Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3311692 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


As boas relações para se viver mais e melhor


Gustavo Ranieri


    Longevidade não é um lugar, tampouco um conceito. A forma como você a observa determinará o que ela representa e como você deseja vivenciá-la. Há quem a encare com pesar e quem a veja com enorme alegria, fascinado com as múltiplas oportunidades que podem se apresentar para aquele que vive mais. Independentemente de qualquer coisa, especialistas que se dedicam ao estudo da longevidade são enfáticos ao garantir que o sucesso dessa etapa da jornada existencial está atrelado ao quanto você foi hábil e generoso ao nutrir ótimas relações com quem o cerca.

    Afinal de contas, durante o envelhecimento, talvez você necessite muitas vezes de uma mão amiga para a realização ou para a resolução de algumas questões. Além disso, se durante a juventude ter o apoio de amigos traz aquele conforto ao coração por sabermos que, não importa o que aconteça, teremos com quem contar para nos aconselhar, ajudar ou simplesmente nos ouvir, à medida que envelhecemos a situação e a sensação serão as mesmas, senão maiores, quando temos um bom círculo social. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/longevidade/. Acesso em: 15 set. 2024. Adaptado.

Assinale a afirmativa que está em desacordo com o texto.  
Alternativas
Q3311691 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


As boas relações para se viver mais e melhor


Gustavo Ranieri


    Longevidade não é um lugar, tampouco um conceito. A forma como você a observa determinará o que ela representa e como você deseja vivenciá-la. Há quem a encare com pesar e quem a veja com enorme alegria, fascinado com as múltiplas oportunidades que podem se apresentar para aquele que vive mais. Independentemente de qualquer coisa, especialistas que se dedicam ao estudo da longevidade são enfáticos ao garantir que o sucesso dessa etapa da jornada existencial está atrelado ao quanto você foi hábil e generoso ao nutrir ótimas relações com quem o cerca.

    Afinal de contas, durante o envelhecimento, talvez você necessite muitas vezes de uma mão amiga para a realização ou para a resolução de algumas questões. Além disso, se durante a juventude ter o apoio de amigos traz aquele conforto ao coração por sabermos que, não importa o que aconteça, teremos com quem contar para nos aconselhar, ajudar ou simplesmente nos ouvir, à medida que envelhecemos a situação e a sensação serão as mesmas, senão maiores, quando temos um bom círculo social. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/longevidade/. Acesso em: 15 set. 2024. Adaptado.

De acordo com o texto, para os estudiosos, o êxito da longevidade está relacionado a  
Alternativas
Q3311690 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


As boas relações para se viver mais e melhor


Gustavo Ranieri


    Longevidade não é um lugar, tampouco um conceito. A forma como você a observa determinará o que ela representa e como você deseja vivenciá-la. Há quem a encare com pesar e quem a veja com enorme alegria, fascinado com as múltiplas oportunidades que podem se apresentar para aquele que vive mais. Independentemente de qualquer coisa, especialistas que se dedicam ao estudo da longevidade são enfáticos ao garantir que o sucesso dessa etapa da jornada existencial está atrelado ao quanto você foi hábil e generoso ao nutrir ótimas relações com quem o cerca.

    Afinal de contas, durante o envelhecimento, talvez você necessite muitas vezes de uma mão amiga para a realização ou para a resolução de algumas questões. Além disso, se durante a juventude ter o apoio de amigos traz aquele conforto ao coração por sabermos que, não importa o que aconteça, teremos com quem contar para nos aconselhar, ajudar ou simplesmente nos ouvir, à medida que envelhecemos a situação e a sensação serão as mesmas, senão maiores, quando temos um bom círculo social. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/longevidade/. Acesso em: 15 set. 2024. Adaptado.

Segundo o texto, a longevidade, dependendo de cada pessoa, pode ser  

Alternativas
Q3311689 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


As boas relações para se viver mais e melhor


Gustavo Ranieri


    Longevidade não é um lugar, tampouco um conceito. A forma como você a observa determinará o que ela representa e como você deseja vivenciá-la. Há quem a encare com pesar e quem a veja com enorme alegria, fascinado com as múltiplas oportunidades que podem se apresentar para aquele que vive mais. Independentemente de qualquer coisa, especialistas que se dedicam ao estudo da longevidade são enfáticos ao garantir que o sucesso dessa etapa da jornada existencial está atrelado ao quanto você foi hábil e generoso ao nutrir ótimas relações com quem o cerca.

