Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Em relação à metaliteratura/metaficção, examine as afirmações abaixo, marcando V, para as Verdadeiras, e F, para as Falsas.
( ) Embora frequentemente definido como um fenômeno da pós-modernidade, a metaliteratura/metaficção é uma constante na história da literatura de todos os tempos.
( ) O conceito de metaliteratura/metaficção é corretamente aplicado às obras produzidas pela crítica literária, uma vez que elas dedicam-se à análise e à interpretação de obras literárias.
( ) Qualquer obra literária pode ser considerada metaliterária porque pressupõe a existência de obras literárias anteriores, visto que os escritores são, primeiramente, leitores.
( ) Como toda obra literária é sempre metaliterária, esse conceito é fundamental para distinguir as obras que fazem desse procedimento temática central daquelas que apenas o utilizam pela essência do processo literário.
( ) Na literatura de cunho metaficcional, ao invés de o escritor tomar como tema a representação do mundo, ele elege a própria literatura como temática, em um processo autorreferencial.
Qual a sequência correta, de cima para baixo?
Faça a associação correta entre o tipo de operação inferencial e sua condição de realização:
1. Dedução 2. Indução 3. Particularização 4. Generalização
A. Tomada de várias informações textuais para chegar a uma conclusão com valor de probabilidade de acordo com o grau de verdade das premissas.
B. Reunião de duas ou mais informações textuais que funcionam como premissas para chegar a outra informação logicamente.
C. Saída de uma informação específica, por exemplo, um lexema, para chegar à afirmação de outra mais abrangente.
D. Tomada de um elemento geral de base lexical ou fundado em experiências e conhecimentos pessoais, individualizando ou contextualizando num conteúdo particular com um lexema específico.
Qual é a associação correta entre números e letras?
É um exemplo dessas transformações a
Levando em consideração essa definição, é papel do professor de Linguagens em sala de aula trabalhar prioritariamente com

Na tirinha de Mafalda, a multimodalidade contribui para
Considerando as ideias, a estrutura linguística e o vocabulário do texto precedente, julgue o próximo item.
No primeiro período do segundo parágrafo, o excerto “a esse segmento da sociedade” complementa o sentido do vocábulo “pertencentes”.
Considerando as ideias, a estrutura linguística e o vocabulário do texto precedente, julgue o próximo item.
O segmento “A despeito das” (primeiro período do segundo parágrafo) poderia ser substituído, mantendo-se o sentido original e a correção gramatical do texto, por Malgrado as.
Considerando as ideias, a estrutura linguística e o vocabulário do texto precedente, julgue o próximo item.
No último período do texto, os termos “primeira” e “segunda” remetem ao vocábulo “equação”.
Considerando as ideias, a estrutura linguística e o vocabulário do texto precedente, julgue o próximo item.
O período “Hoje, no Brasil, há mais de 55 milhões de pessoas com 50 anos ou mais de idade, dos quais a maioria são mulheres.” (terceiro período do primeiro parágrafo) poderia ser reescrito, com manutenção das ideias e da correção do texto, da seguinte forma: A maioria das 55 milhões de pessoas com 50 anos ou mais de idade, que vivem hoje no Brasil, são mulheres.
Considerando as ideias, a estrutura linguística e o vocabulário do texto precedente, julgue o próximo item.
A substituição do segmento “menor que” (segundo período do segundo parágrafo) pelo vocábulo inferior prejudicaria a correção gramatical do texto.
Considerando as ideias, a estrutura linguística e o vocabulário do texto precedente, julgue o próximo item.
De acordo com o texto, é preocupante o fato de 65% das mulheres com mais de 45 anos de idade não ter nenhum investimento financeiro.
Considerando as ideias, a estrutura linguística e o vocabulário do texto precedente, julgue o próximo item.
Políticas afirmativas têm indiretamente acarretado o distanciamento cada vez maior entre a necessidade de recolocação da população com 50 anos ou mais de idade no mercado de trabalho e o interesse das organizações em contratar pessoas nessa faixa etária.
Considerando as ideias, a estrutura linguística e o vocabulário do texto precedente, julgue o próximo item.
De acordo com o texto, o ingresso e o reingresso no mercado de trabalho são os principais problemas enfrentados, atualmente, no Brasil, pela população feminina madura.
Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.
A substituição de “tornam-nos” (quinto período) por tornamo-nos manteria a coerência do texto, bem como sua correção gramatical.
Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.
O autor sugere que o sofrimento deve ser tolerado em prol de um bem maior, uma vez que os prazeres da vida só são apreciados quando os perdemos ou quando passamos por momentos dolorosos.
