Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2605472 Português
Texto 3

A barragem Forquilha V, localizada na mina de Fábrica, em Ouro Preto, na região Central de Minas Gerais, entrou em situação de alerta. Uma vistoria da Agência Nacional de Mineração (ANM) identificou fendas na estrutura de rejeitos de minério de ferro. Conforme o acompanhamento da agência, a Forquilha V tem risco potencial alto. A causa das fissuras ainda não foi identificada. Em estado de alerta, a responsável pela barragem é obrigada a realizar inspeções diárias e encaminhar um relatório semanal com atualizações sobre o comportamento das fendas, além de tomar medidas corretivas. De acordo com a mineradora, a estrutura “não sofreu alterações nas suas condições de estabilidade”, mantendo as declarações de conformidade e operacionalidade positivas.
 (Disponível em: https://www.guiamirai.com.br. Acesso em: 8 ago. 2024, com adaptações.)
De acordo com o texto, a barragem Forquilha V
Alternativas
Q2605471 Português
Texto 2

Um estudo recente trouxe avanços promissores no campo da imunologia, ao desenvolver uma vacina experimental. Os pesquisadores criaram uma dose que não só induziu uma resposta imunológica contra o H1N1, como também mostrou eficácia contra outros subtipos do vírus da gripe, incluindo o H5N1, um dos causadores da gripe aviária atual. O H1N1 de 1918 foi um dos vírus mais letais da história moderna e causou a morte de milhões de pessoas. A descoberta de que essa vacina pode oferecer proteção contra múltiplos subtipos do vírus é um marco significativo, sugerindo a possibilidade de uma vacina universal contra a gripe. Ainda que os resultados sejam encorajadores, os pesquisadores destacam que o estudo está em fase inicial e que mais testes são necessários para confirmar a segurança e a eficácia da vacina em humanos.
(Disponível em: https://www.guiamirai.com.br. Acesso em: 7 ago. 2024, com adaptações.)
Assinale a alternativa em que, ao parafrasear o Texto 2, os sentidos originais e a correção gramatical do trecho “A descoberta de que essa vacina pode oferecer proteção contra múltiplos subtipos do vírus é um marco significativo, sugerindo a possibilidade de uma vacina universal contra a gripe.” são preservados.
Alternativas
Q2605469 Português
Texto 2

Um estudo recente trouxe avanços promissores no campo da imunologia, ao desenvolver uma vacina experimental. Os pesquisadores criaram uma dose que não só induziu uma resposta imunológica contra o H1N1, como também mostrou eficácia contra outros subtipos do vírus da gripe, incluindo o H5N1, um dos causadores da gripe aviária atual. O H1N1 de 1918 foi um dos vírus mais letais da história moderna e causou a morte de milhões de pessoas. A descoberta de que essa vacina pode oferecer proteção contra múltiplos subtipos do vírus é um marco significativo, sugerindo a possibilidade de uma vacina universal contra a gripe. Ainda que os resultados sejam encorajadores, os pesquisadores destacam que o estudo está em fase inicial e que mais testes são necessários para confirmar a segurança e a eficácia da vacina em humanos.
(Disponível em: https://www.guiamirai.com.br. Acesso em: 7 ago. 2024, com adaptações.)
“Ainda que” e “para” apresentam ideias que estabelecem, respectivamente, as relações semânticas de
Alternativas
Q2605468 Português
Texto 2

Um estudo recente trouxe avanços promissores no campo da imunologia, ao desenvolver uma vacina experimental. Os pesquisadores criaram uma dose que não só induziu uma resposta imunológica contra o H1N1, como também mostrou eficácia contra outros subtipos do vírus da gripe, incluindo o H5N1, um dos causadores da gripe aviária atual. O H1N1 de 1918 foi um dos vírus mais letais da história moderna e causou a morte de milhões de pessoas. A descoberta de que essa vacina pode oferecer proteção contra múltiplos subtipos do vírus é um marco significativo, sugerindo a possibilidade de uma vacina universal contra a gripe. Ainda que os resultados sejam encorajadores, os pesquisadores destacam que o estudo está em fase inicial e que mais testes são necessários para confirmar a segurança e a eficácia da vacina em humanos.
(Disponível em: https://www.guiamirai.com.br. Acesso em: 7 ago. 2024, com adaptações.)
Como argumento para o posicionamento do autor no trecho acima, observa-se o uso de
Alternativas
Q2605465 Português
Texto 1