    Afinal de contas, durante o envelhecimento, talvez você necessite muitas vezes de uma mão amiga para a realização ou para a resolução de algumas questões. Além disso, se durante a juventude ter o apoio de amigos traz aquele conforto ao coração por sabermos que, não importa o que aconteça, teremos com quem contar para nos aconselhar, ajudar ou simplesmente nos ouvir, à medida que envelhecemos a situação e a sensação serão as mesmas, senão maiores, quando temos um bom círculo social. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/longevidade/. Acesso em: 15 set. 2024. Adaptado.

De acordo com o texto, longevidade representa  
Alternativas
Q3311468 Português
Analise as afirmativas a seguir: 

I. Nas últimas décadas, no entanto, o planejamento e o desenho das nossas cidades priorizaram a circulação de automóveis, tornando pedestres e ciclistas os usuários mais frágeis da rua.
II. O conceito de moderação de tráfego – também conhecido como tráfego acalmado, acalmamento de tráfego ou traffic calming - para além da diminuição de velocidades e de fluxo de veículos, visa a modificação do comportamento dos diferentes modos de transporte, aumentando a segurança viária e o conforto de todos, especialmente dos pedestres e ciclistas.

Marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3310449 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



(Disponível em: https://encurtador.com.br/3q6OM)

O texto da imagem tem como objetivo:
Alternativas
Q3310445 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Etarismo


     Etarismo é a discriminação devido à idade. Geralmente é direcionada a pessoas idosas, mas pode ser qualquer tipo de preconceito baseado na faixa etária, seja para crianças, jovens ou pessoas mais velhas.

    O etarismo prejudica a autoestima e o bem-estar emocional das vítimas, pode inclusive impedir que tenham acesso a oportunidades de trabalho, estudo, lazer, entre outros.

     Dizer que uma pessoa não tem idade para fazer determinada atividade ou mesmo dizer que alguém está muito bem para sua a idade são exemplos de etarismo.

    Excluir jovens ou pessoas mais velhas de ofertas de trabalho devido a sua idade também é um exemplo da discriminação. No Brasil, o etarismo é crime, segundo o artigo 96 do Estatuto do Idoso.

    O etarismo pode se manifestar de diferentes formas no Brasil e no mundo, porém, trata-se de um problema principalmente cultural. Os estereótipos relacionados com determinadas faixas etárias ajudam a construir e intensificar o problema.

    De modo geral, o chamado mundo ocidental valoriza a juventude e a vitalidade, diferente de outras sociedades que colocam os mais velhos em um lugar de sabedoria e valor.

     Na nossa sociedade se valoriza quem produz mais, quem aparenta estar saudável e belo. A juventude é fortemente ligada a ideia de beleza, o que faz com que a velhice seja associada a falta de saúde, fraqueza e feiura.

   Isso cria uma pressão social contra a ideia do envelhecimento, ao mesmo tempo que exclui pessoas mais velhas. O etarismo revela o medo geral do envelhecimento, a insegurança com relação às mudanças da vida e com a possível concorrência que pessoas idosas ativas e empoderadas poderiam gerar.


(“Etarismo”, Enciclopédia Significados. Texto adaptado. Disponível em: https://www.significados.com.br/etarismo/)
No contexto do texto, a palavra “faixa etária” pode ser substituída por:
Alternativas
Q3310444 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Etarismo


     Etarismo é a discriminação devido à idade. Geralmente é direcionada a pessoas idosas, mas pode ser qualquer tipo de preconceito baseado na faixa etária, seja para crianças, jovens ou pessoas mais velhas.

    O etarismo prejudica a autoestima e o bem-estar emocional das vítimas, pode inclusive impedir que tenham acesso a oportunidades de trabalho, estudo, lazer, entre outros.

     Dizer que uma pessoa não tem idade para fazer determinada atividade ou mesmo dizer que alguém está muito bem para sua a idade são exemplos de etarismo.

