Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3425730 Português
Paula Macedo no texto Deficiência física congênita e Saúde Mental (2008) faz a seguinte exposição: (...) aspecto relevante na abordagem do tema Deficiências Físicas Congênitas é o fato de que, culturalmente, somos ensinados a esperar e a planejar o futuro de um filho- -sonho. Mas, o que acontece quando o bebê real é muito diferente do bebê desejado?
Nesse sentido, a autora afirma: 
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Q3424794 Português




ANGERAMI, V. A.

Disponível em: https://cartacapital.com.br/sociedade/o-beco-brasileiro/. Acesso em: 05 fev. 2025.


A coesão sequencial é um recurso linguístico que contribui para a continuidade lógica do texto, dando sequência a sua temática. Nesse texto, o quinto parágrafo (l. 31-37) retoma e exemplifica a seguinte ideia presente no quarto parágrafo (l. 23-30):
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Q3424791 Português




ANGERAMI, V. A.

Disponível em: https://cartacapital.com.br/sociedade/o-beco-brasileiro/. Acesso em: 05 fev. 2025.


“As disparidades provocadas por essa opção preferencial pelos ricos crescem de forma incontrolável, propiciando situações de violência exacerbada” (l. 5-7). Para manter o significado básico que esse período apresenta no texto, a reescrita do trecho em destaque corresponde a: 
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Q3424790 Português




ANGERAMI, V. A.

Disponível em: https://cartacapital.com.br/sociedade/o-beco-brasileiro/. Acesso em: 05 fev. 2025.


Por meio da modalização do discurso, o enunciador pode explicitar sua subjetividade em relação àquilo que diz ou escreve. O trecho do texto que apresenta marca(s) de modalização é:
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Q3424789 Português




ANGERAMI, V. A.

Disponível em: https://cartacapital.com.br/sociedade/o-beco-brasileiro/. Acesso em: 05 fev. 2025.


No primeiro parágrafo, afirma-se: “Fala-se constantemente no aumento do aparato policial, na aquisição de mais viaturas e novos e mais potentes armamentos, mas o cerne daquilo que realmente gera tanta violência permanece intocável” (l. 7-9). De acordo com o texto, conclui-se que o cerne do que gera a violência é o(a):
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Q3424788 Português




ANGERAMI, V. A.

Disponível em: https://cartacapital.com.br/sociedade/o-beco-brasileiro/. Acesso em: 05 fev. 2025.


Figuras de linguagem são recursos expressivos empregados para gerar efeitos de sentido conotativos. Considerando-se o tema discutido nesse texto, a frase que explica a metáfora presente no título é:
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Q3424787 Português




ANGERAMI, V. A.

Disponível em: https://cartacapital.com.br/sociedade/o-beco-brasileiro/. Acesso em: 05 fev. 2025.


Tipos textuais são segmentos de texto que se distinguem por sua estrutura e seu propósito específicos, como narrar, descrever, explicar, convencer ou instruir. Embora o texto O beco brasileiro seja predominantemente argumentativo, o trecho do quinto parágrafo “Há alguns anos, no posto de combustível (...) e um ideal a ser alcançado por seus empregados” (l. 31-35) classifica-se como: 
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Q3424786 Português




ANGERAMI, V. A.

Disponível em: https://cartacapital.com.br/sociedade/o-beco-brasileiro/. Acesso em: 05 fev. 2025.


Em textos argumentativos, geralmente estão presentes recursos de persuasão que visam aproximar o leitor do texto. Nesse texto, para chamar a atenção do leitor, o autor faz uso recorrente de: 
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Q3424785 Português




ANGERAMI, V. A.

Disponível em: https://cartacapital.com.br/sociedade/o-beco-brasileiro/. Acesso em: 05 fev. 2025.


