Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3327353 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa que apresente um sinônimo adequado para o termo em destaque no período: No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras.
Alternativas
Q3327352 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa que apresente o tema do texto:
Alternativas
Q3327351 Português
Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer


   O arquiteto aposentado Lauro Andrade, 80, descobriu uma nova paixão na terceira idade: o turismo de aventura e a fotografia artística. A união desses fatores resultou em mais de 20 viagens para locais remotos só na última década, além de uma exposição em Santa Catarina e a publicação de um livro com as imagens. Pai de três filhos e viúvo há mais de duas décadas, Lauro começou essa jornada sozinho com cerca de 69 anos. Ele fotografou cenários extremos: tornados, a boca de um vulcão ativo, ursos no norte do Alasca e a famosa Aurora Boreal — que já avistou mais de uma vez.

   A primeira aventura foi para a Tanzânia, que ele definiu ao CNNViagem&Gastronomia como um lugar incrível. O país é conhecido pela cultura, beleza natural, praias e por ter as montanhas mais altas do continente africano. Quando voltou, no entanto, um susto: “Descobri que estava com câncer no rim e tive que remover um dos órgãos.”. Mesmo com o imprevisto de saúde, Lauro dizia para o médico que tinha uma viagem marcada para a Índia e não poderia perder o passeio. Dito e feito: não perdeu. 45 dias depois da cirurgia, eu estava em Nova Delhi. Todo mundo arregalava os olhos quando ouvia que eu havia acabado de tirar um rim”, disse rindo.

   No entanto, Lauro garante que as viagens dele sempre foram muito seguras. Para isso, contrata a mesma agência turística para ser acompanhado por um guia durante as aventuras. Foram os profissionais especializados, inclusive, que os socorreram em momentos de apuros. Ele viveu uma dessas situações na Etiópia, considerado o país mais antigo da África, onde se sentiu mais inseguro. Lá, Lauro era vigiado o tempo todo por pessoas com metralhadoras. “A gente estava com uma milícia armada para poder fotografar”, contou. Mesmo assim, o antigo arquiteto montou em um camelo e partiu para um passeio de quatro horas até a boca de um vulcão ativo. O tour precisava ser feito à noite devido às altas temperaturas — quase 50°C na base do deserto. O fotógrafo começou o trajeto às 19h, mas pausou diversas vezes durante o caminho. “Tínhamos que chegar até meia-noite na boca do vulcão, fotografar, descansar por uma hora e retornar”, contou ele. Na volta, Lauro passou mal. “Foi um sacrifício muito grande, porque andar em cima de camelo, só com um tipo de colchãozinho, [foi muito complicado]”, pontuou ele. E continuou, brincando: “Não sabia se tinha sido frito ou virado uma omelete. Desmaiei, mas fotografei a boca do vulcão”.

   O mais inusitado é que Lauro não define esse momento como um perrengue. Ao ser questionado sobre o maior apuro em terras estrangeiras, o antigo arquiteto aponta um caso que viveu na Islândia. “Tropecei em um fio, caí com a máquina no peito e o encaixe da lente da câmera quebrou. Tinha uma médica na equipe, ela me examinou e viu que eu não tinha me machucado. Foi o maior perrengue que tive em viagem”, contou Lauro, que precisou fazer as fotos do celular.

   Lauro também viveu outras aventuras, como quando fotografou um tornado nos Estados Unidos. Mas como se preparar para esse tipo de passeio? Antes de ir, ele recebeu um briefing de como agir. “Tínhamos dois técnicos americanos que tinham computadores para controlar da onde vinha a direção do tornado, de tal forma que a gente fica em uma margem de segurança do tornado. Além disso, conhecendo a direção do vento, eles têm uma estrada de fuga”, disse.

   Outra viagem que Lauro fez e o marcou muito foi para o Irã. Ele seguiu as restrições do país, como não fotografar nenhuma mulher, mas, apesar da proibição, garante que voltaria para lá. “Um dos lugares mais seguros que já fui”, exclamou. As viagens de Lauro são várias. Em solo estrangeiro, ele passou por países como os Emirados Árabes Unidos, Myanmar, Japão e Alaska, onde andou em um avião monomotor de quatro lugares, cujo pouso acontecia na água, bem perto da praia, para fotografar ursos em um parque.