    Excluir jovens ou pessoas mais velhas de ofertas de trabalho devido a sua idade também é um exemplo da discriminação. No Brasil, o etarismo é crime, segundo o artigo 96 do Estatuto do Idoso.

    O etarismo pode se manifestar de diferentes formas no Brasil e no mundo, porém, trata-se de um problema principalmente cultural. Os estereótipos relacionados com determinadas faixas etárias ajudam a construir e intensificar o problema.

    De modo geral, o chamado mundo ocidental valoriza a juventude e a vitalidade, diferente de outras sociedades que colocam os mais velhos em um lugar de sabedoria e valor.

     Na nossa sociedade se valoriza quem produz mais, quem aparenta estar saudável e belo. A juventude é fortemente ligada a ideia de beleza, o que faz com que a velhice seja associada a falta de saúde, fraqueza e feiura.

   Isso cria uma pressão social contra a ideia do envelhecimento, ao mesmo tempo que exclui pessoas mais velhas. O etarismo revela o medo geral do envelhecimento, a insegurança com relação às mudanças da vida e com a possível concorrência que pessoas idosas ativas e empoderadas poderiam gerar.


(“Etarismo”, Enciclopédia Significados. Texto adaptado. Disponível em: https://www.significados.com.br/etarismo/)
Assinale a alternativa em que a palavra está CORRETAMENTE grafada.
Alternativas
Q3310443 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Etarismo


     Etarismo é a discriminação devido à idade. Geralmente é direcionada a pessoas idosas, mas pode ser qualquer tipo de preconceito baseado na faixa etária, seja para crianças, jovens ou pessoas mais velhas.

    O etarismo prejudica a autoestima e o bem-estar emocional das vítimas, pode inclusive impedir que tenham acesso a oportunidades de trabalho, estudo, lazer, entre outros.

     Dizer que uma pessoa não tem idade para fazer determinada atividade ou mesmo dizer que alguém está muito bem para sua a idade são exemplos de etarismo.

    Excluir jovens ou pessoas mais velhas de ofertas de trabalho devido a sua idade também é um exemplo da discriminação. No Brasil, o etarismo é crime, segundo o artigo 96 do Estatuto do Idoso.

    O etarismo pode se manifestar de diferentes formas no Brasil e no mundo, porém, trata-se de um problema principalmente cultural. Os estereótipos relacionados com determinadas faixas etárias ajudam a construir e intensificar o problema.

    De modo geral, o chamado mundo ocidental valoriza a juventude e a vitalidade, diferente de outras sociedades que colocam os mais velhos em um lugar de sabedoria e valor.

     Na nossa sociedade se valoriza quem produz mais, quem aparenta estar saudável e belo. A juventude é fortemente ligada a ideia de beleza, o que faz com que a velhice seja associada a falta de saúde, fraqueza e feiura.

   Isso cria uma pressão social contra a ideia do envelhecimento, ao mesmo tempo que exclui pessoas mais velhas. O etarismo revela o medo geral do envelhecimento, a insegurança com relação às mudanças da vida e com a possível concorrência que pessoas idosas ativas e empoderadas poderiam gerar.


(“Etarismo”, Enciclopédia Significados. Texto adaptado. Disponível em: https://www.significados.com.br/etarismo/)
O texto apresentado pode ser classificado como:
Alternativas
Q3310442 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Etarismo


     Etarismo é a discriminação devido à idade. Geralmente é direcionada a pessoas idosas, mas pode ser qualquer tipo de preconceito baseado na faixa etária, seja para crianças, jovens ou pessoas mais velhas.

    O etarismo prejudica a autoestima e o bem-estar emocional das vítimas, pode inclusive impedir que tenham acesso a oportunidades de trabalho, estudo, lazer, entre outros.

     Dizer que uma pessoa não tem idade para fazer determinada atividade ou mesmo dizer que alguém está muito bem para sua a idade são exemplos de etarismo.

    Excluir jovens ou pessoas mais velhas de ofertas de trabalho devido a sua idade também é um exemplo da discriminação. No Brasil, o etarismo é crime, segundo o artigo 96 do Estatuto do Idoso.

