Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 127.923 questões

Q3542744 Português
Depois de analisar os três enunciados correlatos subsequente, julgue o que se afirma sobre eles:
1. Para que tenhamos uma escola mais acolhedora, mais humana e mais promotora de equidade,
2. É necessário proporcionar aos alunos especiais condições que favoreçam sua inclusão na sociedade,
3. Pelo desenvolvimento de formas alternativas de atendimento diferenciado.
I. Os dois primeiros enunciados são verdadeiros e indicam uma relação de causa e efeito.
II. Os dois primeiros enunciados são verdadeiros e indicam uma relação de condicionalidade.
III. O terceiro enunciado é verdadeiro e indica no tocante ao segundo uma relação de mediação.
IV. O segundo enunciado é verdadeiro e indica no tocante ao terceiro uma relação de concessão.
Dentre os itens acima, estão corretos: 
Alternativas
Q3542739 Português
Depois de analisar o fragmento de texto abaixo, assinale a alternativa cujo enunciado o sintetiza adequadamente.
Para Amaral (1998, p. 16-17), “a generalização indevida refere-se à transformação da totalidade da pessoa com deficiência na própria condição de deficiência, na ineficiência global”.
Alternativas
Q3542491 Português
Leia atentamente as proposições, coloque (V) para verdadeira, (F) para falsa e marque a alternativa correta:

I.( ) A falta de acesso à cultura dificulta o estímulo ao manuseio e à leitura de livros.
II.( ) O estímulo à leitura de livros nos anos finais é fundamental para a formação de leitores críticos.
III.( ) A influência das mídias digitais dificulta a formação de novos leitores. 
Alternativas
Q3542490 Português
Possui uma narrativa mais longa, possui um contexto temporal e espacial, apresenta um enredo, ou seja, uma sequência de acontecimentos, e possui diversos personagens:
Alternativas
Q3542488 Português
O gênero lírico recebe esse nome, porque faz referência ao instrumento musical lira. Qual subgênero do gênero lírico é feito para homenagear ou exaltar algo ou alguém?
Alternativas
Q3542473 Português
CONVIVÊNCIA QUE APRISIONA: A JORNADA PARA ENFRENTAR BULLYING NAS ESCOLAS



        Pelos corredores e salas de aula, o bullying ainda aprisiona tensões, dúvidas, sofrimentos, traumas e uma infinidade de desafios nas escolas país afora. A cada dez diretores, praticamente quatro relatam casos de bullying em suas instituições de ensino, segundo revela o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2023. As localidades com mais registros são Santa Catarina, Distrito Federal e São Paulo.

         O Anuário ainda destaca o risco que o bullying representa para a segurança pública como um todo. “Esse é um problema que agrava os riscos de ataques violentos às escolas e que não está exatamente correlacionado à incidência de outras violências nos territórios do entorno das instituições escolares”, destaca a publicação.

         A princípio, o tom pode soar alarmista, especialmente em um ano como 2023, que registrou sete massacres em escolas, mas o fato é que algumas linhas de pesquisa acadêmica apontam o bullying como um dos motivadores para que os autores desses ataques retornem às suas escolas de origem. “A maior parte volta em busca de reparação da honra”, comenta Catarina Gonçalves, professora do Centro de educação da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e pesquisadora do grupo de Estudos e Pesquisas em Formação Humana, Representações e Identidades.


(TEXTO DE LARA SILBIGER – EXTRAÍDO DA REVISTA EDUCATRIX)
Considerando o texto assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3542360 Português
A partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais pertinentes ao ensino da Língua Portuguesa de primeira à quarta série, é impertinente afirmar:
Alternativas
Q3542290 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
O sarcasmo que se exprime no excerto “O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva.” é decorrente apenas:
Alternativas
Q3542288 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
Tanto a linguagem quanto a estrutura do texto per se refletem o gênero textual:
Alternativas
Q3541993 Português





Internet: <https://www.bbc.com>

A expressão “Pelo contrário” (linha 18)
Alternativas
Q3541988 Português





Internet: <https://www.bbc.com>

Segundo a perspectiva defendida no texto, a atitude de não aceitar “nada menos do que a perfeição” (linha 34)
Alternativas
Q3541909 Português
Ao utilizar a palavra “ratificar” como sinônimo de corrigir (em vez de “retificar”), comete-se um barbarismo
Alternativas
Q3541902 Português
A função apelativa da linguagem tem como foco o(a):
Alternativas
Q3541896 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Coisas jurídicas


     Este negócio de assassinatos perpetrados pelos maridos, por adultério da mulher, dá lugar a muitas reflexões. A estupidez desses matadores é evidente; a sua perversidade não é menos.