   Para fotografar, também visitou a Tailândia, Camboja, Laos, Butão, Noruega e muitos outros. No Brasil, conheceu desde o Pantanal e o norte do país até o sertão de Pernambuco. “Cada foto tem uma história”, garantiu sobre os registros.


Fonte: Brasileiro de 80 anos explorou mais de 20 destinos de aventura após câncer | CNN Brasil.
Assinale a alternativa INCORRETA de acordo com o texto: 
Alternativas
Q3327184 Português

O cronista tem como sua principal fonte de inspiração a realidade – as catástrofes e as belezas do dia a dia. A vida como ela se apresenta aos olhos do tempo e do momento.


A vida, assim como o mar, o vento, as montanhas, a música e a luz, vem em ondas. Ondas de alegria e tristeza. E nós vamos surfando entre flores, temores, amores e a solidão, nossa eterna companheira.


Assim funciona o coração do cronista. Garimpar todos esses sentimentos que flutuam no espaço temporal entre uma crônica e outra e traduzi-los em palavras, espetinhos de cutucar o coração e despertar a alma.


O grande temor de um cronista é faltar munição. Explicação: faltar motivação para traduzir a realidade em sentimentos. Alegres, tristes, irônicos, nojentos, vulgares, poéticos, históricos, banais. Vale tudo, menos o silêncio. Por isso, cronistas geralmente detestam ditadores e ditaduras. Detestam o silêncio.


Por outro lado, momentos de chumbo oferecem vasta munição para o olhar crítico e revolucionário do cronista. As armas de um cronista são a caneta e o papel, hoje substituídos pelo computador. A munição é a palavra.


A inspiração vem com a enchente que não passa, o lixo que entope as ruas, a epidemia que castiga, a guerra que se arrasta, a solidariedade que emociona e tropeça na ficha que vai caindo devagar no poço sem fundo do sofrimento.


Compramos tudo a quilo e mais caro. O arroz empapado, o feijão encruado, a carne sem músculos. Sobram hormônios e efeito estufa a nos cozinhar vivos dentro de nossa própria panela de pressão. O voo cego do morcego e a lagartixa imóvel na parede. Tudo é munição para a batalha inóspita e quixotesca de um cronista.


A tecnologia, que nos inebria, transforma sonhos em pesadelos. Eis que surge um hospital na China onde a inteligência artificial (IA) comanda as condutas. Mas como ficam o olhar, o carinho e o acolhimento diante da frieza do silício?! Pergunta de cronista é para engasgar o leitor.


A ciência nos revelou essa semana o que já sabíamos desde que o mundo é mundo: a raiva mata! Resultados de um ensaio clínico randomizado, publicado no Journal da American Heart Association e salientados no JAMA, online May 31, 2024, sugerem que a raiva afeta a dilatação dos vasos sanguíneos, gerando acidente vascular e infarto agudo do miocárdio. Os pesquisadores, apoiados pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), visam examinar como as emoções negativas afetam os vasos sanguíneos. Fácil de entender, difícil de explicar.


Cronistas decantam o mundo e fazem a profilaxia da raiva. Fazem bem ao coração.


ESTORNINHO, Carlos. Ode ao cronista. Estado de Minas,

Bem viver, 04 jun. 2024, p. 28 (adaptado).

Com relação ao texto, e acerca da tipologia e do gênero discursivo, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) Veicula uma crítica técnico-histórica à figura do cronista, explicitada no próprio título, em estilo conversacional, como forma de valorizar o diálogo direto com o leitor.
( ) Mescla denotação e conotação e, devido à sua natureza reflexiva e observacional, refere-se, diretamente, à caracterização do cronista por meio de comentários sórdidos.
( ) Pertence ao gênero autoral, pois transmite informações relevantes, de caráter pessoal, materializadas como texto em um meio de comunicação impressa de circulação nacional.
( ) Valoriza, em alguns momentos, a opção do cronista pela linguagem subjetiva para explicar o comportamento humano, ao registrar situações do cotidiano de forma breve, mas incisiva.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3327182 Português

O cronista tem como sua principal fonte de inspiração a realidade – as catástrofes e as belezas do dia a dia. A vida como ela se apresenta aos olhos do tempo e do momento.


