Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 140.263 questões

Q4046312 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.

 

Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse um mini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".

 

https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml

Considerando o texto sobre o projeto desenvolvido por uma professora e um aluno da rede pública de Goiás, que transformou o bagaço da cana-de-açúcar em tecido com potencial para produção têxtil, identifique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4046066 Português
Considerando o trecho “Sua carreira só deslanchou mesmo em 1977, quando o artista marcial estrelou no filme O Comboio da Carga Pesada”, assinale a alternativa que indica um antônimo de “deslanchou”.
Alternativas
Q4046062 Português
Considerando o trecho “Ian Spector criou um site gerador de frases de efeito bem rudimentar, chamado apenas de 4Q.cc”, retirado do texto, são palavras que poderiam substituir “rudimentar” sem causar alterações no sentido original do trecho, EXCETO:
Alternativas
Q4046059 Português
De acordo com o texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FSA Órgão: FSA-SP Prova: FSA - 2026 - FSA-SP - Desenvolvedor de Software |
Q4045689 Português

O texto que segue servirá de base para a questão.


Texto 1



Conselhos para a mulher forte

Gioconda Belli



“(...) Não percas a compaixão, mas teme tudo que te conduz a negar-te a palavra, a esconder quem és, tudo que te obrigue a abrandar-se.

(...)

Se és uma mulher forte

prepara-te para a batalha:

aprende a estar sozinha

a dormir na mais absoluta escuridão sem medo

(...)

Treine-se nos ofícios da reflexão e do intelecto.

Lê faz o amor a ti mesma constrói teu castelo

(...)

Ampara, mas te ampara primeiro.

Guarda as distâncias.

Te constrói. Te cuida.

Entesoura teu poder.

O defenda.

O faça por você.

Te peço em nome de todas nós”. 

No poema, a voz poética apresenta uma série de recomendações à “mulher forte”. Essas orientações sugerem principalmente que a mulher deve:
Alternativas
Q4045575 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.

Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse um mini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".


https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml

Considerando o texto sobre o projeto desenvolvido por uma professora e um aluno da rede pública de Goiás, que transformou o bagaço da cana-de-açúcar em tecido com potencial para produção têxtil, identifique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4045528 Português
Cidades históricas brasileiras preservam construções que representam períodos importantes de sua formação social e cultural. Em municípios do interior nordestino, igrejas, casarões antigos e prédios públicos tradicionais constituem referências arquitetônicas que ajudam a compreender a evolução urbana e a organização da sociedade ao longo do tempo. Em Pão de Açúcar, algumas dessas edificações tornaram-se símbolos locais. Nesse contexto, encontre entre as opções abaixo a principal função do patrimônio arquitetônico histórico para uma comunidade e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4045515 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.

Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse um mini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".


https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml

Considerando o texto sobre o projeto desenvolvido por uma professora e um aluno da rede pública de Goiás, que transformou o bagaço da cana-de-açúcar em tecido com potencial para produção têxtil, identifique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4045459 Português
No que concerne às práticas pedagógicas mediadas por tecnologias digitais na educação básica, analise os excertos abaixo:
Excerto I. A educação midiática envolve o desenvolvimento de competências que possibilitam aos estudantes analisar criticamente conteúdos digitais, compreendendo como informações e opiniões são produzidas e disseminadas no ambiente tecnológico.
Excerto II. A educação midiática refere-se à aprendizagem de habilidades técnicas para o uso de dispositivos digitais, não estando relacionada à análise crítica das informações que circulam nas mídias.
Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4045414 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.

 

Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse um mini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".

 

https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml

Considerando o texto sobre o projeto desenvolvido por uma professora e um aluno da rede pública de Goiás, que transformou o bagaço da cana-de-açúcar em tecido com potencial para produção têxtil, identifique a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4045341 Português
 De acordo com o texto, sobre os felinos, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4045340 Português
Qual termo ou expressão é retomado pelo pronome “eles” (l. 25) no texto?
Alternativas
Q4045339 Português

De acordo com o texto, sobre as manchas e listras de felinos, analise as assertivas abaixo:



I. Embora existam muitos tipos diferentes de felinos com suas próprias variações de cor, ao gato doméstico é atribuído o padrão de pelagem com listras.


