Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3305309 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Celular causa câncer no cérebro?


Uma revisão sistemática sobre os possíveis efeitos à saúde decorrentes da exposição às ondas de rádio mostrou que os telefones celulares não estão relacionados ao câncer no cérebro.

A análise, encomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi publicada nesta semana na revista científica Environment International.

Os celulares geralmente são segurados junto à cabeça durante o uso. E eles emitem ondas de rádio, um tipo de radiação não ionizante. Estes dois fatores são, em grande parte, o motivo pelo qual surgiu a ideia de que os celulares poderiam causar câncer no cérebro.

A possibilidade de que os celulares possam causar câncer é uma preocupação de longa data. Os celulares — e a tecnologia wireless (sem fio) de forma mais ampla — são uma parte importante das nossas vidas cotidianas. Por isso, é fundamental que a ciência avalie a segurança da exposição às ondas de rádio destes dispositivos.

Ao longo dos anos, o consenso científico permaneceu forte — não há associação entre as ondas de rádio dos celulares e o câncer no cérebro, ou a saúde de forma mais ampla.

Apesar do consenso, foram publicados estudos de pesquisa ocasionais que sugeriram a possibilidade de fazer mal.

Em 2011, a Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC, na sigla em inglês) classificou a exposição a ondas de rádio como um possível carcinógeno para seres humanos. O significado desta classificação foi amplamente mal interpretado — e levou a um aumento na preocupação.

A IARC faz parte da Organização Mundial da Saúde. E sua classificação das ondas de rádio como um possível carcinógeno foi baseada, em grande parte, em evidências limitadas de estudos observacionais com seres humanos. Também conhecidos como estudos epidemiológicos, eles observam a taxa de doenças, e como elas podem ser causadas em populações humanas.

Estudos observacionais são a melhor ferramenta que os pesquisadores têm para investigar efeitos de longo prazo na saúde dos seres humanos, mas os resultados podem ser, com frequência, tendenciosos.

A classificação da IARC se baseou em estudos observacionais anteriores, em que pessoas com câncer no cérebro relataram que usavam o celular mais do que realmente usavam. Um exemplo é o estudo conhecido como Interphone.

Esta nova revisão sistemática de estudos observacionais em seres humanos é baseada em um conjunto de dados muito maior em comparação com o que a IARC analisou em 2011.

Ela inclui estudos mais recentes e mais abrangentes. Isso significa que agora podemos ter mais confiança de que a exposição a ondas de rádio de telefones celulares ou tecnologias sem fio não está associada a um risco maior de câncer no cérebro.

A nova análise faz parte de uma série de revisões sistemáticas encomendadas pela OMS para investigar mais de perto os possíveis efeitos na saúde associados à exposição a ondas de rádio.

Esta revisão sistemática oferece a evidência mais forte até o momento de que as ondas de rádio de tecnologias sem fio não são um risco à saúde humana.

É a revisão mais abrangente sobre este tema. Ela levou em consideração mais de 5 mil estudos, dos quais 63, publicados entre 1994 e 2022, foram incluídos na análise final. A principal razão pela qual estudos foram excluídos foi que eles não eram realmente relevantes; isso é muito comum em resultados de pesquisa de revisões sistemáticas.

Não foi encontrada nenhuma associação entre uso de celular e câncer no cérebro, ou qualquer outro câncer na cabeça ou pescoço.

Também não foi encontrada associação com o câncer se a pessoa usava telefone celular por dez anos ou mais (uso prolongado). A frequência de uso — com base no número de chamadas ou no tempo gasto ao telefone — tampouco fazia diferença.

É importante ressaltar que estas descobertas estão alinhadas com pesquisas anteriores. Isso mostra que, embora o uso de tecnologias sem fio tenha aumentado enormemente nas últimas décadas, não houve aumento na incidência de câncer no cérebro.

Os celulares emitem ondas de rádio de baixo nível, abaixo destes limites de segurança, e não há evidências de que a exposição a elas tenha impacto na saúde humana.

Apesar disso, é importante que as pesquisas continuem. A tecnologia está se desenvolvendo em um ritmo acelerado. Com esse avanço, vem o uso de ondas de rádio de diferentes maneiras, com diferentes frequências. Por isso, é essencial que a ciência continue a garantir que a exposição às ondas de rádio provenientes destas tecnologias permaneça segura.

O desafio que temos agora é assegurar que esta nova pesquisa acabe com as concepções equivocadas e a desinformação persistentes sobre telefones celulares e câncer no cérebro.

Ainda não há evidências de nenhum efeito para a saúde decorrente da exposição relacionada aos telefones celulares — e isso é uma coisa boa.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjve7y6407o



O que o texto indica sobre a relação entre o aumento do uso de tecnologias sem fio e a incidência de câncer no cérebro?
Alternativas
Q3305307 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Celular causa câncer no cérebro?


Uma revisão sistemática sobre os possíveis efeitos à saúde decorrentes da exposição às ondas de rádio mostrou que os telefones celulares não estão relacionados ao câncer no cérebro.

A análise, encomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi publicada nesta semana na revista científica Environment International.

Os celulares geralmente são segurados junto à cabeça durante o uso. E eles emitem ondas de rádio, um tipo de radiação não ionizante. Estes dois fatores são, em grande parte, o motivo pelo qual surgiu a ideia de que os celulares poderiam causar câncer no cérebro.

A possibilidade de que os celulares possam causar câncer é uma preocupação de longa data. Os celulares — e a tecnologia wireless (sem fio) de forma mais ampla — são uma parte importante das nossas vidas cotidianas. Por isso, é fundamental que a ciência avalie a segurança da exposição às ondas de rádio destes dispositivos.

Ao longo dos anos, o consenso científico permaneceu forte — não há associação entre as ondas de rádio dos celulares e o câncer no cérebro, ou a saúde de forma mais ampla.

Apesar do consenso, foram publicados estudos de pesquisa ocasionais que sugeriram a possibilidade de fazer mal.

Em 2011, a Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC, na sigla em inglês) classificou a exposição a ondas de rádio como um possível carcinógeno para seres humanos. O significado desta classificação foi amplamente mal interpretado — e levou a um aumento na preocupação.

A IARC faz parte da Organização Mundial da Saúde. E sua classificação das ondas de rádio como um possível carcinógeno foi baseada, em grande parte, em evidências limitadas de estudos observacionais com seres humanos. Também conhecidos como estudos epidemiológicos, eles observam a taxa de doenças, e como elas podem ser causadas em populações humanas.

