Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Ano: 2025 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2025 - UEG - Docente |
Q3209523 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


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Defende-se, em “A linguagem nazifascista”, a seguinte ideia:
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Ano: 2025 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2025 - UEG - Docente |
Q3209521 Português

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No texto, o prefixo derivacional formador da palavra “metamensagens” (linha 20) possui o valor semântico de
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Ano: 2025 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2025 - UEG - Docente |
Q3209518 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


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O uso de “você” no trecho “ser acusado de interromper quando você sabe que não pretendia fazer isso é tão frustrante quanto ser cortado antes de ter terminado de dizer o que você tinha a dizer” (linhas 24-26) ilustra a realização de uma
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Ano: 2025 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2025 - UEG - Docente |
Q3209517 Português

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O parágrafo, que se estende da linha 31 a 40 e se dedica à discussão de um elemento de pesquisa, tem por característica
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Q3209365 Português
Leia o texto para responder à questão.


      A humanidade se divide em dois grupos. Um com bilhões de pessoas, que sabem que o futuro da espécie está fadado a ocorrer aqui na superfície da Terra. O outro grupo, minúsculo, acredita que nosso futuro está em outros planetas, talvez Marte, onde deveríamos estabelecer colônias.

    Construir o foguete e pousar em Marte é factível com a tecnologia atual. Mas será que o ser humano aguenta a viagem de meses? Se não aguentar, o plano vai por água abaixo, pois não existe no horizonte engenharia capaz de criar um ser humano adaptado à vida no foguete ou em Marte. A novidade é um estudo que demonstrou que nosso coração já começa a deteriorar com menos de um mês funcionando sem gravidade.

     Para esse estudo foram construídos pequenos corações humanos capazes de funcionar fora do corpo. São feitos de tecido cardíaco vivo, ligados a dois pontos de fixação dentro de um aparelho que tem um reservatório de alimentos.

    Como o tecido muscular cardíaco está ligado a sensores presentes nos pontos de fixação, a frequência e a força de cada batimento cardíaco podem ser medidas. Tudo em tempo real. O resultado é uma caixa lacrada contendo um pequeno coração vivo.

    Os cientistas enviaram para a estação espacial uma dessas caixas e mantiveram outra idêntica na Terra. A única diferença entre as duas é que uma operava na ausência de gravidade e a outra, com gravidade normal. A que foi para o espaço ficou 30 dias sem gravidade e retornou à Terra. Durante esses 30 dias, o funcionamento desses dois pequenos corações pôde ser comparado.

   A conclusão é que o coração humano deteriora e envelhece rapidamente na ausência de gravidade. Isso, é claro, se torna um grande risco para viagens que duram meses, como a que pretende levar seres humanos até Marte. Problemas semelhantes ocorrem nos rins dos astronautas e no sistema imune, mas ainda não foram bem estudados. Me parece que resolver esses problemas antes de enviar pessoas a Marte é um desafio mais complicado do que construir os foguetes. E pode atrasar muito, ou mesmo tornar impossível, longas viagens espaciais.


(Fernando Reinach. www.estadao.com.br, 28.10.2024. Adaptado)
De acordo com as informações do texto, é correto afirmar que o estudo nele mencionado
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Q3209198 Português

Leia o texto para responder à questão.



Existem várias formas de preconceito. Uma primeira distinção útil é aquela entre preconceitos individuais e preconceitos coletivos. Neste momento, não estou interessado nos preconceitos individuais, tais como as superstições, as crenças no azar, na maldição, no mau-olhado, que nos induzem a cruzar os dedos e a carregar folhas de arruda, ou a não realizar certas ações, como viajar às sextas-feiras ou sentar-se à mesa em treze pessoas, a buscar apoio em amuletos para afastar o azar ou em talismās para trazer sorte. Não me interesso por isso porque são crenças mais ou menos inócuas, que não têm a periculosidade social dos preconceitos coletivos.


    Chamo de preconceitos coletivos aqueles que são compartilhados por um grupo social inteiro e estão dirigidos a outro grupo social. A periculosidade dos preconceitos coletivos depende do fato de que muitos conflitos entre grupos, que podem até mesmo degenerar na violência, derivam do modo distorcido com que um grupo social julga o outro, gerando incompreensão, rivalidade, inimizade, desprezo ou escárnio. Geralmente, este juízo distorcido é recíproco, e em ambas as partes é tão mais forte quanto mais intensa é a identificação entre os membros individuais e o próprio grupo. A identificação com o próprio grupo faz com que se perceba o outro como diverso, ou mesmo como hostil. Para esta identificação-contraposição contribui precisamente o preconceito, ou seja, o juízo negativo que os membros de um grupo fazem das características do grupo rival.