No trânsito, especialmente em áreas urbanas e rodovias, é comum que motociclistas se encontrem próximos a caminhões. No entanto, essa proximidade pode representar um risco significativo para a segurança dos motociclistas. Uma das principais razões é a existência de pontos cegos em torno desses veículos maiores. Conhecer e evitar esses pontos cegos é essencial para prevenir acidentes e salvar vidas. Caminhões, devido ao seu tamanho e a sua construção, possuem áreas ao redor do veículo onde o motorista tem visibilidade limitada ou nula. A conscientização e o respeito às regras de trânsito são essenciais para uma convivência harmoniosa entre motociclistas e motoristas de veículos maiores. Lembre-se de que conhecer e evitar os pontos cegos pode salvar vidas!
(Disponível em: https://www.guiamirai.com.br. Acesso em: 7 ago. 2024, com adaptações.)
Assinale a alternativa que apresenta a correta relação semântica da conjunção “no entanto” com o período anterior.
Alternativas
Q2605213 Português
As três bonecas

        Ju morava numa rua tranquila com nome de heroína: Anita Garibaldi. Dali, das amigas da mãe, guarda boas lembranças: colos, cafunés, filhos, mimos, conselhos e broncas. Uma, ao ver Ju lavando alface como quem esfrega roupa, havia lhe ensinado a delicadeza das folhas. Outra, Marieta, lhe deixou uma lição. Numa visita, aproximou-se de Ju, que brincava de bonecas. E disse:
         – Tenho uma boneca pra você!
         Um forte desejo se acendeu na menina.
         – Grande, como um bebê! Cabelos claros e curtos. Enroladinhos.
         A menina sorriu. Mais tarde, folheando uma revista, adivinhou a boneca.
         – É assim! – disse, abraçada à revista.
       Deu-lhe o nome de Cecília. Chamaria as amigas, cada uma traria sua filha e fariam um lanche. Brincariam no jardim e ririam um bocado, até tarde. Cansadas, iriam cedo pra cama. Adormecer com Cecília seria melhor que mil mundos.
      Foi uma espera em vão. Ainda lidava com a frustração, quando a mulher retornou. A claridade, que vinha do corredor, marcava a comprida silhueta que entrou falando:
         – Tua boneca está lá guardada, esperando.
         “Esperando o quê?”.
         – Podia ter trazido. Comprei outra.
        “Agora são duas bonecas!”, empolgou-se.
         A mulher continuava:
        – É moreninha, bem escura, cabelos compridos, arrumados em trança até a cintura. “Seria cor de jabuticaba?” Ju amava. Imaginou a boneca. “Será de pano? Fofa? Tem pano que tem cheiro bom, fino e macio, gostoso de pegar. Tem pano que é mais duro e pinica… Carmela!” Agora, numa só festa, apresentaria Cecília e Carmela às amigas. Já as via juntas, duas irmãs, cada uma de uma cor.
       “Mas por que ela não trouxe logo as bonecas?”; “Vai ver que ela não sabia que ia passar aqui.”; “Vai ver que, outro dia, traz as duas.”; “Vai ver que…”; “vai ver…” Pensou durante a aula, em casa e antes de dormir.
     Sonhou com Cecília e Carmela. Andaram de roda gigante, tão alto… Tocando as nuvens, Ju pegou um pedaço e experimentou. Azeda demais! Torceu o nariz, as outras riram. Ao acordar, procurou as bonecas e não achou. Onde estavam? Embaixo da cama? Dentro do armário? Na gaveta? Ou na casa de Marieta? Será que ela entregou para depois sequestrá-las? Se ela ia tirar, pra quê iria dar? Além de tudo, era amiga da mãe, por que faria isso? Só se a mãe não soubesse quem era a verdadeira Marieta…
       Meses depois, ela chegou. A boneca não, Marieta! E falou pela terceira vez:
     – Tenho outra boneca pra você. Podia ter trazido.
    “Três? Sério?”
    Daqui a pouco, só um reboque pra tanta promessa. Ju não se deixou enrolar. Um dia, fantasiou com Anita. Com nome de guerreira, lutaria, salvaria todas do cativeiro. A essa altura, era o que pensava: cativeiro.
    Volta e meia, acontecia de sonhar com as três. Faziam estripulias, criavam brincadeiras e danças malucas e rolavam de rir. Um dia, Ju rolou pro chão mesmo. Doeu cotovelo, doeu bumbum, doeu tudo! Até a alma.
    O tempo passou, tanto e mais um tico. Ju cresceu e se mudou da Rua Anita Garibaldi. De Marieta, ficou a lição: heroína mesmo era a criança que sobrevivia a certos adultos…