Estudos observacionais são a melhor ferramenta que os pesquisadores têm para investigar efeitos de longo prazo na saúde dos seres humanos, mas os resultados podem ser, com frequência, tendenciosos.

A classificação da IARC se baseou em estudos observacionais anteriores, em que pessoas com câncer no cérebro relataram que usavam o celular mais do que realmente usavam. Um exemplo é o estudo conhecido como Interphone.

Esta nova revisão sistemática de estudos observacionais em seres humanos é baseada em um conjunto de dados muito maior em comparação com o que a IARC analisou em 2011.

Ela inclui estudos mais recentes e mais abrangentes. Isso significa que agora podemos ter mais confiança de que a exposição a ondas de rádio de telefones celulares ou tecnologias sem fio não está associada a um risco maior de câncer no cérebro.

A nova análise faz parte de uma série de revisões sistemáticas encomendadas pela OMS para investigar mais de perto os possíveis efeitos na saúde associados à exposição a ondas de rádio.

Esta revisão sistemática oferece a evidência mais forte até o momento de que as ondas de rádio de tecnologias sem fio não são um risco à saúde humana.

É a revisão mais abrangente sobre este tema. Ela levou em consideração mais de 5 mil estudos, dos quais 63, publicados entre 1994 e 2022, foram incluídos na análise final. A principal razão pela qual estudos foram excluídos foi que eles não eram realmente relevantes; isso é muito comum em resultados de pesquisa de revisões sistemáticas.

Não foi encontrada nenhuma associação entre uso de celular e câncer no cérebro, ou qualquer outro câncer na cabeça ou pescoço.

Também não foi encontrada associação com o câncer se a pessoa usava telefone celular por dez anos ou mais (uso prolongado). A frequência de uso — com base no número de chamadas ou no tempo gasto ao telefone — tampouco fazia diferença.

É importante ressaltar que estas descobertas estão alinhadas com pesquisas anteriores. Isso mostra que, embora o uso de tecnologias sem fio tenha aumentado enormemente nas últimas décadas, não houve aumento na incidência de câncer no cérebro.

Os celulares emitem ondas de rádio de baixo nível, abaixo destes limites de segurança, e não há evidências de que a exposição a elas tenha impacto na saúde humana.

Apesar disso, é importante que as pesquisas continuem. A tecnologia está se desenvolvendo em um ritmo acelerado. Com esse avanço, vem o uso de ondas de rádio de diferentes maneiras, com diferentes frequências. Por isso, é essencial que a ciência continue a garantir que a exposição às ondas de rádio provenientes destas tecnologias permaneça segura.

O desafio que temos agora é assegurar que esta nova pesquisa acabe com as concepções equivocadas e a desinformação persistentes sobre telefones celulares e câncer no cérebro.

Ainda não há evidências de nenhum efeito para a saúde decorrente da exposição relacionada aos telefones celulares — e isso é uma coisa boa.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjve7y6407o



Qual é a recomendação final do texto sobre o uso de tecnologias que emitem ondas de rádio?

Alternativas
Q3305181 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que causa o aquecimento global?


O aquecimento global fez com que os últimos seis anos fossem os mais quentes registrados desde 1880 (era pré-industrial), de acordo com um comunicado de imprensa da Organização Meteorológica Mundial (OMM), divulgado em janeiro de 2022.

Em 2015, os Estados Membros do Acordo de Paris se comprometeram a limitar o aumento da temperatura média da Terra bem abaixo de 2°C, de preferência a 1,5°C. Entretanto, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) alerta que esse patamar pode ser alcançado já nos próximos 15 anos, se as causas do aquecimento global não forem enfrentadas.

De acordo com o Pnuma, as atividades humanas são as responsáveis pela maior parte do aquecimento global. Isso porque as práticas usadas para a manutenção da sociedade moderna emitem gases de efeito estufa (GEE).

Entre as principais atividades que produzem GEE, a organização internacional aponta a geração de energia elétrica e de calor por meio da queima de combustíveis fósseis como carvão, petróleo e gás natural; a atividade industrial na produção de artigos como cimento, ferro, aço, eletrônicos, plásticos, roupas e outros bens; a mineração; e o desmatamento.

O efeito estufa é o aquecimento da atmosfera causado por determinados gases. Os chamados gases de efeito estufa, como dióxido de carbono, o metano e o óxido nitroso, retêm parte do calor do Sol, impedindo que ele escape novamente para o espaço. Esse efeito é o que torna o clima na Terra adequado para a vida.

Entretanto, quanto maior a quantidade de gases de efeito estufa, mais calor é retido. Segundo o relatório da OMM, por conta das ações humanas, em 2020, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera atingiu o maior índice já registrado: 4,14 partes por milhão (ppm).


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2022/11/o-qu e-causa-o-aquecimento-global
De acordo com o texto, qual é o alerta do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) em relação ao Acordo de Paris?
Alternativas
Q3305144 Português
Leia com atenção a afirmativa abaixo:

Havia uma profusão de flores no jardim, criando um espetáculo de cores vibrantes. 

Em qual das afirmativas lidas abaixo há o emprego de uma palavra antônima à palavra destacada acima?
Alternativas
Q3305141 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que causa o aquecimento global?


O aquecimento global fez com que os últimos seis anos fossem os mais quentes registrados desde 1880 (era pré-industrial), de acordo com um comunicado de imprensa da Organização Meteorológica Mundial (OMM), divulgado em janeiro de 2022.

Em 2015, os Estados Membros do Acordo de Paris se comprometeram a limitar o aumento da temperatura média da Terra bem abaixo de 2°C, de preferência a 1,5°C. Entretanto, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) alerta que esse patamar pode ser alcançado já nos próximos 15 anos, se as causas do aquecimento global não forem enfrentadas.

De acordo com o Pnuma, as atividades humanas são as responsáveis pela maior parte do aquecimento global. Isso porque as práticas usadas para a manutenção da sociedade moderna emitem gases de efeito estufa (GEE).

Entre as principais atividades que produzem GEE, a organização internacional aponta a geração de energia elétrica e de calor por meio da queima de combustíveis fósseis como carvão, petróleo e gás natural; a atividade industrial na produção de artigos como cimento, ferro, aço, eletrônicos, plásticos, roupas e outros bens; a mineração; e o desmatamento.