     Mas os jornais, no dever de forçar a publicidade e provocar a curiosidade, trazem à tona cousas bem interessantes.

     Não quero falar bobagens e quinquilharias da vida doméstica de um qualquer casal: não quero falar do caderno da venda nem das reclamações do vizinho; não quero falar do choro das crianças nem das palmadas paternas e maternas. Tudo isto é igual em todas as notícias desses casos tristes em que um bobo ou perverso marido mata a mulher porque adulterou.

    No último caso, porém, em que isso se deu, surgiu uma situação onde a bodega de lei dança uma dança macabra com a justiça e a razão. Relembro um pouco um sujeito qualquer que descobre a mulher em flagrante adultério. Tenta matá-la à faca; o amante se interpõe e o marido o mata. Bem. Até aí, nada de novo.

   O que de novo aparece é o código civil ou criminal ou lá que for. Qualquer de um desses famosos calhamaços diz que a essa pobre mulher que escapou de ser morta, e, se o não foi, deve-o à generosa coragem do seu amante; a essa pobre mulher o calhamaço dá direito, ao matador manqué, de processá-la e arranjar a sua condenação a um ano de prisão celular.

    Ora bolas! O que é mais grave é o adultério ou a tentativa de assassinato? Então o tipo que me mata ou tenta matar-me porque furtei um pão à sua padaria, pode processar-me por crime de furto?

   Então eu que atiro e firo o gatuno que me vai furtar as galinhas do quintal, posso processá-lo por crime de furto?

   Já se viu uma cousa dessas?

   Essa jurisprudência é uma coisa muito engraçada!


Lima Barreto
Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17281/coisas-
juridicas Acesso: 18/03/2024
São sinônimos da palavra “perpretados”, em destaque no texto, EXCETO:
Alternativas
Q3541860 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Mudanças no clima atingem a saúde neurológica, diz estudo


Em um artigo publicado na revista The Lancet Neurology, os cientistas enfatizam a necessidade urgente de se compreender o impacto das alterações nos padrões de temperatura e umidade em pacientes com enfermidades como Alzheimer, enxaqueca e epilepsia


    As mudanças climáticas podem afetar negativamente a saúde das pessoas com diagnósticos de doenças neurológicas, argumenta uma equipe de pesquisadores liderada pela Universidade College London (UCL), no Reino Unido. Em um artigo publicado na revista The Lancet Neurology, os cientistas enfatizam a necessidade urgente de se compreender o impacto das alterações nos padrões de temperatura e umidade em pacientes com enfermidades como Alzheimer, enxaqueca e epilepsia, entre outras que afetam o sistema nervoso central.

     Após uma revisão de 332 artigos publicados em todo o mundo entre 1968 e 2023, a equipe, liderada por Sanjay Sisodiya, da UCL, disse esperar que a escala dos efeitos potenciais das mudanças climáticas nas doenças neurológicas seja substancial. Recentemente, enfermidades do sistema nervoso central ultrapassaram as cardiovasculares como mais frequente no globo.

      Distúrbios diversos

     Os pesquisadores consideram 19 condições diferentes, com base no estudo Global Burden of Disease 2016. Eles também avaliaram o impacto das alterações climáticas em distúrbios psiquiátricos crônicos e agudos, incluindo ansiedade, depressão e esquizofrenia.

    “Há evidências claras do impacto do clima em algumas doenças cerebrais, especialmente acidentes vasculares cerebrais e infecções do sistema nervoso”, argumenta Sisodiya, que também é diretor de Genômica na Sociedade de Epilepsia. “A variação climática que demonstrou ter efeito nas doenças cerebrais incluía extremos de temperatura (baixa e alta) e maior variação de temperatura ao longo do dia — especialmente quando essas medidas eram sazonalmente incomuns”, diz.

    Segundo o pesquisador, as temperaturas noturnas podem ser particularmente importantes. “Temperaturas mais elevadas durante a noite podem perturbar o sono. Sabe-se que o sono insatisfatório agrava uma série de problemas cerebrais”.

    Entre as constatações dos pesquisadores foi o aumento nas internações, incapacidades ou mortalidade como resultado de um acidente vascular cerebral em temperaturas ambientes mais altas ou ondas de calor. Além disso, pessoas com demência mostraram-se mais suscetíveis aos danos de extremos climáticos e eventos associados, como inundações.

