente”. Já uma palavra de sentido oposto a “afastado” é:
Alternativas
Q4418714 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cavalos podem sentir o cheiro do medo dos humanos, segundo um novo estudo



    Belos e fortes, os cavalos se apresentam como animais imponentes, mas muitas pessoas nem imaginam que eles também possuem uma grande sensibilidade. Sim, os cavalos possuem um nível de percepção bem específico, como comprova um estudo científico recente, publicado em janeiro de 2026 na revista “PLOS One”. A investigação mostra que os cavalos são capazes de sentir o cheiro do medo humano e isso altera seu próprio comportamento.


    A pesquisa, conduzida pela Dra. Plotine Jardat (pesquisadora PhD em comportamento e bem-estar equino) e sua equipe no Instituto Francês de Equitação, foi além de estudos anteriores que já mostravam que os cavalos respondem a expressões faciais e tom de voz, focando especificamente no olfato. A seguir, National Geographic Brasil detalha como o estudo foi conduzido e quais as descobertas feitas sobre mais um comportamento impressionante dos equínos.


    O novo estudo encontrou evidências de que os cavalos não apenas detectam, mas também reagem a odores emocionais humanos. Um grupo de pessoas voluntárias participou da pesquisa em duas etapas: Primeiro, usaram compressas de algodão nas axilas enquanto assistiam a cenas de filmes alegres, como o número musical de “Cantando na Chuva”, por exemplo, e a música "We Go Together" do filme “Grease”. O objetivo era gerar um suor associado à alegria.


    Depois, com novas compressas, eles assistiram a 20 minutos do filme de terror “A Entidade” para induzir o medo e coletar o suor derivado desta sensação. Os pesquisadores também coletaram odores de controle sem nenhuma associação emocional. Feito isso, os cavalos participantes do estudo foram expostos a esses odores corporais humanos (de alegria, de medo e o último, que não tinha emoções definidas) por meio de compressas grampeadas dentro de focinheiras especiais usadas pelos cavalos durante os testes.


    A seguir entrou a segunda parte da pesquisa, focada em testes comportamentais. Eles mediram a frequência com que um cavalo de teste interagia com o pesquisador, de acordo com o que ele cheirava, tanto enquanto era escovado quanto enquanto a mesma pessoa permanecia ligeiramente afastado do animal. Os cavalos que cheiraram as amostras de medo interagiram e tocaram menos na pessoa do que os do grupo de controle ou os que cheiraram as amostras de suor derivado de “momentos de alegria”.


    Eles também testaram a reação dos cavalos à sustos e a novos objetos. Eles abriram um guarda-chuva repentinamente perto de um balde com comida para testar o susto. E também apresentaram aos cavalos uma escultura feita de materiais desconhecidos para eles (composta de linóleo, plástico e barbante) e observaram seu comportamento.


    A investigação mostrou que os cavalos apresentaram mudanças comportamentais e fisiológicas distintas quando expostos a odores humanos relacionados ao medo. Eles pareceram mais alertas, reativos a eventos súbitos e menos propensos a se aproximar e tocar as pessoas próximas a eles.


    Além disso, ao longo do estudo, os cavalos também apresentaram aumento na frequência cardíaca máxima, o que indica estresse, durante a exposição ao odor de medo dos humanos. Um ponto importante ressaltado na pesquisa é que essas respostas ocorreram sem qualquer sinal visual ou vocal de medo demonstrado por humanos, só o odor coletado.


    A principal conclusão do estudo é que os cavalos são capazes de detectar o estado emocional de medo nos seres humanos apenas pelo odor, sem a necessidade de pistas visuais ou auditivas. Eles não encontraram ainda uma resposta definitiva sobre a origem dessa capacidade. Ela pode ser resultado da longa história de domesticação dos cavalos ou uma característica sensível inata presente em muitos mamíferos.



Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/cavalos-podem-sentir-o-cheiro-do-medo-dos-humanos-segundo-um-novo-estudo (adaptado).

Assinale o trecho que apresenta uma frase negativa: 
Alternativas
Q4418713 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cavalos podem sentir o cheiro do medo dos humanos, segundo um novo estudo



    Belos e fortes, os cavalos se apresentam como animais imponentes, mas muitas pessoas nem imaginam que eles também possuem uma grande sensibilidade. Sim, os cavalos possuem um nível de percepção bem específico, como comprova um estudo científico recente, publicado em janeiro de 2026 na revista “PLOS One”. A investigação mostra que os cavalos são capazes de sentir o cheiro do medo humano e isso altera seu próprio comportamento.