O efeito estufa é o aquecimento da atmosfera causado por determinados gases. Os chamados gases de efeito estufa, como dióxido de carbono, o metano e o óxido nitroso, retêm parte do calor do Sol, impedindo que ele escape novamente para o espaço. Esse efeito é o que torna o clima na Terra adequado para a vida.

Entretanto, quanto maior a quantidade de gases de efeito estufa, mais calor é retido. Segundo o relatório da OMM, por conta das ações humanas, em 2020, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera atingiu o maior índice já registrado: 4,14 partes por milhão (ppm).


https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2022/11/o-qu e-causa-o-aquecimento-global
De acordo com o texto, qual das atividades abaixo NÃO é mencionada como produtora de gases de efeito estufa (GEE)?
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IDCAP Órgão: UNEB Prova: IDCAP - 2024 - UNEB - Técnico Universitário |
Q3304463 Português
As habilidades necessárias para ter sucesso na era da inteligência artificial

O mercado de trabalho muda mais rápido do que nunca, e muitos dos empregos que existem hoje desaparecerão em breve.

Há dois fatores principais que provocam esta reviravolta, de acordo com um estudo recente do Fórum Econômico Mundial: o surgimento de novas tecnologias e automação; e a transição para a economia verde.

A previsão é de que o rápido avanço de novas tecnologias, como big data, computação em nuvem e inteligência artificial, leve a mudanças drásticas no mercado de trabalho.

 A boa notícia é que a chegada de novas tecnologias impulsiona a economia como um todo e, ao mesmo tempo em que extingue alguns empregos, gera muitos outros. Afinal, quando uma empresa consegue ganhar mais com menos recursos, ela se expande naturalmente.

Pesquisadores do Fórum Econômico Mundial dizem que quase um quarto de todas as profissões atuais mudarão nos próximos cinco anos.

Para ter sucesso no mercado de trabalho cada vez mais competitivo, será necessário aprender constantemente novas habilidades e aprimorá-las. 

O conhecimento técnico é uma das principais habilidades a serem adquiridas para obter uma vantagem competitiva no novo mercado de trabalho.

Isso não significa que todo mundo tenha que saber linguagens de programação ou entender as complexidades do aprendizado das máquinas.

No futuro, acredita-se que os empregos na área de STEM vão se tornar ainda mais requisitados. STEM é um termo genérico usado para agrupar as distintas, mas relacionadas áreas de ciências exatas, um acrônimo em inglês para ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

Então, se você está se perguntando em quais matérias seu filho deve focar na escola, aqui está a resposta: matemática, ciência da computação e ciências naturais.

A próxima habilidade a levar em consideração é o pensamento analítico. Para aprimorá-lo, é preciso lapidar as habilidades cognitivas — em outras palavras, a mente, e a capacidade de perceber padrões, conectar fatos e tirar conclusões que não sejam influenciadas por emoções ou preferências pessoais.

Para conseguir fazer isso, você precisa treinar a atenção e a concentração, porque redes sociais, games online e anúncios competem constantemente pela nossa atenção e desencadeiam o fenômeno chamado de "medo de ficar de fora" ou perder algo, conhecido pela sigla em inglês FOMO.

Habilidades analíticas também incluem curiosidade e aprendizagem contínua. E, para avançar e aprender constantemente, você precisa ser capaz de focar na sua meta.

Ter um nível de inglês avançado também é uma habilidade muito valiosa a ser adquirida.

Além disso, há a criatividade. Seja na área de ciência, engenharia, design ou arte, a pessoa que conseguir combinar formação técnica com criatividade será recompensada.

A comunicação e a empatia serão duas habilidades bastante valorizadas, especialmente na era da inteligência artificial.

De acordo com um relatório publicado em 2020 no LinkedIn, a comunicação já se tornou a habilidade mais procurada no mercado de trabalho atual.

"Com o uso crescente de inteligência artificial e robótica, uma força de trabalho cada vez mais remota, e tecnologia que nos permite conectar com pessoas ao redor do mundo, nunca foi tão importante que saibamos como falar e ouvir uns aos outros, estabelecendo conexões", observa Dan Negroni, especialista em talentos e engajamento no ambiente de trabalho.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn5rk2wykg4o.adaptado. 
De acordo com o texto base, diferentes habilidades serão essenciais para o sucesso no mercado de trabalho do futuro.
Considerando as informações apresentadas, analise as alternativas abaixo e assinale a opção correta. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IDCAP Órgão: UNEB Prova: IDCAP - 2024 - UNEB - Técnico Universitário |
Q3304459 Português
As habilidades necessárias para ter sucesso na era da inteligência artificial

O mercado de trabalho muda mais rápido do que nunca, e muitos dos empregos que existem hoje desaparecerão em breve.

Há dois fatores principais que provocam esta reviravolta, de acordo com um estudo recente do Fórum Econômico Mundial: o surgimento de novas tecnologias e automação; e a transição para a economia verde.

A previsão é de que o rápido avanço de novas tecnologias, como big data, computação em nuvem e inteligência artificial, leve a mudanças drásticas no mercado de trabalho.

 A boa notícia é que a chegada de novas tecnologias impulsiona a economia como um todo e, ao mesmo tempo em que extingue alguns empregos, gera muitos outros. Afinal, quando uma empresa consegue ganhar mais com menos recursos, ela se expande naturalmente.

Pesquisadores do Fórum Econômico Mundial dizem que quase um quarto de todas as profissões atuais mudarão nos próximos cinco anos.

Para ter sucesso no mercado de trabalho cada vez mais competitivo, será necessário aprender constantemente novas habilidades e aprimorá-las. 

O conhecimento técnico é uma das principais habilidades a serem adquiridas para obter uma vantagem competitiva no novo mercado de trabalho.

Isso não significa que todo mundo tenha que saber linguagens de programação ou entender as complexidades do aprendizado das máquinas.

No futuro, acredita-se que os empregos na área de STEM vão se tornar ainda mais requisitados. STEM é um termo genérico usado para agrupar as distintas, mas relacionadas áreas de ciências exatas, um acrônimo em inglês para ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

Então, se você está se perguntando em quais matérias seu filho deve focar na escola, aqui está a resposta: matemática, ciência da computação e ciências naturais.