A vida, assim como o mar, o vento, as montanhas, a música e a luz, vem em ondas. Ondas de alegria e tristeza. E nós vamos surfando entre flores, temores, amores e a solidão, nossa eterna companheira.


Assim funciona o coração do cronista. Garimpar todos esses sentimentos que flutuam no espaço temporal entre uma crônica e outra e traduzi-los em palavras, espetinhos de cutucar o coração e despertar a alma.


O grande temor de um cronista é faltar munição. Explicação: faltar motivação para traduzir a realidade em sentimentos. Alegres, tristes, irônicos, nojentos, vulgares, poéticos, históricos, banais. Vale tudo, menos o silêncio. Por isso, cronistas geralmente detestam ditadores e ditaduras. Detestam o silêncio.


Por outro lado, momentos de chumbo oferecem vasta munição para o olhar crítico e revolucionário do cronista. As armas de um cronista são a caneta e o papel, hoje substituídos pelo computador. A munição é a palavra.


A inspiração vem com a enchente que não passa, o lixo que entope as ruas, a epidemia que castiga, a guerra que se arrasta, a solidariedade que emociona e tropeça na ficha que vai caindo devagar no poço sem fundo do sofrimento.


Compramos tudo a quilo e mais caro. O arroz empapado, o feijão encruado, a carne sem músculos. Sobram hormônios e efeito estufa a nos cozinhar vivos dentro de nossa própria panela de pressão. O voo cego do morcego e a lagartixa imóvel na parede. Tudo é munição para a batalha inóspita e quixotesca de um cronista.


A tecnologia, que nos inebria, transforma sonhos em pesadelos. Eis que surge um hospital na China onde a inteligência artificial (IA) comanda as condutas. Mas como ficam o olhar, o carinho e o acolhimento diante da frieza do silício?! Pergunta de cronista é para engasgar o leitor.


A ciência nos revelou essa semana o que já sabíamos desde que o mundo é mundo: a raiva mata! Resultados de um ensaio clínico randomizado, publicado no Journal da American Heart Association e salientados no JAMA, online May 31, 2024, sugerem que a raiva afeta a dilatação dos vasos sanguíneos, gerando acidente vascular e infarto agudo do miocárdio. Os pesquisadores, apoiados pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), visam examinar como as emoções negativas afetam os vasos sanguíneos. Fácil de entender, difícil de explicar.


Cronistas decantam o mundo e fazem a profilaxia da raiva. Fazem bem ao coração.


ESTORNINHO, Carlos. Ode ao cronista. Estado de Minas,

Bem viver, 04 jun. 2024, p. 28 (adaptado).

Considere a seguinte passagem transcrita do texto.


Vale tudo, menos o silêncio. Por isso, cronistas geralmente detestam ditadores e ditaduras. Detestam o silêncio. Por outro lado, momentos de chumbo oferecem vasta munição para o olhar crítico e revolucionário do cronista. As armas de um cronista são a caneta e o papel, hoje substituídos pelo computador. A munição é a palavra”.


Acerca da coerência e da coesão textuais, é correto afirmar:

Alternativas
Q3327179 Português

O cronista tem como sua principal fonte de inspiração a realidade – as catástrofes e as belezas do dia a dia. A vida como ela se apresenta aos olhos do tempo e do momento.


A vida, assim como o mar, o vento, as montanhas, a música e a luz, vem em ondas. Ondas de alegria e tristeza. E nós vamos surfando entre flores, temores, amores e a solidão, nossa eterna companheira.


Assim funciona o coração do cronista. Garimpar todos esses sentimentos que flutuam no espaço temporal entre uma crônica e outra e traduzi-los em palavras, espetinhos de cutucar o coração e despertar a alma.