    A pesquisa, conduzida pela Dra. Plotine Jardat (pesquisadora PhD em comportamento e bem-estar equino) e sua equipe no Instituto Francês de Equitação, foi além de estudos anteriores que já mostravam que os cavalos respondem a expressões faciais e tom de voz, focando especificamente no olfato. A seguir, National Geographic Brasil detalha como o estudo foi conduzido e quais as descobertas feitas sobre mais um comportamento impressionante dos equínos.


    O novo estudo encontrou evidências de que os cavalos não apenas detectam, mas também reagem a odores emocionais humanos. Um grupo de pessoas voluntárias participou da pesquisa em duas etapas: Primeiro, usaram compressas de algodão nas axilas enquanto assistiam a cenas de filmes alegres, como o número musical de “Cantando na Chuva”, por exemplo, e a música "We Go Together" do filme “Grease”. O objetivo era gerar um suor associado à alegria.


    Depois, com novas compressas, eles assistiram a 20 minutos do filme de terror “A Entidade” para induzir o medo e coletar o suor derivado desta sensação. Os pesquisadores também coletaram odores de controle sem nenhuma associação emocional. Feito isso, os cavalos participantes do estudo foram expostos a esses odores corporais humanos (de alegria, de medo e o último, que não tinha emoções definidas) por meio de compressas grampeadas dentro de focinheiras especiais usadas pelos cavalos durante os testes.


    A seguir entrou a segunda parte da pesquisa, focada em testes comportamentais. Eles mediram a frequência com que um cavalo de teste interagia com o pesquisador, de acordo com o que ele cheirava, tanto enquanto era escovado quanto enquanto a mesma pessoa permanecia ligeiramente afastado do animal. Os cavalos que cheiraram as amostras de medo interagiram e tocaram menos na pessoa do que os do grupo de controle ou os que cheiraram as amostras de suor derivado de “momentos de alegria”.


    Eles também testaram a reação dos cavalos à sustos e a novos objetos. Eles abriram um guarda-chuva repentinamente perto de um balde com comida para testar o susto. E também apresentaram aos cavalos uma escultura feita de materiais desconhecidos para eles (composta de linóleo, plástico e barbante) e observaram seu comportamento.


    A investigação mostrou que os cavalos apresentaram mudanças comportamentais e fisiológicas distintas quando expostos a odores humanos relacionados ao medo. Eles pareceram mais alertas, reativos a eventos súbitos e menos propensos a se aproximar e tocar as pessoas próximas a eles.


    Além disso, ao longo do estudo, os cavalos também apresentaram aumento na frequência cardíaca máxima, o que indica estresse, durante a exposição ao odor de medo dos humanos. Um ponto importante ressaltado na pesquisa é que essas respostas ocorreram sem qualquer sinal visual ou vocal de medo demonstrado por humanos, só o odor coletado.


    A principal conclusão do estudo é que os cavalos são capazes de detectar o estado emocional de medo nos seres humanos apenas pelo odor, sem a necessidade de pistas visuais ou auditivas. Eles não encontraram ainda uma resposta definitiva sobre a origem dessa capacidade. Ela pode ser resultado da longa história de domesticação dos cavalos ou uma característica sensível inata presente em muitos mamíferos.



Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/cavalos-podem-sentir-o-cheiro-do-medo-dos-humanos-segundo-um-novo-estudo (adaptado).

No trecho “Um grupo de pessoas voluntárias participou da pesquisa em duas etapas: Primeiro, usaram compressas [...]”, os dois-pontos foram empregados para: 
Alternativas
Q4418708 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cavalos podem sentir o cheiro do medo dos humanos, segundo um novo estudo



    Belos e fortes, os cavalos se apresentam como animais imponentes, mas muitas pessoas nem imaginam que eles também possuem uma grande sensibilidade. Sim, os cavalos possuem um nível de percepção bem específico, como comprova um estudo científico recente, publicado em janeiro de 2026 na revista “PLOS One”. A investigação mostra que os cavalos são capazes de sentir o cheiro do medo humano e isso altera seu próprio comportamento.