A próxima habilidade a levar em consideração é o pensamento analítico. Para aprimorá-lo, é preciso lapidar as habilidades cognitivas — em outras palavras, a mente, e a capacidade de perceber padrões, conectar fatos e tirar conclusões que não sejam influenciadas por emoções ou preferências pessoais.

Para conseguir fazer isso, você precisa treinar a atenção e a concentração, porque redes sociais, games online e anúncios competem constantemente pela nossa atenção e desencadeiam o fenômeno chamado de "medo de ficar de fora" ou perder algo, conhecido pela sigla em inglês FOMO.

Habilidades analíticas também incluem curiosidade e aprendizagem contínua. E, para avançar e aprender constantemente, você precisa ser capaz de focar na sua meta.

Ter um nível de inglês avançado também é uma habilidade muito valiosa a ser adquirida.

Além disso, há a criatividade. Seja na área de ciência, engenharia, design ou arte, a pessoa que conseguir combinar formação técnica com criatividade será recompensada.

A comunicação e a empatia serão duas habilidades bastante valorizadas, especialmente na era da inteligência artificial.

De acordo com um relatório publicado em 2020 no LinkedIn, a comunicação já se tornou a habilidade mais procurada no mercado de trabalho atual.

"Com o uso crescente de inteligência artificial e robótica, uma força de trabalho cada vez mais remota, e tecnologia que nos permite conectar com pessoas ao redor do mundo, nunca foi tão importante que saibamos como falar e ouvir uns aos outros, estabelecendo conexões", observa Dan Negroni, especialista em talentos e engajamento no ambiente de trabalho.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn5rk2wykg4o.adaptado. 
O rápido avanço de novas tecnologias abala as estruturas do atual mercado de trabalho.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IDCAP Órgão: UNEB Prova: IDCAP - 2024 - UNEB - Técnico Universitário |
Q3304452 Português
As habilidades necessárias para ter sucesso na era da inteligência artificial

O mercado de trabalho muda mais rápido do que nunca, e muitos dos empregos que existem hoje desaparecerão em breve.

Há dois fatores principais que provocam esta reviravolta, de acordo com um estudo recente do Fórum Econômico Mundial: o surgimento de novas tecnologias e automação; e a transição para a economia verde.

A previsão é de que o rápido avanço de novas tecnologias, como big data, computação em nuvem e inteligência artificial, leve a mudanças drásticas no mercado de trabalho.

 A boa notícia é que a chegada de novas tecnologias impulsiona a economia como um todo e, ao mesmo tempo em que extingue alguns empregos, gera muitos outros. Afinal, quando uma empresa consegue ganhar mais com menos recursos, ela se expande naturalmente.

Pesquisadores do Fórum Econômico Mundial dizem que quase um quarto de todas as profissões atuais mudarão nos próximos cinco anos.

Para ter sucesso no mercado de trabalho cada vez mais competitivo, será necessário aprender constantemente novas habilidades e aprimorá-las. 

O conhecimento técnico é uma das principais habilidades a serem adquiridas para obter uma vantagem competitiva no novo mercado de trabalho.

Isso não significa que todo mundo tenha que saber linguagens de programação ou entender as complexidades do aprendizado das máquinas.

No futuro, acredita-se que os empregos na área de STEM vão se tornar ainda mais requisitados. STEM é um termo genérico usado para agrupar as distintas, mas relacionadas áreas de ciências exatas, um acrônimo em inglês para ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

Então, se você está se perguntando em quais matérias seu filho deve focar na escola, aqui está a resposta: matemática, ciência da computação e ciências naturais.

A próxima habilidade a levar em consideração é o pensamento analítico. Para aprimorá-lo, é preciso lapidar as habilidades cognitivas — em outras palavras, a mente, e a capacidade de perceber padrões, conectar fatos e tirar conclusões que não sejam influenciadas por emoções ou preferências pessoais.

Para conseguir fazer isso, você precisa treinar a atenção e a concentração, porque redes sociais, games online e anúncios competem constantemente pela nossa atenção e desencadeiam o fenômeno chamado de "medo de ficar de fora" ou perder algo, conhecido pela sigla em inglês FOMO.

Habilidades analíticas também incluem curiosidade e aprendizagem contínua. E, para avançar e aprender constantemente, você precisa ser capaz de focar na sua meta.

Ter um nível de inglês avançado também é uma habilidade muito valiosa a ser adquirida.

Além disso, há a criatividade. Seja na área de ciência, engenharia, design ou arte, a pessoa que conseguir combinar formação técnica com criatividade será recompensada.

A comunicação e a empatia serão duas habilidades bastante valorizadas, especialmente na era da inteligência artificial.

De acordo com um relatório publicado em 2020 no LinkedIn, a comunicação já se tornou a habilidade mais procurada no mercado de trabalho atual.

"Com o uso crescente de inteligência artificial e robótica, uma força de trabalho cada vez mais remota, e tecnologia que nos permite conectar com pessoas ao redor do mundo, nunca foi tão importante que saibamos como falar e ouvir uns aos outros, estabelecendo conexões", observa Dan Negroni, especialista em talentos e engajamento no ambiente de trabalho.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn5rk2wykg4o.adaptado. 
STEM é um termo genérico usado para agrupar as distintas, mas relacionadas áreas de ciências exatas, um 'acrônimo' em inglês para ciência, tecnologia, engenharia e matemática.
O sinônimo que melhor representa o vocábulo destacado, nesta frase, é: 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IDCAP Órgão: UNEB Prova: IDCAP - 2024 - UNEB - Analista Universitário |
Q3304271 Português
Gêneros textuais são as diversas formas de texto utilizadas para comunicar as mensagens que desejamos transmitir aos seus destinatários. Existem diversos gêneros textuais, enquanto os tipos de texto são cinco: narrativo, descritivo, argumentativo, expositivo e injuntivo.
(Fonte: https://l1nq.com/generos-textuais.adaptado)

Assinale a opção que contenha apenas gêneros textuais narrativos.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IDCAP Órgão: UNEB Prova: IDCAP - 2024 - UNEB - Analista Universitário |
Q3304270 Português
Textos argumentativos são responsáveis por apresentar um tema ou assunto através de argumentações. Eles se caracterizam pela defesa de um ponto de vista, buscando simultaneamente persuadir o leitor.
(Fonte: https://l1nq.com/generos-textuais.adaptado)

Assinale a opção que contenha apenas gêneros textuais argumentativos.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IDCAP Órgão: UNEB Prova: IDCAP - 2024 - UNEB - Analista Universitário |
Q3304260 Português
Por que a lua cheia de agosto está sendo chamada de superlua azul


Uma superlua cheia ilumina o céu até a madrugada de quarta-feira.

