Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3426601 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão:


TEXTO 1





Fonte: Disponível em: <https://escritosmodernos.blogspot.com/2011/08/trabalho-avaliativo-p02-o-anuncio.html. >Acesso em: 24 abr. 2025.

Qual figura de linguagem está presente na oposição entre as palavras “Fechada” e “Aberta” no anúncio da Lacta?
Alternativas
Q3426600 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão:


TEXTO 1





Fonte: Disponível em: <https://escritosmodernos.blogspot.com/2011/08/trabalho-avaliativo-p02-o-anuncio.html. >Acesso em: 24 abr. 2025.

Qual aspecto da variedade linguística é explorado no anúncio publicitário da Lacta?
Alternativas
Q3426599 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão:


TEXTO 1





Fonte: Disponível em: <https://escritosmodernos.blogspot.com/2011/08/trabalho-avaliativo-p02-o-anuncio.html. >Acesso em: 24 abr. 2025.

O Texto 1, do ponto de vista das tipologias e dos gêneros textuais, possui um caráter:
Alternativas
Q3426598 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão:


TEXTO 1





Fonte: Disponível em: <https://escritosmodernos.blogspot.com/2011/08/trabalho-avaliativo-p02-o-anuncio.html. >Acesso em: 24 abr. 2025.

Qual é o efeito produzido pela repetição das palavras “Fechada” e “Aberta” no texto?
Alternativas
Q3426597 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão:


TEXTO 1





Fonte: Disponível em: <https://escritosmodernos.blogspot.com/2011/08/trabalho-avaliativo-p02-o-anuncio.html. >Acesso em: 24 abr. 2025.

Qual é o principal recurso utilizado no texto para criar um efeito de humor e chamar a atenção do leitor?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Inspetor de Alunos |
Q3426553 Português
Com base no livro Para Educar Crianças Feministas: um manifesto (2017), responda à questão.
Esse livro foi escrito em formato de carta para responder à pergunta: "O que devo fazer para criar minha filha como feminista?". A educação de gênero, fundamental na sociedade contemporânea, deve estar presente no espaço escolar. É de responsabilidade de todos os profissionais da educação garantir que a escola seja um ambiente seguro e de respeito à diversidade. Com base nas sugestões da autora, para educar crianças feministas é preciso ensinar à criança que: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2025 - UERJ - Inspetor de Alunos |
Q3426550 Português

Em uma matéria sobre educação inclusiva no Brasil, o site Brasil Escola afirma que a educação inclusiva "visa oferecer educação de qualidade para todos, sem escolas homogêneas, respeitando a diversidade e eliminando todas as formas de discriminação e exclusão. A inclusão é, ao mesmo tempo, um direito e um desafio. A diferenciação pedagógica e a aprendizagem cooperativa são fundamentais para uma educação inclusiva, pois permitem que todos os alunos sejam ensinados de maneira que respeite suas diferenças individuais e promova a colaboração e o respeito mútuo." 



Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/educacao/educacao-inclusiva.htm Acesso em: 20/03/2025.



Com base nesse fragmento de texto, conclui-se que a educação inclusiva é importante, porque:

Alternativas
Q3426524 Português

TEXTO:



Jorge Amado e o tribunal das redes






VIEIRA Jr., Itamar.

Disponível em: https://rascunho.com.br/liberado/jorge-amado-e-o-tribunal-das-redes/. Acesso em: 07 fev. 2025 (adaptado).

A modalização do discurso revela a subjetividade do enunciador em relação ao que enuncia. Em “Guardo essa recordação como um bom exemplo do que um escritor deveria ser: generoso e afetuoso...” (l. 21-22), uma palavra que se constitui como marca de modalização é: 
Alternativas
Q3426522 Português

TEXTO:



Jorge Amado e o tribunal das redes






VIEIRA Jr., Itamar.

Disponível em: https://rascunho.com.br/liberado/jorge-amado-e-o-tribunal-das-redes/. Acesso em: 07 fev. 2025 (adaptado).

O conector que explicita a relação semântica existente, no contexto da crônica, entre os períodos “Eu contei que escrevia, que gostaria de ser escritor” (l. 19) e “Ela me incentivou a escrever” (l. 19-20) é:
Alternativas
Q3426521 Português

TEXTO:



Jorge Amado e o tribunal das redes






VIEIRA Jr., Itamar.