    Os preconceitos de grupo são inumeráveis, mas os dois historicamente mais relevantes e influentes são o preconceito nacional e o preconceito de classe. Não é por outro motivo que os grandes conflitos que marcaram a história da humanidade são os derivados das guerras entre nações ou povos (ou também raças) e da luta de classes. Não há nação que não traga nas costas uma ideia persistente, tenaz e dificilmente modificável da própria identidade, que se apoiaria em sua pretensa e presumida diversidade em relação a todas as outras nações. Há uma grande diferença, às vezes uma oposição, entre o modo como um povo vê a si mesmo e o modo como é visto pelos outros povos; mas, geralmente, ambos os modos são constituídos por ideias fixas, por generalizações superficiais (todos os alemães são prepotentes, todos os italianos são espertalhões etc.), que precisamente por isso são chamadas de “estereótipos”.


(Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e outros escritos morais, 1998. Adaptado)

Nos trechos do 1o parágrafo “Uma primeira distinção útil...” e “... são crenças mais ou menos inócuas...”, os vocábulos destacados apresentam, respectivamente, como sinônimos:
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Q3209114 Português

Leia o texto para responder à questão. 



    Existem as pessoas bibliófilas (do grego biblíon, “livro”, e philos, “amigo”): quase sempre intelectuais, adoram ter livros raros, edições únicas, várias traduções dos mesmos textos. Reúnem coleções catalogadas que podem ser utilíssimas para pesquisadores. Existem as pessoas acumuladoras: adoram ter uma enorme quantidade de objetos, incluindo livros. Via de regra, o termo já designa uma patologia: pessoas que acumulam itens porque simplesmente não conseguem jogá-los fora. E, portanto, são também incapazes de catalogar, cuidar, organizar, até mesmo limpar seus objetos.


    E existimos nós, pobres mortais que não temos nem a seriedade e o senso de propósito das bibliófilas, e nem a patologia descontrolada das acumuladoras, mas que, sim, vamos comprando livros pela vida e, na semana seguinte, antes de termos lido qualquer uma das compras da anterior, já estamos comprando novos, que vão se acumulando sem serem lidos. 


    Para o escritor Roberto Calasso, autor de Como organizar uma biblioteca, bibliotecas deveriam ser organizadas de forma aleatória e lúdica, um lugar para o usuário se perder e, quem sabe, encontrar um livro ainda melhor quando se está buscando por outro apenas adequado. Mais importante, toda boa biblioteca é comprada no presente, mas para ser útil no futuro. “Nada tira o fascínio de ter nas mãos — na hora — um livro de cuja necessidade não se sabia até um momento antes”, escreve ele.


(Alex Castro. ‘Tsundoku’, a arte de acumular livros. Revista Quatro Cinco Um. Julho de 2024. Adaptado)

Assinale a alternativa que está de acordo com a opinião de Roberto Calasso a respeito das bibliotecas.
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Q3209113 Português

Leia o texto para responder à questão. 



    Existem as pessoas bibliófilas (do grego biblíon, “livro”, e philos, “amigo”): quase sempre intelectuais, adoram ter livros raros, edições únicas, várias traduções dos mesmos textos. Reúnem coleções catalogadas que podem ser utilíssimas para pesquisadores. Existem as pessoas acumuladoras: adoram ter uma enorme quantidade de objetos, incluindo livros. Via de regra, o termo já designa uma patologia: pessoas que acumulam itens porque simplesmente não conseguem jogá-los fora. E, portanto, são também incapazes de catalogar, cuidar, organizar, até mesmo limpar seus objetos.


    E existimos nós, pobres mortais que não temos nem a seriedade e o senso de propósito das bibliófilas, e nem a patologia descontrolada das acumuladoras, mas que, sim, vamos comprando livros pela vida e, na semana seguinte, antes de termos lido qualquer uma das compras da anterior, já estamos comprando novos, que vão se acumulando sem serem lidos. 