    O etarismo pode se manifestar de diferentes formas no Brasil e no mundo, porém, trata-se de um problema principalmente cultural. Os estereótipos relacionados com determinadas faixas etárias ajudam a construir e intensificar o problema.

    De modo geral, o chamado mundo ocidental valoriza a juventude e a vitalidade, diferente de outras sociedades que colocam os mais velhos em um lugar de sabedoria e valor.

     Na nossa sociedade se valoriza quem produz mais, quem aparenta estar saudável e belo. A juventude é fortemente ligada a ideia de beleza, o que faz com que a velhice seja associada a falta de saúde, fraqueza e feiura.

   Isso cria uma pressão social contra a ideia do envelhecimento, ao mesmo tempo que exclui pessoas mais velhas. O etarismo revela o medo geral do envelhecimento, a insegurança com relação às mudanças da vida e com a possível concorrência que pessoas idosas ativas e empoderadas poderiam gerar.


(“Etarismo”, Enciclopédia Significados. Texto adaptado. Disponível em: https://www.significados.com.br/etarismo/)
De acordo com o texto, quem é valorizado na nossa sociedade?
Alternativas
Q3310441 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Etarismo


     Etarismo é a discriminação devido à idade. Geralmente é direcionada a pessoas idosas, mas pode ser qualquer tipo de preconceito baseado na faixa etária, seja para crianças, jovens ou pessoas mais velhas.

    O etarismo prejudica a autoestima e o bem-estar emocional das vítimas, pode inclusive impedir que tenham acesso a oportunidades de trabalho, estudo, lazer, entre outros.

     Dizer que uma pessoa não tem idade para fazer determinada atividade ou mesmo dizer que alguém está muito bem para sua a idade são exemplos de etarismo.

    Excluir jovens ou pessoas mais velhas de ofertas de trabalho devido a sua idade também é um exemplo da discriminação. No Brasil, o etarismo é crime, segundo o artigo 96 do Estatuto do Idoso.

    O etarismo pode se manifestar de diferentes formas no Brasil e no mundo, porém, trata-se de um problema principalmente cultural. Os estereótipos relacionados com determinadas faixas etárias ajudam a construir e intensificar o problema.

    De modo geral, o chamado mundo ocidental valoriza a juventude e a vitalidade, diferente de outras sociedades que colocam os mais velhos em um lugar de sabedoria e valor.

     Na nossa sociedade se valoriza quem produz mais, quem aparenta estar saudável e belo. A juventude é fortemente ligada a ideia de beleza, o que faz com que a velhice seja associada a falta de saúde, fraqueza e feiura.

   Isso cria uma pressão social contra a ideia do envelhecimento, ao mesmo tempo que exclui pessoas mais velhas. O etarismo revela o medo geral do envelhecimento, a insegurança com relação às mudanças da vida e com a possível concorrência que pessoas idosas ativas e empoderadas poderiam gerar.


(“Etarismo”, Enciclopédia Significados. Texto adaptado. Disponível em: https://www.significados.com.br/etarismo/)
Segundo o texto, o etarismo:
Alternativas
Q3310321 Português
Pesquisadora norte-americana fala sobre como a vulnerabilidade é o berço da inovação, da criatividade e da mudança. Para atingirmos isso no trabalho, é preciso ser vulnerável e saber pedir ajuda quando necessário. Qual fala melhor demonstra a vontade de ser ajudado?
Alternativas
Q3310312 Português
Em 2024, a bicicleta superou o carro como meio de transporte mais utilizado em Paris. Apesar de não alcançar as mesmas velocidades, a bicicleta é muito vantajosa no que diz respeito ao impacto ambiental, uma vez que: 
Alternativas
Q3310235 Português
Analisar o texto abaixo:

A tartaruga e a lebre Uma tartaruga e uma lebre discutiam para saber quem era a mais veloz. Por isso, combinaram uma data para uma corrida e um local aonde deveriam chegar. No dia certo, partiram. A lebre, que contava com sua rapidez natural, não se preocupou com a corrida. Caiu à beira de uma estrada e adormeceu. Já a tartaruga, que sabia quão lenta era, não perdeu tempo e, deixando a lebre dorminhoca para trás, venceu a aposta.
(Fonte: Esopo — adaptado.)

