Questões de Concurso
Sobre encontros vocálicos: ditongo, tritongo, hiato em português
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As lições do quase
Por Helô Bacichette

(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/helo-bacichette/noticia/2026/07/as-licoes-do-
quase-cmrz4vd8v01sj014c4d62vmy5.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Há poemas que contam histórias, contos que respiram como poemas, romances feitos de pequenas crônicas”.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Assinale a opção que contenha apenas encontros vocálicos.
O consumo dos remédios por períodos prolongados sem orientação de um profissional da saúde está relacionado a desequilíbrios no sistema digestivo.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c895r3l188do. Adaptado)
Assinale a opção correta quanto à acentuação gráfica.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão abaixo, a que a ele se refere.
Texto 01
Proseando
Eu ia indo, guiando meu carro, de Pocinhos do Rio Verde para Caldas, lá em Minas, quando vi, ao longe, na estrada, um bando de crianças que caminhava pelo acostamento. Chegando mais perto, pelo jeito delas, concluí que eram escolares. Sorriam, naquela manhã de sábado, como se estivessem indo para um piquenique. Crianças felizes. Eram pássaros livres. Chegando ainda mais perto tive uma explosão de alegria. Comecei a rir. Acenei para elas. Elas acenaram para mim. Percebi o que estavam fazendo: traziam sacos nas mãos e estavam catando o lixo acumulado à beira da estrada. Isso de catar lixo nas manhãs de sábado não está nos programas. E também não cai nas provas. Mas elas estavam fazendo aquilo que, talvez, elas já soubessem: que é preciso cuidar do mundo em que vivemos. Talvez soubessem, mas as inúmeras obrigações curriculares não lhes deixavam tempo livre para fazer o essencial. Tanto assim que aquilo que estavam fazendo era num sábado... Isso é sinal de esperança. Acho bom!
ALVES, Rubem. Proseando. Disponível em: https://www.opergaminho.com.br/proseando. Acesso em: 20 jun. 2026.
"A conscientização sobre o uso responsável da tecnologia contribui para a construção de uma sociedade mais ética e participativa."
Considerando os conceitos de encontros vocálicos (ditongo, tritongo e hiato) e encontros consonantais, assinale a alternativa CORRETA:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Pesquisa mostra que vacinação diminuiu prevalência
de HPV entre jovens
A prevalência dos principais tipos de HPV caiu quase à metade no Brasil após a vacinação, aponta o maior estudo sobre a eficácia do imunizante já realizado na América Latina. Dados coletados em 2016 e 2017 mostram que 14,98% dos participantes já tinham sido infectados por pelo menos um dos quatro tipos cobertos pela vacina. Já nas amostras coletadas entre 2020 e 2023, essa proporção ficou em 7,95%.
A pesquisa Pop-Brasil foi realizada pelo Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Ministério da Saúde. Na primeira fase, foram analisadas amostras de 6.388 participantes não vacinados de ambos os sexos. Já na segunda fase, foram mais de 10 mil participantes, vacinados e não vacinados. As amostras foram coletadas em unidades de saúde. Nos dois períodos, o foco eram os jovens de 16 a 25 anos, como explica a médica epidemiologista e líder da pesquisa Eliana Wendland:
“Essa faixa etária é a que tem a maior prevalência de HPV, porque é o início da atividade sexual. Essa faixa etária também foi escolhida porque todo mundo ali já deveria ter sido vacinado”
Infelizmente, não foi isso o que aconteceu. Entre as meninas e mulheres da pesquisa, apenas 61,8% estavam vacinadas, e a proporção foi ainda menor entre os participantes do sexo masculino: 31,1%. A taxa de cobertura ideal é de 90%. Ainda assim, a vacina comprovou o seu potencial. Entre as meninas e mulheres, a prevalência dos tipos de HPV cobertos pelo imunizante foi de 15,6% na primeira fase, quando apenas 2,4% delas participaram da pesquisa. Já na segunda fase, a detecção do vírus entre as participantes vacinadas caiu para 3,1%. De acordo com Eliana, a pesquisa verificou ainda que o imunizante já foi capaz de produzir um certo “efeito rebanho”.