    Para o escritor Roberto Calasso, autor de Como organizar uma biblioteca, bibliotecas deveriam ser organizadas de forma aleatória e lúdica, um lugar para o usuário se perder e, quem sabe, encontrar um livro ainda melhor quando se está buscando por outro apenas adequado. Mais importante, toda boa biblioteca é comprada no presente, mas para ser útil no futuro. “Nada tira o fascínio de ter nas mãos — na hora — um livro de cuja necessidade não se sabia até um momento antes”, escreve ele.


(Alex Castro. ‘Tsundoku’, a arte de acumular livros. Revista Quatro Cinco Um. Julho de 2024. Adaptado)

No início do texto, o autor faz uma distinção entre pessoas bibliófilas e pessoas acumuladoras, a qual se fundamenta no fato de que
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Q3209112 Português

Leia a tira para responder à questão. 


Q1_2.png (576×196)


(André Dahmer. Malvados. Disponível em: https://x.com/malvados/status/1816120956294738421)

Em “Como a vida durante o dia era dura, as pessoas se anestesiavam vendo televisão à noite” (1o quadro), a palavra como pode ser substituída, mantendo-se o sentido original, por
Alternativas
Q3209111 Português

Leia a tira para responder à questão. 


Q1_2.png (576×196)


(André Dahmer. Malvados. Disponível em: https://x.com/malvados/status/1816120956294738421)

Assinale a alternativa que está de acordo com a crítica apresentada na tira.
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Q3209058 Português
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Noivos


    Na sala de espera do cardiologista, abro uma revista, folheio e paro nas páginas que falam de casamentos milionários. Em um deles, só os bem-casados custaram 20 mil reais. Nossa! O preço de um belo jantar para 200 pessoas. 

    Esses casamentos de revista foram perfeitos, pelo menos nas histórias impressas. Nem sempre é assim.

    Meu primo, por exemplo, esqueceu as alianças. Não propriamente esqueceu: na verdade, não comprou, era contra e, noivo de primeira viagem, não sabia que elas fazem parte da cerimônia. Um dos casais convidados emprestou-lhe as alianças, entre cochichos, enquanto o padre sorria, supondo que fosse esquecimento do noivo afobado.

    Maio, setembro, dezembro, não se sabe bem por quê, são meses de pico de casamentos. Faltam salões de festas. Há bufês de dois andares que fazem festas simultâneas. Estive em um em que os bem-casados estavam trocados.

    – Cadê aqueles dentro de saquinhos bordados com as iniciais dos noivos, que mandei fazer em Minas? – queria saber a mãe da noiva de cima.

    Estavam embaixo. “Oh, não!” Desespero, correria, põe tudo nas caixas, sobe caixa, desce caixa, rearranja. Ufa!

    E as noivas atrasadas? A filha de um conhecido chegou na hora, deu um abraço no pai na porta da igreja, conforme o figurino, e soou a marcha nupcial, pai e filha entraram pelo tapete vermelho e começaram os murmúrios. Ela firme, olhos no fim do tapete onde o padre esperava, e mais murmúrios e murmúrios. Ela não entendia, pensou que fosse o sucesso do vestido, até que, ao chegar ao altar, ela olhou para o lado e exclamou: 

    – Este não é o meu noivo!

    O noivo dela se atrasara; aquele diante do altar aguardava a noiva dele, que estava atrasadíssima. 

    Desfeita a trapalhada com a chegada do noivo certo e a retirada gentil do noivo sem noiva, que cedeu a precedência da cerimônia, casou-se a filha do meu conhecido. Sensibilizada com a gentileza do rapaz.

    Este, certamente irritado com o atraso da própria noiva, mas também admirado com a beleza da outra, confidenciou a um padrinho amigão: teria levado vantagem com a troca.

(Ivan Angelo. Veja SP, 19.07.2006. Adaptado)
Considere a frase.

Houve uma grande trapalhada na noite do casamento, e o que desfez essa trapalhada foi a chegada do noivo certo.

O trecho destacado nessa frase pode ser substituído, corretamente, por:
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Q3209057 Português
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Noivos


    Na sala de espera do cardiologista, abro uma revista, folheio e paro nas páginas que falam de casamentos milionários. Em um deles, só os bem-casados custaram 20 mil reais. Nossa! O preço de um belo jantar para 200 pessoas. 

    Esses casamentos de revista foram perfeitos, pelo menos nas histórias impressas. Nem sempre é assim.

    Meu primo, por exemplo, esqueceu as alianças. Não propriamente esqueceu: na verdade, não comprou, era contra e, noivo de primeira viagem, não sabia que elas fazem parte da cerimônia. Um dos casais convidados emprestou-lhe as alianças, entre cochichos, enquanto o padre sorria, supondo que fosse esquecimento do noivo afobado.