(Crônicas da infância: lembranças, afetos e reflexões [livro eletrônico] / organização Rosana Rios, Flávia Côrtes, Severino Rodrigues; ilustração Sandra Ronca. 1. ed. São Paulo: Edições AEILIJ: RR Literatura, 2021. PDF. Vários autores.)
Considere a expressão sublinhada no trecho “Foi uma espera em vão.” (8º§). É correto afirmar que, ao assim descrever a espera de Ju, a autora quis dizer que o tempo esperado foi:
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Q2605098 Português
Os cães engarrafados

     “Nunca vi boa amizade nascer em leiteria”, disse certa vez Vinicius de Moraes, inveterado beberrão, para quem o melhor termômetro de afetos era uma garrafa de uísque – uma, no caso, é modo de dizer, pois melhor se fossem duas, três, quatro. “Uísque é o cachorro engarrafado”, concluiu, certamente depois de algumas doses. Não é improvável que esse diagnóstico etílico tenha surgido durante um pileque com Rubem Braga, outro voraz consumidor de malte.
     Além da dedicação às garrafas, os dois amigos tinham vários pontos em comum: nasceram no mesmo 1913, exerceram postos diplomáticos e foram grandes gozadores dos prazeres da vida, apaixonando-se com tremenda facilidade. Braga, dos nossos maiores cronistas, fez também poesia. Vinicius, dos nossos maiores poetas, também escreveu crônica. E os dois foram, cada um ao seu modo, renomados anfitriões.
    Em 1951, quando Vinicius retornou de Los Angeles, onde atuava como vice-cônsul, trouxe nada mais que 480 garrafas de uísque, divididas em 40 caixas. Era, certamente, o maior estoque de uísque do Rio de Janeiro. Não demorou para que sua casa, no Leblon, virasse um ponto de encontro da intelectualidade carioca.
    Em Ipanema, a famosa cobertura de Rubem Braga vivia destrancada. O amigo que quisesse desfrutar daquele jardim suspenso precisava só pegar a escadinha do décimo segundo andar e abrir a porta. O uísque estava lá à disposição. Braga, nem sempre – às vezes, dependendo de seu humor, sequer se levantava da rede para receber a visita.
   “Rubem Braga é, sabidamente, um conhecedor de passarinhos”, começa Vinicius com a advertência. Conhece tudo de tico-tico, curió, sanhaço, cardeal, sabiá, “mas em matéria de canário trata-se de um otário completo e acabado”. O cronista vinha pela Cinelândia quando topou com um vendedor. Ele oferecia um casal de canários numa gaiola “dividida por uma separação levadiça em dois compartimentos, um para o macho, outro para a fêmea”. A graça era abrir a portinhola do macho, deixá-lo voar livremente e vê-lo voltar assim que a fêmea piasse. O rapaz fez uma demonstração do número e convenceu o cliente.
    Decerto Braga se emocionou com aquele espécime masculino que trocava a liberdade pela companhia da amada. Chegando em casa, quis rever o espetáculo. “E lá se foi o canarinho pelo azul afora, em lindas evoluções”, até que a fêmea o chamasse. Ele voltou e ficou parado diante da portinhola, sem entrar. Braga, apreensivo, tentou atraí-lo com uma suculenta folha de alface, mas o bicho não bicou a isca. E a fêmea, no descuido do cronista que procurava um encaixe para a verdura, “fez força com o biquinho e acabou por erguer a portinhola”. Dali para o Jardim Botânico não teve nem graça. “Canário, hein Braguinha?”, cutucou o amigo.
    De Braga para Vinicius, a primeira homenagem veio durante a temporada norte-americana do poeta, período em que ficou cinco anos sem retornar para o Brasil. Do Rio, o colega enviou-lhe um Bilhete para Los Angeles”, um dos poucos de sua diminuta lavra de poemas. Os versos de escárnio são puro carinho de mãos ásperas. “Só queres amor e ócio/capadócio!” e “Tanto mal que já fizeste/cafajeste!”, querem dizer, na verdade, “Deus te dê vida e saúde/em Hollywood!”.
   Poucos meses depois de Vinicius morrer, em 1980, Braga voltou a escrever para ele, agora com uma notícia grave: a primavera tinha chegado e aquela era a primeira, desde 1913, sem a participação do poeta. Sabendo do hábito epistolar dos amigos, “Recado de primavera” fica ainda mais comovente. “Seu nome virou placa de rua; e nessa rua, que tem seu nome na placa, vi ontem três garotas de Ipanema que usavam minissaias.” O mar estava virado, e da varanda do cronista era possível ver “uma vaga de espuma galgar o costão sul da ilha das Palmas” – tudo isso, diz, são “violências primaveris”. Um tico-tico, “com uma folhinha seca de capim no bico”, começara a construir seu ninho. E as “moitas de azaleias e manacás em flor” traziam promessas da vida. “O tempo vai passando, poeta”, arremata Rubem. “Chega a primavera nesta Ipanema, toda cheia de sua música e de seus versos. Eu ainda vou ficando um pouco por aqui – a vigiar, em seu nome, as ondas, os tico-ticos e as moças em flor. Adeus.”