    A pesquisa, conduzida pela Dra. Plotine Jardat (pesquisadora PhD em comportamento e bem-estar equino) e sua equipe no Instituto Francês de Equitação, foi além de estudos anteriores que já mostravam que os cavalos respondem a expressões faciais e tom de voz, focando especificamente no olfato. A seguir, National Geographic Brasil detalha como o estudo foi conduzido e quais as descobertas feitas sobre mais um comportamento impressionante dos equínos.


    O novo estudo encontrou evidências de que os cavalos não apenas detectam, mas também reagem a odores emocionais humanos. Um grupo de pessoas voluntárias participou da pesquisa em duas etapas: Primeiro, usaram compressas de algodão nas axilas enquanto assistiam a cenas de filmes alegres, como o número musical de “Cantando na Chuva”, por exemplo, e a música "We Go Together" do filme “Grease”. O objetivo era gerar um suor associado à alegria.


    Depois, com novas compressas, eles assistiram a 20 minutos do filme de terror “A Entidade” para induzir o medo e coletar o suor derivado desta sensação. Os pesquisadores também coletaram odores de controle sem nenhuma associação emocional. Feito isso, os cavalos participantes do estudo foram expostos a esses odores corporais humanos (de alegria, de medo e o último, que não tinha emoções definidas) por meio de compressas grampeadas dentro de focinheiras especiais usadas pelos cavalos durante os testes.


    A seguir entrou a segunda parte da pesquisa, focada em testes comportamentais. Eles mediram a frequência com que um cavalo de teste interagia com o pesquisador, de acordo com o que ele cheirava, tanto enquanto era escovado quanto enquanto a mesma pessoa permanecia ligeiramente afastado do animal. Os cavalos que cheiraram as amostras de medo interagiram e tocaram menos na pessoa do que os do grupo de controle ou os que cheiraram as amostras de suor derivado de “momentos de alegria”.


    Eles também testaram a reação dos cavalos à sustos e a novos objetos. Eles abriram um guarda-chuva repentinamente perto de um balde com comida para testar o susto. E também apresentaram aos cavalos uma escultura feita de materiais desconhecidos para eles (composta de linóleo, plástico e barbante) e observaram seu comportamento.


    A investigação mostrou que os cavalos apresentaram mudanças comportamentais e fisiológicas distintas quando expostos a odores humanos relacionados ao medo. Eles pareceram mais alertas, reativos a eventos súbitos e menos propensos a se aproximar e tocar as pessoas próximas a eles.


    Além disso, ao longo do estudo, os cavalos também apresentaram aumento na frequência cardíaca máxima, o que indica estresse, durante a exposição ao odor de medo dos humanos. Um ponto importante ressaltado na pesquisa é que essas respostas ocorreram sem qualquer sinal visual ou vocal de medo demonstrado por humanos, só o odor coletado.


    A principal conclusão do estudo é que os cavalos são capazes de detectar o estado emocional de medo nos seres humanos apenas pelo odor, sem a necessidade de pistas visuais ou auditivas. Eles não encontraram ainda uma resposta definitiva sobre a origem dessa capacidade. Ela pode ser resultado da longa história de domesticação dos cavalos ou uma característica sensível inata presente em muitos mamíferos.



Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/cavalos-podem-sentir-o-cheiro-do-medo-dos-humanos-segundo-um-novo-estudo (adaptado).

Assinale a alternativa em que as palavras retiradas do texto estão organizadas corretamente em ordem alfabética:
Alternativas
Q4418707 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cavalos podem sentir o cheiro do medo dos humanos, segundo um novo estudo



    Belos e fortes, os cavalos se apresentam como animais imponentes, mas muitas pessoas nem imaginam que eles também possuem uma grande sensibilidade. Sim, os cavalos possuem um nível de percepção bem específico, como comprova um estudo científico recente, publicado em janeiro de 2026 na revista “PLOS One”. A investigação mostra que os cavalos são capazes de sentir o cheiro do medo humano e isso altera seu próprio comportamento.


    A pesquisa, conduzida pela Dra. Plotine Jardat (pesquisadora PhD em comportamento e bem-estar equino) e sua equipe no Instituto Francês de Equitação, foi além de estudos anteriores que já mostravam que os cavalos respondem a expressões faciais e tom de voz, focando especificamente no olfato. A seguir, National Geographic Brasil detalha como o estudo foi conduzido e quais as descobertas feitas sobre mais um comportamento impressionante dos equínos.