“Nós também percebemos nas meninas um efeito populacional da vacinação. Mesmo entre aquelas que não foram vacinadas, nós tivemos uma diminuição da prevalência de HPV.”
Isso acontece porque a vacinação em altas coberturas diminui a circulação dos agentes causadores de doença, protegendo indiretamente toda a população. Na parcela de meninas e mulheres não vacinadas, a prevalência dos quatro tipos de HPV combatidos pela vacina foi de 10,5% na segunda fase da pesquisa.
Já entre os homens, a prevalência desses subtipos do vírus caiu de 13,8% para 4,6% entre os vacinados, mas não houve mudança estatisticamente significativa entre os participantes não vacinados da segunda fase. De acordo com Eliana, a explicação é a baixa cobertura vacinal desse público.
“Esse achado não é inesperado, uma vez que os meninos costumam receber menos incentivo à vacinação contra o HPV do que as meninas, em parte porque o vírus ainda é amplamente percebido como uma causa predominantemente do câncer do colo do útero”, destaca a prévia do artigo que será publicado na revista npj Vaccines com os resultados da pesquisa.
Outro dado reforça o poder e a importância da vacina é que, entre as duas fases da pesquisa, a prevalência geral de HPV na população, considerando todos os subtipos existentes, subiu de 46,7% para 56,6%, ao contrário do que aconteceu com os quatro subtipos combatidos pelo imunizante. A pesquisa também encontrou evidências de que o esquema atual oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de apenas uma dose, é eficaz, porque não encontrou diferença na prevalência do vírus comparando pessoas vacinadas com uma, duas ou três doses.
A vacinação contra o HPV pelo Sistema Único de Saúde começou em 2014, apenas com meninas, mas passou a englobar também os meninos a partir de 2017, com algumas mudanças na faixa etária ao longo dos anos. Em 2024, o esquema básico mudou de duas doses para uma. Hoje, o público-alvo são todas as crianças e adolescentes de 9 a 14 anos, além de alguns públicos adultos vulneráveis, como imunossuprimidos, vítimas de violência sexual, usuários de profilaxia pré-exposição para prevenção do HPV e pessoas que já tiveram lesões precursoras no colo do útero.
O HPV, sigla para papilomavírus humano, é o principal causador do câncer do colo do útero, mas também pode provocar a doença em outros órgãos como pênis, ânus e garganta. Nem todo subtipo do vírus tem potencial cancerígeno, mas a vacina disponível no sistema público protege contra os quatro principais tipos oncogênicos.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-
07/pesquisa-mostra-que-vacinacao-diminuiu-prevalencia-de-hpv-
entre-jovens (adaptado).
Leia o texto para responder a questão.
Elizabeth Olsen diz que irmãs, as 'gêmeas Olsen', eram forçadas a apoiar entrada no meio artístico
Irmã caçula de Mary-Kate e Ashley Olsen, ex-atrizes mirins que fizeram sucesso nos anos 90, revelou bastidores da família e relação distante
Por redação Marie Claire — de São Paulo (SP) 30/11/2025 15h21
Elizabeth Olsen (36) deu detalhes surpreendentes sobre a relação com as irmãs, Mary-Kate e Ashley Olsen (39), gêmeas que fizeram sucesso como atrizes mirins nos anos 90, mas desistiram da carreira para focarem na indústria da moda. A irmã caçula, que fez sucesso na franquia de filmes da Marvel como Feiticeira Escarlate, revelou que as gêmeas foram "forçadas" a apoiá-la no cinema e que nunca recebeu nenhum conselho delas.
