Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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No tocante a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Aliteração.
B- Onomatopeia.
C- Assonância.
D- Comparação.
Coluna II.
1- “Lá vem o vaqueiro pelos atalhos,
Tangendo as reses para os currais.
Blem... blem... blem... cantam os chocalhos
Dos tristes bodes patriarcais.
E os guizos finos das ovelhas ternas
Dlin... dlin... dlin...
E o sino da Igreja velha:
Bão... bão... bão...” (Ascenso Ferreira).
2- "Meu coração tombou na vida
tal qual uma estrela ferida
pela flecha de um caçador." (Cecília Meireles).
3- “Vozes veladas, veludosas vozes,
Volúpias dos violões, vozes veladas,
Vagam nos velhos vórtices velozes
Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.” (Cruz e Sousa).
4- “E bamboleando em ronda
Dançam bandos tontos e bambos
De pirilampos.” (Guilherme de Almeida).
Leia o texto para responder à próxima questão.
Assim... (J.G. de Araújo Jorge).
Assim foi nosso amor... um sonho que viveu
de um sonho e despertou na realidade um dia...
Um pouco de quimera ao léu da fantasia...
Uma flor que brotou e num botão morreu...
Embora sendo nosso, este amor foi só meu,
porque o teu, não foi mais que pura hipocrisia,
no fundo, há muito tempo, a minha alma sentia
este fim que o destino afinal já lhe deu...
Não podes, bem o sei - sendo mulher como és,
saber quanto sofri, vendo esta flor desfeita
e as pétalas no chão, pisadas por teus pés...
Que importa? Hás de sofrer mais tarde - a vida é assim...
Esse mesmo sorrir que agora te deleita
é o mesmo que depois há de amargar teu fim!...
Leia o texto para responder à próxima questão.
Assim... (J.G. de Araújo Jorge).
Assim foi nosso amor... um sonho que viveu
de um sonho e despertou na realidade um dia...
Um pouco de quimera ao léu da fantasia...
Uma flor que brotou e num botão morreu...
Embora sendo nosso, este amor foi só meu,
porque o teu, não foi mais que pura hipocrisia,
no fundo, há muito tempo, a minha alma sentia
este fim que o destino afinal já lhe deu...
Não podes, bem o sei - sendo mulher como és,
saber quanto sofri, vendo esta flor desfeita
e as pétalas no chão, pisadas por teus pés...
Que importa? Hás de sofrer mais tarde - a vida é assim...
Esse mesmo sorrir que agora te deleita
é o mesmo que depois há de amargar teu fim!...
Para o autor, esse interesse e “suas perguntas sem fim, sua vontade de tudo agarrar e examinar, e seu amor às miniaturas que comportam o grande em menor tamanho” caracterizam, na criança,
Para a autora, isso se deve fortemente ao fato de que
Para a autora, esse exemplo revela que
Na perspectiva da autora, esses professores
Para o autor, cada um deve utilizar todas as possibilidades de aprender e de se aperfeiçoar e, por isso, deve
Isso ocorre com maior frequência porque, na argumentação central do autor, o mundo é crescentemente
“Havia dois baldes de plástico sobre a mesa. A consultora pegou o menor deles, com uns centímetros de diâmetro, e o levantou pela alça para que todos o vissem. – Este é o meu balde de feedback – ela explicou. – Ele está localizado em meu coração e todas as vezes que alguém me dá qualquer tipo de feedback, positivo ou negativo, este vai direto para dentro do meu balde. Cada um de vocês também possui um balde de feedback no coração. E qualquer retorno direcionado a vocês vai direto para seus baldes. A consultora se aproximou da primeira fila de cadeiras e fez uma rápida pausa antes de continuar: – O problema é que nossos baldes contêm furos – disse, mostrando o fundo cheio de buracos: alguns bem pequenos, outros muito grandes”.
De acordo com a narrativa do autor, os furos em um balde de feedback têm diferentes origens, sendo considerada uma causa interna
“Um dia, ela anunciou com grande entusiasmo que sua turma iria construir e pilotar foguetes em sala de aula no final daquela semana. ‘Ótimo’, eu disse, ‘você está estudando resistência do ar? Ou aerodinâmica?’. Isso soou supernerd, então reformulei: ‘Sabe, o tipo de coisa que pode fazer um foguete voar melhor’.
‘Eu não tenho certeza’, ela disse, ‘Nós ainda não fizemos. Acho que é a introdução de um novo conteúdo’.
Alguns dias depois, perguntei a ela como foi a aula de foguetes. ‘Ótimo’, disse ela. Eles tinham feito os foguetes de papel e feito o lançamento no campo de trás da escola. ‘Nossa equipe venceu!’, ela me disse sem fôlego – significando que o foguete de seu grupo ficou no ar por mais tempo. ‘Muito legal’, eu disse, ‘O que fez seu foguete funcionar tão bem?’, perguntei.
‘Eu não tenho certeza’, disse ela. ‘Acho que talvez as asas do nosso foguete. Elas pareciam diferentes das outras’. ‘Ah’, eu disse. Por que eram diferentes?
Silêncio.
Que as asas do foguete da equipe dela foram as melhores era só um palpite (o que foi divertido e memorável), mas não tão educativo”.
Para o autor, essa experiência teve sua dimensão educativa limitada, porque o valor do aprendizado prático