 “Essa suscetibilidade é agravada pela fragilidade, multimorbidade e medicamentos psicotrópicos”, escreveram os autores do estudo. “Consequentemente, maior variação de temperatura, dias mais quentes e ondas de calor levam ao aumento de internações hospitalares e mortalidade associadas à demência”.


https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-esaude/2024/05/6857965-mudancas-no-clima-atingem-a-saudeneurologica-diz-estudo.html
De acordo com o texto, assinale a alternativa que apresenta a principal preocupação dos pesquisadores em relação aos efeitos das mudanças climáticas nas doenças neurológicas.
Alternativas
Q3541027 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.



(Mauricio de Sousa. Bidu: diversão em dobro! Porto Alegre: L&PM, 2016)

De acordo com as informações visuais e do texto da tirinha, é correto afirmar que
Alternativas
Q3541022 Português
Leia o texto para responder à questão.


O futuro da casa


    Nos momentos de vida em que pensamos em novos tempos, vem a ideia de um futuro que seja menos agressivo, menos violento e destrutivo. Uma palavra que vem se desgastando, mas não deveria, é ecologia. Ela traz a ideia de “casa”, de “lar”. Ecologia é aquilo que cuida e estuda a nossa casa como sendo nosso planeta, nossa terra, nosso meio ambiente.

    Por isso, num futuro a ser cuidado, a ecologia tem de ser um desejo concreto de ação: cuidar da nossa casa! E que casa é essa? Nosso ambiente, nossa comunidade, nossa cidade, nosso país, nosso planeta. Aquilo que nos abriga, permitindo condições para podermos viver.

    A nossa casa não pode, de maneira alguma, ficar apodrecendo ou ameaçar cair. Esse desejo de cuidar precisa nascer sincero e se realizar na prática.

(Mário Sérgio Cortella. Vamos pensar um pouco? São Paulo: Cortez, 2017. Adaptado)
No trecho do segundo parágrafo − Aquilo que nos abriga, permitindo condições para podermos viver. −, a palavra “permitindo” significa: 
Alternativas
Q3541021 Português
Leia o texto para responder à questão.


O futuro da casa


    Nos momentos de vida em que pensamos em novos tempos, vem a ideia de um futuro que seja menos agressivo, menos violento e destrutivo. Uma palavra que vem se desgastando, mas não deveria, é ecologia. Ela traz a ideia de “casa”, de “lar”. Ecologia é aquilo que cuida e estuda a nossa casa como sendo nosso planeta, nossa terra, nosso meio ambiente.

    Por isso, num futuro a ser cuidado, a ecologia tem de ser um desejo concreto de ação: cuidar da nossa casa! E que casa é essa? Nosso ambiente, nossa comunidade, nossa cidade, nosso país, nosso planeta. Aquilo que nos abriga, permitindo condições para podermos viver.

    A nossa casa não pode, de maneira alguma, ficar apodrecendo ou ameaçar cair. Esse desejo de cuidar precisa nascer sincero e se realizar na prática.

(Mário Sérgio Cortella. Vamos pensar um pouco? São Paulo: Cortez, 2017. Adaptado)
O autor afirma que nosso desejo de cuidar da nossa casa precisa ser
Alternativas
Q3541020 Português
Leia o texto para responder à questão.


O futuro da casa


    Nos momentos de vida em que pensamos em novos tempos, vem a ideia de um futuro que seja menos agressivo, menos violento e destrutivo. Uma palavra que vem se desgastando, mas não deveria, é ecologia. Ela traz a ideia de “casa”, de “lar”. Ecologia é aquilo que cuida e estuda a nossa casa como sendo nosso planeta, nossa terra, nosso meio ambiente.

    Por isso, num futuro a ser cuidado, a ecologia tem de ser um desejo concreto de ação: cuidar da nossa casa! E que casa é essa? Nosso ambiente, nossa comunidade, nossa cidade, nosso país, nosso planeta. Aquilo que nos abriga, permitindo condições para podermos viver.

    A nossa casa não pode, de maneira alguma, ficar apodrecendo ou ameaçar cair. Esse desejo de cuidar precisa nascer sincero e se realizar na prática.

(Mário Sérgio Cortella. Vamos pensar um pouco? São Paulo: Cortez, 2017. Adaptado)
De acordo com o primeiro parágrafo, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
20501: E
20502: B
20503: A
20504: B
20505: C
20506: C
20507: D
20508: D
20509: E
20510: C
20511: D
20512: B
20513: E
20514: B
20515: D
20516: C
20517: C
20518: D
20519: A
20520: C