(TAUIL, Guilherme. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/. Acesso em: 22/03/2024.)
Considere o termo “beberrão” (1º§). É correto afirmar que se trata de um vocábulo utilizado para designar:
Alternativas
Q2605095 Português
Os cães engarrafados

     “Nunca vi boa amizade nascer em leiteria”, disse certa vez Vinicius de Moraes, inveterado beberrão, para quem o melhor termômetro de afetos era uma garrafa de uísque – uma, no caso, é modo de dizer, pois melhor se fossem duas, três, quatro. “Uísque é o cachorro engarrafado”, concluiu, certamente depois de algumas doses. Não é improvável que esse diagnóstico etílico tenha surgido durante um pileque com Rubem Braga, outro voraz consumidor de malte.
     Além da dedicação às garrafas, os dois amigos tinham vários pontos em comum: nasceram no mesmo 1913, exerceram postos diplomáticos e foram grandes gozadores dos prazeres da vida, apaixonando-se com tremenda facilidade. Braga, dos nossos maiores cronistas, fez também poesia. Vinicius, dos nossos maiores poetas, também escreveu crônica. E os dois foram, cada um ao seu modo, renomados anfitriões.
    Em 1951, quando Vinicius retornou de Los Angeles, onde atuava como vice-cônsul, trouxe nada mais que 480 garrafas de uísque, divididas em 40 caixas. Era, certamente, o maior estoque de uísque do Rio de Janeiro. Não demorou para que sua casa, no Leblon, virasse um ponto de encontro da intelectualidade carioca.
    Em Ipanema, a famosa cobertura de Rubem Braga vivia destrancada. O amigo que quisesse desfrutar daquele jardim suspenso precisava só pegar a escadinha do décimo segundo andar e abrir a porta. O uísque estava lá à disposição. Braga, nem sempre – às vezes, dependendo de seu humor, sequer se levantava da rede para receber a visita.
   “Rubem Braga é, sabidamente, um conhecedor de passarinhos”, começa Vinicius com a advertência. Conhece tudo de tico-tico, curió, sanhaço, cardeal, sabiá, “mas em matéria de canário trata-se de um otário completo e acabado”. O cronista vinha pela Cinelândia quando topou com um vendedor. Ele oferecia um casal de canários numa gaiola “dividida por uma separação levadiça em dois compartimentos, um para o macho, outro para a fêmea”. A graça era abrir a portinhola do macho, deixá-lo voar livremente e vê-lo voltar assim que a fêmea piasse. O rapaz fez uma demonstração do número e convenceu o cliente.
    Decerto Braga se emocionou com aquele espécime masculino que trocava a liberdade pela companhia da amada. Chegando em casa, quis rever o espetáculo. “E lá se foi o canarinho pelo azul afora, em lindas evoluções”, até que a fêmea o chamasse. Ele voltou e ficou parado diante da portinhola, sem entrar. Braga, apreensivo, tentou atraí-lo com uma suculenta folha de alface, mas o bicho não bicou a isca. E a fêmea, no descuido do cronista que procurava um encaixe para a verdura, “fez força com o biquinho e acabou por erguer a portinhola”. Dali para o Jardim Botânico não teve nem graça. “Canário, hein Braguinha?”, cutucou o amigo.