Disponível em: https://rascunho.com.br/liberado/jorge-amado-e-o-tribunal-das-redes/. Acesso em: 07 fev. 2025 (adaptado).

Pelo mecanismo de coesão, um termo pode retomar outro anteriormente apresentado, mas também pode retomar uma porção maior de texto, resumindo a ideia nela contida. Nesse texto, o termo que retoma um trecho anterior maior é:
Alternativas
Q3426520 Português

TEXTO:



Jorge Amado e o tribunal das redes






VIEIRA Jr., Itamar.

Disponível em: https://rascunho.com.br/liberado/jorge-amado-e-o-tribunal-das-redes/. Acesso em: 07 fev. 2025 (adaptado).

Na crônica, a linguagem utilizada costuma ser marcada pela informalidade. O trecho do texto que apresenta marca de linguagem informal é:
Alternativas
Q3426519 Português

TEXTO:



Jorge Amado e o tribunal das redes






VIEIRA Jr., Itamar.

Disponível em: https://rascunho.com.br/liberado/jorge-amado-e-o-tribunal-das-redes/. Acesso em: 07 fev. 2025 (adaptado).

Com o objetivo de provocar uma reflexão por meio da defesa de uma ideia, essa crônica caracteriza-se como predominantemente argumentativa, embora haja nela outras sequências textuais. O trecho do texto que se caracteriza como narrativo é:
Alternativas
Q3426518 Português

TEXTO:



Jorge Amado e o tribunal das redes






VIEIRA Jr., Itamar.

Disponível em: https://rascunho.com.br/liberado/jorge-amado-e-o-tribunal-das-redes/. Acesso em: 07 fev. 2025 (adaptado).

Essa crônica parte de um episódio ocorrido na infância do autor, que testemunhou a generosidade de Jorge Amado. No texto, esse relato funciona como uma estratégia cujo objetivo é de: 
Alternativas
Q3426517 Português

TEXTO:



Jorge Amado e o tribunal das redes






VIEIRA Jr., Itamar.

Disponível em: https://rascunho.com.br/liberado/jorge-amado-e-o-tribunal-das-redes/. Acesso em: 07 fev. 2025 (adaptado).

A relevante temática central, discutida na crônica de Itamar Vieira Jr., está resumida na frase: 
Alternativas
Q3426314 Português

Leia o texto para responder à questão.


A Rússia na contramão da História


No atual século, praticamente não há países que não sejam – com ou sem competência – governados por suas próprias gentes. E, após as guerras, é esperado que se retirem os exércitos invasores. Foi o caso do Japão e da Alemanha. Encerrou-se o ciclo, com cerca de 200 nações independentes. O que restou foram as travessuras imperialistas, mas sem ocupação territorial permanente.


 Porém há um país que anda na contramão da História. Como o resto da Europa, a Rússia expandiu as suas fronteiras. Iam do Alasca até o Báltico e o Mar Negro. Após a Segunda Guerra, foram anexados os países do Leste Europeu. Depois que os europeus voltaram para casa, a Rússia continuou tomando a casa dos outros, ignorando o espírito dos novos tempos.


Diante desse quadro, podemos ver a invasão da Ucrânia como uma manifestação tardia de um estilo de colonialismo que, por completo, o Ocidente já abandonou. Quando pensamos em tribos isoladas que ainda praticariam a escravidão, caberia um relativismo nos nossos julgamentos? Podemos condená-las? Não deveríamos também aceitar a Rússia, com seus valores, apesar de desalinhados com o presente?


Não! Vivemos sob princípios disseminados em todas as sociedades modernas. Somos herdeiros do iluminismo, incluindo a concepção de formas de governança, de direitos e de valores cívicos. Queremos acreditar que essa foi uma conquista irreversível.


Sendo assim, não há espaço para quaisquer transigências. A Rússia é um país que brilhou na literatura, na música, nas artes visuais, nas ciências e nas tecnologias militares. Teve ampla exposição às tradições da civilização ocidental. Não há por que perdoá-la pelo atraso na sua cultura política. É inaceitável que as suas lideranças ignorem essa herança e proclamem uma visão obsoleta de dominação colonial.