Embora não tenha recebido conselhos, a atriz contou que Mary-Kate e Ashley sempre acompanharam sua jornada: "Elas eram forçadas a assistir todas minhas peças de teatro e ir a todas as minhas apresentações de dança".
Elizabeth é a caçula de quatro irmãos. Além dela e das gêmeas, os pais, Jarnette e David Olsen, também têm James Trent. Divorciado, o David tem outros dois filhos com a sua atual mulher, McKenzie Olsen.
Ícones mirins dos anos 90, as gêmeas Olsen desistiram da carreira após anos de atuação, já que começaram com apenas nove meses de vida. Entre os motivos, Ashley e Mary-Kate estavam cansadas da falta de privacidade e não tinha mais conexão com as artes cênicas. Em 2006, elas fundaram a marca de roupas The Row, que se tornou referência do mercado de luxo.
Disponível em
https://revistamarieclaire.globo.com/celebridades/noticia/2025/11/elizabeth olsen-diz-que-irmas-as-gemeas-olsen-eram-forcadas-a-apoiar-entrada-no meio-artistico.ghtml
TEXTO 1
Por Conceição Evaristo
Maria
1 Maria estava parada há mais de meia hora no ponto de ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. Os ônibus estavam aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. O osso do pernil e as frutas que tinham enfeitado a mesa. Ganhara as frutas e uma gorjeta. O osso a patroa ia jogar fora. Estava feliz, apesar do cansaço. A gorjeta chegara numa hora boa. Os dois filhos menores estavam muito gripados. Precisava comprar xarope e aquele remedinho de desentupir o nariz. Daria para comprar também uma lata de Toddy. As frutas estavam ótimas e havia melão. As crianças nunca tinham comido melão. Será que os meninos gostavam de melão?
2 A palma de umas de suas mãos doía. Tinha sofrido um corte, bem no meio, enquanto cortava o pernil para a patroa. Que coisa! Faca-laser corta até a vida!
3 Quando o ônibus apontou lá na esquina, Maria abaixou o corpo, pegando a sacola que estava no chão entra as suas pernas. O ônibus não estava cheio, havia lugares. Ela poderia descansar um pouco, cochilar até a hora da descida. Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quanto tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. Maria sentou-se na frente. O homem assentou-se ao lado dela. Ela se lembrou do passado. Do homem deitado com ela. Da vida dos dois no barraco. Dos primeiros enjoos. Da barriga enorme que todos diziam gêmeos, e da alegria dele. Que bom! Nasceu! Era um menino! E haveria de se tornar um homem. Maria viu, sem olhar, que era o pai do seu filho. Ele continuava o mesmo. Bonito, grande, o olhar assustado não se fixando em nada e em ninguém. Sentiu uma mágoa imensa. Por que não podia ser de outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? Tenho um buraco no peito, tamanha a saudade! Tou sozinho! Não arrumei, não quis mais ninguém. Você já teve outros... outros filhos? A mulher baixou os olhos como que pedindo perdão. É. Ela teve mais dois filhos, mas não tinha ninguém também! Homens também? Eles haveriam de ter outra vida. Com eles tudo haveria de ser diferente. Maria, não te esqueci! Tá tudo aqui no buraco do peito...
4 O homem falava, mas continuava estático, preso, fixo no banco. Cochichava com Maria as palavras, sem, entretanto, virar para o lado dela. Ela sabia o que o homem dizia. Ele estava dizendo de dor, de prazer, de alegria, de filho, de vida, de morte, de despedida. Do buraco-saudade no peito dele... Desta vez ele cochichou um pouquinho mais alto. Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. O de lá de trás vinha recolhendo tudo. O motorista seguia a viagem. Havia o silêncio de todos no ônibus. Apenas a voz do outro se ouvia pedindo aos passageiros que entregassem tudo rapidamente. O medo da vida em Maria ia aumentando. Meu Deus, como seria a vida dos seus filhos? Era a primeira vez que ela via um assalto no ônibus. Imaginava o terror das pessoas. O comparsa de seu ex-homem passou por ela e não pediu nada. Se fossem outros os assaltantes? Ela teria para dar uma sacola de frutas, um osso de pernil e uma gorjeta de mil cruzeiros. Não tinha relógio algum no braço. Nas mãos nenhum anel ou aliança. Aliás, nas mãos tinha sim! Tinha um profundo corte feito com faca-laser que parecia cortar até a vida.