    O novo estudo encontrou evidências de que os cavalos não apenas detectam, mas também reagem a odores emocionais humanos. Um grupo de pessoas voluntárias participou da pesquisa em duas etapas: Primeiro, usaram compressas de algodão nas axilas enquanto assistiam a cenas de filmes alegres, como o número musical de “Cantando na Chuva”, por exemplo, e a música "We Go Together" do filme “Grease”. O objetivo era gerar um suor associado à alegria.


    Depois, com novas compressas, eles assistiram a 20 minutos do filme de terror “A Entidade” para induzir o medo e coletar o suor derivado desta sensação. Os pesquisadores também coletaram odores de controle sem nenhuma associação emocional. Feito isso, os cavalos participantes do estudo foram expostos a esses odores corporais humanos (de alegria, de medo e o último, que não tinha emoções definidas) por meio de compressas grampeadas dentro de focinheiras especiais usadas pelos cavalos durante os testes.


    A seguir entrou a segunda parte da pesquisa, focada em testes comportamentais. Eles mediram a frequência com que um cavalo de teste interagia com o pesquisador, de acordo com o que ele cheirava, tanto enquanto era escovado quanto enquanto a mesma pessoa permanecia ligeiramente afastado do animal. Os cavalos que cheiraram as amostras de medo interagiram e tocaram menos na pessoa do que os do grupo de controle ou os que cheiraram as amostras de suor derivado de “momentos de alegria”.


    Eles também testaram a reação dos cavalos à sustos e a novos objetos. Eles abriram um guarda-chuva repentinamente perto de um balde com comida para testar o susto. E também apresentaram aos cavalos uma escultura feita de materiais desconhecidos para eles (composta de linóleo, plástico e barbante) e observaram seu comportamento.


    A investigação mostrou que os cavalos apresentaram mudanças comportamentais e fisiológicas distintas quando expostos a odores humanos relacionados ao medo. Eles pareceram mais alertas, reativos a eventos súbitos e menos propensos a se aproximar e tocar as pessoas próximas a eles.


    Além disso, ao longo do estudo, os cavalos também apresentaram aumento na frequência cardíaca máxima, o que indica estresse, durante a exposição ao odor de medo dos humanos. Um ponto importante ressaltado na pesquisa é que essas respostas ocorreram sem qualquer sinal visual ou vocal de medo demonstrado por humanos, só o odor coletado.


    A principal conclusão do estudo é que os cavalos são capazes de detectar o estado emocional de medo nos seres humanos apenas pelo odor, sem a necessidade de pistas visuais ou auditivas. Eles não encontraram ainda uma resposta definitiva sobre a origem dessa capacidade. Ela pode ser resultado da longa história de domesticação dos cavalos ou uma característica sensível inata presente em muitos mamíferos.



Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/cavalos-podem-sentir-o-cheiro-do-medo-dos-humanos-segundo-um-novo-estudo (adaptado).

Além das amostras de suor associadas à alegria e ao medo, os pesquisadores utilizaram odores sem associação emocional. No desenho da pesquisa, esse procedimento teve a finalidade principal de:  
Alternativas
Q4418706 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cavalos podem sentir o cheiro do medo dos humanos, segundo um novo estudo



    Belos e fortes, os cavalos se apresentam como animais imponentes, mas muitas pessoas nem imaginam que eles também possuem uma grande sensibilidade. Sim, os cavalos possuem um nível de percepção bem específico, como comprova um estudo científico recente, publicado em janeiro de 2026 na revista “PLOS One”. A investigação mostra que os cavalos são capazes de sentir o cheiro do medo humano e isso altera seu próprio comportamento.


    A pesquisa, conduzida pela Dra. Plotine Jardat (pesquisadora PhD em comportamento e bem-estar equino) e sua equipe no Instituto Francês de Equitação, foi além de estudos anteriores que já mostravam que os cavalos respondem a expressões faciais e tom de voz, focando especificamente no olfato. A seguir, National Geographic Brasil detalha como o estudo foi conduzido e quais as descobertas feitas sobre mais um comportamento impressionante dos equínos.


    O novo estudo encontrou evidências de que os cavalos não apenas detectam, mas também reagem a odores emocionais humanos. Um grupo de pessoas voluntárias participou da pesquisa em duas etapas: Primeiro, usaram compressas de algodão nas axilas enquanto assistiam a cenas de filmes alegres, como o número musical de “Cantando na Chuva”, por exemplo, e a música "We Go Together" do filme “Grease”. O objetivo era gerar um suor associado à alegria.