O grande temor de um cronista é faltar munição. Explicação: faltar motivação para traduzir a realidade em sentimentos. Alegres, tristes, irônicos, nojentos, vulgares, poéticos, históricos, banais. Vale tudo, menos o silêncio. Por isso, cronistas geralmente detestam ditadores e ditaduras. Detestam o silêncio.


Por outro lado, momentos de chumbo oferecem vasta munição para o olhar crítico e revolucionário do cronista. As armas de um cronista são a caneta e o papel, hoje substituídos pelo computador. A munição é a palavra.


A inspiração vem com a enchente que não passa, o lixo que entope as ruas, a epidemia que castiga, a guerra que se arrasta, a solidariedade que emociona e tropeça na ficha que vai caindo devagar no poço sem fundo do sofrimento.


Compramos tudo a quilo e mais caro. O arroz empapado, o feijão encruado, a carne sem músculos. Sobram hormônios e efeito estufa a nos cozinhar vivos dentro de nossa própria panela de pressão. O voo cego do morcego e a lagartixa imóvel na parede. Tudo é munição para a batalha inóspita e quixotesca de um cronista.


A tecnologia, que nos inebria, transforma sonhos em pesadelos. Eis que surge um hospital na China onde a inteligência artificial (IA) comanda as condutas. Mas como ficam o olhar, o carinho e o acolhimento diante da frieza do silício?! Pergunta de cronista é para engasgar o leitor.


A ciência nos revelou essa semana o que já sabíamos desde que o mundo é mundo: a raiva mata! Resultados de um ensaio clínico randomizado, publicado no Journal da American Heart Association e salientados no JAMA, online May 31, 2024, sugerem que a raiva afeta a dilatação dos vasos sanguíneos, gerando acidente vascular e infarto agudo do miocárdio. Os pesquisadores, apoiados pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), visam examinar como as emoções negativas afetam os vasos sanguíneos. Fácil de entender, difícil de explicar.


Cronistas decantam o mundo e fazem a profilaxia da raiva. Fazem bem ao coração.


ESTORNINHO, Carlos. Ode ao cronista. Estado de Minas,

Bem viver, 04 jun. 2024, p. 28 (adaptado).

Considerando-se as características e a construção do texto, é correto afirmar:
Alternativas
Q3327177 Português

O cronista tem como sua principal fonte de inspiração a realidade – as catástrofes e as belezas do dia a dia. A vida como ela se apresenta aos olhos do tempo e do momento.


A vida, assim como o mar, o vento, as montanhas, a música e a luz, vem em ondas. Ondas de alegria e tristeza. E nós vamos surfando entre flores, temores, amores e a solidão, nossa eterna companheira.


Assim funciona o coração do cronista. Garimpar todos esses sentimentos que flutuam no espaço temporal entre uma crônica e outra e traduzi-los em palavras, espetinhos de cutucar o coração e despertar a alma.


O grande temor de um cronista é faltar munição. Explicação: faltar motivação para traduzir a realidade em sentimentos. Alegres, tristes, irônicos, nojentos, vulgares, poéticos, históricos, banais. Vale tudo, menos o silêncio. Por isso, cronistas geralmente detestam ditadores e ditaduras. Detestam o silêncio.


Por outro lado, momentos de chumbo oferecem vasta munição para o olhar crítico e revolucionário do cronista. As armas de um cronista são a caneta e o papel, hoje substituídos pelo computador. A munição é a palavra.


A inspiração vem com a enchente que não passa, o lixo que entope as ruas, a epidemia que castiga, a guerra que se arrasta, a solidariedade que emociona e tropeça na ficha que vai caindo devagar no poço sem fundo do sofrimento.


Compramos tudo a quilo e mais caro. O arroz empapado, o feijão encruado, a carne sem músculos. Sobram hormônios e efeito estufa a nos cozinhar vivos dentro de nossa própria panela de pressão. O voo cego do morcego e a lagartixa imóvel na parede. Tudo é munição para a batalha inóspita e quixotesca de um cronista.