II. Atualmente, para os pesquisadores, é possível explicar como desvendar o padrão de cores dos felinos utilizando mecanismos genéticos.


III. Os cientistas conseguiram identificar que certos genes influenciam diretamente as dimensões e a configuração das manchas e listras que aparecem no pelo de gatos domésticos.



Quais estão corretas?

Alternativas
Q4045155 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão


CNPq 75 anos: uma jornada estratégica para o Brasil


A criação do CNPq, em 1951, foi um dos movimentos mais visionários da história do Brasil. Em um contexto em que o sistema científico nacional ainda era incipiente, a decisão de instituir uma agência dedicada à ciência e à tecnologia revelou a compreensão de que o conhecimento seria essencial ao desenvolvimento.



Idealizado pelo almirante Álvaro Alberto, com apoio da comunidade científica, o então Conselho Nacional de Pesquisas nasceu vinculado à presidência da República, com a missão de formar recursos humanos, apoiar a pesquisa e estruturar a ciência no país.



Ao longo de 75 anos, o CNPq consolidou-se como um dos pilares do sistema nacional de ciência e tecnologia. Milhares de estudantes foram formados por meio de suas bolsas, da iniciação científica ao pós-doutorado, e gerações de pesquisadores tiveram suas trajetórias viabilizadas pela agência, contribuindo para a expansão e qualificação da produção científica brasileira.



Seu impacto ultrapassa o financiamento individual. O CNPq foi decisivo na consolidação da pós graduação, no fortalecimento de instituições estratégicas e na articulação de programas estruturantes em diversas áreas do conhecimento.



Também teve papel relevante na promoção da cooperação internacional, estabelecendo parcerias com instituições de dezenas de países e inserindo o Brasil em redes globais de pesquisa. O apoio à formação no exterior teve efeito multiplicador, com o retorno de cientistas que criaram novos grupos e ampliaram a capilaridade do sistema científico.



Programas como o Pronex, os Institutos do Milênio e os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) consolidaram redes de excelência. A Plataforma Lattes tornou-se ferramenta central para organização e avaliação da atividade científica no país.



Mesmo diante de restrições orçamentárias, o CNPq manteve sua atuação graças ao compromisso de seu corpo técnico e da comunidade científica. O sistema de avaliação por pares assegurou que mérito e relevância permanecessem critérios fundamentais na concessão de apoio.



Celebrar os 75 anos do CNPq é reconhecer que não há desenvolvimento sustentável sem investimento contínuo em ciência, tecnologia e educação. Em um mundo cada vez mais orientado pelo conhecimento, a estabilidade do financiamento científico é condição estratégica para inovar, competir e enfrentar desafios econômicos, sociais e ambientais. A inovação, em suas diversas dimensões, nasce desse ecossistema, convertendo conhecimento em soluções e desenvolvimento.



Nós, que tivemos a honra de presidir o CNPq em diferentes momentos de sua história, testemunhamos de perto o impacto transformador dessa instituição. Sabemos que seus resultados não se constroem no curto prazo, mas ao longo de décadas, com continuidade de políticas públicas, compromisso institucional e confiança na ciência.



O CNPq foi, é e continuará sendo uma instituição essencial para o Brasil. Seu impacto se constrói ao longo do tempo, com continuidade de políticas públicas e visão de longo prazo —bases indispensáveis para que a ciência siga contribuindo para o futuro do país.

A leitura do texto permite identificar sua orientação discursiva, bem como os traços que o vinculam a determinadas práticas de linguagem. A partir dessa leitura, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4045154 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão


CNPq 75 anos: uma jornada estratégica para o Brasil


A criação do CNPq, em 1951, foi um dos movimentos mais visionários da história do Brasil. Em um contexto em que o sistema científico nacional ainda era incipiente, a decisão de instituir uma agência dedicada à ciência e à tecnologia revelou a compreensão de que o conhecimento seria essencial ao desenvolvimento.



Idealizado pelo almirante Álvaro Alberto, com apoio da comunidade científica, o então Conselho Nacional de Pesquisas nasceu vinculado à presidência da República, com a missão de formar recursos humanos, apoiar a pesquisa e estruturar a ciência no país.