De acordo com os gêneros textuais, esse texto é uma: 
Alternativas
Q3310136 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.Ela é uma leoa quando defende seus filhos.
II.Ele é forte como um touro.
III.O vento sussurrava segredos ao passar pelas árvores.
IV.A vida é um jogo de xadrez, onde cada movimento conta.

Em quais das afirmativas lidas há o emprego de uma metáfora?
Alternativas
Q3309906 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos


    O dia 1º de maio virou feriado no Brasil em 1924, por força de uma lei aprovada pelo Senado e pela Câmara e assinada pelo presidente Arthur Bernardes. A data entrou no calendário oficial para celebrar a “confraternidade universal das classes operárias” e os “mártires do trabalho”.

    Documentos da época guardados no Arquivo do Senado, em Brasília, revelam que, ao oficializar o Dia do Trabalhador há cem anos, Bernardes teve como objetivo domesticar a data. 

    Até então, muitos sindicatos usavam o 1º de maio para organizar comícios e protestos contra a exploração no trabalho. Era uma época em que praticamente inexistiam direitos trabalhistas no Brasil.

    Para o governo, a data não deveria ser de reivindicação, mas de festa. Na mensagem presidencial que enviou ao Congresso Nacional no início de 1925, Bernardes agradeceu a aprovação da lei do Dia do Trabalhador e disse que a substituição da luta pelos festejos já era uma salutar tendência: “A significação que essa data passou a ter nestes últimos tempos, consagrando-se não mais a protestos subversivos, mas à glorificação do trabalho ordeiro e útil, justifica plenamente o vosso ato”.

    A lei foi sancionada em setembro de 1924. Embora o Brasil fosse majoritariamente agrário, as maiores cidades do país já tinham um número considerável de fábricas, principalmente de tecidos, móveis e alimentos.

    Os trabalhadores do começo do século 20, contudo, não se resignavam. As paralisações eram frequentes. A mais célebre delas foi a grande greve de 1917, que envolveu 50 mil operários da cidade de São Paulo e se estendeu por uma semana. O movimento foi violentamente sufocado pela polícia, teve 200 mortos, incluindo operários e policiais.

    A historiadora Isabel Bilhão acredita que a criminalização do movimento operário como política de Estado nas primeiras décadas da República tem reflexos ainda hoje no Brasil, o que explicaria o fato de uma parte da sociedade não ver com bons olhos o movimento sindical e as greves. A imagem negativa foi reforçada nas ditaduras do Estado Novo e militar, quando o sindicalismo esteve amordaçado e as tentativas de politizá-lo foram reprimidas.

    Na visão dela, é importante que o Brasil de hoje conheça a história do trabalho no país — incluindo a oficialização, há cem anos, do Dia do Trabalhador: “Quando conhecemos essa história, entendemos que, ao contrário do que diz o discurso oficial, os direitos trabalhistas não caíram do céu, não foram uma dádiva de Vargas. Vieram depois de uma longa luta, de muito esforço, à custa da prisão e da morte de muitas pessoas. São fruto de uma construção. Da mesma forma que foram construídos, podem também ser descontruídos. Quando ignoramos a história, não valorizamos os direitos trabalhistas e corremos o risco de perdê-los. Podemos acabar acreditando naquele velho discurso de que há direitos em excesso impedindo o desenvolvimento econômico do Brasil”.


(“Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos”, de Ricardo Westin. Senado Federal, 3 maio 2024. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/brasil-oficializou-dia-dotrabalhador-para-incentivar-festas-e-conter-protestos. Texto adaptado)
Assinale a alternativa que classifica CORRETAMENTE a figura de linguagem presente na frase a seguir.

“Os trabalhadores esperaram uma eternidade por seus direitos”. 
Alternativas
Q3309903 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos


    O dia 1º de maio virou feriado no Brasil em 1924, por força de uma lei aprovada pelo Senado e pela Câmara e assinada pelo presidente Arthur Bernardes. A data entrou no calendário oficial para celebrar a “confraternidade universal das classes operárias” e os “mártires do trabalho”.

    Documentos da época guardados no Arquivo do Senado, em Brasília, revelam que, ao oficializar o Dia do Trabalhador há cem anos, Bernardes teve como objetivo domesticar a data. 