    Maio, setembro, dezembro, não se sabe bem por quê, são meses de pico de casamentos. Faltam salões de festas. Há bufês de dois andares que fazem festas simultâneas. Estive em um em que os bem-casados estavam trocados.

    – Cadê aqueles dentro de saquinhos bordados com as iniciais dos noivos, que mandei fazer em Minas? – queria saber a mãe da noiva de cima.

    Estavam embaixo. “Oh, não!” Desespero, correria, põe tudo nas caixas, sobe caixa, desce caixa, rearranja. Ufa!

    E as noivas atrasadas? A filha de um conhecido chegou na hora, deu um abraço no pai na porta da igreja, conforme o figurino, e soou a marcha nupcial, pai e filha entraram pelo tapete vermelho e começaram os murmúrios. Ela firme, olhos no fim do tapete onde o padre esperava, e mais murmúrios e murmúrios. Ela não entendia, pensou que fosse o sucesso do vestido, até que, ao chegar ao altar, ela olhou para o lado e exclamou: 

    – Este não é o meu noivo!

    O noivo dela se atrasara; aquele diante do altar aguardava a noiva dele, que estava atrasadíssima. 

    Desfeita a trapalhada com a chegada do noivo certo e a retirada gentil do noivo sem noiva, que cedeu a precedência da cerimônia, casou-se a filha do meu conhecido. Sensibilizada com a gentileza do rapaz.

    Este, certamente irritado com o atraso da própria noiva, mas também admirado com a beleza da outra, confidenciou a um padrinho amigão: teria levado vantagem com a troca.

(Ivan Angelo. Veja SP, 19.07.2006. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho do terceiro parágrafo “... o padre sorria, supondo que fosse esquecimento do noivo afobado.” está reescrito preservando o sentido do texto.
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Q3209054 Português
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Noivos


    Na sala de espera do cardiologista, abro uma revista, folheio e paro nas páginas que falam de casamentos milionários. Em um deles, só os bem-casados custaram 20 mil reais. Nossa! O preço de um belo jantar para 200 pessoas. 

    Esses casamentos de revista foram perfeitos, pelo menos nas histórias impressas. Nem sempre é assim.

    Meu primo, por exemplo, esqueceu as alianças. Não propriamente esqueceu: na verdade, não comprou, era contra e, noivo de primeira viagem, não sabia que elas fazem parte da cerimônia. Um dos casais convidados emprestou-lhe as alianças, entre cochichos, enquanto o padre sorria, supondo que fosse esquecimento do noivo afobado.

    Maio, setembro, dezembro, não se sabe bem por quê, são meses de pico de casamentos. Faltam salões de festas. Há bufês de dois andares que fazem festas simultâneas. Estive em um em que os bem-casados estavam trocados.

    – Cadê aqueles dentro de saquinhos bordados com as iniciais dos noivos, que mandei fazer em Minas? – queria saber a mãe da noiva de cima.

    Estavam embaixo. “Oh, não!” Desespero, correria, põe tudo nas caixas, sobe caixa, desce caixa, rearranja. Ufa!

    E as noivas atrasadas? A filha de um conhecido chegou na hora, deu um abraço no pai na porta da igreja, conforme o figurino, e soou a marcha nupcial, pai e filha entraram pelo tapete vermelho e começaram os murmúrios. Ela firme, olhos no fim do tapete onde o padre esperava, e mais murmúrios e murmúrios. Ela não entendia, pensou que fosse o sucesso do vestido, até que, ao chegar ao altar, ela olhou para o lado e exclamou: 

    – Este não é o meu noivo!

    O noivo dela se atrasara; aquele diante do altar aguardava a noiva dele, que estava atrasadíssima. 

    Desfeita a trapalhada com a chegada do noivo certo e a retirada gentil do noivo sem noiva, que cedeu a precedência da cerimônia, casou-se a filha do meu conhecido. Sensibilizada com a gentileza do rapaz.

    Este, certamente irritado com o atraso da própria noiva, mas também admirado com a beleza da outra, confidenciou a um padrinho amigão: teria levado vantagem com a troca.