Conforme Marquesi, Pauliukonis e Elias (2017), os gêneros digitais têm um papel crucial no ambiente escolar, uma vez que
Seguindo essa concepção, assinale V, para as afirmações verdadeiras, e F, para as falsas.
( ) A coerência textual é determinada exclusivamente pelas estruturas linguísticas.
( ) A coerência é construída na interação entre autor e texto, sendo influenciada pelos aspectos sociais e culturais, bem como pelas expectativas do leitor.
( ) A coerência é resultante apenas da organização sintática do texto.
( ) A coerência envolve processos cognitivos, os quais permitem ao leitor interpretar as pistas textuais.
( ) A coerência depende das ideias expressas no texto e da capacidade do leitor de associá-las aos seus conhecimentos prévios.
A sequência correta, de cima para baixo, é
Solidão na velhice aumenta em 31% o risco de desenvolver demência
Sentir-se solitário na velhice aumenta em 31% o risco de desenvolver demências e eleva em 15% a probabilidade de comprometimento das funções cognitivas, como a memória e a concentração. É o que constata uma revisão de estudos que analisou autorrelatos de solidão e saúde neurológica de mais de 600 mil pessoas. Os resultados foram publicados em outubro na revista Nature Mental Health.
Cada vez mais, a solidão vem sendo estudada como um problema de saúde pública. Isso porque crescem as evidências de que a falta de conexão social está associada a várias doenças. Na nova pesquisa — liderada por cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual da Flórida, nos Estados Unidos — esse foi um fator de risco para demências por todas as causas, incluindo Alzheimer e demência vascular.
A associação persistiu mesmo quando foram feitos ajustes para controlar a depressão, o isolamento social e outros fatores de risco modificáveis para essas condições. "Esses resultados ressaltam a importância de examinar mais profundamente o tipo de solidão e os sintomas cognitivos para desenvolver intervenções eficazes que reduzam o risco de demência", escrevem os autores no artigo.
Solidão x isolamento social
Solidão e isolamento social são coisas diferentes. O isolamento social acontece quando a pessoa não tem uma rede de suporte: mora sozinha, não tem família, não tem amigos, nem uma comunidade próxima com quem ela possa interagir e socializar. A solidão, por sua vez, é um sentimento que pode surgir mesmo que o indivíduo tenha uma convivência social.
"A pessoa pode viver em uma casa de repouso cheia de idosos e rodeada de profissionais, mas sentir solidão porque não está sendo amparada ou por entender que não recebe o suporte emocional de que precisa. Ou ela pode morar em uma casa com seus familiares, mas sentir solidão porque não recebe atenção", explica a geriatra Thaís Ioshimoto, do Hospital Israelita Albert Einstein. [...].
Fernanda Bassette - Da Agência Einstein
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2024/11/24- adaptado - Acessado em 29/12/2024.
Solidão na velhice aumenta em 31% o risco de desenvolver demência
Sentir-se solitário na velhice aumenta em 31% o risco de desenvolver demências e eleva em 15% a probabilidade de comprometimento das funções cognitivas, como a memória e a concentração. É o que constata uma revisão de estudos que analisou autorrelatos de solidão e saúde neurológica de mais de 600 mil pessoas. Os resultados foram publicados em outubro na revista Nature Mental Health.
Cada vez mais, a solidão vem sendo estudada como um problema de saúde pública. Isso porque crescem as evidências de que a falta de conexão social está associada a várias doenças. Na nova pesquisa — liderada por cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual da Flórida, nos Estados Unidos — esse foi um fator de risco para demências por todas as causas, incluindo Alzheimer e demência vascular.
A associação persistiu mesmo quando foram feitos ajustes para controlar a depressão, o isolamento social e outros fatores de risco modificáveis para essas condições. "Esses resultados ressaltam a importância de examinar mais profundamente o tipo de solidão e os sintomas cognitivos para desenvolver intervenções eficazes que reduzam o risco de demência", escrevem os autores no artigo.
Solidão x isolamento social
Solidão e isolamento social são coisas diferentes. O isolamento social acontece quando a pessoa não tem uma rede de suporte: mora sozinha, não tem família, não tem amigos, nem uma comunidade próxima com quem ela possa interagir e socializar. A solidão, por sua vez, é um sentimento que pode surgir mesmo que o indivíduo tenha uma convivência social.