    Depois, com novas compressas, eles assistiram a 20 minutos do filme de terror “A Entidade” para induzir o medo e coletar o suor derivado desta sensação. Os pesquisadores também coletaram odores de controle sem nenhuma associação emocional. Feito isso, os cavalos participantes do estudo foram expostos a esses odores corporais humanos (de alegria, de medo e o último, que não tinha emoções definidas) por meio de compressas grampeadas dentro de focinheiras especiais usadas pelos cavalos durante os testes.


    A seguir entrou a segunda parte da pesquisa, focada em testes comportamentais. Eles mediram a frequência com que um cavalo de teste interagia com o pesquisador, de acordo com o que ele cheirava, tanto enquanto era escovado quanto enquanto a mesma pessoa permanecia ligeiramente afastado do animal. Os cavalos que cheiraram as amostras de medo interagiram e tocaram menos na pessoa do que os do grupo de controle ou os que cheiraram as amostras de suor derivado de “momentos de alegria”.


    Eles também testaram a reação dos cavalos à sustos e a novos objetos. Eles abriram um guarda-chuva repentinamente perto de um balde com comida para testar o susto. E também apresentaram aos cavalos uma escultura feita de materiais desconhecidos para eles (composta de linóleo, plástico e barbante) e observaram seu comportamento.


    A investigação mostrou que os cavalos apresentaram mudanças comportamentais e fisiológicas distintas quando expostos a odores humanos relacionados ao medo. Eles pareceram mais alertas, reativos a eventos súbitos e menos propensos a se aproximar e tocar as pessoas próximas a eles.


    Além disso, ao longo do estudo, os cavalos também apresentaram aumento na frequência cardíaca máxima, o que indica estresse, durante a exposição ao odor de medo dos humanos. Um ponto importante ressaltado na pesquisa é que essas respostas ocorreram sem qualquer sinal visual ou vocal de medo demonstrado por humanos, só o odor coletado.


    A principal conclusão do estudo é que os cavalos são capazes de detectar o estado emocional de medo nos seres humanos apenas pelo odor, sem a necessidade de pistas visuais ou auditivas. Eles não encontraram ainda uma resposta definitiva sobre a origem dessa capacidade. Ela pode ser resultado da longa história de domesticação dos cavalos ou uma característica sensível inata presente em muitos mamíferos.



Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2026/03/cavalos-podem-sentir-o-cheiro-do-medo-dos-humanos-segundo-um-novo-estudo (adaptado).

A principal conclusão apresentada pela pesquisa descrita no texto é a de que: 
Alternativas
Q4418360 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Principais Produtos de Limpeza e Boas Práticas para Escritórios


A limpeza de escritórios exige produtos adequados para cada ambiente e superfície. Entre os principais estão detergentes neutros, como Ypê, Limpol e Minuano, indicados para mesas, copas, pisos e superfícies laváveis.

Para desinfecção, podem ser utilizados Pinho Sol, Lysoform, Veja Desinfetante e Cif Desinfetante, especialmente em superfícies de alto contato, como maçanetas, interruptores, bancadas e pisos, sempre conforme as orientações do fabricante. 

Os limpadores multiuso, como Veja Multiuso, Mr. Músculo e Cif Multiuso, são indicados para mesas, móveis, bancadas, portas e divisórias. Para vidros e espelhos, podem ser utilizados Veja Vidrex e Cif Limpa Vidros.

Nas copas, destacam-se desengordurantes como Veja Desengordurante, Cif Desengordurante e Mr. Músculo Desengordurante, especialmente para micro-ondas, fogões e pias.

Para banheiros e áreas comuns, são indicados sabonetes líquidos como Protex, Lifebuoy e Lux, além de papel toalha.Para vasos sanitários e pisos, podem ser utilizados Harpic, Veja Banheiro e Pato, observando as orientações de uso.

Para móveis, eletrônicos e superfícies delicadas, recomenda-se o uso de panos de microfibra, como Scotch-Brite, Bettanin e Flash Limp, que auxiliam na remoção de poeira sem soltar fiapos.

A limpeza consiste na remoção de poeira, resíduos e gordura, enquanto a desinfecção é realizada posteriormente, quando necessária, com produto adequado para reduzir ou eliminar micro-organismos. Recomenda-se utilizar um pano de microfibra umedecido com água e detergente neutro e outro seco para o acabamento. 