(Ivan Angelo. Veja SP, 19.07.2006. Adaptado)
No primeiro parágrafo, ao declarar que os bem-casados custaram 20 mil reais e que esse seria o mesmo preço de um belo jantar para 200 pessoas, o autor 
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Q3209053 Português
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    Na sala de espera do cardiologista, abro uma revista, folheio e paro nas páginas que falam de casamentos milionários. Em um deles, só os bem-casados custaram 20 mil reais. Nossa! O preço de um belo jantar para 200 pessoas. 

    Esses casamentos de revista foram perfeitos, pelo menos nas histórias impressas. Nem sempre é assim.

    Meu primo, por exemplo, esqueceu as alianças. Não propriamente esqueceu: na verdade, não comprou, era contra e, noivo de primeira viagem, não sabia que elas fazem parte da cerimônia. Um dos casais convidados emprestou-lhe as alianças, entre cochichos, enquanto o padre sorria, supondo que fosse esquecimento do noivo afobado.

    Maio, setembro, dezembro, não se sabe bem por quê, são meses de pico de casamentos. Faltam salões de festas. Há bufês de dois andares que fazem festas simultâneas. Estive em um em que os bem-casados estavam trocados.

    – Cadê aqueles dentro de saquinhos bordados com as iniciais dos noivos, que mandei fazer em Minas? – queria saber a mãe da noiva de cima.

    Estavam embaixo. “Oh, não!” Desespero, correria, põe tudo nas caixas, sobe caixa, desce caixa, rearranja. Ufa!

    E as noivas atrasadas? A filha de um conhecido chegou na hora, deu um abraço no pai na porta da igreja, conforme o figurino, e soou a marcha nupcial, pai e filha entraram pelo tapete vermelho e começaram os murmúrios. Ela firme, olhos no fim do tapete onde o padre esperava, e mais murmúrios e murmúrios. Ela não entendia, pensou que fosse o sucesso do vestido, até que, ao chegar ao altar, ela olhou para o lado e exclamou: 

    – Este não é o meu noivo!

    O noivo dela se atrasara; aquele diante do altar aguardava a noiva dele, que estava atrasadíssima. 

    Desfeita a trapalhada com a chegada do noivo certo e a retirada gentil do noivo sem noiva, que cedeu a precedência da cerimônia, casou-se a filha do meu conhecido. Sensibilizada com a gentileza do rapaz.

    Este, certamente irritado com o atraso da própria noiva, mas também admirado com a beleza da outra, confidenciou a um padrinho amigão: teria levado vantagem com a troca.

(Ivan Angelo. Veja SP, 19.07.2006. Adaptado)
No sétimo parágrafo, ao afirmar “conforme o figurino”, o autor quer dizer que
Alternativas
Q3209052 Português
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    Na sala de espera do cardiologista, abro uma revista, folheio e paro nas páginas que falam de casamentos milionários. Em um deles, só os bem-casados custaram 20 mil reais. Nossa! O preço de um belo jantar para 200 pessoas. 

    Esses casamentos de revista foram perfeitos, pelo menos nas histórias impressas. Nem sempre é assim.

    Meu primo, por exemplo, esqueceu as alianças. Não propriamente esqueceu: na verdade, não comprou, era contra e, noivo de primeira viagem, não sabia que elas fazem parte da cerimônia. Um dos casais convidados emprestou-lhe as alianças, entre cochichos, enquanto o padre sorria, supondo que fosse esquecimento do noivo afobado.

    Maio, setembro, dezembro, não se sabe bem por quê, são meses de pico de casamentos. Faltam salões de festas. Há bufês de dois andares que fazem festas simultâneas. Estive em um em que os bem-casados estavam trocados.

    – Cadê aqueles dentro de saquinhos bordados com as iniciais dos noivos, que mandei fazer em Minas? – queria saber a mãe da noiva de cima.

    Estavam embaixo. “Oh, não!” Desespero, correria, põe tudo nas caixas, sobe caixa, desce caixa, rearranja. Ufa!

    E as noivas atrasadas? A filha de um conhecido chegou na hora, deu um abraço no pai na porta da igreja, conforme o figurino, e soou a marcha nupcial, pai e filha entraram pelo tapete vermelho e começaram os murmúrios. Ela firme, olhos no fim do tapete onde o padre esperava, e mais murmúrios e murmúrios. Ela não entendia, pensou que fosse o sucesso do vestido, até que, ao chegar ao altar, ela olhou para o lado e exclamou: 

    – Este não é o meu noivo!

    O noivo dela se atrasara; aquele diante do altar aguardava a noiva dele, que estava atrasadíssima. 