Nesta segunda, o satélite natural da Terra estará cheio a partir das 15h26, horário de Brasília, mas só estará visível a olho nu a partir do pôr do sol.

De acordo com algumas definições não científicas que se popularizaram entre entusiastas da astronomia, esta também poderia ser uma Lua azul.

"Essas são algumas definições populares para tornar algo banal em algo extraordinário. Não é um assunto realmente astronômico, mas algo cultural", explica Naelton Araújo, astrônomo da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro.

Uma superlua ocorre quando a Lua cheia coincide com o momento em que a Lua está no ponto mais próximo da Terra em sua órbita: o perigeu.

"A Lua não gira em uma órbita perfeitamente circular. Ela se afasta e se aproxima um pouco da Terra", diz Araújo. Quando está mais próxima, ela parece um pouco mais brilhante e maior no céu noturno.

Esta é a primeira de quatro superluas deste ano.

As Luas cheias de setembro, outubro e novembro também serão superluas.

De acordo com o site da Nasa, o termo superlua foi criado pelo astrólogo Richard Nolle em 1979 para se referir a uma lua nova ou cheia que ocorre quando a Lua está a 90% ou menos de sua aproximação máxima da Terra.

"Como não podemos ver as Luas novas, o que chamou a atenção do público foram as superluas cheias, que são as Luas cheias maiores e mais brilhantes do anos", escreve o astrônomo Gordon Johnston.

A superlua cheia desta segunda também pode ser chamada de azul, mas isso não tem a ver com a sua cor.

Em geral, esta é apenas uma denominação quando temos uma Lua cheia extra no mês.

Como o ciclo lunar é de 29,5 dias, eventualmente ele fica fora de sincronia com o nosso calendário, onde normalmente temos uma Lua cheia por mês.

Então, Luas azuis são mais comumente definidas quando temos uma Lua cheia extra, a décima terceira do ano.

Então, a segunda Lua cheia em um mês se torna a Lua azul, entretanto não é isso que acontecerá nesta segunda-feira.

De acordo com a BBC Weather, o serviço de meteorologia da BBC, esta Lua azul vem de uma definição alternativa, mais tradicional no Reino Unido, em que o ciclo lunar resulta em quatro, e não três Luas cheias por estação.

Assim, onde normalmente teríamos três Luas cheias por estação, se houver quatro, a terceira Lua cheia recebe o status de Lua azul.

Como Luas azuis não são tão comuns, acredita-se que seja daí que venha a expressão em inglês once in a blue moon ( uma vez na Lua azul, em português), que se refere a algo que não ocorre sempre.

Naelton Araújo, do Planetário do Rio, explica que a única possibilidade de a Lua ficar azul de fato é caso haja na atmosfera poluição decorrente de algum incêndio específico.

Nesta segunda, a Lua aparecerá alaranjada em algumas cidades do Brasil, como Porto Velho, Manaus e Porto Alegre, que têm recebido fumaça de incêndios na Amazônia e no Pantanal.

Isso também tem ocorrido no Reino Unido. No domingo, ela ficou em tom avermelhado por causa da fumaça de incêndios florestais na América do Norte que estava na atmosfera acima do país.

As partículas de fumaça fazem com que a luz que passa pela atmosfera se espalhe de tal maneira que as cores laranja e vermelha do espectro se tornem mais visíveis do que o normal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjrdl19dge7o.adaptado

Essas são algumas definições populares para tornar algo 'banal' em algo extraordinário.

O sinônimo que melhor representa o vocábulo destacado, nesta frase, é: 

Alternativas
Ano: 2024 Banca: IDCAP Órgão: UNEB Prova: IDCAP - 2024 - UNEB - Analista Universitário |
Q3304257 Português
Por que a lua cheia de agosto está sendo chamada de superlua azul


Uma superlua cheia ilumina o céu até a madrugada de quarta-feira.

Nesta segunda, o satélite natural da Terra estará cheio a partir das 15h26, horário de Brasília, mas só estará visível a olho nu a partir do pôr do sol.

De acordo com algumas definições não científicas que se popularizaram entre entusiastas da astronomia, esta também poderia ser uma Lua azul.

"Essas são algumas definições populares para tornar algo banal em algo extraordinário. Não é um assunto realmente astronômico, mas algo cultural", explica Naelton Araújo, astrônomo da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro.

Uma superlua ocorre quando a Lua cheia coincide com o momento em que a Lua está no ponto mais próximo da Terra em sua órbita: o perigeu.

"A Lua não gira em uma órbita perfeitamente circular. Ela se afasta e se aproxima um pouco da Terra", diz Araújo. Quando está mais próxima, ela parece um pouco mais brilhante e maior no céu noturno.

Esta é a primeira de quatro superluas deste ano.

As Luas cheias de setembro, outubro e novembro também serão superluas.

De acordo com o site da Nasa, o termo superlua foi criado pelo astrólogo Richard Nolle em 1979 para se referir a uma lua nova ou cheia que ocorre quando a Lua está a 90% ou menos de sua aproximação máxima da Terra.

"Como não podemos ver as Luas novas, o que chamou a atenção do público foram as superluas cheias, que são as Luas cheias maiores e mais brilhantes do anos", escreve o astrônomo Gordon Johnston.

A superlua cheia desta segunda também pode ser chamada de azul, mas isso não tem a ver com a sua cor.

Em geral, esta é apenas uma denominação quando temos uma Lua cheia extra no mês.

Como o ciclo lunar é de 29,5 dias, eventualmente ele fica fora de sincronia com o nosso calendário, onde normalmente temos uma Lua cheia por mês.

Então, Luas azuis são mais comumente definidas quando temos uma Lua cheia extra, a décima terceira do ano.

Então, a segunda Lua cheia em um mês se torna a Lua azul, entretanto não é isso que acontecerá nesta segunda-feira.