5 Os assaltantes desceram rápido. Maria olhou saudosa e desesperada para o primeiro. Foi quando uma voz acordou a coragem dos demais. Alguém gritou que aquela puta safada conhecia os assaltantes. Maria assustou-se. Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai do seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. Outra voz ainda lá do fundo do ônibus acrescentou: Calma gente! Se ela estivesse junto com eles, teria descido também. Alguém argumentou que ela não tinha descido só para disfarçar. Estava mesmo com os ladrões. Foi a única a não ser assaltada. Mentira, eu não fui e não sei porquê. Maria olhou na direção de onde vinha a voz e viu um rapazinho negro e magro, com feições de menino e quere lembrava vagamente o seu filho. A primeira voz, a que acordou a coragem de todos, tornou-se um grito: Aquela puta, aquela negra safada estava com os ladrões! O dono da voz levantou e se encaminhou em direção a Maria. A mulher teve medo e raiva. Que merda! Não conhecia assaltante algum. Não devia satisfação a ninguém. Olha só, a negra ainda é atrevida, disse o homem, lascando um tapa no rosto da mulher. Alguém gritou: Lincha! Lincha! Lincha!... Uns passageiros desceram e outros voaram em direção a Maria. O motorista tinha parado o ônibus para defender a passageira: Calma, pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos... Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. A sacola havia arrebentado e as frutas rolavam pelo chão. Será que os meninos gostam de melão?
6 Tudo foi tão rápido, tão breve. Maria tinha saudades do seu ex-homem. Por que estavam fazendo isto com ela? O homem havia segredado um abraço, um beijo, um carinho no filho. Ela precisava chegar em casa para transmitir o recado. Estavam todos armados com facaslaser que cortam até a vida. Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher já estava todo dilacerado, todo pisoteado. Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.
(In: Olhos d’água, p. 39-42). Texto adaptado. Observação: os parágrafos estão numerados.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Educação parental
Em 10 anos, o número de casos da violência escolar mais que triplicou no Brasil, crescendo mais de 250% ao menos 13 mil casos registrados. Os dados são do MDHC (Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania) e FAPESP.
O aumento dos casos tem chocado toda a sociedade. Especialmente porque a escola sempre foi vista como um espaço de aprendizado, amizade e desenvolvimento. "Por isso é tão doloroso ver episódios violentos acontecendo justamente nesse ambiente", define Claudia Alaminos, psicopedagoga, educadora parental e autora do "Manual de sobrevivência para pais de adolescentes".
Entre o público-alvo mais impactado pela recente onda de ataques está alunos ou ex-alunos vítimas de bullying, exclusão e humilhação ao longo da trajetória escolar − que sem o pertencimento tão necessário na adolescência, acabam buscando acolhimento em outros lugares, principalmente na internet.
"Nesses grupos virtuais de discurso de ódio, o adolescente encontra algo que estava faltando: atenção, validação e sensação de pertencimento. Inicialmente, ele é acolhido e valorizado. Depois, começam os incentivos à vingança, à agressividade e às "provas" de coragem e lealdade ao grupo. Sentindo-se fortalecido por esse ambiente, muitos jovens acabam planejando e executando atos de violência extrema", detalha a especialista.
Neste momento, a educação parental se torna fundamental, enfatiza a psicopedagoga. Isso porque quando um filho sofre bullying, isolamento ou mudanças emocionais importantes, os pais precisam observar, acolher e, muitas vezes, buscar ajuda psicológica.