    Desfeita a trapalhada com a chegada do noivo certo e a retirada gentil do noivo sem noiva, que cedeu a precedência da cerimônia, casou-se a filha do meu conhecido. Sensibilizada com a gentileza do rapaz.

    Este, certamente irritado com o atraso da própria noiva, mas também admirado com a beleza da outra, confidenciou a um padrinho amigão: teria levado vantagem com a troca.

(Ivan Angelo. Veja SP, 19.07.2006. Adaptado)
Com base nas informações do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3209051 Português
Leia o texto para responder à questão.


Noivos


    Na sala de espera do cardiologista, abro uma revista, folheio e paro nas páginas que falam de casamentos milionários. Em um deles, só os bem-casados custaram 20 mil reais. Nossa! O preço de um belo jantar para 200 pessoas. 

    Esses casamentos de revista foram perfeitos, pelo menos nas histórias impressas. Nem sempre é assim.

    Meu primo, por exemplo, esqueceu as alianças. Não propriamente esqueceu: na verdade, não comprou, era contra e, noivo de primeira viagem, não sabia que elas fazem parte da cerimônia. Um dos casais convidados emprestou-lhe as alianças, entre cochichos, enquanto o padre sorria, supondo que fosse esquecimento do noivo afobado.

    Maio, setembro, dezembro, não se sabe bem por quê, são meses de pico de casamentos. Faltam salões de festas. Há bufês de dois andares que fazem festas simultâneas. Estive em um em que os bem-casados estavam trocados.

    – Cadê aqueles dentro de saquinhos bordados com as iniciais dos noivos, que mandei fazer em Minas? – queria saber a mãe da noiva de cima.

    Estavam embaixo. “Oh, não!” Desespero, correria, põe tudo nas caixas, sobe caixa, desce caixa, rearranja. Ufa!

    E as noivas atrasadas? A filha de um conhecido chegou na hora, deu um abraço no pai na porta da igreja, conforme o figurino, e soou a marcha nupcial, pai e filha entraram pelo tapete vermelho e começaram os murmúrios. Ela firme, olhos no fim do tapete onde o padre esperava, e mais murmúrios e murmúrios. Ela não entendia, pensou que fosse o sucesso do vestido, até que, ao chegar ao altar, ela olhou para o lado e exclamou: 

    – Este não é o meu noivo!

    O noivo dela se atrasara; aquele diante do altar aguardava a noiva dele, que estava atrasadíssima. 

    Desfeita a trapalhada com a chegada do noivo certo e a retirada gentil do noivo sem noiva, que cedeu a precedência da cerimônia, casou-se a filha do meu conhecido. Sensibilizada com a gentileza do rapaz.

    Este, certamente irritado com o atraso da própria noiva, mas também admirado com a beleza da outra, confidenciou a um padrinho amigão: teria levado vantagem com a troca.

(Ivan Angelo. Veja SP, 19.07.2006. Adaptado)
De acordo com as ideias do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3209022 Português
Museu do Artesanato Paraibano passa a integrar Rede
de Pesquisas das Américas



O Museu do Artesanato Paraibano Janete Costa, em João Pessoa, agora faz parte da Rede de Pesquisas das Américas (Arenet), sendo o primeiro museu do Brasil a fazer parte da rede. A iniciativa promove a colaboração e o intercâmbio entre as instituições, estudantes e acadêmicos por meio de programas de pesquisa.


Com um grande acervo, o Museu do Artesanato Paraibano tem muita diversidade na produção artesanal de todas as regiões do Estado. Além de preservar e valorizar o patrimônio cultural, gerando renda para os artesãos com a comercialização das peças e das diversas exposições.


O diretor do museu, Fábio Morais, destacou que a entrada na Arenet foi possível graças ao Encontro Ibero-americano de Artesanato e Arte Popular, realizado em João Pessoa na última segunda-feira (27).


A diretora-executiva da Arenet, Greta de Léon, participou desse encontro e, na terça, veio nos visitar. In loco, ela atestou, juntamente com outras autoridades, o potencial do Museu no ensino, na pesquisa, além de um acervo de memória muito rico. “Para nós, é uma alegria poder se conectar com instituições que possam fortalecer a cultura popular e o artesanato, trocando experiências e conhecimentos.”


Disponível em: https://portalcorreio.com.br. Acesso em: 01/02/2025.

De acordo com o texto, julgue como VERDADEIRA (V) ou FALSA (F) as seguintes afirmações.

