Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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(Disponível em: https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/filmes-na-tv/com-documentario-na-netflix-emicida-daaula-de-historia-em-forma-de-poesia-47442– texto adaptado especialmente para esta prova).

(Disponível em: https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/filmes-na-tv/com-documentario-na-netflix-emicida-daaula-de-historia-em-forma-de-poesia-47442– texto adaptado especialmente para esta prova).

(Disponível em: https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/filmes-na-tv/com-documentario-na-netflix-emicida-daaula-de-historia-em-forma-de-poesia-47442– texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas a seguir:
I. Uma das questões trazidas no texto é a compreensão do desafio enfrentado pela equipe de produção devido à pandemia de Covid-19 e a necessidade de adaptação para trabalhar remotamente.
II. No texto, podemos identificar uma variação linguística na fala do rapper Emicida, quando ele menciona: "Tinha semana que a gente ficava até meia-noite ou 1h no Zoom discutindo alguma coisa do filme para, no dia seguinte, fazer tudo de novo" (l. 18-19).
III. Em "Minha avó, de 80 anos, vai lá pela primeira vez" (l. 09-10), temos um intertexto.
Quais estão corretas?

(Disponível em: https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/filmes-na-tv/com-documentario-na-netflix-emicida-daaula-de-historia-em-forma-de-poesia-47442– texto adaptado especialmente para esta prova).
Analisar os itens abaixo:
I. O plural de “fácil” é “fáceis”.
II. O plural de “mídia” é “mídias”.
III. O plural de “patamar” é “patamáres”.
Estão CORRETOS:
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Declaração Universal dos Direitos Humanos
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Declaração Universal dos Direitos Humanos
Leia o poema abaixo para responder à questão.
“Dizem que Charles Chaplin escreveu este poema, ‘Quando me amei de verdade’, quando tinha 70 anos de idade. Alguns dizem que não é da sua autoria, mas sim uma adaptação livre de um parágrafo que aparece no livro de Kim e Alison McMillen ‘Quando eu me amei de verdade’. Seja como for, este não é o único texto de Chaplin que utiliza argumentos tão bonitos, requintados e enriquecedores sobre o poder e o valor da nossa mente.”
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar correto e no momento preciso. E então, consegui relaxar. Hoje sei que isso tem nome… Autoestima.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha angústia e o meu sofrimento emocional não são mais que sinais de que estou a agir contra as minhas próprias verdades. Hoje sei que isso é… Autenticidade.
Quando me amei de verdade, deixei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a perceber que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje sei que isso se chama… Maturidade.
Quando me amei de verdade, compreendi por que é ofensivo forçar uma situação ou uma pessoa só para alcançar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa (talvez eu mesmo) não está preparada. Hoje sei que isso se chama… Respeito.
Quando me amei de verdade, libertei-me de tudo o que não é saudável: pessoas e situações, tudo e qualquer coisa que me empurrasse para baixo. No início a minha razão chamou a essa atitude de egoísmo. Hoje sei que isso se chama… Amor por si mesmo.
Quando me amei de verdade, deixei de me preocupar por não ter tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os megaprojetos do futuro. Hoje faço o que acho correto, o que eu gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos. Assim descobri a… Humildade. Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora mantenho-me no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. E isso se chama… Plenitude.
Quando me amei de verdade, compreendi que a minha mente pode atormentar-me e decepcionar-me. Mas quando eu a coloco ao serviço do meu coração, é uma aliada valiosa. E isso é… Saber viver!
Disponível em: https://www.linkedin.com/pulse/quando-me-amei-de-verdade-charles-chaplin-fatima-santos-costa/?originalSubdomain=pt. Acesso em: 7
abr.2024.
Inmet alerta para chuvas em grande parte do país; temperatura cai em SP
Grande parte do Brasil está sob alerta de chuvas para os próximos dias, aponta o Inmet. Em São Paulo, temperaturas caem pela primeira vez no ano.
O que aconteceu
Chuvas intensas podem atingir quase todo o país. Os acumulados podem chegar a até 50 mm por dia, com ventos de 60 km/h. A atenção é maior em áreas de encosta, já que o solo encharcado apresenta maior risco de deslizamento.
A formação de uma ZCAS (Zona de Convergência do Atlântico Sul) provoca tempestades em algumas regiões. Partes do Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins, além do sul e oeste da Bahia, norte de Minas Gerais e do Espírito Santo, devem ser atingidos por tempestades mais fortes a partir da quarta-feira (24).
Disponível em: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2024/01/22/climachuva-frente-fria.htm. Acesso em: 22 jan. 2024.
SELTON MELLO: EU ME LEMBRO
Selton Mello celebra quatro décadas de carreira com o lançamento da biografia Eu Me Lembro cercado por memórias da família, dos amigos e da sua arte. A trajetória é narrada em primeira pessoa, em resposta a uma série de perguntas feitas por um time de 40 estrelas da TV, teatro, cinema e literatura, como Fernanda Montenegro, Lázaro Ramos, Zuenir Ventura, Marjorie Estiano, Jeferson Tenório e Fábio Assunção. Lançamento da Jambô Editora, o livro conta com três cadernos de fotografias, que retratam momentos distintos da vida do ator e somam mais de 70 fotos – um bônus à experiência de leitura.
Ao longo dos capítulos, Selton descortina os principais personagens que interpretou, dublou e dirigiu, revela bastidores de gravações, as técnicas usadas para compor seus trabalhos e detalha experiências inesquecíveis, como dirigir o ator Paulo José já debilitado pelo Parkinson no antológico filme O Palhaço. As perguntas dos convidados abrem caminho para a intimidade que ele não costuma compartilhar publicamente. Exemplo disso são as passagens sobre a relação do ator com a mãe, Selva, acometida pelo Alzheimer, e a comunicação mais espiritual mantida pelos dois desde o agravamento da doença. Esse vínculo funciona como a premissa do livro, pois lembrar, hoje, é essencial para manter as memórias da infância no interior de Minas Gerais, ou nos corredores da TV dos anos 1980.
"Eu perdi a minha referência mais importante. Desde então, o meu exercício foi continuar fazendo pra ela, mesmo sabendo que ela não vai ver. Ela está aqui e não está. Então agora a minha mãe está dentro de mim."
Com um texto sensível e poético, Selton dá voz aos desafios encarados ainda no começo da carreira, quando enfrentou o ostracismo após um sucesso meteórico e duvidou do próprio talento. Fala, também, sobre como cada um dos entrevistadores para o livro marcou sua trajetória. A biografia diverte, ensina e comove. Um mergulho profundo na alma de um dos maiores atores brasileiros de todos os tempos.
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Para além de declarar seu amor à vida e à arte, ele se inspira em um grande sucesso ao dar o tom à narrativa. Em Sessão de Terapia, série que dirige e atua, onde dúvidas e angústias são compartilhadas, o expectador se identifica com a busca por respostas. No livro, o autor analisa, com humor refinado e muita ternura, as etapas da carreira e os percalços de forma lúcida e terapêutica, abordando questões delicadas, como transtorno de imagem e depressão. Ele deixa o leitor à vontade para buscar nas entrelinhas um pouco mais sobre sua essência.
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Com base nas informações da notícia, é possível entender que a repatriação de obras de arte retratadas no filme significa