Também é essencial acompanhar o que os adolescentes consomem e produzem na internet. "Entender do que eles riem, quais conteúdos compartilham e que tipo de humor os atrai faz parte do cuidado. O mundo virtual oferece riscos reais e adolescentes ainda precisam da orientação dos adultos", acrescenta.
Outro ponto essencial é a construção de conexão dentro de casa. Muitas vezes os pais se interessam naturalmente pelo universo das crianças, mas passam a criticar os gostos dos adolescentes, criando um distanciamento na relação.
Para a especialista, demonstrar interesse genuíno pelas músicas, assuntos e experiências deles fortalece vínculos e cria espaços de confiança. "A qualidade da relação entre pais e filhos é um dos maiores fatores de proteção que existem, porque ninguém consegue entender a dor de um adolescente sem aproximação, conversa e presença verdadeira", reflete.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/
"Para a especialista, demonstrar interesse genuíno pelas músicas, assuntos e experiências deles fortalece vínculos e cria espaços de confiança."
Com base nas regras de acentuação do vocábulo 'genuíno', analise as asserções a seguir:
I.O vocábulo 'genuíno' está acentuado corretamente por apresentar o 'i' tônico que forma hiato com a vogal anterior e está sozinho na sílaba.
PORQUE
II.As vogais tônicas 'i' e 'u' de palavras oxítonas e paroxítonas, quando formam hiato com a vogal anterior, recebem acento. Essa regra não se aplica em 'friíssimo', que recebe acento por ser proparoxítona, independentemente de apresentar hiato ou não.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
Educação parental
Em 10 anos, o número de casos da violência escolar mais que triplicou no Brasil, crescendo mais de 250% e ao menos 13 mil casos registrados. Os dados são do MDHC (Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania) e FAPESP.
O aumento dos casos tem chocado toda a sociedade. Especialmente porque a escola sempre foi vista como um espaço de aprendizado, amizade e desenvolvimento. "Por isso é tão doloroso ver episódios violentos acontecendo justamente nesse ambiente", define Claudia Alaminos, psicopedagoga, educadora parental e autora do "Manual de sobrevivência para pais de adolescentes".
Entre o público-alvo mais impactado pela recente onda de ataques está alunos ou ex-alunos vítimas de bullying, exclusão e humilhação ao longo da trajetória escolar − que sem o pertencimento tão necessário na adolescência, acabam buscando acolhimento em outros lugares, principalmente na internet.
"Nesses grupos virtuais de discurso de ódio, o adolescente encontra algo que estava faltando: atenção, validação e sensação de pertencimento. Inicialmente, ele é acolhido e valorizado. Depois, começam os incentivos à vingança, à agressividade e às "provas" de coragem e lealdade ao grupo. Sentindo-se fortalecido por esse ambiente, muitos jovens acabam planejando e executando atos de violência extrema", detalha a especialista.
Neste momento, a educação parental se torna fundamental, enfatiza a psicopedagoga. Isso porque quando um filho sofre bullying, isolamento ou mudanças emocionais importantes, os pais precisam observar, acolher e, muitas vezes, buscar ajuda psicológica.
Também é essencial acompanhar o que os adolescentes consomem e produzem na internet. "Entender do que eles riem, quais conteúdos compartilham e que tipo de humor os atrai faz parte do cuidado. O mundo virtual oferece riscos reais e adolescentes ainda precisam da orientação dos adultos", acrescenta.
Outro ponto essencial é a construção de conexão dentro de casa. Muitas vezes os pais se interessam naturalmente pelo universo das crianças, mas passam a criticar os gostos dos adolescentes, criando um distanciamento na relação.