De acordo com a BBC Weather, o serviço de meteorologia da BBC, esta Lua azul vem de uma definição alternativa, mais tradicional no Reino Unido, em que o ciclo lunar resulta em quatro, e não três Luas cheias por estação.

Assim, onde normalmente teríamos três Luas cheias por estação, se houver quatro, a terceira Lua cheia recebe o status de Lua azul.

Como Luas azuis não são tão comuns, acredita-se que seja daí que venha a expressão em inglês once in a blue moon ( uma vez na Lua azul, em português), que se refere a algo que não ocorre sempre.

Naelton Araújo, do Planetário do Rio, explica que a única possibilidade de a Lua ficar azul de fato é caso haja na atmosfera poluição decorrente de algum incêndio específico.

Nesta segunda, a Lua aparecerá alaranjada em algumas cidades do Brasil, como Porto Velho, Manaus e Porto Alegre, que têm recebido fumaça de incêndios na Amazônia e no Pantanal.

Isso também tem ocorrido no Reino Unido. No domingo, ela ficou em tom avermelhado por causa da fumaça de incêndios florestais na América do Norte que estava na atmosfera acima do país.

As partículas de fumaça fazem com que a luz que passa pela atmosfera se espalhe de tal maneira que as cores laranja e vermelha do espectro se tornem mais visíveis do que o normal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjrdl19dge7o.adaptado
Uma superlua cheia iluminará o céu até a madrugada de quarta-feira. O satélite natural da Terra estará cheio a partir das 15h26, horário de Brasília, mas só estará visível a olho nu a partir do pôr do sol.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IDCAP Órgão: UNEB Prova: IDCAP - 2024 - UNEB - Analista Universitário |
Q3304253 Português
Por que a lua cheia de agosto está sendo chamada de superlua azul


Uma superlua cheia ilumina o céu até a madrugada de quarta-feira.

Nesta segunda, o satélite natural da Terra estará cheio a partir das 15h26, horário de Brasília, mas só estará visível a olho nu a partir do pôr do sol.

De acordo com algumas definições não científicas que se popularizaram entre entusiastas da astronomia, esta também poderia ser uma Lua azul.

"Essas são algumas definições populares para tornar algo banal em algo extraordinário. Não é um assunto realmente astronômico, mas algo cultural", explica Naelton Araújo, astrônomo da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro.

Uma superlua ocorre quando a Lua cheia coincide com o momento em que a Lua está no ponto mais próximo da Terra em sua órbita: o perigeu.

"A Lua não gira em uma órbita perfeitamente circular. Ela se afasta e se aproxima um pouco da Terra", diz Araújo. Quando está mais próxima, ela parece um pouco mais brilhante e maior no céu noturno.

Esta é a primeira de quatro superluas deste ano.

As Luas cheias de setembro, outubro e novembro também serão superluas.

De acordo com o site da Nasa, o termo superlua foi criado pelo astrólogo Richard Nolle em 1979 para se referir a uma lua nova ou cheia que ocorre quando a Lua está a 90% ou menos de sua aproximação máxima da Terra.

"Como não podemos ver as Luas novas, o que chamou a atenção do público foram as superluas cheias, que são as Luas cheias maiores e mais brilhantes do anos", escreve o astrônomo Gordon Johnston.

A superlua cheia desta segunda também pode ser chamada de azul, mas isso não tem a ver com a sua cor.

Em geral, esta é apenas uma denominação quando temos uma Lua cheia extra no mês.

Como o ciclo lunar é de 29,5 dias, eventualmente ele fica fora de sincronia com o nosso calendário, onde normalmente temos uma Lua cheia por mês.

Então, Luas azuis são mais comumente definidas quando temos uma Lua cheia extra, a décima terceira do ano.

Então, a segunda Lua cheia em um mês se torna a Lua azul, entretanto não é isso que acontecerá nesta segunda-feira.

De acordo com a BBC Weather, o serviço de meteorologia da BBC, esta Lua azul vem de uma definição alternativa, mais tradicional no Reino Unido, em que o ciclo lunar resulta em quatro, e não três Luas cheias por estação.

Assim, onde normalmente teríamos três Luas cheias por estação, se houver quatro, a terceira Lua cheia recebe o status de Lua azul.

Como Luas azuis não são tão comuns, acredita-se que seja daí que venha a expressão em inglês once in a blue moon ( uma vez na Lua azul, em português), que se refere a algo que não ocorre sempre.

Naelton Araújo, do Planetário do Rio, explica que a única possibilidade de a Lua ficar azul de fato é caso haja na atmosfera poluição decorrente de algum incêndio específico.

Nesta segunda, a Lua aparecerá alaranjada em algumas cidades do Brasil, como Porto Velho, Manaus e Porto Alegre, que têm recebido fumaça de incêndios na Amazônia e no Pantanal.

Isso também tem ocorrido no Reino Unido. No domingo, ela ficou em tom avermelhado por causa da fumaça de incêndios florestais na América do Norte que estava na atmosfera acima do país.

As partículas de fumaça fazem com que a luz que passa pela atmosfera se espalhe de tal maneira que as cores laranja e vermelha do espectro se tornem mais visíveis do que o normal.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjrdl19dge7o.adaptado
Naelton Araújo, do Planetário do Rio, explica a possibilidade de a Lua ficar azul caso haja na atmosfera fenômenos específicos.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3303634 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em artigo no New York Times, o chefe da saúde pública dos EUA, Vivek H. Murthy, alertou que “a crise mental entre jovens é uma emergência – e as mídias sociais surgiram como um fator importante”. Murthy advoga que o Congresso determine que as redes sejam rotuladas com uma advertência, similar à implementada para o tabaco, que rememore pais e adolescentes de que elas não se provaram seguras.

    A crise é mensurável. Nos últimos 10 anos houve uma escalada de casos de solidão, ansiedade, depressão, comportamentos autodestrutivos e suicídios entre adolescentes, especialmente meninas. Historicamente, o senso comum é de que os jovens experimentam níveis maiores de felicidade, que declina ao longo da idade adulta e se recupera na velhice. Revisando dados de 82 países, o economista David Blanchflower constatou que essa trajetória em U foi subvertida. Hoje, os jovens são os mais infelizes. O Relatório Mundial da Felicidade identificou o mesmo padrão. É precisamente a geração que passou a fazer uso diário e intenso das redes por meio de smartphones. 