A tecnologia, que nos inebria, transforma sonhos em pesadelos. Eis que surge um hospital na China onde a inteligência artificial (IA) comanda as condutas. Mas como ficam o olhar, o carinho e o acolhimento diante da frieza do silício?! Pergunta de cronista é para engasgar o leitor.


A ciência nos revelou essa semana o que já sabíamos desde que o mundo é mundo: a raiva mata! Resultados de um ensaio clínico randomizado, publicado no Journal da American Heart Association e salientados no JAMA, online May 31, 2024, sugerem que a raiva afeta a dilatação dos vasos sanguíneos, gerando acidente vascular e infarto agudo do miocárdio. Os pesquisadores, apoiados pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), visam examinar como as emoções negativas afetam os vasos sanguíneos. Fácil de entender, difícil de explicar.


Cronistas decantam o mundo e fazem a profilaxia da raiva. Fazem bem ao coração.


ESTORNINHO, Carlos. Ode ao cronista. Estado de Minas,

Bem viver, 04 jun. 2024, p. 28 (adaptado).

 Leia o trecho do texto e a tirinha a seguir.


“Assim funciona o coração do cronista. Garimpar todos esses sentimentos que flutuam no espaço temporal entre uma crônica e outra e traduzi-los em palavras”.


Imagem associada para resolução da questão


 Disponível em: http://www.arionaurocartuns.com.br/2020/05/tira-garimpo-dinheiro.html.


Os dicionários definem o termo “garimpar” como “ato de exercer o ofício de garimpeiro”. Porém, nos dois textos apresentados, essa mesma palavra apresenta outras significações porque ela está empregada em contextos diferentes.


Esse fato linguístico recebe o nome de

Alternativas
Q3327176 Português

O cronista tem como sua principal fonte de inspiração a realidade – as catástrofes e as belezas do dia a dia. A vida como ela se apresenta aos olhos do tempo e do momento.


A vida, assim como o mar, o vento, as montanhas, a música e a luz, vem em ondas. Ondas de alegria e tristeza. E nós vamos surfando entre flores, temores, amores e a solidão, nossa eterna companheira.


Assim funciona o coração do cronista. Garimpar todos esses sentimentos que flutuam no espaço temporal entre uma crônica e outra e traduzi-los em palavras, espetinhos de cutucar o coração e despertar a alma.


O grande temor de um cronista é faltar munição. Explicação: faltar motivação para traduzir a realidade em sentimentos. Alegres, tristes, irônicos, nojentos, vulgares, poéticos, históricos, banais. Vale tudo, menos o silêncio. Por isso, cronistas geralmente detestam ditadores e ditaduras. Detestam o silêncio.


Por outro lado, momentos de chumbo oferecem vasta munição para o olhar crítico e revolucionário do cronista. As armas de um cronista são a caneta e o papel, hoje substituídos pelo computador. A munição é a palavra.


A inspiração vem com a enchente que não passa, o lixo que entope as ruas, a epidemia que castiga, a guerra que se arrasta, a solidariedade que emociona e tropeça na ficha que vai caindo devagar no poço sem fundo do sofrimento.


Compramos tudo a quilo e mais caro. O arroz empapado, o feijão encruado, a carne sem músculos. Sobram hormônios e efeito estufa a nos cozinhar vivos dentro de nossa própria panela de pressão. O voo cego do morcego e a lagartixa imóvel na parede. Tudo é munição para a batalha inóspita e quixotesca de um cronista.


A tecnologia, que nos inebria, transforma sonhos em pesadelos. Eis que surge um hospital na China onde a inteligência artificial (IA) comanda as condutas. Mas como ficam o olhar, o carinho e o acolhimento diante da frieza do silício?! Pergunta de cronista é para engasgar o leitor.


A ciência nos revelou essa semana o que já sabíamos desde que o mundo é mundo: a raiva mata! Resultados de um ensaio clínico randomizado, publicado no Journal da American Heart Association e salientados no JAMA, online May 31, 2024, sugerem que a raiva afeta a dilatação dos vasos sanguíneos, gerando acidente vascular e infarto agudo do miocárdio. Os pesquisadores, apoiados pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), visam examinar como as emoções negativas afetam os vasos sanguíneos. Fácil de entender, difícil de explicar.