    De Braga para Vinicius, a primeira homenagem veio durante a temporada norte-americana do poeta, período em que ficou cinco anos sem retornar para o Brasil. Do Rio, o colega enviou-lhe um Bilhete para Los Angeles”, um dos poucos de sua diminuta lavra de poemas. Os versos de escárnio são puro carinho de mãos ásperas. “Só queres amor e ócio/capadócio!” e “Tanto mal que já fizeste/cafajeste!”, querem dizer, na verdade, “Deus te dê vida e saúde/em Hollywood!”.
   Poucos meses depois de Vinicius morrer, em 1980, Braga voltou a escrever para ele, agora com uma notícia grave: a primavera tinha chegado e aquela era a primeira, desde 1913, sem a participação do poeta. Sabendo do hábito epistolar dos amigos, “Recado de primavera” fica ainda mais comovente. “Seu nome virou placa de rua; e nessa rua, que tem seu nome na placa, vi ontem três garotas de Ipanema que usavam minissaias.” O mar estava virado, e da varanda do cronista era possível ver “uma vaga de espuma galgar o costão sul da ilha das Palmas” – tudo isso, diz, são “violências primaveris”. Um tico-tico, “com uma folhinha seca de capim no bico”, começara a construir seu ninho. E as “moitas de azaleias e manacás em flor” traziam promessas da vida. “O tempo vai passando, poeta”, arremata Rubem. “Chega a primavera nesta Ipanema, toda cheia de sua música e de seus versos. Eu ainda vou ficando um pouco por aqui – a vigiar, em seu nome, as ondas, os tico-ticos e as moças em flor. Adeus.”

(TAUIL, Guilherme. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/. Acesso em: 22/03/2024.)
É correto afirmar que, ao afirmar que “Uísque é o cachorro engarrafado” (1º§), Vinicius de Moraes propõe metáfora em referência ao conhecimento popular que diz que:
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Q2595060 Português
O princípio XIII do artigo 3o do Capítulo II da Resolução Conselho Nacional de Educação/Conselho Pleno nº 1/2021, diz sobre “reconhecimento das diferentes formas de produção, dos processos de trabalho e das culturas a elas subjacentes, requerendo formas de ação diferenciadas”. Quanto ao ensino de português na escola, esse princípio atende ao trabalho com o ensino de
Alternativas
Q2595052 Português
A sentença “Nós fala errado porque nós quer, pois, instruído nós é” indica
Alternativas
Q2595050 Português
Leia o caso a seguir.

Considere uma realidade em que uma trabalhadora chamada J. jamais faltou ao trabalho, nunca chegou atrasada nem saiu antes da hora, e que J. era torcedora fervorosa de um dado time de futebol. Em dado dia, o time para o qual J. torce jogará em horário de expediente. Colegas do trabalho de J. se organizam para irem ao jogo, mesmo sob o risco de terem o ponto cortado. Uma colega fala sobre convidar J. Alguém comenta: “Ela não vai topar essa”.

Elaborado pelo(a) autor(a).

Em termos de usos da língua, nesse caso, o comentário decorre de J.
Alternativas
Q2595049 Português
Na sentença “O farol está aberto”, usual no português brasileiro, o termo “farol” não se refere a uma estrutura elevada, comumente em formato de torre, com um aparelho óptico de fontes de luz e espelhos, visível a longa distância e que serve como base de auxílio marinho quanto à prestação de socorro, pois referencia o aparelho conhecido como “semáforo”, devido a um
Alternativas
Q2595044 Português
Leia o texto a seguir.