"A pessoa pode viver em uma casa de repouso cheia de idosos e rodeada de profissionais, mas sentir solidão porque não está sendo amparada ou por entender que não recebe o suporte emocional de que precisa. Ou ela pode morar em uma casa com seus familiares, mas sentir solidão porque não recebe atenção", explica a geriatra Thaís Ioshimoto, do Hospital Israelita Albert Einstein. [...].
Fernanda Bassette - Da Agência Einstein
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2024/11/24- adaptado - Acessado em 29/12/2024.
Cheiro de bebê e de vó: Por que o odor do nosso corpo muda ao longo da vida?
Em artigo, médica fisiologista descreve como a ciência explica o cheiro da infância, adolescência e velhice.
Proponho um desafio: você seria capaz de adivinhar a faixa etária de alguém sentado ao seu lado que não usa perfume usando apenas o olfato? Não encontrei nenhum desafio desse tipo no TikTok, mas encontrei pesquisas que comprovam isso: podemos discriminar a idade de uma pessoa pelo cheiro. [...]
O cheiro de um bebê fortalece o carinho dos pais
Durante a infância, o odor corporal geralmente é leve devido à baixa atividade das glândulas sudoríparas e a um simples microbioma da pele (comunidade de microrganismos). Mesmo assim, os pais conseguem identificar a “fragrância” que o próprio filho exala e preferem-na à de crianças desconhecidas.[...]
Aroma adolescente de “humanidade”
A adolescência envolve uma mudança significativa no odor corporal. Essa transformação se deve à produção de hormônios sexuais, que, entre outras coisas, induz a ativação das glândulas sudoríparas e sebáceas.
Enquanto a maioria das glândulas sudoríparas (glândulas écrinas) excretam água e sais, as chamadas glândulas sudoríparas apócrinas (associadas aos cabelos e localizadas nas axilas e na área genital) secretam proteínas e lipídios. É a degradação conjunta destes lípidos e do sebo (triglicéridos, ésteres de cera, esqualeno e ácidos gordos livres) libertados pelas glândulas sebáceas presentes em quase toda a pele que gera o característico aroma “humano”.
A decomposição dessas substâncias ocorre quando entram em contato com o ar e as bactérias da pele. Microrganismos como o Staphylococcus convertem gorduras em ácido acético e ácido 3-metilbutonóico, responsáveis pelo cheiro azedo dos adolescentes. [...]
E o que acontece com o nosso cheiro quando envelhecemos?
Com o envelhecimento, a falta de colágeno na pele comprime e reduz a atividade das glândulas sudoríparas e sebáceas. A perda dos primeiros explica a dificuldade dos idosos em manter o equilíbrio térmico. Quanto aos sebáceos, não só a sua produção diminui, como a sua composição muda, reduzindo a quantidade de compostos antioxidantes como a vitamina E ou o esqualeno. Tudo isso, somado à também menor capacidade de produção de antioxidantes pelas células da pele, desencadeia um aumento das reações de oxidação, dando origem ao cheiro de “idoso”, que os japoneses chamam de kareishu.
Assim, a partir dos 40 anos, a forma como são processados alguns ácidos graxos da pele, como o ômega-7 (ácido palmitoléico), começa a mudar. A oxidação deste ácido graxo monoinsaturado dá origem ao 2-nonenal , responsável pelo odor característico. A propósito, esse composto também é encontrado na cerveja velha e no trigo sarraceno, e é descrito como tendo um cheiro gorduroso e de grama.
Se para algumas pessoas esse cheiro é desagradável, a maioria de nós o associa às boas lembranças dos avós e dos pais. E é provável que, tal como na infância, ajude a perpetuar o cuidado, desta vez com os mais velhos.
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/colunistas/the-conversation/noticia/2024/11/ acessado em 29/12/2024.
The Conversation*
*Este artigo foi originalmente publicado em espanhol no site The Conversation por Noélia Valle, Professora de Fisiologia na Universidade Francisco de Vitória, na Espanha.( adaptado)
I. Durante a infância, o odor corporal geralmente é exagerado devido à alta atividade das glândulas sudoríparas e a um simples microbioma da pele (comunidade de microrganismos).
II. A adolescência envolve uma mudança significativa no odor corporal. Essa transformação se deve à produção de hormônios sexuais, que, entre outras coisas, induz a ativação das glândulas sudoríparas e sebáceas.
III. Com o envelhecimento, a falta de colágeno na pele comprime e reduz a atividade das glândulas sudoríparas e sebáceas. A perda de colágeno explica a facilidade dos idosos se sentirem aquecidos.
Estão CORRETAS apenas a(s) afirmativa(s):