Cronistas decantam o mundo e fazem a profilaxia da raiva. Fazem bem ao coração.


ESTORNINHO, Carlos. Ode ao cronista. Estado de Minas,

Bem viver, 04 jun. 2024, p. 28 (adaptado).

Considerando-se os elementos que compõem o trecho “E nós vamos surfando entre flores, temores, amores e a solidão, nossa eterna companheira.”, a função da linguagem predominante é a
Alternativas
Q3327116 Português
Rússia e Ucrânia trocam acusações sobre ataque a estação de gás em Kursk


   Rússia e Ucrânia trocaram acusações na sexta-feira (21) sobre um ataque a uma estação de medição de gás que fica na região russa de Kursk, próxima da fronteira compartilhada. O ataque à instalação em Sudzha ocorre poucos dias após os EUA terem proposto que ambos os lados pausassem os ataques à infraestrutura de energia. O Ministério da Defesa russo alegou que Kiev havia “atacado deliberadamente” a estação, que está sob controle ucraniano desde que a Ucrânia lançou uma incursão surpresa terrestre em Kursk em agosto de 2024.

   Moscou alega que as forças ucranianas explodiram a instalação enquanto “recuavam da região de Kursk” com o objetivo de “desacreditar as iniciativas de paz do presidente dos EUA”. Neste sábado, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia alertou ainda que “se reserva o direito de responder, inclusive com uma resposta simétrica” ao que alega serem ataques ucranianos às instalações de infraestrutura de energia russas.

   Kiev descreveu as acusações como “infundadas” e alegou que visam desacreditar a Ucrânia e enganar a comunidade internacional. “De fato, a estação foi repetidamente bombardeada pelos próprios russos”, disse o Estado-Maior da Ucrânia em uma postagem no Telegram na sexta-feira. De acordo com os militares ucranianos, a Rússia atingiu a mesma estação com mísseis há apenas três dias. “As tentativas dos russos de enganar a todos e fingir que estão aderindo ao cessar-fogo não funcionarão, (nem) as notícias falsas sobre os ataques ao posto de gasolina”, postou o chefe do gabinete presidencial da Ucrânia, Andriy Yermak, na sexta-feira no X. O posto de medição de gás de Sudzha foi a última rota pela qual o gás natural russo foi entregue à Europa pela Ucrânia. O transporte de gás natural por Sudzha foi encerrado em 1º de janeiro de 2025, após Kiev se recusar a renovar o contrato.

   O ataque ao posto ocorre mais de uma semana após o anúncio das forças russas de que haviam recapturado Sudzha, a maior cidade que a Ucrânia ocupou durante sua incursão em Kursk. A ocupação de partes de Kursk pela Ucrânia é vista como sua única moeda de troca territorial em meio à pressão para negociar o fim da guerra.

   O presidente russo Vladimir Putin concordou em interromper temporariamente os ataques a alvos de energia na Ucrânia após um longo telefonema com o presidente Donald Trump na terça-feira, embora ele tenha parado antes de assinar um cessar-fogo mais amplo para encerrar o conflito de três anos na Ucrânia.

    O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky também disse que apoiaria uma pausa no ataque a alvos de energia. As negociações para interromper o conflito ocorrerão em Riad na próxima semana, com uma delegação dos EUA esperada para se sentar primeiro com os ucranianos, seguida pelos russos nesta segunda-feira (24).


Fonte: Rússia e Ucrânia trocam acusações sobre ataque a estação de gás em Kursk | CNN Brasil
Assinale a alternativa correta quanto ao tipo textual predominante no texto:
Alternativas
Q3327115 Português
Rússia e Ucrânia trocam acusações sobre ataque a estação de gás em Kursk


   Rússia e Ucrânia trocaram acusações na sexta-feira (21) sobre um ataque a uma estação de medição de gás que fica na região russa de Kursk, próxima da fronteira compartilhada. O ataque à instalação em Sudzha ocorre poucos dias após os EUA terem proposto que ambos os lados pausassem os ataques à infraestrutura de energia. O Ministério da Defesa russo alegou que Kiev havia “atacado deliberadamente” a estação, que está sob controle ucraniano desde que a Ucrânia lançou uma incursão surpresa terrestre em Kursk em agosto de 2024.