    Os céticos até admitem correlação, mas não causalidade. No entanto, há vários indícios de que as redes são uma causa relevante da crise. Antes de tudo, por exclusão: não há fator alternativo que explique a escalada súbita. Pesquisas mostram que usuários frequentes têm mais chances de sofrer de transtornos de humor e que aqueles que se abstiveram por pelo menos uma semana experimentaram benefícios mentais.

    Há as evidências anedóticas. Como disse a pesquisadora de tecnologias digitais Kara Frederick, “crianças e adolescentes em nossas cidades caminham por aí como zumbis, são conduzidos boquiabertos nos bancos de trás, e sentam-se acorcundados em mesas de jantar colados aos seus telefones e às conexões artificiais que eles vendem”. Pais e professores testemunham em primeira mão: as redes perturbam o sono, a vida familiar e a atenção. Os riscos variam da vergonha pública e cyberbullyings anônimos até assédio e extorsão sexual.

    Há evidência das próprias redes. “Os adolescentes culpam o Instagram pelo aumento nas taxas de ansiedade e depressão. (…) Essa reação foi espontânea e consistente em todos os grupos”, diz um estudo vazado do Facebook.

    “Uma das piores coisas para um pai ou uma mãe é saber que seus filhos estão em perigo e ainda assim não serem capazes de fazer nada a respeito”, testemunhou Vivek Murthy. “É o que os pais me dizem que sentem quando se trata de mídias sociais – desamparados e sós ante seu conteúdo tóxico e riscos ocultos.”


(Redação. O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/o-risco-das-redes-sociais-para-criancas/. 24.06.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado foi empregado em sentido figurado.
Alternativas
Q3303633 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em artigo no New York Times, o chefe da saúde pública dos EUA, Vivek H. Murthy, alertou que “a crise mental entre jovens é uma emergência – e as mídias sociais surgiram como um fator importante”. Murthy advoga que o Congresso determine que as redes sejam rotuladas com uma advertência, similar à implementada para o tabaco, que rememore pais e adolescentes de que elas não se provaram seguras.

    A crise é mensurável. Nos últimos 10 anos houve uma escalada de casos de solidão, ansiedade, depressão, comportamentos autodestrutivos e suicídios entre adolescentes, especialmente meninas. Historicamente, o senso comum é de que os jovens experimentam níveis maiores de felicidade, que declina ao longo da idade adulta e se recupera na velhice. Revisando dados de 82 países, o economista David Blanchflower constatou que essa trajetória em U foi subvertida. Hoje, os jovens são os mais infelizes. O Relatório Mundial da Felicidade identificou o mesmo padrão. É precisamente a geração que passou a fazer uso diário e intenso das redes por meio de smartphones. 

    Os céticos até admitem correlação, mas não causalidade. No entanto, há vários indícios de que as redes são uma causa relevante da crise. Antes de tudo, por exclusão: não há fator alternativo que explique a escalada súbita. Pesquisas mostram que usuários frequentes têm mais chances de sofrer de transtornos de humor e que aqueles que se abstiveram por pelo menos uma semana experimentaram benefícios mentais.

    Há as evidências anedóticas. Como disse a pesquisadora de tecnologias digitais Kara Frederick, “crianças e adolescentes em nossas cidades caminham por aí como zumbis, são conduzidos boquiabertos nos bancos de trás, e sentam-se acorcundados em mesas de jantar colados aos seus telefones e às conexões artificiais que eles vendem”. Pais e professores testemunham em primeira mão: as redes perturbam o sono, a vida familiar e a atenção. Os riscos variam da vergonha pública e cyberbullyings anônimos até assédio e extorsão sexual.

    Há evidência das próprias redes. “Os adolescentes culpam o Instagram pelo aumento nas taxas de ansiedade e depressão. (…) Essa reação foi espontânea e consistente em todos os grupos”, diz um estudo vazado do Facebook.

    “Uma das piores coisas para um pai ou uma mãe é saber que seus filhos estão em perigo e ainda assim não serem capazes de fazer nada a respeito”, testemunhou Vivek Murthy. “É o que os pais me dizem que sentem quando se trata de mídias sociais – desamparados e sós ante seu conteúdo tóxico e riscos ocultos.”


(Redação. O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/o-risco-das-redes-sociais-para-criancas/. 24.06.2024. Adaptado)

No trecho – … não há fator alternativo que explique a escalada súbita – (3° parágrafo), o vocábulo destacado pode ser, sem alteração do sentido original, substituído por:

Alternativas
Q3303632 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em artigo no New York Times, o chefe da saúde pública dos EUA, Vivek H. Murthy, alertou que “a crise mental entre jovens é uma emergência – e as mídias sociais surgiram como um fator importante”. Murthy advoga que o Congresso determine que as redes sejam rotuladas com uma advertência, similar à implementada para o tabaco, que rememore pais e adolescentes de que elas não se provaram seguras.

    A crise é mensurável. Nos últimos 10 anos houve uma escalada de casos de solidão, ansiedade, depressão, comportamentos autodestrutivos e suicídios entre adolescentes, especialmente meninas. Historicamente, o senso comum é de que os jovens experimentam níveis maiores de felicidade, que declina ao longo da idade adulta e se recupera na velhice. Revisando dados de 82 países, o economista David Blanchflower constatou que essa trajetória em U foi subvertida. Hoje, os jovens são os mais infelizes. O Relatório Mundial da Felicidade identificou o mesmo padrão. É precisamente a geração que passou a fazer uso diário e intenso das redes por meio de smartphones. 

    Os céticos até admitem correlação, mas não causalidade. No entanto, há vários indícios de que as redes são uma causa relevante da crise. Antes de tudo, por exclusão: não há fator alternativo que explique a escalada súbita. Pesquisas mostram que usuários frequentes têm mais chances de sofrer de transtornos de humor e que aqueles que se abstiveram por pelo menos uma semana experimentaram benefícios mentais.

    Há as evidências anedóticas. Como disse a pesquisadora de tecnologias digitais Kara Frederick, “crianças e adolescentes em nossas cidades caminham por aí como zumbis, são conduzidos boquiabertos nos bancos de trás, e sentam-se acorcundados em mesas de jantar colados aos seus telefones e às conexões artificiais que eles vendem”. Pais e professores testemunham em primeira mão: as redes perturbam o sono, a vida familiar e a atenção. Os riscos variam da vergonha pública e cyberbullyings anônimos até assédio e extorsão sexual.