(Cláudio de Moura Castro. https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2025. Adaptado)

Identifica-se expressão empregada em sentido figurado em:
Alternativas
Q3426313 Português

Leia o texto para responder à questão.


A Rússia na contramão da História


No atual século, praticamente não há países que não sejam – com ou sem competência – governados por suas próprias gentes. E, após as guerras, é esperado que se retirem os exércitos invasores. Foi o caso do Japão e da Alemanha. Encerrou-se o ciclo, com cerca de 200 nações independentes. O que restou foram as travessuras imperialistas, mas sem ocupação territorial permanente.


 Porém há um país que anda na contramão da História. Como o resto da Europa, a Rússia expandiu as suas fronteiras. Iam do Alasca até o Báltico e o Mar Negro. Após a Segunda Guerra, foram anexados os países do Leste Europeu. Depois que os europeus voltaram para casa, a Rússia continuou tomando a casa dos outros, ignorando o espírito dos novos tempos.


Diante desse quadro, podemos ver a invasão da Ucrânia como uma manifestação tardia de um estilo de colonialismo que, por completo, o Ocidente já abandonou. Quando pensamos em tribos isoladas que ainda praticariam a escravidão, caberia um relativismo nos nossos julgamentos? Podemos condená-las? Não deveríamos também aceitar a Rússia, com seus valores, apesar de desalinhados com o presente?


Não! Vivemos sob princípios disseminados em todas as sociedades modernas. Somos herdeiros do iluminismo, incluindo a concepção de formas de governança, de direitos e de valores cívicos. Queremos acreditar que essa foi uma conquista irreversível.


Sendo assim, não há espaço para quaisquer transigências. A Rússia é um país que brilhou na literatura, na música, nas artes visuais, nas ciências e nas tecnologias militares. Teve ampla exposição às tradições da civilização ocidental. Não há por que perdoá-la pelo atraso na sua cultura política. É inaceitável que as suas lideranças ignorem essa herança e proclamem uma visão obsoleta de dominação colonial.


(Cláudio de Moura Castro. https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2025. Adaptado)

Em seu artigo, o autor pondera que 
Alternativas
Q3426309 Português

Leia o texto para responder à questão.


O Sobrado



Que pessoa estranha, dona Rosalina. Ela o deixava desconcertado não apenas pela ambivalência de sua conduta mas pelo mistério mesmo do seu ser. Como é que uma pessoa era assim? Ele não entendia, por mais que verrumasse1 a cabeça não conseguia entender. Ela lhe dava a impressão de duas numa só: quando ele pensava conhecer uma, via que se enganara, era outra que estava falando. Às vezes mais de uma, tão imprevista nos modos, nos jeitos de parecer. Um ajuntamento confuso de Rosalinas numa só Rosalina.


 Ele passava horas ouvindo dona Rosalina, vendo-lhe os mínimos gestos, o mais leve movimento dos lábios e dos olhos. Via-a de todas as posições, seguia-lhe os passos, e ela nunca parecia ser uma, a mesma pessoa. E depois, no quarto, procurava botar em ordem as ideias, compor com os fiapos que pegava no ar uma só figura de dona Rosalina: uma dona Rosalina impossível de ser. Na rua não pensava em dona Rosalina, se esquecia inteiramente dela. Aprendeu que, por mais que perguntassem, não podia falar nunca naquela mulher tão sozinha. Sua boca devia ser por vontade calada, como era por desígnio de Deus a boca de Quiquina. Se às vezes na rua lhe assaltava a lembrança de dona Rosalina, afastava-a ligeiro, porque, distante, a sua figura ganhava em estranheza e cores sombrias. E ele queria o ar puro da rua, a claridade do dia, onde as horas passavam, a vida era o comum da vida da gente, sem nenhum outro mistério e sobressalto senão o mistério mesmo de existir. O sobrado era o túmulo, as voçorocas2 , as veredas sombrias.


(Autran Dourado. Ópera dos Mortos)


1refletisse

2escavações no solo ou em rocha decomposta causadas por erosão do lençol de escoamento de águas pluviais

Considere as passagens do texto


 •  Ela o deixava desconcertado... (1o parágrafo)

 •  Se às vezes na rua lhe assaltava a lembrança de dona Rosalina... (2o parágrafo)

 •  ... onde as horas passavam, a vida era o comum da vida da gente, sem nenhum outro mistério... (2º parágrafo)


Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

Alternativas
Q3426308 Português

Leia o texto para responder à questão.