Ao longo de 75 anos, o CNPq consolidou-se como um dos pilares do sistema nacional de ciência e tecnologia. Milhares de estudantes foram formados por meio de suas bolsas, da iniciação científica ao pós-doutorado, e gerações de pesquisadores tiveram suas trajetórias viabilizadas pela agência, contribuindo para a expansão e qualificação da produção científica brasileira.



Seu impacto ultrapassa o financiamento individual. O CNPq foi decisivo na consolidação da pós graduação, no fortalecimento de instituições estratégicas e na articulação de programas estruturantes em diversas áreas do conhecimento.



Também teve papel relevante na promoção da cooperação internacional, estabelecendo parcerias com instituições de dezenas de países e inserindo o Brasil em redes globais de pesquisa. O apoio à formação no exterior teve efeito multiplicador, com o retorno de cientistas que criaram novos grupos e ampliaram a capilaridade do sistema científico.



Programas como o Pronex, os Institutos do Milênio e os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) consolidaram redes de excelência. A Plataforma Lattes tornou-se ferramenta central para organização e avaliação da atividade científica no país.



Mesmo diante de restrições orçamentárias, o CNPq manteve sua atuação graças ao compromisso de seu corpo técnico e da comunidade científica. O sistema de avaliação por pares assegurou que mérito e relevância permanecessem critérios fundamentais na concessão de apoio.



Celebrar os 75 anos do CNPq é reconhecer que não há desenvolvimento sustentável sem investimento contínuo em ciência, tecnologia e educação. Em um mundo cada vez mais orientado pelo conhecimento, a estabilidade do financiamento científico é condição estratégica para inovar, competir e enfrentar desafios econômicos, sociais e ambientais. A inovação, em suas diversas dimensões, nasce desse ecossistema, convertendo conhecimento em soluções e desenvolvimento.



Nós, que tivemos a honra de presidir o CNPq em diferentes momentos de sua história, testemunhamos de perto o impacto transformador dessa instituição. Sabemos que seus resultados não se constroem no curto prazo, mas ao longo de décadas, com continuidade de políticas públicas, compromisso institucional e confiança na ciência.



O CNPq foi, é e continuará sendo uma instituição essencial para o Brasil. Seu impacto se constrói ao longo do tempo, com continuidade de políticas públicas e visão de longo prazo —bases indispensáveis para que a ciência siga contribuindo para o futuro do país.

Considerando a organização em que se estrutura o texto, bem como o posicionamento enunciativo de seus autores, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4044986 Português
O exame físico é uma ferramenta de interatividade que deve transcender a coleta de dados orgânicos, permitindo o reconhecimento da singularidade e do contexto do sujeito. Com base exclusivamente na redação atual do Caderno 27 do Ministério da Saúde, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4044963 Português
Segundo Bechara, no decorrer de sua história, nem sempre a palavra preserva seu significado etimológico, isto é, originário. Por motivos variados, ela ultrapassa os limites de sua esfera semântica primitiva e passa a assumir diferentes valores, surgindo assim as figuras de linguagem.

Com base nisso, analise as afirmativas a seguir sobre as figuras de linguagem e identifique a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4044955 Português

Produção agrícola maior deve fortalecer geração de bioenergia.



Episódios recentes envolvendo rotas marítimas próximas ao Estreito de Ormuz — corredor estratégico por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo — retomou o debate sobre a segurança da oferta global de energia, desde o abastecimento aos preços dos fretes, da inflação energética e estabilidade logística.


O Brasil aparece como um caso particular entre as grandes economias: ao mesmo tempo em que o mercado global acompanha a volatilidade do petróleo, o país amplia a produção agrícola e, com ela, a oferta potencial de matérias-primas para energia renovável. A avaliação é da Fex Agro da rede de revendas de insumos em Mato Grosso.


Segundo o CEO da empresa, Daniel Barbosa, o avanço da colheita de grãos amplia a oferta de ativos energéticos ligados ao agronegócio brasileiro é uma oportunidade para que o país avance na geração de alternativas, como os biocombustíveis.