   Moscou alega que as forças ucranianas explodiram a instalação enquanto “recuavam da região de Kursk” com o objetivo de “desacreditar as iniciativas de paz do presidente dos EUA”. Neste sábado, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia alertou ainda que “se reserva o direito de responder, inclusive com uma resposta simétrica” ao que alega serem ataques ucranianos às instalações de infraestrutura de energia russas.

   Kiev descreveu as acusações como “infundadas” e alegou que visam desacreditar a Ucrânia e enganar a comunidade internacional. “De fato, a estação foi repetidamente bombardeada pelos próprios russos”, disse o Estado-Maior da Ucrânia em uma postagem no Telegram na sexta-feira. De acordo com os militares ucranianos, a Rússia atingiu a mesma estação com mísseis há apenas três dias. “As tentativas dos russos de enganar a todos e fingir que estão aderindo ao cessar-fogo não funcionarão, (nem) as notícias falsas sobre os ataques ao posto de gasolina”, postou o chefe do gabinete presidencial da Ucrânia, Andriy Yermak, na sexta-feira no X. O posto de medição de gás de Sudzha foi a última rota pela qual o gás natural russo foi entregue à Europa pela Ucrânia. O transporte de gás natural por Sudzha foi encerrado em 1º de janeiro de 2025, após Kiev se recusar a renovar o contrato.

   O ataque ao posto ocorre mais de uma semana após o anúncio das forças russas de que haviam recapturado Sudzha, a maior cidade que a Ucrânia ocupou durante sua incursão em Kursk. A ocupação de partes de Kursk pela Ucrânia é vista como sua única moeda de troca territorial em meio à pressão para negociar o fim da guerra.

   O presidente russo Vladimir Putin concordou em interromper temporariamente os ataques a alvos de energia na Ucrânia após um longo telefonema com o presidente Donald Trump na terça-feira, embora ele tenha parado antes de assinar um cessar-fogo mais amplo para encerrar o conflito de três anos na Ucrânia.

    O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky também disse que apoiaria uma pausa no ataque a alvos de energia. As negociações para interromper o conflito ocorrerão em Riad na próxima semana, com uma delegação dos EUA esperada para se sentar primeiro com os ucranianos, seguida pelos russos nesta segunda-feira (24).


Fonte: Rússia e Ucrânia trocam acusações sobre ataque a estação de gás em Kursk | CNN Brasil
Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3326748 Português

    Sucesso absoluto no Brasil, especialmente na combinação de “arroz com feijão”, o feijão foi historicamente negligenciado na culinária norte-americana, mas pode estar tendo um retorno bem-vindo graças à última tendência de preparação de refeições. Os norte-americanos são famosos por não comerem feijão, afastando-se dessa fonte de alimento saudável.


    Do grão-de-bico ao edamame, os grãos são ricos em proteínas de origem vegetal e uma maneira fácil de adicionar mais alimentos saudáveis a uma refeição, com cerca de 15 gramas de proteína por xícara. O feijão também contém vitaminas e minerais importantes, como vitaminas do complexo B, folato, ferro, magnésio e potássio. Devido ao seu alto teor de fibras (12 a 15 gramas em uma porção de salada) e carboidratos de digestão lenta, o feijão reduz o colesterol ruim LDL e tem um efeito cardioprotetor. Os carboidratos contidos nos feijões são considerados de baixo índice glicêmico, portanto, elevam os níveis de açúcar no sangue muito lentamente. Se você tem pré-diabetes ou diabetes, eles podem ajudá-lo a controlar o açúcar no sangue.


    Além de seus benefícios nutricionais, as saladas com feijão também são uma opção sustentável do ponto de vista ambiental. Em comparação com outras fontes de proteína, muitos feijões crescem usando significativamente menos água, terra e petróleo. Os feijões fixam nitrogênio, contribuindo para a saúde do solo, o que promove mais biodiversidade.


Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.

O texto apresenta determinadas características relativas ao seu gênero e tipo textuais. São elas:


I. É descritivo, dispondo de informações de forma objetiva, sem juízo de valor.

II. É extremamente subjetivo, pois desenvolve impressões pessoais do autor.

III. Utiliza fatos científicos para descrever os benefícios do feijão.


Está CORRETO o que se firma: 

Alternativas
Q3326729 Português

Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.


O _______________ com a ética é fundamental para que o serviço público seja um instrumento de desenvolvimento social, _____________ que os direitos e interesses da população sejam protegidos com responsabilidade e integridade. 

Alternativas
Q3326696 Português

    Sucesso absoluto no Brasil, especialmente na combinação de “arroz com feijão”, o feijão foi historicamente negligenciado na culinária norte-americana, mas pode estar tendo um retorno bem-vindo graças à última tendência de preparação de refeições. Os norte-americanos são famosos por não comerem feijão, afastando-se dessa fonte de alimento saudável.


    Do grão-de-bico ao edamame, os grãos são ricos em proteínas de origem vegetal e uma maneira fácil de adicionar mais alimentos saudáveis a uma refeição, com cerca de 15 gramas de proteína por xícara. O feijão também contém vitaminas e minerais importantes, como vitaminas do complexo B, folato, ferro, magnésio e potássio. Devido ao seu alto teor de fibras (12 a 15 gramas em uma porção de salada) e carboidratos de digestão lenta, o feijão reduz o colesterol ruim LDL e tem um efeito cardioprotetor. Os carboidratos contidos nos feijões são considerados de baixo índice glicêmico, portanto, elevam os níveis de açúcar no sangue muito lentamente. Se você tem pré-diabetes ou diabetes, eles podem ajudá-lo a controlar o açúcar no sangue.


    Além de seus benefícios nutricionais, as saladas com feijão também são uma opção sustentável do ponto de vista ambiental. Em comparação com outras fontes de proteína, muitos feijões crescem usando significativamente menos água, terra e petróleo. Os feijões fixam nitrogênio, contribuindo para a saúde do solo, o que promove mais biodiversidade.


Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.


De acordo com o texto, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3326419 Português
A grama do vizinho


        Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?

       Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas.

       Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta.

         Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.


Fonte: Martha Medeiros. Adaptado
As crônicas, gênero textual utilizado por Martha Medeiros, têm determinadas características que as definem como tal. Considerando essas características, muito presentes no texto, assinalar a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3326418 Português
A grama do vizinho


        Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?

       Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas.

       Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta.

         Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.


Fonte: Martha Medeiros. Adaptado
A expressão “coisíssima nenhuma” é utilizada no texto por Martha Medeiros para:
Alternativas
Q3326416 Português
A grama do vizinho


        Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco. Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-oquê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?

       Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude, considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas.

       Pra consumo externo, todos são belos, sexy, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz de conta.

         Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia.


Fonte: Martha Medeiros. Adaptado
Considerando as informações do texto, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3326373 Português


Internet: <www.exame.com> (com adaptações).

Assinale a opção em que a proposta de reescrita para o trecho “a IA causa estranheza e é preciso desmistificá‑la” (linha 17) é gramaticalmente correta e coerente com as ideias do texto. 
Alternativas
Q3326367 Português


Internet: <www.exame.com> (com adaptações).

Com o emprego do elemento de coesão “Com isso” (linha 4), o autor do texto reporta‑se 
Alternativas
Q3326366 Português


Internet: <www.exame.com> (com adaptações).

Entende‑se da leitura do texto que  
Alternativas
Q3326365 Português


Internet: <www.exame.com> (com adaptações).

O texto apresentado caracteriza‑se como  
Alternativas
Respostas
21041: B
21042: C
21043: E
21044: C
21045: D
21046: C
21047: D
21048: B
21049: D
21050: C
21051: D
21052: C
21053: E
21054: E
21055: A
21056: D
21057: B
21058: A
21059: B
21060: C