Em um artigo de opinião, a tese é o posicionamento que o autor defende em relação à ideia principal do texto. Em O beco brasileiro, a tese defendida é:
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Q3424413 Português
(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”, 20.03.2025. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos)
De acordo com Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida (Letramentos, mídias, linguagens, 2019), “Significados são construídos de maneiras cada vez mais multimodais, nas quais os modos de significação linguísticos escritos fazem interface com os padrões de significação oral, visual, auditivo, gestual, tátil e especial”.
Nesse sentido, as formas de se grafar as falas do garoto no 2º e no 3º quadrinhos têm o propósito de exprimir, correta e respectivamente, os sentidos de
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Q3424412 Português
As práticas desmotivadoras, perversas até, pelas consequências nefastas que trazem, provêm, basicamente, de concepções erradas sobre a natureza do texto e da leitura, e, portanto, da linguagem. Elas são práticas sustentadas por um entendimento limitado e incoerente do que seja ensinar português, entendimento este tradicionalmente legitimado tanto dentro como fora da escola.
(Angela Kleiman. Oficina de leitura: teoria & prática, 2017)
Exemplifica uma prática desmotivadora explicada pela autora
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Q3424409 Português
Considere a imagem e o texto a seguir: Imagem associada para resolução da questão (SILVA, Wagner Rodrigues et al, Laboratório virtual de pesquisa escolar com gramática: educação científica em aulas de língua materna, 2024. Disponivel em: https://www.scielo.br/j/tl/a/vSH5zLWrTbc57PhxwqvvMwp/?lang=pt#)

Com base em Koch e Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual, 2011) e Luiz Antônio Marcuschi (Produção textual, análise de gêneros e compreensão, 2008), a leitura do texto permite concluir corretamente que o predomínio da tipologia
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Q3424408 Português

Leia a tira do cartunista Jean Galvão:

Imagem associada para resolução da questão

(Disponível em: https://www.instagram.com/jeangalvao)


Com base em Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto, 2011), conclui-se corretamente que a tira estabelece a intertextualidade

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Q3424407 Português
De acordo com Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida (Letramentos, mídias, linguagens, 2019), “podemos constatar, com frequência, remixes que, atualmente, tornaram-se parte de uma cultura comum em que se hibridizam as várias redes que as antecederam, mas que também transitam por um mesmo espaço”.
Entre esses remixes, há os memes, que
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Q3424404 Português
Com base na tipologia das perguntas de compreensão em livros didáticos de língua portuguesa nos anos 1980- 1990 (Luiz Antônio Marcuschi, Produção textual, análise de gêneros e compreensão, 2008), um tipo de pergunta de cópia e um tipo de pergunta global estão exemplificados, correta e respectivamente, em: 
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Q3424403 Português
Se eles tocam alto é pras pessoas ouvirem; e se eles não gostassem da gente ficar ali ouvindo era só desligar e pronto; todo mundo desguiava logo. (Rubem Fonseca, “O Crioulo dançarino”, em Preti, D. Português oral e escrito, 6ª série, SP: Companhia Editora Nacional, 1974)
(Angela Kleiman, Oficina de leitura: teoria & prática. 2017)
De acordo com Kleiman, ao analisar a relação da palavra destacada com o contexto em que foi empregada, conclui-se corretamente que ela se baseia em
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Q3424401 Português
A capacidade de sonhar

        Parte dos brasileiros parece ter perdido a capacidade de sonhar; ou decidiu reprimir sua capacidade de alegrar-se. A economia até pode ir bem, às vezes bem melhor do que o previsto, mas tudo parece ruim, e piorando. O Produto Interno Bruto (PIB) ilustra esse fenômeno perturbador e de impacto político poderoso.

        Em dezembro de 2023, a previsão dominante entre centenas de operadores do mercado financeiro semanalmente consultados pelo Banco Central para seu boletim Focus era a de que em 2024 o PIB cresceria 1,5% ou, na melhor das hipóteses, 1,51%. A realidade foi mais radiante. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o PIB aumentou 3,4% em 2024, mais do que o dobro das projeções. Alguma retratação, alguma celebração? Nenhuma. Apenas a ressalva de que, daqui para a frente, tudo vai piorar. 

        As previsões dominantes para 2025 são de crescimento de 2% ou, segundo o Banco Central, de 2,3%. É menos do que o resultado dos quatro anos anteriores. Mas isso será tão ruim a ponto de nos preocupar? Se o crescimento for, digamos, de 2,3% em 2025, o PIB brasileiro terá crescido 9,2% nos três primeiros anos desse governo, o que resulta, numa conta grosseira, em cerca de 3% ao ano. Nada mal, se levarmos em conta que o crescimento anual médio do período de 40 anos até 2022 foi de menos de 2,5% ao ano.

         Um dado que indica mudança expressiva nas condições de vida da população é o PIB per capita. No ano passado, esse indicador cresceu 3% em valores reais, alcançando R$ 55.247, um recorde da série histórica do IBGE, superando o resultado de 2013. Como lembrou a ministra do Planejamento, isso “significa aumento da renda média do brasileiro”.