    Até então, muitos sindicatos usavam o 1º de maio para organizar comícios e protestos contra a exploração no trabalho. Era uma época em que praticamente inexistiam direitos trabalhistas no Brasil.

    Para o governo, a data não deveria ser de reivindicação, mas de festa. Na mensagem presidencial que enviou ao Congresso Nacional no início de 1925, Bernardes agradeceu a aprovação da lei do Dia do Trabalhador e disse que a substituição da luta pelos festejos já era uma salutar tendência: “A significação que essa data passou a ter nestes últimos tempos, consagrando-se não mais a protestos subversivos, mas à glorificação do trabalho ordeiro e útil, justifica plenamente o vosso ato”.

    A lei foi sancionada em setembro de 1924. Embora o Brasil fosse majoritariamente agrário, as maiores cidades do país já tinham um número considerável de fábricas, principalmente de tecidos, móveis e alimentos.

    Os trabalhadores do começo do século 20, contudo, não se resignavam. As paralisações eram frequentes. A mais célebre delas foi a grande greve de 1917, que envolveu 50 mil operários da cidade de São Paulo e se estendeu por uma semana. O movimento foi violentamente sufocado pela polícia, teve 200 mortos, incluindo operários e policiais.

    A historiadora Isabel Bilhão acredita que a criminalização do movimento operário como política de Estado nas primeiras décadas da República tem reflexos ainda hoje no Brasil, o que explicaria o fato de uma parte da sociedade não ver com bons olhos o movimento sindical e as greves. A imagem negativa foi reforçada nas ditaduras do Estado Novo e militar, quando o sindicalismo esteve amordaçado e as tentativas de politizá-lo foram reprimidas.

    Na visão dela, é importante que o Brasil de hoje conheça a história do trabalho no país — incluindo a oficialização, há cem anos, do Dia do Trabalhador: “Quando conhecemos essa história, entendemos que, ao contrário do que diz o discurso oficial, os direitos trabalhistas não caíram do céu, não foram uma dádiva de Vargas. Vieram depois de uma longa luta, de muito esforço, à custa da prisão e da morte de muitas pessoas. São fruto de uma construção. Da mesma forma que foram construídos, podem também ser descontruídos. Quando ignoramos a história, não valorizamos os direitos trabalhistas e corremos o risco de perdê-los. Podemos acabar acreditando naquele velho discurso de que há direitos em excesso impedindo o desenvolvimento econômico do Brasil”.


(“Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos”, de Ricardo Westin. Senado Federal, 3 maio 2024. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/brasil-oficializou-dia-dotrabalhador-para-incentivar-festas-e-conter-protestos. Texto adaptado)
“A __________ destacou a importância dos __________ para a compreensão da história trabalhista”.

Assinale a alternativa que completa a frase acima com as palavras que se adequam CORRETAMENTE ao contexto e ao gênero.
Alternativas
Q3309899 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos


    O dia 1º de maio virou feriado no Brasil em 1924, por força de uma lei aprovada pelo Senado e pela Câmara e assinada pelo presidente Arthur Bernardes. A data entrou no calendário oficial para celebrar a “confraternidade universal das classes operárias” e os “mártires do trabalho”.

    Documentos da época guardados no Arquivo do Senado, em Brasília, revelam que, ao oficializar o Dia do Trabalhador há cem anos, Bernardes teve como objetivo domesticar a data. 

    Até então, muitos sindicatos usavam o 1º de maio para organizar comícios e protestos contra a exploração no trabalho. Era uma época em que praticamente inexistiam direitos trabalhistas no Brasil.

    Para o governo, a data não deveria ser de reivindicação, mas de festa. Na mensagem presidencial que enviou ao Congresso Nacional no início de 1925, Bernardes agradeceu a aprovação da lei do Dia do Trabalhador e disse que a substituição da luta pelos festejos já era uma salutar tendência: “A significação que essa data passou a ter nestes últimos tempos, consagrando-se não mais a protestos subversivos, mas à glorificação do trabalho ordeiro e útil, justifica plenamente o vosso ato”.

    A lei foi sancionada em setembro de 1924. Embora o Brasil fosse majoritariamente agrário, as maiores cidades do país já tinham um número considerável de fábricas, principalmente de tecidos, móveis e alimentos.