O Sobrado



Que pessoa estranha, dona Rosalina. Ela o deixava desconcertado não apenas pela ambivalência de sua conduta mas pelo mistério mesmo do seu ser. Como é que uma pessoa era assim? Ele não entendia, por mais que verrumasse1 a cabeça não conseguia entender. Ela lhe dava a impressão de duas numa só: quando ele pensava conhecer uma, via que se enganara, era outra que estava falando. Às vezes mais de uma, tão imprevista nos modos, nos jeitos de parecer. Um ajuntamento confuso de Rosalinas numa só Rosalina.


 Ele passava horas ouvindo dona Rosalina, vendo-lhe os mínimos gestos, o mais leve movimento dos lábios e dos olhos. Via-a de todas as posições, seguia-lhe os passos, e ela nunca parecia ser uma, a mesma pessoa. E depois, no quarto, procurava botar em ordem as ideias, compor com os fiapos que pegava no ar uma só figura de dona Rosalina: uma dona Rosalina impossível de ser. Na rua não pensava em dona Rosalina, se esquecia inteiramente dela. Aprendeu que, por mais que perguntassem, não podia falar nunca naquela mulher tão sozinha. Sua boca devia ser por vontade calada, como era por desígnio de Deus a boca de Quiquina. Se às vezes na rua lhe assaltava a lembrança de dona Rosalina, afastava-a ligeiro, porque, distante, a sua figura ganhava em estranheza e cores sombrias. E ele queria o ar puro da rua, a claridade do dia, onde as horas passavam, a vida era o comum da vida da gente, sem nenhum outro mistério e sobressalto senão o mistério mesmo de existir. O sobrado era o túmulo, as voçorocas2 , as veredas sombrias.


(Autran Dourado. Ópera dos Mortos)


1refletisse

2escavações no solo ou em rocha decomposta causadas por erosão do lençol de escoamento de águas pluviais

O narrador deixa evidente que o personagem (Ele) considerava os momentos fora do sobrado como
Alternativas
Q3426307 Português

Leia o texto para responder à questão.


O Sobrado



Que pessoa estranha, dona Rosalina. Ela o deixava desconcertado não apenas pela ambivalência de sua conduta mas pelo mistério mesmo do seu ser. Como é que uma pessoa era assim? Ele não entendia, por mais que verrumasse1 a cabeça não conseguia entender. Ela lhe dava a impressão de duas numa só: quando ele pensava conhecer uma, via que se enganara, era outra que estava falando. Às vezes mais de uma, tão imprevista nos modos, nos jeitos de parecer. Um ajuntamento confuso de Rosalinas numa só Rosalina.


 Ele passava horas ouvindo dona Rosalina, vendo-lhe os mínimos gestos, o mais leve movimento dos lábios e dos olhos. Via-a de todas as posições, seguia-lhe os passos, e ela nunca parecia ser uma, a mesma pessoa. E depois, no quarto, procurava botar em ordem as ideias, compor com os fiapos que pegava no ar uma só figura de dona Rosalina: uma dona Rosalina impossível de ser. Na rua não pensava em dona Rosalina, se esquecia inteiramente dela. Aprendeu que, por mais que perguntassem, não podia falar nunca naquela mulher tão sozinha. Sua boca devia ser por vontade calada, como era por desígnio de Deus a boca de Quiquina. Se às vezes na rua lhe assaltava a lembrança de dona Rosalina, afastava-a ligeiro, porque, distante, a sua figura ganhava em estranheza e cores sombrias. E ele queria o ar puro da rua, a claridade do dia, onde as horas passavam, a vida era o comum da vida da gente, sem nenhum outro mistério e sobressalto senão o mistério mesmo de existir. O sobrado era o túmulo, as voçorocas2 , as veredas sombrias.