Para a especialista, demonstrar interesse genuíno pelas músicas, assuntos e experiências deles fortalece vínculos e cria espaços de confiança. "A qualidade da relação entre pais e filhos é um dos maiores fatores de proteção que existem, porque ninguém consegue entender a dor de um adolescente sem aproximação, conversa e presença verdadeira", reflete. ^
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/
"Para a especialista, demonstrar interesse genuíno pelas músicas, assuntos e experiências deles fortalece vínculos e cria espaços de confiança."
Com base nas regras de acentuação do vocábulo 'genuíno', analise as asserções a seguir:
I.O vocábulo 'genuíno' está acentuado corretamente por apresentar o 'i' tônico que forma hiato com a vogal anterior e está sozinho na sílaba.
PORQUE
II.As vogais tônicas 'i' e 'u' de palavras oxítonas e paroxítonas, quando formam hiato com a vogal anterior, recebem acento. Essa regra não se aplica em 'friíssimo', que recebe acento por ser proparoxítona, independentemente de apresentar hiato ou não.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
Educação parental
Em 10 anos, o número de casos da violência escolar mais que triplicou no Brasil, crescendo mais de 250% e ao menos 13 mil casos registrados. Os dados são do MDHC (Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania) e FAPESP.
O aumento dos casos tem chocado toda a sociedade. Especialmente porque a escola sempre foi vista como um espaço de aprendizado, amizade e desenvolvimento. "Por isso é tão doloroso ver episódios violentos acontecendo justamente nesse ambiente", define Claudia Alaminos, psicopedagoga, educadora parental e autora do "Manual de sobrevivência para pais de adolescentes".
Entre o público-alvo mais impactado pela recente onda de ataques está alunos ou ex-alunos vítimas de bullying, exclusão e humilhação ao longo da trajetória escolar − que sem o pertencimento tão necessário na adolescência, acabam buscando acolhimento em outros lugares, principalmente na internet.
"Nesses grupos virtuais de discurso de ódio, o adolescente encontra algo que estava faltando: atenção, validação e sensação de pertencimento. Inicialmente, ele é acolhido e valorizado. Depois, começam os incentivos à vingança, à agressividade e às "provas" de coragem e lealdade ao grupo. Sentindo-se fortalecido por esse ambiente, muitos jovens acabam planejando e executando atos de violência extrema", detalha a especialista.
Neste momento, a educação parental se torna fundamental, enfatiza a psicopedagoga. Isso porque quando um filho sofre bullying, isolamento ou mudanças emocionais importantes, os pais precisam observar, acolher e, muitas vezes, buscar ajuda psicológica.
Também é essencial acompanhar o que os adolescentes consomem e produzem na internet. "Entender do que eles riem, quais conteúdos compartilham e que tipo de humor os atrai faz parte do cuidado. O mundo virtual oferece riscos reais e adolescentes ainda precisam da orientação dos adultos", acrescenta.
Outro ponto essencial é a construção de conexão dentro de casa. Muitas vezes os pais se interessam naturalmente pelo universo das crianças, mas passam a criticar os gostos dos adolescentes, criando um distanciamento na relação.
Para a especialista, demonstrar interesse genuíno pelas músicas, assuntos e experiências deles fortalece vínculos e cria espaços de confiança. "A qualidade da relação entre pais e filhos é um dos maiores fatores de proteção que existem, porque ninguém consegue entender a dor de um adolescente sem aproximação, conversa e presença verdadeira", reflete.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/
"Para a especialista, demonstrar interesse genuíno pelas músicas, assuntos e experiências deles fortalece vínculos e cria espaços de confiança."
Com base nas regras de acentuação do vocábulo 'genuíno', analise as asserções a seguir:
I.O vocábulo 'genuíno' está acentuado corretamente por apresentar o 'i' tônico que forma hiato com a vogal anterior e está sozinho na sílaba.
PORQUE
II.As vogais tônicas 'i' e 'u' de palavras oxítonas e paroxítonas, quando formam hiato com a vogal anterior, recebem acento. Essa regra não se aplica em 'friíssimo', que recebe acento por ser proparoxítona, independentemente de apresentar hiato ou não.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
Texto 7
O QUE FAZ BEM PRA SAÚDE?
