Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 130.652 questões


I. O relato das experiências pessoais da autora serve de base para a construção gradual de uma reflexão sobre a forma como os seres humanos se relacionam com a natureza e o mundo.
II. As perguntas presentes no texto têm a função de aproximar o leitor do relato, convidando-o a se envolver na reflexão apresentada.
III. Ao final do texto, a autora leva o leitor a inferir que os efeitos da forma como o ser humano trata o meio ambiente ainda não fazem parte da realidade vivenciada pela sociedade atualmente.
Quais estão corretas?
Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.
I.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.
PORQUE
II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.
I.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.
PORQUE
II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.
I.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.
PORQUE
II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A transformação digital na Administração Pública tem sido frequentemente apresentada como um caminho inevitável para a modernização do Estado. Entretanto, reduzir a inovação governamental à mera aquisição de equipamentos ou à implementação de sistemas informatizados constitui equívoco recorrente e, não raras vezes, dispendioso. A tecnologia, por si só, não opera milagres; antes, converte-se em instrumento estéril quando dissociada de planejamento, de capacitação continuada e de mecanismos de controle.
Em diversas administrações, observam-se projetos grandiosos anunciados com pompa, mas executados sem diagnóstico prévio das reais necessidades institucionais. Não é incomum que plataformas digitais sofisticadas coexistam com processos internos desorganizados, de sorte que a informatização, em vez de solucionar problemas, apenas lhes confira aparência de modernidade. Nesse contexto, a expressão “governo inteligente” pode, paradoxalmente, designar estruturas administrativas incapazes de utilizar, com eficiência, os recursos tecnológicos de que dispõem.
Por outro lado, seria igualmente equivocado afirmar que a resistência às novas tecnologias constitui postura prudente. A recusa sistemática à inovação compromete a transparência, dificulta a prestação de serviços públicos e perpetua práticas burocráticas incompatíveis com as exigências contemporâneas. O desafio, portanto, não consiste em escolher entre tradição e inovação, mas em harmonizar ambas, de modo que a tecnologia deixe de ser um fim em si mesma e passe a representar um meio de concretização do interesse público.
Convém observar, ademais, que o discurso da transformação digital frequentemente emprega expressões de forte carga simbólica. Afirma-se, por exemplo, que a transparência é um dos “pilares” da gestão contemporânea ou que a tecnologia constitui uma “ferramenta indispensável”. Tais expressões, embora correntes, revelam o emprego figurado da linguagem, uma vez que nem os pilares são estruturas físicas nem as ferramentas são objetos materiais. Trata-se, antes, de construções metafóricas destinadas a enfatizar a importância de determinados valores e instrumentos administrativos.
Finalmente, importa reconhecer que a eficiência administrativa não se mede pelo número de equipamentos adquiridos, tampouco pela quantidade de sistemas implementados, mas pela capacidade institucional de transformar recursos tecnológicos em resultados socialmente relevantes. A inovação genuína não reside nas máquinas, e sim na inteligência com que são utilizadas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A transformação digital na Administração Pública tem sido frequentemente apresentada como um caminho inevitável para a modernização do Estado. Entretanto, reduzir a inovação governamental à mera aquisição de equipamentos ou à implementação de sistemas informatizados constitui equívoco recorrente e, não raras vezes, dispendioso. A tecnologia, por si só, não opera milagres; antes, converte-se em instrumento estéril quando dissociada de planejamento, de capacitação continuada e de mecanismos de controle.
Em diversas administrações, observam-se projetos grandiosos anunciados com pompa, mas executados sem diagnóstico prévio das reais necessidades institucionais. Não é incomum que plataformas digitais sofisticadas coexistam com processos internos desorganizados, de sorte que a informatização, em vez de solucionar problemas, apenas lhes confira aparência de modernidade. Nesse contexto, a expressão “governo inteligente” pode, paradoxalmente, designar estruturas administrativas incapazes de utilizar, com eficiência, os recursos tecnológicos de que dispõem.
Por outro lado, seria igualmente equivocado afirmar que a resistência às novas tecnologias constitui postura prudente. A recusa sistemática à inovação compromete a transparência, dificulta a prestação de serviços públicos e perpetua práticas burocráticas incompatíveis com as exigências contemporâneas. O desafio, portanto, não consiste em escolher entre tradição e inovação, mas em harmonizar ambas, de modo que a tecnologia deixe de ser um fim em si mesma e passe a representar um meio de concretização do interesse público.
Convém observar, ademais, que o discurso da transformação digital frequentemente emprega expressões de forte carga simbólica. Afirma-se, por exemplo, que a transparência é um dos “pilares” da gestão contemporânea ou que a tecnologia constitui uma “ferramenta indispensável”. Tais expressões, embora correntes, revelam o emprego figurado da linguagem, uma vez que nem os pilares são estruturas físicas nem as ferramentas são objetos materiais. Trata-se, antes, de construções metafóricas destinadas a enfatizar a importância de determinados valores e instrumentos administrativos.
Finalmente, importa reconhecer que a eficiência administrativa não se mede pelo número de equipamentos adquiridos, tampouco pela quantidade de sistemas implementados, mas pela capacidade institucional de transformar recursos tecnológicos em resultados socialmente relevantes. A inovação genuína não reside nas máquinas, e sim na inteligência com que são utilizadas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
A transformação digital na Administração Pública tem sido frequentemente apresentada como um caminho inevitável para a modernização do Estado. Entretanto, reduzir a inovação governamental à mera aquisição de equipamentos ou à implementação de sistemas informatizados constitui equívoco recorrente e, não raras vezes, dispendioso. A tecnologia, por si só, não opera milagres; antes, converte-se em instrumento estéril quando dissociada de planejamento, de capacitação continuada e de mecanismos de controle.