(Autran Dourado. Ópera dos Mortos)


1refletisse

2escavações no solo ou em rocha decomposta causadas por erosão do lençol de escoamento de águas pluviais

De acordo com o texto, dona Rosalina incomodava o personagem (Ele) porque
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IV - UFG Órgão: Prefeitura de Flores de Goiás - GO Provas: IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Agente Comunitário de Saúde - Distrito de Santa Maria | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Agente de Combate a Endemias | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Agente de Desporto e Lazer | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Agente de Vigilância Sanitária | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Assistente de Consultório Dentário - Zona Urbana | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Assistente de Controle Interno | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Auxiliar Administrativo | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Auxiliar de Licitação | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Eletricista | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Fiscal Ambiental | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Fiscal de Posturas | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Técnico Administrativo - Câmara Municipal | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Recepcionista | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Técnico(a) Agrícola | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Técnico(a) de Enfermagem - Zona Rural, Hospital Municipal Zona Urbana e Atenção Primária Zona Urbana | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Técnico(a) em Informática | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Técnico(a) em Meio Ambiente | IV - UFG - 2025 - Prefeitura de Flores de Goiás - GO - Motorista - Câmara Municipal |
Q3426165 Português

Leia o Texto 4 para responder às questão.


Texto 4


A vida presta, e muito!


Quem resiste e enfrenta a violência no cotidiano são as mulheres e mães


Vivian Mesquita, Colunista ICL


Fernandinha Torres, uau!

A alegria que tomou o Brasil ao celebrar o Globo de Ouro da atriz se compara à Copa do Mundo de Futebol, final do Brasileirão e à medalha de ouro nos Jogos Olímpicos. A arte brasileira presta, e muito!

Mais de 3 milhões de pessoas assistiram, até janeiro, ao filme que consagrou Fernanda Torres como melhor atriz em filme dramático na premiação. “Ainda estou aqui” é uma obra extraordinária do cinema nacional. Narra um dos episódios mais tristes da ditadura no Brasil e é também um retrato da resistência feminina.

Em entrevista esta semana ao N2, a filha mais velha do casal Eunice e Rubens Paiva, Vera Paiva, lembra que quem resiste e enfrenta a violência no cotidiano são as mães. As mães da Praça de Maio, na Argentina, as Mães de Maio, de Acari, e de Paraisópolis, no Brasil.

“Minha mãe segurou firme como mãe e como mulher e o Marcelo (Paiva, irmão de Vera) fez uma homenagem justa para as mulheres latino-americanas, que é quem segura essa onda, quem de fato refaz o traçado para manter a família junta e a resistência do cotidiano a essa violência do Estado”, disse Vera Paiva.

As Mães da Praça de Maio a que Vera se refere foi o movimento que começou em 1977, na Argentina, quando 14 mulheres se reuniram na Praça de Maio, em Buenos Aires, para protestar pela falta de informações sobre seus filhos desaparecidos na ditadura do regime militar. As mulheres vestiam lenços brancos na cabeça e três delas chegaram a desaparecer, perseguidas pelo regime.

No Brasil, o movimento das Mães de Maio representa as vítimas do massacre que tirou a vida de centenas de civis em São Paulo — a maioria sem passagem pela polícia –, numa ação da polícia em retaliação a um ataque a policiais feito pelo PCC em 2006. Até hoje não se sabe ao certo o número exato de mortos na operação.

O movimento Mães de Acari completou 34 anos em 2024. Ele representa a luta de mães e familiares dos 11 adolescentes executados por um grupo de extermínio composto por policiais militares de Magé, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.

Já o massacre de Paraisópolis completou cinco anos em primeiro de dezembro do ano passado, sem a definição de uma pena para os responsáveis pela morte de 9 jovens.

[...]

Quando eu revejo a cena da atriz britânica Tilda Swinton aplaudindo de pé e celebrando a vitória de Fernanda Torres na mesma categoria em que ela também estava disputando o prêmio, eu penso que sim, a vida ainda vale a pena para nós, mulheres.


Disponível em: <https://iclnoticias.com.br/a-vida-presta-e-muito/>. Acesso

em: 12 jan. 2025.

O Texto 4 é um artigo de opinião redigido pela jornalista Vivian Mesquita sobre o Globo de Ouro recebido pela atriz Fernanda Torres. Para reforçar a sua opinião de que quem resiste e enfrenta a violência no cotidiano são as mulheres e mães, anunciada no subtítulo do texto, a jornalista faz uso de
Alternativas
Respostas
19941: E
19942: C
19943: B
19944: B
19945: D
19946: A
19947: D
19948: C
19949: C
19950: B
19951: D
19952: B
19953: A
19954: B
19955: C
19956: B
19957: D
19958: C
19959: B
19960: B