Cada semana, uma novidade.
A última foi que pizza previne câncer do esôfago.
Acho a maior graça.
Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas peraí não exagere...
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois eu rejuvenesço uns cinco anos.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
E telejornais os médicos deveriam proibir - como doem!
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde.
E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou muzzarela que previna.
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Tomo pouca água, bebo mais que um cálice de vinho por dia, faz dois meses que não piso na academia, mas tenho dormido bem, trabalhado bastante, encontrado meus amigos, ido ao cinema e confiado que tudo isso pode me levar a uma idade avançada.
(Luís Fernando Verissimo)
https://www.cultcarioca.com.br/2012/10/luis-fernando-verissimo-o-que-faz-bem.html Texto Adaptado. Acesso em 15/07/2022
No tocante à Pontuação, analise os itens abaixo:
I. “A última foi que pizza previne câncer do esôfago.”
II. “...qualquer gole de álcool é nocivo.”
III. “...tome água em abundância...”
IV. “...Cinema é melhor pra saúde do que pipoca”
V. “Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.”
Sobre eles, assinale a alternativa CORRETA.
Texto 1
Termino o livro e fecho o computador sabendo que, por mais que os escritores escrevam, os músicos componham e cantem, os pintores e escultores joguem com formas, cores e luzes, por mais que o contexto paralelo da arte expresse o profundo contraditório sentimento humano, embora dance à nossa frente e nos convoque até o último fio de lucidez, o essencial não tem nome nem forma: é descoberta e assombro, glória ou danação de cada um.
https://www.google.com/search?q=lya+luft&rlz=1C1GCEA_enBR977BR977&oq=lya+lu&aqs Acesso em 13.07.2022 01
No tocante à ACENTUAÇÃO, observe os segmentos abaixo e os termos sublinhados:
I. “Expresse o profundo sentimento contraditório humano...”
II. “...e nos convoque até o último fio de lucidez.”
III. “...é descoberta e assombro, glória ou danação de cada um.”
Sobre esses segmentos, está CORRETO o que se afirma em
Considerando as regras de acentuação, analise as asserções a seguir:
I.O vocábulo 'conteúdo' recebe acento gráfico em razão de apresentar a vogal 'u' como núcleo tônico de um hiato, em posição isolada na sílaba, circunstância que se enquadra na regra de acentuação das vogais 'i' e 'u' tônicas quando formam hiato com a vogal anterior, estão isoladas na sílaba ou acompanhadas de 's'.
PORQUE
II.A incidência da regra de acentuação aplicável às vogais 'i' e 'u' tônicas em hiato não alcança indistintamente todos os vocábulos que apresentam essa configuração fonológica, haja vista as restrições decorrentes do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, motivo pelo qual formas como 'feiura' e 'veículo', embora contenham hiato, submetem-se a fundamentos normativos distintos quanto à presença ou à ausência de acento gráfico.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
O trecho acima, transcrito de uma pesquisa sociolinguística, apresenta vários traços da linguagem oral, exceto:
Com base nas regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir:
I.A palavra 'estão' recebe acento gráfico por ser uma oxítona terminada em ditongo nasal 'ão', seguindo a mesma regra de acentuação de palavras como 'avião' e 'coração'.
II.A palavra "veículos" recebe acento agudo porque é uma proparoxítona, sendo todas as proparoxítonas acentuadas na língua portuguesa.
III. As palavras 'possuem' e 'comerciais' apresentam a mesma classificação quanto à posição tônica, embora apresentem terminações distintas.
IV.A palavra 'voos' não recebe acento gráfico após o Novo Acordo Ortográfico, pois o hiato formado por vogais iguais deixou de ser acentuado, assim como ocorre com palavras como 'enjoo' e 'leem'.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.