    Os trabalhadores do começo do século 20, contudo, não se resignavam. As paralisações eram frequentes. A mais célebre delas foi a grande greve de 1917, que envolveu 50 mil operários da cidade de São Paulo e se estendeu por uma semana. O movimento foi violentamente sufocado pela polícia, teve 200 mortos, incluindo operários e policiais.

    A historiadora Isabel Bilhão acredita que a criminalização do movimento operário como política de Estado nas primeiras décadas da República tem reflexos ainda hoje no Brasil, o que explicaria o fato de uma parte da sociedade não ver com bons olhos o movimento sindical e as greves. A imagem negativa foi reforçada nas ditaduras do Estado Novo e militar, quando o sindicalismo esteve amordaçado e as tentativas de politizá-lo foram reprimidas.

    Na visão dela, é importante que o Brasil de hoje conheça a história do trabalho no país — incluindo a oficialização, há cem anos, do Dia do Trabalhador: “Quando conhecemos essa história, entendemos que, ao contrário do que diz o discurso oficial, os direitos trabalhistas não caíram do céu, não foram uma dádiva de Vargas. Vieram depois de uma longa luta, de muito esforço, à custa da prisão e da morte de muitas pessoas. São fruto de uma construção. Da mesma forma que foram construídos, podem também ser descontruídos. Quando ignoramos a história, não valorizamos os direitos trabalhistas e corremos o risco de perdê-los. Podemos acabar acreditando naquele velho discurso de que há direitos em excesso impedindo o desenvolvimento econômico do Brasil”.


(“Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos”, de Ricardo Westin. Senado Federal, 3 maio 2024. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/brasil-oficializou-dia-dotrabalhador-para-incentivar-festas-e-conter-protestos. Texto adaptado)
A partir da citação da historiadora Isabel Bilhão, assinale a alternativa CORRETA sobre a importância do conhecimento da história do trabalho no Brasil.
Alternativas
Q3309898 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos


    O dia 1º de maio virou feriado no Brasil em 1924, por força de uma lei aprovada pelo Senado e pela Câmara e assinada pelo presidente Arthur Bernardes. A data entrou no calendário oficial para celebrar a “confraternidade universal das classes operárias” e os “mártires do trabalho”.

    Documentos da época guardados no Arquivo do Senado, em Brasília, revelam que, ao oficializar o Dia do Trabalhador há cem anos, Bernardes teve como objetivo domesticar a data. 

    Até então, muitos sindicatos usavam o 1º de maio para organizar comícios e protestos contra a exploração no trabalho. Era uma época em que praticamente inexistiam direitos trabalhistas no Brasil.

    Para o governo, a data não deveria ser de reivindicação, mas de festa. Na mensagem presidencial que enviou ao Congresso Nacional no início de 1925, Bernardes agradeceu a aprovação da lei do Dia do Trabalhador e disse que a substituição da luta pelos festejos já era uma salutar tendência: “A significação que essa data passou a ter nestes últimos tempos, consagrando-se não mais a protestos subversivos, mas à glorificação do trabalho ordeiro e útil, justifica plenamente o vosso ato”.

    A lei foi sancionada em setembro de 1924. Embora o Brasil fosse majoritariamente agrário, as maiores cidades do país já tinham um número considerável de fábricas, principalmente de tecidos, móveis e alimentos.

    Os trabalhadores do começo do século 20, contudo, não se resignavam. As paralisações eram frequentes. A mais célebre delas foi a grande greve de 1917, que envolveu 50 mil operários da cidade de São Paulo e se estendeu por uma semana. O movimento foi violentamente sufocado pela polícia, teve 200 mortos, incluindo operários e policiais.

    A historiadora Isabel Bilhão acredita que a criminalização do movimento operário como política de Estado nas primeiras décadas da República tem reflexos ainda hoje no Brasil, o que explicaria o fato de uma parte da sociedade não ver com bons olhos o movimento sindical e as greves. A imagem negativa foi reforçada nas ditaduras do Estado Novo e militar, quando o sindicalismo esteve amordaçado e as tentativas de politizá-lo foram reprimidas.