Em diversas administrações, observam-se projetos grandiosos anunciados com pompa, mas executados sem diagnóstico prévio das reais necessidades institucionais. Não é incomum que plataformas digitais sofisticadas coexistam com processos internos desorganizados, de sorte que a informatização, em vez de solucionar problemas, apenas lhes confira aparência de modernidade. Nesse contexto, a expressão “governo inteligente” pode, paradoxalmente, designar estruturas administrativas incapazes de utilizar, com eficiência, os recursos tecnológicos de que dispõem.
Por outro lado, seria igualmente equivocado afirmar que a resistência às novas tecnologias constitui postura prudente. A recusa sistemática à inovação compromete a transparência, dificulta a prestação de serviços públicos e perpetua práticas burocráticas incompatíveis com as exigências contemporâneas. O desafio, portanto, não consiste em escolher entre tradição e inovação, mas em harmonizar ambas, de modo que a tecnologia deixe de ser um fim em si mesma e passe a representar um meio de concretização do interesse público.
Convém observar, ademais, que o discurso da transformação digital frequentemente emprega expressões de forte carga simbólica. Afirma-se, por exemplo, que a transparência é um dos “pilares” da gestão contemporânea ou que a tecnologia constitui uma “ferramenta indispensável”. Tais expressões, embora correntes, revelam o emprego figurado da linguagem, uma vez que nem os pilares são estruturas físicas nem as ferramentas são objetos materiais. Trata-se, antes, de construções metafóricas destinadas a enfatizar a importância de determinados valores e instrumentos administrativos.
Finalmente, importa reconhecer que a eficiência administrativa não se mede pelo número de equipamentos adquiridos, tampouco pela quantidade de sistemas implementados, mas pela capacidade institucional de transformar recursos tecnológicos em resultados socialmente relevantes. A inovação genuína não reside nas máquinas, e sim na inteligência com que são utilizadas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.
I.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.
PORQUE
II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
(__)Infere-se do posicionamento do especialista que a criação do novo componente curricular decorre, ao menos em parte, da percepção de insuficiências da organização curricular vigente quanto ao tratamento da educação política.
(__)Infere-se do texto que a legislação determina expressamente que os conteúdos de educação política sejam ministrados exclusivamente nas disciplinas de Filosofia e Sociologia, iniciando-se obrigatoriamente no 8.º ano do Ensino Fundamental.
(__)É possível inferir que o texto distingue a existência do risco de doutrinação da inevitabilidade de sua ocorrência, ao indicar mecanismos que poderiam reduzi-lo.
(__)Segundo o texto, a Reforma do Ensino Médio ampliou o espaço da área de Ciências Humanas na LDB, o que favoreceu a criação de condições estruturais para a implementação da educação política nas escolas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que completa corretamente os itens acima, de cima para baixo.
Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.
I.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.
PORQUE
II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
A Psicologia tem importantes contribuições na superação de análises individualizantes e medicalizantes, pautando reflexões acerca da complexidade das relações sociais que incidem nos processos de aprendizagem.
CFP. Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas(os) na Educação Básica. 2.ed. Brasília: CFP, 2019.
Com base no texto, o compromisso ético-político da Psicologia em contexto escolar pressupõe compreender que as dificuldades e queixas escolares
Considerando aspectos linguísticos do texto precedente e as ideias nele veiculadas, julgue o item a seguir.
Estariam preservadas a correção gramatical e a coerência das ideias do último parágrafo caso ele fosse assim reescrito: É fundamental para o país, a estruturação de uma agenda governamental e estratégica voltada para o tema, com fins de trazer competitividade para o mercado e promover o crescimento sustentável dos municípios, por meio da participação de empresas instaladas no Brasil.
Considerando aspectos linguísticos do texto precedente e as ideias nele veiculadas, julgue o item a seguir.
É correto entender o último período do segundo parágrafo como um argumento em defesa do posicionamento ativo do Brasil no mercado das iniciativas voltadas para cidades inteligentes.
Considerando aspectos linguísticos do texto precedente e as ideias nele veiculadas, julgue o item a seguir.
No primeiro parágrafo, a expressão "Isto posto" funciona como elemento de sequenciação textual que retoma a informação anterior bem como estabelece relação de conclusão e continuidade argumentativa.
Considerando aspectos linguísticos do texto precedente e as ideias nele veiculadas, julgue o item a seguir.
Combinam-se no texto elementos textuais predominantemente argumentativos e descritivos.
Considerando aspectos linguísticos do texto precedente e as ideias nele veiculadas, julgue o item a seguir.
Infere-se da leitura do texto que a consolidação das cidades inteligentes envolve não apenas a expansão tecnológica, mas também a definição de estratégias capazes de orientar o desenvolvimento urbano diante de contextos socioeconômicos distintos.
Considerando aspectos linguísticos do texto precedente e as ideias nele veiculadas, julgue o item a seguir.
Estariam garantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso o segmento "mais de 68% da população mundial deverão viver em ambiente urbano" (primeiro parágrafo) fosse reescrito como mais de 68% da população mundial deverá viver em ambiente urbano.
No que concerne às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item seguinte.
No trecho "instituições farão o que é certo" (primeiro parágrafo), o vocábulo "o" poderia ser substituído por aquilo, sem prejuízo dos sentidos e da correção gramatical do texto.
No que concerne às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item seguinte.
Na oração "Existem agora evidências significativas" (terceiro parágrafo), a substituição da forma verbal "Existem" por Podem haver manteria a correção gramatical do texto, mas alteraria seu sentido original, uma vez que o emprego da locução verbal introduziria ideia de probabilidade.