( )O Museu do Artesanato Paraibano Janete Costa, em João Pessoa, está entre um dos primeiros museus do Brasil que integraram a Rede de Pesquisas das Américas.
( )O acervo do Museu do Artesanato Paraibano é composto da diversidade de peças artesanais produzidas em todas as regiões Ibero-americanas.
( ) Embora o Museu do Artesanato Paraibano tenha uma ínfima coleção de peças, beneficia a economia, gerando renda por meio da comercialização em diversas exposições.

A sequência CORRETA é:
Alternativas
Q3209021 Português
Museu do Artesanato Paraibano passa a integrar Rede
de Pesquisas das Américas



O Museu do Artesanato Paraibano Janete Costa, em João Pessoa, agora faz parte da Rede de Pesquisas das Américas (Arenet), sendo o primeiro museu do Brasil a fazer parte da rede. A iniciativa promove a colaboração e o intercâmbio entre as instituições, estudantes e acadêmicos por meio de programas de pesquisa.


Com um grande acervo, o Museu do Artesanato Paraibano tem muita diversidade na produção artesanal de todas as regiões do Estado. Além de preservar e valorizar o patrimônio cultural, gerando renda para os artesãos com a comercialização das peças e das diversas exposições.


O diretor do museu, Fábio Morais, destacou que a entrada na Arenet foi possível graças ao Encontro Ibero-americano de Artesanato e Arte Popular, realizado em João Pessoa na última segunda-feira (27).


A diretora-executiva da Arenet, Greta de Léon, participou desse encontro e, na terça, veio nos visitar. In loco, ela atestou, juntamente com outras autoridades, o potencial do Museu no ensino, na pesquisa, além de um acervo de memória muito rico. “Para nós, é uma alegria poder se conectar com instituições que possam fortalecer a cultura popular e o artesanato, trocando experiências e conhecimentos.”


Disponível em: https://portalcorreio.com.br. Acesso em: 01/02/2025.

O objetivo principal do texto é: 
Alternativas
Q3208937 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


 Carnaval de Pernambuco: o melhor do planeta


    O carnaval é conhecido mundialmente como uma festa popular, democrática e alegre, durante a qual o povo afasta sua timidez e seus medos, libertando suas fantasias e desejos. Em Pernambuco, essa festa começa logo após a virada de ano, prolongando-se, inclusive, após a quartafeira de cinzas, dia proclamado nacionalmente para o encerramento da folia de momo.

    Na idade antiga, o carnaval era bastante festejado em Roma, durante sete dias do mês de dezembro, período em que as restrições morais eram relaxadas e os prazeres eram incessantemente buscados. Na idade média, as festas de carnaval eram brincadas de acordo com os costumes de cada cidade. Já na idade moderna, os bailes de fantasias e de máscaras e os desfiles em carros alegóricos tomaram conta de várias cidades, proclamando, especialmente, Paris como modelo carnavalesco do mundo. Na contemporaneidade, os destaques cabem principalmente ao Brasil, onde estados como o Rio de Janeiro e São Paulo, com seus tradicionais desfiles de escolas de samba, a Bahia, com os desfiles de bandas em trios elétricos e, em especial, Pernambuco, com seu carnaval multicultural, contagiam milhares de pessoas que visitam esses locais no período momesco.

    Por falar em Pernambuco, o carnaval não é apenas intensificado na capital e região metropolitana. A folia se ramifica por cidades como Bezerros, onde se encontra o tradicional Papangú, Nazaré da Mata, com o Maracatu de Baque Solto, Pesqueira, com os Caiporas e Caretas, Triunfo e outras cidades interioranas, com seus blocos de rua.

    Todavia, é em cidades como Recife e Olinda, que o carnaval de Pernambuco reproduz toda a cultura encontrada no estado. Em Recife, principalmente no Galo da Madrugada, que sai no sábado de Zé Pereira, e no Recife Antigo, que recebe vários blocos, troças e maracatus, as pessoas se fantasiam e carregam a multiculturalidade pernambucana, esbanjando alegria e sensualidade. Em Olinda, os bonecos gigantes ditam o ritmo da festa. Lá, o Homem da Meia Noite, fundado em 1932, é quem dá início à folia, as zero hora do sábado. Daí por diante, o que se vê é uma avalanche de blocos e troças, entre eles Pitombeira dos Quatro Cantos e Elefante de Olinda, que movimentam os carnavalescos até o fim da folia, quando o Bacalhau do Batata e o Bicho Maluco Beleza encerram os festejos da cidade.