    Na visão dela, é importante que o Brasil de hoje conheça a história do trabalho no país — incluindo a oficialização, há cem anos, do Dia do Trabalhador: “Quando conhecemos essa história, entendemos que, ao contrário do que diz o discurso oficial, os direitos trabalhistas não caíram do céu, não foram uma dádiva de Vargas. Vieram depois de uma longa luta, de muito esforço, à custa da prisão e da morte de muitas pessoas. São fruto de uma construção. Da mesma forma que foram construídos, podem também ser descontruídos. Quando ignoramos a história, não valorizamos os direitos trabalhistas e corremos o risco de perdê-los. Podemos acabar acreditando naquele velho discurso de que há direitos em excesso impedindo o desenvolvimento econômico do Brasil”.


(“Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos”, de Ricardo Westin. Senado Federal, 3 maio 2024. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/brasil-oficializou-dia-dotrabalhador-para-incentivar-festas-e-conter-protestos. Texto adaptado)
De acordo com o texto, qual foi o impacto da grande greve de 1917 em São Paulo?
Alternativas
Q3309897 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos


    O dia 1º de maio virou feriado no Brasil em 1924, por força de uma lei aprovada pelo Senado e pela Câmara e assinada pelo presidente Arthur Bernardes. A data entrou no calendário oficial para celebrar a “confraternidade universal das classes operárias” e os “mártires do trabalho”.

    Documentos da época guardados no Arquivo do Senado, em Brasília, revelam que, ao oficializar o Dia do Trabalhador há cem anos, Bernardes teve como objetivo domesticar a data. 

    Até então, muitos sindicatos usavam o 1º de maio para organizar comícios e protestos contra a exploração no trabalho. Era uma época em que praticamente inexistiam direitos trabalhistas no Brasil.

    Para o governo, a data não deveria ser de reivindicação, mas de festa. Na mensagem presidencial que enviou ao Congresso Nacional no início de 1925, Bernardes agradeceu a aprovação da lei do Dia do Trabalhador e disse que a substituição da luta pelos festejos já era uma salutar tendência: “A significação que essa data passou a ter nestes últimos tempos, consagrando-se não mais a protestos subversivos, mas à glorificação do trabalho ordeiro e útil, justifica plenamente o vosso ato”.

    A lei foi sancionada em setembro de 1924. Embora o Brasil fosse majoritariamente agrário, as maiores cidades do país já tinham um número considerável de fábricas, principalmente de tecidos, móveis e alimentos.

    Os trabalhadores do começo do século 20, contudo, não se resignavam. As paralisações eram frequentes. A mais célebre delas foi a grande greve de 1917, que envolveu 50 mil operários da cidade de São Paulo e se estendeu por uma semana. O movimento foi violentamente sufocado pela polícia, teve 200 mortos, incluindo operários e policiais.

    A historiadora Isabel Bilhão acredita que a criminalização do movimento operário como política de Estado nas primeiras décadas da República tem reflexos ainda hoje no Brasil, o que explicaria o fato de uma parte da sociedade não ver com bons olhos o movimento sindical e as greves. A imagem negativa foi reforçada nas ditaduras do Estado Novo e militar, quando o sindicalismo esteve amordaçado e as tentativas de politizá-lo foram reprimidas.

    Na visão dela, é importante que o Brasil de hoje conheça a história do trabalho no país — incluindo a oficialização, há cem anos, do Dia do Trabalhador: “Quando conhecemos essa história, entendemos que, ao contrário do que diz o discurso oficial, os direitos trabalhistas não caíram do céu, não foram uma dádiva de Vargas. Vieram depois de uma longa luta, de muito esforço, à custa da prisão e da morte de muitas pessoas. São fruto de uma construção. Da mesma forma que foram construídos, podem também ser descontruídos. Quando ignoramos a história, não valorizamos os direitos trabalhistas e corremos o risco de perdê-los. Podemos acabar acreditando naquele velho discurso de que há direitos em excesso impedindo o desenvolvimento econômico do Brasil”.


(“Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos”, de Ricardo Westin. Senado Federal, 3 maio 2024. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/brasil-oficializou-dia-dotrabalhador-para-incentivar-festas-e-conter-protestos. Texto adaptado)
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