A limpeza diária deve incluir lixeiras, banheiros, copas e superfícies de alto contato, como maçanetas, interruptores, teclados, mouses e bancadas. Semanalmente ou mensalmente, conforme a necessidade, devem ser realizadas a limpeza de carpetes e estofados, a higienização de filtros de ar-condicionado e a limpeza completa das áreas comuns.

A utilização de produtos adequados, procedimentos corretos e frequência compatível contribui para a conservação das instalações e a manutenção de um ambiente de trabalho limpo e organizado.


José Neto (2026)
Considerando a natureza das informações apresentadas e a maneira como são organizadas, assinale a alternativa que identifica CORRETAMENTE a principal finalidade comunicativa do texto "Principais Produtos de Limpeza e Boas Práticas para Escritórios":
Alternativas
Q4418359 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Principais Produtos de Limpeza e Boas Práticas para Escritórios


A limpeza de escritórios exige produtos adequados para cada ambiente e superfície. Entre os principais estão detergentes neutros, como Ypê, Limpol e Minuano, indicados para mesas, copas, pisos e superfícies laváveis.

Para desinfecção, podem ser utilizados Pinho Sol, Lysoform, Veja Desinfetante e Cif Desinfetante, especialmente em superfícies de alto contato, como maçanetas, interruptores, bancadas e pisos, sempre conforme as orientações do fabricante. 

Os limpadores multiuso, como Veja Multiuso, Mr. Músculo e Cif Multiuso, são indicados para mesas, móveis, bancadas, portas e divisórias. Para vidros e espelhos, podem ser utilizados Veja Vidrex e Cif Limpa Vidros.

Nas copas, destacam-se desengordurantes como Veja Desengordurante, Cif Desengordurante e Mr. Músculo Desengordurante, especialmente para micro-ondas, fogões e pias.

Para banheiros e áreas comuns, são indicados sabonetes líquidos como Protex, Lifebuoy e Lux, além de papel toalha.Para vasos sanitários e pisos, podem ser utilizados Harpic, Veja Banheiro e Pato, observando as orientações de uso.

Para móveis, eletrônicos e superfícies delicadas, recomenda-se o uso de panos de microfibra, como Scotch-Brite, Bettanin e Flash Limp, que auxiliam na remoção de poeira sem soltar fiapos.

A limpeza consiste na remoção de poeira, resíduos e gordura, enquanto a desinfecção é realizada posteriormente, quando necessária, com produto adequado para reduzir ou eliminar micro-organismos. Recomenda-se utilizar um pano de microfibra umedecido com água e detergente neutro e outro seco para o acabamento. 

A limpeza diária deve incluir lixeiras, banheiros, copas e superfícies de alto contato, como maçanetas, interruptores, teclados, mouses e bancadas. Semanalmente ou mensalmente, conforme a necessidade, devem ser realizadas a limpeza de carpetes e estofados, a higienização de filtros de ar-condicionado e a limpeza completa das áreas comuns.

A utilização de produtos adequados, procedimentos corretos e frequência compatível contribui para a conservação das instalações e a manutenção de um ambiente de trabalho limpo e organizado.


José Neto (2026)
O texto apresenta informações sobre produtos e procedimentos de limpeza, combinando descrições de suas características com orientações sobre a utilização. Considerando essa distinção, assinale a alternativa que identifica CORRETAMENTE uma recomendação expressa no texto, e não uma simples descrição de finalidade:
Alternativas
Q4418358 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Principais Produtos de Limpeza e Boas Práticas para Escritórios


A limpeza de escritórios exige produtos adequados para cada ambiente e superfície. Entre os principais estão detergentes neutros, como Ypê, Limpol e Minuano, indicados para mesas, copas, pisos e superfícies laváveis.

Para desinfecção, podem ser utilizados Pinho Sol, Lysoform, Veja Desinfetante e Cif Desinfetante, especialmente em superfícies de alto contato, como maçanetas, interruptores, bancadas e pisos, sempre conforme as orientações do fabricante. 

Os limpadores multiuso, como Veja Multiuso, Mr. Músculo e Cif Multiuso, são indicados para mesas, móveis, bancadas, portas e divisórias. Para vidros e espelhos, podem ser utilizados Veja Vidrex e Cif Limpa Vidros.

Nas copas, destacam-se desengordurantes como Veja Desengordurante, Cif Desengordurante e Mr. Músculo Desengordurante, especialmente para micro-ondas, fogões e pias.