    Há evidência das próprias redes. “Os adolescentes culpam o Instagram pelo aumento nas taxas de ansiedade e depressão. (…) Essa reação foi espontânea e consistente em todos os grupos”, diz um estudo vazado do Facebook.

    “Uma das piores coisas para um pai ou uma mãe é saber que seus filhos estão em perigo e ainda assim não serem capazes de fazer nada a respeito”, testemunhou Vivek Murthy. “É o que os pais me dizem que sentem quando se trata de mídias sociais – desamparados e sós ante seu conteúdo tóxico e riscos ocultos.”


(Redação. O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/o-risco-das-redes-sociais-para-criancas/. 24.06.2024. Adaptado)
De acordo com informações apresentadas no texto, é correto afirmar que adolescentes do sexo masculino e feminino diferem em relação 
Alternativas
Q3303631 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Em artigo no New York Times, o chefe da saúde pública dos EUA, Vivek H. Murthy, alertou que “a crise mental entre jovens é uma emergência – e as mídias sociais surgiram como um fator importante”. Murthy advoga que o Congresso determine que as redes sejam rotuladas com uma advertência, similar à implementada para o tabaco, que rememore pais e adolescentes de que elas não se provaram seguras.

    A crise é mensurável. Nos últimos 10 anos houve uma escalada de casos de solidão, ansiedade, depressão, comportamentos autodestrutivos e suicídios entre adolescentes, especialmente meninas. Historicamente, o senso comum é de que os jovens experimentam níveis maiores de felicidade, que declina ao longo da idade adulta e se recupera na velhice. Revisando dados de 82 países, o economista David Blanchflower constatou que essa trajetória em U foi subvertida. Hoje, os jovens são os mais infelizes. O Relatório Mundial da Felicidade identificou o mesmo padrão. É precisamente a geração que passou a fazer uso diário e intenso das redes por meio de smartphones. 

    Os céticos até admitem correlação, mas não causalidade. No entanto, há vários indícios de que as redes são uma causa relevante da crise. Antes de tudo, por exclusão: não há fator alternativo que explique a escalada súbita. Pesquisas mostram que usuários frequentes têm mais chances de sofrer de transtornos de humor e que aqueles que se abstiveram por pelo menos uma semana experimentaram benefícios mentais.

    Há as evidências anedóticas. Como disse a pesquisadora de tecnologias digitais Kara Frederick, “crianças e adolescentes em nossas cidades caminham por aí como zumbis, são conduzidos boquiabertos nos bancos de trás, e sentam-se acorcundados em mesas de jantar colados aos seus telefones e às conexões artificiais que eles vendem”. Pais e professores testemunham em primeira mão: as redes perturbam o sono, a vida familiar e a atenção. Os riscos variam da vergonha pública e cyberbullyings anônimos até assédio e extorsão sexual.

    Há evidência das próprias redes. “Os adolescentes culpam o Instagram pelo aumento nas taxas de ansiedade e depressão. (…) Essa reação foi espontânea e consistente em todos os grupos”, diz um estudo vazado do Facebook.

    “Uma das piores coisas para um pai ou uma mãe é saber que seus filhos estão em perigo e ainda assim não serem capazes de fazer nada a respeito”, testemunhou Vivek Murthy. “É o que os pais me dizem que sentem quando se trata de mídias sociais – desamparados e sós ante seu conteúdo tóxico e riscos ocultos.”


(Redação. O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ opiniao/o-risco-das-redes-sociais-para-criancas/. 24.06.2024. Adaptado)
De acordo com o texto, os níveis de felicidade experimentados pelas pessoas 
Alternativas
Q3303630 Português
Leia a tira a seguir para responder à questão.


Q1_2.png (277×380)

(Will Leite. Disponível em: http://www.willtirando.com.br/)
Em “A minha vó anda mal-humorada como a senhora, Dona Anésia” (3° quadro), o vocábulo em destaque tem o mesmo sentido que em:
Alternativas
Q3303629 Português
Leia a tira a seguir para responder à questão.


Q1_2.png (277×380)

(Will Leite. Disponível em: http://www.willtirando.com.br/)
O efeito de humor da tira advém sobretudo
Alternativas
Q3303065 Português
Leia o texto para responder à questão.


O bem-vindo retorno das vacinas


     Depois de anos de quedas sucessivas na cobertura vacinal, o Brasil saiu, enfim, do indesejável ranking dos 20 países com mais crianças não vacinadas. A auspiciosa notícia vem do relatório divulgado recentemente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre os níveis de vacinação no mundo.

    A melhora dos índices de cobertura vacinal do Brasil destoa do que acontece no panorama global – de acordo com o relatório, a taxa de imunização no mundo ficou estagnada. A título de exemplo, o número de crianças que não receberam nenhuma dose da DTP1, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, caiu de 418 mil em 2022 para 103 mil em 2023 no Brasil.

   Em abril, o Ministério da Saúde já havia apresentado dados que mostravam o aumento da cobertura vacinal no País. Na ocasião, informou que 13 dos 16 imunizantes do calendário infantil tiveram alta na adesão. Motivo suficiente, na época, para reconhecer os méritos da atual gestão da pasta, que buscou revigorar em 2023 o Programa Nacional de Imunizações.

   Não é uma vitória trivial e, portanto, deve ser comemorada. Mas mantê-la exigirá vigilância e trabalho. Por exemplo, as coberturas vacinais da maioria dos imunizantes seguem abaixo da meta. E o próprio Ministério da Saúde informou ter pesquisas segundo as quais 20% da população não confia ou confia pouco em algumas vacinas – índice que, no passado, não passava de 5%.

   Convém reconhecer que a queda na cobertura vacinal já vinha apresentando piora desde 2016, com números decrescentes entre os imunizantes do calendário infantil. Uma evidência de que só a confiança da população nas vacinas não basta. É preciso fazer campanha permanente.


(https://www.estadao.com.br/opiniao, 22.07.2024. Adaptado) 
O editorial reconhece que é um desafio para o país manter
Alternativas
Respostas
23041: X
23042: D
23043: A
23044: A
23045: C
23046: A
23047: C
23048: B
23049: X
23050: D
23051: A
23052: B
23053: B
23054: D
23055: A
23056: A
23057: B
23058: C
23059: E
23060: B