"Num ambiente em que o mundo volta a perceber o quanto ainda depende do petróleo, o Brasil apresenta uma combinação muito difícil de replicar: uma safra em grande escala, uma base energética renovável consolidada e capacidade industrial para agregar valor dentro da própria cadeia produtiva", afirma.


Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam avanço consistente da safra, com mais de 50% da área de soja, principal cultura agrícola do país, colhida.


O executivo se demonstra otimista ao defender que a expansão da produção agrícola reforça a disponibilidade de insumos para diferentes rotas energéticas. "O país colhe grãos, mas também amplia a oferta de matéria-prima para etanol, biodiesel, biometano e novas alternativas energéticas. Poucos países possuem um programa de biocombustíveis tão avançado quanto o brasileiro, o que aumenta a resiliência diante de choques externos", ressalta.


A discussão ganha relevância no momento em que o setor de biocombustíveis apresenta propostas para acelerar a transição energética no país, após a COP30, evento que culminou no documento "Fósseis", com etapas de transição até 2040.


O documento sugere ampliar o uso de etanol, biodiesel, combustível sustentável de aviação (SAF), biometano, produzido a partir de resíduos agropecuários, especialmente em regiões produtoras, e hidrogênio de baixa emissão de carbono.


Para a Fex Agro, a atual conjuntura internacional tende a reforçar a relevância desse modelo energético. "Quando petróleo, frete e segurança logística voltam ao centro do debate global, países capazes de produzir energia a partir do próprio campo passam a ter outro peso econômico. O Brasil já tem essa estrutura e ainda possui espaço para expandi-la", afirma o executivo.


Barbosa também defende maior visibilidade internacional para a sustentabilidade da produção agrícola brasileira. Segundo ele, a legislação ambiental e o modelo de preservação adotado pelos produtores ainda são pouco reconhecidos fora do país.


O etanol brasileiro permanece como um dos pilares da transição. Além da produção tradicional a partir da cana-de-açúcar, cresce o modelo baseado no milho, no qual a fabricação do biocombustível ocorre junto à geração de DDG, insumo proteico utilizado na nutrição animal.


"O milho sintetiza bem esse novo entendimento sobre as energias renováveis: da mesma matéria-prima saem energia, proteína e valor industrial. É uma cadeia que responde simultaneamente a três demandas globais — energia, alimento e eficiência produtiva", afirma Barbosa.



https://www.cnnbrasil.com.br/agro/producao-agricola-maior-deve-fortale

cer-geracao-de-bioenergia/


O texto aponta que o crescimento da produção agrícola no Brasil contribui para o fortalecimento da geração de bioenergia e para o aumento da resiliência econômica do país diante de choques externos.
Com base nas informações apresentadas, marque com V, as afirmativas verdadeiras, ou com F, as falsas.

(__) A produção de milho para biocombustíveis possibilita, ao mesmo tempo, atender à demanda energética e alimentar, promovendo maior eficiência na cadeia produtiva.
(__) A consolidação da base energética renovável no Brasil e a capacidade industrial de agregar valor proporcionam ao país uma vantagem estratégica diante de cenários de instabilidade no mercado global de petróleo.
(__) A expansão agrícola brasileira reduz automaticamente a volatilidade dos preços internacionais do petróleo, tornando o país independente de combustíveis fósseis.
(__) O modelo brasileiro de biocombustíveis reforça a sustentabilidade reconhecida internacionalmente, pois a legislação ambiental e as práticas de preservação locais são amplamente valorizadas no exterior.

Após análise, identifique a alternativa com sequência CORRETA.
Alternativas
Q4044885 Português
No trecho retirado do texto “De padrões de respiração até contar números para trás, já tentei inúmeros truques para dormir. Mas nenhum fez diferença, até que aprendi o embaralhamento cognitivo”, o vocábulo “nenhum” está retomando: 
Alternativas
Q4044883 Português
No trecho retirado do texto “formação de imagens diversas em série”, qual é a principal função das aspas duplas no contexto do segundo parágrafo, onde o excerto se encontra? 
Alternativas
Respostas
3001: B
3002: B
3003: D
3004: A
3005: B
3006: A
3007: B
3008: D
3009: D
3010: B
3011: C
3012: A
3013: C
3014: A
3015: B
3016: E
3017: C
3018: A
3019: D
3020: A