Para banheiros e áreas comuns, são indicados sabonetes líquidos como Protex, Lifebuoy e Lux, além de papel toalha.Para vasos sanitários e pisos, podem ser utilizados Harpic, Veja Banheiro e Pato, observando as orientações de uso.

Para móveis, eletrônicos e superfícies delicadas, recomenda-se o uso de panos de microfibra, como Scotch-Brite, Bettanin e Flash Limp, que auxiliam na remoção de poeira sem soltar fiapos.

A limpeza consiste na remoção de poeira, resíduos e gordura, enquanto a desinfecção é realizada posteriormente, quando necessária, com produto adequado para reduzir ou eliminar micro-organismos. Recomenda-se utilizar um pano de microfibra umedecido com água e detergente neutro e outro seco para o acabamento. 

A limpeza diária deve incluir lixeiras, banheiros, copas e superfícies de alto contato, como maçanetas, interruptores, teclados, mouses e bancadas. Semanalmente ou mensalmente, conforme a necessidade, devem ser realizadas a limpeza de carpetes e estofados, a higienização de filtros de ar-condicionado e a limpeza completa das áreas comuns.

A utilização de produtos adequados, procedimentos corretos e frequência compatível contribui para a conservação das instalações e a manutenção de um ambiente de trabalho limpo e organizado.


José Neto (2026)
Considere o seguinte trecho: "A utilização de produtos adequados, procedimentos corretos e frequência compatível contribui para a conservação das instalações e a manutenção de um ambiente de trabalho limpo e organizado."

A relação de causa e consequência estabelecida nesse trecho permite compreender que:
Alternativas
Q4418357 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Principais Produtos de Limpeza e Boas Práticas para Escritórios


A limpeza de escritórios exige produtos adequados para cada ambiente e superfície. Entre os principais estão detergentes neutros, como Ypê, Limpol e Minuano, indicados para mesas, copas, pisos e superfícies laváveis.

Para desinfecção, podem ser utilizados Pinho Sol, Lysoform, Veja Desinfetante e Cif Desinfetante, especialmente em superfícies de alto contato, como maçanetas, interruptores, bancadas e pisos, sempre conforme as orientações do fabricante. 

Os limpadores multiuso, como Veja Multiuso, Mr. Músculo e Cif Multiuso, são indicados para mesas, móveis, bancadas, portas e divisórias. Para vidros e espelhos, podem ser utilizados Veja Vidrex e Cif Limpa Vidros.

Nas copas, destacam-se desengordurantes como Veja Desengordurante, Cif Desengordurante e Mr. Músculo Desengordurante, especialmente para micro-ondas, fogões e pias.

Para banheiros e áreas comuns, são indicados sabonetes líquidos como Protex, Lifebuoy e Lux, além de papel toalha.Para vasos sanitários e pisos, podem ser utilizados Harpic, Veja Banheiro e Pato, observando as orientações de uso.

Para móveis, eletrônicos e superfícies delicadas, recomenda-se o uso de panos de microfibra, como Scotch-Brite, Bettanin e Flash Limp, que auxiliam na remoção de poeira sem soltar fiapos.

A limpeza consiste na remoção de poeira, resíduos e gordura, enquanto a desinfecção é realizada posteriormente, quando necessária, com produto adequado para reduzir ou eliminar micro-organismos. Recomenda-se utilizar um pano de microfibra umedecido com água e detergente neutro e outro seco para o acabamento. 

A limpeza diária deve incluir lixeiras, banheiros, copas e superfícies de alto contato, como maçanetas, interruptores, teclados, mouses e bancadas. Semanalmente ou mensalmente, conforme a necessidade, devem ser realizadas a limpeza de carpetes e estofados, a higienização de filtros de ar-condicionado e a limpeza completa das áreas comuns.

A utilização de produtos adequados, procedimentos corretos e frequência compatível contribui para a conservação das instalações e a manutenção de um ambiente de trabalho limpo e organizado.


José Neto (2026)
No trecho "Os limpadores multiuso, como Veja Multiuso, Mr. Músculo e Cif Multiuso, são indicados para mesas, móveis, bancadas, portas e divisórias", a expressão introduzida pelo termo "como" desempenha uma função específica na construção do sentido. Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE essa função:
Alternativas
Respostas
381: B
382: E
383: E
384: C
385: C
386: E
387: A
388: C
389: C
390: C
391: C
392: A
393: C
394: A
395: D
396: B
397: E
398: D
399: B
400: C