        Mas a persistência de problemas como a brutal desigualdade de renda, o imenso número de brasileiros que vivem em habitações inadequadas, o tamanho e a resistência do mercado de trabalho informal, a baixa produtividade geral da economia, a carência de mão de obra preparada para as grandes inovações e transformações do sistema produtivo em escala mundial nos deprime. E a comida ficou mais cara. Mesmo assim, não podemos abandonar os sonhos, deixar de almejar um futuro melhor. Crescimento da economia é base para isso.

(Jorge J. Okubaro, 11.03.2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br. Adaptado)
De acordo com Koch e Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual, 2011), “quando mudamos a sequência de tempos verbais que vínhamos repetindo, avisamos o leitor de que vai ocorrer uma mudança ou de plano, ou de atitude comunicativa”.
No caso do texto, no 3º parágrafo, a partir da informação “Mas isso será...” até o final desse parágrafo, a mudança na sequência de tempos verbais sinaliza que as informações passam a ser apresentadas sob a forma de
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Q3424399 Português
A capacidade de sonhar

        Parte dos brasileiros parece ter perdido a capacidade de sonhar; ou decidiu reprimir sua capacidade de alegrar-se. A economia até pode ir bem, às vezes bem melhor do que o previsto, mas tudo parece ruim, e piorando. O Produto Interno Bruto (PIB) ilustra esse fenômeno perturbador e de impacto político poderoso.

        Em dezembro de 2023, a previsão dominante entre centenas de operadores do mercado financeiro semanalmente consultados pelo Banco Central para seu boletim Focus era a de que em 2024 o PIB cresceria 1,5% ou, na melhor das hipóteses, 1,51%. A realidade foi mais radiante. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o PIB aumentou 3,4% em 2024, mais do que o dobro das projeções. Alguma retratação, alguma celebração? Nenhuma. Apenas a ressalva de que, daqui para a frente, tudo vai piorar. 

        As previsões dominantes para 2025 são de crescimento de 2% ou, segundo o Banco Central, de 2,3%. É menos do que o resultado dos quatro anos anteriores. Mas isso será tão ruim a ponto de nos preocupar? Se o crescimento for, digamos, de 2,3% em 2025, o PIB brasileiro terá crescido 9,2% nos três primeiros anos desse governo, o que resulta, numa conta grosseira, em cerca de 3% ao ano. Nada mal, se levarmos em conta que o crescimento anual médio do período de 40 anos até 2022 foi de menos de 2,5% ao ano.

         Um dado que indica mudança expressiva nas condições de vida da população é o PIB per capita. No ano passado, esse indicador cresceu 3% em valores reais, alcançando R$ 55.247, um recorde da série histórica do IBGE, superando o resultado de 2013. Como lembrou a ministra do Planejamento, isso “significa aumento da renda média do brasileiro”.

        Mas a persistência de problemas como a brutal desigualdade de renda, o imenso número de brasileiros que vivem em habitações inadequadas, o tamanho e a resistência do mercado de trabalho informal, a baixa produtividade geral da economia, a carência de mão de obra preparada para as grandes inovações e transformações do sistema produtivo em escala mundial nos deprime. E a comida ficou mais cara. Mesmo assim, não podemos abandonar os sonhos, deixar de almejar um futuro melhor. Crescimento da economia é base para isso.

(Jorge J. Okubaro, 11.03.2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br. Adaptado)
Com base no conceito de conhecimento linguístico de Koch e Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual, 2011), as passagens “Alguma retratação, alguma celebração?” (2º parágrafo) e “Mas isso será tão ruim a ponto de nos preocupar?” (3º parágrafo) devem ser analisadas como perguntas
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Q3424398 Português
A capacidade de sonhar

        Parte dos brasileiros parece ter perdido a capacidade de sonhar; ou decidiu reprimir sua capacidade de alegrar-se. A economia até pode ir bem, às vezes bem melhor do que o previsto, mas tudo parece ruim, e piorando. O Produto Interno Bruto (PIB) ilustra esse fenômeno perturbador e de impacto político poderoso.

        Em dezembro de 2023, a previsão dominante entre centenas de operadores do mercado financeiro semanalmente consultados pelo Banco Central para seu boletim Focus era a de que em 2024 o PIB cresceria 1,5% ou, na melhor das hipóteses, 1,51%. A realidade foi mais radiante. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o PIB aumentou 3,4% em 2024, mais do que o dobro das projeções. Alguma retratação, alguma celebração? Nenhuma. Apenas a ressalva de que, daqui para a frente, tudo vai piorar. 