    É pela alegria do povo de Pernambuco e dos inúmeros turistas que chegam ao estado, é pela criatividade das fantasias esbanjadas pelos foliões nos blocos e troças, bem como nos bailes promovidos pelas prefeituras municipais, é pelas inúmeras manifestações culturais espalhadas pelo estado, é, por fim, pela perfeita cobertura feita pela impressa falada e escrita, que divulga a mais importante festa do Estado, que o carnaval de Pernambuco é reconhecido, tradicionalmente, como o melhor carnaval do planeta.


 (PACÍFICO, André Fabiano. Coletânea da Academia Camarajibense de Letras. Olinda: Babbeco, 2011)

De acordo com o texto, o Carnaval pernambucano acontece:
Alternativas
Q3208646 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Carnaval de Pernambuco: o melhor do planeta


    O carnaval é conhecido mundialmente como uma festa popular, democrática e alegre, durante a qual o povo afasta sua timidez e seus medos, libertando suas fantasias e desejos. Em Pernambuco, essa festa começa logo após a virada de ano, prolongando-se, inclusive, após a quartafeira de cinzas, dia proclamado nacionalmente para o encerramento da folia de momo.

    Na idade antiga, o carnaval era bastante festejado em Roma, durante sete dias do mês de dezembro, período em que as restrições morais eram relaxadas e os prazeres eram incessantemente buscados. Na idade média, as festas de carnaval eram brincadas de acordo com os costumes de cada cidade. Já na idade moderna, os bailes de fantasias e de máscaras e os desfiles em carros alegóricos tomaram conta de várias cidades, proclamando, especialmente, Paris como modelo carnavalesco do mundo. Na contemporaneidade, os destaques cabem principalmente ao Brasil, onde estados como o Rio de Janeiro e São Paulo, com seus tradicionais desfiles de escolas de samba, a Bahia, com os desfiles de bandas em trios elétricos e, em especial, Pernambuco, com seu carnaval multicultural, contagiam milhares de pessoas que visitam esses locais no período momesco.

    Por falar em Pernambuco, o carnaval não é apenas intensificado na capital e região metropolitana. A folia se ramifica por cidades como Bezerros, onde se encontra o tradicional Papangú, Nazaré da Mata, com o Maracatu de Baque Solto, Pesqueira, com os Caiporas e Caretas, Triunfo e outras cidades interioranas, com seus blocos de rua.

    Todavia, é em cidades como Recife e Olinda, que o carnaval de Pernambuco reproduz toda a cultura encontrada no estado. Em Recife, principalmente no Galo da Madrugada, que sai no sábado de Zé Pereira, e no Recife Antigo, que recebe vários blocos, troças e maracatus, as pessoas se fantasiam e carregam a multiculturalidade pernambucana, esbanjando alegria e sensualidade. Em Olinda, os bonecos gigantes ditam o ritmo da festa. Lá, o Homem da Meia Noite, fundado em 1932, é quem dá início à folia, as zero hora do sábado. Daí por diante, o que se vê é uma avalanche de blocos e troças, entre eles Pitombeira dos Quatro Cantos e Elefante de Olinda, que movimentam os carnavalescos até o fim da folia, quando o Bacalhau do Batata e o Bicho Maluco Beleza encerram os festejos da cidade

    É pela alegria do povo de Pernambuco e dos inúmeros turistas que chegam ao estado, é pela criatividade das fantasias esbanjadas pelos foliões nos blocos e troças, bem como nos bailes promovidos pelas prefeituras municipais, é pelas inúmeras manifestações culturais espalhadas pelo estado, é, por fim, pela perfeita cobertura feita pela impressa falada e escrita, que divulga a mais importante festa do Estado, que o carnaval de Pernambuco é reconhecido, tradicionalmente, como o melhor carnaval do planeta. 


(PACÍFICO, André Fabiano. Coletânea da Academia Camarajibense de Letras. Olinda: Babbeco, 2011) 

Segundo o texto, qual é a principal característica do Carnaval de Olinda?
Alternativas
Respostas
22961: A
22962: B
22963: C
22964: E
22965: E
22966: B
22967: E
22968: C
22969: C
22970: B
22971: A
22972: D
22973: C
22974: A
22975: B
22976: D
22977: C
22978: D
22979: B
22980: A