Eduardo Leite admite que estudos alertavam sobre tragédia no RS

“Tem esses estudos, eles de alguma forma alertam, mas o governo também vive outras pautas e agendas”, afirmou Eduardo Leite (PSDB), governador do Rio Grande do Sul à Folha de S. Paulo, sobre uma suposta falta de preparo do governo para as enchentes.
A fala veio durante uma entrevista de 45 minutos à Folha, no Palácio Piratini, sede do governo estadual. Na conversa, além de assumir que estudos apontavam a possibilidade de haver uma elevação no nível das chuvas, que poderia causar grandes enchentes no estado, Eduardo Leite negou que as mudanças sancionadas por ele, em 2020 em mais de 400 normas ambientais, tenham ligação com a crise socioambiental enfrentada no estado.

Disponível em:<https://www.metropoles.com/brasil/eduardo-leite-admiteque-estudos-alertavam-tragedia-no-rs . Acesso em: 20 jun. 2024.


Considerando as noções de gêneros e tipos textuais propostas por Marcuschi (2003), o texto acima é um exemplar do gênero:
Alternativas
Q2595043 Português
Leia o texto a seguir.

A Organização das Nações Unidas apresentou hoje o projeto de uma universidade global de matrícula gratuita [...] e cuja aulas são dadas através da Internet [...]. As despesas que os alunos vão ter serão uma matrícula (entre 15 e 50 dólares, dependendo do país) e 10 a 100 dólares por cada exame.

Disponível em: <https://visao.pt/exameinformatica/noticiasei/mercados/2009-01-05-onu-lanca-universidade-global-online-e-gratuita/. Acesso em: 20 jun. 2024.


No tocante à coerência textual, o texto apresenta 
Alternativas
Q2595041 Português
Texto 1


PRINCÍPIOS DO SUS

Equidade: o objetivo desse princípio é diminuir desigualdades. Apesar de todas as pessoas possuírem direito aos serviços, as pessoas não são iguais e, por isso, têm necessidades distintas. Em outras palavras, equidade significa tratar desigualmente os desiguais, investindo mais onde a carência é maior.


Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sus. Acesso em: 20 jun. 2024.
Considerando a sequenciação textual, o trecho sublinhado exerce a função de
Alternativas
Q2595040 Português
Leia o texto a seguir.

A cantora Madonna fez um show recheado de hits na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Com 26 músicas, Madonna passeou por seus 40 anos de carreira, com direito a provocações, sucessos históricos, homenagens ao Brasil e questionamentos. Para um público estimado em 1,5 milhão de pessoas, a Rainha do Pop fez um dos shows mais grandiosos de sua trajetória.
Disponível em:https://www.metropoles.com/entretenimento/musica/madonna-leva-multidao-ao-delirio-em-show-no-rio-de-janeiro . Acesso em: 20 jun. 2024


Considerando a coesão textual, os componentes em destaque caracterizam exemplos de coesão
Alternativas
Q2595039 Português
Koch (2008) aponta que a intertextualidade “compreende as diversas maneiras pelas quais a produção/recepção de um dado texto depende do conhecimento de outros textos por parte dos interlocutores.” No Manifesto Antropófago, de Oswald de Andrade, o trecho “Tupi, or not tupi that is the question” é um exemplo de intertextualidade implícita porque
Alternativas
Q2594991 Português
Assinale a alternativa que se aplica corretamente o conceito de sujeito "Desinencial":
Alternativas
Q2594987 Português
“Os alunos dessa escola _____ muitos livros. Eles _____ trabalhos expostos na biblioteca onde todos _____.” Complete corretamente os espaços em branco na frase: 
Alternativas
Q2594986 Português
“O noivo fez um discurso inflamado durante a cerimônia de casamento.” Qual das alternativas apresenta corretamente o significado contextual da expressão destacada?
Alternativas
Respostas
34361: D
34362: D
34363: D
34364: B
34365: A
34366: A
34367: D
34368: C
34369: A
34370: B
34371: C
34372: B
34373: A
34374: C
34375: D
34376: C
34377: D
34378: B
34379: A
34380: B