        As previsões dominantes para 2025 são de crescimento de 2% ou, segundo o Banco Central, de 2,3%. É menos do que o resultado dos quatro anos anteriores. Mas isso será tão ruim a ponto de nos preocupar? Se o crescimento for, digamos, de 2,3% em 2025, o PIB brasileiro terá crescido 9,2% nos três primeiros anos desse governo, o que resulta, numa conta grosseira, em cerca de 3% ao ano. Nada mal, se levarmos em conta que o crescimento anual médio do período de 40 anos até 2022 foi de menos de 2,5% ao ano.

         Um dado que indica mudança expressiva nas condições de vida da população é o PIB per capita. No ano passado, esse indicador cresceu 3% em valores reais, alcançando R$ 55.247, um recorde da série histórica do IBGE, superando o resultado de 2013. Como lembrou a ministra do Planejamento, isso “significa aumento da renda média do brasileiro”.

        Mas a persistência de problemas como a brutal desigualdade de renda, o imenso número de brasileiros que vivem em habitações inadequadas, o tamanho e a resistência do mercado de trabalho informal, a baixa produtividade geral da economia, a carência de mão de obra preparada para as grandes inovações e transformações do sistema produtivo em escala mundial nos deprime. E a comida ficou mais cara. Mesmo assim, não podemos abandonar os sonhos, deixar de almejar um futuro melhor. Crescimento da economia é base para isso.

(Jorge J. Okubaro, 11.03.2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br. Adaptado)
Baseado em Ingedore Grunfeld Villaça Koch (Desvendando os segredos do texto, 2018), identifica-se um modificador axiológico negativo em:
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Q3424397 Português
A capacidade de sonhar

        Parte dos brasileiros parece ter perdido a capacidade de sonhar; ou decidiu reprimir sua capacidade de alegrar-se. A economia até pode ir bem, às vezes bem melhor do que o previsto, mas tudo parece ruim, e piorando. O Produto Interno Bruto (PIB) ilustra esse fenômeno perturbador e de impacto político poderoso.

        Em dezembro de 2023, a previsão dominante entre centenas de operadores do mercado financeiro semanalmente consultados pelo Banco Central para seu boletim Focus era a de que em 2024 o PIB cresceria 1,5% ou, na melhor das hipóteses, 1,51%. A realidade foi mais radiante. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o PIB aumentou 3,4% em 2024, mais do que o dobro das projeções. Alguma retratação, alguma celebração? Nenhuma. Apenas a ressalva de que, daqui para a frente, tudo vai piorar. 

        As previsões dominantes para 2025 são de crescimento de 2% ou, segundo o Banco Central, de 2,3%. É menos do que o resultado dos quatro anos anteriores. Mas isso será tão ruim a ponto de nos preocupar? Se o crescimento for, digamos, de 2,3% em 2025, o PIB brasileiro terá crescido 9,2% nos três primeiros anos desse governo, o que resulta, numa conta grosseira, em cerca de 3% ao ano. Nada mal, se levarmos em conta que o crescimento anual médio do período de 40 anos até 2022 foi de menos de 2,5% ao ano.

         Um dado que indica mudança expressiva nas condições de vida da população é o PIB per capita. No ano passado, esse indicador cresceu 3% em valores reais, alcançando R$ 55.247, um recorde da série histórica do IBGE, superando o resultado de 2013. Como lembrou a ministra do Planejamento, isso “significa aumento da renda média do brasileiro”.

        Mas a persistência de problemas como a brutal desigualdade de renda, o imenso número de brasileiros que vivem em habitações inadequadas, o tamanho e a resistência do mercado de trabalho informal, a baixa produtividade geral da economia, a carência de mão de obra preparada para as grandes inovações e transformações do sistema produtivo em escala mundial nos deprime. E a comida ficou mais cara. Mesmo assim, não podemos abandonar os sonhos, deixar de almejar um futuro melhor. Crescimento da economia é base para isso.

(Jorge J. Okubaro, 11.03.2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br. Adaptado)
De acordo com Luiz Antônio Marcuschi (Produção textual, análise de gêneros e compreensão, 2008) e Dolz, Noverraz e Schneuwly (em Schneuwly e Dolz, Gêneros orais e escritos na escola, 2004), o texto “A capacidade de sonhar” é classificado como
Alternativas
Respostas
19981: D
19982: A
19983: C
19984: B
19985: D
19986: A
19987: C
19988: B
19989: B
19990: D
19991: E
19992: A
19993: C
19994: B
19995: B
19996: E
19997: C
19998: D
19999: B
20000: C